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PRONAC 201905Apresentou prestação de contasMecenato

PRÁTICA DE BANDA E PRÁTICA DE CANTO CORAL II

VARIAS ARTES ESCOLA DE MUSICA E ARTES LTDA
Solicitado
R$ 187,4 mil
Aprovado
R$ 187,4 mil
Captado
R$ 170,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

90.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SC
Município
Timbó
Início
2020-06-01
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Timbó Santa Catarina

Resumo

O projeto pretende dar continuidade ao trabalho iniciado em 2019, proporcionando diferentes modalidades de prática de banda e camtp coral em grupo.

Objetivos

Objetivos Específicos: Essa é a Mudança:· Manter os 3 grupos de prática de banda, 1 de prática canto/coral, formados em 2019, a serem desenvolvidos na escola. · Formar um novo grupo de prática de banda.· Formar um novo grupo de canto coral voltado para o público infantil.· Formar 2 grupos de Musicalização. Substitui os grupos de violinos· Realização de uma apresentação Final dos Grupos de Prática de Banda à comunidade de Timbó.· Realização de uma Apresentação Final dos Grupos de Canto-Coral e Musicalização.· Despertar nos alunos o gosto pela música, a consciência musical, arranjo e composição e domínio das dinâmicas de apresentação em grupo e principalmente o trabalho em grupo.

