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Criação, produção e realização de temporada do espetáculo solo de dança contemporânea. Contrapartida social por meio da realização de apresentações gratuitas e realização de oficina gratuita de dança contemporânea.
Espetáculo livremente inspirado no livro Homens imprudentemente poéticos. Ao pé da floresta dos suicidas, um vilarejo pequeno, Valter Hugo Mãe aponta um mundo cheio de medos, perigos, ameaçados por estranhos seres e pela morte. Nesse livro o escritor propõe um ambiente que transita entre a vida e a morte, entre o lírico e o grotesco, a escuridão e a luz, gerando uma montanha-russa poética de sensações, movimentos, imagens, gostos e cheiros, com caminhadas por florestas, flores, ventos e ruídos, deixando as personagens, muitas vezes, desumanas.
Objetivo Geral O projeto objetiva a criação de espetáculo inédito de dança contemporânea a ser apresentado na cidade de São Paulo. Objetivo específico Realização de temporada com 15 apresentações a preços populares do espetáculo na cidade de São Paulo. Contrapartida social: Realização de 5 apresentações gratuitas em CEUs localizados em áreas periféricas da cidade de São Paulo. Contrapartida social: Realização de uma oficina de dança gratuita para até 25 participantes com duração de três dias, com quatro horas cada, totalizando 12 horas, voltada para estudantes, professores, profissionais de dança e interessados em geral.
No livro Homens imprudentemente poéticos, o escritor Valter Hugo Mãe propõe um ambiente que transita entre a vida e a morte, entre o li´rico e o grotesco, a escurida~o e a luz, gerando uma montanha- russa poe´tica de sensações, movimentos, imagens, gostos e cheiros, com caminhadas por florestas, flores, ventos e ruídos, deixando as personagens, muitas vezes, desumanas. Até mesmo encontros inusitados com feras em um poço escuro e mofado que na verdade é apenas uma sombra de si mesmo. O que interessa nesse livro, e que instiga movimento, é o trânsito que há nos ambientes citados e opostos, podendo, muitas vezes gerar um estranhamento. Com essa inspiraça~o aguçada, a obra coreográfica nascera´ atrave´s do fio poético proporcionado pelo Body-Mind Centering. Trata-se de corporificar sensações trazidas e aproximadas do olhar interno do corpo. Como eu sinto? Como percebo? Parece duas perguntas iguais, pore´m sa~o diferentes complementares. Para o BMC™ sentir esta´ relacionado aos o´rga~os dos sentidos e perceber como entendemos ou julgamos, subjetivamente, aquilo que entra pelo corpo. Esse modo de fazer pela abordagem do BMC™ passou a fazer parte dos procedimentos arti´sticos da coreógrafa e bailarina Luciana Hoppe desde 2011, a partir do espeta´culo "Solo em A´gua Fervente", dançado por Maria Albers e dirigido/coreografado por ela. Seguido pelas obras: "Uma Fada no Freezer" (2011), "Os Bichos Na~o têm Avesso" (2012) e "Polaro´ides Made in Dança" (2013) nos quais pode experimentar a construça~o dramatu´rgica a partir dos sistemas estudados pelo BMC™, por meio desta abordagem que permite um olhar sensível interno e, desse modo, torna o campo criativo amplo e genuíno. A continuidade e aprofundamento dessa pesquisa se deram no mestrado em Artes da Cena pela UNICAMP quando pode desenvolver o conceito de dramaturgia corporificada. Esse conceito consiste na relaça~o do BMC como base fi´sica, ou seja, e´ preciso experienciar determinado sistema corporal e, da relaça~o do sujeito com o material, criar uma poe´tica de movimento. Para isso, Luciana Hoppe desenvolveu a obra coreogra´fica solo "Bestia´rio" (2014- 2017) a partir dos Padrões Neurocelulares Ba´sicos que tratam da evoluça~o das espe´cies através da filogênese (reino animal). Este projeto busca o aprofundamento destes processos criativos com o desenvolvimento da pesquisa de linguagem cênica, resultando na criação de um espetáculo inédito.
