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PRONAC 201821Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Bovary

GILMAR ANTONIO KAMINSKI JUNIOR 08127249920
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2021-03-10
Término
2021-08-10
Locais de realização (2)
Curitiba ParanáSão Paulo São Paulo

Resumo

O presente projeto prevê a montagem, divulgação e difusão do espetáculo Bovary, do aclamado dramaturgo português Tiago Rodrigues. Falando de arte, amor e justiça, e trazendo reflexões sobre temas como censura, liberdade artística e o papel da mulher na sociedade, o espetáculo é construído em torno do julgamento por atentado à moral e à religião sofrido por Gustave Flaubert, autor de Madame Bovary, texto inicialmente publicado na Revue de Paris em 1856, e trata-se de uma adaptação da obra e do processo judicial.

Sinopse

Retrato da vida de uma mulher que, buscando fugir ao tédio de uma existência banal, embarca em relações adúlteras e vive muito acima das suas possibilidades, Madame Bovary é hoje considerada a obra seminal do realismo e um dos marcos da literatura mundial. Publicado pela primeira vez em fascículos na revista literária do século XIX, La Revue de Paris, o romance de Gustave Flaubert foi acolhido por uma parte da sociedade francesa como um atentado à boa moral cristã. Bastaram alguns meses depois da data de sua publicação para que começasse o julgamento que sentou o autor no banco dos réus, acusado de obscenidade pelo Ministério Público. É deste episódio que parte o espetáculo BOVARY, de Tiago Rodrigues, caminhando em seguida para uma adaptação contemporânea da obra-prima Madame Bovary. Bovary, de Tiago Rodrigues Classificação etária: a partir de 14 anos Duração: 120 minutos

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: - Realizar a produção e divulgação do espetáculo teatral Bovary, do aclamado dramaturgo português Tiago Rodrigues, realizando temporadas em Curitiba/PR e São Paulo/SP, totalizando 15 apresentações com ingressos à preço popular;- Ampliar a difusão cultural e a produção teatral da cidade de Curitiba/PR;- Promover a democratização de acesso à arte do teatro e à cultura;- Incentivar a profissionalização e formação de plateia;- Trazer ao palco um espetáculo de qualidade artística com alguns dos mais talentosos profissionais do teatro curitibano e equipe de renomados profissionais especializados no fazer artístico;- Promover o debate relacionado a obra Bovary e seus desdobramentos;- Fortalecer a economia da cultura brasileira, através da geração de emprego e formação de platéia em teatro, por meio da realização de temporadas a preço popular e distruição parcial de ingressos gratuitos;- Gerar reflexões sobre temas como a censura, a liberdade artística e o papel da mulher na sociedade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Montar o espetáculo teatral Bovary, com direção de Maíra Lour;- Realizar 15 apresentações a preço popular, sendo 12 em Curitiba/PR e 3 em São Paulo/SP;- Realizar 02 bate-papos com a equipe, visando a formação de plateia;- Disponibilizar 02 ônibus para transporte de pessoas em situação de vulnerabilidade social, visando formação de plateia e democratização de acesso; - Realizar 02 oficinas de Composição Autoral para atores e não atores;- Registrar o espetáculo em foto e vídeo, para divulgação e documentação de processo;- Realizar projeto teatral com dramaturgia de qualidade e linguagem de fácil acesso, direcionada ao público em geral.

