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Produção de um espetáculo cênico imersivo e sensorial, com 30 apresentações, em espaços públicos e privados, voltado para bebês, crianças da primeira infância, suas famílias e tutores.
O espetáculo não é baseado em uma obra. O roteiro é original e será elaborado durante a pré-produção do projeto. O roteiro será escrito por Daniela Chindler, autora de livros infanto-juvenis premiados, como Bibliotecas do Brasil (2012), considerado o Melhor Livro Informativo Brasileiro do Ano para crianças e jovens, pela FNLIA. Em razão do público alvo, o roteiro será dividivo em faixas etárias, a saber: - Roteiro 0 a 2 anos: Sons irão guiar o percurso dos bebês na cenografia sensorial e imersiva, que será um percurso para que o público viva uma pequena aventura. Linguagem inspirada em onomatopeia; repetições; e palavras musicadas vão contando histórias para serem percebidas e brincadas. O roteiro para bebês terá duração mais curta, com apenas 30 minutos. Temas: mar, céu, floresta e animais. - Roteiro 3 a 6 anos: inspirado na ideia de brincar livre de Emilie Pikler, vamos incluir no cenário objetos lúdicos ao alcance das crianças, além de compor estruturas/móveis (bem apoiados no piso) para que as crianças possam entrar, segurar, explorando suas habilidades motoras. Roteiro composto por quatro histórias interligadas com cantigas, explorando os temas mar, céu, floresta, animais. Duração: 45 minutos.
Objetivo Geral - Produzir um espetáculo cênico imersivo e sensorial, com 30 apresentações, em espaços públicos e privados, voltado para bebês, crianças da primeira infância, suas famílias e tutores. Objetivo específicos - Produzir uma temporada com 30 apresentações; - Realizar 15 apresentações no Estado do Rio de Janeiro; - Realizar 10 apresentações em um Estado do Nordeste do Brasil; - Realizar 5 apresentações em município com até 150 mil habitantes; - Gravar as músicas do espetáculo para disponibilizá-las gratuitamente em plataforma online; - Realizar 1 evento aberto e gratuito explicando o processo criativo de concepção do espetáculo; - Realizar 2 ensaios abertos como evento paralelo ao projeto para incentivar o interesse ao teatro; - Realizar 60% das apresentações com ingressos à preços populares, na importância de R$ 5,00; - Realizar 40% das apresentações com ingressos gratúitos, visando democratizar o acesso à cultura; - Distribuir pelo menos 20% do total do ingressos gratuitamente para escolas da rede pública e aparelhos culturais; - Gravar 50 CDs com as músicas do espetáculo para distribuição 100% gratuita em escolas públicas, museus e outros; - Estimular a motricidade de bebês e crianças, assim como ampliar o repertório sensorial e cultural destes públicos e de seus familiares e responsáveis.
Embora o teatro para bebês tenha surgido na década de 1980 em países europeus, ele ainda é incipiente no Brasil, onde 94% da população não tem o hábito de ir ao teatro, segundo a pesquisa da Fecomércio do Rio de 2016. O projeto se justifica por produzir um espetáculo de artes cênicas (Art. nº 3 da Lei 8313/91, inciso II, alínea "c" e "e") que explora um formado ainda pouco difundido no país, assim como a produção de um disco de caráter cultural com as músicas do espetáculo (inciso II, alínea "a"). O projeto está recorrendo à Lei de Incentivo à Cultura para que possa financiar a montagem com 40% da distribuição gratuita (Art. 3 da Lei 8313/91, inciso IV, alínea "a") e 60% com ingressos à preços populares, na importância de R$ 5,00, levando em consideração a pesquisa do Data Folha de 2018 que indicou que mais da metade da população brasileira frequenta apenas atividades gratuitas ou mais gratuitas do que pagas. A iniciativa visa alcanças ainda mais pessoas, sobretudo aquelas das classes populares, para contribuir com o livre acesso aos meios de produção cultural e o exercício de seus direitos culturais, de acordo com o Art. 1 da Lei 8314/91, inciso I.
