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O projeto consiste na montagem e temporada do musical infantil "Hora do Recreio", de Fernando Lyra Jr. O texto, baseado em um fato verídico, é um monólogo sobre uma criança que, por falta de estrutura de acessibilidade em sua escola, se vê obrigada a passar todos os recreios sozinha em sala-de-aula. A proposta é encenar um espetáculo infantil que possa, além de entreter, direcionar o pensamento do público infantil e adulto para a prática da inclusão social em todos os aspectos, principalmente no que diz respeito à igualdade de direitos e deveres entre portadores ou não de deficiência física e/ou mental.
O espetáculo começa com o sinal da escola e o barulho de todas as crianças descendo para o pátio. A cortina se abre e vemos num foco o garoto Guilherme, em sua cadeira-de-rodas. Ele anuncia que é hora do recreio e que está sozinho em sala-de-aula. As luzes se abrem para um geral, revelando o cenário da classe na hora do intervalo, com suas carteiras bagunçadas, a lição escrita na lousa, e o som das crianças brincando vindo pela janela. Guilherme lancha sozinho e, em seguida, começa a brincar de foguete com o seu material. Ele conta para Barbosa – a caveira da aula de ciências – sobre seu sonho de ser astronauta e um dia visitar a Lua. Lembra o que sua avó lhe contou sobre a existência de um dragão na Lua, e compara com a existência dos dinossauros na Terra. Curioso, ele tenta encontrar motivos para sua extinção e demonstra grande interesse por tudo que está além de nossos limites, sejam eles físicos ou temporais. Ele se distrai com a brincadeira das crianças no pátio. Vê Lúcio pegando o boné de Juninho, que sai correndo atrás dele. Da janela, ele grita para Juninho: “Quer a minha cadeira-de-rodas emprestada? Ela voa!” Assim, começa a imaginar como seria se sua cadeira-de-rodas pudesse voar, e desenha um protótipo em seu caderno, com seus jatos propulsores e rodas sobressalentes. Nesta cena de sonho, a cadeira ideal aparece e, com ela, Guilherme ultrapassa as paredes da sala-de-aula e voa até o espaço. De volta à realidade, Guilherme lembra que é impossível ir para o espaço numa cadeira-de-rodas, simplesmente porque lá o ar é mal-cheiroso e irrespirável. E conclui que o fedor deve ser de tanto “pum” que os dragões da Lua soltam. Aí, lembra de soltar um “pum” dentro da mochila de um colega que havia zombado dele naquela manhã. Terminando de desenhar sua cadeira-de-rodas, Guilherme diz que com ela vai finalmente poder correr por aí, e aí lembra de uma história que sua avó tinha lhe contado. A história da menina que corria demais. Uma menina que, de tanto correr sem tomar cuidado, acabou caindo acidentalmente num buraco em sua escola. Pedia por socorro, mas o buraco era tão fundo que ninguém ouvia. Somente depois de um tempo, sua professora achou estranho não vê-la em classe e saiu a sua procura. Ao concluir a história, Guilherme lembra que tinha prendido Astro – seu cachorro de estimação – no banheiro. Pelo celular, ele liga para casa e pede para Rinalva – a empregada doméstica – tirar o cachorro do banheiro. Aproveita para dizer que Astro é muito inteligente e engraçado, e conta vários episódios acontecidos com o cachorro. Guilherme vê o dever que a professora havia passado na lousa, e aproveita o resto de tempo que tem para adiantá-lo. E se pergunta como é que sua professora pode saber tudo sobre tantas coisas. Ele compara sua professora com sua mãe, e diz que a última tem muitos ciúmes por