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PRONAC 201761Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

LIBERTA – a arte que cura

Janice de Matos Pires
Solicitado
R$ 192,6 mil
Aprovado
R$ 192,6 mil
Captado
R$ 500,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-07-01
Término
2021-06-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Este projeto consiste na realização de oficina de dança, pintura e desenho e atividades complementares, músicae cerâmica, direcionadas às mulheres internadas em casa de dependência quimíca.

Sinopse

As oficinas propostas neste projeto serão direcionadas, gratuitamente à instituições de acolhimento e recuperação voluntária de mulheres dependentes do álcool e outras drogas, da Grande BH.

Objetivos

São objetivos deste projeto: ESPECÍFICOS: - Realizar 02 horas por semana (um dia), oficina de dança para mulheres, na cidade de Belo Horizonte. Assim teremos 80 horas/ano de oficina de dança; - Realizar 02 horas por semana (um dia), oficina de desenho e pintura (artes plásticas) para mulheres, na cidade de Belo Horizonte. Assim teremos 80 horas/ano de oficina desnho e pintura; - Realizar atividades complementares, com duas horas por semana (01 dia), oficina de música ou cerâmica. Assim uma semana teremos música, na outra cerâmica. Assim teremos 40 horas de música/ano e 40 horas de cerâmica/ano; - Realizar no final das oficinas, 04 apresentações de dança para as famílias e amigos das mulheres benecifiadas (público de cada apresentação, até 250 pessoas. Público total = 1.000 pessoas); - Realizar contrapartida social, com 04 palestras, para alunos e professores de escolas públicas da Grande BH, sobre o tema: "A história da Dança no Brasil - Ritmos Populares". P.S.: 1) O projeto atenderá a uma instituição de acolhimento e recuperação voluntária de mulheres dependentes do álcool e outras drogas, podendo ser direcionado a outra instituição de igual forma de atuação. 2) Tanto as oficinas quanto às palestras, serão gratuitas; 3) Considerando a rotatividade e tempo de internação das casas de recuperação de depedência química, teremos um público atendido de até 100 pessoas/ano. GERAIS: - Utilizar as artes como processo terapeutico para mulheres com dependência química; - Fazer do espaço das oficinas, o espaço da liberdade, da criatividade e de liberação de sentimentos e emoções da mulher em situação de dependência do alcool e outras drogas; - Democratizar a cultura, com oficinas gratuítas, para mulheres com pouco ou nenhum acesso, enquanto internadas.

