| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04270778000171 | SANTANDER CORRETORA DE SEGUROS, INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 51014223000149 | SANTANDER CORRETORA DE CAMBIO E VALORES MOBILIARIOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
A presente proposta prevê a realização da exposição de artes visuais "Naturezas Imersivas" (título provisório), composta por obras de quatro artistas que investigama utilização de diferentes meios e suportes na arte, para propor novos modos de abordar a natureza e paisagem, de maneira a revelar os modos atuais de "criação" ou de "invenção" na produção artística contemporânea.
não se aplica
Objetivo Geral O principal objetivo do projeto é proporcionar um espaço de reflexão e troca de informações, por meio da experiência artística, sobre a natureza, suas paisagens , potencialidades, e a maneira como nos relacionamos e nos deixamos transformar por esses pontos. Investigar através da produção artística de que forma ainda nos conectamos com esse aspecto da vida. A diversidade de entendimento de espaço e paisagem também nos revela que o clássico dilema natureza versus artifício instaura-se a partir de um determinado modo de se estar no mundo. Acionar o potencial educativo de "Naturezas Imersivas" sensibilizando o público em geral para essas questões. Objetivo Específico - Realizar uma exposição de arte contemporânea, com obras dos artistas: KAtia Macial, Ricardo Siri, a dupla Cantoni-Crescenti e Raquel Kogan, pelo período de 2 meses e meio, no Farol Santander POA.
A partir dos anos 2000, o desenvolvimento das interfaces interativas e dos dispositivos se amplia no campo da arte, proporcionando-nos uma arte do corpo em constante devir, que inclui desde as videoinstalações até as experiências que vêm sendo desenvolvidas com o vídeo interativo — por meio de sensores, joysticks, celulares e na internet - até o deslizamento para uma outra dimensão, trazida pela Realidade Virtual. Segundo Lúcia Santaella "a questão do artista é a aproximação sensível da realidade e este se apodera de diferentes meios a fim de sensibilizar os sentidos humanos". Entre as formas de se fazer arte hoje, cresce o interesse dos artistas no que concerne às relações entre arte e meio ambiente. Para tanto, utilizam os diversos meios como o vídeo, a fotografia, instalações imersivas e sonorização, seja para estimular a participação do público por meio de obras interativas, seja para gerar debates e reflexões ao redor do assunto. A cultura da conectividade nos oferece uma pletora de meios e a arte se torna cada vez mais complexa; seu território deixa de ser nítido para cada vez mais tornar-se difuso, borrar fronteiras e promover associações entre artistas, criadores e pesquisadores de diferentes áreas. Ao abordar a natureza e seus embates entre o natural e o construído, a mostra cria uma série de metáforas que descortinam espaços intersticiais, situados entre realidades simuladas e realidades interpretadas e colocam o espectador diante de um jogo lúdico, ao mesmo tempo que desafiador, perfeitamente acessível à compreensão do público, para uma reflexão que gere consciência a respeito do meio ambiente. A exposição "Naturezas imersivas" explora a utilização de diferentes meios e suportes na arte, para propor novos modos de abordar o meio ambiente, de maneira a revelar os modos atuais de "criação" ou de "invenção" na produção artística contemporânea. A opção por trabalhar com diferentes modos de compreender natureza e paisagem ocorre, de um lado, pela tentativa de abranger problemáticas e tensões que a arte contemporânea contempla a partir de vários cronômetros interiores da expressão artística, os quais inscrevem nas obras aspectos relativos à novas subjetividades do século XXI. De outro lado, a diversidade de entendimento de espaço e paisagem também nos revela que o clássico dilema natureza versus artifício instaura-se a partir de um determinado modo de se estar no mundo. Este modo revela desejos nem sempre explícitos por parte dos criadores, mas abre novas possibilidades de leituras, à medida em que o percurso de uma mostra pode somar olhares diversos e proporcionar novas camadas de interações. Sobre o enquadramento do projeto nos incisos do artigo 1o e nos objetivos do artigo 3o da Lei 8313/91, listamos abaixo as relaço~es do projeto: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores - Divulgar o trabalho dos quatro artistas envolvidos na exposição contribui de forma importante para o fortalecimento do cenário artístico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ja´ em relaça~o aos objetivos do Artigo 3, citamos abaixo aqueles que tem relaça~o com o projeto: II - Fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante / c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante / a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Prevê-se a publicação de um catálogo digital. As definições da espcfificação técnica será acertada na etapa de pré-produção e produção. O catálogo apresentará as obras e textos exibidos na exposição, catálogo bílingue por-ingl
Produto - ExposiçÃoAcessibilidade Física: - A entrada é acessível para pessoas com mobilidade reduzida. / - O prédio possui elevadores, rampas e banheiros adaptados.Deficientes Auditivos: intérprete de LibrasPlataforma de visita virtual com arquivos de audio das obras sonora Contrapartida sociaisAcessibilidade Física: - A entrada é acessível para pessoas com mobilidade reduzida. / - O prédio possui elevadores, rampas e banheiros adaptados.Deficientes Auditivos: intérprete de Libras em atividades voltadas para essa populaçãoDeficientes Visuais: orientadores treinados para conduzir pessoas com deficiência visual na atividade.
