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PRONAC 201756Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Música a serviço da cura

SANDRO HAICK THOMAZ - ME
Solicitado
R$ 198,6 mil
Aprovado
R$ 198,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-06-01
Término
2022-06-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto reúne visitas/intervenções musicais de Sandro Haick acompanhado de expoentes da música brasileira ahospitais e clínicas da rede pública de saúde da Grande São Paulo, levando música ao vivo para os pacientes eservidores dos estabelecimentos. Para cada uma dessas visitas os músicos apresentarão um repertório selecionadoespecialmente para este público alvo. Também serão realizados Workshops para médicos e funcionários e palestraspara alunos e educadores de escolas públicas, exaltando a contribuição da arte e da cultura para a saúde e para asociedade.

Sinopse

O projeto A música a serviço da cura foi criado pelo muiti-instrumentista, compositor, arranjador, palestrante, engenheiro de som, diretor artístico e produtor musical Sandro Haick a partir de uma situação pessoal por ele vivida em ambiente hospitalar. Internado durante seis meses em um hospital da rede pública de São Paulo, Sandro pode constatar, de perto, o poder que a música tem na melhora do quadro dos pacientes e também no ânimo dos funcionários do hospital onde esteve. Após viver essa experiência, o músico se comprometeu em desenvolver um projeto que contemplasse diferentes ambientes hospitalares da cidade de São Paulo assim que se restabelecesse. O presente projeto reúne 24 visitas/intervenções musicais de Sandro Haick acompanhado de expoentes da música brasileira a hospitais e clínicas da rede pública de saúde da Grande São Paulo. Para cada uma dessas visitas os músicos apresentarão um repertório selecionado especialmente para o público alvo de pacientes e servidores dos estabelecimentos a serem visitados. O projeto prevê também:- 5 Workshops para funcionários e dirigentes dos hospitais visitados, moderados por Sandro Haick, abordando o papel da arte e da cultura como um imprescindível instrumento nos tratamentos de saúde.- 10 palestras proferidas por Sandro Haick para alunos e educadores do segundo grau, atingindo um público de aproximadamente 1.000 pessoas, sobre como, por meio de sua experiência pessoal com a doença, a arte deve ser oportunizada e aproveitada pela população de uma forma geral: enfermos, população em risco social, portadores de distúrbios físicos e emocionais.

Objetivos

O objetivo geral do projeto Música a serviço da cura é levar música de qualidade, ao vivo, para pacientes dos hospitais e clínicas da rede pública da grande São Paulo contribuindo, dessa forma, para a melhora e estabilidade de quadros de enfermidades diversas, bem como garantir o acesso desses pacientes a uma intervenção artística de qualidade. Objetivos Específicos24 visitas/intervenções musicais de Sandro Haick a hospitais e clínicas da rede pública de saúde da Grande São Paulo.5 Workshops para funcionários e dirigentes dos hospitais visitados, moderados por Sandro Haick10 palestras proferidas por Sandro Haick para alunos e educadores do segundo grau