Justificativa

O presente projeto visa a montagem, divulgação e difusão do espetáculo teatral Bovary, do aclamado dramaturgo português Tiago Rodrigues, realizando temporadas em Curitiba/PR (12 apresentações) e São Paulo/SP (3 apresentações). Os ingressos serão vendidos a preços populares, de forma a garantir a democratização de acesso ao público. O espetáculo Bovary é construído em torno do julgamento por atentado à moral e à religião sofrido por Gustave Flaubert, autor de Madame Bovary, texto inicialmente publicado na Revue de Paris em 1856, e trata-se de uma adaptação da obra e do processo judicial. O espetáculo foi montado inicialmente em 2014, em Portugal, e em 2016, na França, ambos com encenação do próprio dramaturgo, Tiago Rodrigues, sendo muito bem recebido pelo público e crítica, recebendo inclusive o prêmio de melhor peça do ano em língua francesa pela Associação Profissional da Crítica de Teatro, Música e Dança de França. Mesmo que por vezes velada, a censura acompanha a história da arte. No Brasil, os casos de censura de obras artísticas são muito comuns, podendo citar alguns exemplos recentes: Caranguejo Overdrive (Aquela Cia. de Teatro), Abrazo (Clown de Shakespeare), Gritos (Cia Dos à Deux), entre muitos outros. Por esse motivo, é latente a importância de dialogar sobre o fazer artístico. Bovary vai além de uma adaptação teatral do romance Madame Bovary, de Gustave Flaubert, pois o conecta com o processo judicial que seu autor sofreu, acusado de atentado à moral, além de revelar cartas que o mesmo escreveu para uma amiga no decorrer do julgamento. Segundo o dramaturgo Tiago Rodrigues, "viajar até ao tempo e ao imaginário deste autor e desta personagem é a certeza de nos reencontrarmos com o nosso tempo e a nossa realidade". Ainda nas palavras do dramaturgo, "Bovary tem uma adaptação livre do processo como base e integra na sua estrutura o próprio romance. Põe a lei a discutir com a literatura. Promove uma Babel de palavras legais e literárias, retóricas políticas e poesia". Várias histórias aqui se cruzam: a do romance, a do julgamento, o ponto de vista de Flaubert e reflexões sobre a busca da felicidade, sobre ser mulher e o prazer feminino, a liberdade artística, a censura, o machismo e o moralismo. O texto intenso, divertido e provocador parte das discussões sobre arte, amor e justiça para nos aprofundar em temas mais profundos e criar relações com nosso dia-a-dia. Apesar do espetáculo se basear numa obra lançada em 1856 e acontecimentos da mesma época, as mesmas discussões ainda são latentes em nossa sociedade e precisam ser colocadas em pauta. Por isso a importância de encenar Bovary no Brasil, com essa equipe diversa e de qualidade profissional inquestionável: criar um paralelo com a nossa realidade e gerar reflexão e diálogo a partir disso, é sair do romance de Flaubert e da dramaturgia de Rodrigues para se debruçar em nossos conflitos enquanto sociedade. A direção artística será de Maíra Lour, diretora reconhecida pelo seu trabalho à frente da Súbita Companhia de Teatro e integram a equipe artistas reconhecidos da cena teatral, como Guenia Lemos (cenário), Wagner Correa (iluminação), Álvaro Antonio (sonoplastia), Gilmar Kaminski (produção) e um elenco formado por artistas excepcionais, com experiências diversas e complementares: Olga Nenevê, Ranieri Gonzalez, Patrícia Cipriano, Pablito Kucarz e Greice Barros. Sobre a escolha de realizar temporadas com preços populares, faz-se necessário destacar que segundo a Constituição Federal (Art. 215) compete ao Estado garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais, através da democratização do acesso aos bens culturais. Frente a esse contexto, se faz necessária a produção e disponibilização de bens de cultura e arte de baixo custo, buscando o bem estar e o empoderamento da população. É importante destacar ainda a importância de levar discussões/reflexões tão relevantes ao público, e o valor acessível do ingresso facilita essa troca direta. Para a realização do projeto Bovary, o incentivo através da Lei de Incentivo à Cultura é imprescindível, pois somente assim a produção terá a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada, uma vez que seria impossível levar um espetáculo desse porte ao grande público. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas. ************************************************************************************************************************************ A produção do espetáculo pode assegurar que o presente projeto reúne plenas condições para transformar-se numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo para o enriquecimento da cena cultural brasileira.

Estratégia de execução

A divulgação das medidas de acessibilidade será realizada com antecedência para que este público tenha conhecimento prévio. A divulgação das sessões, durante a temporada, com LIBRAS, será realizada através de vídeo promocional adaptado a ser encaminhado às entidades, associações e ONGs vinculadas a este público. Para as sessões com audiodescrição, serão realizadas parcerias com instituições que atendam deficientes visuais, buscando estimular a ida deste público ao teatro.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO EM ARTES CÊNICAS: - 15 apresentações do espetáculo teatral Bovary, com duração de 120 minutos. Sendo 12 apresentações em Curitiba/PR e 03 em São Paulo/SP; - 02 bate-papos com a equipe artística e ténica do espetáculo, com duração aproximada de 1h, visando a formação de plateia. Sendo 01 bate-papo em Curitiba/PR e 01 em São Paulo/SP; - 01 ensaio geral aberto ao público, com duração de 120 minutos, em Curitiba/PR.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO EM ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: a produção se responsabiliza por locar teatro adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". Os responsáveis do projeto declaram ainda que privilegiarão em sua escolha teatros bem localizados em relação ao transporte público (espaços próximos a metrôs e/ou pontos de ônibus seguros). Além disso, todas as ações previstas no projeto serão distribuídas de forma gratuita. DEFICIENTES AUDITIVOS: a acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Para tanto, o projeto realizará 02 (duas) sessões com intérprete LIBRAS, uma sessão em cada cidade, com divulgação prévia. DEFICIENTES VISUAIS: a acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Para tanto, o projeto realizará 02 (duas) sessões com audiodescrição, uma sessão em cada cidade, com divulgação prévia. PRODUTO: OFICINAS (CONTRAPARTIDA SOCIAL) ACESSIBILIDADE FÍSICA: a produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". Os responsáveis do projeto declaram ainda que privilegiarão em sua escolha teatros bem localizados em relação ao transporte público (espaços próximos a metrôs e/ou pontos de ônibus seguros). Além disso, todas as ações previstas no projeto serão distribuídas de forma gratuita. DEFICIENTES AUDITIVOS: a oficina de contrapartida será bilíngue (português e LIBRAS), sendo a ministrante apta a realizar tal atividade. DEFICIENTES VISUAIS: por ser uma atividade de criação, a linguagem falada possibilita a participação de deficientes visuais, uma vez que será trabalhada na atividade em questão a linguagem falada e/ou corporal.

Democratização do acesso

Para atender à democratização de acesso, serão adotadas as seguintes medidas, conforme artigo 21, da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019: 1. Todas as ações previstas no projeto serão distribuídas gratuitamente ou à preços populares, considerando que os espaços escolhidos terão em média 200 lugares, estima-se que seja atingido um público médio de 3.000 pessoas apenas nas apresentações do espetáculo.2. Nas duas sessões destinadas ao público surdo ou ensurdecido (tradução em LIBRAS) e nas duas com audiodescrição, haverá ampla divulgação em instituições locais que atendam estes públicos, sendo que estes e um acompanhante terão gratuidade no acesso.3. Será realizado 01 ensaio aberto geral, gratuito à população (Temporada Curitiba), atendendo o inciso “V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22”;4. Será oferecido transporte gratuito para 02 instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social, a serem definidas posteriormente. Atendendo assim o inciso “II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos”;5. O registro audiovisual do espetáculo será disponibilizado online, atendendo o inciso “III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22”.6. Serão realizados 02 bate-papos com a equipe técnica e artística, também gratuito à população (01 em Curitiba/PR e 01 em São Paulo/SP), atendendo o inciso “V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22”, promovendo assim a formação de plateia. 7. 20% dos ingressos de todas as sessões serão distribuidos gratuitamente para instituições destinadas ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social e/ou alunos e professores de escolas públicas.

