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PRONAC 201818Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Projeto Galeano, Latino Americano

MAROLA EDICOES MUSICAIS LTDA
Solicitado
R$ 991,1 mil
Aprovado
R$ 991,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-09-04
Término
2023-09-04
Locais de realização (6)
Fortaleza CearáSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Projeto cultural na área das artes cênicas, voltado para o público jovem e adulto, que prevê a montagem e temporadas de apresentações abertas ao público, de uma peça teatral intitulada "Projeto Galeano, Latino Americano", com texto e dramaturgia de Aderbal Freire Filho, a partir de fragmentos de escritos do uruguaio Eduardo Galeano, retirados de diversas obras do autor.

Sinopse

A peça teatral “Projeto Galeano, latino americano” tem como tema central a história da América Latina. O espetáculo convida para uma viagem, que começa nas origens dos tempos, nas civilizações riquíssimas que nos antecederam, passa pelas praias das Bahamas, onde a bota de Colombo pisou pela primeira vez a América. Segue para Patosí, cruza o Canal do Panamá, a Terra do Fogo. As terras desta viagem são reais e sonhadas, como o Paraíso Terrestre, que, segundo sábios e acadêmicos de tempos passados, estaria em algum lugar da América, cercado pelos Rios Orinoco, Madalena e Amazonas. A narrativa cênica atravessa por muitos caminhos, conta infinitas histórias, apresenta personagens inumeráveis, como conquistadores, ditadores, mercadores de escravos. Classificação indicativa - 14 anos.

Objetivos

Objetivos 1 - Objetivos gerais 1.1) Realizar temporadas de apresentações abertas ao público em geral, de um espetáculo de teatro intitulado "Projeto Galeano, Latino Americano", que tem como tema geral a história da América Latina, a partir do olhar de Eduardo Galeano, autor extraordinário, reconhecido e traduzido no mundo todo, com texto, dramaturgia e direção cênica de Aderbal Freire Filho. A peça contará com elenco formado por sete atores, entre eles já definidos: Gillray Coutinho, Kadu Garcia, e Orã Figueiredo. Os outros 4 artistas serão definidos oportunamente. Destacamos que este espetáculo foi apresentado em 2019 no Uruguai, no Teatro El Galpón. A peça foi escrita especialmente para ser encenada pela Institución Teatral El Galpón, na ocasião das comemorações dos seus 70 anos de fundação. Aderbal Freire Filho, que já possui uma parceria antiga com o El Gálpon, foi convidado para desenvolver o texto, conceber o projeto e a direção cênica. Em 2020, Aderbal Freire Filho apresentará a encenação em produção brasileira da Marola Edições Musicais. 2 - Objetivos específicos 2.1) Realizar apresentações do espetáculo "Projeto Galeano, Latino Americano" nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, São Luiz e Recife, segundo detalhamento a seguir: São Paulo _ 8 (oito) semanas de temporada, com três sessões semanais, totalizando 24 (vinte e quatro) apresentações, em teatro de médio porte, que será definido oportunamente, estimativa de público de 4.800 (quatro mil e oitocentos) espectadores; Rio de Janeiro _ 4 (quatro) semanas de temporada, com quatro sessões semanais, totalizando 16 (dezesseis) apresentações, em teatro de médio porte, que será definido oportunamente, estimativa de público de 3.200 (três mil e duzentos) espectadores; Belo Horizonte _ 02 (duas) apresentações, em teatro de médio porte, que será definido oportunamente, estimativa de 1.200 (um mil e duzentos) espectadores; Fortaleza _ 02 (duas) apresentações, em teatro de médio porte, que será definido oportunamente, estimativa de 1.200 (um mil e duzentos) espectadores; São Luiz - 02 (duas) apresentações, em teatro de médio porte, que será definido oportunamente, estimativa de 1.200 (um mil e duzentos) espectadores; Recife - 02 (duas) apresentações, em teatro de médio porte, que será definido oportunamente, estimativa de 1.200 (um mil e duzentos) espectadores; Em números gerais, o projeto prevê a realização de 48 (quarenta e oito) apresentações, com estimativa de público de 12.800 (doze mil e oitocentos) espectadores ao longo das temporadas; 2.2) Promover o encontro entre o público brasileiro e a obra literária de Eduardo Galeno, através do olhar artístico do encenador brasileiro Aderbal Freira Filho; 2.3) Contribuir para o enriquecimento cultural brasileiro, ao oferecer um espetáculo teatral de qualidade inquestionável, que investe na promoção de parcerias artísticas com nossos países vizinhos, apostando nas trocas entre artistas brasileiros e sul americanos; 2.4) Gerar trabalho temporário para artistas, técnicos e demais profissionais relacionados às atividades artísticas e culturais no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento de nossa indústria criativa. 2.5) Realizar uma ação de contrapartida social, com caráter formativo que prevê a realização de quatro apresentações gratuitas e exclusivas para estudantes universitários e/ou de ensino médio, matriculados nas redes públicas ligadas aos governos federal e/ou estadual e/ou municipal dos locais onde serão realizados, com bate papo com diretor e elenco ao final da apresentação, atendendo à 1.000 alunos.

