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Trata-se publicação, distribuição e lançamentode um livro que traz Contos da Amazônia, lendas estas ainda muito presentes na referida região. Aborda os principais e mais conhecidos contos da região amazônica e terá todo o conteúdo atualizado, se enquadra no gênero drama de ação com estilo místico, direcionado ao público infanto-juvenil e tem como objetivo provocar a reflexão sobre a valorização da cultura do estado da Amazônia em conjunto com a diversidade temática e estética que acompanha essa região plural.
LENDAS TAPAJOARAS Muiracytã a mãe das águas - De acordo com a Lenda, numa noite muito clara, Iacy. A mãe da lua tirou do seu cabelo a flor mais bonita para enfeitar a terra. A flor se desmanchou em pétalas que murcharam no chão quente, virando um musgo muito verde que cobriu rapidamente todo chão que tocava. Ao secarem os musgos viraram grandes mechas de cabelos que pareciam não ter fim. No meio de tantos fios surgiram uma bela cunhantã de corpo todo esverdeado. Assim nasceu Muiracitã, a mãe das Águas. Que ao se levantar do chão, surgiu os olhos das águas, de seus braços os igarapés, do seu corpo os rios, e suas mãos os lagos. Para dar beleza ao lugar, criou as iaras que deram origens as cunhatãs e Tapuias Tapajós. Quando a lua em um dia especial estava bem clara, as cunhatãs e Tapuias iam até Iacy-uará, um lago sagrado (o lago da Lua), onde a própria Iacy abre um portal para a entrada da mãe Muiracitã. As tapuias mergulham no lago para conseguir os fios de cabelo da mãe muiracitã, que endurecem ao serem agraciados com o olhar de Iacy, e viram pedras encantadas para proteção de todo o reino, os Muiraquitãs. Mani a mãe da mandioca - De acordo com a lenda, uma índia tupi deu a luz a uma indiazinha e a chamou de Mani. A menina era linda e tinha a pele bem branca. Vivia feliz brincando pela tribo. Toda tribo amava muito Mani, pois ela sempre transmitia muita felicidade por onde passava. Porém, um dia Mani ficou doente e toda tribo ficou preocupada e triste. O pajé foi chamado e fez vários rituais de cura e rezas para salvar a querida indiazinha. Porém, nada adiantou e a menina morreu. Os pais de Mani resolveram enterrar o corpo da menina dentro da própria oca, pois esta era a tradição e o costume cultural do povo indígena tupi. Os pais regaram o local, onde a menina tinha sido enterrada, com água e muitas lágrimas. Depois de alguns dias da morte de Mani, nasceu dentro da oca uma planta cuja raiz era marrom por fora e bem branquinha por dentro (da cor de Mani). Em homenagem a filha, a mãe deu o nome de Maniva à planta. Os índios passaram a usar a raiz da nova planta para fazer farinha e uma bebida (cauim). Ela ganhou o nome de mandioca, ou seja, uma junção de Mani (nome da indiazinha morta) e oca (habitação indígena). - No Brasil, a mandioca possui vários nomes (variam de região para região), como, por exemplo, aipim, macaxeira, maniva, castelinha, mandioca-mansa, entre outros. Iaça a mãe do Açai - Há muito tempo, quando ainda não existia a cidade de Belém, vivia neste local uma tribo indígena muito numerosa. Como os alimentos eram escassos, tornava-se muito difícil conseguir comida para todos os índios da tribo. Então o cacique Itaki tomou uma decisão muito cruel. Resolveu que a partir daquele dia todas as crianças que nascessem seriam sacrificadas para evitar o aumento populacional de sua tribo. Até que um dia a filha do cacique, chamada IAÇÃ, deu à luz uma bonita menina, que também teve de ser sacrificada. IAÇÃ ficou desesperada, chorava todas as noites de saudades de sua filhinha. Ficou vários dias enclausurada em sua tenda e pediu à Tupã que mostrasse ao seu pai outra maneira de ajudar seu povo, sem o sacrifício das crianças. Certa noite de lua IAÇÃ ouviu um choro de criança. Aproximou-se da porta de sua oca e viu sua linda filhinha sorridente, ao pé de uma esbelta palmeira. Inicialmente ficou estática, mas logo depois, lançou-se em direção à filha, abraçando – a. Porém misteriosamente