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PRONAC 201782Arquivado a pedido proponenteMecenato

O IMORRÍVEL – ARTHUR MAIA

Espaço Vídeo e Cinema
Solicitado
R$ 600,0 mil
Aprovado
R$ 600,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2020-06-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (3)
Niterói Rio de JaneiroRio das Ostras Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O IMORRÍVEL _ ARTHUR MAIA _ produção de média metragem (documentário, 30 min, alta definição), sobre a trajetória musical do contrabaixista brasileiro Arthur Maia. O artista nascido na cidade do Rio de Janeiro/RJ, influenciou gerações de músicos e revolucionou a música instrumental no Brasil. Dono de grande versatilidade e com técnica apurada, sua obra transita pelo jazz, pop, black music e MPB, com composições solo e ao lado de grandes músicos nacionais e internacionais.

Sinopse

Produção de média metragem (documentário, 30 min, alta definição), sobre a trajetória musical do contrabaixista brasileiro Arthur Maia. O artista nascido na cidade do Rio de Janeiro/RJ, influenciou gerações de músicos e revolucionou a música instrumental no Brasil. Dono de grande versatilidade e com técnica apurada, sua obra transita pelo jazz, pop, black music e MPB, com composições solo e ao lado de grandes músicos nacionais e internacionais. Tiragem de 1.000 (mil) exemplares a serem distribuídos GRATUITAMENTE em instituiçoes públicas. Classificação Indicativa LIVRE. ARGUMENTO Sobrinho do lendário contrabaixista e compositor Luizão Maia (músico de Elis Regina), Arthur Maia iniciou sua carreira como baterista quando, aos 17 anos, ganhou seu primeiro baixo elétrico e aprendeu com seu tio as primeiras técnicas do instrumento. Logo no início, Arthur Maia demonstrou herdar grande sensibilidade de Luizão, elevando a potência do contrabaixo, criando um estilo próprio, com levadas maravilhosas e solos incríveis, dando uma nova característica ao instrumento. Alguns músicos chegam a afirmar que a notoriedade do contrabaixo de Arthur Maia chega a quase superar a letra, o que confirma sua reconhecida técnica e potente alma artística que lhe colocava no patamar dos grandes músicos mundiais. Arthur Maia tirou o baixo do status de mero acompanhamento, imprimindo uma musicalidade bem brasileira e uma identidade muito forte, transitando por todos os estilos musicais, indo do samba de breque, até o pop, rock, jazz. O IMORRÍVEL – ARTHUR MAIA é um projeto de filme documentário média metragem que pretende mergulhar na vida e obra desse grande artista niteroiense, contrabaixista fora da curva, que desde muito cedo tocou com grandes músicos brasileiros, começando aos 17 anos com Ivan Lins, tocando com Gil, Djavan, Martinália, Lulu Santos, Seu Jorge, Martinho da Villa, Dominguinhos, Cláudio Zoli, Chico Batera, Azimuth, Ana Carolina, Zélia Duncan, Jorge Vercilo, Carlos Malta, Hermeto Paschoal, Milton Nascimento, Marcos Suzano, Mauro Senise, Heitor TP, Márcio Bahia, Luiz Melodia, Ney Matogrosso, Gal Costa, Toninho Horta, além de ter tocado também com artistas internacionais como Stevie wonder, George Benson, Pat Metheny, Jan Dumeé, Sergio Mendes, Richard Bonna, Paquito Rivera, entre outros. Também integrou as bandas Pulsar, Banda Black Rio, Egotrip e o grupo instrumental Cama de Gato. Arthur Maia se apresentou nos principais festivais internacionais como o Festival de Jazz de Paris, New York Jazz Festival, Montreux Jazz Festival, Lugano Jazz, no Brasil, participou do Free Jazz Festival e no Heineken Concerts, entre outros. Em 1990, Arthur gravou seu primeiro disco solo, ganhando o Prêmio Sharp. O média metragem buscará explorar as referências e as virtuoses musicais desse grande artista e também tentará capturar a pessoa por trás do músico. Arthur Maia era considerado por seus companheiros um amigo muito querido, generoso, que impulsionara a carreira de outros talentosos instrumentistas, além de ser muito gaiato e brincalhão. A convivência com Arthur rendia muitas risadas e histórias hilárias, contam seus parceiros. Arthur se foi prematuramente em 2018, aos 56 anos, deixando um grande legado artístico, sendo uma grande referência tanto para os músicos contemporâneos quanto para os novos músicos. Acompanhando grandes nomes da MPB ou fazendo apresentações solos, Arthur Maia exprimia com grande talento e de forma única sua grande potência criativa, de um verdadeiro artista.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produção de média metragem (documentário, 30 min, alta definição), sobre a trajetória musical do contrabaixista brasileiro Arthur Maia. O artista nascido na cidade do Rio de Janeiro/RJ, influenciou gerações de músicos e revolucionou a música instrumental no Brasil. Dono de grande versatilidade e com técnica apurada, sua obra transita pelo jazz, pop, black music e MPB, com composições solo e ao lado de grandes músicos nacionais e internacionais. OBJETIVOS ESPECIFICOS: 1. Registro cinematográfico sobre a trajetória musical, a partir de acervo existente e depoimentos, do contra baixista brasileiro Arthur Maia; 2. Interlocução e dialogo entre a música e o cinema na formação de artistas e troca de conhecimento entre as duas técnicas. 3. Difusa~o e visibilidade ao publico em geral, através do conteúdo audiovisual, da dimensa~o e importância da obra do contra baixista brasileiro Arthur Maia; 4. Compartilhar e doar o video, com tiragem de 1.000 (mil) exemplares, às Escolas de Música, centros culturais e Bibliotecas Publicas, onde havera captaça~o de imagens, para que sejam estimulados ao conhecimento e futuras pesquisas quanto a memoria, história, a riqueza do universo artístico musical instrumental brasileiro. A distribuição será gratuita; 5. Mobilizar a sociedade em geral para a importância da produça~o audiovisual brasileira e da música instrumental brasileira; 6. Democratizar ao publico em geral o acesso ao acervo cinematográfico produzido e o acesso a bens culturais.

