| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33131541000108 | COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAO | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
Esse projeto, consiste na criação da Orquestra Jovem Minas, organismo artístico educacional e de inclusão social através da música, que objetiva atuação continuada no estado de Minas Gerais. Oconjunto será sediado em Belo Horizonte e as crianças e jovens participantes do projeto terão contato e acesso gratuito com aulas, individuais e em conjunto, workshops, masterclasses, práticas em conjunto, de instrumentos musicais do universo do conjunto da música sinfônica. Ao final do projeto, a orquestra realizará apresentação com entrada franca.
O projeto consiste na formação de uma orquestra jovem, voltada a atender principalmente jovens instrumentistas de baixa condição socioeconômica, criando oportunidade de acesso à música erudita ao desenvolvimento de uma trajetória profissional nesta. Ao final do projeto a Orquestra Jovem Minas fará uma apresentação levando ao público um concerto de qualidade com os primeiros resultados obtidos. A apresentação será gratuita, com classificação livre.
Objetivo geral: Realizar um programa de formação de uma orquestra jovem em caráter inédito e trazendo à população periférica e das comunidades um projeto consolidado e de qualidade, competente na formação de jovens instrumentistas. Objetivos específicos: - Selecionar e Capacitar 58 jovens para formação da Orquestra Jovem Minas - Realizar 01 apresentação gratuita ao final do programa aberta ao público geral - Formação de uma platéia periférica, juvenil a terceira idade, incentivando o publico a ter acesso a música classica.
A Orquestra Jovem Minas, tem por missão o desenvolvimento da cultura musical brasileira mediante a implementação de atividades sinfônicas e de um robusto programa de cunho sócio-educativo. A OJV destinana-se à divulgação de repertórios da música de concerto e à difusão da atividade musical sinfônica junto aos jovens; Na Orquestra Jovem Minas, o lugar da arte ultrapassa a função de entretenimento, abrangendo a função de integração e a de ação social através da música. Uma orquestra jovem pode fazer mais que um eventual grupo de músicos jovens, podendo significar a síntese de muitos empreendimentos culturais e educacionais. Entretanto, não será, nem pretenderá, ser ela própria, uma orquestra profissional. Como orquestra acadêmica, propiciará a experiência da música em conjunto, atividade essencial para o futuro ingresso em orquestras profissionais. Mas, acima de tudo, a Orquestra Jovem Minas promoverá a educação musical para que jovens, ao aprenderem a fazer música em conjunto, se sintam parte de uma pequena comunidade ou sociedade. Desta forma, a orquestra será um importante elemento na formação de identidade e construção da cidadania para cada um de seus integrantes. Em seu primeiro ano de atuação, o projeto pretende receber 250 crianças e jovens, dos quais, após um período de um semestre de aulas e atividades educacionais, a depender do nível técnico e de performance dos alunos, 58 serão integrados na Orquestra Jovem. Os demais, farão parte do grupo experimental do projeto, recebendo aulas e também como ouvintes da Orquestra, para que tenhama oportunidade de ingressarem na Orquestra em anos subsequentes. No final desse exercício de atuação, será realizada uma apresentações com entrada franca, em espaços cultural da cidade a ser definido, levando ao público os primeiros resultados obtidos durante o processo de criaçao e desenvolvimento da orquestra. A organização e direção da orquestra estará a cargo de um regente convidado, e sob coordenadação técnica, artística e gestão da Associação Arebeldia Cultural, proponente desta proposta, que tem sua sede na comunidade do Alto Vera Cruz, região leste da capital mineira. Objetivamos que a Orquestra Jovem Minas se consolide como um conjunto de excelência e um celeiro de novos talentos e que, assim, colabora para a renovação do cenário musical brasileiro. A OJM estará em atuação no cenário cultural mineiro, na qualidade de uma incubadora de excelência, uma orquestra-escola destinada ao aperfeiçoamento instrumental