isso. Aí ele diz que ele também tem muitos ciúmes de suas figurinhas, e lembra de quando seu primo Ricardo melecou todas elas com leite. E se pergunta se ele é obrigado a gostar ou não de determinada pessoa. De repente tudo fica silencioso e escuro e, pela primeira vez, Guilherme se sente sozinho. Vai até a janela e não vê ninguém, nem aluno nem professor, no pátio. Fica com medo e começa a tentar imaginar o que possa ter acontecido. Por que todos teriam desaparecido? Seu medo cresce cada vez mais e, depois de um certo tempo, ouvimos de longe o Hino Nacional. Todos estavam em silêncio aguardando o início do hino. Aliviado, Guilherme coloca a mão no peito e canta o hino também. Depois do hino, diz que por pouco pensou que todos tivessem sido seqüestrados por alienígenas, como da vez que ele foi – e que seu pai insiste em dizer que ele apenas tinha se perdido no shopping. Mas, segundo Guilherme, as pessoas daquele shopping pareciam de outro planeta. Uns olhavam para ele com olhar desconfiado, outros passavam a mão em sua cabeça falando numa língua diferente: “bubububu... Tadeobebedatitoca?” Definitivamente, eram todos Et’s. De volta à Terra, Guilherme acha estranho o recreio não ter acabado ainda. E fala que morre de vontade de um dia descer pro pátio e passar o recreio com todas as crianças. Diz que a rampa da escola está quase pronta, e que aí vai descer e fazer tanta manobra que vai deixar a Neide – faxineira da escola – louquinha. O celular de uma colega toca. Guilherme atende e imita uma secretária eletrônica. Depois, comenta com a platéia sobra a falta de educação que é deixar o celular ligado em lugares públicos, sobretudo onde o silêncio é fundamental, como em escolas e teatros. Guilherme olha pela janela e vê a Dona Marinete – diretora da escola – com “cara de estragada”. Ela dá uma longa bronca nas crianças do pátio e pergunta quem foi que grudou um chiclete na porta da classe. Guilherme, baixinho, conta à platéia que foi ele que grudou. Então a diretora pergunta às crianças quem foi que botou fogo na lixeira. Guilherme diz à platéia que isso ele não poderia fazer pois a lixeira está no pátio. Dona Marinete, muito enfezada, dá uma suspensão coletiva de um dia a todas as crianças que estavam no pátio. Guilherme, preocupado em passar o dia seguinte agüentando a chatice de assistir aula sozinho, já que todas as outras crianças foram suspensas, decide se entregar e grita da janela que foi ele que grudou o chiclete. Feliz da vida e satisfeito por também levar uma suspensão, Guilherme encerra o espetáculo cumprindo o castigo dado pela diretora: escrever 200 vezes em seu caderno “nunca mais farei isso, serei um bom menino”. Tempo de duração estimado: 60 min Classificação indicativa: Livre
OBJETIVO GERAL: A proposta de trabalho é encenar e realizar temporada do espetáculo infantil "Hora do Recreio", texto de Fernando Lyra Jr. Através dessa peça, pretendemos fomentar a inclusão social como prática natural de cidadania, oferecendo ao público infantil e adulto um produto cultural reflexivo de formato inovador e totalmente inclusivo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Encenar o texto teatral "Hora do Recreio", de Fernando Lyra Jr. - Realizar circulação deste espetáculo com até 8 apresentações distribuídas em 5 cidades brasileiras. - Realizar temporada deste espetáculo com até 16 apesentações em São Paulo / SP. - Oferecer um produto totalmente inclusivo, com acessibilidade física e de conteúdo em todas as apresentações e praças.