Produto Principal: Espetáculo de teatro, com doi roteiros, divididos por faixa etária: 0 a 2 anos e 3 a 6. - Apresentações: 30; - Classificação: Livre; - Duranção: de 30 à 45 min; - Quantidade de atores: 04; - Quantidade de músicos: 04; - Quantidade de apresentações: 30; - Materiais: instrumentos, cenário imersivo e sensorial e objetos cênicos. - Estrutura técnica: teatro de arena; o rider de som e luz será definido durante a pré-produção. Produto Derivado: Cd com trechos do espetáculo. - Classificação: Livre; - Duração: de 30 à 45 min; - Quantidade do produto: 50 unidades; - Quantidade de faixar: média de 12 faixas, cada uma com cerca de 3 min; - Suporte: Cd-r gravável, com bolacha impressa em 4 cores, acondicionada em embalagem com tamanho fechado de 12x12 cm. Projeto pegagógico: Nossa proposta tem base na pesquisa em educação sensorial de Maria Montessori. Ela acreditava que nosso intelecto e conhecimento de mundo têm início nos sentidos. Como seres humanos, somos todos sensoriais – absorvendo nosso conhecimento sobre o mundo através da visão, audição, tato, olfato e paladar. Por meio dos nossos sentidos, coletamos as informações necessárias e estimulamos nosso desenvolvimento e criatividade. Para Montessori, os sentidos abrem o caminho para o conhecimento. No entanto, a percepção sensorial de um adulto é diferente da percepção sensorial de uma criança. De forma peculiar, as crianças têm uma sensibilidade especial para absorver informação através de seus sentidos que vai se dar de forma variada e desigual, visto que o processo de desenvolvimento cognitivo acontece de acordo com as fases de desenvolvimento e faixas etárias diferenciadas. Maria Montessori defendia que o caminho do intelecto passa pelas mãos, porque é por meio do movimento e do toque que as crianças exploram e decodificam o mundo ao seu redor. "A criança ama tocar os objetos para depois poder reconhecê-los", disse certa vez. Por isso, a cenografia vai ganhar elementos que tragam as propriedades dos objetos (tamanho, forma, cor, textura, peso, cheiro, barulho).
A Sapoti Projetos Culturais é uma produtora de conteudo da área de Educação não-formal, com ampla experiência em Acessibilidade Cultural em Museu e Centros Culturais. Nos últimos anos, a produtora prestou serviço de consultoria na área para o Centro Cultural Banco do Brasil, o Sítio Roberto Burle Marx, a Casa Firjan e outros. A produtora irá empreender as seguintes medidas de acessibilidade para cada produto cultural cadastrado no Plano de Distribuição, a saber: Produto Principal: Espetáculo de Artes Cênicas. Público-alvo: bebês, crianças, familiares e tutores. Acessibilidade FÍSICA: o proponente irá escolher lugares que apresentem acessibilidade física para pessoas em cadeira de rodas, mobilidade reduzida e idosos, como rampas e elevadores, em caso de escadas. O proponente ainda garante que haverá pessoal treinado em acessibilidade cultural para auxiliar na locomoção destes públicos no espaço físico. Acessibilidade de CONTEÚDO: o roteiro da peça será curto, com trechos musicados, para contemplar o público-alvo da ação; a cenografia será um ambiente imersivo e sensorial que contemplará todos os públicos, inclusive pessoas com deficiência. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição, cenário sensorial, educador experiente em guiar pessoas com deficiência visual. DEFICIENTES AUDITIVOS: interprete de Libras. Contrapartida Social: Oficina de Artes Cênicas. Público-alvo: estudantes e professores de escolas da rede pública. Acessibilidade Física: o proponente irá buscar por escolhas que apresentem acessibilidade física para pessoas em cadeira de rodas e mobilidade reduzida, como rampas e elevadores em caso de escadas. O proponente ainda garante que haverá pessoal treinado para ajudar na locomoção destes públicos no espaço físico. Acessibilidade de Conteúdo: o conteúdo das oficinas será dinâmico e de fácil compreensão visando alcançar pessoas que não sejam iniciadas no teatro, como forma de formação de platéia e de despertar o interesse dos estudantes na linguagem. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição, educador experiênte em guias deficientes visuais e dinâmicas sensoriais de teatro cego. DEFICIENTES AUDITIVOS: interprete de Libras.
O teatro é uma linguagem que contribui com a disseminação e acesso à cultural! O projeto consiste em uma montagem voltada para o público infantil ou infanto-juvenil, de acordo com o inciso VII do Art. 21 da IN nº 02/2019. De acordo com o inciso V do Art. 21 da IN n 02/2019, além da previsão do art. 22, o proponente está prevendo realizar 3 eventos paralelos ao projeto, sendo 2 deles ensaios abertos ao público e 1 deles um evento contando o processo criativo do espetáculo. De acordo com o inciso I do Art. 21 da IN n 02/2019, mais de 20% do projeto apresenta distribuição gratuita em escolas da rede pública. 20% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente para crianças e jovens de escolas da rede pública. Muitas delas terão esta experiência pela primeira vez. Apresentar o teatro às crianças é uma ação de formação de plateia, que apresenta potencial multiplicador. Ao se encantarem com o teatro, elas podem apresentar a linguagem aos seus familiares e demais círculos, disseminando o hábito cultural. De acordo com o inciso III do Art. 21 da IN nº 02/2019, as ações desenvolvidas neste projeto serão disponibilizadas na Internet através de registro audiovisual. A produção se compromete a disponibilizar na integra o espetáculo em plataforma online, como o Youtube, visando alcançar ainda mais pessoas. Os trechos musicados do espetáculo, gravados em estúdios, serão disponibilizado em plataforma online como Spotify e Deeze. Ademais, segundo a medida IV do Art. 21 da IN nº 02/2019, a produção irá permitir a captação de imagens do espetáculo por redes públicas de televisão e demais mídias populares que a procurarem.
