| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04368898000106 | Copel Distribuição S.A | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 53400818000168 | Fertigran Fertilizantes Vale do Rio Grande Ltda | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 06228648000104 | FORTGREEN - COMERCIAL AGRICOLA LTDA | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 76767219000182 | Unimed Regional Maringá - Cooperativa de Trabalho Médico | 1900-01-01 | R$ 12,0 mil |
| 03480793000696 | IMPROCROP DO BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 8,4 mil |
| 02457533000122 | DICOMP DISTRIBUIDORA - OTUCANO | 1900-01-01 | R$ 6,0 mil |
| 72058241000950 | ALLTECH DO BRASIL AGROINDUSTRIAL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 5,8 mil |
| 79124079000112 | Fabrica de Acolchoados Maringá Ltda. | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
Projeto de programação cultural permanente, com espetáculos mensais de teatro e/ou circo.
Não se aplica ao projeto. Os espetáculos serão selecionados posteriormente, por curador já definido, mediante a captação de recursos do projeto. A curadoria é função remunerada e só será realizada após a aprovação do projeto e captação de recursos. Vale lembrar que o conceito do projeto (“escala”) implica em trazer espetáculos que estejam em circulação no momento de execução do projeto, portanto a indicação de espetáculos neste momento se configura como uma descaracterização do conceito artístico da proposta. Além disso, o orçamento captado é fator relevante para a definição de uma programação.
Objetivo Geral: Realizar o projeto Escala Cultural na cidade de Maringá, promovendo uma programação cultural permanente e inserindo a cidade no roteiro dos grupos teatrais. Objetivos Específicos: - Trazer espetáculos de teatro para Maringá, sendo um por mês. - Oferecer as apresentações gratuitamente e, por meio dessa continuidade, formar plateia. - Promover conversas entre artistas e público, incentivando a troca e o intercâmbio cultural e fomentando a cena teatral maringaense, munindo os artistas locais de inspiração e referências. - Buscar selecionar montagens direcionadas a todas as faixas etárias, contemplando espetáculos de linguagens diversas. - Promover acessibilidade por meio da contratação de intérprete de Libras em pelo menos um espetáculo.
Maringá é a terceira maior cidade do Paraná, se considerarmos sua população. De acordo com o último censo do IBGE (de 2010) e com as estimativas para 2019, só ficamos atrás da capital Curitiba e da vizinha Londrina. Com uma população estimada em 423.666 pessoas, a cidade já é considerada de porte médio e se orgulha de conquistar isso com apenas 73 anos de fundação oficial. No entanto, no âmbito da cultura, ainda não faz parte da rota dos principais grupos teatrais do país. Em uma circulação, ao pensar no Paraná, é mais comum que estes grupos lembrem de Curitiba e Londrina, cidades que possuem tradicionais festivais de teatro e que por isso são reconhecidas como polos culturais. Maringá não possui nenhum festival de teatro com mais de dez anos de existência. Também faltam projetos de programação permanente que não sejam realizados pelo poder público municipal. A Secretaria de Cultura promove o Convite ao Teatro, que seleciona espetáculos por meio de edital para exibição toda sexta-feira, porém o cachê oferecido é baixo até mesmo para os grupos locais (R$ 2 mil), quem dirá para grupos de fora, que ainda precisam se responsabilizar pelos custos de deslocamento, hospedagem e alimentação. As grandes produtoras que se dedicam a trazer espetáculos de fora optam, na maior parte dos casos, pelos "standups" e comédias com atores famosos, quase sempre com ingressos a preços elevados. Este projeto pretende, então, contribuir para preencher essa lacuna, trazendo um espetáculo por mês e transformando a cidade de Maringá em uma espécie de "porto" da sua região, inserindo-a no roteiro dos grupos teatrais e apresentando-a a grupos que nunca estiveram por aqui ou que já estiveram, mas tem trabalhos relevantes e por isso precisam voltar sempre. Acreditamos que a cidade carece de referências estéticas e de linguagem e que, ao mesmo tempo em que a continuidade de um projeto como esse pode formar plateia, também pode fomentar a cena local por meio das trocas e intercâmbios que o diálogo com outros grupos possibilita. Por isso, julgamos que esse projeto tem grande potencial de impacto no desenvolvimento cultural da região e acreditamos nisso não só por idealismo mas também pela breve trajetória que vivemos durante nove meses no ano de 2018. Naquele ano conseguimos iniciar este projeto em duas etapas, uma por meio desta Lei e outra contemplada por um prêmio municipal. Nos nove espetáculos que trouxemos em 2018 recebemos público das cidades vizinhas, como Londrina e Campo Mourão. Nossos registros em vídeo, cujos links