Justificativa

Conforme critérios da Lei 8.313, este projeto se justifica, pois: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. Além disto, podemos ainda dizer: A Arte terapia é o termo que designa a utilização de recursos artísticos em contextos terapêuticos.Ela utiliza a expressão simbólica, de forma espontânea, sem preocupar-se com a estética e propicia resultados em um breve espaço de tempo. Ela visa estimular ampliar a consciência do indivíduo sobre si e sobre sua existência e facilita a resolução de conflitos interiores e o desenvolvimento da personalidade. A arte como processo terapêutico trabalha temas como a auto-imagem, família, corpo, comunicação, relacionamentos, amor, doença, vida e morte. Refaz idéias e conceitos, liberando o indivíduo de suas amarras, fazendo-o reconhecer a si mesmo como o seu "curador". A Arteterapia tem como principal objetivo promover a liberação de conteúdos internos agradáveis ou desagradáveis, facilitando o contato com o potencial de desenvolvimento e cura, presentes em todo individuo, aumentando a motivação, a criatividade, a auto-estima, proporcionando um bem-estar físico e psíquico. Diante dessa problemática atual em que cada vez mais pessoas se envolvem com a drogadição fica evidente a importância conhecer quais os tipos de tratamentos para os dependentes químicos que buscam auxílio em unidades de saúde, incluindo a questão de gênero e suas particulariedades. O fenômeno da drogadição é complexo e multifatorial. Discutir e cuidar da dependência química na atualidade é encará-la dentro do modelo biopsicossocial de saúde, considerando o paciente em sua totalidade, encarando-o como um ser ativo. Os cuidados assistenciais nesta área ainda estão repletos de estigma, preconceito e despreparo dos profissionais. A importância desses fatos contrasta com a carência de estudos sobre a eficácia das técnicas terapêuticas utilizadas. A recuperação necessita de uma abordagem tão ampla quanto à complexidade da doença. Variadas abordagens podem ser utilizadas na abordagem do dependente químico e é nesse sentido que diversos recursos terapêuticos podem ser importantes, inclusive a Arteterapia.A arteterapia direciona o seu caminho para um processo terapêutico decorrente da utilização de várias modalidades expressivas artísticas comopintura; modelagem; colagem; desenho; tecelagem; expressão corporal; sons; músicas; criação de personagens, a escrita, dentre outras, em especial as artes plásticas. Por meio destas é que que expressam e representam níveis profundos e inconscientes da psique, permitindo o confronto, no espaço interno, destas informações posterior transformação e expansão da consciência. A arteterapia, aplicada ao dependente de drogas e de acordo com os novos paradigmas de atenção em saúde mental é um processo terapêutico predominantemente não-verbal, por meio de recursos artísticos, que acolhe o ser humano com toda sua diversidade, complexidade, dinamicidade e o auxilia a encontrar novos sentidos para sua vida, objetivando a reinserção e inclusão social A arteterapia pode ajudar o dependente a liberar sua energia criativa, e colocá-la como aliada na busca do fortalecimento do desejo de recuperação. Desta forma, o projeto Liberta- a arte que cura, vem atuar como um recurso poderoso para a recuperação da mulher em situação de dependência química, entendendo que suas particularidades, identidade e demandas exigem novas formas de abordagens, mais humanistas, dentro do espaço terapêutico. O projeto propoe atendimentos contínuos, com profissionais da psicologia e da arte-educação, de mulheres entre 18 e 80 anos, em sistema voluntário de internação, três vezes na semana, com duas horas de atendimento coletivo, além de horas de planejamento didático-pedagógico, avaliação dos processos coletivos e individuais, adaptação de demandas e retornos. Para tanto, será estabelecida uma parceria de trabalho, entre a Instituição e o proponente, adequando-se o programa institucional à metodologia do projeto. A proposta é que a arte como instrumento terapêutico possa se articular aos princípios do tratamento e torna-se um suporte eficiente de atendimento à mulher, com oficinas de arte regulares, direcionamentos individuais e produção coletiva, além de estimulhar a economia criativa no ambiente terapêutico e a profissionalização destas para sua reinserção social.