Ficha técnica

Texto: Tiago Rodrigues, a partir da obra de Gustave Flaubert Direção artística: Maíra Lour Coordenação de projeto: Gilmar Kaminski Elenco: Greice Barros, Olga Nenevê, Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano e Ranieri Gonzalez Cenografia: Guenia Lemos Iluminação: Wagner Correa Sonoplastia: Álvaro Antonio Dramaturgista: Lígia Oliveira Comunicação: Luísa Bonin Maíra Lour é dramaturga e diretora da Súbita Companhia de Teatro desde 2007, com 14 espetáculos no repertório da companhia. Pesquisadora de linguagens híbridas teatro, dança e literatura. Trabalha como diretora de espetáculos, dramaturga, preparadora de elenco, ministrante de oficinas para artistas pré-profissionais e profissionais, orientadora de trabalhos em dança e teatro. Idealizadora e orientadora do núcleo de pesquisa PLATAFORMA – Espaço de Investigação Artística (workshops, residências, encontros e publicações). Participante, colaboradora e orientadora do Núcleo IMP (investigação do movimento particular) de dança contemporânea desde 2007. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; criação em dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético; relação entre fisicalidade e interpretação; dramaturgia do gesto e modos colaborativos de criação e produção. Gilmar Kaminski é técnico em contabilidade e produtor cênico formado pela Universidade Federal do Paraná. Realizou período de mobilidade acadêmica no curso de Teatro da Universidade do Minho (Portugal). Desde 2015 desenvolve projetos nas diversas linguagens artísticas (audiovisual, teatro, performance, artes visuais e música). Dentre seus principais trabalhos destacam-se: Molière, uma Comédia Musical, do Teatro Promíscuo/Renato Borghi Produções (gestão administrativa de projeto), Armadilha Cia de Teatro (produtor executivo), Festival de Teatro de Curitiba (produtor da Mostra Oficial) e Festival Psicodália (produtor administrativo entre 2017 e 2019). Criador da Flutua Produções, produtora especializada em gestão de projetos culturais. Greice Barros é atriz e produtora, formada no curso de Artes Cênicas da Faculdade de Artes do Paraná. Há 18 anos integra a Cia Senhas de Teatro, como atriz e gestora de projetos. Em 2006 fundou ao lado de Marcia Moraes a Núcleo Produções na qual idealiza e executa projetos nas áreas de música e teatro. Diretora de Produção da Bienal de Quadrinhos de Curitiba, é também uma das idealizadoras e coordenadoras da Mostra Cena Breve Curitiba – a linguagem dos grupos de teatro. Olga Nenevê é atriz, diretora e dramaturga formada como Bacharel em Artes Cênicas (PUC-PR); Licenciada em Artes Plásticas (UFPR); e Especialista em Teatro (FAP). Atua na área da Dança como Orientadora de Pesquisa de Movimento em Dança Contemporânea, durante os anos 2006 a 2011, 2013 e 2014 na Casa Hoffmann –Centro de Estudos do Movimento. É fundadora do Grupo Obragem de Teatro, junto com o ator Eduardo Giacomini, núcleo artístico que investe na criação de uma linguagem particular de expressão, por meio da encenação de textos originais e da contínua experimentação de registros corporais e vocais do trabalho do ator. Como dramaturga recebeu os prêmios Troféu Gralha Azul na categoria de texto original por “As tramoias de José na cidade labiríntica”(2011) e Edital Oraci Gemba –Fomento em Literatura Dramática da Fundação Cultural de Curitiba pelo texto “Coração”(2014). Seu trabalho é caracterizado pela contaminação de diferentes áreas artísticas e experimentação no processo de criação. Pablito Kucarz é ator profissional desde 2007, participou de inúmeras oficinas de formação com renomados profissionais de todo o país, entre eles Juliana Galdino, Babaya, Sueli Machado; além das oficinas livres promovidas pelo ACT (Atelier de Criação Cênica). Tem em seu currículo 12 espetáculos teatrais tendo trabalhado com diretores como Moacir Chaves, Fernando Kinas, Edson Bueno, Márcio Mattana entre outros. Integrou o núcleo da Pausa Companhia de Teatro durante 5 anos desenvolvendo importantes trabalhos como