foram anexados em material complementar (por favor, não deixem de assistir!), comprovam isso por meio de depoimentos colhidos entre o público. Há, também, depoimentos de artistas que passaram por aqui, dos importantes grupos Galpão, Contadores de Mentira, Núcleo Ás de Paus, Eduardo Okamoto, Lume Teatro, Morpheus Teatro, CiaSenhas e Cia do Tijolo. Eles ressaltam as características e a importância do Escala Cultural. Destes relatos, pegamos emprestado um pequeno trecho da fala do ator Eduardo Okamoto: "o que forma plateias não é outra coisa senão a constância de projetos culturais". É isso: não acreditamos ser possível formar público para o teatro sem oferecer permanentemente a possibilidade de fruição; sem fazer da ida ao teatro uma rotina, no melhor sentido da palavra. Emprestamos, ainda, a fala do artista local Vanderlei Junior, que diz que "quando a gente se fecha sem buscar referências, seja de formação, seja de repertório, a gente começa a criar trabalhos ensimesmados". Como nem sempre é possível viajar para assistir espetáculos, aí reside a importância de um projeto como este. Entendemos que esse projeto deve ser aprovado pelas seguintes características: a) Excelência e relevância do projeto Entende-se como relevante um projeto que possa ser reconhecido e tomado como modelo em sua área artística ou cultural, por seu conceito e conteúdo, performance, por seu conjunto de atributos técnicos, por sua capacidade de preencher lacuna ou suprir carência constatada, com justa conveniência e oportunidade, considerando aspectos ligados a valores artísticos/cultural. Ressaltamos nossa preocupação em resolver uma demanda coletiva: a necessidade de igualar Maringá a qualquer grande cidade que é palco de apresentações importantes. Como dito anteriormente, a trajetória de quase um ano de realização deste projeto mostrou sua relevância: todos os espetáculos trazidos anteriormente tiveram casa cheia e há inúmeros pareceres, especializados e leigos, atestando sua excelência. Pedimos que os avaliadores, se possível, assistam aos vídeos das edições anteriores para que entendam melhor do projeto e da recepção do público. b) Potencial de realização da equipe envolvida no projeto Entende-se como potencial de realização a capacidade do proponente em realizar, com êxito, o projeto proposto, comprovada por intermédio de portfólios, currículos, documentos e outros materiais apresentados. Quando se trata de produção cultural, a 2 Coelhos Comunicação e Cultura é referência na cidade de Maringá e também na região. A empresa (pessoa jurídica) já existe há cinco anos, mas sua responsável atua na área muito antes disso, acumulando experiência considerável na realização de mostras e produção local de espetáculos. Apesar de não apresentar uma curadoria desde já, nosso histórico nesta área pode ser analisado com base nas nove escalas de 2018 e nas quatro edições da mostra de teatro Só em Cena, especializada em solos e monólogos e que traz cerca de 10 espetáculos por ano. C) Efeito multiplicador do projeto Entende-se por efeito multiplicador a capacidade do projeto de contribuir para o desenvolvimento cultural local no seu universo de abrangência, proporcionando, por intermédio de sua contrapartida, benefícios concretos e diretos à sociedade, observando a democratização, por meio da fruição e acesso público. Utilizando as palavras de nosso público, demonstramos um pouco desse efeito multiplicador com foco no fomento da cena local: "Depois que o curso de Artes Cênicas se consolidou na UEM eu acho fundamental iniciativas como essa, da gente poder assistir o que tem de bacana acontecendo no cenário nacional. Trazer grupos dessa categoria e dessa importância nacional é fundamental pra formação de plateia e pra enriquecer o cenário artístico aqui da cidade, inspirando os artistas e promovendo esse acesso ao que tem de superior na cultura brasileira". [Marcelo Colavitto, professor universitário e artista do grupo Meu Clown] "Quando a gente se fecha sem buscar referências, seja de formação, seja de repertório, a gente começa a criar trabalhos ensimesmados, mesmo que a gente tenha uma estética própria, né? Então, a primeira coisa é isso: a presença de repertório e variedade de grupos e de formas de trabalho. Acima de tudo, o Escala eu acho que é um projeto que tem buscado um público que não costuma ir ao teatro. Então é um projeto que tem alcançado e tem feito um trabalho de mediação teatral muito interessante". [Vanderlei Junior, ator e produtor] O efeito multiplicador é um dos nossos objetivos quando pensamos em formação de plateia e fomento à cena local, além de levar o nome de Maringá para além de suas fronteiras. Tudo aquilo que vemos enquanto espectadores nos transforma como artistas e como pessoas. Acreditamos no poder transformador da arte e por meio dela queremos provocar reflexão, emoção, debates e, quem sabe?, ação.