sua filha desapareceu. IAÇÃ, inconsolável, chorou muito até desfalecer. No dia seguinte seu corpo foi encontrado abraçado ao tronco da palmeira, porém no rosto trazia ainda um sorriso de felicidade e seus olhos negros fitavam o alto da palmeira, que estava carregada de frutinhos escuros. Itaki então mandou que apanhassem os frutos em alguidar de madeira, obtendo um vinho avermelhado que batizou de AÇAÍ, em homenagem a sua filha (IAÇÃ invertido). Alimentou seu povo e, a partir deste dia, suspendeu sua ordem de sacrificar as crianças. CONTOS CABOCLOS Pai Honorato o rei das cobras - Conta que em uma certa tribo indígena da Amazônia, uma índia, foi seduzida e grávida da Boiúna (Cobra-grande, Sucuri), deu à luz a duas crianças gêmeas. Um menino, que recebeu o nome de Honorato, e uma menina, chamada de Maria Caninana. Duas cobras. Jogou-as no rio, onde se criaram. Honorato não fazia nenhum mal, mas sua irmã tinha uma personalidade muito perversa. Causava sérios prejuízos aos outros animais e também às pessoas. Eram tantas as maldades praticadas por ela que Honorato acabou por matá-la para pôr fim às suas maldades. Honorato em algumas noites de luar perdia o seu encanto e adquiria a forma humana transformando-se em um belo e elegante rapaz, deixando as águas para levar uma vida normal na terra. Para que se quebrasse o encanto de Honorato era preciso que alguém tivesse muita audácia para derramar leite na boca da enorme cobra e fazendo um ferimento na cabeça dela até sair sangue. Porém ninguém tinha coragem de enfrentar a enorme cobra. Até que um dia um soldado de Cametá (município do Pará) conseguiu libertar Honorato do terrível encanto, e ele deixou de ser cobra d'água para viver na terra como um homem e com sua família. Boto encarnado o encanto das aguas - Esta lenda tem sua origem no boto-cor-de-rosa, um mamífero muito semelhante ao golfinho, que habita a bacia do rio Amazonas, Que em noites de lua cheia durante as festas juninas, quando são comemorados os aniversários de São João, Santo Antônio e São Pedro, a população ribeirinha da região amazônica celebra estas festas dançando quadrilha, soltando fogos de artifício, fazendo fogueiras e degustando alimentos típicos da região. Reza a lenda que é quando o boto-cor-de-rosa sai do rio transformando-se em um jovem elegante e belo, beberrão e bom dançarino, muito bem vestido trajando roupas, chapéu e calçados brancos. Este desconhecido e atraente rapaz conquista com facilidade a mais bela cunhantã desacompanhada jovem que cruzar seu caminho e, em seguida, dança com ela a noite toda, a seduz, a guia até o fundo do rio, onde, por vezes, a engravida e a abandona. Por isso, as jovens eram alertadas por mulheres mais velhas para terem cuidado com os galanteios de homens muito bonitos durante as festas, tudo pra evitar ser seduzida pelo infalível boto e a possibilidade de tornar-se, por exemplo, uma mãe solteira e ter um filho de boto. Matinta Pereira a senhora das matas - Diz a lenda, que à noite, um assobio agudo perturba o sono das pessoas e assusta as crianças, ocasião em que o dono da casa deve prometer tabaco ou fumo. Ao ouvir durante a noite, nas imediações da casa, um estridente assobio, o morador diz: - Matinta, pode passar amanhã aqui para pegar seu tabaco. No dia seguinte uma velha aparece na residência onde a promessa foi feita, a fim de apanhar o fumo. A velha é uma pessoa do lugar que carregaria a maldição de "virar" Matinta Perera, ou seja, à noite transformar-se neste ser indescritível que assombra as pessoas. A Matinta Pereira pode ser de dois tipos: com asa e sem asa. A que tem asa pode transformar-se em pássaro e voar nas cercanias do lugar onde mora. A que não tem, anda sempre com um pássaro, considerado agourento, e identificado como sendo "rasga-mortalha". Dizem que a Matinta, quando está para morrer, pergunta:" Quem quer? Quem quer?" Se alguém responder "eu quero", pensando em se tratar de alguma herança de dinheiro ou joias, recebe na verdade a sina de "virar" Matinta Pereira.
