Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 201855Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Publicação - O Teatro Bela Vista/São Paulo

SELENE MARINHO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 764,7 mil
Aprovado
R$ 764,7 mil
Captado
R$ 38,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

5.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-08-03
Término

Resumo

O projeto aqui apresentado visa a publicação de um livro sobre o Teatro Bela Vista, tradicional teatro paulistano nascido na década de 50, quando o casal de atores Sérgio Cardoso e Nydia Licia alugou e reformou o antigo Cineteatro Espéria, no bairro do Bixiga, com o objetivo de manter uma companhia de teatro com sede própria. Inaugurado em 1956, com a peça "Hamlet", dirigida e protagonizada por Sérgio Cardoso, o Teatro Bela Vista abrigou inúmeras montagens. Em 1971 o prédio foi devolvido aos seus proprietários, porém o Governo do Estado de São Paulo decidiu desapropriar o terreno, edificar um novo imóvel e transformá-lo no Teatro Sérgio Cardoso. O projeto também contempla o tratamento do acervo referente ao teatro, que está sob a guarda da filha do casal, a Sra. Sylvia Leão, e que servirá como base de pesquisa para a elaboração da publicação, bem como a realização de palestras destinadas a estudantes, professores, profissionais de artes cênicas, pesquisadores e público em geral.

Sinopse

Sinopse - Publicação A publicação abordará a história do Teatro Bela Vista, que funcionou durante 14 anos (1956-1970) no bairro do Bixiga, e sua importância para o cenário das artes cênicas, em particular na cidade de São Paulo. Fundado e mantido pelo casal de atores Nydia Licia e Sérgio Cardoso até 1970, o Teatro Bela Vista abrigou as companhias dos seus fundadores, apresentando um vasto repertório teatral e recebendo companhias de todo o país. Por seu passaram atores e atrizes consagrados e foram apresentadas peças que marcaram fortemente a cena cultural da época. A publicação será baseada em cuidadosa pesquisa no vasto acervo deixado pelo casal de atores, principalmente naqueles documentos que contam a história cotidiana do Teatro Bela Vista, como programas das peças e cópias dos textos encenados, muitos com anotações do diretor e dos atores. O livro será ricamente ilustrado com fotografias, algumas raras. Sinopse - Palestra A palestra versará sobre o panorama das artes cênicas em São Paulo no período de funcionamento do Teatro Bela Vista (1956-1970), contextualizando o tema da publicação.