As medidas de democratização adotadas pelo projeto são: - Todo o último domingo do mês a visitação é gratuita - Doação de 20% dos ingressos para escolas públicas e estudantes de artes Atendendo ao artigo 21, as seguintes ações serão adotadas: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Serão realizadas 3 visitas guiadas com jovens de escolas públicas;
Proponente - BRAZIMAGE Coordenação Geral e Produção Executiva do projeto (remunerado) A Brazimage é uma empresa que desenvolve projeto culturais desde 2010, atuando na criação, curadoria, gestão, coordenação e consultoria de exposições, publicações e outras atividades ligadas a producão artistica. Trabalha com artistas, curadores, críticos de arte, historiadores, instituicões culturais, patrocinadores públicos e privados. Participa de editais e elabora projetos para as leis de incentivo nas três esferas da administração pública. Acredita no trabalho colaborativo e na transversalidade de linguagens. Sua rede de colaboradores é formada por profissionais de diferentes áreas como: design, gastronomia, artes visuais, fotografia e cinema. Luciana Farias é a sócia - diretora da produtora. Curadoria - Daniela Bousso Daniela Bousso (Cairo, 1 de junho de 1956) é historiadora, crítica e curadora de arte contemporânea e novas mídias. Foi diretora do Paço das Artes e diretora executiva da organização social gestora do Paço das Artes e do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, responsável em 2007 pelo reposicionamento deste último. Graduou-se em Artes Plásticas pela FAAP em 1980. Mestre em História da Arte Brasileira pela Escola de Comunicações e Artes da USP (1992) e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, tendo defendido em 2006 a tese "Metacorpos: a trajetória da subjetividade ao longo de um século", sob orientação de Lucia Santaella. Inicia atividades profissionais na Pinacoteca do Estado de São Paulo, em 1977. Leciona História da arte na FAAP de 1986 a 1989. Começa a trabalhar no Paço das Artes em 1987 e em fevereiro de 1997 torna-se diretora da instituição. Em 2007, assume também a direção do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, atualizando a tipologia “imagem e som” para as novas mídias. Permanece à frente das duas instituições até maio de 2011, quando é demitida por imposição do Secretário Estadual de Cultura Andrea Matarazzo, provocando reação pública contra a interferência do governo de São Paulo na mudança de foco do MIS. Artistas Katia Maciel Artista, poeta, pesquisadora do CNPq e professora titular da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro desde 1994. Publicou, entre outros, os livros Repetir (poemas, 2015), As borboletas voam no escuro: A fotografia de José Oiticica Filho (ebook 2014) Instruções para fimes (e-book org. com Lívia Flores 2013), Poesia e videoarte (com Renato Rezende 2013), ZUN (poemas, 2012), Letícia Parente (com André Parente 2011), O Livro de Sombras (org com André Parente 2010), O que se vê, o que é visto (org. com Antonio Fatorelli, 2009), Transcinemas (Contracapa, 2009), Cinema Sim (Itaucultural, 2008), Brasil experimental: Guy Brett (org 2005), Redes sensoriais (em parceria com André Parente, 2003), O pensamento de cinema no Brasil (2000) e A Arte da Desaparição: Jean Baudrillard (org 1997). Katia Maciel realiza filmes, vídeos, instalações e participou de exposições no Brasil, na Colômbia, no Equador, no Chile, na Argentina, no México, nos Estados Unidos, na Inglaterra, na França, na Espanha, em Portugal, na Alemanha, na Lituânia, na Suécia e na China. Ricardo Siri Artista sonoro e visual, cujo trabalho transita entre a escultura, performance, instalação, fotografia