OBJETIVO GERAL Estimular e desenvolver o conhecimento da cultura amazônica e seus contos, através da leitura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Publicar 01 livro contendo 05 contos da Amazônia; - Oferecer 01 espaço itinerante, adequado e condizente ao incentivo à leitura; - Realizar 3 exposições em locais de fácil aceso ao público; nas cidades de Belém, Rio de Janeiro e São Paulo. - Realizar 3 palestras formativas voltadas para alunos e professores da rede pública de ensino como forma de contrapartida social.
O estímulo à leitura e à valorização da cultura local, entendidos como importantes instrumentos de inclusão social, foram exatamente às bases que nortearam a criação deste projeto de incentivo à leitura, resgate e valorização da cultura Amazônica. A Amazônia é rica de contos e lendas, repassados em seus primórdios de forma oral. Com o tempo, esse mecanismo perdeu seu encanto com a chegada de meios mais atrativos de comunicação, como a televisão e a mídia digitalizada em geral. A proposta do BALAIO ENCANTADO é trazer através de especialistas em ilustração, diagramação e editoração digital as narrativas locais, no contexto de quem vive e conhece esse universo de contos e lendas locais, trazendo assim, um rico universo tradicional em um formato moderno e acessível a todos. Tudo isso no intuito de contribuir para o enriquecimento cultural do indivíduo local, bem como popularizar os contos e lendas a partir de pesquisas literárias e pessoas que ainda conhecem e guardam somente na oralidade todo esse contexto. Desta forma, o presente projeto tem a intenção de contribuir para a disseminação cultural através da publicação de 01 (um) livro contendo 05 (cinco) contos da Amazônia, visando ainda a aquisição de 01 (um) espaço que instigue nas crianças e adolescentes a busca pelo encantado mundo literário, e com este espaço adequado pretende-se realizar 3 exposições em locais de fácil acesso no intuito de incentivar a leitura e publicizar o projeto. Busca-se o incentivo cultural para a realização do projeto, uma vez que tais recursos estão disponíveis a nível de incentivo fiscal e poderá ser usado para além de disseminarmos a cultura amazônica, resgatarmos o gosto pela leitura de nossa população infanto-juvenil. O uso do recurso público será para a contração de profissionais capacitados em edição e diagramação de livros, bem como para a aquisição de um espaço (oca) com capacidade para acolher crianças e adolescentes para uma leitura confortável. Salientamos que a presente proposta oferece um produto cultural e está em consonância com o Art. 1° da lei 8.313 nos seguintes itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto em cena também atende ao Art. 3° da Lei 8.313/1991 para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.
Publicar 01 livro contendo 05 contos da Amazônia Será confeccionado 3 mil livros Capa: 43x31cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Fosco Imune 150g. Miolo: 84 páginas, 18,5x26cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Brilhante Imune 115g. Espaço itinerante, adequado e condizente ao incentivo à leitura Locação de um espaço em algum dos shopping das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belém medindo 8 X 8, com decoração em adesivo que lembram uma floresta, instalação de pufes em formatos de folhas espalhados no chão em cima de um grande tapete verde, instalação de uma grande arvore porta livros no centro, o espaço se chamará “floresta encantada” e servirá como espaço de leitura para os visitantes, será instalado iluminação e som ambiente, e para dar maior realismo ao espaço, será confeccionados bonecos de alguns personagens das historias contadas no livro. Realizar 3 exposições em locais de fácil aceso ao público Realizada em espaços Públicos como shopping ou espaço Culturais de empresas patrocinadoras nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belém.