e, sobretudo, à formação qualificada de futuros profissionais sinfônicos. Neste sentido, a Lei Federal de Incentivo a Cultura é fundamental para viabilizar este projeto de tamanha relevância e ineditismo em seu território de atuação, qual exige uma equipe profissional e infraestrutura adequadas para sua realização: a formação de uma orquestra composta por jovens e adolescentes das periferias e comunidades, intitulada Orquestra Jovem Minas. Com base no Artigo 1º da Lei 8313/91, este projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Cumprindo o artigo 3º da Lei 8313/91, este projeto atende os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
O material pedagógico será elaborado posteriormente, após aprovaçao do projeto, pelos profissionais de educação em música envolvidos no projeto. Poderão se inscrever nas Audições da Orquestra Jovem Minas, jovens de 14 a 22 anos. Documentação que deverá ser enviada:• Cópia do RG e CPF;• Ficha de inscrição com todos os campos devidamente preenchidos.Obs.: Não será cobrada nenhuma taxa de inscrição. Carga horária:Horário variável limitado a até 16 horas semanais, conforme grade de aulas ensaios e de apresentações da Orquestra Jovem Minas. Ensaios:Além das aulas, a orquestra fará 2 (dois) ensaios semanais e 3 programas repetidos totalizando 6 concertos no primeiro ano. Além da formção orquestral sinfônica, os jovens poderão se apresentar em formações menores, de câmara. Os músicos deverão estar no local, prontos para os ensaios e aulas, 15 minutos antes do horário determinado. Vagas para a Orquestra:Violinos I (12 vagas)Violinos II (10 vagas)Violas (6 vagas)Violoncelos (5 vagas)Contrabaixos (4 vagas)Flautas (2 vagas)Oboé (2 vagas)Clarinetas (2 vagas)Fagotes (2 vagas)Trompas (4 vagas)Trompetes (2 vagas)Trombones (3 vagas)Tímpanos (1 vaga)Percussão (3 vagas)Número total de vagas para a Orquestra: 58 vagas Metodologia aplicada - Orquestra Jovem Minas CURSO LIVRE - O Curso Livre terá como finalidade principal, ajudar na formação e educação geral dos jovens integrantes do projeto, tendo como foco o papel da música e da arte na formação de um jovem ser humano e cidadão com olhar mais crítico e apurado. O QUE O CURSO LIVRE OFERECERÁ1. Aulas coletivas de musicalização e prática de instrumento de Cordas: Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo.2. Masterclasses semestrais de História da Música e História de Instrumento.3. O curso livre oferecerá a chance, anualmente, de um aluno migrar para o curso técnico.O curso livre terá uma duração de 02 anos e no final deste período, se o aluno não migrou para o curso técnico, será emitido certificado de participação no Curso Livre da Academia de Cordas. MAIORES DETALHAMENTOS1. Os Alunos do curso livre poderão se candidatar para a atividade com idade mínima de 14 anos e idade máxima de 22 anos.2. Terão duas horas aula por semana em grupos de até 30 alunos.3. Para o curso livre serão destinados 02 professores dos variados instrumentos do conjunto orquestral.4. Todos os professores da grade de educadores deverão ter experiência em aula de Instrumento em grupo. CURSO TÉCNICO OBJETIVO PRINCIPALO curso técnico englobará em suas atividades, a divisão em níveis, sendo: INICIAL, INTERMEDIÁRIO, AVANÇADO e ESPECIALIZAÇÃO, dentro da estrutura inicialmente sugerida. O curso técnico será formado inicialmente com base dos 70 músicos que atualmente fazem parte da Orquestra de Cordas. OS NÍVEIS E SEUS DETALHAMENTOS: No nível INICIAL, cada aluno terá uma aula por semana de instrumento e uma aula por semana de percepção musical.Frequência: duas aulas por semana Os alunos do nível INTERMEDIÁRIO terão duas aulas individuais por semana (sendo uma delas com presença de correpetidor), além de aulas de solfejo e teoria elementar musical.Frequência: três aulas por semana Os alunos do nível AVANÇADO terão uma aula por semana em grupo, sendo:uma vez ao mês de teoria elementar musical,uma vez ao mês de harmonia,uma vez ao mês de contraponto euma vez ao mês de história da música. OUTROS DETALHAMENTOS Para o curso técnico, valem as condições já sugeridas no projeto da academia.Para o curso técnico serão necessários professores de violino, para viola, para violoncelo e contrabaixo.
