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O projeto "Setor Carnavalesco Sul" consiste na realização de um festival de apresentações musicais durante o período de carnaval.
Terceira edição do Setor Carnavalesco Sul, que oferece a estrutura, segurança, limpeza, divulgação e produção para desburocratizar a saída de manifestações culturais carnavalescas na rua durante os 5 dias de carnaval. Classificação indicativa etária: Livre.
Objetivo Geral - Oferecer à população um festival totalmente gratuito; - Dar visibilidade a produções e artistas relevantes para o cenário cultural brasiliense; - Propiciar um espaço para criação e movimentação cultural do DF; - Divulgar a música instrumental; - Priorizar o produto cultural originário do País. Objetivo Específico - Realizar o festival "Setor Carnavalesco Sul", com 40 apresentações musicais. A expectativa de público é de 10.000 pessoas por dia, totalizando 50.000 ao fim do projeto. - Realizar, enquanto contrapartida social, palestras sobre o carnaval. A expectativa de público é de 1.000 pessoas.
Brasília é uma cidade relativamente nova, da mesma maneira que a sua composição cultural, que vem se desenvolvendo e se consolidando com o passar dos anos. O carnaval da cidade é um dos pontos que constatam essa conjuntura de evolução, tomando forma e se consagrando na cena cultural nacional. Nesse sentido, o carnaval de rua, mais especificamente, tem experimentado um forte crescimento, demonstrando seu potencial e passando a integrar a cena carnavalesca junto a outros tradicionais de todo o país. Atualmente, o cenário local conta com o florescimento de blocos de diferentes gêneros, tamanhos e perfis. A partir da projeção adquirida pelo "Setor Carnavalesco Sul" e entendendo o seu potencial, os idealizadores acreditam que construir o projeto em volta da música instrumental pode ser um meio de divulgar o segmento, seus artistas, grupos e composições para o grande público brasiliense. Esta será a terceira edição do festival, que tem a intenção de transformar o centro histórico de Brasília em um local seguro com toda a infraestrutura necessária para o desfrute da população. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto atende os seguintes objetivos previstos pelo art. 3º da Lei 8.313/1991: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
Dentre as 40 atrações que se apresentarão nos cinco dias de evento, apenas 10 se enquadram no segmento de Música Popular Cantada. Desta forma, o resultado preponderante do projeto se encaixa no segmento de Música Instrumental, uma vez que configura a pauta mais extensa e ocupa a maior parte dos custos (cerca de 75% do destinado a cachê). PALCO 1 Bloco Música Instrumental, das 10h às 14hBloco Música Instrumental, das 16h às 20h PALCO 2 (PRINCIPAL) Bloco Música Instrumental, das 10h às 12h30Bloco Música Instrumental, das 12h30 às 16hBloco Música Instrumental, das 16h às 18hBloco Música Popular Cantada, das 18h às 20h TRIO Bloco Música Instrumental, das 12h às 15hDJ, das 15h às 20h
Festival / Apresentação Musical Acessibilidade Física: O evento será realizado em local com estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida, dispondo de espaços reservados, rampas de acesso e banheiros especiais. Acessibilidade de Conteúdo: O evento contará com a presença de intérprete de libras e monitores capacitados, de forma a possibilitar a participação de pessoas com deficiência auditiva e visual. Contrapartida Social Acessibilidade Física: A palestra será realizada em local com estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida, dispondo de espaços reservados, rampas de acesso e banheiros especiais. Acessibilidade de Conteúdo: A palestra contará com a presença de intérprete de libras e monitores capacitados, de forma a possibilitar a participação de pessoas com deficiência auditiva e visual.