ACESSIBILIDADE LIVRO: Acessibilidade física: Eventos de lançamento e distribuição de exemplares do livro serão realizados em locais que atendem todos os requisitos necessários pela legislação que vão desde vagas no estacionamento, plataformas elevatórias, rampas, pisos táteis, sanitários adaptados, entre outros. Acessibilidade de conteúdo: O resultado do projeto é um livro físico, que permite acesso a todas as pessoas com necessidades especiais exceto àqueles que possuem deficiência visual, mas que podem ter acesso ao livro através da leitura por terceiros. Além disto, iremos prever tiragens em braile. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Acessibilidade física: As contrapartidas sociais serão realizados em locais (Escolas) que atendem todos os requisitos necessários pela legislação que vão desde vagas no estacionamento, rampas, sanitários adaptados, entre outros. Acessibilidade de conteúdo: Interprete de Libras e Folhetos em Braile.
Impressão de 3 mil exemplares, sendo 2.400 exemplares distribuídos gratuitamente em bibliotecas de 120 escolas, selecionadas pela Secretaria de Educação dos Municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Belém, 20% dos exemplares (600) serão vendidos ao valor unitário de R$ 10,00. Além disto, atendendo a Instrução Normativa n° 2/2019, tais como: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Armando Gama é publicitário e Produtor Artístico, graduado em Publicidade e Mídia pelo Instituto Esperança de Ensino Superior, pós graduado em marketing pelo mesmo Instituto, seu primeiro trabalho como produtor foi realizar o Primeiro e Segundo Congresso Universitário do Oeste do Pará, diretor do Programa de TV, Programa Sabadaço na afiliada BAND, Canal 12 na Cidade de Santarém Estado do Pará, Produziu o show Lá vem Janaina em 2009 da cantora Jana Figarella, em 2011 produziu o Show Leve, também da cantora Jana Figarella em Santarém, Produtor do clipe de mesmo nome do show, como publicitário, realizou e organizou diversas feiras e eventos para empresas privadas, bem como ações promocionais para empresas como Vivo, Claro e Tim na Região Oeste do Pará, em parceria com a Rede Flex, Centrão Telecom, Sul Brasil Distribuidora, Rede Trel e RV Tecnologia. Foi Correspondente no Festival de Parintins para a TV Santarém, filiada a Band na região Oeste do Pará, de 2010 a 2016 foi analista de marketing da Telefônica no DDD 93, onde coordenou ações de lançamentos de produtos da Vivo na Região, coordenou as ações da Fundação Telefônica no Oeste do Pará, como ações sociais e voluntariado junto ao Projeto Saúde e Alegria, foi coordenador do Bloco Fogueteira por três anos seguidos, coordenou ações de lançamentos do portal Via Amazônica. Atualmente trabalha na DZAG Comunicação, onde coordena diversas ações Promocionais e trabalhos como produtor para a Cantora Jana Figarella e para o ator e diretor Mario Hermeto, é um apaixonado por história em quadrinhos, e por nascer e conhecer as lendas da região amazônica, resolveu lançar 5 livros em box para contar as lendas da região, de forma lúdica e interativa, as histórias são mitos populares contados por caboclos que vivem na região amazônica e que merecem ser editado e lançados para conhecimento de toda a sociedade brasileira. Fará Gestão Administrativa e Financeira do Projeto, tendo vínculo como Coordenador do Projeto, realizando também as contrapartidas sociais. Haverá uma subtituição na Equipe, saindo o Sr. Dante na Parte de Arte, sendo substituído por Valdiclei (currículo em anexo) Valdiclei Amaral Designer Gráfico, 20 anos de atuação na área de design, markeng, publicidade e mídia, com larga experiência em elaboração de projetos gráficos direcionados, idendade visual,diagramação, tratamento de imagem, ilustração, coloração digital, fotografia, Mídias digitais e confecção de peças publicitárias. Responsável pela criação de diversos livros, carlhas e revistas daregião entre outras funções. Atualmente é diretor da revista Çaire e consultor publicitário de instuições e cidades locais. Apaixonado pela cultura da região e produção de obras arscasque objevam manter o lúdico e o imaginário caboclo foi um dos idealizadores das lendas Tapajoaras e contos caboclos. Garanndo assim às gerações vindouras o acesso às narravas próprias dacultura regional.
Encaminhado à CGARE com sugestão de reprovação por omissão no dever de prestar contas.