| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 2,80 mi |
Aquisição de significativo conjunto de 7 obras de pintura setecentista do Mestre José Joaquim da Rocha,fundador da Escola Baiana de Pintura, para o Museu de Arte da Bahia, o mais antigo museu da Bahia, um dos primeiros museus e um dos mais importantes do Brasil, estando entre os 5 museus mais visitados do Nordeste (IBRAM, 2019),cujo significativo núcleo da pinacoteca baiana oferece um panorama singular sobre a importante Escola Baiana de Pintura, mas não possui obras do seu fundador.
O projeto compreende a aquisição de importante conjunto de 5 obras de pintura setecentista do Mestre José Joaquim da Rocha. Para tal, compreende a elaboração de parecer técnico de autenticidade e importância; laudos técnicos de estado de conservação, construção de dossiê com dados das obras; acompanhamento museológico para embalagem e transporte das obras até o Museu Nacional de Belas Artes-RJ; exposição inaugural de recebimento das obras; ações de formação de plateia (acesso gratuito às atividades, visitas mediadas à exposição e as palestras da curadoria e consultores do projeto); confecção de catálogo e folder.
Objetivo geral:- Enriquecer o acervo permanente do Museu Nacional de Belas Artes com a aquisição de importante conjunto de 5 obras de pintura setecentista do Mestre José Joaquim da Rocha, fundador da Escola Baiana de Pintura, possibilitando a incorporação de relevantes obras privadas no âmbito público, para usufruto da sociedade.Objetivos específicos:- Adquirir significativo conjunto de 5 obras de pintura setecentista do Mestre José Joaquim da Rocha.- Realizar uma Exposição inaugural da incorporação das obras no Museu Nacional de Belas Artes, destacando a importância do fundador da Escola Baiana de Pintura no panorama da Arte na Bahia e no Brasil, durante 2 meses.- Produzir, publicar e distribuir 1.000 exemplares do catálogo da exposição.- Realizar 1 curso de capacitação dos monitores do Museu Nacional de Belas Artes.- Realizar 4 palestras dos especialistas com o público, especialmente professores e alunos.
O Museu Nacional de Belas Artes, estabelecido no Rio de Janeiro, considerado um dos maisimportantes museus do Brasil, foi criado oficialmente em 1937, sendo a mais completa pinacoteca brasileira. Em busca da construção e preservação da identidade da arte brasileira, um discurso foi sendo estruturado através da formação de seu acervo. O Museu Nacional de Belas Artes é um importante equipamento cultural do país, um guardião da arte brasileira. Sua pinacoteca oferece um panorama singular sobre a pintura brasileira, mas carece da presença da relevante Escola Baiana de Pintura. Exemplares de José Joaquim da Rocha são raros, principalmente fora de Salvador.O projeto tem por finalidade fortalecer o discurso didático expositivo do Museu Nacional de Belas Artes, em seu núcleo da pinacoteca, mostrando ao público a importância da expressão artística baiana colonial no Brasil e suas conexões com o mundo. Salvador foi a primeira capital do Brasil, mantendo essa importante posição até 1763. Seu acervo artístico colonial é de extrema importância. Devido a vários programas de modernização estilística e urbana ao longo dos séculos várias obras coloniais foram destruídas e privatizadas. Em 1913, foi demolida a antiga Igreja de São Pedro, da Freguesia de São Pedro Velho Extramuros, em Salvador - Bahia, em prol da modernização da cidade. Essa Igreja setecentista guardava várias obras dos mestres pintores José Joaquim da Rocha e José Theophilo de Jesus. Nesse processo, as obras foram adquiridas por particulares. O conjunto de 5 obras setecentista de pintura do Mestre José Joaquim da Rocha, originalmente pertentes à antiga Igreja de São Pedro Velho encontra-se em antiquário baiano, estando disponíveis para aquisição e incorporação ao acervo permanente do Museu Nacional de Belas Artes, uma oportunidade para resgate e democratização deste acervo colonial, propiciando a completutide necessária para entendimento e disseminação de conhecimento sobre a Escola Baiana de Pintura e seu papel na arte brasileira.A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização deste projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei Rouanet, é que no panorama econômico atual do país, essa é uma das únicas formas de apoio junto à iniciativa privada, sendo imprescindível para a democratização da cultura em todo o Brasil. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia no período colonial e imperial)III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas)IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo)VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;(disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas)VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;
1. Aquisição do conjunto de 5 obras de pintura setecentista do Mestre José Joaquim da Rocha para incorporar o acervo do Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro-RJ, com a documentação museológica e tramites necessários.2. Exposição inaugural da incorporação das obras no Museu Nacional de Belas Artes. Preparação (5 meses). 3. Elaboração de folder tamanho A4, 4x4 cores, 2 dobras, couché 170g, tiragem 5.000 exemplares4. Confecção de catálogo - Quantidade : 1.000 exemplares, 4x4 cores, tamanho 20,0x20,0cm (papel couché fosco, miolo 150g e capa 300g), 50 páginas.