A entrada para o festival não será cobrada, desta forma, o plano de distribuição da proposta está de acordo com os itens do inciso I do artigo 20 da IN nº 02/2019 do MC. Além disso, como medida complementar de ampliação do acesso, será adotado o disposto no inciso III do artigo 21: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
Caio Dutra – Proponente, Coordenador do Projeto e Produtor Executivo É sócio fundador do Abramente e do Coletivo Labirinto, nos quais exerceu as funções de produção dos eventos, gestão de negócios, contatos com parceiros, elaboração de dinâmicas, apresentação e comercialização de eventos. Possui ampla experiência com projetos culturais, sendo alguns deles o Setor Carnavalesco Sul, Setor Tropical Sul, Imagina no Carnaval, Afete-se, Carnaval no Parque, entre outros. Foi Conector Criativo do Plano Piloto e do Cruzeiro pelo Território Criativo, tendo coordenado as atividades em espaços culturais do Plano Piloto e do Cruzeiro para o fortalecimento da Economia Criativa no Distrito Federal e participado do relacionamento com entes e agentes culturais destas Regiões Administrativas. É sócio-fundador do coletivo No Setor, e atua com a gestão do negócio, serviço de autorização para uso de espaços do Setor Comercial Sul, gestão cultural do Espaço Cultural Canteiro Central, gestão do samba “Que trabalho é esse?”, gestão da programação quinzenal de walking tours pelo Setor Comercial Sul, e diversos outros projetos culturais já realizados, como a Festa Odara Brasília; Makossa Baile Black; Setor Criativo Sul I; Feira No Setor I e II; Criolina No Setor; Feira Carnavalesca No Setor; Favela Sounds No Setor; dentre outros em que auxilia e atua. Neste projeto, será o Coordenador Geral, sendo assim, o responsável pela gestão administrativa, técnica e financeira do mesmo. Será remunerado através da rubrica: Produtor Executivo. Felipe Velloso – Produtor Formado em Administração de Empresas com ênfase em Marketing na UnB (Universidade de Brasília). Possui ampla experiência com produção de eventos culturais, tendo trabalhado no Setor Carnavalesco Sul I, Samba Urgente, Fundação do Bloco Novos Candangos e outros, trabalhou ainda na Rede Globo como Executivo de Atendimento, sendo responsável pela comercialização de anúncios publicitários e outras funções; Atualmente aconselha diariamente na tomada de decisões do coletivo, gestão/sociedade com a empresa social de compostagem Destino Correto; e é Sócio Fundador do No Setor, sendo responsável pela gestão do negócio, contratação e gestão de pessoal, controle financeiro, produção dos eventos, gestão de parceiros, apresentação e comercialização de evento culturais. Gestão da Agenda Cultural do Espaço Cultural Canteiro Central. Ian Viana – Direção Artística Formado em Sociologia pela Universidade de Brasília, integrante do Coletivo Poético Assum preto, curador do Espaço Cultural Canteiro Central, integra o “No Setor”, negócio social que cria, potencializa e difunde projetos e atividades de cunho socioambiental no centro de Brasília com intuito de tornar o Setor Comercial Sul uma referência em cultura e inovação. Atuou, dentre outros projetos, no “Setor Criativo Sul”, festival com cerca de 50 atividades. Fez residência por 1 ano no projeto de residências da Casa da Cultura da América Latina - UNB, na área de Literatura. Na mesma área, apresentou trabalho na 5º edição do evento “Conversa Literária” sobre o tema “Trabalho e Literatura”, realizado em 2015 pela Universidade Católica de Brasília; Em 2018 foi palestrante na Semana Universitária da UNB com o tema “Poesia e Antropofagia - De Pindorama à República do Sol” e publicou seu primeiro livro “Eu era aquela cobra coral no quintal da tua infância”, pela Editora Patuá (SP). Fernanda Picoreli – Coordenador de Produção Formada em Turismo e pós-graduada em Eventos pela UPIS. Possui ampla experiência em organização de eventos, tendo trabalhado na área por dez anos. Foi coordenadora Artística e Backstage do Réveillon das Cores. . Responsável pela contratação artística, pelo camarim e backstage de bandas e djs; Coordenação artística, camarim e backstage do Drop Like It ́s Hot, além de criação e produção de produtos para quatro edições do evento. Responsável também pela loja da festa e credenciamento; Produção de camarim e backstage para quatro edições da festa Melanina; E também para as festas Errejota, Gravação do DVD do Scalene, Aniversário de Brasília 56 anos, Brasília Tattoo Festival, Bloco do Galo Cego e Formatura do Marista. Responsável pela contratação dos artistas, orçamentos, fornecedores, mobiliários, line up e tudo que diz respeito a artístico, backstage e camarins. Idealização, coordenação financeira e de RH de seis edições da Festa Candy Kush. Coordenadora de credenciamento do UFC Night Fight Brasília e do Guns and Roses Tour Brasília. Coordenadora Geral do 19° Festival Porão do Rock, entre muitos outros eventos.
PROJETO ARQUIVADO.