Objetivos

Objetivos Gerais: Este projeto tem como objetivo a produção de uma publicação sobre o Teatro Bela Vista, fundado pelo casal de atores Nydia Licia e Sérgio Cardoso, que se tornou um importante espaço cultural de São Paulo no período de seu funcionamento, entre 1956 e 1970. A intenção é que esse produto se constitua em importante instrumento de preservação e sistematização da memória do teatro brasileiro, tendo como base os 14 anos de existência do Teatro Bela Vista e a trajetória profissional de seus fundadores e mantenedores: Nydia Licia e Sérgio Cardoso. Como ações complementares, prevê o tratamento e organização do acervo que servirá de base para a pesquisa e a realização de eventos de lançamento da publicação. Cada evento de lançamento contará com uma palestra sobre o panorama das artes cênicas em São Paulo no período de funcionamento do Teatro Bela Vista, contextualizando o tema da publicação. As palestras destinam-se a estudantes, professores, profissionais da área cultural, pesquisadores e público em geral, sempre com a finalidade de ampliar o acesso e atender uma diversidade maior de público. Objetivos Específicos: Publicar um livro que abordará a história do Teatro Bela Vista (1956-1970), com uma tiragem de 3500 exemplares, sendo 1000 exemplares na versão audiolivro; Tratar e organizar o acervo correspondente aos 14 anos de existência do teatro, e que servirá de base de pesquisa para a publicação; Distribuir 2.100 exemplares da publicação, para instituições públicas e privadas que garantam o acesso gratuito ao material, de maneira a propiciar a democratização do conhecimento sobre a história do teatro brasileiro a partir de fontes fidedignas e adequadamente sistematizadas; Promover a divulgação do projeto por meio de assessoria de imprensa em veículos tradicionais (jornais, revistas, rádio, TV) e meios digitais, com o intuito de potencializar o acesso do público; Promover 05 eventos de lançamento. Em cada evento será ministrada uma palestra sobre o panorama das artes cênicas em São Paulo no período de funcionamento do Teatro Bela Vista. Tais palestras serão destinadas a estudantes, professores, profissionais de artes cênicas, pesquisadores e público em geral, com a oferta inicial de 1000 vagas. As vagas oferecidas serão direcionadas preferencialmente para os públicos abaixo relacionados: 1) Alunos e professores de Ensino Médio (principalmente professores das áreas de artes e literatura) da rede pública estadual - 200 vagas; 2) Alunos e professores de ONGs que ofereçam atividades de artes cênicas de forma gratuita - 200 vagas; 3) Alunos e professores de Escolas e Universidades que ofereçam cursos de Artes Cênicas/Artes Dramáticas de forma gratuita - 200 vagas 4) Pesquisadores, profissionais de áreas afins e interessados em geral - 400 vagas, sendo que 80 vagas serão reservadas para profissionais da cultura e 80 para idosos e PCDs. Os eventos de lançamento serão viabilizados mediante parcerias com instituições que atuem com os públicos acima citados, em particular a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, Universidades Públicas e ONGs.