No ambiente escolar, um meio físico acessível pode ser extremamente libertador e pode transformar a possibilidade de integração entre as crianças e o seu desempenho. Os ambientes inacessíveis são fatores preponderantes na dificuldade de inclusão na escola para as pessoas com deficiência e podem determinar que alguns sejam excluídos também do mercado de trabalho. O processo de inclusão pressupõe uma reestruturação do sistema de ensino, que deveria adequar-se às diferentes necessidades dos alunos. Cabe aqui enfatizar que para tratar da inclusão escolar, é preciso primeiramente vencer uma batalha que é: a acessibilidade dos alunos com necessidades especiais nas escolas regulares. Vive-se em uma sociedade onde quase nada está acessível às pessoas com deficiências, a começar pela arquitetura urbana e, principalmente, a arquitetura das escolas. Mas a acessibilidade não se resume somente na questão arquitetônica, ela passa pelas adaptações curriculares e atitudinais. A tendência em política social durante as duas últimas décadas tem sido a de promover integração e participação e de combater a exclusão. Inclusão e participação são essenciais à dignidade humana e ao desfrutamento e exercício dos direitos humanos. Dentro do campo da educação, isto se reflete no desenvolvimento de estratégias que procuram promover a genuína equalização de oportunidades. Experiências em vários países demonstram que a integração de crianças e jovens com necessidades educacionais especiais é melhor alcançada dentro de escolas inclusivas, que servem a todas as crianças dentro da comunidade. É dentro deste contexto que aqueles com necessidades educacionais especiais podem atingir o máximo progresso educacional e integração social. Ao mesmo tempo em que escolas inclusivas provêem um ambiente favorável à aquisição de igualdade de oportunidades e participação total, o sucesso delas requer um esforço claro, não somente por parte dos professores e dos profissionais na escola, mas também por parte dos colegas, pais, famílias e voluntários. A reforma das instituições sociais não constitui somente uma tarefa técnica, ela depende, acima de tudo, de convicções, compromisso e disposição dos indivíduos que compõem a sociedade. Dentro deste contexto e baseado em relatos reais, o texto "Hora do Recreio" alerta para a falta de infra-estrutura de acessibilidade no ambiente escolar, que limita e dificulta o desenvolvimento e socialização de crianças deficientes, muitas delas obrigadas a passar seus recreios sozinhas em salas-de-aula. O projeto, com suas medidas de inclusão, como audiodescrição e tradução em libras ao vivo, e outras estratégias de acesso democrático à Cultura, pode também servir de estímulo para a prática da inclusão social em todo o circuito teatral comercial. POR QUE PRECISAMOS DA LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Através deste projeto, pretende-se então realizar a encenação de um musical infantil totalmente inclusivo e acessível, e que não seria possível sem o incentivo fiscal de instrumentos como a Lei de Incentivo à Cultura, que facilita a parceria com a iniciativa privada para a realização de importantes projetos culturais, com conteúdo e relevância, e que possam ser oferecidos ao grande público de forma acessível e ampla. Desta forma, entendemos que o referido projeto atende plenamente os incisos I, III, IV, V, VIII e IX do artigo 1º, bem como atinge os objetivos II-c e II-e do artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura. Além de realizar uma peça infanto-juvenil com grande qualidade artística e técnica especialmente no que se refere a cenários, figurino, efeitos especiais, iluminação etc., pretendemos que esta seja uma peça totalmente inclusiva, com tradução para libras e áudio-descrição em todas as sessões da temporada, a fim de seguir a prática defendida em cena por nosso intérprete principal. Afinal, seria contraditório realizar uma peça que promove a inclusão social, de forma pouco inclusiva e quase inacessível. Porém, uma peça como essa não se sustenta sozinha, mesmo que tenha uma bilheteria de sucesso, que deverá ainda contemplar toda a população através de preços acessíveis e outras medidas de democratização. Os recursos oriundos de leis de incentivo são fundamentais para a realização, promoção e alcance de um projeto deste tipo, direcionado a toda a população.
A aquisição de equipamentos só acontecerá quando sua compra for economicamente mais viável que sua locação. Neste caso, ao término de todas as atividades deste projeto cultural, o equipamento adquirido será doado a instituição ainda a ser definida e devidamente comunicada ao Ministério. Esta doação será comprovada através de carta timbrada da instituição recebedora. Serão objeto de remuneração do proponente, os seguintes itens orçamentários: Pré-produção/Preparação: Diretor de produção (3 meses: pré-produção e ensaios): R$ 15.000,00 Produção / Execução: Diretor de produção (3 meses: temporada): R$ 15.000,00 Pós-produção: Diretor de produção (1 mês: pós-produção): R$ 5.000,00 TOTAL DOS ITENS: R$ 35.000,00
Espetáculo teatral do gênero musical infantil com duração aproximada de 60 min, apresentado em teatros com aproximadamente 200 lugares, em formato totalmente inclusivo (com acessibilidade física e de conteúdo).
