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Realização de montagem, temporada e circulação da adaptação para teatro musical da obra Carmen, uma das óperas mais populares de todos os tempos, composta em 1875 por George Bizet, tendo como libretistas Henri Meilhac e Ludovic Halévy. Uma obra espirituosa, brilhante e revolucionária que colocou em discussão o papel da mulher na sociedade francesa do século XIX. O projeto terá como diferencial a democratização da ópera no meio social e a aproximação do produto ao público brasileiro, raro nas plateias clássicas. Além disso, contará com medidas de acessibilidade como legendagem e LIBRAS.
Carmen Brasil será toda ambientada na cidade de Salvador na Bahia, aproveitando lugares conhecidos do quotidiano da cidade, de hábitos e costumes da população e de personagens típicos que serão os sucedâneos da obra original.Carmen Brasil será uma obra com drama, ciúmes, crimes, festas, envolvidos em cada segmento pelas árias famosas do conteúdo original, mas com orquestrações que caracterizam a brasilidade da adaptação. A dramaturgia ainda está em construção.
OBJETIVOS GERAIS: Formação de público, valorização e fomento à cultura operística, diversificação da oferta cultural da música clássica no Brasil, democratização e ampliação ao acesso às atividades e dinâmicas culturais e artísticas; construção e multiplicação de experiências sociais, culturais e coletivas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar montagem, duas temporadas e circulação da releitura brasileira da ópera Carmen. A proposta prevê estreia com 3 apresentações e subsequentes temporadas de 2 meses em duas cidades, totalizando 32 apresentações em cada praça. Além disso, propomos 3 aparesentações em uma cidade alternativa. No total, teremos 67 apresentações. Com encenação pautada na dinâmica cênica e nas pulsantes interpretações dos atores/cantores, a adaptação será ambientada na cidade de Salvador na Bahia, aproveitando lugares conhecidos do cotidiano da cidade, de hábitos e costumes da população e de personagens típicos que serão os sucedâneos da obra original. Além disso, o projeto terá uma atriz negra vivendo Carmen, trazendo ainda mais brasilidade a uma icônica personagem da ópera europeia. Realizado por uma equipe de profissionais de notória experiencia e reconhecimento no mercado e com elementos que marcam a brasilidade da montagem desde os figurinos até a música _ que terá orquestrações originais, com ritmos e elementos típicos brasileiros, o espetáculo propõe a democratização do acesso à ópera através da aproximação dos espectadores com o universo dos icônicos personagens da montagem, oferecendo a todos os públicos uma releitura de um clássico da ópera mundial. Através da criação de diálogos em português e da legendagem, presente em todas as récitas, o projeto visa estabelecer uma comunicação direta com seu público-alvo, aproximando os espectadores da intrigante e emblemática história de Carmen, uma mulher cigana, trabalhadora da capital baiana, perseguida por não se curvar aos padrões impostos pela sociedade em que vive e por trazer à tona sua forte personalidade e seu brado pela liberdade. O projeto realizará 67 récitas, das quais 6 serão munidas de ferramentas de acessibilidade como intérprete de LIBRAS. Objetiva-se impactar diretamente 62.000 espectadores durante as apresentações. Em relação ao impacto indireto, estima-se que pelo menos 1.500.000 pessoas tomarão conhecimento do projeto através das ações do plano de mídia e divulgação. Todas as apresentações terão acesso pago, respeitando os limites de valor permitidos e as gratuidades obrigatórias exigidas pela IN nº 02/2019.
Por ser uma herança da colonização europeia, raramente passível de traduções ou adaptações, a ópera se difundiu no Brasil como um gênero artístico de elite, pouco acessível à massa da população. Difundir artisticamente a cultura justifica-se por tornar acessível um universo que nem sempre chega ao seu próprio povo e, no caso de Carmen Brasil, o projeto apresenta uma releitura contemporânea e totalmente brasileira de um dos maiores clássicos da ópera mundial, que garante a aproximação entre a linguagem clássica _ muitas vezes elitizada e pouco difundida _ e o público brasileiro, que pouco ou nenhum acesso tem a obras pautadas na estrutura operística. O projeto justifica-se pela relevância das discussões levantadas, que se entrelaçam com questões da nossa sociedade atual, por utilizar-se de uma dinâmica inovadora para contar um libretto clássico e universal e promover a reflexão a partir da narrativa e da música, inegavelmente surpreendentes. Além da pertinência de seu conteúdo, para o contexto da contemporaneidade, sua equipe mostra-se absolutamente capacitada em histórico e excelência de realizações. Pelo viés econômico, apresenta potencial para a geração de diversos postos de trabalho, diretos e indiretos, aquecendo a cadeia produtiva das artes nas cidades que receberão as récitas. O projeto contará com ações de democratização ao longo de toda sua realização, configurando-se também como importante ferramenta na difusão dos produtos culturais. A solicitação de apoio ao projeto "CARMEN BRASIL" junto ao Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Partindo dessa premissa, o projeto auxilia no alcance dos objetivos descritos nos incisos I, III, VIII do Art. 1º da Lei 8.313, de 1991, tendo em vista que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e pleno exercício dos direitos culturais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; estimula à produção e difusão de bens culturais, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A proposta se enquadra e está de acordo com as finalidades previstas na alínea E (e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres), inciso II do art. 3º da Lei 8.313, de 1991.
O proponente será remunerado pelas funções de Diretor Geral, Coordenação Administrativo-Financeira e Coordenação de Projeto. Sobre Cenografia (em repsosta à diligência do dia 27/03/2020): Conforme etapas de trabalho previstas, o projeto de cenografia será elaborado durante o período de pré-produção do projeto e contratação efetivada do responsável por esta função. No momento, não é possível apresentar a essa secretaria o projeto cenográfico do espetáculo.
Conteúdo programático das contrapartidas sociais: As palestras e bate-papo terão duração média estimada de 3 horas e abordarão temáticas referentes à montagem do espetáculo, como especificidades do processo, a relavândia da discussão da obra nos tempos atuais e o trabalho no mercado do teatro musical no Brasil hoje.
A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. Nas 7 apresentações (cerca de 10% do total das apresentações) que terão tradução em LIBRAS, as casas contarão com intérprete de LIBRAS no atendimento e nos espetáculos, garantindo acesso ao público com deficiência auditiva. Para o público com deficiência visual, parte dos programas serão impressos em Braile e teremos equipe disponível para auxílio desse público na entrada e saída do teatro.
O proponente disponibilizará 20% (vinte por cento) dos ingressos disponíveis para venda para distribuição gratuita a beneficiários de projetos sociais e/ou escolas públicas - em atendimento ao Art. 20 da IN nº 02/2019; 10% dos ingressos serão comercializados a valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; Como medida de democratização de acesso, adotaremos o exposto no inciso V art. 21 da IN nº 02/2019 do MINC, a saber: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Em atendimento ao art. 22 da IN nº 02/2019: - Realização de 1 palestra gratuita com a diretora Carla Camuratti ou com o elenco em cada uma das cidades em que ocorrerão as apresentações; - Realização de bate-papo com protagonistas, diretora e parte da equipe de criação sobre o processo de montagem do espetáculo em uma das cidades que receberão o espetáculo; O projeto prevê a contratação de dois estagiários de produção, estudantes da rede pública do ensino superior, para auxílio nas atividades de gestão e produção executiva.
Direção Geral: Zeca Zimmerman e Claudio Kahns (remuneração do proponente) Claudio Kahns Entre suas produções estão obras premiadas como o longa de André Klotzel A Marvada Carne, convidado a participar de mais de 20 festivais internacionais, e recebeu 14 prêmios. Produziu também Feliz Ano Velho (seis prêmios no Festival de Gramado) e O Judeu (1a coprodução entre Brasil e Portugal, Melhor Filme no Festival de Brasilia e 1o Prêmio HBO). Foi o produtor executivo de Vera, que recebeu o prêmio de melhor atriz no festival de Berlim. Realizou várias coproduções internacionais, dentre elas Sobras em Obras, de Michel Favre, Kurt Masur, Uma Aventura Musical, de Amit Breur e Papagaios Amarelos, de Emmanuelle de Riedmatten. Adaptou o programa Inside The Actors Studio para TV brasileira com a série Estúdio Brasil. Dirigiu os longas documentários Eu,Eu, Eu José Lewgoy e Mamonas prá Sempre. Mais recentemente produziu Imagens do Estado Novo 1937-45 de Eduardo Escorel. Atualmente prepara a produção do documentário Rouanet, Cidadão do Mundo e e longa de ficção Tarsila, o Filme, em coprodução com a produtora Bedlam, da Inglaterra. Zeca Zimmerman Começou sua atuação na área cultural em 1969 como administrador e produtor do Teatro Oficina, em São Paulo, com o espetáculo Dom Juan, de Molière, dirigido por Fernando Peixoto. Ainda na área teatral foi Assistente de Direção da peça Putz, de Murray Schisgal, com Eva Wilma e Luiz Gustavo e dirigida por Osmar Rodrigues Cruz, administrou e produziu com Ruth Escobar o espetáculo Missa Leiga, de Chico de Assis, com música de Claudio Petraglia e direção de Ademar Guerra, tendo trabalhado também com John Herbert na administração do espetáculo Os Rapazes da Banda. Na área cinematográfica criou em 1975 a Documenta Produções Artísticas em sociedade com Maurice Capovilla e Gianfrancesco Guarnieri, tendo sido produtor de vários documentários, inclusive para o Globo Repórter. Em 1976 produziu seu primeiro longa, O Jogo da Vida, dirigido por Capovilla e baseado no conto Malagueta, Perus e Bacanaço, de João Antônio. Atuou como diretor e produtor free-lancer para a Blimp Filmes, tendo dirigido entre outros o Homem da Região sudeste, com roteiro de Lauro César Muniz e co-dirigido 75 Anos de Imigração Japonesa. Trabalhou na TV Tupi de São Paulo durante a gestão de Mauro Salles e Guga de Oliveira, como Coordenador do Núcleo de Eventos Especiais. Trabalhou também com Carlos Augusto Calil como Assessor da Diretoria de Operações Não-Comerciais da Embrafilme. Foi produtor executivo dos longas-metragens Causa Secreta, de Sérgio Bianchi, Mil e Uma, de Susana Moraes, Stelinha, dirigido por Miguel Faria e vencedor de 11 Kikitos no Festival de Gramado e do média-metragem Chamada Final, de Ana Maria Magalhães. Dirigiu e/ou produziu cerca de 40 documentários para diversas empresas e instituições, como p. ex. a Organização das Nações Unidas. Fez parte da equipe organizadora da I Feira Brasileira de Cinema, patrocinada pela Embrafilme na gestão de Celso Amorim. Foi membro da Comissão de Criação da RIOFILME, Membro da Comissão Especial de Cinema, do Ministério da Cultura - Prêmio Resgate do Cinema Brasileiro Em 2002 ocupou o cargo de Ouvidor-Geral da Agência Nacional do Cinema, onde ficou até o final de 2007. Em março de 2008 foi convidado para ocupar o cargo de Gerente de Aquisições Internacionais da então recém-criada TV Brasil, permanecendo até novembro de 2016. Representou a EBC/TV Brasil em importantes eventos internacionais, como a reunião anual do Public Broadcasting International em 2008. Foi seu representante em mercados internacionais como o Kidscreen, o MIPCOM e oMIPTV. Entre 2012 e 2016 participou como jurado do EMMY AWARD, convidado pela Academia de Televisão dos Estados Unidos. Direção: Carla Camuratti Atriz, diretora, produtora e roteirista cultural, Carla Camurati teve um papel decisivo para o audiovisual brasileiro com filmes icônicos em seu currículo como Carlota Joaquina, a Princesa do Brazil (1995) e Getúlio (2014).Foi articuladora da Academia Brasileira de Cinema e acumula experiências na gestão cultural, organização de eventos, direção de óperas, teatral e de conteúdo, tendo sido Presidente da Fundação Theatro Municipal por mais de 7 anos e Diretora de Conteúdodos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Adaptação de Libretto e Dramaturgia: Geraldinho Carneiro Poeta, publicou nove livros, além de seus Poemas Reunidos, coedição Biblioteca Nacional/Nova Fronteira. Recebeu o Prêmio Lei Sarney e o troféu Ana Cristina César pelo melhor livro de poesia, 1988. Acaba de receber o Grande Prêmio Cidade do Rio de Janeiro. Cronista, publicou Vinicius de Moraes: A Fala da Paixão (Brasiliense, 84) e Leblon: A Crônica dos Anos Loucos (Rioarte/Relume-Dumará, 96). Letrista, escreveu mais de duas centenas de textos para músicas de Egberto Gismonti, Astor Piazzolla, Wagner Tiso, Francis Hime eoutros compositores, gravadas por diversos intérpretes. Dramaturgo, escreveu peças como Lola Moreno, parceria com Bráulio Pedroso, (encenada em 79 e 82), A Bandeira dos Cinco Mil Réis (86, Manu Çaruê (ópera performática com música de Wagner Tiso, encenada em 88), Imaginária (encenada em 92) e a ópera de câmara Na Boca do Cão, com música de Sérgio Roberto Oliveira, direção de Bruce Gomlevsky, estrelada por Gabriela Geluda. Roteirista, escreveu Sônia: Morta & Viva, de Sérgio Waissman ((Tucano de Ouro no FestRio II), Eternamente Pagu (em parceria com Márcia de Almeida), O Judeu (em parceria com Millôr Fernandes). Adaptou diversas obras literárias para a TV, nas séries BrasilEspecial (93/4) e Brava Gente (2001). Adaptou, em parceria com Alcides Nogueira, a novela O Astro, pela qual recebeu o Prêmio Emmy International em 2011. Em 2016 foi eleito por unanimidade para a Academia Brasileira de Letras. Direção musical, arranjos e regência: Jaques Morelenbaum Iniciou sua carreira artística como um dos integrantes do grupo musical A Barca do Sol. Entre 1984 e 1994, participou da Banda Nova de Tom Jobim, atuando em shows e gravações, como no CD "Antonio Brasileiro", vencedor do Grammy. Entre 1988 e 1993, acompanhou Egberto Gismonti em shows e gravações, destacando-se os álbuns "Infância" e "Música de sobrevivência", lançados pela ECM Records. A partir de 1992, passou a atuar com Caetano Veloso, acumulando as funções de instrumentista, arranjador e diretor musical. Apresentou-se, acompanhado por um grupo de ritmistas da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, no Free Jazz Festival (RJ e SP), no projeto "Samba em concerto", do Centro Cultural Banco do Brasil (RJ), e no "Projeto sexta básica", da Sala Cecília Meireles (RJ). Participou, em 1995, do Heineken Concerts (RJ e SP), tendo como convidados especiais Caetano Veloso, Ryuichi Sakamoto e Paula Morelenbaum. Nesse ano, formou, com Paulo Jobim, Daniel Jobim e Paula Morelenbaum, o Quarteto Jobim Morelenbaum, com o qual excursionou duas vezes pela Europa, incluindo apresentação na Expo'98 realizada em Lisboa (Portugal), além de constantes apresentações nos Estados Unidos e no Brasil. Entre 1995 e 1996, gravou, em Nova York, os CDs "Smoochy" e "1996", de Ryuichi Sakamoto, atuando com o artista em uma turnê mundial para o lançamento de "1996". Em 1999, voltou a participar do Heineken Concerts, desta vez como convidado de Zeca Assumpção, ao lado de John Scofield. Gravou em discos de inúmeros artistas brasileiros, como Tom Jobim, Caetano Veloso, Gal Costa, Milton Nascimento e Chico Buarque, entre outros, num total de mais de 400 gravações. Coreografias: Débora Colker Largamente reconhecida pela crítica internacional, a excelência de seu trabalho como coreógrafa foi honrada em 2001 com o Laurence Olivier Award na categoria Oustanding Achievement in Dance” (realização mais notável em dança).Cinco anos mais tarde, motivava o convite da FIFA para dar vida ao único espetáculo de dança a figurar na grade de atividades culturais da Copa do Mundo 2006, na Alemanha: Maracanã – incorporado mais tarde ao repertório da CIA DEBORAH COLKER sob o título de Dínamo.Em 2009, assinava a criação do novo espetáculo do Cirque de Soleil – Ovo, uma viagem lúdica pelo mundo dos insetos. Uma das maiores honras, ser Diretora de Movimento das Olimpíadas do Rio 2016 mostrando um espetáculo visual representativo da energia do povo brasileiro. Espetáculo este que também incluía elementos icônicos de trabalhos dela como coreógrafa Coordenação de Projeto: Brasil 1500 (remuneração do proponente)
PROJETO ARQUIVADO.