Justificativa

O projeto ora apresentado tem como premissa a valorização da cultura brasileira, e em particular o atendimento dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 abaixo relacionados: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também pretende alcançar os objetivos constantes do Art. 3 da da Lei 8313/91, abaixo discriminados: II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Para tanto, se dispõe a produzir uma publicação sobre o Teatro Bela Vista e realizar eventos de lançamento complementados por palestra, com o intuito de discutir a importância desse equipamento cultural para a história do teatro brasileiro, disponibilizando informações que permitam preservar e divulgar a memória do teatro e sua importante contribuição para a cultura do país. Os produtos propostos serão elaborados a partir de pesquisas minuciosas, reafirmando a relevância de se reunir informações fidedignas e de fácil acesso sobre o tema, e que tenham um rigor crítico em seu conteúdo. Sobre o projeto "Por que nossa memória teatral é tão esquecida? Por que as publicações sobre a história do teatro são tão penosas de serem feitas? Por que é tão difícil voltar o pensamento para o processo, para o estudo, para a pesquisa, para o experimento e para a necessidade de registrar nossa caminhada? O que podemos aprender do passado que possa ter influência sobre os trabalhos do futuro?" - J.C Serroni, arquiteto e cenógrafo. A citação acima ainda é bastante atual, pois até hoje são poucas as iniciativas de preservação e divulgação de conteúdos relacionados à produção teatral. É nesse contexto que apresentamos a proposta de produção de uma publicação sobre o Teatro Bela Vista, importante casa de espetáculos fundada e mantida pelo casal de atores Nydia Licia e Sérgio Cardoso. Em 1954 Nydia Licia e Sérgio Cardoso alugaram o antigo Cineteatro Espéria, no bairro do Bixiga, promovendo uma reforma completa no espaço. Em dois anos o prédio foi transformado na mais moderna sala de espetáculos de São Paulo, um espaço aconchegante, com acústica, sonorização e visibilidade perfeitas, lotação de 662 lugares, um jardim de inverno, sala de ensaio, bar e galeria de exposições. A inauguração aconteceu em maio de 1956 com a peça Hamlet, que se tornou um marco na cena teatral da época. O Teatro Bela Vista representou para o casal de atores a possibilidade de realização de um sonho: a criação de um centro efervescente de produção e intercâmbio cultural, com apresentação de um vasto repertório, além de receber companhias de todo o país. Em 1971 o Teatro Bela Vista foi devolvido aos seus proprietários, porém o Governo do Estado de São Paulo decidiu desapropriar o terreno, edificar um novo imóvel e transformá-lo no Teatro Sérgio Cardoso. A reinauguração do espaço, agora como Teatro Sérgio Cardoso, aconteceu em 13 de outubro de 1980 com a participação de Nydia Licia encenando Sérgio Cardoso em Prosa e Verso, sob a direção de Gianni Ratto. O monólogo, escrito pelo próprio ator, contava um pouco de sua carreira e trechos de várias peças. Previsto para estrear em 1972, o espetáculo não aconteceu em função da morte de Sérgio 15 dias antes. O Teatro Bela Vista abrigou as companhias teatrais formadas pelo casal de atores, sendo elas: Companhia Nydia Licia _ Sérgio Cardoso Em 1953, após saírem do Teatro Brasileiro de Comédia/TBC e encabeçarem a Companhia Dramática Nacional/CDN, no Rio de Janeiro, Sérgio e Nydia retornaram a São Paulo com a intenção de formar sua própria companhia e desenvolver projetos mais ousados. A estreia se deu em 1954, no Teatro Leopoldo Fróes com a peça Lampião, de Rachel de Queiroz. Em 1956, com o término da reforma do Teatro Bela Vista, a companhia encenou o espetáculo Hamlet, que inaugurou a nova casa de espetáculos. Com essa peça Sérgio Cardoso realizou um feito marcante, ser o primeiro artista brasileiro a dirigir e interpretar um texto de Shakeaspeare em São Paulo. Além de Hamlet, também foram apresentadas as peças A Raposa e as Uvas, Henrique IV, Chá e Simpatia, Oração para uma Negra, Vestido de Noiva e O Soldado Tanaka, entre outras. A Companhia Nydia Licia-Sérgio Cardoso, ao longo de seis anos, apresentou um repertório notável e mais inovador que o de outras companhias egressas do Teatro Brasileiro de Comédia/TBC. Em 1960 a parceria se desfez, mas Nydia Licia assumiu o gerenciamento do teatro e a manutenção de sua própria companhia. Companhia Nydia Licia Após a separação do casal em 1960, Nydia manteve o Teatro Bela Vista aberto. Durante 10 anos produziu espetáculos, atuou, dirigiu, escreveu e traduziu peças, além de desenhar cenários e figurinos. Entre os espetáculos encenados estão: De repente no verão passado, Esta noite improvisamos, A idade dos homens e Hedda Gabler. Diversas companhias produziram espetáculos emblemáticos no Teatro Bela Vista neste período, entre eles: Hair, Boeing-Boeing, O Homem do Princípio ao Fim e Tia Mame. A médica Sylvia Cardoso Leão, filha única de Nydia e Sérgio, herdou um acervo expressivo composto por textos completos de espetáculos realizados no Teatro Bela Vista, muitos dos quais com anotações de ensaios, além de fotos, desenhos de cenários e figurinos, objetos e trajes usados nas encenações, livros, notícias de jornais e revistas de época, programas e fitas de áudio. Considerando-se a importância desse conjunto documental, é urgente e necessário que ele seja sistematizado e colocado à disposição do público por meio de uma publicação, que ao integrar o acervo de bibliotecas e escolas, servirá como fonte privilegiada de pesquisa e informação para estudantes, professores, profissionais de artes cênicas, pesquisadores e público interessado.