Links dos boletins feitos após cada espetáculo do Escala Cultural em 2018: Escala #1 – “De tempo somos – um sarau do Grupo Galpão” (Grupo Galpão - Belo Horizonte / MG) https://youtu.be/P2EwsH_Yt7A Escala #2 – “O incrível homem pelo avesso” (Contadores de Mentira – Suzano / SP) https://youtu.be/7-_OiwZg_vE Escala #3 – “Donantônia” (Núcleo Ás de Paus – Londrina / PR) https://youtu.be/d3AoleO597U Escala #4 – “O dragão de fogo” (Eduardo Okamoto, Ésio Magalhães e Luciana Mizutani – SIM Cultura – Campinas / SP) https://youtu.be/YjNw6bwVtMo Escala # 5 – “Café com queijo” (Lume Teatro – Campinas / SP) https://youtu.be/0b3g98nRQHA Escala #6 – “O princípio do espanto” (Morpheus Teatro – São Paulo / SP) https://youtu.be/3QkMzNlVSUc Escala # 7 – “Delicadas Embalagens” (Cia Senhas – Curitiba / PR) https://youtu.be/3mX5WA5wX6U Escala # 9 – “O avesso do claustro” (Cia do Tijolo – São Paulo / SP) https://youtu.be/tAIzW8Kwdw4 Alguns depoimentos de artistas e público sobre o Escala Cultural “A partir do momento que as pessoas assistem teatro, isso é um elemento que gera público, forma público. Acho que isso é muito importante para uma cidade, para os próprios grupos se desenvolverem. Um projeto como esse, é importante que ele comece e mais importante ainda que ele consiga ter continuidade porque é isso que vai criar um trabalho contínuo que vai gerar os seus frutos. É uma coisa que não acontece de uma hora pra outra, é um trabalho prolongado, contínuo, às vezes difícil mas que eu acho que a gente precisa começar. Isso é muito importante” Eduardo Moreira, Grupo Galpão “Um projeto como esse vai trabalhar um pouco o exercício do olhar. É necessário olhar o que há distante, o que tem em outras ilhas e de que forma um projeto como esse também reverbera em nós. Há de se pensar que isso é uma atitude pública. Se poucas pessoas conseguem – quando digo poucas, são poucas, mas potentes pessoas – conseguem se reunir e pensar “Vamos mudar um pouco o paradigma”, imagina isso em muitas pessoas. É fundamental que os movimentos de Maringá também se ocupem e se apropriem disso, que também pensem esse projeto e falem: “olha, vamos contribuir? E claro, quando os grupos vem pra cá, é pra também ouvir, pra gente levar notícias de Maringá pra fora, isso também é fundamental. Nos nossos Facebooks, hoje estamos falando de Maringá e do movimento que acontece aqui. É essa a importância de um projeto”. Cleiton Pereira, Contadores de Mentira “Isso ajuda a ter uma programação constante para uma cidade, o que é fundamental do ponto de vista de formação de plateia. O que forma plateias não é outra coisa senão a constância de projetos culturais. Isso viabiliza, ao mesmo tempo, um certo intercâmbio entre artistas de fora com artistas da cidade, com o cidadão comum da cidade. E já que vem grupos de diferentes lugares do país pra cá, isso de alguma maneira também ajuda a fomentar a produção do país como um todo. E por último, ainda tem um significado simbólico. A gente vive um momento de crise de todos os níveis no Brasil. Econômica, mas sobretudo uma crise moral, ética ... e eu sinto que a gente precisa do teatro neste momento que é pra gente estar junto no mesmo lugar e poder se olhar olho no olho e lembrar