FICHA TÉCNICA Coordenação Geral: Sapoti Projetos Culturais; Roteiro: Daniela Chindler; Pesquisa: Flavia Rocha; Direção: Guilherme Miranda; Canções Originais: Guilherme Miranda e Joaquim de Paula; Revisão de Texto: Sol Mendonça; Coordenação de produção: Jacqueline Menaei; Produção Executiva: Vinícius Zavalis; Elenco: 4 a 6 atores e músicos – serão selecionados na etapa de pré-produção; Adereços e Bonecos: Karla de Lucca; Figurinos: Flávio Souza; Costureira: Eliane Borge; Design: Gabriel Victal; Contabilidade: 4Account. Preponente – Sapoti Projetos Culturais: a empresa atua na área de Educação e Cultura com ações de incentivo à leitura, produção de exposições e coordenação de projetos educativos de museus, centro culturais e sítios históricos. Há 18 anos desenvolve projetos em educação não-formal. Nos últimos dois anos a empresa este à frente de 35 ações educativas, atuando no Centro Cultural Banco do Brasil (das 4 capitais), Museu do Amanhã e Centro Cultural FIESP. Espetáculos infantis produzidos pela Sapoti: “Era uma vez” para as Bienais do Livro da Bahia e Amazonas (2012 e 2013). “A Palavra Mágica” apresentado na arena da 14ª Bienal do Livro do Rio. Público atendido: 25.000 pessoas (2009). “Ziraldo – Histórias ao Vento” apresentado na 16ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro (2013). “Sonho de Leitura” apresentado na arena da 17ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro (2015). “Bibliotecas do mundo” apresentado em escolas da Rede Pública e Theatro Net Rio (2012 e 2016). “Brincantes do Brasil” apresentado em escolas da Rede Pública e Theatro Net Rio (2017). “Onde moram os Livros?” apresentado em escolas da Rede Pública e Sala Municipal Baden Powell (2019) Coordenação e roteirista - Daniela Chindler: Iniciou seu percurso em 1988 à frente do projeto voluntário Oficina de Histórias na comunidade do Vidigal, que durou 5 anos. Desde então coordenou diversos projetos de difusão da literatura e foi curadora da programação infanto-juvenil da 8ª e 9ª edições da Bienal do Livro do Rio de Janeiro (1997 e 99), 1ª Bienal do Livro Amazonas (2012) e 11ª Bienal do Livro da Bahia (2013). É curadora do espaço infantil “Entre Letras” da 18ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro (2017). Escritora de livros infantis premiados como Bibliotecas do Mundo (2012) que foi considerado o Melhor livro informativo do ano para crianças e jovens pela FNLIJ. Há 28 anos desenvolve projetos em educação não formal. Nos últimos 12 anos esteve a frente de mais de 100 ações educativas, atuando no Centro Cultural Banco do Brasil, OCA, unidades do SESC São Paulo, Museu do Amanhã, Centro Cultural FIESP entre outros museus e espaços culturais. Daniela Chindler é coordenadora geral do Programa CCBB Educativo (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília) e consultora do projeto educativo do Museu Judaico de São Paulo (2016/2019). Direção Cênica - Guilherme Miranda: Formado ator pela CAL, trabalhou com importantes companhias e diretores do teatro brasileiro em seus 22 anos de carreira: João Falcão, Gabriel Villela, Enrique Diaz, Paulo Betti, André Paes Leme e Karen Acioly são alguns deles. Adaptou para libreto de ópera o conto “O Pescador e sua Alma”, musicado por Marcos Lucas. Desde 2008, trabalha em intervenções artísticas como palhaço em hospitais públicos. Foi membro da Cia. Teatro Portátil por sete anos, aonde também assinava a direção musical, arranjos e trilha original dos espetáculos criados. Por "Bonitinha, mas Ordinária", foi indicado ao prêmio Questão de Crítica na categoria "melhor ator". Atuou no espetáculo "Cabeça - um documentário cênico", de Felipe Vidal, indicado aos prêmios CESGRANRIO, SHELL e APTR nas categorias: autor e música e ganhou o prêmio SHELL 2017 como "melhor música". Co-Dirigiu e fez a direção musical do espetáculo “O Rei da Glória” em parceria com Anderson Cunha. Fez a direção artística e musical dos espetáculos "Quando Toca o Coração" e "Desconcerto". Fez a direção artística e musical dos seguintes