Justificativa

Cada vez mais recebemos informações, por meio de diferentes formas de comunicação, sobre a importância da música no processo de cura. Prática registrada na civilização egípcia que tinha nos seus cantos tradicionais um dos recursos para a cura de doenças do corpo físico, mental, emocional e espiritual, a música passou, na antiguidade clássica, a ser vista como função catártica, de purificação, capaz de colocar o corpo em equilíbrio para uma melhor sintonia com a ordem cósmica. Estudos recentes reforçam a compreensão das civilizações antigas de que a música tem papel importante no desenvolvimento do cérebro, no humor, no estresse e, por consequência, no equilíbrio do organismo como um todo. Inúmeras teses e publicações enfatizando a importância da música como um recurso para processos de cura circulam por diferentes ambientes e segmentos da sociedade. O livro Healing at the speed of sound, dos pesquisadores Alex Doman e Don Campbell é uma das referências do momento sobre esse tema. Em entrevista concedida por Alex Doman à revista Galileu sobre as descobertas que associam medicina à música, o autor afirma que essa é uma área que está em grande ascensão e cita, como exemplo, estudos ligados à neurociência que apontam a música como fonte de recuperação de pacientes depressivos ao ponto da prática ser adotada como forma de tratamento contra a depressão em países como a Áustria e a Alemanha. Pacientes com sérios comprometimentos neurológicos como lesões cerebrais, derrames, Alzheimer e autismo têm também encontrado , em tratamentos vinculados à música, recuperação e melhoria de comportamento mais eficazes que os remédios tradicionais. Discorrendo sobre pesquisas que comprovam a influência que os ritmos musicais exercem nos comportamentos de pacientes, Doman registra, em seu depoimento, a importância da música lenta que é capaz de reduzir o cortisol, o hormônio responsável pelo estresse, e, com isso, estimular o sistema imunológico. As afirmações do pesquisador podem ser comprovadas por equipamentos de imagem que detectam a influência da música no funcionamento do cérebro e nos diferentes sistemas presentes no corpo humano. Tais constatações científicas levaram hospitais de várias partes do mundo a adotarem programas de música direcionados à cura. A Cleveland Clinic, por exemplo, implantou um sistema de "marchas" que separa as músicas de acordo com o andamento, o alcance da frequência e arranjo. Na descrição feita por Doman, a primeira marcha adota "músicas de até 60 batidas por minuto(bpm), tons graves e arranjos simplificados [que] podem ser usados para acalmar os ritmos do corpo e reduzir o estresse (música ambiente e new age)". A segunda marcha reúne "músicas de 60 a 90 bpm, frequências médias e geralmente instrumentais _ violões e música barroca, por exemplo _, boas para pacientes com déficit de concentração". E a terceira marcha prevê "músicas acima de 90 bpm e ampla frequência sonora, como no pop, rock e jazz, para aumentar a energia em pacientes depressivos". Os programas musicais adotados pela Cleveland Clinic se estendem para familiares dos pacientes ali internados e para os funcionários da clínica, ampliando, dessa forma, os benefícios da música para todas as pessoas que frequentam o local.Em diferentes partes do mundo , integrando projetos que unem saúde, bem estar e música, muitas empresas têm também, em seu quadro funcional, terapeutas especializados em música que tocam ao vivo para pacientes como parte do tratamento a eles ministrado. Coerente com essa linha de ação que associa música à saúde física, emocional e mental, o projeto A música a serviço da cura, de Sandro Haick, apresenta a proposta de apresentações de música ao vivo em quartos de hospitais. Multi-instrumentista, compositor, arranjador, palestrante, engenheiro de som, diretor artístico e produtor musical, Sandro Haick constatou, aos 32 anos de idade, a importância da música na recuperação de pessoas internadas em hospitais. Com um sério problema congênito na coluna lombar associado a mais três hérnias de disco e a uma lesão na medula provocada por um procedimento indevido, Sandro foi internado no Hospital de Clínicas de São Paulo com um quadro que poderia ter evoluído para uma tetraplegia. Operado, a recuperação durou um ano, sendo que seis meses sem poder sair da cama. Nesse período de convalescença, Sandro Haick conviveu, por três meses, com pacientes de diferentes setores da ortopedia do HC, um período que ele descreve como uma experiência "incrível e assustadora" mas que, aos poucos, foi se mostrando como um momento de compreensão de novas realidades e possiblidades. Um tempo em que a "generosidade e humildade se revelaram como a verdadeira e real meta de nossa missão nessa vida maravilhosa: doar e evoluir como ser humano, mental, espiritual e moral...!". Aos poucos as dores foram passando e o músico Sandro voltou a tocar seu violão ainda no quarto do hospital e percebia como a música por ele tocada alegrava enfermeiros, médicos e pacientes. Foram momentos de alegria e felicidade naqueles dias tão difíceis. Após a alta hospitalar, em casa, Sandro, ainda em recuperação, se fez a promessa de voltar aos hospitais para levar música para as pessoas ali internadas. Uma doação de música a serviço da cura.Esse é o propósito do projeto A música a serviço da cura, de Sandro Haick: levar música ao vivo para pacientes internados na rede hospitalar da grande São Paulo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Ao mesmo tempo, atende aos seguintes objetivos do Artigo 3 da Lei 8.313:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pela Secretaria da Cultura da Presidência da República - SEC/PR, ouvida a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura - CNIC.