e vídeo. O artista, que vive e trabalha no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, estréia sua individual na Janaina Torres Galeria em 19 de março. Artista múltiplo, herdeiro de uma estética que reúne elementos que vão do surrealismo ao neoconcretismo e arte imersiva, Siri é artífice de uma poética que une arte e vida, onde sons e objetos incorporam conceito, forma, experiência e sonoridade. Cantoni-Crescenti Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, (São Paulo, SP) pesquisam e desenvolvem instalações imersivas e interativas. Desde 2005, entre outras mostras, a dupla participou do Ars Electronica; do The Creators Project; dos festivais Glow e STRP; do Espacio Fundación Telefônica; do Copenhagen Contemporary Art Festival; do Itaú Cultural; do FILE; do Zeebrastraat; do Mois Multi; do thingworld. International Triennial of New Media Art 2014 Beijing; Ruhrtriennale 2014. Em 2014 receberam o prêmio Itaú Cultural por VOZ, em 2010 os prêmios VIDA 13.2 por FALA e menção especial do Prix Ars Electronica para TÚNEL. Os conhecimentos de computação gráfica destes artistas instauram uma discussão que gira ao redor de como implementar conceitos abstratos de espaço. Seu objetivo maior é trazer, à percepção sensível, os conceitos de espaço tempo, levando em conta o corpo como interface para um dado ambiente e seus limites. Rejane Cantoni Artista. Possui 02 Post-Ph.D. em Artes, pela Universidade de São Paulo, Brasil; 01 Doutorado e 01 Mestrado em Comunicação e Semiótica pela Universidade Católica de São Paulo, Brasil e 01 Mestrado do Programa de Estudos Superiores de Sistemas de Informação pela Universidade de Genebra, Suíça. Foi vice diretora de faculdade e professora da Faculdade de Matemática, Física e Tecnologia da Universidade Católica de São Paulo. Leonardo Crescenti Artista e arquiteto graduado pela Universidade de São Paulo, Brasil. Desde 1978 investiga e desenvolve projetos em várias mídias e suportes. Como diretor, realizou 13 curta metragens obtendo varias premiações e participações nacionais e internacionais, inclusive 3 participações na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes. Raquel Kogan Artista multimídia, gravadora, pintora. Raquel Tasny Kogan forma-se arquiteta na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Mackenzie, em 1978. Inicia seu trabalho artístico com pintura e gravura. Em 1996, realiza sua primeira individual, 20x20x240, na Mônica Filgueiras Galeria, São Paulo, apresentando 240 peças de madeira de 20 x 20 cm, com as quais cria uma espécie de livro aberto em que figuram grafismos e números, tema constante em seu trabalho. Expõe pinturas e gravuras em coletivas de diversos países. Em 1999, monta sua primeira instalação, um objeto que é gradualmente formado por parafina durante a exposição, na Capela do Morumbi, em São Paulo. Em 2002, Raquel Kogan é premiada pelo Rumos Transmídia Itaú Cultural e começa a se consagrar como artista multimídia. No ano seguinte, executa a instalação #Reflexão1 que tem como desdobramentos #Reflexão2 (2005) e #Reflexão3 (2006), e é apresentada no Itaú Cultural; na Ciber@rt 2004 do Festival de Novas Tecnologias+Arte e Comunicação de Bilbao, na Espanha; e no Zentrum für Kunst und Medientechnologie (ZKM), Karlsruhe, Alemanha. Raquel direciona sua pesquisa artística para a interação, utilizando-se de recursos multimídia. Cria a instalação on-line sidespecific (2006), a videoinstalação Mov_ving (2007) e 5'22", uma ilustração sonora da peça musical 4'33" do compositor norte-americano John Cage (1912), apresentada na 7ª Bienal do Mercosul, em 2009.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.