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Montagem e apresentação, além de um debate público do espetáculo "A Ponte e a Água de Piscina"com texto de Alcides Nogueira.O projeto lança questões de extrema urgência para as relações sociais na atualidade. Este projeto trás, de maneira extremamente poética, a situação de personagens que não conhecem a água. E se estamos hoje pensando seriamente sobre a escassez de água no planeta acreditamos que levantar essa reflexão através da arte se faz completamente pertinente.
Com um texto ácido e altamente poético de Alcides Nogueira, o projeto A Ponte e a Água de Piscina lança questões de extrema urgência para as relações sociais na atualidade. Seja através de uma guerra incessante que ele propõe em sua trama, seja por explorar de maneira profundamente pertinente a relação familiar de dominação e aniquilamento das subjetividades, o autor propõe um jogo cênico que explode a ideia de causa e consequência. Dessa forma, além das questões temáticas, o projeto trás em sua estética um questionamento da ideia de verdade ou mentira e através de muitas alegorias coloca em debate temas muito atuais como a religião, o aborto e a crise da água no planeta. Através de pequenos monólogos e com diálogos ágeis e cheios de comicidade, a história se desenvolve com fluidez trazendo para o espectador muitas perguntas e deixando sempre as lacunas abertas ao entendimento individual, o que tira de sua narrativa qualquer cunho panfletário, maniqueísta ou agressivo. Dessa forma, cabe ao espectador formar suas opiniões, afinidades ou negações ao que é proposto. Um lugar ermo. Árido em sua solidão. Mãe e filha vivem o vazio de uma guerra incessante. A falta de água e a dominação materna fazem de Pia uma menina triste. Com o surgimento de Nil a relação das duas passa por uma reviravolta. Amor, sexo, loucura, traição e desejo permeiam a trama desenvolvida por Alcides Nogueira. Com um texto que não se fecha numa linearidade lógica A Ponte e a Água de Piscina trás a história de três personagens perdidos em sua loucura lúcida. Com um humor ácido e relações extremamente instigantes o texto conta uma história atemporal, cheia de surpresa e poesia, deixando o público escolher em qual realidade acreditar. A montagem com estreia prevista para o segundo semestre de 2017 ganha a assinatura de João das Neves na direção e trás no elenco Françoise Forton, Beatriz Campos e Jarbas Albuquerque.
O projeto A Ponte e a Água de Piscina apresenta os seguintes objetivos: Objetivo Geral: • Levantar questões pertinentes para as relações humanas nos tempos atuais, através de uma encenação atemporal e poética. • Oferecer ao público a possibilidade de identificação e reflexão sobre temas de relevância como: religião, aborto e a crise da água no planeta. • Levantar, em cena, a discussão sobre a loucura e o modus operandi da sociedade contemporânea, tendo em vista principalmente as relações familiares. Objetivo Específico: • Realizar, no segundo semestre de 2020, 16 apresentações do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro (de sexta a domingo) e 08 apresentações na cidade de São Paulo (sábados e domingos). Se estimarmos a lotação completa, esperamos atingir um público de 3.200 espectadores no Rio de Janeiro e 1.600 para São Paulo. • Oferecer ao público um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o Teatro brasileiro.
Por que montar um texto teatral? Qual a real necessidade ou eficiência de uma proposta como essa? Talvez a resposta concreta a essas perguntas esteja na ideia de atemporalidade. O texto A ponte e a água de piscina de Alcides Nogueira tem em si uma atemporalidade que trás a tona questões totalmente atuais a respeito da sociedade e de um modus operandi existente nas relações familiares. O Teatro tem como uma de suas características essenciais a efemeridade. O espetáculo teatral acontece numa relação artesanal de encontro entre obra e público. Isso gera em si uma particularidade, pois mesmo em tempos de tecnologia e possibilidades de registro, o Teatro acontece de fato no ato presente em si. Na ação dos atores em comunicação com o público. Diante dessa reflexão surge uma pergunta: o que fica materialmente após um espetáculo teatral? Se na pintura temos o quadro, na literatura um livro, no teatro fica além das sensações: o texto teatral. Esse consegue atravessar gerações, ser estudado, negado ou afirmado e ainda remontado. O chamado teatro contemporâneo tem como dispositivo muitas possibilidades. Desde atos performativos ou pesquisas cênicas de cada diretor. Nesse projeto temos como interface primeira o texto A Ponte e a água de piscina, que ganha a experiência e sabedoria de João das Neves que certamente trará para a cena a máxima potência de cada personagem, de cada diálogo e de cada imagem proposta, gerando com isso um espetáculo que busca acessar toda e qualquer pessoa nas suas mais íntimas questões, na sua comicidade ou nos seus dilemas sociais e urbanos. A Ponte e a Água de Piscina trás, de maneira extremamente poética, a situação de personagens que não conhecem a água. E se estamos hoje pensando seriamente sobre a escassez de água no planeta acreditamos que levantar essa reflexão através da arte se faz completamente pertinente. O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8.313/91, incisos I e III: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto de manisfestações culturais e seus respectivos criadores. Art. 3º da Lei 8.313/91, inciso II letra "e": II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
O projeto A Ponte e a Água de Piscina não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial. O projeto A Ponte e a Água de Piscina pretende realizar apresentações em espaços privados. O proponente do projeto A Ponte e a Água de Piscina será remunerado através do item “atriz”. O espetáculo A Ponte e a Água de Piscina não prevê exposição temporária ou acervo. Declaramos que o espetáculo A Ponte e a Água de Piscina não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes. Declaramos que o proponente do projeto A Ponte e a Água de Piscina se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.