Justificativa

O projeto Prática de Banda e Prática de Canto Coral, proposto pela Várias Artes Escola de Música e Arte Ltda, da cidade de Timbó, realizado desde fevereiro de 2019, teve como ?nalidade formar na escola diferentes modalidades de práticas em grupo, com alunos oriundos das diversas aulas individuais de instrumentos musicais e canto ofertados pela escola, e também para alunos fora da escola, que possuíssem alguma experiência ou habilidade. Formou 3 grupos de prática de banda e um grupo de prática de canto coral atendendo, gratuitamente, em torno de 40 alunos.As o?cinas desenvolvidas com os alunos, através do conhecimento das aptidões de cada aluno, oportunizaram o desenvolvimento das técnicas aprendidas nos cursos individuais frequentados, a consciência musical, arranjo e composição e domínio das dinâmicas de apresentação em grupo e principalmente o trabalho em grupo.Música não é um objeto, mas uma atividade, algo que as pessoas fazem. Essa ideia, consenso entre os autores Small (1998), Blacking (1995) e Elliot (2005), é fundamental para a re?exão[...] de que a prática musical pode ser concebida como uma ação artística de criação, percepção e resposta, revela a complexidade que se presenteia no espaço do fazer musical que ?é preenchido por múltiplas relações e interações? (Small, 1998, p. 8) de forma que o signi?cado da música ali produzida não é individual, mas social. Portanto, para se entender a natureza da música e seu papel na existência das pessoas, é preciso entender o que as pessoas fazem quando participam da ação musical coletiva. Rose Hikiji e Juarez Dayrrell, em suas pesquisas sobre as implicações do fazer musical na vida de jovens, ressaltam que há poucos estudos sobre a prática musical coletiva na literatura brasileira e pouca ênfase na produção musical em grupos nas escolas. Mesmo assim, ambos evidenciaram aspectos que destacam o processo de produção musical coletivo em relação ao individualizado. ?A música em grupo [?] é algo de outra ordem? (Hikiji, 2006, p. 237). A autora defendeu que, ao participar de um grupo musical, cada participante se compromete com o outro e com o resultado. Há, na busca por essa sintonia, o desenrolar de ações que propiciam sentimentos de responsabilidade, pertencimento, comprometimento e prazer. Ouvir-se no meio de um grupo que produz música é uma experiência única, ela a?rma, pois ali a pessoa percebe que faz parte de algo maior e ao mesmo tempo entende seu papel no todo que se forma.A Prática de Banda prepara os aprendizes para tocar música em conjunto, desenvolvendo assim, uma forma de trabalhar em grupo muito ampla, criando vínculos de cooperação e a capacidade de compreender os papéis de cada instrumento, bem como de cada indivíduo, em um grupo musical ou social.Estas práticas de bandas podem acontecer dentro e fora da Escola, e por muitas vezes os alunos acabam conhecendo o ambiente musical de estúdios ou teatros, e isso vai criando um vínculo maior com a questão de performance dos alunos, despertando maior liberdade em suas apresentações! Além disso, muitos dos alunos que iniciam a prática de banda acabam gostando muito e criam sua própria banda! Esse se torna o objetivo maior!Nas Práticas de Canto Coletivo... entende-se por coro ou coral um agrupamento de pessoas cujo objetivo principal é a execução musical vocal (DIAS, 2011). Esse grupo de pessoas que integram o coro se reúne com diversos outros objetivos, individuais ou coletivos, não necessariamente músico-vocais, sendo um ?excelente meio de reinventar novos modos do ser-em-grupo por conta da cumplicidade e colaboração necessárias de cada participante em prol de um objetivo único: a música que se canta? (SOARES, 2006, p. 71). Tal ideia também é explorada por Fucci-Amato e Amato Neto (2007). Os autores a?rmam que o coro se con?gura em importante ferramenta para se estabelecer uma extensa rede de con?gurações socioculturais através da valorização da participação do indivíduo no processo de construção de ideais e objetivos comuns, culminando com a concretização das atividades grupais. Cantar num coro pode ser uma atividade extremamente sedutora, criativa, submissa, expansiva, alegre ou triste. Pode ser uma experiência extremamente erudita, profana, sacra, popular ou eclética. Pode ser um trabalho ou o arremedo dele. Pode ser uma experiência social. Pode ser uma experiência unissonante, polifônica ou harmônica. Pode, en?m, ser uma experiência que junte muitas dessas possibilidades (RAMOS, 1989, p. 22).O canto coletivo se con?gura como uma prática músico-vocal presente em diversos contextos e culturas. Pessoas de diferentes faixas etárias apreciam o ato de cantar em grupo e se engajam nesta empreitada, utilizando o instrumento musical que faz parte de seu corpo: a voz. Silvia Sobreira (2013), a?rma que ?cantar é bom e cantar em grupo é melhor ainda? (p. 12). A vivência do canto coletivo propicia aos indivíduos uma experiência de trabalho em grupo, de companheirismo, de aceitação e de igualdade, o que dizer do coro no qual uma coleção heterogênea de vozes é mantida junta, de tal modo que a nenhuma voz é permitido que se coloque acima da mistura homogênea do grupo? O canto coral é o mais perfeito exemplo de comunismo, jamais conquistado pelo homem (SCHAFER, 1991, p. 279)A escola de Várias Artes Escola de Música e Arte Ltda ME pretende para 2020 dar continuidade aos grupos formados. Além disto, o projeto está alinhado com a Lei 8.313/1991 em seu artigo 1º, nos seguintes aspectos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;A proposta atende aos requisitos do artigo 3º da Lei 8.313 de 1991, mais especi?camente, ao seguinte:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; [...] e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Registro vídeo gráficoSerá disponibilizado na internet na íntegra dos registros audiovisuais existentes dos espetáculos, bem como será permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos, e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; poderão ser realizadas quando viável e necessário, gratuitamente, atividades como ensaios e apresentações solicitadas por escolas oi instituições. Indicadores e Formas de Verificação:Lista de presença, relatório por parte dos professores, as ações serão fotografadas e postadas na página do face book da escola. Avaliação de processo, de resultado e de impacto: Através de registros, fotos e filmagens dos encontros, fotos e filmagem de apresentações, recibos, cheques, lista de frequência, avaliação descritiva dos instrutores. Parcerias e Alianças:Prefeitura Municipal de Timbó - Fundação Cultural

