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PRONAC 201763Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Toca que eu escuto

Cristiana Carvalho Mota
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-07-01
Término
2021-01-31
Locais de realização (4)
Niterói Rio de JaneiroPetrópolis Rio de JaneiroRio das Ostras Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Festival circulante de bandas independentes que visa democratizar o acesso à música autoral e instrumental, possibilitando que novos músicos consigam divulgar seus trabalhos através do evento. O festival circulará em cidades do estado do Rio de Janeiro. Em cada cidade haverá premiação em cada uma das quatro categoriais: melhor composição, intérprete, banda e performance. Como contrapartida social (produto secundário) serão realizadas duas oficinas sobre educação musical na escola.

Sinopse

Produto principal: Festival "Toca que eu escuto". Duração: 3 dias em cada cidade; Cidades: Rio de Janeiro, Niterói, Petrópolis e Rio das Ostras. Número de bandas por dia: 5 Premiações: 4 Número de bandas total: 15 Número de bandas atingidas pelo projeto: 75 Localidades: 4 Estado: RJ A proposta conta com apresentações com canto e só instrumental: - número de apresentações exclusivamente instrumentais: 15- número de apresentações com canto: 5- custo previsto para as apresentações exclusivamente instrumentais: sem custo, os grupos não recebem cachê- custo previsto para as apresentações com canto: sem custo, os grupos não recebem cachê Classificação indicativa do evento: Livre Produto secundário: contrapartida social - duas oficinas sobre educação musical na escola. Oficina de duas horas de duração para professores da rede pública de ensino do Rio de janeiro e Nitérói (dois dias de oficina, uma em cada cidade) que se serão tratados aspectos como: importância do ensino de música nas escolas, contribuições ao processo cognitivo do aluno, técnicas de ensino e impacto social, educacional e cultural.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar como produto principal o festival de música "Toca que eu escuto" em circulação pelo estado do Rio de Janeiro como forma de democratizar o acesso à música autoral e também formar público para novos artistas. Objetivos Específicos: Realizar o festival de forma itinerante em cidades do estado do Rio da Janeiro. Produzir um espaço de troca entre artistas como meio de fortalecer a cena de música. Fomentar a arte em locais com pouca oferta de música, mas com demanda latente. Fomentar a musica instrumental brasileira Como contrapartida social/ produto secundário realizar duas oficinas de educação musical na escola para professores da rede pública de ensino.

Justificativa

Ainda que hoje em dia os festivais não revelem e nem tem a intenção tem de gerar novos ídolos, mas com certeza desempenham um papel importante nesta nova fase da produção artística brasileira. O objetivo principal está diretamente ligado a promover maior visibilidade aos artistas que se apresentam, e, dessa forma divulgar diversos trabalhos que naquele momento, tem a possibilidade de se mostrar para um grande número de pessoas. Dessa forma é crescente o número de festivais de música independente em todo o país. Esse ambiente, possibilita para o público o acesso além da música convencional, a difusão dos mais variados estilos musicais. Levando-se em conta a já conhecida e acessível propagação através da internet, por meio das redes sociais, os festivais também servem como complementação na divulgação dos trabalhos que não tem a possibilidade de estarem presentes na grande mídia. Para Paulo André, produtor do Festival Abril Pro-Rock, que acontece anualmente há 23 anos em Recife, os festivais são importantes para mostrar para a população as produções em âmbito nacional. Paulo André destacou ainda a importância da cultura popular na geração de renda através do turismo. "Turismo, cultura, identidade, é isso que importa, é isso que vai gerar o interesse do mundo inteiro em vir para o Brasil, é a nossa cultura, é a nossa cultura verdadeira. Gustavo Sá, produtor do Porão do Rock, festival que há 20 anos acontece em Brasília, explicou que, apesar de parecer uma novidade, os festivais de música independente têm uma longa trajetória e enfrentam muitas dificuldades de acesso ao financiamento público, inclusive os provenientes da Lei Rouanet. Nesse sentido e nesse contexto, o festival Toca que eu escuto realiza um fomento ao campo dos festivais de música, abrindo espaço e fortalecendo a cena da música autoral independete carioca. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaisII - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locaisIII - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores O projeto atende os objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91: O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres

Estratégia de execução

Os espaços para realização dos festival em cada cidade serão definidos ao longo do processo de pré-produção.