Atendendo o disposto no artigo 27, inciso 2, do decreto 5761/06, que diz: "proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23, da lei nº 10.741, de 1 de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto no artigo 46, do decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999", o espetáculo "Hora do Recreio" será apresentado apenas em teatros que disponham de estruturas adequadas à acessibilidade de Portadores de Necessidades Especiais, tais como rampas, elevadores, cadeiras especiais etc. Tão logo sejam definidos os locais de apresentação, encaminharemos à Secretaria a relação completa dos locais pautados e suas estruturas. Além da acessibilidade física, realizaremos todas as sessões da temporada oferecendo tradução para Libras e audiodescrição ao vivo, contemplando desta forma o público deficiente auditivo e visual. Estas ações serão amplamente divulgadas nas redes sociais, e o custo para oferecer estas medidas de acessibilidade está incluído em nossa planilha orçamentária, nas rubricas 58 (audiodescrição) e 66 (libras).
Pelo menos 20% dos ingressos serão destinados gratuitamente a instituições que atendam o público de baixa renda, tais como: ONGs, comunidades carentes, associação de moradores, sindicatos e cooperativas, escolas públicas, secretarias da educação, entre outros. Tais instituições serão contatadas pela produção durante a temporada do espetáculo. A produção também poderá destinar estes ingressos diretamente a espectadores de baixa renda, desde que comprovem documentalmente esta condição. Pelo menos 10% dos ingressos serão comercializados a valores não superiores ao do vale-cultura vigente. No máximo 10% dos ingressos serão destinados a patrocinadores do espetáculo. No máximo 10% dos ingressos serão destinados a ações de divulgação do espetáculo. Além das medidas de gratuidade e ingressos populares descritos em nosso Plano de Distribuição, pretendemos ainda oferecer transporte gratuito para o público de baixa renda contemplado pela distribuição de ingressos gratuitos, atendendo medida de democratização sugerida no inciso II do artigo 21 da IN 02/2019. Serão oferecidos ônibus às instituições com difícil acesso ao teatro. Esta ação está prevista em orçamento, através das rubricas 22, 31, 40, 47, 54 e 78. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Como ação formativa de contrapartida social, atendendo o artigo 22 da IN 02/2019, pretendemos realizar gratuitamente: - 2 palestras sobre acessibilidade e inclusão social no ambiente escolar. Serão convidados pedagogos e especialistas em inclusão social para palestrar e debater assuntos importantes com professores da rede pública e privada de ensino. As palestras ocorrerão durante a temporada e terão suas datas amplamente divulgadas em nossas redes sociais. - 4 oficinas teatrais voltadas para o público infantil. Estas oficinas terão carga horária de 3h e comportarão turmas de até 20 crianças por vez. Também ocorrerão durante as apresentações e serão divulgadas em nossas redes sociais.