Justificativa

A solicitação de apoio ao Ministério do Turismo / Secretaria Especial de Cultura para o projeto "Projeto Galeano, Latino Americano", visando benefícios da Lei Federal de Incentivo à cultura, justifica-se pelo exposto nas próximas linhas. "Projeto Galeano, Latino Americano" é um projeto artístico-cultural aberto ao público em geral, com previsão de acesso através de venda e distribuição gratuita de ingressos; além de medidas de acessibilidade. Dessa forma está de acordo com o Artigo 1 _ inciso "I" da Lei 8.313/91 que diz: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto "Projeto Galeano, Latino Americano" prevê a apresentação de um espetáculo de teatro com texto elaborado pelo dramaturgo e diretor teatral brasileiro Aderbal Freire Filho, a partir de fragmentos de escritos do autor uruguaio Eduardo Galeano, que tem como tema geral a história da América Latina. Desta forma está de acordo com o Artigo 1 - inciso III da Lei 8.313/91 que diz: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", inciso VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, inciso VIII - "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", e inciso IX - "priorizar o produto cultural originário do País". O projeto "Projeto Galeano, Latino Americano" tem por finalidade, em acordo com o Artigo 3 da Lei 8313/91, o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas; o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante à distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Estes propósitos do projeto, acima detalhados, estão de acordo com o Artigo 3 - Inciso II - linhas "c" e "e" - Inciso IV - linha "a" da lei 8313/91.

Especificação técnica

O projeto "Projeto Galeano, Latino americano" tem como produto um espetáculo de teatro, em ato único, com duração de 100 minutos, classificação indicativa 14 anos, com utilização de cenografia, figurinos, adereços e objetos de cena, todos produzidos a partir de materiais diversos, especialmente criados para a montagem. O projeto "Projeto Galeano, Latino Americano" tem como produto da contrapartida social a realização de 04 (quatro) apresentações gratuitas excluisvas para alunos universitários e/ou do ensino médio, matriculados nas redes públicas de ensino do governo federal e/ou estadual e/ou municipal, das cidades onde serão reaizadas as apresentações.

Acessibilidade

Em atendimento ao Capítulo IV – da acessibilidade, democratização, do acesso e das ações complementares, seção I, da acessibilidade, artigo 18, da IN nº 02 de 23 de abril de 2019, informamos que serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade: "Projeto Galeano, Latino Americano" quanto à acessibilidade física: - Para a realização das temporadas de apresentações abertas ao público, o proponente se compromete à optar por teatros e/ou salas de apresentação que ofereçam infraestrutura e condições adequadas para atendimento aos portadores de necessidades especiais motoras. "Projeto Galeano, Latino Americano" quanto à acessibilidade de conteúdo: - Contratação de intérprete de libras, oferecendo a opção de tradução em libras em 01 sessão de cada uma das cidades previstas no projeto, totalizando 05 sessões com tradução em libras. - Destacamos que todos os custos relacionados às medidas de acessibilidade foram incluídos no orçamento físico e financeiro, e que em todo o material de promoção e divulgação do projeto haverá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Capítulo IV, Seção II Da Ampliação do Acesso - artigo 20 da IN nº 02 de 23 de abril de 2019, informamos que será adotado o seguinte plano de distribuição: - Doação de 20% da lotação, em todas as apresentações, para público de baixa renda que não possui recursos para comprar ingressos, através de parcerias com ONGs e Instituições regularmente estabelecidas, que atuem junto à parcela da população menos favorecida, com atividades de caráter educativo-sócio-cultural. Em atendimento à Seção II Da Ampliação do Acesso - artigo 21 da IN nº 02 de 23 de abril de 2019 informamos que será adotada a seguinte medida de ampliação de acesso: - Captação de imagens do espetáculo, e sua veiculação através de acesso gratuito da internet – canal youtube, após o término das apresentações.