Justificativa

JUSTIFICATIVA Morria de forma prematura, aos 56 (cinquenta e seis) anos de idade, no dia 15 de dezembro de 2018, na cidade de Niterói/RJ, o mais importante contrabaixista brasileiro: Arthur Maia. Nascido no Rio de Janeiro, Arthur Maia tem a ascendência de uma família extremamente musical. Em casa, os pais eram intensos amantes da música. O compositor Álvaro Nunes, conhecido por J. Cascata e o baixista Luizão Maia, com quem aprendeu as primeiras técnicas no baixo, são seus tios. E tendo herdado deles a sensibilidade musical, o instrumentista foi além. O começo, no entanto, não indicava que seria esse o destino do artista. Iniciou a carreira musical como baterista em bailes da Zona Norte carioca. Mas orientado pelo tio, o baixista Luizão Maia, começou a tocar contrabaixo aos 17 anos. Foi uma mudança radical e o início de uma trajetória ímpar no cenário musical brasileiro. Aos poucos, o contrabaixista passou a se tornar músico constante em álbuns e shows ao lado de grandes nomes da música nacional como Jorge Ben Jor, Gal Costa, Lulu Santos, Caetano Veloso, Martinho da Vila, Djavan, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Milton Nascimento, Marisa Monte, Leila Pinheiro, Mart’nália, Seu Jorge e César Camargo Mariano, entre outros. O talento ultrapassou fronteiras. Entre os artistas estrangeiros, Arthur Maia tocou também com Ernie Watts, Sheila E., Pat Metheny, Carlos Santana, George Benson, Paquito de Rivera e Plácido Domingo. Foi ainda elemento fundamental em diversos grupos de música instrumental brasileira: Garage, Varanda, Pulsar e o Cama de Gato, na formação com o pianista Rique Pantoja, o baterista Pascoal Meirelles e o saxofonista Mário Senise. Arthur Maia participou também da banda Black Rio e do grupo de música pop Egotrip. Free Jazz, Heineken Concerts, Brazil - New York Jazz Festival e os Festivais de Jazz de Paris, Montreux e Montreal foram alguns dos principais eventos internacionais que contaram com a presença marcante do músico. Indicado em distintas categorias ao Grammy, Arthur Maia é ganhador dos prêmios por sua participação em discos como ‘Brasileiro - Sergio Mendes’ (Melhor Álbum de World Music - 1993); ‘Quanta Gente Veio Ver’ (Quanta ao Vivo) - Gilberto Gil (mesma categoria _ 1997); ‘São João Vivo’, também do compositor baiano (Música Regional Brasileira - 2001) e mais recentemente por ‘Fé na Festa _ Gilberto Gil’ (Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras/Regional _ 2010). Em carreira solo Maia lançou cinco discos. O mais recente foi de 2010, ‘O tempo e a música’, lançado pela Biscoito Fino. Participou ainda dos grandes festivais de jazz em todo o mundo, dentre eles: New York Jazz Festival, o Festival de Jazz de Paris, o Montreux Jazz Festival, o Lugano Jazz, o Free Jazz Festival e o Heineken Concerts (Brasil), entre vários outros. O presente projeto O IMORRÍVEL _ ARTHUR MAIA se encontra perfeitamente enquadrado junto as diretrizes, objetivos e principios da Lei 8313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, o qual prevê o fomento à produça~o cultural e artistica brasileira, de forma que cumpra com valores que possibilitem a democratizaça~o do acesso à cultura, dos mais variados e diversificados segmentos populacionais brasileiros. A Lei 8313/91, apos vigencia de mais de 25 anos, e´ o mais importante e principal mecanismo de promoça~o da cultura no Brasil. No caso de projetos culturais atrave´s do Estado de Rondônia, a Lei de Incentivo à Cultura e´ o unico mecanismo de incentivo à cultura existente, o qual prevê renuncia fiscal, considerando que na~o ha´ leis de incentivo estadual, nem municipais, que possibilitem aos agentes culturais a realizaça~o de seus projetos. Essa afirmaça~o e´ comprovada inclusive, pelo proprio levantamento do MINC, o qual demostra que os projetos com valores captados junto ao respectiva unidade da federaça~o, nos u´ltimos cinco anos, na~o ultrapassaram a 5 (cinco) projetos. No caso em tela, o presente projeto sera´ enquadrado junto ao artigo 18 da Lei 8313/91, considerando tratar de proposta que visa, em especial, a democratizaça~o do acesso à bens culturais forma gratuita. O projeto esta´ plenamente enquadrado nas exigências e principios proclamados no art. 3o da referida Lei 8313/91, por se tratar de projeto de valor cultural artistico, o qual sera´ distribuido de forma inteiramente Gratuita (art.18).

Estratégia de execução

PLANO DE DIREÇÃO Documentário O IMORRÍVEL - ARTHUR MAIA A seguir a espinha dorsal inicial do documentário, considerando que haverá trabalho a ser desenvolvido na Primeira Etapa quanto a definição do Roteiro Final. Um documentário tem a vantagem saborosa de nos reservar imprevisibilidades já que dependemos muito do que iremos colher através dos entrevistados, que por sua vez, poderão nos levar a outros assuntos e a outros entrevistados ainda não indicados nessa estrutura. Os músicos citados são somente SUGESTÃO de entrevistados a fazerem parte da estrutura narrativa do Documentário. 1) O filme abre com um pot-pourri de shows do Arthur desempenhando a música Arthur e o Gigante em vários locais diferentes. Em certo momento imagens dos baixos, capas de LPs, cartazes de festival de jazz e outros objetos do Arthur começam a se intercalar às imagens dos shows, mostrando um pouco de suas influências artísticas. 2) Corta para imagens de Luisão Maia tocando seu contrabaixo. Entra seu filho, Zé Luís Maia falando do pai e em seguida, da influencia exercida sobre Arthur Maia, seu primo. Arthur Maia fala sobre Luizão e sua infância em uma entrevista. Arthur tocava bateria desde os 5 anos e se interessou pelo baixo quando assistiu uma gravação de Luisão Maia no estúdio para o disco da Elis Regina. Seu primeiro baixo dado pelo tio e sua infância em família na zona norte do Rio de Janeiro. Seu pai, Sr. Arthur e sua mãe, Dona Nanci, tocavam e cantavam juntos nas festas familiares. O parentesco de Arthur com o compositor J. Cascata. Relatos intercalados com imagens da zona norte ontem, através de fotos antigas, e hoje, com uma música de Arthur Maia compondo a cena. (Pode ser Minha Palhoça, de J. Cascata, gravado por Arthur junto com a Mart’nália ou Meu Romance, também de J. Cascata). 3) Depoimento de Mart’nália falando de sua relação com Arthur na zona norte, intercalado com o depoimento de Martinho da Vila. 4) Arthur fala um pouco mais dessa infância (entrevista gravada). Sequência da infância intercalada entre os relatos de Arthur, Mart’nália e outros. 5) Relato de Ivan Lins sobre a primeira turnê profissional de Arthur com ele, aos 17 anos ( Arthur foi apresentado por Luisão Maia). Ivan Lins fala das influências de Arthur: Jaco Pastorius, Nico Assunção e Luisão Maia. Outros músicos também falam sobre o assunto. Arthur, em entrevista, também fala dessas influências. 6) Imagens da Arthur jovem em sua primeira banda Garage, com Claudio Infante, Paulo Soledade e outros. Eles ensaiavam em uma garagem em Icaraí. Entrevistas com esses integrantes. Arthur, aos 22 anos na banda Cama de Gato. É uma fase jazz fusion, mesclado com samba e funk. Imagens e fotos da banda. Integrantes dão seus relatos: Romero Lubambo, Mauro Senise e outros. 7) Músicos instrumentistas falam sobre a música instrumental e também do papel do contrabaixo em uma banda. Relatos sobre o baixo fretless de Arthur Maia e sua virtuosidade como baixista contada pelos músicos. Imagens de Arthur muito jovem dando uma vídeo aula sobre técnicas de baixo ao lado de Paulo Calazans. 8) Imagens de instrumentistas preparando os instrumentos para começar um ensaio no estúdio do Arthur. 9) Arthur e sua pegada mais pop com as bandas Egotrip. Apresentações no Chacrinha e outros programas de TV. Músicos falam do Arthur. 10) Volta Martinho da Vila que conta sobre sua viagem à África com Arthur. Fotos e imagens da viagem e a influência da música africana. 11) Arthur como sideman. Djavan fala de sua parceria com Arthur e também sobre a música Alívio, feita com ele. Depoimentos de outros músicos dos quais Arthur acompanhou: Ney Matogrosso, Lulu Santos, e inúmeros outros artistas de peso. Aqui relatos sobre a importância do músico como sideman, isto é, aquele que sabe colocar sua música à serviço de outros músicos. Marcelo Mariano, baixista, fala disso em uma entrevista já gravada. 12) Imagens de Arthur Maia tocando em festivais internacionais. Entra depoimentos de músicos internacionais com relatos sobre a dimensão do Arthur fora do país. 13) Gilberto Gil fala sobre sua parceria de 20 anos ao lado de Arthur Maia. Imagens de shows e fotos. Fase MPB e Reggae do Arthur. A relação entre famílias. 14) Imagens da praia de Piratininga ao fim da tarde, mesclado com imagens do estúdio de Arthur e sua casa. Uma música de Arthur compõe a cena, que oscila entre imagens desfocadas, luzes (flares) e falas de Arthur sobre a música. Uma silhueta de um baixista surge de vez em quando. 15) Entram imagens do músicos ensaiando no estúdio de Arthur Maia. (são imagens do ensaio para o lançamento do DVD gravado por Arthur). Depoimentos desses músicos sobre Arthur. 16) Mart’nália fala sobres a importância de Arthur para a sua formação, das parcerias e do Grammy que ganharam juntos. Também fala do Grammy que estão para ganhar agora em 2019 (Depois ficamos sabendo que ela ganhou). Mart’nália fala sobre os arranjos e composições com Arthur. Cita o termo “emoção é melhor que afinação” utilizado por Arthur no processo criativo. 17) Bate-papo descontraído de músicos contando algumas histórias do Arthur. A famosa história de que ele mandou seu substituto para tocar em seu próprio show no Mistura Fina. Parece que quem conta essa história é Leo Gandelman. Arthur também dá a versão dele. Aqui entram vários outros relatos engraçados. Imagens do Nikity Pub, bar que Arthur construiu em Piratininga que era frequentado por amigos, músicos e artistas, onde acontecia grandes encontros musicais. Relatos de artistas e produtores de Niterói. Depoimentos de Heitor TP e Márcio Bahia, que tocavam com Arthur nos bares de Niterói nos anos 1970 e 80, como na memorável casa de show Duerê, em Pendotiba, entre outros. 18) Pipoca, o jovem “sucessor” de Arthur Maia no baixo, fala de sua relação com o músico demonstrando a generosidade dele em relação aos novos artistas. Imagens de Pipoca, ainda menino, tocando na plateia com o baixo do Arthur enquanto ele toca bateria. Relatos de outros jovens músicos dos quais Arthur abriu portas (Marcelo Martins, entre outros). Imagens de Arthur no Dia Nacional da Luta Antimanicomial, em que ele tenta resgatar o ex-músico Egberto, com transtornos mentais. “Nós somos, na verdade, a banda do Egberto”, diz Arthur em certo momento. 19) Ainda no tema da generosidade ou da importância que Arthur dava ao compartilhamento de conhecimentos, colocar imagens de seu projeto MusiFest, um projeto de oficinas de música em Niterói em que ele convocara grandes instrumentistas para dar aulas, como Montarroys, Marcelo Martins, Airton Moreira e etc. Imagens de uma espetacular Jam Session na praça da Cantareira, em Niterói, com Arthur e esses músicos. 20) Arthur como Secretário de Cultura de Niterói. Projetos sociais realizados por ele como o Semente, um programa de oficinas de artes (música, dança, cinema) nas comunidades da cidade. 21) Arthur e família. Relatos dos filhos, ex-mulheres. Fotos e imagens pessoais. A influência sobre os filhos. Arthurzinho hoje tocando baixo. Vídeos de Arthur cantando para sua neta, e etc. Música Filhos, tocada por Arthur Maia. 22) Arthur em seus trabalhos solos. Seu primeiro disco solo que levou o Prêmio Sharp em 1990. Festival de Jazz de Montreaux, também em Rio das Ostras. Gravação de seu DVD na UFF. 23) Imagens de instrumentos. Detalhes de um dedilhado em um baixo. Uma silhueta de um baixista em um belíssimo poente em Piratininga (continuação da sequência 14). Essas imagens se misturam com cenas de Arthur no palco. Imagens do Espaço Arthur Maia no Festival de Jazz de Rio das Ostras em 2019. Detalhes de seu semblante em algumas fotos. Imagens do show no Canecão, Na Corte do Rei Arthur, com a casa lotada e gravação feita pela TVE. 24) Os instrumentistas que ao longo do filme ensaiavam, entram em palco no Teatro Municipal de Niterói. Trechos do show mesclam-se com o tributo à Arthur Maia realizado na Praia de São Francisco em Niterói. Cena com os filhos de Arthur no palco e texto declamado por Marilda Ormy (no palco). Finaliza com o próprio Arthur tocando. A imagem vai se mesclando com a silhueta do baixista na praia de Piratininga ao pôr do Sol (fim da sequência recorrente ao longo do filme – continuação das partes 14 e 21). O Sol se pões mas a música continua: “Arthur, o Imorrível”, diz Paulo Calazans. VISÃO/ABORDAGEM ESTÉTICA DO DIRETOR (REFERENCIAS FÍLMICAS) Utilizaremos as músicas como fio condutor da estrutura narrativa para contarmos a história de Arthur Maia, esse grande baixista, músico que transitou por diversos estilos musicais. Será uma cinebiografia que buscará sair do velho modelo geralmente empregado ao se contar a história de vida de alguém, em que se começa no berço e termina no enterro. É claro que falaremos de suas influências musicais desde sua infância e passearemos por todas as etapas artísticas de sua vida, mas a intenção é mostrarmos a potência musical através de uma narrativa de idas e vindas de sua carreira, por meio de uma montagem dinâmica, onde muitas vezes deixaremos a sua música falar mais que os depoimentos. Ou melhor, relatos e sonoridades se complementarão às imagens que buscarão alçar ao primeiro plano a atmosfera da criação artística de Arthur, dando um relevo musical à história. O seu som embalará as imagens em uma montagem que acolherá o estilo musical, ora assumindo uma verve mais jazzista, de estilo supostamente improvisado no encadeamento das imagens, em outros momentos, na cadência da MPB ou em um ritmo mais acelerado engendrado pela música pop, e por aí vai. Arthur Maia nos oferece essa oportunidade devido ao seu magnífico repertório e musicalidade artística variada, reconhecida e aclamada por todos os músico dos quais tocou junto. Além dos depoimentos de músicos, amigos e parceiros artísticos, usaremos um vasto material de arquivo, de shows, entrevistas na tevê, arquivos pessoais da família, áudios, vídeos e fotografias. Daremos um tratamento especial às fotos, com efeitos de cores, deslocamento de fundo e efeitos de movimentos. Temos como referências os filmes Searching for Sugar Man, de Malik Bendjelloul, Cássia e Loki, ambos de Paulo Henrique Fontenelle, The Rolling Stones, Shine a Light, de Martin Scorcese, Keith Richards: under the influence, de Morgan Neville, entre outros.

Especificação técnica

MÉDIA METRAGEM Produção de média metragem (documentário, 30 min, alta definição), sobre a trajetória musical do contrabaixista brasileiro Arthur Maia. O artista nascido na cidade do Rio de Janeiro/RJ, influenciou gerações de músicos e revolucionou a música instrumental no Brasil. Dono de grande versatilidade e com técnica apurada, sua obra transita pelo jazz, pop, black music e MPB, com composições solo e ao lado de grandes músicos nacionais e internacionais. Tiragem de 1.000 (mil) exemplares a serem distribuídos GRATUITAMENTE em instituiçoes públicas. Classificação Indicativa LIVRE. CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINA O TEMPO E A MÚSICA OFICINA O TEMPO E A MÚSICA Público alvo: educadores e estudantes interessados em conhecer o instrumento musical Nível: básico Carga horária: 20 hs O contrabaixo é um importante instrumento musical de acompanhamento. Deve-se sempre estar imbuído desse “sentimento de acompanhamento” para que o contrabaixo exerça sua função, que é intermediária entre o ritmo e a harmonia, sendo então um instrumento com uma função de equilíbrio dentro da música. A função do contrabaixo “solista” é uma decorrência do tipo de música que se toque, mas para que se atinja a condição de solista, é preciso conhecer a base do instrumento, conhecer sua técnica, para que depois se desenvolvam outras aptidões. Todos os estudos sobre instrumento musicais e não diferente quanto ao contrabaixo, exigem do aluno estudo, técnica e a leitura, pontos fundamentais por onde se adquirir uma base sólida. EMENTA: Este curso será desenvolvido com atividade de contrapartida social do projeto do média metragem O IMORRÍVEL – ARTHUR MAIA. Desenhado especialmente para iniciantes que tencionam aprender em cursos regulares, as técnicas do instrumento de cordas, o caso especifico, o contrabaixo. Para os educadores que comporão o perfil da oficina, os mesmos poderão observar o processo de ensino instrumental onde alunos expostos a esta metodologia não possuem nenhum conhecimento musical prévio. O que é um contrabaixo e como surgiu: – A origem do contrabaixo; - Músicos importantes que se destacaram como contrabaixistas – mundo e Brasil; - A função do contrabaixo como instrumento musical; - A criação da guitarra elétrica; - Partes do Contrabaixo; - Oitiva dos sons produzidos pelo contrabaixo; - Desafios para se tornar contrabaixista e perspectivas no mercado de trabalho.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho. Além das medidas aqui citadas, haverá lançamento do media metragem e a localidade escolhida para a referida atividade, junto a cidade de Niterói, observará as regras de mobilidade física previstas em legislação especifica.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO O média metragem O IMORRÍVEL – ARTHUR MAIA será distribuido GRATUITAMENTE para escolas públicas, bibliotecas, pontos de cultura, pesquisadores e educadores. Além da distribuição gratuita, o produto será inseridos em plataforma web, visando a ampliação em todo o território nacional, do conteúdo da referida produção. O media metragem terá a tiragem de 1.000 (mil) cópias a serem distribuídas conforme informação acima, bem como, será disponibilizado na plataforma Youtube. Salienta-se ainda, que dos 300 (trezentos) exemplares a serem distribúidos junto ao Plano de Distribuição na cidade de Niterói, serão encaminhadas cópias dos mesmos, para países onde ocorrerão captação de imagens, a exemplo de Angola, Cabo Verde, E.U.A, França e Suiça. Além das medidas aqui citadas, haverá lançamento do media metragem e a localidade escolhida para a referida atividade, junto a cidade de Niterói, não haverá cobrança de ingressos, portanto, aberto ao público em geral. O projeto observará ainda, o atendimento previsto junto a Seção III – Contrapartidas Sociais, artigo 22, onde ocorrerá a Oficina O TEMPO E A MÚSICA, a ser ministrada por contrabaixista em escolas públicas municipais do Município de Niterói/RJ, para estudantes e educadores.

Ficha técnica

PRODUÇÃO EXECUTIVA: FERNANDA KOPANAKIS PRODUÇÕES ARTÍSTICAS/CULTURAIS/ARTES VISUAIS: Produtora Executiva: CINEAMAZONIA e CINEAMAZONIA ITINERANTE – Festival de Cinema Ambiental (2003 a 2020); Longa metragem PERDIDOS; Documentário VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORÉ; documentário CIRCO NO CINEMA; Diretora: série para TV DESCAMINHOS; série ITINERANTES; documentário QUILOMBAGEM; documentário DIVINO – O GUERRILHEIRO DO ARAGUAIA; documentário ARGONAUTAS DA AMAZÔNIA; série IMAGENS DA MEMÓRIA (MUSEUS VIVOS); Produção bibliográfica/fotografica: VIAGEM DE CORES E SONHOS; RIO GUAPORÉ. FORMAÇÃO ACADÊMICA - Doutora em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR. DIRETORA DE PRODUÇÃO – MEIRE OLIVEIRA SANTOS RESUMO DE QUALIFICAÇÕES; 12 anos de experiência nos segmentos da indústria fonográfica, entretenimento e marketing.Com atuação em empresas líderes, desenvolveu atividades com responsabilidades na coordenação de equipes em outros estados para divulgação do casting de gravadoras nos principais meios de comunicação. HISTÓRICO PROFISSIONAL: EMI ODEON FONOGRÁFICA 1990 – 1991 Divulgadora de TV ( Rio de Janeiro ). Participação direta na divulgação de músicas das principais bandas e músicos da Emi-Odeon em programs de entretenimento da Rede Globo de Televisão, Rede Manchete atual Rede TV, tais como Paralamas do Sucesso , Legião Urbana, Marisa Monte e outros; WARNER MUISC BRASIL 1994 – 1997 - SUPERVISORA DE TV: Inicialmente desempenhou a função de divulgadora de TV, sendo promovida a Supervisora de TV Brasil. Coordenou equipes de trabalho para implementação efetiva de uma divulgação eficaz nos principais estados de atuação da empresa. Responsável pela divulgação de lançamentos inéditos dos Titãs , Barão Vermelho , O Rappa , Zélia Duncan, Gilberto Gil , Milton Nascimento e outros; BMG Brasil Ltda 1997- 2000: Atuou como Supervisora de TV para divulgação de músicas do casting da empresa. Participou do fechamento de shows do grupo “ Só Pra Contrariar “e “ Leonardo “ no encerramento da Copa de Mundo de 98 na França. Durante o evento foi responsável pela divulgação dos artistas acima em programas especiais exibidos pela emissora direto da França; BOA NOVA Produções Artísticas 2000 até o 2007: Trabalhou em eventos como Prêmio Multishow ( Teatro Municipal )como Produtora Musical. Promoveu e continua realizando Festas e shows; ZOMBA RECORDS Brasil Ltda 2001 – 2002: Supervisora de TV. Atuou como Supervisora de TV para divulgação de músicas do casting da empresa com alguns artistas como ‘ Britney Spears ‘, Backstreet Boys , Nsync , Groove Armada, Michael Bolton. Participou diretamente de todas as viagens internacionais para divulgação dos artistas em rede nacional com convidados ilustres: Zeca Camargo , Serginho Groisman; FESTIVAL DO RIO BR 2002 – 2003: Atuou como coordenadora geral em 2002 e 2003 da Tenda. Durante 13 dias aconteciam eventos de várias empresas que trabalham durante todo o ano com cinema. ( FOX , DISNEY , COLUMBIA e outras ) Setembro a Outubro; CAMPEONATO MUNDIAL DE WINDSURF 2002 – CEARÁ - Fechou uma pauta para o ESPORTE ESPETACULAR do campeonato que aconteceu em Dezembro de 2002 em jeriquaquara no Ceará, onde acompanhou a equipe durante 07 dias; EVENTO SKOL RIO 2003 - Atuou como Produtora da área Vip ( Lounge Rio de Janeiro), realizado no Jóquei Clube durante todo o evento; CAMPEONATO MUNDIAL RALLY VÔO LIVRE 2003 - Fechou uma pauta com o Esporte Espetacular para fazer a cobertura do campeonato que foi realizado em SETEMBRO de 2003 no estado do Ceará; 20th CENTURY FOX – 2003 - Coordenou reunião com diretoria da FOX América Latina no Rio de Janeiro; EVENTO CUT – 1º de MAIO – SP – 2004 – 2005 – 2006 - Atuou como coordenadora artística do grande evento da CUT realizado em São Paulo- Av.Paulista onde 1.000.000.00 de pessoas participaram. O evento pode contar com os artistas: Gilberto Gil – Djavan – Jota Quest – Sandy & Junior Leonardo – Daniel – Alexandre Pires – Jorge Aragão – Fundo de Quintal – Dudu Nobre – Araketu – Zezé de Camargo e Luciano – Calypso – Banda Eva – Capital Inicial – Edson & Hudson; PRODUTORA TERESA CRISTINA E O GRUPO SEMENTE - 2005 – 2007 - Atuou como produtora da artista TERESA CRISTINA E O GRUPO SEMENTE; RIO- PANAMERICANO 2007 - Trabalhou para FAST ENGENHARIA S.A ,empresa responsável pela montagem das estruturas : Vila Pan , Vôlei de Praia, Triatlo ,Maratona Aquática e Deodoro, atuando como produtora; VOLUP PRODUÇÔES ARTISTICAS LTDA 2007 a 2012 - Trabalhou com a apresentadora e atriz REGINA CASÉ, executando funções na área executiva da empresa, com responsabilidades envolvendo desde projetos pessoais , como