que a gente é o mesmo povo, sabe? Neste sentido, o teatro tem um papel fundamental na contemporaneidade, que é botar todo mundo junto no aqui e agora para que a gente possa discutir quais são os nossos problemas de convívio e para que desperte de novo em nós a nossa vocação como povo”. Eduardo Okamoto “São raras as cidades em que a gente foi e vai que tem uma programação continuada. Nós estamos sediados em Campinas, por exemplo, e nós não temos lá, até onde eu saiba, uma programação gratuita e constante, continuada, de apresentações, oferecendo ao público espetáculos de qualidade”. Jesser Souza, Lume Teatro “A importância não tem nem o que discutir: formação de plateia e a inspiração pros grupos que estão surgindo. Depois que o curso de Artes Cênicas se consolidou na UEM eu acho fundamental iniciativas como essa, da gente poder assistir o que tem de bacana acontecendo no cenário nacional. Trazer grupos dessa categoria e dessa importância nacional é fundamental pra formação de plateia e pra enriquecer o cenário artístico aqui da cidade, inspirando os artistas e promovendo esse acesso ao que tem de superior na cultura brasileira”. Marcelo Colavitto, professor universitário e artista do grupo Meu Clown. “Eu acho que quando a gente se fecha sem buscar referências, seja de formação, seja de repertório, a gente começa a criar trabalhos ensimesmados, mesmo que a gente tenha uma estética própria, né? Então, a primeira coisa é isso: a presença de repertório e variedade de grupos e de formas de trabalho. Acima de tudo, o Escala eu acho que é um projeto que tem buscado um público que não costuma ir ao teatro. Então é um projeto que tem alcançado e tem feito um trabalho de mediação teatral muito interessante”. Vanderlei Junior, ator e produtor “Como companhia, como grupo, a gente necessita muito de chegar em lugares e dialogar com plateias que não é a plateia que está acostumada a nos assistir. Ela nos dá outras dimensões e outras experiências e outras vivências que não aquela do público que já é nosso público cativo, que já está acostumado a reconhecer a nossa linguagem. Fazer um trabalho como esse é uma resistência porque a gente sabe que a cultura (...) ela é necessária para construir o indivíduo, porque o indivíduo precisa nutrir a sua subjetividade”. Luiz Bertazzo, Cia Senhas
Cartazes: 42x60cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Liso 115g.Cartões postais: 10x15cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Reciclato 240gBanner em lona impressão digital c/ acabamento medindo 80x120cmFolhetos/Folders no tamanho 15x21cm 4x4 cores Tinta Escala em Couche Liso 115g.
ACESSIBILIDADE FÍSICA - Todos os teatros de Maringá já estão adaptados às necessidades de acessibilidade. Teremos sempre o cuidado de optar por locais que respeitem essas condições, oferecendo rampas de acesso e/ou elevadores, banheiros adaptados, corrimão, vagas de estacionamento reservadas e assentos reservados. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - Está prevista a contratação de intérprete de Libras para a realização de tradução simultânea em Libras nos espetáculos em que isso for possível. - Impressão de flyer em braile para divulgação da programação do projeto.