Estratégia de execução

24 visitas/intervenções musicais a hospitais e clínicas da rede pública de saúde da Grande São Paulo. Prevemos 3 horas em cada hospital. Serão 4 músicos por visita. Um para cada quarto, ou um por andar, com aproximadamente 15 minutos em cada quarto. 5 Workshops para funcionários e dirigentes dos hospitais visitados, com aproximadamente 1 hora de duração 10 palestras para alunos e educadores do segundo grau, com aproximadamente 1 hora de duração

Especificação técnica

24 visitas/intervenções musicais a hospitais e clínicas da rede pública de saúde da Grande São Paulo. Prevemos 3 horas em cada hospital. Serão 4 músicos por visita. Um para cada quarto, ou um por andar, com aproximadamente 15 minutos em cada quarto. 5 Workshops para funcionários e dirigentes dos hospitais visitados, com aproximadamente 1 hora de duração 10 palestras para alunos e educadores do segundo grau, com aproximadamente 1 hora de duração

Acessibilidade

O projeto é composto por 3 ações: 1. Visitas/intervenções musicais em hospitais (destinadas a pacientes internados e seus familiares): os hospitais já possuem, por sua própria natureza, condições totais de acessibilidade como rampas e corrimões. 2. Workshops (oferecidos a funcionários e dirigentes dos hospitais): Os hospitais, já estão devidamente apropriados para o livre acesso aos portadores de necessidades especiais 3. Palestras em escolas públicas (destinadas educadores e alunos de Escolas Públicas): Da mesma forma, serão utilizadas as medidas de acessibilidade de cada escola visitada. As três ações: a música nos hospitais, os worshops e as palestras, não possuem portanto, restrições a participação de deficientes visuais e às pessoas com problemas de locomoção, tendo em vista que os ambientes pensados são preparados com rampas e corrimões que garantem total condição de acessibilidade. Em relação aos deficientes auditivos, estudos científicos como o do médico radiologista Dean Shibata, da Universidade de Washington, comprovam que a “percepção das vibrações da música é (...) processada na mesma região do cérebro (...) usada pelas outras pessoas quando estão ouvindo alguma coisa”, o que faz com que eles, os deficientes auditivos, possam “sentir a música a partir de suas vibrações”. Um exemplo histórico que comprova a argumentação do Dr. Dean Shibata é o do compositor Beethoven que compôs as maiores e melhores obras de seu repertório com os impulsos elétricos captados pelo seu cérebro a partir de vibrações sonoras. Na atualidade são conhecidos em todo o mundo também os concertos rave para surdos que tiveram sua origem na Inglaterra, organizados por Troi Lee, surdo de nascença, que sempre gostou de “sair para dançar seguindo as vibrações da música”. Segundo ele, “o importante é uma boa linha de baixo, (tendo isso), tocamos vários estilos, como drum’n’bass e hip hop”. Experiências como o projeto Samba com as Mãos, da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, da cidade de São Paulo, que leva surdos para assistirem ao carnaval paulistano para sentirem a vibração da bateria; ou a do Instituto Inclusivo Sons do Silêncio, de Recife, que ensina música para surdos que conseguem tocar instrumentos de sopro e teclado a partir da vibração sonora específica de cada nota musical, por exemplo, comprovam que os deficientes auditivos sentem a música a partir das vibrações sonoras emitidas pelas melodias tocadas. Dessa forma, não vemos nenhuma exclusão do deficiente auditivo nas três ações propostas pelo projeto Música a serviço da cura. Mas, apesar de entendermos que o projeto contempla todo e qualquer tipo de enfermidade, bem como portadores de todo e qualquer tipo de deficiência, consultaremos as escolas a serem contempladas com as palestras ministradas como contrapartida social para verificarmos a necessidade, ou não, de levarmos um tradutor de libras, tendo em vista que as palestras não serão ilustradas com música. Esse trabalho – caso seja solicitado pelas escolas – será remunerado pelo proponente, sem qualquer custo adicional ao orçamento previsto no projeto.

Democratização do acesso

24 visitas/intervenções musicais de Sandro Haick acompanhado de expoentes da música brasileira a hospitais e clínicas da rede pública de saúde da Grande São Paulo. 5 Workshops para funcionários e dirigentes dos hospitais visitados, moderados por Sandro Haick, abordando o papel da arte e da cultura como um imprescindível instrumento nos tratamentos de saúde. Pretende-se abrir um diálogo com estes profissionais, demonstrando que o acesso a intervenções artísticas pode trazer mais humanidade, empatia e encantamento ao ambiente hospitalar, promovendo, portanto, significativa melhora nos quadros clínicos dos pacientes e em sua relação com os funcionários e atendentes. Tanto para as visitas/intervenções musicais destinadas aos pacientes, seus familiares e funcionários de hospitais quanto para os Workshops destinados aos servidores e dirigentes dos estabelecimentos de saúde, o público nãonecessita de deslocamento, e todas as apresentações serão gratuitas.

Ficha técnica

O proponente/dirigente Sandro Haick Thomaz (curriculum anexado) atuará no projeto como Coordenador Geral e Músico. Também será responsável pelas palestras e workshops, funções sem remuneração. O músico Sandro Haick começou sua atividade artística aos dois anos de idade quando seu pai, o baterista Netinho, da banda Os Incríveis, lhe presenteou com uma bateria feita por encomenda. A partir de então, Sandro nunca mais parou de estudar música. Ele acompanhava discos de todos os estilos e experimentava tocar qualquer instrumento que aparecesse. Aos 8 anos, Sandro Haick já era músico profissional registrado na Ordem dos Músicos e participava de gravações e shows pelo Brasil afora com seu pai. Aos 11 anos de idade, Sandro fundou a banda Bom-Bom e se apresentou por todo o país e em vários programas de televisão. Sandro crescia dentro da cena da música profissional brasileira dos anos 80 e 90. Notando a aptidão e vontade de seu filho que, pelos compromissos que tinha como artista, não conseguia acompanhar o sistema educacional do país, Netinho apoiou a retirada de Sandro da escola convencional. Sandro Haick passou, então, a estudar guitarra intensamente como autônomo focando em melodias e harmonias, e crescendo em sua missão artística. Por cerca de um ano teve aulas, no Instituto de Guitarra e Tecnologia – IGeT - , com o professor Mozart Mello. Durante sua adolescência, Sandro aprendeu muito tocando com bandas de baile pelo Brasil afora e também em várias casas da noite de São Paulo. Gradualmente, o músico passou a participar mais ativamente na cena da música profissional de São Paulo, cruzando as fronteiras entre os mundos do jazz e do rock 'n' roll. Sandro Haick continuou a se apresentar e gravar projetos com músicos experientes e passou a desenvolver seu próprio estilo e identidades musicais, em várias áreas – performances ao vivo – e em gravações, arranjos, e a ensinar música em vários instrumentos. Hoje, Sandro conta com experiência profissional de décadas tocando e gravando com instrumentos como bateria, percussão, baixos elétricos e acústico , guitarra, violões de 6, 7, e 12 cordas, OUD (Alaúde Turco), Sitar Indiano, cavaco, bandolim, viola caipira, banjo bluegrass, ukulele, piano e teclado, além de desenvolver programação de samples, efeitos e loops no computador. Atividades docentes Sandro Haick começou suas atividades docentes aos 16 anos de idade, como