também, comandando ações nos seguimentos de Marketing e Artístico; BOA NOVA PRODUÇÕES LTDA 2012 a 2013 - Atuou como produtora das artistas: TERESA CRISTINA – JESUTON; BOA NOVA PRODUÇÕES LTDA 2014 - Atua como produtora em diversos eventos : Gilberto Gil , Caetano Veloso , Milton Nascimento , Zé Ramalho , Martnália , Maria Gadú , Zeca Baleiro , Lenine , Chico César, Fafá de Belém, entre outros. DIRETOR ARTÍSTICO – IVAN DE ANGELIS GOMES Há quase 20 anos trabalhando no setor audiovisual como produtor, diretor, montador e fotógrafo de curtas, longas, documentários, programas para TV, atuando também como gestor cultural, criando mostras e festivais, produzindo e fazendo curadorias. Currículo com participação em curtas premiados em festivais, além de vasta produção com vídeos institucionais e culturais. Na gestão cultural, produziu grandes mostras como “Tudo sobre o meu cinema”, com filmes de Almodóvar, no pátio do MAC, em Niterói, entre outros. FORMAÇÃO ACADÊMICA - Mestrando de Filosofia – UFF; Graduando de Filosofia – UFF; Graduado em História - UFRJ – 2007; Graduado em Cinema - Unesa – 2003; Pós-graduado em Relações Internacionais – PUC - 2008. CURSO ROTEIRO - TV Writting Intesive - curso de roteiros para séries de TV – Columbia University, com os professores Trey Ellis e Joe Cacaci, 2014. CURSO NO EXTERIOR - Curso de Postproducción Digital (edição e finalização) – Escuela Internacional de Cine y Tv de San Antonio de Los Baños (EICTV – Cuba) - 2009. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Longas, curtas, clipes, web vídeos e programas de TV e outros. É cineasta, ganhador de vários prêmios em 2018 e 2019 com seu curta-metragem Abismo, dentre eles, Prêmio de melhor Curta Nacional pelo Júri Especializado Cine PE 2018, Prêmio de melhor curta nacional independente pelo Júri Oficial da 17ª Maual, Prêmio de melhor edição no Festival de Cinema de Três Passos 2018, entre outros. É mestrando de filosofia pela UFF, formado em cinema (Unesa) e história (UFRJ), com especialização na EICTV (Escuela Internacional de Cine y Tv de Santo Antonio de Los Baños, em Cuba). Com mais de quinze anos de experiência em audiovisual, dirigiu, fotografou e editou diversos vídeos institucionais, curtas premiados, vídeo clipes, programas para TV e web vídeos. Participou da montagem do longa-metragem “O Gerente”, o último filme de Paulo César Saraceni, e montou o longa-metragem “ Sons da Esperança”, de Zelito Viana. Dirigiu o documentário “Niterói, histórias de cinema”, para o Canal Futura. Editou a temporada de 2014 do programa “Afinando a Língua”, também para o Canal Futura. Fotografou e editou programas seriados para a TV Brasil e para o Canal Brasil, como os programas: “Que que eu vou fazer da minha vida”, “Cultura da Periferia” e “Na trilha do Francis”, sobre Francis Hime. Dirigiu e montou o curta documentário “Zelito, 50 anos de cinema”. Também dirigiu o documentário “Niterói, águas escondidas” em 2017 e o documentário “A Universidade Viva” em 2015, sobre a UFRJ. Ivan de Angelis também participou de oficinas de cinema e foi júri do Festival O Cubo de cinema em 2018. PESQUISA – KIKO ALBUQUERQUE Iniciou suas atividades como produtor no final dos anos 90, já de forma profissional, produzindo shows em casas noturnas e teatros de Niterói e Rio de janeiro. Foi em 1997 que produziu, pelo selo da Niterói Discos, seu primeiro CD. Orquídea. Um CD que reunia a melhor Roda de Choro da Cidade. Depois, passou a ter contato com os grandes músicos como Sérgio Ricardo, Chico Batera, Luís Alves, Kiko Continentino, Arthur Maia, Rogério Souza, Ronaldo do Bandolim, Silvério Pontes, Zé da Velha, Simone Guimarães, Carlos Malta, Maurício Einhorn, Mauro Senise, Gilson Peranzzetta, Marcos Valle, Guinga, Nivaldo Ornelas, Azymuth, através do Projeto Toca da Onça, onde reuniu o melhor da música instrumental brasileira. Em 2006, fez a Produção Executiva do CD LUME, do músico e amigo Chico Batera, pelo Selo Biscoito Fino. Durante esses 12 anos agenciou nomes da música como Chico Batera, Luis Alves, Kiko Continentino, Arthur Maia, Marcos Nimrichter, Amelinha e Cátia de França. Em 2005 desenvolveu e produziu, junto com o parceiro Luiz Carlos Araújo (Bolota), o projeto Encontro Com O Samba que durou dois anos. Produziu shows de artistas como Chico Batera, Wilson das Neves, Arthur Maia, Luis Alves, Xangai, Amelinha, Cátia de França, Khrystal, Banda Jacaré (Itália), Yamandú Costa, Bebe Kramer, Trio Madeira Brasil, Rogério Souza, Silvério e Zé da Velha, Rosa Passos, Simone Guimarães, Renato Braz, Zé Renato, Toninho Geraes, Monarco, Délcio Carvaho, Nivaldo Ornelas, Guinga, Cristóvão Bastos, Carlinhos Vergueiro, Jan