O espetáculo terá duração prevista entre 50min e 60min. Proposta pedagógica - Oficina Criação em dança Objetivos A oficina de “Criação em dança” pretende desenvolver a criatividade dos alunos a partir docorpo sensível proporcionado pela abordagem somática do Body-Mind Centenring® e as técnicasda dança contemporânea.MetodologiaA oficina será dividida em três partes: aquecimento/preparação, improvisação e criação. Naprimeira parte, aquecimento/preparação, os alunos terão uma aula de dança contemporâneacontendo a mobilidade da coluna, alongamento, independência das partes do corpo, fortalecimentodo abdômen, deslocamentos, rolamentos, movimentos de pé, fluxo de movimento, sequências nasdiagonais.Na segunda parte, a improvisação partirá da sensibilidade propiciada pelo Body-MindCentering® (BMC) em que os órgãos dos sentidos: pele, nariz, olhos, boca e ouvidos. Cada umadessas estruturas será vista no seu detalhe através da anatomia e, com o foco na estrutura estudada,a improvisação será conduzida a fim de produzir qualidades diferentes de movimento.E, por fim, a criação será o momento e que os alunos serão instigados a resgatar osmovimentos que lhes fizeram sentido para a criação de uma célula coreográfica.
Este projeto se compromete a realizar as apresentações do espetáculo em espaço adequado as regras de segurança e acessibilidade de acordo com a legislação vigente em nosso país para garantir a acessibilidade dos portadores de necessidades especiais. Produto: Temporada espetáculo de dança - Será realizado uma apresentação com audiodescrição para pessoas com deficiência visual; - Por se tratar de espetáculo de dança, sem texto, não há necessidade de intérprete de libras ou utilização de legendas para pessoas com deficiência auditiva. Produto: Contrapardita social - Será realizado uma apresentação com audiodescrição para pessoas com deficiência visual; - Será utilizado intérprete de libras na oficina para participantes com deficiência auditiva.
Produto: Temporada espetáculo de dança - Será disponibilizado, na Internet, registro audiovisual do espetáculo conforme inciso III do art. 21; - Será realizado ensaio aberto conforme inciso V do art. 21. Produto: Contrapardita social - Será realizada oficiana gratuita conforme inciso V do art. 21; - Serão realizadas 5 apresentações gratuitas em escolas públicas conforme inciso I do art. 21.
Direção: Paulo Marcello (dirigente) Criadora/Intérprete: Luciana Cristina Hoppe Trilha Sonora: Haroldo Paraguassú de Souza Projeto de iluminação: Ney Bonfanti Figurino: Carol Badra Cenografia: Paulo Marcello (dirigente) Fotografia: João Caldas Fº Produção: Andrea Marques Direção de Produção: Paulo Marcello (dirigente) Proponente/dirigente: Paulo Marcelo Vieira Pais (Paulo Marcello) Função: Direção de Produção, Direção Artística e Cenografia do espetáculo. PAULO MARCELLO Diretor, ator e produtor, Paulo Marcello é formado em Interpretação Teatral pela UNICAMP. Junto com Marcio Aurelio fundou a Companhia Razões Inversas, em que atua desde 1990. Seus mais recentes trabalhos, todos sob a direção de Marcio Aurelio, são Caixa de Memórias, O Misantropo, Filoctetes, A Ilusão Cômica, Anatomia Frozen (Prêmios APCA de Melhor Diretor e CPT de Melhor Elenco), A Metafísica do amor, Agreste (Prêmios APCA de Melhor Espetáculo e Melhor Texto e Prêmio Shell de Melhor Autor), Os