professor de guitarra na escola IGeT, de Wander Taffo. Logo depois, Sandro abriu uma escola de estudos musicais na sua própria casa, a Steps Ahead, por onde passaram mais de 100 estudantes em dois anos. Como professor de música Sandro ensinou no Instituto de Guitarra e Tecnologia – IGeT , hoje EMeT, no Conservatório Souza Lima, e na Universidade Livre de Música. Sandro Haick também ministra aulas particulares para estudantes e grupos de músicos em seu estúdio que é também procurado por artistas profissionais que buscam desenvolver sua prática musical, entendimento do improviso, e se aprofundar nos repertórios da música brasileira. O trabalho como professor se estende, também, a oficinas e workshops pelo Brasil afora, tendo, por temas, harmonia musical, politonia, improviso, a prática e a performance ao vivo na guitarra, bateria, baixo, ritmos e repertórios brasileiros. Em 1990, a MPO Vídeos lançou, em VHS, a vídeo-aula 'Bateria Rock Fusion', que se tornou o marco inicial de um trabalho de vídeo aulas que Sandro Haick continua a desenvolver até os dias atuais. Em 2016 Sandro lança sua plataforma de estudos na Internet, O Segredo da Música (www.osegredodamusica.com.br), que contou, já no primeiro ano de operação, com mais de 1000 alunos inscritos. Disponibilizada em três segmentos: OSM curso online, Oficina ao vivo e Baralho do Som, a plataforma O Segredo da Música continua em expansão. Por ela, já passaram mais de 4.000 alunos inscritos. Apresentado como um programa de estudos com base na filosofia 'ouvir, cantar, e tocar', O Segredo da Música tem, por objetivo, levar o aluno a se sentir revitalizado e motivado para tocar mais pelo amor e prazer de tocar, sentindo-se cada vez mais feliz com seu próprio som. Essa transformação é a base para um novo caminho musical, para alcançar as pessoas e tocá-las com sua música, e colher os frutos da sua própria verdade musical. Levando em consideração os efeitos sociais e pessoais das leis de causa e efeito, ação e reação nas vidas das pessoas, O Segredo da Música combina sabedoria e experiência permitindo ao participante viver e refletir nas circunstâncias e processos da vida e em seus efeitos no crescimento artístico. Sandro Haick é um multi-instrumentista, compositor, arranjador, palestrante, engenheiro de áudio, diretor e produtor musical. A sabedoria musical do artista cresceu em mais de quatro décadas de dedicação contínua à experiência no estúdio e no palco, tocando instrumentos diferentes em alto nível. Isso, aliado à sua fluência no improviso em vários ritmos regionais brasileiros, instrumentações e estilos, e à habilidade de explicar e demonstrar conceitos complexos com facilidade ao público, e aos seus estudantes, fazem de Sandro Hum dos mais completos e versáteis artistas brasileiros da atualidade. Outras atividades profissionais Paralelamente às atividades didáticas, Sandro também trabalha como consultor e diretor em projetos musicais e artísticos para grupos musicais, artistas e produtores tendo trabalhado com Adriana Calcanhoto, Afonso Nigro, Alcione, Ângela Maria, Bob Wyatt, Bruno Cardozo, Chico Cezar, Cuca Teixeira, Dominguinhos, Dr. Sin, Eduardo Araújo, Elba Ramalho, Elza Soares, Erasmo Carlos, Eumir Deodato, Fábio Júnior, Fafá de Belém, Faíska, Família Lima, Fat Family, Fernanda Abreu, Geraldo Azevedo, Guadalupe, Hermeto Pascoal, Itiberê Zwarg, Ivete Sangalo, Jair Rodrigues, Jane