espetáculos: "Bibliotecas do Mundo", “Ziraldo – Histórias ao Vento”, “Brincantes do Brasil” e "Bibliotecas do Brasil". Coordenadora de produção - Jacqueline Menaei: Diretora-geral da MaisArte, trabalha com marketing cultural há mais de 20 anos. É pós-graduada em Marketing no IAG Master da PUC-Rio e no MBA Executivo do Coppead/UFRJ-Rio. Ministrou, entre 1998 e 1999, o curso de produção e marketing cultural no CCE da PUC-Rio, Departamento de Artes e Design. Produção Executiva – Vinícius Zavalis: Mestre (2019) em História Social pela Universidade Federal Fluminense/UFF. Possui Bacharel (2015) e Licenciatura (2017) em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ. Atualmente, é discente do curso de Pós-graduação em Gestão Cultural do Centro Universitário Senac/SENAC. Em 2019, produziu o Projeto “CCBB 30 Anos”, o espetáculo “Onde moram os livros? Bibliotecas do Brasil” e o Audioguia do Sítio Roberto Burle Marx. Atualmente é consultor da Casa Firjan (2019/20). Pesquisa - Flavia Rocha: é Bacharel em Português Literaturas pela Faculdade de Letras da UFRJ, produtora cultural desde 2001 e contadora de histórias desde 2003. O foco do seu trabalho sempre foi desenvolver projetos educativos, selecionando e coordenando equipes para atendimento em Museus e Centros Culturais como como Museu Light da Energia, Museu do Meio Ambiente e IPHAN-RJ, além de realizar capacitação dos educadores para a contação de histórias. Redatora e pesquisadora participou das publicações “Onde moram os livros? – Bibliotecas do Brasil” e “Brincantes do Brasil – Ô abre a roda”, já elaborou diversos roteiros para espetáculos de histórias para crianças e adultos como nas edições em que participou da Bienal do Livro no RJ, também redigiu cadernos de atividades para professores como no projeto Percurso Livre da Fundação Roberto Marinho. Adereços e bonecos - Karlla de Luca: Cenógrafa e figurinista formada pela UFRJ, com trabalhos no cinema, publicidade, televisão e teatro. Cenógrafa da artesanal Cia de Teatro desde 2001. Ganhadora do Prêmio Zilka Sallaberry de melhor figurino com a peça: A Lenda do Príncipe que Tinha Rosto" (trabalho em parceria com Fernanda Sabino e Henrique Gonçalves) e de melhor cenário com a peça “O Homem que Amava Caixas” (em 2018 foi para China). Últimos trabalhos realizados mais relevantes. “O Pastor (cenário é figurino – adulto);”O Gigante Egoísta”(cenário-infantil);“Por Que Nem Todos os Dias São de Sol?”(cenário- infantil);“ Chica da Silva – O Musical"( cenário é figurino – adulto);“O Porteiro ( cenário e figurino); “Carona Sim, é Daí?”(cenário e figurino – adulto);“Quando As Pessoas Andam em Círculos “ ( cenário- jovem);“O Lago dos Cisnes (cenário e figurino – infantil); “Tatá – O Travesseiro ( cenário – infantil); “O Príncipe Poeira e a Flor da Cor do Coração” ( cenário e figurino – infantil); “O Substituto “ (cenário é figurino – adulto); “Cícero- A Anarquia de um Corpo Santos” (cenário e figurino). Design - Gabriel Victal: é formado em artes visuais pelo Instituto de Artes da UNESP-SP e técnico em design gráfico pela Escola Técnica Estadual Carlos de Campos. Atua a mais de 10 anos na área de comunicação visual criando identidades visuais e projetos gráficos em mídia impressa e online. Mesclando a experiência como artista visual e designer tem desenvolvido oficinas, materiais educativos, instalações e objetos mediadores para exposições, eventos e espetáculos teatrais. Entre os trabalhos gráficos destacam-se: cadernos, folders e kit educativos para exposições do Centro Cultural Banco do Brasil, pela Sapoti Projetos Culturais; projeto gráfico de folders, flyers e catálogo do Projeto Espetáculo (2014, 2016, 2017, 2018 e 2019) para Fábricas de Cultura de São Paulo, Campanha de redes para ABONG - Associação Brasileira de ONGs | Organizações em Defesa de Direitos e Bens Comuns, pelo Estúdio Alquimistas Comunicação Visual e o lançamento de seu livro ilustrado “Contos Achados e Perdidos” em parceria com autor Diogo Spinelli pela editora SESI-SP.
PROJETO ARQUIVADO.