Estratégia de execução

Para reafirmar a importância do projeto aqui apresentado, incluímos biografias sucintas dos atores que fundaram e gerenciaram o Teatro Bela Vista. São artistas de renome e que deixaram marcas indeléveis na história do teatro brasileiro. São eles: Sérgio Cardoso (Sérgio da Fonseca Mattos Cardoso): Nasceu em Belém em 23 de março de 1925 e faleceu no Rio de Janeiro em 18 de agosto de 1972. Formado em Direito pela PUC/RJ, nunca advogou. Estreou como ator em 1947, protagonizando a peça Hamlet no Teatro do Estudante. Entusiasmado com a receptividade do público, Sérgio buscou uma nova companhia, iniciando sua trajetória profissional no Teatro dos Doze, ainda no Rio de Janeiro. Transferindo-se para São Paulo, integrou o elenco do Teatro Brasileiro de Comédia/TBC, onde encenou peças importantes como O mentiroso, Entre quatro paredes, Os filhos de Eduardo, Do mundo nada se leva, Seis personagens à procura de um autor e Antígona, entre outras. Em 1950 casou-se com Nydia Licia, também atriz, com quem teve a única filha, Sylvia. No cinema, Sérgio Cardoso atuou em A Madona de Cedro, de Carlos Coimbra, e Os Herdeiros, de Cacá Diegues. Na TV Tupi fez novelas de sucesso, entre elas O Sorriso de Helena e Antônio Maria. Na TV Globo integrou o elenco das novelas A Cabana do Pai Tomás, Pigmalião 70 e A Próxima Atração. Faleceu durante sua participação em O Primeiro Amor, sendo substituído por Leonardo Villar. Nydia Licia (Nydia Licia Pincherle Cardoso): Nasceu em Trieste, na Itália, em 30 de abril de 1926 e faleceu em São Paulo, em 12 de dezembro de 2015. Foi atriz, diretora, produtora e empresária teatral. Trabalhou com Pietro Maria Bardi, colaborando na criação do Museu de Arte de São Paulo/MASP, idealizado por Assis Chateubriand. Estreou como atriz em 1947 na montagem amadora de À Margem da Vida, de Tennessee Williams, com o Grupo de Teatro Experimental/GTE, posteriormente absorvido pelo Teatro Brasileiro de Comédia/TBC. No TBC atuou em peças como Nick Bar, Entre Quatro Paredes, A Importância de Ser Prudente e O Anjo de Pedra, ao lado de nomes como Cacilda Becker, Walmor Chagas, Sérgio Cardoso e Adolfo Celi. Em 1962 iniciou sua trajetória no teatro infantil, com a montagem A Bruxinha que era boa, de Maria Clara Machado. Realizou espetáculos bem acabados, promovendo a aproximação das escolas com o teatro. Sua estreia na TV se deu em 1953 na Record, integrando o elenco de dois programas: O Personagem no Ar e Romance. Até a década de 80 participou de várias novelas nas extintas TVs Paulista, Tupi e Bandeirantes, entre elas: O Ébrio, Eu Amo esse Homem, Éramos Seis, João Brasileiro, o Bom Baiano e Ninho da Serpente. Trabalhou na TV Cultura, onde criou o departamento de teleteatro, o Teatro 2, apresentou o programa educativo Quem é Quem e produziu o programa Presença, além de atuar como Assessora Cultural e Diretora do Departamento Cultural. No cinema participou de Quando a Noite Acaba, de Fernando de Barros, Ângela, de Tom Payne e O Príncipe, de Ugo Giorgetti. A partir de 1992 desenvolveu, paralelamente, carreira pedagógica como professora do Departamento de Rádio e Televisão da Fundação Armando Álvares Penteado/FAAP, e no Teatro Escola Célia Helena, onde deu aulas de interpretação. Como escritora, foi responsável por vários títulos da Coleção Aplauso: Leonardo Villar: Garra e Paixão, Sérgio Cardoso: Imagens de Sua Arte, Rubens de Falco - Um Internacional Ator Brasileiro, Eu vivi o TBC e Raul Cortez - Sem Medo de se Expor, sendo que esse último foi vencedor do Prêmio Jabuti, na categoria Biografia. Também escreveu o livro autobiográfico Ninguém se Livra dos Seus Fantasmas.