Lusíadas, Arte da Comédia (Prêmio SHELL 1999 de Melhor Ator para Walter Breda), Senhorita Else, (Prêmios APCA 1997 de Melhor Espetáculo e Melhor Atriz - Débora Duboc - e Prêmio SHELL de Melhor Atriz - Débora Duboc), Torquato Tasso, A Bilha Quebrada, Ricardo II, entre outros. Sua estreia como ator foi em 1982, com o espetáculo Prometeu Libertado de Miroel Silveira. Em 1987 recebeu o prêmio de Melhor Ator no XI Festival de Teatro do SESC por sua interpretação no espetáculo Escorial, sob direção de Cristiane Paoli Quito. Como diretor estreou 2006, no espetáculo Antes do Baile Verde, uma adaptação do conto de Lygia Fagundes Telles. Em 2008 e 2009 dirigiu os espetáculos Pedrinho Cachoeirinha e Villa na Vila com elenco formado por cem jovens, dentro do projeto Fábricas de Cultura da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. LUCIANA HOPPE Formada em Psicologia pela UNISC e em Dança pela UERGS. Fez o Programa de Educador Somático (Body-Mind Centering Brasil). É mestra em Artes da Cena pela UNICAMP. Como diretora criou o espetáculo “Solo em Água Fervente” ganhando o Prêmio Açorianos 2011 de Dança como: melhor espetáculo, melhor bailarina, melhor iluminação e melhor cenografia em Porto Alegre; Também como co-diretora criou o espetáculo “Uma Fada no Freezer”, contemplado pelo Prêmio Mais Teatro Revelação 2011 de melhor atriz em Porto Alegre;Dirigiu o espetáculo: “Os Bichos Não Tem Avesso” em Porto Alegre no ano de 2012; Co-dirigiu o espetáculo “Polaróides Mande In Dança” em Porto Alegre, em 2012; Dançou a obra “Discothéque” deLuis Ferron no Cis Guanabara em Campinas em 2015; Dançou na Intervenção Esquiva da Cia Nova Dança 8 e participou do Núcleo da TAANTEATRO com os espetáculos “A Face Humana” e EN(T)RES. Dançou o solo “Bestiário” em diversos locais como o Centro de Referência da Dança de SP (06/2017) e, neste mesmo centro, no evento “Modos de se Mover” (03/2018), II Mostra Só Solos (09/2017), Terças no Kasulo (12/2017), na Universidade Federal de Santa Maria (RS) em 11/2017, I Encontro Internacional de Somática e Dança em Brasília 03/2018 e na Bienal da Dança do CE em 25/10/ 2018. HAROLDO PARAGUASSÚ DE SOUZA Formado em comunicação social no ano de 2005 pela PUC de Porto Alegre/RS. Vem atuando na área de áudio visual e desenvolvimento de projetos em cinema, TV, artes visuais e música. Tem se dedicado a desenvolver trabalhos como compositor e produtor de trilhas sonoras para algumas peças de teatro (Yve Marã Eh -2007, e Fando & Lis -2009/2010), e produtos audio visuais, como no vídeo "Gol a Gol" (2008), integrante do projeto Histórias-curtas (RBS-RS), o vídeo "Depois de sábado" (2008), realizado pelos alunos do curso de cinema TECCINE (PUC-RS). Além de ter sido agraciado com o prêmio do júri popular no festival Claro-Curtas (2008), o qual contribuiu com a trilha sonora. Participou do conjunto musical Apanhador Só (RS), como percussionista, tecladista, e pesquisador de sonoridades e ambiências. Participou da banda “Procura-se Quem fez Isso”, como clarinetista e backing vocal; e recentemente integrou o projeto "Boraimbola no mundo paralelo", na função de guitarrista e criador de ambiências, e atualmente vem se dedicando a explorar a comunicação entre música e dança. Fez a trilha sonora de Luciana Hoppe no espetáculo “Os Bichos não tem Avesso” de 2012 e “ Bestiário” de 2017.
PROJETO ARQUIVADO.