Especificação técnica

Manter os 3 grupos de até 8 participantes para prática de banda e 1 grupo de até 20 participantes para prática de canto coral, e formar 1 grupo novo de prática de banda, 1 grupo de prática coral infantil e 2 novos grupos de Musicalização de até 10 participantes, atendendo um total de 92 participantes, na Várias Artes Escola de Música e Arte Ltda ME, para alunos frequentadores dos cursos piano, teclado, acordeão, canto, violão, guitarra, contrabaixo, bateria, iniciação musical, flauta doce e artes, ofertados pela escola, e para alunos interessados que possuam alguma experiência, atingindo 92 participantes, entre crianças, adolescentes, jovens e adultos a partir de 3 anos de idade.Serão abertas 88 vagas, assim distribuídas:1. Manter os 3 grupos de até 8 participantes para prática de banda e 1 grupo de até 20 participantes para prática de canto coral, atendendo um total de 48 participantes, na Várias Artes Escola de Música e Arte Ltda ME, para alunos frequentadores dos cursos piano, teclado, acordeão, canto, violão, guitarra, contrabaixo, bateria, iniciação musical, flauta doce e artes, ofertados pela escola, e para alunos interessados que possuam alguma experiência, atingindo 48 adolescentes , jovens e adultos a partir de 13 anos de idade. 2. Formar um novo grupo de oficina de prática de banda de até 8 participantes e um grupo de canto coral infantil de até 20 participantes, a ser realizado em parceria com a empresa MUELLER Participações SA, atingindo 28 crianças, adolescentes e jovens a partir de 6 anos de idade. 3. Formar 2 novos grupos de Musicalização de até 10 participantes, sendo 1 com crianças de 3 a 5 anos e 1 com crianças de 5 a 8 anos. Prática de Banda Professores: Jonathas Woitowitz de Moura Dutra (bateria, canto e iniciação musical) e Júlio Cesar Cornetet (violão, guitarra e contrabaixo). Nº de Alunos: 32 Carga Horária: 4 Horas semanais Plano Pedagógico: Primeiro trimestre: (março, abril e maio) Nessa primeira etapa analisaremos os participantes que permaneceram e os novos que ingressarão, observando se haverá a necessidade de reposicionamento dos integrantes. Nosso objetivo é separá-los em grupos com estilos musicais semelhantes e de mesmo nível técnico. Para os novos integrantes haverá uma exigência mínima de conhecimento musical, visto que o propósito do projeto não é o ensino do instrumento, e sim o desenvolvimento da prática coletiva da música. Durante essa fase de adaptação serão feitas atividades para ajudá-los, como trabalhar a percepção rítmica, melódica e harmônica. Definir o repertório de músicas que será trabalhado, respeitando os estilos musicais que foram escolhidos. Segundo trimestre (julho, julho e agosto) Nessa etapa o objetivo é focar nas músicas que serão executadas na apresentação de meio do ano, consolidando as estruturas rítmicas e harmônicas, reparando quaisquer erros e preparando mentalmente os alunos que estarão no palco pela primeira vez. Também nessa etapa refinaremos os solos de guitarra e outros trechos que não estejam sendo bem executados. Começaremos também o desenvolvimento de músicas autorais com aqueles que demonstrarem capacidade para tal, onde serão ensinados a compor harmonias de arranjos, melodias de vocalização e arranjos rítmicos. Terceiro trimestre (setembro, outubro e novembro) O foco principal será na postura corporal e na performance ao vivo da banda, trabalhando a interação com o público e entre os músicos. Durante os ensaios gerais trabalharemos individualmente com aqueles que tiverem maior dificuldade em demonstrar desenvoltura no palco. Trabalharemos as músicas que serão apresentadas no evento de fim de ano, colocando em prática