Dumée (Focus), Maurício Einhorn, Mauro Senise, Gilson Peranzzetta, Idriss Bodrioua, Carlos Malta, Azymuth, Danilo Caymmi, Grupo Mulato Velho. Com o músico Chico Batera, desenvolveu o projeto 50 Anos de Bossa Nova, que participou de vários Festivais em diversas cidades do Brasil, como São Paulo, Ribeirão Preto, Araraquara, Araçatuba. Sorocaba, Belo Horizonte, Gravatá, Vitória. Entre 2012 e 2016, a convite do músico e amigo Arthur Maia, exerceu o cargo de Subsecretário de Planejamento Cultural da Prefeitura de Niterói. Atualmente vem produzindo shows e desenvolvendo projetos na área do áudio visual como o Encontro de Baquetas, Águas Escondidas, Samba de Uma Nota Só, 2018 - Festa da Raça, Chico Batera e Rodrigo Estar. DIRETOR DE FOTOGRAFIA - JOSÉ EUGÊNIO VELOSO (XENO VELOSO) Formação: Radialismo: Sindicato dos Radialistas da Bahia - Faculdade Visconde de Cairú. 1994 Iniciou sua carreira no primeiro circuito de TV de rua do Brasil o VT Camaçari, programa informativo do Município de Camaçari, Bahia. Na preparação do projeto participa de curso de roteiro com Doc Comparato e oficina de produção de vídeo, ambos pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (1982) A partir de 1984, passa a operar câmeras de video e em 1990 inicia-se no processo de iluminação, atuando como diretor de fotografia no Pernambuco 90, programa informativo do governo de Pernambuco. Auto didata ( período ausente de escolas no Brasil ) participa de várias oficinas práticas de fotografia entre elas: oficina de fotografia de cinema, pelo SATED BA (1996), oficinas de fotografia com Walter Carvalho 1997 e Carlos Ebert em 1998, ambas pela Fundação Cultural do Estado da Bahia. Em 1998 cria a produtora Xeno Produções Audiovisuais. Produz videos institucionais e documentários, atuando como diretor de fotografia e operador de câmera. A produtora se destaca no setor sócio ambiental, atendendo empresas privadas como Petrobras, SESI, Politeno e também entidades como UNEB, Universidade do Estado da Bahia, Prefeitura Municipal de Salvador e blocos afros como Ylê Ayê e Muzenza. A partir do ano 2000 presta serviço de diretor de fotografia em curta metragens, campanhas políticas, comerciais, documentários e series para tv. Referencias Mandinga em Colômbia - Diretor: Lazaro Faria - TV Educativa de Cali - Colômbia 25 anos da UNEB - Universidade Estadual da Bahia - Diretor Luciano Carcará 500 anos de Brasil - Bahiatursa - Diretor: Kabá Gaudenzi - Sec turismo da Bahia Série Brasil Místico - Diretor: Silvio Tendler - Globosat Série Brasil - Travessias - Diretor: Silvio Tendler - Canal Brasil Cine TV Rio Acima - Diretor: José Jurandir da Costa - Curta independente - Acapulco Filmes. OFICINEIRO - MICHAEL PIPOQUINHA Nascido em Limoeiro do Norte é um dos mais novos fenômenos da música instrumental brasileira. Contrabaixista aos 13 anos, já tocava como gente grande com os jazzistas de Fortaleza — foi parar até no programa “Domingão do Faustão”, num daqueles quadros de meninos-prodígio da música. Já realizou o lançamento do disco solo “Lua”. Aos 9 anos, ganhou um um violão do pai, mas aos 10 já tocava baixo numa igreja evangélica e quis tocar aquele instrumento. Mudou-se para São Paulo com o pai para tentar a carreira na música. — E logo, o (baixista) Arthur Maia o chamou para gravar seu primeiro disco, o "Cearensinho", no estúdio dele. Influenciado por gigantes do instrumento, como os americanos Jaco Pastorius e Joe Patitucci e o brasileiro Nico Assumpção, Pipoquinha rapidamente conseguiu bolsa para um conservatório e, em 2015, foi convidado a participar, em Colônia, na Alemanha, de um programa de estudos para jovens músicos da WDR Big Band. Lá, ele ficou amigo do multinstrumentista inglês Jacob Collier, hoje um dos músicos mais celebrados do novo jazz. Michael Pipoquinha começou a gravar "Lua" em 2016, em São Paulo, com o amigo guitarrista e baterista Sandro Haick. O disco é todo de composições suas, como a faixa-título, feita para a filha Lua, hoje com dois anos de idade. Do mito brasileiro da guitarra Toninho Horta (seu padrinho musical, assim como Arthur Maia), ele ganhou o tema "Pro Pipoquinha". Já "Baião chuvoso" é parceria sua com o sergipano Mestrinho, acordeonista da banda de Gilberto Gil. Em "Quero ir ao Sul", por sua vez, ele fez um dueto como violonista sensação Yamandu Costa. Baixista da banda do trabalho solo de Mestrinho, Pipoquinha tem feito os seus shows em festivais de jazz do Brasil e também da Europa e ministrou workshops na Letônia, Riga, Austria e Suécia e ainda participou do Standard Jazz Festival em Grahamstown, na Africa do Sul.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.