ATIVIDADES DESEMPENHADAS PELO PROPONENTE O proponente trabalhará neste projeto desempenhando a atividade remunerada de DIREÇÃO DE PRODUÇÃO, que consiste em desenhar e coordenar todas as etapas de produção deste projeto, desde as negociações e contratações iniciais até seu encerramento com a apresentação da prestação de contas. Cabe a ele a gestão de todo o projeto, incluindo decisões sobre escalação de elenco, pautas, estratégias de divulgação e marketing, execução do cronograma físico-financeiro conforme aprovado ou readequação orçamentária (se for o caso), entre outros. Será remunerado através das rubricas de direção de produção, divididas entre as etapas de pré-produção, produção e pós-produção do projeto. As rubricas mencionadas são as de número 11, 63 e 88 da planilha orçamentária. CURRÍCULOS DA EQUIPE Texto e Interpretação – FERNANDO LYRA JR. Com mais de 30 anos dedicados ao público infantil, Fernando Lyra Jr. é considerado, pela crítica especializada, uma das maiores referências do gênero no circuito teatral paulistano. Este ator e cantor estreou em 1989, simultaneamente no teatro e na televisão, com o musical infantil “O Rapto das Cebolinhas” e o programa “Pintando o Sete”, ao lado de Andréa Veiga e sob direção de Fafy Siqueira. Dirigido por grandes nomes do teatro, como João Acaiabe, Renata Soffredini, Jairo Mattos e Billy Bond, já trabalhou em mais de 25 produções, destacando-se no teatro como o intérprete oficial do Menino Maluquinho e do Senninha, papéis que lhe renderam prêmios Apetesp e Mambembe. Direção Geral – JAIRO MATTOS Nascido em Porto Alegre, Jairo Mattos deixou a escola de teatro para se apresentar com o circo Tenda Tela Teatro. Em meados dos anos 80, cria seu próprio circo, o "Metrópole Arte Circo", iniciando sua carreira circense como o palhaço Chimarrão. Como ator, participou da peça “Concílio do Amor”, dirigido por Gabriel Villela. Em teatro, também foi dirigido por Jorge Takla, Emilio Di Biasi, Hugo Possolo, Carla Camuratti e Mário Bortolotto, em peças como “O Cara que Dançou Comigo”, “Novas Diretrizes em Tempos de Paz”, “Barrela”, “Os Coveiros” e “Esperando Godot”. Dirigiu textos de Mario Viana ("Carro de Paulista" e "Assim como Rose"), Mario Bortolotto ("Leila Baby" e "Getsemani"), Hugo Possolo ("Sobre a Arte de Cortar Bifes"), Alexandra Golik ("O Sequestro") e Viviane Dias ("Em Alguma Margem no Rio Bargaia"). Composição e Direção Musical – MAURÍCIO MONTEIRO Produtor musical, multi-instrumentista, cantor, compositor e locutor, Maurício Monteiro é responsável pela parte criativa do estúdio D´P! Musical, com mais de 20 anos de experiência no mercado musical e publicitário. Começou sua carreira produzindo música pop e eletrônica, produzindo remixes para a rádio Jovem Pan, além de trabalhar com artistas como Kiko Zambianchi, Genival Lacerda e Dominó. No mercado da música gospel, produziu nomes expressivos como Rodolfo Abrantes (ex-Raimundos), Nengo Vieira e Catalau (ex-Golpe de Estado). Compôs vários jingles e temas para o mercado publicitário e televisivo, trabalhando para o SBT, Editora Globo, Globo Livros, Bola TV, Natura, Festival Lip Dub Brasil, Band Brinquedos, Seda, Governo do Estado de São Paulo, entre outros. Em teatro, dedica-se a composição de trilhas originais para espetáculos infantis como “O Gato de Botas” e “A Cigarra e a Formiga”, entre outros. Coreografia – SUZIE BIANCHI Diretora e proprietária da Cia. Circodança, Suzie Bianchi é bailarina, artista circense, professora e coreógrafa. Iniciou em dança em 1973 fazendo cursos de Clássico, Moderno e Jazz com professores renomados como Ismael Guiser, Penha de Souza, Rose Calheiros entre outros. Especializou-se em Dança Contemporânea com Miriam Druwe. Estudou Circo com Kiko Caldas, do Acrobático Fratelli, e Cínthia Beranek, do Cirque de Soleil, entre