todos os ensinamentos que foram passados no decorrer do ano. Aula de Prática de Canto-Coral Adulto Professor: Élida Pereira Santos Nº de Alunos: 20 Carga Horária: 1h semanal Plano Pedagógico: Primeiro trimestre: (março, abril e maio) Serão realizados testes para saber a tessitura vocal de cada integrante. Nas aulas faremos: aquecimento vocal, trabalhando o diafragma, afinação e postura correta para cantar. O repertório será formado com músicas folclóricas, músicas para datas comemorativas, cânones, a fim de que nossos coralistas desenvolvam e aprendam a cantar em vozes. Segundo trimestre (julho, julho e agosto) Será dado sequência com as músicas trabalhadas, e aumentaremos o nosso repertório. Serão disponibilizadas gravações das vozes para que os integrantes possam ensaiar. Teremos também apresentações já pré-agendadas no município de Timbó e de cunho social. Terceiro trimestre (setembro, outubro e novembro Continuaremos com nosso repertório, porém, trabalharemos músicas mais elaboradas, e também de natal, para apresentarmos ao público. Durante todo o período de execução, serão produzidos play backs para as apresentações, e kits de ensaio. Aula de Prática de Canto-Coral Infantil Professor: Élida Pereira Santos Nº de Alunos: 20 Carga Horária: 1h semanal Plano Pedagógico: Primeiro trimestre: (março, abril e maio) Iniciaremos fazendo uma seleção de participantes que poderão ter de seis a doze anos. Testaremos afinação e classificaremos em primeira e segunda voz, caso seja possível de acordo com a facilidade ou não dos integrantes que se inscreverão para participar do projeto. Ensinaremos a forma correta de respirar, a fim de que os integrantes do coral saibam como utilizar a respiração diafragmática. Haverá aquecimento vocal para que saibam desde o início como trabalhara a voz e afinação. Experimentaremos algumas músicas para futuramente definir o repertório que utilizaremos no decorrer do ano. Segundo trimestre (julho, julho e agosto) Já conhecendo bem o grupo que foi formado, podemos então escolher de forma mais assertiva o repertório. Trabalharemos técnicas vocais em duas vozes, já que na primeira etapa trabalharemos apenas uma única melodia. Haverá intensificação na divisão de primeira e segunda voz, pois o grupo já estará acostumado a cantar junto e a ouvir os demais coristas. Ensaiaremos para apresentação que será realizada no mês de julho. Terceiro trimestre (setembro, outubro e novembro) Nesta etapa o coral ensaiará para apresentações de final de ano. Incluiremos no repertório canções de natal, a fim de que possamos agendar comparecimento em eventos utilizando músicas com tal tema. Realizaremos um encontro sem ensaios de música, com o objetivo de socialização dos integrantes do coral. Aula de Musicalização Professor: Élida Pereira Santos Nº de Alunos: 20 Carga Horária: 2h/a semanais Plano Pedagógico: Primeiro trimestre: (março, abril e maio) Durante este primeiro trimestre serão realizadas atividades de maneira lúdica tais como: apreciação musical, conhecendo o compositor, parlendas, propriedades sonoras, músicas folclóricas, andar com a música, sons dos animais, pareamento sonoro, jogo da memória, pausas, brincadeiras de roda, conhecendo os instrumentos musicais, atividades rítmicas, entre outras Segundo trimestre (julho, julho e agosto) Nessa segunda etapa, serão mantidas as atividades realizadas no primeiro trimestre, incluindo a confecção de instrumentos com material reciclado. Terceiro trimestre (setembro, outubro e novembro) Nessa última etapa, será formada uma bandinha com os instrumentos confeccionados e realizada atividades com os mesmos, incluindo repertório para apresentação de final de ano.

Acessibilidade

Acessibilidade CURSO/OFICINA: Acessibilidade Física: A escola possui rampas, elevador de acesso, banheiros adaptados para atender alunos com deficiências físicas.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto prevê no orçamento pagamento de professor de libras para atendimento de alunos com deficiência auditiva e tradutor nas apresentações.Quanto aos alunos deficientes visuais, não é a nossa realidade, contudo está previsto no orçamento impressão de material em braile. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade Física: As escolas possuem rampas, elevador de acesso, banheiros adaptados para atender alunos com deficiências físicas.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto prevê no orçamento pagamento de professor de libras para atendimento de alunos com deficiência auditiva e tradutor nas apresentações. Quanto aos alunos deficientes visuais, não é a nossa realidade, contudo está previsto no orçamento impressão de material em braile.

Democratização do acesso

Todas as oficinas e apresentações são públicas e gratuitas. Conforme art. 21, par a o Produto Cultural, iremos prever: III - disponibilizar , na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias

Ficha técnica

Equipe Técnica:Diretoria Administrativa:Proponente e Coordenadora do Projeto - Gestão Administrativa e FinanceiraNoika Roeder Zipf: nascida em Blumenau, SC. Formada em Educação Artística – Habilitação em Música, pela UDESC, no período de 1990 a 1994. Pósgraduada a nível de Especialização em Educação Musical, pela UDESC em 1997. Pós-graduada a nível de Especialização em Gestão Estratégica de Recursos Humanos, pela ASSELVI, no período de 2000 a 2001. Treinamentos realizados na área de música: aulas de técnica vocal, piano e violoncelo no Teatro Carlos Gomes – Blumenau, SC. Áreas de atuação: professora de música na Paróquia Evangélica de Timbó em 1995 e 1996. Professora de artes no ensino fundamental no período de 2001à 2014. Violoncelista da Orquestra de Câmara de Timbó até 2003. Regente do Coral Infantil da Sociedade Recreativa e Cultural de Timbó. Professor de Prática de Banda: bateria e iniciação musicalJonathas Woitowitz de Moura Dutra: Nascido em Porto Alegre, RS. Estuda bateria desde 1993. Curso de Teoria Musical, Instituto Palestrina 1995-1996. Conservatório Pablo Komlós (OSPA) 2005-2006. Dá aulas particulares de bateria desde 2007, sendo que no período 2007-2010 na Escola Tom Melhor (Londrina - PR), 2015-hoje na Escola Nosso Canto (Blumenau-SC, 2016-hoje na escola Musicarte (Timbó-SC). Participou de gravações em São Paulo, Bauru, Londrina, Blumenau e Porto Alegre, como baterista e/ou produtor musical. Atualmente está cursando Licenciatura em Música pela Faculdade Claretiano em Curitiba - PR, e dá aulas na Escola de Apoio Pedagógico Casa Kids, em Indaial - SC. Professor de Prática de Banda: guitarra e violãoJúlio Cesar Cornetet: Músico desde 2006. Licenciatura em Artes (Música), 2009-2011, Blumenau-SC. Curso de Guitarra Avançado, Musicarte, 2006 a 2010 em Blumenau. Cursou violão clássico, de 2008 a 2009 na Escola Superior de Música Carlos Gomes, em Blumenau. Desde 2014 atua como Professor de Guitarra na Escola de Várias Artes, Timbó e professor de guitarra e violão na Escola de Música Nosso Canto em Blumenau SC. Professora de Práticas de CantoAriadne Vieira da Motta Soncela: bacharel em piano. Curso de Improvisação para piano com o professor Uwe Glaser (Alemanha) no ano de 2002 realizado pela UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina). Concluiu o Conservatório (curso técnico de piano) no Centro de Educação e Formação Musical White Keys. Cursou ainda História da Música (1999-2000), Teoria e percepção Musical (1992-1995), Harmonia e Estrutura Musical (1997-1998), Pedagogia da Música (2000), Instrumento Complementar Violão (1997) e teclado (1998). Participou do 9º Encontro de Músicos da UNASP (Centro Universitário Adventista), realizando os cursos de Musicalização Infantil (desde bebês a partir dos 06 meses) e Regência de Coral, no período de 14 a 26de julho de 2003. Participou também do 23º Festival de Música de Londrina, realizando o curso de Prática de Piano e Regência de Coral, no período de 14 a 26 de julho de 2003, e do 24º Festival de Música Londrina, realizando os cursos de prática de Música Barroca (execução de cravo) e Harmonia e