As obras estarão em exposição em sala expositiva do acervo permanente do Museu Nacional de Belas Artes, atendendo à política de inclusão, pois o espaço possui rampa e elevador, bem como mediadores capacitados para atender tanto ao público infanto-juvenil como a idosos, deficientes visuais, auditivos e intelectuais (em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MinC). Vale ressaltar que os profissionais do Serviço Educativo do Museu têm grande experiência em atendimento ao público em sua pluralidade de necessidades, sendo nesse projeto capacitados para sintonia com o novo discurso institucional. A) Produto Aquisição de Acervo Museológico: aquisição de 5 obras de arte do Mestre José Joaquim da RochaAcessibilidade física no Museu: Não se aplica.Acessibilidade para deficientes visuais: Não se aplica.Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica.Serão adotados os protocolos (federais, estaduais e municipais) vigentes necessários para prevenção à Covid-19.B) Produto: CatálogoAcessibilidade física: Não se aplica.Acessibilidade para deficientes visuais: audiolivro.Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica.Serão adotados os protocolos (federais, estaduais e municipais) vigentes necessários para prevenção à Covid-19.C) Produto: Exposição de ArteAcessibilidade física: elevador; rampas existentes no Museu Nacional de Belas Artes (sem custo para o projeto)Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição feita pelos mediadores (sem custo para o projeto).Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras - mediadores (sem custo para o projeto).Serão adotados os protocolos (federais, estaduais e municipais) vigentes necessários para prevenção à Covid-19.D) Produto Contrapartidas Sociais: Palestras:Acessibilidade física no Museu: elevador; rampas existentes no Museu Nacional de Belas Artes (sem custo para o projeto)Acessibilidade para deficientes visuais: audio descrição como apoio ao visitante com deficiência visual (sem custo para o projeto)Acessibilidade para deficientes auditivos: uso de aplicativo/interprete com libras (sem custo para o projeto)Serão adotados os protocolos (federais, estaduais e municipais) vigentes necessários para prevenção à Covid-19.
Acesso gratuito à exposição para grupos de instituições de ensino da rede publica e Ongs, bem como às atividades integradas à mesma.Visitação espontânea sem limite de número de pessoas, sem limitação de faixa etária, cor/raça, sexo/gênero, religião, condição sócio-cultural ou física. Capacidade local para receber agendamento para visita mediada pela equipe educativa institucional de grupos de até 200 pessoas por dia.As ações de democratização de acesso à exposição, além da gratuidade, segundo o art. 56 da IN nº 01/2017 do MinC que a proposta irá adotar são os incisos:II - doar, além do previsto na alínea "a" do inciso I do art. 53, no mínimo, 20% (vinte porcento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, estudantes e professores de gestão cultural e artes de universidades públicas e privadas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VI - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão;VII - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 57;As ações de Formação de plateia incluem o acesso gratuito às atividades, as visitas mediadas à exposição e as palestras da curadoria e consultores do projeto. Conforme o paragrafo 2º do Art.57 da IN nº 01/2017 do MINC, as ações de Formação de Plateia (palestras e conteúdos expositivos das visitas mediadas) serão disponibilizadas pela internet para sensibilização do público. Desta forma o público, composto principalmente por professores e alunos, será estimulado a valorizar as expressões artísticas da Bahia colonial. O auditório da instituição tem capacidade para 100 pessoas.A quantidade total prevista de público/ano para visitação da exposição de longa duração/ano é de 20.000 pessoas. O Público Alvo são os estudantes e professores do ensino fundamental à pós-graduação das redes pública e privada.
1. Coordenação geral, curadoria, Projeto museográfico, projeto gráfico – Tecnomuseu (razão social Etherea Consultoria Ltda.). Empresa especializada na áreamuseológica, criada em fev.2001, com ampla experiência área cultural, como: Projeto e museografia da exposição temporária A Talha Neoclássica na Bahia, Conjunto Cultural da Caixa, Salvador-BA(2003-4); Projeto, produção executiva e museografia da exposição temporária O gradil de ferro em Salvador no século XIX, Conjunto Cultural da Caixa, Salvador-BA (14/03-15/04/2007);Projeto de requalificação do Memorial Vitória Lisboa e Maneca Libânio, Gandu - Bahia (2013); Projeto expográfico da exposição temporária “Miguel Navarro y Cañizares e a fundação da Academia de Belas Artes da Bahia”, Galeria Cañizares, Salvador-BA, 2013; Projeto "Requalificação do Museu do Sertão Antonio Coelho - 1ª Etapa, Remanso-BA",Edital 15/2013-Setorial museus, coordenação,pesquisa, elaboração de textos, projeto museográfico, projeto gráfico, elaboração de Plano Museológico institucional (2016); Projeto museográfico, programação visual, projeto gráfico, produção e oficinas artísticas do projeto “Ações de dinamização para o Museu Municipal de Mucugê-BA”, Edital AGITAÇÃO CULTURAL-Dinamização em Espaços Culturais da Bahia-2015,SECULT-BA (2016); Projeto museográfico, produção e montagem da exposição temporária “Pancetti na Bahia – coleção BBM/ Clemente Mariani, comemorativa dos 10 anos do Museu da Misericórdia, Salvador-BA(2016), Projeto museográfico, curadoria e montagem da exposição temporária "Miguel Cordeiro: Primavera Burlesque”, Museu de Arte da Bahia, Salvador Bahia (20/04-03/06/2018). Coordenaçãomuseológica, curadoria, projeto expográfico e montagem da exposição temporária “Genaro: Traço, pincel e Trama”, Museu da Misericórdia, Salvador-Bahia (26/09-24/11/2019)2. Pareceres técnicos e textos exposição e catálogo- Luiz Alberto Ribeiro Freire (Escola Baiana de Pintura e Arte Religiosa) - Realizou estágio pósdoutoral no Programa de Pós-Graduação em História - FAFICH/UFMG (2014-2015). Doutorou-se em História da Arte pela Universidade do Porto, Portugal (2001) com a tese intitulada " A Talha Neoclássica na Bahia", especializou-se (Lato Sensu) em Cultura e Arte Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto, bacharelou-se em Museologia pela UFBA (1990), licenciou-se em Letras Vernáculas com Francês pela UCSAL (1983). Desenvolve pesquisas sobre a arte da talha, ou seja a ornamentação em madeira esculpida das igrejas baianas, especialmente do século XIX, a pintura e a escultura sacra católica, sobre os estilos: maneirista, barroco, rococó e neoclássico. Leciona na Escola de Belas Artes da UFBA as disciplinas de História da Arte Ocidental e História da Arte Brasileira, lidera o grupo de pesquisa "História das Artes Visuais Brasileiras", coordena o "Dicionário mabnuel Querino de Arte na Bahia", dicionário eletrônico que registra e divulga a biografia dos artistas baianos, ou que trabalharam na Bahia, suas obras e fortuna crítica e literária. Leciona na pós-graduação em Artes Visuais da EBA/UFBA a disciplina Artes Visuais na Bahia, Análise e Interpretação da obra de arte e Ornamento, arte e estilo; metodologia da Pesquisa, Seminário de Arte Brasileira. Nesse programa orienta projetos de pesquisa na linha de História e Teoria da Arte. Assumiu a presidência do Comitê Brasileiro de História da Arte para o triênio2017-9. Membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas - ANPAP. Em 2005 ganhou o Prêmio Clarival do Prado Valadares da Organização Odebrecht, o que facultou a ampliação da pesquisa da tese e a publicação em 2006 do livro "A Talha Neoclássica na Bahia". Por essa publicação o autor recebeu o prêmio Sérgio Milliet da Associação Brasileira de Críticos de Arte - ABCA.Robson Luiz Santana Barbosa (Escola Baiana de Pintura e Arte Religiosa)- Doutor em História da Arte (Universidade de Évora/Portugal), Mestre em Artes Visuais (EBA/UFBA), Especialista em Metodologia do Ensino do Desenho (UEFS) e graduado em Artes Plásticas (UFBA). Professor Assistente de Desenho na Universidade Estadual de Feira de Santana, lecionando para os cursos de Engenharia Civil (Desenho Básico) e Ciências Biológicas (Ilustração Científica). Desenvolve pesquisa em Arte Sacra, tratando de simbologia e iconografia em pinturas sacras dos séculos XVIII e XIX. Integra o comitê de avaliação da Revista de Educação da UNIVASF. Foi coordenador do Programa de Pósgraduação em Desenho - lato sensu, entre 2008 e 2010, tendo elaborado a Homepage do Programa (www.uefs.br/posdesenho). Também foi responsável pela concepção e organização do primeiro número da revista eletrônica A Garatuja do mesmo Programa de pós-graduação. Fez parte da organização e do Comitê Técnico Científico de três edições do Seminário da Pós-graduação em Desenho, Cultura e Interatividade - PPGDCI e Colóquio Internacional sobre Desenho, 2010, 2011 e 2012.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.