Especificação técnica

Oficina de Dança: A dança ativa o centro de prazer do cérebro, assim como uma barra de chocolate, liberando a dopamina, substância que gera a sensação de bem-estar. Ou seja, acalma, relaxa e estimula a memória. Ela também devolve a energia vital, por meio de fortalecimento muscular e cardiovascular. A dança auxilia na perda de peso, diminui estresse, além de melhorar a resistência, força e flexibilidade do corpo.Os mais variados estilos de dança fazem parte deste processo, porém a dança como processo terapêutico não pressupõe a construção coreográfica mas a vivência de arquétipos, culturas e gestuais distintos, onde a mulher se expressa livremente, sem se preocupar com conceitos morais ou estéticos contidos na dança. A dança ministrada em forma de oficina, respeita as limitações individuais de cada um. Por isto, estilos distintos de passos e movimentos de dança são passados como vivência, de forma a abranger um expectro maior de identidades. A dança trabalha questões relevantes como consciência espacial, limites, paciência, consciência social, empatia e valores culturais. Também são ensinadas técnicas de alongamento e relaxamento, respiração, fortalecimento muscular e consciência corporal - essenciais para correção de dores e desconfortos gerados pelas obrigações rígidas e diárias nos centros de acolhimento. Ainda não vivemos uma cultura de olhar para o corpo da mulher em tratamento de dependência química com mais cuidado. O próprio gênero já pede um olhar diferenciado por si só. O corpo fala sobre muitas queixas e emocões contidas, personalidade e limitações individuais não verbalizadas pela escrita ou fazer artístico. O ato de dançar e pensar esse corpo dentro de um processo terapêutico é essencial para o auto-conhecimento da mulher, sua recuperação, fortalecimento vital e autoestima. São ministradas danças sagradas circulares, étnicas e folclóricas como fonte de aprendizado de memórias coletivas. Também é dado espaço para a criação espontânea individual na dança, inspirada pela música, pelas cores e outras atividades integradoras do processo. A dança espontânea, mediada pela instrutora, favorece o reconhecimento das identidades dentro do grupo, o riso e a alegria - qualidades essenciais de uma atividade promotora do bem estar e de curas reais. Oficina de Música: A música estará presente ao longo de todo o processo, como suporte de estímulo emocional e cognitivo nas oficinas, independente do recurso técnico e artístico utilizado no dia. A música é uma experiência sensorial que pode ativar todas as áreas do cérebro simultaneamente. Portanto, é útil na terapia porque desencadeia o funcionamento do cérebro no sentido emocional, cognitivo e físico.Aspectos sensoriais: trabalhando na capacidade de responder aos estímulos sensoriais recebidos. Aspectos motores: coordenação, equilíbrio e mobilidade do paciente. Aspectos cognitivos: memória, aprendizado, imaginação ou atenção. Aspectos socioemocionais: trabalha com inteligência e controle das emoções, bem como expressão emocional ou autoconhecimento das emoções. A música é uma função básica do nosso cérebro. Em tenra idade, as mães costumam acalmar seus filhos com “nanas” (canções de ninar). Isso mostra que o cérebro das crianças pequenas já tolera muito bem a música e seus benefícios. As cantigas de roda também fazem parte o do universo destas mulheres, relembrando contextos de afeto passadas por uma mãe, pai ou avó, resgatando o sentimento de pertencimento ao mundo e a um grupo social específico. A troca destas experiências permite que a aluna consiga, muitas vezes se colocar no lugar do outro, em situações e realidades históricas distintas, uma vez que um dia, todos fomos crianças e todos seremos idosos. Neste sentido, a Oficina de música acontece paralelamente à outras atividades integradas como a dança e a pintura ou desenho. Muitas vezes, a música estimula o cérebro a produzir imagens de um inconsciente, até então adormecido. São trabalhados consciência ritmica, a exemplo da percussão sagrada dos tambores que simulam as batidas do coração, as festas e o culto à colheita e à terra mãe em culturas diversas. Par isto também serão utilizados instrumentos rítmicos como pandeiros e tambores de afinações diversas, além de outros instrumentos criados de forma criativa com recursos sustentáveis, pelas próprias alunas, como reco-reco, triângulo, caxixi, pau de chuva, e outros instrumentos sensoriais. Por outro lado, a consciência melódica de uma música estimula a capacidade de percepção e intensão, o controle do tempo e importância dele. Para isto o projeto prevê a participação de artistas apresentados para a demonstração de obras tocadas no violino, gaita, acordeon, flauta e outros. Também permitirá à aluna estabelecer uma identidade maior ou menos com determinado instrumento de acordo sua personalidade, sentimento ou energia que lhe agrada ou lhe falta. Também são observadas e escolhidas músicas com vibração positiva e intensidade variadas. A física quântica já provou como as ondas sonoras vibram sobre nossos corpos, assemelhando-se à frequência das cores. Cada frequência sonora, de músicas diversas compostas por músicos clássicos e populares do mundo, atua sobre um processo mental ou cognitivo nosso. Perceber essas flutuações de emoções e sentimentos por meio da música é um grande passo para o auto-conhecimento, auxiliando diversas propostas terapêuticas, em especial, as que lidam na saúde mental com sentimentos de rejeição e abandono, muito comuns nas mulheres envolvidas com o álcool e outras drogas. Oficina de desenho e pintura: Enfrentar uma folha ou tela em branco é complicado. No começo, pode até ser estressante se tivermos a parte criativa mais sonolenta. No começo, as idéias podem não chegar até nós e isso também nos frustra. Portanto, um livro em branco para colorir pode ser o lugar para classificar idéias e sair do bloco. Pode contribuir para nossa liberação de ansiedade e despertar nossa criatividade para dormir. E, com isso, viajar além de nossos pensamentos diários. As oficinas de desenho e pintura, como processo terapêutico, tem a princípio, o objetivo de trabalhar a espontaneidade, sem preocupação com a técnica acadêmica, embora por meio do desenho e/ou pintura, sejam trabalhadas referências matemáticas de ordem e espaço, consciência espacial, cognição e motricidade fina. Elas ocorrerão, muitas vezes em espaços abertos ou ao ar livre para entrarmos em contato com a natureza, respirarmos profundamente, encher nossos pulmões e nos libertar através do desenho. Podemos escolher entre delinear uma memória, uma imagem ou algo que temos diante de nossos olhos e que queremos capturar em uma folha de papel ou uma tela. O desenho/pintura oferece ao aluno a oportunidade de sentir-se crianças novamente. Porque permite que ele brinque com os caminhos e a recreação dos sentidos em uma atividade que evoca estágios iniciais da sua infância. É uma maneira de voltar no tempo, onde os problemas poderiam ser relativizados ainda mais. Ela ajuda a aliviar o estreesse e liberta a mente das exigências da vida cotidiana. Pelo desenho e pela pintura, a mulher em situação de dependência química, consegue expressar sentimentos concretos, muitas vezes, experimentando a colagem de imagens, palavras e a escrita no contexto da criação. A diversidade de texturas e possibilidades de recursos para o desenho e a pintura, permitem a expressão de subjetividades ligadas à sua identidade e realidade momentânea. São utilizados para esta oficina recursos como o giz de cera, pastel a óleo, pastel seco, lápis de cor, lápis de cor aquarelado, hidrocor, carvão, teças, tintas e lápis grafite. Todos tem significado terapêuticos semelhantes. Nesta oficina, a coordenação motora fina é bastante trabalhada, portanto o controle é essencial, não só o motor, mas principalmente o intelectual. A atenção, a concentração e o contato com a realidade são explorados. O desenho ou pintura de cópia, enfoca a atenção na realidade exterior, e é indicado em pessoas que fantasiam, sonham, obrigando-as a perceber e reproduzir a realidade tal como ela é. A imensa dificuldade que encontram em reproduzir, não é só o medo de errar, é a própria dificuldade de dar direcionamento em sua vida. No desenho ou na pintura livre, as alunas entram em contato com sua realidade interna, deixando fluir conteúdos que estejam ao ponto de emergir. Nos desenhos e nas pinturas dirigidos, aqueles feitos a partir de um tema que o Arteterapeuta escolhe, os indivíduos entram em contato com sua realidade, mobilizando emoções bloqueadas que precisam vir à tona. Indicados para pessoas deprimidas, com tônus vital rebaixado. Quando preferimos os desenhos monocromáticos, trabalhamos com emoções superficiais, a nível periférico; e quando utilizamos o colorido, lidamos com os profundos. O desenho das Mandalas, entra como um dos principais instrumentos no processo. Abordagem teórica sobre a mandala e seu significado tem ajudado a inúmeros pacientes em saúde mental. Pelas mandalas podemos trabalhar arquétipos e sentimentos cíclicos. Ao longo da história da humanidade as mandalas foram associadas aos símbolos de poder. O desenho das mandalas, permite à aluna trabalhar o empoderamento de seu feminino e conhecimento de sua energia vital.Um bom exemplo do trabalho psicoterapêutico por meio das mandalas e do desenho espontâneo veio com o Estudo de Nise da Silveira, com a saúde mental, onde os pacientes, encontravam na arte uma possibilidade de expansão do insconsciente de melhoras da cognição e relaçao social. Na pintura individual, elas tem a possibilidade de exercitar seus sentimentos mais profundos que normalmente não expressam no coletivo e trabalham sua identidade individual, a capacidade de superação de si mesmas e descoberta de potenciais adormecidos. Outra técnica trabalhada é a elaboração de tintas orgânicas. Por esta técnica, trabalhamos conceitos de sustentabilidade e proporcionamos o contato mais intímo da pintura com a aluna. É um momento de conexão, de auto-aceitação e harmonia com o seu interior que o ajudará no seu crescimento pessoal. Colocar a própria pele em contato com a tinta é um dos exercícios de arteterapia que facilita a conexão consigo mesmo. Oficina de cerâmica A cerâmica pode ser feita com massa caseira, argila, biscuit, cera de abelha, plasticina, papel machê e massa de modelar. O efeito da modelagem atua nas sensações físicas (leva ao relaxamento) e viscerais, como também no sentimento e cognição. A técnica exige uma canalização de energia adequada, por partir do nada para a criação de algo podendo ser livre ou dirigida. Pessoas rígidas ou ansiosas, tem ganhos muito grandes. A técnica mais utilizada neste processo é a argila, por ela trazer elementos minerais da Terra, dialogando com nossa temperatura interna e nossas repulsas. A sensação de estar em contato com o barro, pode ser muito gratificante ou não. A argila age como transformadora, de um estado de desencontro para um estado de equilíbrio, podendo trazer à tona conflitos internos indesejáveis. Por ser moldável, integra o ser com o mundo exterior, mostrando-o que pode adaptar-se às situações, sendo fluida, recebe projeções e é dominada, favorecendo ao manipulador, a libertação das tensões, fadigas e depressões, pois é um material vivo e de ação calmante. No físico, trabalha questões ligadas a estruturação e coordenação motora. No emocional mobiliza sentimentos e emoções primitivas, para que possam ser conhecidas e trabalhadas. Nos casos de negação e resistência à argila, oferta-se o papel machê ou a massa de farinha de trigo, pois de início não devemos forçar, e com a adaptação a estes recursos, aos poucos inclui-se o barro.