Improvisação, no período de 19 a 31 de julho de 2004. Professora de Práticas de ViolinoDébora Pschichholz Henz: Iniciou, pelo método Suzuki, o estudo de violino em 1994 no Instituto de Educação Ivoti. Em 1996 e 1997 participou da orquestra dos iniciantes e na orquestra escolar e na Camerata Ivoti, de 1998 até 2006.Participou de diversos encontros de instrumentistas, de um encontro latino americano do Método Suzuki em Santiago do Chile (1996), de uma excursão pela Alemanha em janeiro de 2006 com a Camerata Ivoti. Por 7 semestres cursou as disciplinas do curso de Musicoterapia, na EST em São Leopoldo, sem conclusão. Concluiu o curso de Licenciatura em Música no ano de 2013, pelo Instituto de Educação Ivoti. No ano de 2007 lecionou aulas de violino em escolas de música da região. A musicalização infantil também faz parte da atuação profissional. No início de 2016 transferiu-se para Blumenau. Trabalha atualmente em escolas de música em Pomerode, Timbó e Blumenau. Atua como professora particular de violino com alunos na cidade de Blumenau e presta assessoria pelo Skype. Faz parte de um quarteto de cordas formado somente por mulheres, “Quartettas”, e integra a orquestra da FURB. Técnico de SomMarcos José Pereira: Curso: Attack áudio system :Desenho e alinhamento de sistemas de sonorização , Conclusão em 2015, Curso: OnealAudio :Montagem e instalação de sistemas de sonorização , Conclusão em 2015, Curso: Attack áudio system : Fase e linearidade de sistemas de som , Conclusão em 20016, Estudo empírico em organização de palcos, Estudo empírico em iluminação cênica, Estudo empírico em uso de equipamentos de áudio. Experiência Profissional: De setembro de 2007 a fevereiro de 2017 trabalhou na empresa musical JP, como responsável técnico pela montagem e ajuste do equipamento de som, e tocando guitarra, conquistando 3 discos gravados.De outubro de 2005 a outubro de 2019 trabalhou na empresa Joalheria e ótica Presidente como responsável técnica por instalação e Manteca de sistemas de som, como vendedor, responsável por atendimento de garantias de produtos, comprador, analista de crédito, organizador de estoque, dar treinamento técnica de Sistema de sonorização para clientes.Desde 2017 até o momento atua como Músico tocando guitarra, e Técnico de som, responsável pelo áudio na empresa Tropical Band. Instrumentista da Oficina Canto-Coral:Denise Tomaselli: Nascida em Timbó, SC.Curso de Violão Popular e Técnica Vocal (Professora Autônoma de Música, 4 anos, conclusão em 2012)Curso de Violão Popular/Erudito (Musicarte Escola de Música e Artes, cursando 3º ano)Curso de Acordeom (Professor Autônomo, 01 ano)Participação como corista no Coro da Fundação Cultural de Timbó/SC pelo período de 01 ano.Participação em Master Class. de Técnica de Microfone e Interpretação de Canto Popular (Professora Mareike Valentin, 2016 - Carga horária: 04 horas)Participação em Workshop de Canto (Professora Doris Beraldo, 2016 - Carga horária: 04 horas)Participação no 3º Coro em Foco (Guabiruba/SC, 2016 - Carga horária: 10 horas/aula)Participação em Master Class de Violão Erudito/Popular (Joinville/SC, 2019 - Professor e Músico Fábio Lima – Carga horária: 02 horas)Curso de Inglês (KNN Idiomas, carga horária de 126 horas)Dá aulas particulares de Violão Popular e Técnica Vocal desde 2015. Consultora Técnica:Mirone Maria Longo de Campos é graduada em pedagogia – habilitação Magistério e Orientação Educacional pela FURB, é pós-graduada com especialização em gestão escolar pela UDESC; Orientação educacional pela UNIVALI, coordenação pedagógica pela UFSC, Curso de Gestão de Projetos. Atuou como professora das séries iniciais, finais e ensino médio, orientadora educacional, Gestora da EEB Raulino Horn – Indaial e atuou como orientadora pedagógica na EEF Polidoro Santiago de Timbó, Exerceu a função de Supervisão de Educação Básica e Profissional na 34ª GERED de Timbó e atualmente presta assessoria na área de projetos.

Providência

Há saldo na conta movimento (livre) do projeto. A IN MinC nº 1, de 2023, estabelece como prerrogativa do proponente a possibilidade de solicitar a transferência do saldo remanescente para outro projeto aprovado, desde que do mesmo proponente. Caso não haja manifestação registrada em "Minhas Solicitações" NO PRAZO DE 10 DIAS, os valores serão recolhidos ao Fundo Nacional de Cultura (FNC), dispensada a anuência.