Duboc, Joana, Jorge BenJor, Jovem Guarda (40 anos), Joyce, Leila Pinheiro, Lenine, Luizinho Calixto, Márcio Montarroyos, Marina Lima, Maurício Mattar, Mestrinho, Milton Guedes, Milton Nascimento, Naná Vasconcelos, Orchestra Jazz Sinfônica, Os Incríveis, Paula Toller, Pedro Mariano, Pepeu Gomes, Raul Gil e Novos Talentos da Jovem Guarda, Renato Teixeira, Rita Lee, Ronnie Von, Sandra de Sá, Sérgio Reis, Sexteto Jô Soares, Silvinha Araújo, Simone, Soundscape Big Band, Spok Frevo Orquestra, Supla, Tomati, Toninho Horta, Wagner Tiso, Wanderléa, Wanessa Camargo, Wilson Teixeira, Yamandú Costa, Zeca Baleiro, Zélia Duncan, entre muitos outros artistas. Luiz Franco Thomaz (Netinho) – pesquisa de repertório e Produção Musical O músico Luiz Franco Thomaz, Netinho, iniciou sua carreira profissional com 14 anos tocando bateria na Orquestra Tropical, de Itariri, São Paulo. Em 1962 mudou para São Paulo onde foi convidado para participar da banda The Clevers. Em 1963 o grupo formado pelos músicos Netinho(bateria), Manito(sax), Mingo(guitarra base e vocal), Neno(baixo) e Risonho(guitarra solo) estreia programa próprio de televisão intitulado Clevers Show apresentado pela TV Record. No mesmo ano a banda passa a acompanhar a cantora italiana Rita Pavone em sua turnê pelo Brasil, América Latina e Itália. Em 1964, o grupo é contratado pela TV argentina parasse apresentar em programas da televisão local e também em clubes e bares. Na Argentina The Clevers grava em castelhano com o nome Los Increíbles. Após 10 meses em Buenos Aires o grupo retorna ao Brasil como Os Incríveis e participam da estreia do programa Jovem Guarda pela TV Record com Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Em 1966 a banda assina contrato com a TV Excelsior para comandar, nas tardes de domingo, o programa Os Incríveis. No mesmo ano, durante um cruzeiro de navio pela Europa, a banda fez o primeiro filme longa metragem brasileiro em cores: Os Incríveis neste mundo louco produzido por Primo Carbonari e com direção de Paulino Brancato Jr. Em Londres, Os Incríveis gravaram um CS pela gravadora Decca e, de volta ao Brasil, a banda obteve um grande sucesso com a música Era um garoto que como eu amava Os Beatles e os Rollings Stones. Em 1967 a banda assina contrato com a TV Tupi e o programa Os Incríveis se torna líder de audiência nacional. A música Vendedor de bananas, de Jorge Benjor, era o novo sucesso. Em 1968 os Incríveis se apresentam em algumas cidades do Japão e gravam, em japonês, Kojorono- niji e I Love you, Tokio. 1970: ano da Copa do Mundo. Campeões de bilheteria e detentores de muitos troféus, Os Incríveis bateram novo recorde de vendas com a música de Dom e Ravel, Eu te amo, meu Brasil. A banda ganha também um novo guitarrista e vocalista, Aroldo Santarosa. Em 1971 o grupo resolveu parar e o baterista Netinho monta uma nova banda: a Casa das Máquinas. Com três LPs gravados pela Som Livre, a banda obteve sucesso com as músicas Vou morar no ar e Casa de Rock. Em 1995, o show Novo de novo realizado em comemoração aos 30 anos da Jovem Guarda reuniu Ronnie Von, Wanderléa, Golden Boys, Sylvinha, Eduardo Araújo, Os Incríveis, Bobby di Carlo e Martinha, em uma produção de Netinho e Eduardo Araújo. Superlotando a casa de shows Tom Brasil, de São Paulo, durante um mês, o evento se tornou responsável pela volta de Os Incríveis. Desde então, a banda mais conhecida dos anos 