Como medidas efetivas de democratização de acesso o projeto prevê para o produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: 1 - A gratuidade para todos os espetáculos, distribuindo os ingressos no mínimo meia hora antes do início dos mesmos, na bilheteria dos teatros, conforme ordem de chegada. O público estimado neste projeto é de pelo menos 2 mil pessoas, entre artistas, estudantes e comunidade em geral.2 - Realizar pelo menos um espetáculo de teatro de rua, visando a tornar o teatro acessível também para pessoas que não possuem o hábito de frequentar o ambiente teatral.3 - Oferecer tradução simultânea em Libras para permitir o acesso do público que possui deficiência auditiva e impressão de flyer em braile para público com deficiência visual. Como estratégias para tornar o acesso mais democrático, pretendemos:- Realizar ampla divulgação na imprensa, com antecedência, por meio de assessoria de imprensa, material de divulgação (cartazes, flyers, postais), mailings lists e redes sociais.- Trazer espetáculos que contemplem todas as faixas etárias.- Conforme disposto no Art. 21, da Instrução Normativa n° 2 de 23 de abril de 2019, o projeto irá adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 e VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Função do proponente do projeto: Curadoria, Coordenadora de produção e Assessoria de Imprensa: Rachel Coelho / 2 Coelhos Comunicação e Cultura Os espetáculos e demais artistas e equipe serão selecionados posteriormente, após a captação de recursos. CURRÍCULO DA PROPONENTE - Rachel Coelho Jornalista e produtora cultural. Trabalha na área desde 2006 e, desde outubro de 2014, comanda a 2 Coelhos Comunicação e Cultura. Atualmente seus principais projetos são: - Idealizou e produz o FOCA - Formação e capacitação de artistas, que tem como objetivo realizar um mês intensivo de oficinas com nomes relevantes da cena teatral brasileira. Já trouxe, por exemplo, a preparadora vocal Babaya; Tânia Farias e Roberto Corbo, da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz; Thais Pimpão, entre outros. Até o momento teve três edições (2015, 2016 e 2018). - Idealizou e responde pela curadoria e produção da mostra de teatro Só em Cena, viabilizado por meio da Lei Rouanet. Já trouxe a Maringá espetáculos de Julio Adrião (Rio de Janeiro/RJ); Janaina Leite (São Paulo/SP); Thiago Amaral e Luciana Paes - Cia Hiato (São Paulo/SP); Dinho Lima Flor (Cia do Tijolo – São Paulo/SP); Grupo De Pernas pro Ar (Canoas/RS); Nena Inoue (Curitiba/PR); Silvero Pereira (Fortaleza/CE); Charles Fricks (Cia Atores de Laura – Rio de Janeiro/RJ) e Sara Antunes (São Paulo/SP). Até o momento teve quatro edições (2016, 2017, 2018 e 2019), sendo que a 4ª edição ocorreu de modo independente (com campanha de financiamento coletivo). - Idealizou e responde pela curadoria e produção da Escala Cultural, que ocorreu em 2018 trazendo um espetáculo por mês, com grupos importantes como Galpão, Lume, Contadores de Mentira, Eduardo Okamoto/Esio Magalhães, Morpheus Teatro, Cia do Tijolo, Núcleo Ás de Paus e Cia Senhas, etc. - Produção local de diversos espetáculos, tais como: “Murro em ponta de faca” (Curitiba/PR), dirigido por Paulo José; “Entre nós – uma comédia sobre diversidade” (Salvador/BA); “Memórias de um cão”, do Coletivo de Teatro Alfenim (João Pessoa/PB); “Essencial” e “A galinha Pim Pim”, ambos do Grupo Obragem (Curitiba/PR), “Espelhos”, de Ney Piacentini (São Paulo/SP); “Guerra, formigas e palhaços”, do Grupo Estação de Teatro (Natal/RN), entre outros. - Fez algumas oficinas e cursos na área de produção e gestão, tais como: curso de “Projeto e Produção de Shows e Eventos”, com LC Duarte (2020); “Gestão e Produção Cultural”, com Grupo Ponto de Partida, em Barbacena / MG (2019); “Iniciação à Produção de Artistas e Bandas”, realizada pelo Sesi em parceria com a Semuc e ministrada por Lívia Milhomem (2019); "Gestão de projetos culturais", com Rômulo Avelar (2019) ; “Gestão Cultural”, com Décio Coutinho (2018); formação “O Avesso da Cena: notas sobre produção e gestão cultural” com Romulo Avelar (2018); “Uma gestão cultural transformadora”, com Célio Turino (2018); “Criar, Captar e Transformar”, com Instituto Ekloos (2018). - Ministrou a oficina de Iniciação à Produção Cultural no FETACAM – Festival de Teatro de Campo Mourão (2018) e em Maringá por meio do edital Territórios Culturais.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.