O projeto A Ponte e a Água de Piscina não apresenta propostas de edição de livros, revistas ou periódicos. O projeto A Ponte e a Água de Piscina não apresenta propostas de cursos ou workshops em seu plano de execução.
O projeto A Ponte e a Água de Piscina pretende promover a acessibilidade de pessoas com deficiência, através da realização do espetáculo em espaços culturais devidamente equipados com rampas e sinalizações. Faremos 2 apresentações com tradução em libras. (intérprete em libras), podendo ser ambas no Rio de Janeiro, ou uma no Rio de Janeiro e a outra em São Paulo.
O projeto A Ponte e a Água de Piscina pretende contribuir com o processo de formação de plateia e democratização do acesso ao espetáculo por meio de ações sociais em parceria com as Secretarias de Educação do Rio de Janeiro e de São Paulo. A intenção é disponibilizar uma cota específica de ingressos para alunos e professores da Rede Pública de Ensino; lembrando que o poder transformador da cultura está presente em ações que enxergam na arte um caminho para a cidadania. A produção se compromete ainda em realizar, gratuitamente para o público em geral, um ensaio aberto e gratuito em fase anterior à estreia; além do debate com o público na cidade do Rio de Janeiro, conf. IN nº 2, art. 21, inciso V. Um debate após a apresentação do espetáculo ou em dia alternativo, com a atriz Françoise Furton, com um dos temas que envolve uma produção teatral . EX: criação, cenário, figurino, iluminação, sonorização, montagem e desmontagem, etc... o tema será escolhido na ocasião da montagem. Conf. art. 21 da IN nº 2, inciso V.
Segue abaixo a ficha técnica do espetáculo A Ponte e a Água de Piscina com os currículos dos principais participantes: Proponente/representante legal da instituição - Função - Atriz (Françoise Forton) Barata Comunicação - Função - Produção e Assessoria de Imprensa Alcides Nogueira - Função - Direitos Autorais de texto João das Neves - Função: Direção Beatriz Campos e Jarbas Albuquerque - Função - Atores Mini Currículo: Texto – Alcides Nogueira Alcides Nogueira é telenovelista e premiado dramaturgo brasileiro. Dentre seus últimos trabalhos em teatro, podem-se destacar: A Javanesa, A Cabeça II, Abzoluta, À Putanesca, A Cabeça, Pólvora e Poesia, Ventania, As Traças da Paixão, Florbela, Antares, Ópera Joyce, entre outros. Na TV escreveu I Love Paraisópolis, O Astro, Ciranda de Pedra, As Filhas da Mãe, Força de um Desejo, entre outras. Direção – João das Neves João das Neves é diretor, dramaturgo, ator e escritor. Mantem-se em atividade teatral de maneira permanente, com passagem pelos Centros Populares de Cultura e pelo Teatro Opinião. Dentre suas principais encenações estão: As Santinhas e os Congadeiros, Besouro Cordão de Ouro, Galanga Chico Rei, A Farsa da Boa Preguiça, Aos Nossos Filhos e Madame Satã. Atriz – Françoise Forton Completando 50 anos de carreira, em cartaz com o musical Um Amor de Vinil, a atriz ao longo de sua trajetória artística participou de 45 peça, 32 novelas e 09 longas metragens. Atriz – Beatriz Campos Formada pela CAL em interpretação teatral, também cursou Moda e Educação Artística na Faculdade de Belas Artes e na USC, respectivamente. Trabalha como atriz, diretora e figurinista, tendo duas indicações de melhor figurino em festivais. No teatro trabalhou com diretores conceituados como Amir Haddad e Luiz Furlanetto. Tem como principais trabalhos: "Entre quatro paredes " de Jean Paul Sartre com a personagem Estelle - com a qual ganhou prêmio de melhor atriz no FETUSC; o denso monólogo "A paixão segundo GH" de Clarice Lispector, até peças infantis como "João e Maria", "O rei leão " e "O gato de botas ". No cinema participou em "Flores Raras", de Bruno Barreto, como cantora interpretando "Sábado em Copacabana", uma das músicas que compõem a trilha do longa. Na Tv apresentou o programa "+ TV" pela rede Record e algumas participações como atriz em telenovelas e webseries. Ator – Jarbas Albuquerque Pernambucano de Recife mora no Rio de Janeiro desde 1999. Artista pesquisador atua em áreas diversas do campo teatral. Seu último trabalho como ator é o espetáculo Consertam-se Imóveis, de Keli Freitas e direção de Cyntia Reis no Espaço Sesc – Abril 2015. Principais trabalhos: “O que você gostaria que ficasse” do Brecha Coletivo que tem texto e direção de Miguel Thiré e cumpriu temporada no Espaço Sesc em Março de 2012 e no Teatro Maria Clara Machado – Planetário Maio (2012). “Alguém me viu por aí?” em que assina texto, atuação e concepção, espetáculo “Primeira Noite, não se apaixone por mim” do escritor Russo Fiódor Dostoiévski com direção de Thierry Tremouroux, “A ver Estrelas” de João Falcão e direção de Magdale Alves, "Minha Vida de Solteiro", de Neil Simon. Direção: Ricardo Trindade no Teatro Maison de France RJ e Teatro Cultura Artística SP, entre outros. Como diretor estreou no dia 20 de Julho de 2013 o espetáculo “Duas Mulheres e um Cadáver” de Patrícia Melo. Produção e Assessoria de imprensa – Barata Comunicação - ESTÚPIDO CUPIDO – 2015 – direção Gilberto Gawronski – com Françoise Forton, Aloísio de Abreu e grande elenco. - IVON CURI – 2015 – direção Lúcio Mauro Filho e Danilo Watanabe – com Fernando Ceylão e Leonardo Wagner. - JIM MORRISON – 2013/ 2014/ 2015 - direção Paulo de Moraes – com Eriberto Leão e Renata Guida. - A VINGANÇA DO ESPELHO - A História de Zezé Macedo – 2013 - direção Amir Haddad – com Betty Gofman, Mouhamed Harfouch e grande elenco. - NÓS SEMPRE TEREMOS PARIS – 2013 / 2014 - direção Jacqueline Laurance – com Françoise Forton e Aloísio de Abreu. - JAZZ DO CORAÇÃO – 2014 – direção Delson Antunes – com Françoise Forton e Aline Peixoto. - ZÉ TRINDADE – 2014 - A última Chanchada – direção João Fonseca – com Paulo Mathias Jr., Alice Borges e grande elenco. - A GAROTA DO BIQUÍNI VERMELHO - 2013 – direção Marília Pêra – com Regiane Alves, Theresa Amayo e grande elenco. - DOCE DELEITE – 2008 - direção: Marília Pêra – com: Reinaldo Gianecchine e Camila Morgado - BRINCANCO EM CIMA DAQUILO – 2007/2008 - direção: Otávio Muller – com: Débora Bloch - FALA BAIXO SENÃO EU GRITO – 2007 - direção: Paulo de Moraes – com: Ana Beatriz Nogueira e Eriberto Leão - SENHORA MACBETH – 2007 – direção: Antonio Abujamra – com: Marilia Gabriela e outros - HEDDA GABLER – 2006/2007 – direção: Walter Lima Jr – com: Virginia Cavendish, Joelson Medeiros, Luciano Chirolli e outros - RITA FORMIGA – 2006/2007 – texto e direção de Domingos de Oliveira – com: Guta Stresser e Claudio Tizo - ALTA TENSÃO – 2006 – texto e direção de Heloisa Perissé – com: Marcia Cabrita, Bruce Gomlevsky e outros - O RIM – 2005/2006 – direção: Elias Andreato – com Carolina Ferraz, Marcelo Serrado, Heitor Martinez e Ivone Hoffmann - NO RETROVISOR – 2005 – direção: Mauro Mendonça Filho – com: Otávio Muller e Marcelo Serrado - ESSE ALGUEM MARAVILHOSO QUE EU AMEI – 2004/2005 – direção: Aloísio de Abreu – com: Marcelo Serrado e Natália Lage - AMOR EM TEMPOS DE GUERRA – 2004 - com: Maria Padilha, José Mayer e outros – Participação Especial: Afro Reggae e Adriana Calcanhotto - ZASTROZZI – 2003/2004 – direção: Daniel Herz - com Selton Mello e outros - SELVAGEM COMO O VENTO – 2002 – direção: Denise Stoklos - com: Carolina Ferraz - MÃO NA LUVA – 2001/2002 – direção: Amir Haddad - com: Maria Padilha e Pedro Cardoso - ESPLÊNDIDOS – 2000/2001 – com: Nélson Xavier, Dan Stulbach, Gabriel Braga Nunes - PRÊMIO GOVERNADOR DO ESTADO - melhor iluminação e PRÊMIO SHELL - melhor - AS TRÊS IRMÃS – 1999/2000 - com: Maria Padilha, Cláudia Abreu, Júlia Lemmertz e outros - VENTANIA – 1998/1999 – direção: Gabriel Vilela - com: Silvia Buarque, Malu Valle, Eriberto Leão e outros - PRÊMIO MAMBEMBE - melhor espetáculo
PROJETO ARQUIVADO.