outros, especializando-se em Corda Indiana, Trapézio Fixo e Lira. Hoje ministra aulas em sua escola e há 20 anos desenvolve trabalho em Dança e Circo com pessoas com deficiência, com o objetivo de inclusão e desenvolvimento do potencial artístico de seus alunos. Possui uma companhia de dança profissional apresentando seus espetáculos por todo o Brasil, e recebendo prêmios em importantes eventos como o Enda e o Festival de Joinville. Cenografia – LUÍS ROSSI Diretor de arte, cenógrafo, aderecista, figurinista e ator, Luis Carlos Rossi formou-se em Artes Dramáticas pela EAD-USP em 1979, época em que participou dos grupos teatrais “Boi Voador” e “Amores de Lorca”. Trabalhou na TV Cultura como assistente de cenografia, e na TV Bandeirantes como cenógrafo. Foi carnavalesco da Escola de Samba Vai-Vai de 1990 a 1995. Realizou diversos trabalhos cinematográficos como diretor de arte e cenógrafo, tais como “Flor do Desejo”, “Perfume de Gardênia”, “A Dama do Cine Shangai”, “A Hora Mágica”, “Dois Córregos”, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, entre outros. Por seus excelentes trabalhos, conquistou diversos prêmios, destacando-se os Prêmios Shell e Mambembe de Melhor Figurino em 1990 para “O Concílio do Amor”, espetáculo teatral dirigido por Gabriel Villela. Figurino – ROSÂNGELA RIBEIRO Figurinista, aderecista, cenógrafa e diretora de arte, Rosângela Ribeiro entrou para o Centro de Pesquisa Teatral (CPT) em junho de 2005 como assistente no espetáculo “A Pedra do Reino”. Em 2006 faz parte da equipe do CPT, assumindo a coordenação de cenografia e passando a assinar cenário, figurino e adereços dos trabalhos realizados até dezembro de 2012. Espetáculos como: “Prêt-à-Porter 8, 9 e 10”, “Coletâneas 1 e 2”, “Foi Carmem”, “Céu Cinco Minutos Antes da Tempestade”, “Senhora dos Afogados”, “A Falecida Vapt-Vupt”, “Lamartine Babo”, “Policarpo Quaresma”, “Nossa Cidade” e “Toda Nudez Será Castigada”. Fora do CPT realizou os seguintes trabalhos: “Um Verão Familiar” e “Valsa nº6” com direção de Eric Lenate, “No Exit Entre Quatro Paredes” com direção de Caco Ciocler, “O Jovem Príncipe e a Verdade” com direção de Regina Galdino, entre outros. Recebeu diversas indicações a prêmios Shell, Contigo e APCA por seu trabalho nos espetáculos “Policarpo Quaresma”, “A Falecida Vapt-Vupt”, “Senhora dos Afogados” e “A Pedra do Reino”, ambos desenvolvidos no CPT. Iluminação – FRAN BARROS Arquiteto formado pelo Liceu de Artes de São Paulo, Fran Barros trabalha como designer de luz desde 1992 em teatro, dança, música, exposições e eventos de moda. Desenvolveu projetos para a Exposição IBOPE 70 Anos e para o FAM – Festival de Música da Alta Mogiana, além de assinar a iluminação das produções do Núcleo Experimental de Teatro, dirigido por Zé Henrique de Paula, tendo feito os espetáculos “Side Man”, “Bichado”, “Cândida”, “Vestido de Noiva” (prêmio Shell 2014) e “Ou Você Poderia Me Beijar”, entre outros. Além destes, Fran desenhou a luz de espetáculos de outros importantes diretores, como Alexandre Reinecke (“O Terraço” e “A Besta”), Marco Antonio Braz (“Bola de Ouro”) e Regina Galdino (“O Jovem Príncipe e a Verdade”). Direção de Produção – FÁBIO HILST Produtor teatral desde 2003, realizou os espetáculos "Boi da Cara Preta" (2003), "Vovó Delícia" (2008) musical infantil do Ziraldo, “O Terraço” (2013) comédia com Vera Zimmermann e direção de Alexandre Reinecke, "Bola de Ouro" (2013) com Celso Frateschi e direção de Marco Antonio Braz, "O Jovem Príncipe e a Verdade" (2014) musical infantil com direção de Regina Galdino, “A Graça do Vira” (2014) show de humor com Paulinho Serra e Marcela Leal e “Selvagens” (2014) drama com Rubens Caribé. Seus últimos trabalhos foram os musicais "Forever Young" e "Musical Popular Brasileiro", ambos dirigidos por Jarbas Homem de Mello.
PROJETO ARQUIVADO.