Febre, O Mez da Grippe e Menos Emergências. Desde 2007 é diretor artístico do Teatro de Breque, uma das mais atuantes companhias de teatro de Curitiba. Patrícia Cipriano é atriz, performer e figurinista curitibana. É vocalista e compositora na pós-banda performática Horrorosas Desprezíveis. Atualmente, é artista residente da Selvática Produções Artísticas e co-fundadora da Companhia Bife Seco. Recebeu, entre 2011 e 2018, diversos prêmios Troféu Gralha Azul, como melhor atriz e melhor atriz coadjuvante. Ranieri Gonzalez é ator formado no Curso de Arte Dramática do Colégio Estadual do Paraná, atuando no teatro, televisão e cinema. No teatro, entre seus trabalhos mais recentes destacam-se: Todo Mundo, direção de Rodrigo Portela para o Teatro de Comédia do Paraná; Navalha na Carne, direção de Gustavo Wabner; Esta Criança, Isto te interessa, Krum e Vida, ambos com direção de Marcio Abreu para a Companhia Brasileira de Teatro. Recebeu diversos prêmios Troféu Gralha Azul durante sua carreira. No audiovisual, atuou em novelas como Esperança, Filhos da Pátria e Um Só Coração (Rede Globo), e em filmes como Olga, Os Herdeiros e Piên. Guenia Lemos forou-se em Teatro, Design e Psicologia, começando sua carreira profissional nos EUA onde viveu por mais de 15 anos. Iniciou sua carreira de cenógrafa com o espetáculo JUKEBOX VOL.1 e também MARLON BRANDO, WHISKEY, ZUMBIS E OUTROS APOCALIPSES, ambas produções da Vigos Mortis, recebendo várias críticas positivas. Levou para casa o Troféu Gralha Azul de Melhor Cenário por MARLON BRANDO, WHISKEY, ZUMBIS E OUTROS APOCALIPSES em 2014, por SALOMÉ BY FAUSTO FAWCETT em 2017 e por AIRBAG: UMA TRAGÉDIA DE COSTUMES PLAGICOMBINADA em 2018. Ao todo, desde 2013, foram 11 indicações para o prêmio de Melhor Cenário pelo Troféu Gralha Azul. Wagner Correa é ator profissional há 18 anos, atuando em diversos espetáculos e companhias, com diretores como: Edson Bueno, Marcelo Marchioro, Rafael Camargo, Henrique Saidel, Mariana Zanette, Paulo Vinicius e Paulo Biscaia Filho. Iluminador há 16 anos, cria e executa projetos de luz de para espetáculos musicais, de dança e teatro. Entre 2006 e 2018 recebeu diversos prêmios Troféu Gralha Azul de melhor iluminação. Álvaro Antonio estudou piano clássico e popular de 1994 a 2005, participando de diversas master-classes com pianistas do Brasil e do exterior. De 2006 a 2009, integrou a banda curitibana Mordida, com Paulo H. de Nadal e Ivan Rodrigues, participando na gravação de 3 EPs do grupo e de turnês por quatro estados brasileiros. No ano de 2015 participou, como integrante do Ave Lola Espaço de Criação, de uma semana de vivência e oficinas com o compositor e multi-instrumentista Jean Jacques Lemêtre. Integra, desde 2013, a Minha Nossa Cia. de Teatro, e a Súbita Companhia de Teatro, desde 2016. Lígia Souza Oliveira é dramaturga e pesquisadora, doutoranda em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, com estágio de pesquisa em Literatura Francesa na Université Paris 8 – Vincennes/Saint Denis, mestre em Literatura pela Universidade Federal do Paraná e graduada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná. Já publicou as dramaturgias Encontros Diários, Personne e Outros Sons. Luísa Bonin é formada em Comunicação Social - Relações Públicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Cursou Planejamento de Comunicação Estratégica na Lemon Escola de Publicidade de Curitiba-PR e Storytelling focado na comunicação do impacto de organizações sociais promovido pela Ashoka e pela Agência de Comunicação FREUDS em Londres - Reino Unido. Também é certificada em Gestão de Projetos de Desenvolvimento Pro1 pela APMG International. É especialista em marketing digital, conteúdo e anúncios para Facebook e Instagram. É responsável pela campanha de divulgação de mais de 30 projetos culturais nos últimos 3 anos, já atendeu artistas como: Renato Borghi, Matheus Naschtergaele, Nena Inoue, Diego Fortes, Luiz Felipe Leprevost e Lenise Pinheiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.