Especificação técnica

Produto principal: Festival "Toca que eu escuto". As bandas selecionadas a participar do festival terão 20 min cada de apresentação e serão avaliadas pelo corpo de jurados e público. A proposta conta com apresentações com canto e só instrumental: - número de apresentações exclusivamente instrumentais: 15 - tempo de cada apresentação exclusivamente instrumental: 20 minutos cada grupo, totalizando 5 horas de apresentação exclusivamente instrumental - custo previsto para as apresentações exclusivamente instrumentais: sem custo, os grupos não recebem cachê - número de apresentações com canto: 5 - tempo de cada apresentação com canto: 20 minutos cada grupo com canto, totalizando 1 hora e 40 minutos de apresentação com canto - custo previsto para as apresentações com canto: sem custo, os grupos não recebem cachê O festival circulará em quatro cidades do estado do Rio de Janeiro. Em cada cidade contamos com três dias de festival e uma premiação em cada uma das quatro categoriais: melhor composição, intérprete, banda e performance. Os participantes do Concurso de Bandas deverão obedecer às disposições contidas no regulamento. A Comissão julgadora será formada por uma bancada com nomes de peso ligados ao meio musical e escolhida pelo organizador do evento. Caberá à Comissão Julgadora, cumprir e fazer cumprir as regras do Regulamento, bem como divulgar o resultado do concurso. As inscrições acontecem no período a ser definido. O resultado das bandas que irão participar com as respectivas datas dos shows será divulgado no dia a ser definido. A produção entrará em contato com as bandas selecionadas. No dia a ser definido acontece uma reunião das bandas com a produção no dia a ser definido. Pelo menos um integrante de cada banda deverá estar presente nesta reunião. Produto secundário: contrapartida social - duas oficinas sobre educação musical na escola. Oficina de duas horas de duração para professores da rede pública de ensino do Rio de janeiro e Nitérói (dois dias de oficina, uma em cada cidade) que se serão tratados aspectos como: importância do ensino de música nas escolas, contribuições ao processo cognitivo do aluno, técnicas de ensino e impacto social, educacional e cultural.

Acessibilidade

Produto principal: Festival "Toca que eu Escuto". 1) Os espaços para realização dos shows contarão com rampa e banheiros adaptados para cadeirantes; 2) Para o público com deficiência visual haverá nos locais mediadores para auxiliá-los; 3) Para o público com deficiência auditiva, haverá intérprete de LIBRAS. Produto secundário/ contrapartida social - oficinas de educação musical: 1) Os espaços para realização das oficinas contarão com rampa e banheiros adaptados para cadeirantes; 2) Para o público com deficiência visual haverá nos locais mediadores para auxiliá-los; 3) Para o público com deficiência auditiva, haverá intérprete de LIBRAS.

Democratização do acesso

Produto principal: Festival "Toca que eu Escuto". O evento terá venda de ingresso, no entanto serão distribuidos da seguinte maneira: 50% no valor integral de 30,00R$ 10% no valor popular de 10,00R$ 40% distribuidos gratuitamente e atende a Democratização do Acesso como disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: III - acesso gratuito, na Internet, dos registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Artigo 22 Produto secundário/ contrapartida social - oficinas de educação musical: Serão duas oficinas de educação musical na escolas para professores da rede pública de ensino, no Rio de Janeiro e Nitérói. Em cada oficinas atenderemos 200 professores, num total de 400 professores. Disponibilizaremos pelo menos um ônibus para o transporte dos professores para o dia da oficina em cada cidade.

Ficha técnica

Cristiane Motta _ Direção de Produção e Proponente | Responsável pela gestão do processo decisório do projeto Produtora Cultural com ampla experiencia na realização de festivais e agenciamento de artistas, eventos corportativos e marketing. Durante o ano de 2019 esteve a frente do festival Toca que eu escuto atuando em espaços abertos e colaborando na divulgação de novos artistas, decidiu ampliar a ação com a viabilização do projeto através da lei federal de incentivo à cultura. A proponente será remunerada pela a rubrica de Direção de Produção e pelos recursos administrativos em que executa a função de gerenciamento financeiro do projeto. Fred Chico - Direção Artística Artista e múltiplo instrumentista, idealizador do Toca que escuto com a produtora Cristiane Motta, atua da direção artística do festival, selecionando as bandas e construindo o formato do evento artisticamente. No projeto recebe a rubrica de Direção Artística. Rafael Galhardo - Coordenação Técnica Diretor da Vila Musical atua há mais de 20 anos em produções técnicas, operação e logística técnica de som. No projeto recebe a rubrica de Coordenação Técnica. Priscila Seixas - Burburinho Cultural - Coordenação de Produção Cultura está em tudo e é o que nos une. A Burburinho Cultural é uma empresa de cultura fundada em 2006, especializando-se em criação, planejamento, gestão e realização de projetos culturais. Atualmente gerenciada por Priscila Seixas e Thiago Ramires, a produtora conta com parceiros em diversos segmentos da área, em grande parte do país.Nos últimos anos executa e desenvolve projetos junto MSF (Médico Sem Fronteiras) e AISCE (Associação de Intercambio SocioCultural e Empresarial Brasil-Colômbia) e atua em sociedade com a Vila Musical na gestão de eventos do Casarão FlorestaO destaque, entre 2011-2016, são os projetos de programação cultural nas áreas de música e artes cênicas para equipamentos culturais públicos e espaços privados, solidificando a Burburinho Cultural como uma das mais significativas programadoras de espaços de cultura do Rio de Janeiro.Nossa missão é multiplicar as formas de participação na indústria da cultura, desenvolvendo mecanismos e estratégias para criação de parcerias entre os fundos públicos de incentivo e as iniciativas privadas, em prol de empreitadas culturais com efeitos concretos, de curto, médio e longo-prazo.O que nos move são projetos, ideias e soluções culturais criativas, que se desdobrem em ações diversas, incluindo os campos sociais, econômicos e humanitários. A vontade de criar e administrar projetos numa área tão simbólica é o que nos move, dando vida, organizando e compartilhando o mundo sensível ao nosso redor.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.