Ficha técnica

Texto – ADERBAL FREIRE FILHO a partir de fragmenos de escritos de EDUARDO GALEANO Direção Artística – ADERBAL FREIRE FILHO Cenário – DANTE ALFONSO (criador do cenário na montagem realizada com o El Galpón no Uruguai) Figurino – NELSON MANCEBO (criador dos figurinos na montagem realizada com o El Galpón no Uruguai) Direção musical – FERNANDO CONDON (criador da direção musical na montagem realizada com o El Galpón no Uruguai) Iluminação – EDUARDO GUERRERO (criador da iluminação na montagem realizada com o El Galpón no Uruguai) Direção de produção - DADÁ MAIA Proponete e Coordenador do projeto / coordenador financeiro - MAROLA EDIÇÕES MUSICAIS (Empresa produtora e proponente do projeto é responsável pela gestão geral, administrativa e financeira do projeto, com remuneração prevista no item Coordenação do projeto, na pré-produção, e item coordenação financeira, na administração do projeto.) Elenco: ORÃ FIGUEIREDO GILLRAY COUTINHO KADU GARCIA (os outros 4 atores serão definidos oportunamente) CURRÍCULOS: ADERBAL FREIRE FILHO (Dramaturgo e diretor artístico) É autor, diretor e ator de teatro. Criou o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo e suas pesquisas sobre expressão dramática e narrativa têm sua síntese na trilogia de romances que encenou. Ganhou os prêmios Molière, Golfinho de Ouro, Shell, Mambembe, APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), APTR, Florencio (no Uruguai), entre outros. Em 2009, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, no grau de Cavaleiro. Entre seus espetáculos, dirigiu: “Hamlet”, “Macbeth”, “As you like it”, “Timon de Atenas” – todos de William Shakespeare; “Tio Vania” de Tchekhov; “Casa de boneca” de Ibsen; “O congresso dos intelectuais” e “Na selva das cidades” ambos de Brecht; “A morte de Danton” de Buchnner; “As fenícias” de Eurípides. Dirigiu também peças de muitos autores brasileiros como: Nelson Rodrigues: “Senhora dos Afogados”; Oduvaldo Vianna Filho: “Corpo a corpo”, “Moço em estado de sítio”, “Mão na Luva” e “O último combate do homem comum”; Alcione Araújo, Mário Prata, Roberto Athayde, Geraldo Carneiro, Leilah Assunção, Flávio Márcio, José Antonio de Souza e muitos mais. Encenou os romances “A mulher carioca aos 22 anos” de João de Minas; “O que diz Molero” de Dinis Machado; “O púcaro búlgaro” de Campos de Carvalho e “Moby Dick” de Melville. Entre as peças de sua autoria encenadas: “O tiro que mudou a história” em parceria com Carlos Eduardo Novaes, “No verão de 96...”, “Xambudo”, “Isabel”, “Cãocoisa e a coisa homem”, “Depois do filme”. Dirigiu, entre muitos outros, as atrizes e atores Marilia Pêra, Marieta Severo, Andrea Beltrão, Renata Sorrah, Yara Amaral, Fernanda Torres, Debora Bloch, Marilia Gabriela, Wagner Moura, Marco Nanini, Paulo José, Claudio Marzo, Mateus Solano, Diogo Vilela, Daniel Dantas, Chico Diaz, Otávio Augusto, José Mayer, Tonico Pereira, Luiz Mello e muitos mais. Fora do Brasil, dirigiu espetáculos em Buenos Aires, Montevidéu, Amsterdam, Madri e Lisboa. Professor da Faculdade de Letras, da UFRJ, de 1986 a 2001, coordenou a comissão que criou o curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação desta universidade. Foi membro do Conselho Diretor do Festival Ibero- americano de Teatro, de Cádiz, Espanha, de 1992 a 1999. É Conselheiro-Diretor da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais. É autor de prólogos para edições de peças e estudos de teatro: “Estudos