Acessibilidade

A Acessibilidade deste projeto, se dará: Nas Oficinas: - Intérprete de libras- Edição sonora de textos para os impressos/apostilas Na Contrapartida Social: - Intérprete de libras acompanhando o palestrante.

Democratização do acesso

Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos: "I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Assim teremos:- Todas as vagas oferecidas são gratuitas. As vagas serão prioritariamente às mães, de baixa renda, que acompanharão seus filhos em outras atividades do Aria Social;

Ficha técnica

JANICE DE MATOS PIRES: o proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Geral”. • Pós-Graduação em Gestão Pública Fundação João Pinheiro – 2008 / 2011 • Licenciatura Plena em PEDAGOGIA (em curso). Universidade Paulista São José • Capacitação em Gestão Educacional - Faculdade Metropolitana de São Paulo 2019 • Bacharelado em Administração com Habilitação em promoção de eventos, lazer e esportes, 1999 / 2003. Faculdade Promove - • Pós graduação em Ensino de artes - Metodologias e procedimentos- Universidade Cândido Mendes 2018 • Pós graduação em Analysis de Inteligência – CEAS Internacional 2019 • Pós graduação em Estudos de Política e Estratégia – ADESG MG 2018 TÍTULO: HONRA AO MÉRITO em Reconhecimento ao Trabalho em Prol da Arte e Cultura no Brasil, concedido pela OFHM - Ordem Federativa de Honrarias ao Mérito (Instituição de Utilidade Pública signatária do pacto global da ONU) Dança: • Delegacia Regional do Ministério do Trabalho nº 5733. SATED- Minas (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão de Minas Gerais) - agosto de 2001. • Oficinas de dança, Técnicas para Improviso, Performance, movimentos abdominais e de tronco e Taksim no Festival nacional Shimmie de BH (8 horas) - 2017 • Dança Clássica (Fundação Clovis Salgado e Izabel Costa) • Danças árabes (Dayse Faria e outros) • Danças de Arkadá (Fernando Davidovitsh) • Danças folclóricas brasileiras (Jarbas Cardoso e Izabel Costa) • Dança contemporânea (Katia Cruz e Izabel Costa) - Folclore Latino-americano e sapateado argentino(Cia Relâmpago de Malambo e Manuel Ortiz, Argentina) • Danças Ciganas(Karina Tchagnazaroff), • Dança Flamenca (Fátima Carretero e Sandra Vidgal) • Danças de salão (Escola de Dança 8 tempos) • Dança Afro-Brasileira (Evandro Passos) • Capoeira tradicional (Mestre Reinaldo) • Dança Flamenca (Fátima Carretero e Sandra Vidgal) Artes plásticas • Profissional de Artes Plásticas. 2012 - Maison Escola de Artes BH - MG • Artes Plásticas - Criação e Composição / com Iara Tupynambá • Escola Guignard - curso livre em pintura abstrata. Profª. Giovanna Martins – 2000 • Artista selecionada para abrir a mostra internacional de Arte Ìtalo-braileira com duas obras chanceladas pela embaixada Italiana em Brasília. Em 2013 Música • Piano Clássico (Denise Brescia) • Bumbo Leguero (Manuel Ortiz) • Percussão árabe (autodidata) Artes Cênicas • "Teatro-dança-criatividade" - Centro Cultural da UFMG - ministrante: prof Alexandrino Ducarmo, doutor em dança pela Universidade dos EUA, 2010 • "Interpretação para a Televisão" - ministrante Frederico Mayrink (Rede Globo de Televisão), 2001 • Qualificação profissional para Cinema e Televisão (Breno Milagres) Saúde

Providência

PROJETO ARQUIVADO.