60 percorre os palcos do Brasil com um show que reúne os grandes sucessos da banda e revive os melhores momentos da época interpretados por um time de craques da nossa música comandados pelo baterista Netinho. Em 2012 Netinho lança seu primeiro livro Minha história ao lado das baquetas, pela Editora Minuano. Em maio de 2014 a banda apresentou, no Teatro Bradesco um grande show para gravar o DVD comemorativo aos 50 anos de os Incríveis que contou com uma homenagem aos ex-integrantes já falecidos. Em 2019 Os Incríveis lançam o CD A paz é possível com músicas autorais de Netinho, Sandro Haick e Leandro Weingaertner, três componentes da banda. A formação atual de Os incríveis conta com os músicos Netinho(bateria, percussão e voz), Sandro Haick(guitarra, violão e voz), Leandro Weingaertner(baixo e voz), Rubinho Ribeiro(guitarra e voz),Wilson Teixeira(saxofones e flauta) e Bruno Cardozo(teclados). Durante toda a sua carreira o baterista Netinho foi exemplo para jovens músicos que estavam iniciando suas carreiras. Exemplos marcantes são o baterista Duda Neves apontado pela crítica internacional como um dos maiores bateristas de Jazz do mundo, e o multi-instrumentista Sandro Haick, filho de Netinho, que começou sua carreira de sucesso aos 2 anos de idade a partir das orientações do pai. https://www.youtube.com/watch?v=yD81XDJCvSw (Duda Neves presta homenagem ao baterista Netinho apontado por ele como o seu guru musical) http://www.youtube.com/watch?v=FjSVoLSV2g8 (Sandro Haick, com 12 anos de idade, e o baterista Netinho) Leandro Weingaertner – Músico e arranjos do repertório a ser apresentado nos hospitais Leandro Weingaertner, músico desde seus 12 anos de idade. Contrabaixista começou sua carreira tocando em bailes no estado do Rio Grande do Sul. Profissionalizou-se em 1974. Em 1981, mudou-se para São Paulo, onde fez parte de várias bandas instrumentais, bandas de baile, shows com diversos artistas, gravações de discos e publicidade em geral, tendo trabalhos desenvolvidos aqui e no exterior. Gravou como instrumentista e vocalista em diversos trabalhos, assim como produziu, arranjou e compôs durante 12 anos para várias campanhas publicitárias através de agências e produtoras de áudio como Tesis e Naglória. Faz parte da banda Os Incríveis desde janeiro de 1994, como contrabaixista e vocalista. Tem uma parceria de longa data com Netinho, o baterista de Os Incríveis. Juntos já compuseram várias músicas e produziram muitos shows e eventos, projetos de discos e músicas para cinema, inclusive. Maurício Machado – fotos, filmagem e divulgação internet. Fotógrafo e cineasta, formado em Design pelo Istituto Art'e de Florença na Itália. Voltando ao Brasil em 2001, iniciei meu trabalho como fotógrafo profissional. Trabalhando no Malagrine Estúdio, me especializei em fotos de carros e em outras áreas da imagem. Em 2008, com o surgimento das câmeras DSLR, comecei minha experiência no cinema, descobrindo uma nova paixão. Além dos carros, a música também se tornou foco do meu trabalho. Em 2012, assinei a Co-direção do Documentário "Dominguinhos Canta e Conta Gonzaga", um filme que ganhou o Centenário do Prêmio FUNARTE Luiz Gonzaga 2012, produzido por M.3 Filmes. Desde agosto de 2018, atuo também em Lisboa, em Portugal, como freelancer eproduzo materiais especiais para agências brasileiras em toda a Europa.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.