sobre teatro”, de B. Brecht, Ed. Nova Fronteira; “Obras completas”, de Nelson Rodrigues, Ed. Nova Fronteira; “O amor do soldado”, de Jorge Amado, Cia. Das Letras, entre outros; e de artigos em revistas nacionais e estrangeiras “Teatro e Storia”, Universitá di Roma, Itália; “7 Caminos Teatrales”, Universidad de Guanajuato, México; “Revista Celcit”, Buenos Aires, Argentina, entre outras. Seus espetáculos mais recentes são: “Incêndios”, de Wajdi Mouawad; “A paz perpétua”, de Juan Mayorga; “Céus”, de Wajdi Mouawad; “La palavra progreso en boca de mi madre sonaba tremendamente falsa”, de Matei Visniec, “Proyecto Galeano, latinoameriano” de Adebal Freire Filho, ambos com o Teatro El Galpón, de Montevidéu, Uruguai. Aderbal foi o homenageado especial da edição de 2019 do Prêmio Shell – RJ. Gillray Coutinho (elenco) Ator, autor, diretor de teatro e produtor cultural. Em teatro, participou de mais de trinta espetáculos, entre eles: “A paz perpétua” de Juan Mayorga com direção de Aderbal Freire Filho (2016); “Vianinha conta o último combate do homem comum” de Oduvaldo Vianna Filho com direção de Aderbal Freire Filho (2014); “Jacinta” de Newton Moreno com direção de Aderbal Freire Filho (2012); “As Polacas - Flores do Lodo” com texto e direção de João das Neves (2011); “Hamlet” de William Shakespeare com direção de Aderbal Freire Filho (2008): “O Púcaro Búlgaro” de Campos de Carvalho com direção de Aderbal Freire Filho (2006), “Estatuto de Gafieira” de Ana Velloso e Vera Novello com direção de Aderbal Freire Filho (2005); “O Que Diz Molero” de Dinis Machado com direção de Aderbal Freire Filho (2003); “Luzes da Boemia” de Ramón del Valle-Inclán com direção de Aderbal Freire Filho (2000); “Bugiaria” com direção de Moacir Chaves (2001); “A mulher carioca aos 22 anos” de João de Minas com direção de Aderbal Freire Filho, entre outras. Dirigiu e atuou em textos de sua autoria: “Blues- Uma Fantasia em Três Quadros” (1999), “Novas Histórias do Paraíso” (1996), “Dança do homem com a Mala e Outras Histórias Escolhidas” (1995). Coleciona inúmeros trabalhos em novelas, séries e minisséries para televisão, em canais abertos e a cabo – “Impuros” (Fox Premium, 2019/20); “Zona do Agrião” (Canal Multishow, 2012/11); “Filhos da Pátria” (2019); “Magnífica 70” (2015/17); “Fantástico” (2008/09); “JK” (2006); “Mandrake” (2005); “Éramos Seis” (2020); “Cordel Encantado”, “Amor Estranho Amor”, “Malhação”, “A Grande Família”; “A Diarista”; “Cabocla”; “Da Cor do Pecado”; “Kubanakan”; “Como Ser Solteiro no Rio de Janeiro”, entre outros. Participou de mais de trinta filmes, entre eles: “A Vida invisível” – filme selecionado para a mostra oficial do Festival de Cannes, 2019 e como representante brasileiro para o Oscar nesse mesmo ano ; “Pérola”; “Tudo por um pop star”; “Ricos de amor”; “Qualquer gato”; “Reflexões de um Liquidificador”; “Os Normais 2”; “Bonitinha, mas ordinária”; “Meu nome não é Johnny”; “Mais uma vez amor”. Como produtor cultural, gerenciou a turnê de “O Púcaro Búlgaro” para o Programa BR de Cultura, participou da criação do Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, fundou Companhia do Paraíso, atuou na coordenação de ocupação dos teatros Carlos Gomes, Gláucio Gill e Ziembinski para a Rede Municipal de Teatros do Rio de Janeiro e na produção e realização da 2ª Festa Internacional de Teatro de Angra (FITA). Além de ter encenado algumas de suas peças com a Companhia do Paraíso, colaborou, com