Especificação técnica

Publicação A publicação terá as seguintes especificações: Tiragem: 2.500 exemplares; Formato: 30 x 30 cm; Número de páginas: 250, sendo 200 em preto/branco + 50 em cores; Capa Dura 4 cores Encadernado - Lomb. Quadrada Papel: Couche Brilho 150g/m² Sobre_Capa : Papel: Couche Brilho 250g/m² Cores: 4 x 4, 1 X 1 lámina Formato: 925 x 300 mm Audiolivros Serão produzidos 1000 exemplares em formato de audiolivro, narrado por profissional e com uso de equipamentos compatíveis. Serão distribuídos em suporte formato CD.

Acessibilidade

Os produtos resultantes do projeto apresentado contarão com recursos de tecnologia assistiva capazes de contribuir para a inclusão das pessoas com deficiência e com necessidades especiais, por meio da ampliação de oportunidades de acesso, com autonomia, à informação, à cultura e ao lazer, conforme segue: PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplicaDEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplicaDEFICIENTES VISUAIS: 1000 exemplares no formato audiolivro, narrado por profissional e com uso de equipamentos compatíveis. Os audiolivros serão distribuídos para bibliotecas e instituições de ensino no suporte CD. PRODUTO: EVENTO DE LANÇAMENTO COM PALESTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas, corrimões e/ou elevadores, banheiros adaptados para deficientes, assentos para obesos e idosos e o espaço deve estar, preferencialmente, localizado em vias que sejam de fácil acesso por transporte público.DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição. PRODUTO: TRATAMENTO E SISTEMATIZAÇÃO DO ACERVO/PESQUISA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica.DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica.DEFICIENTES VISUAIS: Não se aplica.

Democratização do acesso

PRODUTO LIVRO Seguindo os parâmetros definidos em lei a distribuição dos produtos culturais se dará da seguinte maneira, INCLUINDO: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do Artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; 1400 exemplares (40% do total) para distribuição para bibliotecas públicas nacionais, bibliotecas de Universidades Públicas e Privadas, desde que não cobrem para acesso ao seu acervo; 350 exemplares (10% do total) para distribuição gratuita proporcional aos patrocinadores; 350 exemplares (10% do total) para distribuição gratuita promocional para divulgação, considerando: imprensa, jornalistas especializados, professores, pesquisadores etc. 700 exemplares (20% do total) para comercialização a preços populares, com valor do vale cultura no momento da comercialização; 700 exemplares (20% do total) para comercialização a critério do proponente, considerando-se o teto de custo constante na IN nº 2, de 23 de abril de 2019. Os dados acima discriminados referem-se a 2500 exemplares da publicações em formato impresso e 1000 exemplares em formato de audiolivro.