PRODUTO: CURSO DE FORMAÇÃO DA ORQUESTRA Acessibilidade física: Rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados, espaço reservado para cadeirantes Acessibilidade para deficientes visuais:material em braile, assistente assitivo PRODUTO: APRESENTAÇÃO FINAL Acessibilidade física: Rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados,espaço reservado para cadeirantes Deficientes visuais: espaço reservado a Portadores de Necessidades Especiais, guias táteis, assistente assitivo Deficinetes auditivos: legenda descritiva nos espaços da apresentação, itérprete PRODUTO: PALESTRA Acessibilidade física: Rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados, espaço reservado para cadeirantes Deficientes visuais: espaço reservado a Portadores de Necessidades Especiais, guias táteis, assistente assitivo Deficinetes auditivos: intérprete de libras
Em conformidade com o Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, serão adotadas as seguintes medidas: PRODUTO: Curso de Formação da orquestra IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PRODUTO: Apresentação da Orquestra Jovem Minas IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; OUTRAS MEDIDAS: - As aulas serão gratuitas e realizadas em local de facil acesso; - As atividades serão divulgadas dentro da comunidade e em parceria com escolas públicas, atingindo maior alcance pelo público local, e também pelas redes sociais da entidade proponente e de parceiros do projeto; - A apresentação da orquestra será realizada em local de fácil acesso, com entrada gratuita.
Danusa Carvalho - Coordenaçao Geral Produção e coordenação de projetos como:Orquestra Cabaré Mineiro-20105ª Bienal da UNE-2007, 2009Stereoteca-2006, 2007, 2008, 2009 e 2010Minas Instrumental-2007, 2008Festival de imagens da cultura popular–Favela é isso aí 2008Reações Visuais-2009Do morro ao asfalto-2008, 2009 e 2010/2012Coletânea rádio Inconfidência–30 anos Brasileiríssima-2008“4º Festival Lixo e Cidadania” da Asmare, projeto Tempo Bom, com shows de Seu Jorge,Orquestra Manguefônica, Mombojó, Mundo Livre S/A, Velha G. da Portela, Lenine, HermetoPascoal, Naná Vasconcellos, Nelson Sargento, Toninho Horta, Kiko Klaus, etc.Idealizou o primeiro estande de música independente (Central dos Independentes) do Brasilem uma feira internacional-CD Expo em São Paulo.“Mova-se” - Projeto de música nas comunidades de BH-2010Coordenadora geral do projeto Vozes do Brasil-2014 /2016Coordenadora artística do projeto Natura Musical / 2011/2012 /2013/2014Circuito Gastronômico de Favelas 2017 / 2018 – (Belo Horizonte e Rio de Janeiro)Festival Somos Todos Black – 2017 / 2018Produção executiva do Festival de Inverno de Vilas e Favelas 2016 / 2017/ 2018 Cleber José Bernardes Alves - Direção Musical Vencedor do III Prêmio BDMG-Instrumental na categria Compositor; Premiado pelo troféo “Pro-Música”como Instrumentista Mineiro do Ano 2000; Concursos de Música Popular Brasileira com Marcus Bolivar eCinthia Martins em Caratinga (2° e 3° lugar) e Contagem (3° lugar); Concurso de Música Popular Brasileiracom Marcus Bolivar e Cinthia Martins em Boa Esperança (2° lugar); Show BH Projeto conexão TelemigCelular; Festival tudo è Jazz em Ouro Preto- show Revinda; Show Revinda – part.especial Toninho Horta,Gilvan de Oliveira e Flávio Henrique Prokjeto música na Praça da Liberdade em BH; Show Cleber AlvesQuarteto música de Domingo noTeatro Francisco Nunes - BH; Festival de Jazz da Savassi; Gravação,mixagem , masterização e capa do CD Revinda; Finalização da Pesquisa na UFMG; Shows no CircuitoCultural do Banco do Brasil com Beto Reis; como Diretor Musical e saxofonista; como saxofonistaconvidado no Show Berimbau 40 anos com Nivaldo Ornelas, Wagner Tiso, Toninho Horta, Sergio Barroso,Pascoal Meireles e Chico Amaral.Show Cléber Alves Quarteto, convidado especial Juarez Moreira e Mauro Rodrigues no 37 Festival deInverno da UFMG em Diamantina no Teatro da Glória; Show com Juarez Moreira na cidade de Marlieri/MG; Show Cléber Alves Quarteto nas cidades de Poços de Caldas e Montes Claros pelo projeto TimConcert; Show com Arismar do Espírito Santo na cidade de Barbacena pela Universidade Bituca; Show comCléber Alves Trio e Quarteto de Saxofones para Jazz e MPB dirigido por Cléber Alves na Casa de ShowUtópica Marcenaria; Gilvan de Oliveira (12/11) e Chico Amaral/Flávio Henrique-Livramento (14/11) noprojeto Conexão Telemig Celular na Casa do Conde- BH; Toninho Horta na Livraria Status – BHBeto Reis e Banda – Direção Musical e Arranjos Cléber Alves no Teatro Pró-Música em Juiz de Fora Marcelo Ramos de Souza - Maestro Professor da Escola de Música da UFMG. Atuou como maestro titular da Orquestra Sinfônicade Minas Gerais por nove anos em duas gestões, onde demonstrou flexibilidade em várias frentes de repertório que incluemmúsica sinfônica, ópera e música popular. Durante o período de mestrado, Marcelo foi também maestro assistente daCleveland Pops Orchestra além de participar de masterclasses com Michael Tilson Thomas, Kenneth Kiesler, Kurt Masur,David Loebel, Ronald Zollman e Alexander Polistchuk. No Brasil, estudou regência com Eleazar de Carvalho e DanteAnzolini. Participou de importantes workshops nos EUA - com a Sinfônica de Baltimore tendo Marin Alsop e GustavMeier como instrutores em 2012, e no Aspen Music Festival, em 2010. Sua carreira vem sendo desenvolvida seguindo umcaminho que começou dentro da própria orquestra como violoncelista (OSESP - 1994 a 1999), passando por regenteassistente na Orquestra do Teatro Nacional Claudio Santoro (1999-2001), regente residente da Amazonas Filarmônica emManaus (2001-2003), e maestro titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (2003-08 / 2013-15). Foi o regente titularque mais tempo permaneceu à frente da Orquestra Sinfônica de MG, e sob sua direção, a OSMG foi convidada pelaprimeira vez em sua história a se apresentar no Festival Internacional de Campos do Jordão em 2005. Marcelo tambémdirigiu grandes produções operísticas: Carmen, Um Baile de Máscaras, Rigoletto, Os Pescadores de Pérolas e Turandot. Nasérie Sinfônica Pop, dirigiu e fez arranjos para concertos com Luiz Melodia, Milton Nascimento, Gal Costa, Rosa Passos,João Bosco, Lenine, Ivan Lins e Elba Ramalho. Como regente convidado dirigiu diversas orquestras sinfônicas como a deSanta Fé e Salta na Argentina, Sinfônica da UFRJ, a Orquestra Experimental de Repertório (SP), Sinfônica do TeatroMunicipal do Rio de Janeiro, OSB Ópera e Repertório, Sinfônica do Espírito Santo,Orquestra Sinfônica Nacional UFF,Orquestra Petrobrás Sinfônica (RJ), Orquestra Sinfônica da USP, Porto Alegre, Orquestra do Teatro Nacional de Brasília,Sinfônica de Ribeirão Preto, Sinfônica da Bahia, Sinfônica de Campinas, Jazz Sinfônica do Estado de SP, AmazonasFilarmônica, Orquestra de Câmara SESI-Minas, Camerata São Petesburgo e Camerata Fukuda Luciene Carvalho de Faria - Prestaçao de Contas Produção Executiva Show Encontros Leri Faria - 2000Produção Executiva Sergeant Pepper´s Band - 1999- 2015Produção Executiva Affonsinho - 2003-2004Assistente Produção Montagem e Circulação Chico Rosa- de Jair Raso - 2003Gestão e Assessoria Contábil Projetos Culturais - 2004-2019Assessoria Contábil e Financeira Malab Produções- 2004-2009Assessoria Financeira Savassi Festival -2008-2011Fad- Festival de Arte Digital- Gestão financeira- 2008-2019Gestão Financeira e Cultural- Art Bhz Produtora- 2004 -2015Direção Administrativa Financeira MADA -1ª Mosta Audiovisual do Barreiro-2018-2019Gestão Financeira Projeto Maker Faire – Pic Nic Brasil – Rio de Janeiro – 2018-2019 Flávio de Abreu Lourenço - Direcao artistica A partir de 2006 Renegado começou a desenvolver sua carreira solo, tendo lançado seu primeiro CD em 2008, intitulado"Do Oiapoque a Nova York". Com o CD Renegado alcançou projeção nacional sendo premiado no Hutuz, o maior prêmiode hip hop da América Latina, nas categorias Revelação e Melhor Website. Desde então, o rapper vem trabalhando em suaturnê de lançamento pelo país, já tendo se apresentado em estados como: Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro,Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Se apresentou em alguns dos festivaismais importantes do Brasil como Rec Beat, Conexão Vivo, Prata da Casa, Brasilidade entre outros. Em 2010 e 2011 FlávioRenegado estreou sua carreira internacional se apresentando em Cuba (Festival Romeryas de May), Madrid (Festival TenSamba), Londres (Favela Chic e Passing Clouds) e mais recentemente na Austrália (Pura Vida Latin Festival). Em outubrode 2011 o rapper lançou seu segundo CD " Minha Tribo é o Mundo" produzido por Plínio Profeta (O Rappa, Lenine) . Emjaneiro estreia sua tour e realiza shows em 5 paises alem de participar do Festival Internacional Back2Black com curadoriado artista Gilberto Gil, e o cultuado Festival Summer Stage que acontece no Central Park em Nova York ao lado de BebelGilberto Renato Dolabella Melo - Assesoria Juridica - Doutor e Mestre em Propriedade Intelectual e Inovação pelo INPI.- Mestre em Direito Econômico pela UFMG.- Pós-graduado em Direito de Empresa pelo CAD/Universidade Gama Filho – RJ.- Presidente da Comissão de Terceiro Setor da OAB/MG (2013 – 2015).- Membro da Comissão de Propriedade Intelectual da OAB/MG (2010 – 2018).- Membro da Comissão de Concorrência e Regulação Econômica da OAB/MG.- Diretor e membro fundador do Centro Mineiro de Estudos em Propriedade Intelectual e Inovação – CEMEPI.- Palestrante e autor de artigos publicados nas áreas de Terceiro Setor, Direito Cultural e do Entretenimento, PropriedadeIntelectual e Direito Econômico.- Bacharel pela Faculdade de Direito da UFMG Daniel Augusto Oliveira Machado - Professor instrumentista Pianista, baterista, arranjador, compositor e educador musical. É Bacharel em Piano, Mestre em Música e Doutorando em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente é professor da Fundação de Educação Artística (FEA), onde trabalha ativamente há 12 anos ministrando aulas de piano, musicalização, prática de conjunto e coral. Após ter realizado uma série de estudos e cursos na Inglaterra em 2015 e 2016, passou a integrar o corpo docente internacional da organização Musical Futures (Inglaterra)Pianista e regente do Coral Sinagogal CIM SHALOM da Congregação Israelita Mineira; compostor do Hino do PoderJudiciário do Estado de MG; arranjador do Festival Internacional de Corais (FIC); É integrante dos grupos Duo ConCordas - duo de viola caipira e piano, Grupo Sonorus, Coral da FEA, Coral Pequenos Cantores de Cássia, Coral Petrobras Regap, PetroCoral (SINDIPETRO / MG) e Coral Sinagogal CIM Shalom, nas funções de arranjador, baterista, pianista e regente Wâner Nogueira Silva - Professor instrumentista Graduado pela UFMG em Bacharelado em Música habilitação piano, sob a orientação dos professores Adalmário Pacheco e CelinaSzrvinsk, e tem sua segunda graduação como Bacharel em Música, Habilitação em Música Popular sob a orientação de Cliff Kormantambém na mesma faculdade. Participou de diversas masterclasses com professores do Brasil e exterior, como Alexandre Dossin (Brasil, EUA), Eduardo Monteiro(Brasil), Fany Solter (Brasil/Alemanha), Luís Senise (Brasil), Luís Ascot(argentina), Mirta Herrera (Argentina/Itália), Mika Rannali(Finalândia) entre outros. Participou também de vários festivais como 12º festival Música nas Montanhas, em Poços de Caldas; 11º,13º e 14º Semana de Música de Câmara da FEA, 1º MIMU( Festival Internacional de Uberlândia), do 7º FEMUSC, e do 4º Oregon Pianoem 2019, e do 7º, 8º e 9º Festival de Pelotas. Foi professor de piano no centro de extensão da UFMG (CENEX) e no centro demusicalização infantil da UFMG (CMI). Foi correpetidor do coralinfantil do CMI e arranjador da Orquestra do CMI, além de ter sidointegrante a Geraes Big Band como pianista entre 2011 e 2013.Hácinco anos é professor na Orquestra de Câmara do Sesc. Vitor Dutra Oiveira - Professor instrumentista Graduação em Música - Instrumentos de Corda, Sopro e Percussão - UFMG (2009);Mestrado em Musica - Interpretação Violino - Université de Montreal, UdeM (2014)Aperfeiçoamento em Stage Performance - Ecole Supérieure de Musique Habib Kayaleh, Suiça (2014)Atualmente e professor designado de Violino na Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais e membro da Orquestra de Câmara Musicoop/SESIMINAS Participou dos seguintes Festivais: Festival Orchestrades (França), Oficina de Música de Curitiba, Festival de Música de Campos do Jordão, Festival de Música Antiga e Música Colonial Brasileira de Juiz de Fora. Atuou como solista frente a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica da UFMG, Orquestra de Câmara Sesiminas/Musicoop, Orquestra de Câmara Uni-BH, Orquestra de Câmara do Centro Cultural Pró-Música de Juiz de Fora, Orquestra Ouro Preto e Orquestra de Câmara de Ouro Branco.Festival Orchestrades (França), Oficina de Música de Curitiba, Festival de Música de Campos do Jordão, Festival de Música Antiga e Música Colonial Brasileira de Juiz de Fora Spalla da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, professor de Violino do Centro de Formação Artística da Fundação Clovis Salgado. Rubner de Abreu - Professor instrumentista Músico, formado pela Fundação de Educação Artística (1977-1988).Estudou Composição, Contraponto, Harmonia, Análise, Instrumentação e Orquestração com Mário Ficarelli (1977-1978),Dante Grela (1978-1985) e H. J. Koellreutter (1981-1988). Estudou também Análise e História da Música com Sergio Magnani 1977- 1979), Instrumentação e Orquestração com Oiliam Lanna (1986- 1988), violão com José Lucena Vaz e piano com Maria Rita Bizzotto e Berenice Menegale (1980-1989). Como formação complementar, participou de seminários e festivais em diversos locais do país, nos quais estudou Composição com Roger Reynolds, Ayton Escobar eLindemberg Cardoso, e Regência Coral com Carlos Alberto Pinto Fonseca. Rubner é Idealizador, diretor musical e regente do grupo de música erudita contemporânea Oficina Música Viva.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.