roteiros e argumentos para os programas “Zona do agrião” (2012), “Você decide” (2000) e “Os Normais” todos da Rede Globo de Televisão. Recebeu os Prêmios Eletrobrás/2006 e Qualidade Brasil (2007) por sua atuação em “O Púcaro Búlgaro”. Também foi indicado para o Prêmio Shell/2006 como melhor ator pelo mesmo espetáculo. Recebeu uma indicado na categoria Elenco para o Prêmio Questão de Crítica/2015 por “Vianinha conta o último combate do homem comum”. Kadu Garcia (elenco) Ator. Pós-Graduação em Docência do Ensino Superior – Centro Universitário da Cidade – UniverCidade -2012 / 2011. Licenciatura Plena em Educação Artística – Habilitação em Artes Cênicas – UNIRIO – 1997 / 2004. Trabalhos realizados no teatro, como ator: “Solo” de Fabrício Branco com direção de Vinicius Arneiro (desde 2019), “Sobre o que não sabemos” do coletivo Roda Gigante com direção de Denise Stutz (desde 2018), “Procópio” de Carla Faour com direção de Dani Barros (desde 2018), “A Paz perpétua” de Juan Mayorga com direção de Aderbal Freire-Filho (2015 – 2016), “Galápagos” de Renata Mizrahi com direção de Isabel Cavalcanti (desde 2014), “Vianinha conta o último combate do homem comum” de Oduvaldo Vianna Filho com direção de Aderbal Freire-Filho (desde 2014), entre inúmeras outras montagens. Ainda no teatro, dirigiu as peças: “Coisas que não tem depois” – prática de montagem da turma de sexto período do curso de bacharelado em atuação da UniverCidade – 2010, “Homem de barros” – da obra de Manoel de Barros – 2005 – Rio de Janeiro, e Palco Giratório – 2006 – Brasil, “Confabulando” atuou como assistente de direção – Faculdade UniverCidade – Novembro e Dezembro de 2004. Rio de Janeiro. Na televisão participou das novelas “Deus slave o rei” e “A dona do pedaço” ambas na Rede Globo de televisão. No cinema atuou em: “Homem Onça” longa metragem com direção de Vinicius Reis, “Minha mãe é uma peça 3” longa metragem com direção de Susana Garcia, “O poste” curta metragem com direção de Gabriela Giffoni e Lucas Abreu. Orã Figueiredo (elenco) Ator de teatro, cinema e televisão. Estreou profissionalmente no teatro na montagem “Os melhores anos de nossas vidas” com texto e direção de Domingos de Oliveira (1986). Em teatro destacamos os seguintes trabalhos: "Deus da Carnificina" de Yasmina Reza com direção de Emílio de Mello (2010), "O que diz Molero" de Dinis Machado com direção de Aderbal Freire Filho (2003), por este trabalho recebeu o Prêmio Shell na categoria de melhor ator, “Eu e meu guarda-chuva" de Hugo Possollo com direção de Maurício Farias (2002), por este trabalho recebeu uma indicação para prêmio Maria Clara Machado na categoria de melhor ator, "Bugiaria" texto e direção de Moacir Chaves (1999), "O doente imaginário" de Molière com direção de Moacir Góes (1996), " Torre de Babel" de Fernando Arrabal com direção de Gabriel Vilela (1995), "O tiro que mudou a história" de Carlos Eduardo Novaes com direção de Aderbal Freire Filho (1991), "A mulher carioca aos 22 Anos" de João de Minas com direção de Aderbal Freire Filho (1990), "A geração Trianon" de Ana Maria Nunes com direção de Eduardo Wotzik (1989), entre outros. Dirigiu o espetáculo "Cora Coralina Coração Encarnado" texto de Cora Coralina, a montagem recebeu uma indicação ao Prêmio Shell na categoria especial. Participou de inúmeras obras cinematográficas, destaque para “Meu nome não é Johnny"(2008)” de Mauro Lima e “Primeiro dia de um ano qualquer" de Domingos de Oliveira (2012), por este trabalho recebeu uma indicação para o prêmio de melhor ator coadjuvante no Festival do Rio. Na Tv participou das novelas "O profeta" (2006), "Desejo Proibido" (2007), "Totalmente Demais" (2015) todas da Rede Globo de televisão. Participou de várias série e programas de televisão, destacando: “Tapas e beijos” (2011 a 2015) e “Sob Pressão” (2017 e 2018) ambas da Rede Globo de Televisão. Dadá Maia (direção de produção) É atriz e produtora com larga experiência na área teatral, trabalha como produtora/diretora de produção desde 1983, realizou inúmeros projetos na área de teatro, entre eles destacamos os últimos trabalhos: “O amor em tempos de bossa nova” musical com texto de Aloisio de Abreu, direção de Walter Lima Júnior, no elenco Iza Eirado e Aloisio de abreu, temporada no Teatro I do CCBB RJ (2019); “PI Panorâmica Insana” textos de André Sant’Anna, Julia Spadaccini e Jo Bilac, direção de Bia Lessa, com Claudia Abreu, Leandra leal, Luiz Henrique Nogueira, Rodrigo Pandolfo, turnê brasileira – Curitiba no Teatro Guaíra, Belo Horizonte no SESC Palladium, Rio de Janeiro no Teatro Prudential, Salvador no Teatro Castro Alves, Porto Alegre no Teatro SESI, São Paulo no Theatro Municipal de São Paulo (2019); “Ägô” solo de Cristina Moura, temporadas no Rio de Janeiro no SESC Copacabana – Mezanino e em São Paulo no SESC Consolação – Espaço Beta; “Mordidas” texto de Gonçalo Demaria com versão brasileira de Miguel Falabella, direção de Victor Garcia Peralta, com Ana Beatriz Nogueira, Zelia Duncan, Regina Braga e Luciana Braga, temporada no Rio de Janeiro no Teatro Fashion Mall (2018); “estranhos.com” texto de Laura Earn com tradução de Sergio Flaksman, direção de Emilio de Mello, com Deborah Evelyn e Johnny Massaro, temporadas em São Paulo no Teatro Vivo e no Rio de Janeiro no Teatro das Artes (2017); “Nu de Botas” baseado no livro de Antonio Prata, dramaturgia Pedro Brício e Cristina Moura, direção Cristina Moura, temporadas no Rio de Janeiro no Teatro III do CCBB, em Belo Horizonte no CCBB, e em São Paulo no SESC Belenzinho (2016/2017); “#broncadequê?” de Rogério Blat, com direção de Ernesto Piccolo, temporada no Rio de Janeiro no Teatro das Artes, turnê brasileira com apresentações em Belo Horizonte no Teatro Bradesco, em Brasília no Teatro da UNIP, em Campinas no Teatro Brasil Kirin, e em São Paulo no Teatro Sergio Cardoso / Sala Pascoal Carlos Magno (2015/2016), entre inúmeros outros trabalhos. Marola Edições musicais (proponente / coordenação do projeto / coordenação financeira) Marola Edições Musicais, produz espetáculos de teatro e shows de música. Em teatro destacamos: “No natal a gente vem te buscar” texto e direção de Naum Alves de Souza (1980), “Um beijo, um abraço, um aperto de mão” texto e direção de Naum Alves de Souza (1985), “Cenas de Outono” de Yukio Mishima com direção de Naum Alves de Souza (1987 / 1988), “A estrela do lar” texto e direção de Mauro Rasi (1989), “Antígona” de Sófocles com direção de Moacir Góes (1993), “Torre de Babel” de Fernando Arrabal com direção de Gabriel Villela (1995), “A dona da história” texto e direção de João Falcão (1998), “Quem tem medo de Virgínia Woolf” de Edward Albee om direção de João Falcão (2000), “Os solitários” de Nick Silver com direção de Filipe Hirsch (2002), “Sonata de Outono” de Ingmar Bergman com direção de Aderbal Freire Filho (2005), entre inúmeros outros trabalhos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.