Ficha técnica

Proponente Selene Gomes Marinho Rodrigues (SM Arte e Cultura) Função: Coordenação geral do projeto (rubrica Coordenação geral/produto livro) Proprietária da empresa SM Arte e Cultura, produtora cultural, especialista em leis de incentivo, editais, elaboração de projetos culturais, direção de produção, produção executiva e coordenação de projetos com inúmeras produções artísticas desenvolvidas no eixo Rio/ São Paulo ao longo de 30 anos. Últimas Produções: Ator Mente (Direção de Produção/ Teatro Nair Bello, 2019); A Vida Útil de Todas as Coisas (Direção de Produção/Oficina Oswald de Andrade, 2019); Condomínio Visniec (Direção de Produção/SESC Ipiranga, 2019); A Catástrofe do Sucesso (Direção de Produção/Instituto Capobianco, 2019); Hollywood (Produção Local/Teatro Cacilda Becker, 2018); Casa Caramujo (Produção Local/Caixa Cultural/Teatro Cacilda Becker, 2018); A Milionária (Coordenação de Produção/Prêmo Ze Renato, 2018); A Profissão da Sra. Warren (Coordenação de Produção/ MASP, 2018); Meu Filho Vai Casar (Coordenação de Produção/MASP, 2018) e Trilogia Mamet (Coordenação de Produção/SESC Pinheiros, 2018). Sylvia Cardoso Leão Função: Consultora de conteúdo e imagem Médica, pesquisadora e professora universitária, é a única filha do casal de atores Nydia Licia e Sérgio Cardoso. Mantém sob sua guarda o amplo acervo formado por seus pais e no momento vem se dedicando à preservação e difusão desse acervo. Prestação de serviços de forma voluntária. Empresa Grifo Função: Tratamento e organização do acervo A Grifo atua no desenvolvimento de projetos históricos e culturais junto a empresas, instituições e criadores. Há mais de 30 anos no mercado, reúne em seu portfólio clientes como: Unilever, Raia Drogasil, Bradesco, Instituto Fernando Henrique Cardoso, Fundação Bienal, Mondelez, Atlas Schindler, Avibrás, KPMG, Martins, Demarest, Sebrae, Instituto C&A, entre outros. Seu trabalho é voltado à ampliação do entendimento sobre a História e de seu alcance na vida cotidiana e nas organizações. Vê nessas iniciativas culturais a oportunidade de difundir conhecimento e proporcionar ao público experiências prazerosas, seja do ponto de vista da ampliação de repertórios, do vínculo afetivo com o tema e do apelo visual. Assim, concebe e executa – de ponta a ponta – livros, museus, exposições, produtos audiovisuais, digitais e projetos multi-plataformas. Outras importantes frentes de atuação são os acervos históricos, a partir dos quais monta e gerencia centros de memória, e a elaboração de projetos por meio de leis de incentivo à cultura. A Grifo tem um portfólio variado, o que lhe permite desenhar projetos com consistência e formato adequados a cada cliente José Cetra Filho Função: Autor do texto Mestre em Artes Cênicas pela UNESP; é pesquisador, crítico de teatro e autor do livro “Teatro Paulistano de 1964 a 2014: Memórias de um espectador”. Também é Membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Carlos Cirne Função: Coordenação editorial Designer Gráfico(FAAP) e jornalista, é colaborador da newsletter online Colunas & Notas, periódico sobre artes e entretenimento direcionado a um público de formadores de opinião. Atua há mais de 35 anos na área de Design Gráfico e de Produto, com ênfase em Identidade Corporativa e Branding, atendendo clientes como Philips, Banco Itaú e Sesc/SP. Criador do projeto gráfico e editoração da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, de resgate e preservação da memória das artes cênicas brasileiras, tendo publicado mais de 300 volumes de biografias e compilações de textos, cobrindo atores, diretores, autores e críticos de artes brasileiros. Apresentador do programa Colunas & Notas na Web, de entrevistas com atores e criadores de teatro em São Paulo, num período quatro anos a partir de março de 2012. É Membro do Conselho de Cultura Municipal de Santos, pela cadeira de Audiovisual e articulador do Movimento Audiovisual da Baixada Santista. Marcelo Pestana Função: Editoração Arquiteto (Faculdade de Belas Artes) e jornalista, é editor responsável pela newsletter online Colunas & Notas, periódico sobre artes e entretenimento direcionado a um público de formadores de opinião. Atua há mais de 35 anos na área de Design Gráfico e de Produto, com ênfase em Identidade Corporativa e Branding, atendendo clientes como Philips, Banco Itaú e SESC/SP. Idealizador, criador e Coordenador Operacional da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, de resgate e preservação da memória das artes cênicas brasileiras, tendo publicado mais de 300 volumes de biografias e compilações de textos, cobrindo atores, diretores, autores e críticos de artes brasileiros. Produtor e Diretor do programa Colunas & Notas na Web, de entrevistas com atores e criadores de teatro em São Paulo, num período quatro anos a partir de março de 2012. É articulador do Movimento Audiovisual da Baixada Santista. Palestrantes - a definir Demais profissionais e prestadores de serviços: a definir

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2023-08-03
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo