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PRONAC 201922Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Victor, o menino selvagem

ARS ET VITA LTDA.
Solicitado
R$ 452,2 mil
Aprovado
R$ 452,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de formas animadas
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-08-01
Término
2021-05-31
Locais de realização (6)
Salvador BahiaJoão Pessoa ParaíbaIgarassu PernambucoRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto prevê um uma turnê nacional do espetáculo infantil de teatro de sombras e de objetos "Victor, o menino selvagem", criado pela Compagnie Zaï, companhia teatral francesa com base em Paris. A peça e´ livremente inspirada na histo´ria de Victor, uma criança abandonada pelospais e descoberta em 1800 com cerca de 10 anos de idade, após ter sobrevivido sozinha em uma floresta da região de Aveyron (França).

Sinopse

Sinopse: A vida de Victor começa como a de todas as outras crianças: educado, amado e mimado pelos pais. Até que um dia, ele é subitamente abandonado em um mundo abstrato e imaginário, como num sonho. Separado de sua espécie, nosso personagem encontra seres fantásticos e abstratos ao longo de seu solitário caminho, criaturas selvagens com diferentes comportamentos, tais como um monstro gelatinoso, um conjunto de pedras loucas e uma mágica bola verde, elementos que povoam uma floresta com vida própria, assim como seu mundo subterrâneo. Pouco a pouco, estes encontros e descobertas engendram reações no personagem interpretado pelo ator/performer, transmitindo emoções e sensações, a medida que seu processo de adaptação evolui. As imagens projetadas acompanham a transformação do personagem.O encontro com diferentes seres vivos o ajudará a forjar em seu próprio corpo uma experiência sensível, a partir da qual aprenderá a se adaptar ao ambiente selvagem. Mas, estranhamente, o encontro mais inusitado não se dá com esses seres e criaturas míticas e sim com outro ser humano: desconhecido e reconhecível ao mesmo tempo, este estranho que nos fascina por se parecer conosco. Uma curiosidade surge deste encontro: irá o menino seguir o homem até a cidade e abandonar o mundo fantástico que começa a ser-lhe familiar? Classificação etária: livre

Objetivos

Objetivo geral: O projeto tem como objetivo principal a realização do espetáculo "Victor, o menino selvagem" em uma turnê no Brasil, apresentando desta forma um espetáculo inédito em todas as cidades contempladas. Objetivos específicos: - Realização de 1 (uma) apresentação do espetáculo "Victor, o menino selvagem" em cada cidade contemplada -Realização de 1 (um) bate-papo com o público após cada apresentação, a fim de discutir o conteúdo apresentado com o público, proporcionando um intercâmbio entre público/artistas. Neste momento, poderão ser respondidas também dúvida com relação ao processo criativo e técnicas teatrais utilizadas. - Realização de 1 (uma) oficina gratuita com 3 horas de carga horária para o pu´blico infanto-juvenil, onde crianças e adolescentes terão a oportunidade de aprender sobre as técnicas visuais, mímicas e sonoras utilizadas no espetáculo.

Justificativa

Através do projeto aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, o presente projeto apresenta ao público brasileiro a estranha histo´ria de Victor, um menino que de um dia para o outro encontra-se sozinho em um mundo estranho e incompreensi´vel. A vida de Victor começa como a de todas as outras crianças: ele é educado, amado e mimado pelos pais. Ate´ que um dia, ele e´ subitamente abandonado em um mundo abstrato e imagina´rio, como num sonho. Separado de sua espe´cie, nosso personagem encontra seres fanta´sticos e abstratos ao longo de seu solita´rio caminho, criaturas selvagens com diferentes comportamentos, tais como um monstro gelatinoso, um conjunto de pedras loucas e uma ma´gica bola verde, elementos que povoam uma floresta com vida pro´pria, assim como o seu mundo subterrâneo. O espetáculo e´ livremente inspirado na histo´ria de Victor, o menino selvagem, abandonado quando criança por seus pais e descoberto em 1800, com cerca de 10 anos de idade, depois de ter sobrevivido anos sozinho, em uma floresta do Aveyron. De maneira geral, sa~o os anos que se seguiram ao resgate do menino que interessam os integrantes da companhia Zaï: as questo~es sociolo´gicas despertadas pela descoberta tardia do mundo humano por Victor. A sensaça~o de ser abruptamente separado do ambiente familiar e lançado a um mundo selvagem, estranho e incompreensi´vel. O espeta´culo explora justamente esses estimados seis anos que o menino passou sozinho na natureza: uma fascinante experiência visual e sonora que recria as aventuras de um personagem entregue à sua pro´pria sorte e imaginaça~o.Esses estranhos encontros sa~o criados a partir da interaça~o entre a retroprojeção de material visual / pla´stico e a sombra do ator (Arnaud Précheac). Paralelamente ao jogo de sombra e luz, mu´ltiplas composiço~es sonoras analógicas e digitais executadas ao vivo integram o espetáculo, habitando sonoramente esses lugares fanta´sticos pelos quais o personagem transita. O cara´ter efêmero das ilustraço~es e da trilha sonora torna cada espeta´culo uma experiência u´nica, convidando o público a uma viagem oni´rica e subjetiva traduzida em som e imagens. O espetáculo que se desenha a partir de um dispositivo simples e original - uma tela de pano, um retroprojetor e alguns acesso´rios para ilustraça~o e de som -, nasceu do encontro entre três artistas: um mi´mico (Arnaud Précheac), uma ilustradora (Juliette Morel) e um mu´sico e compositor (Gilles Précheac). Corpo, som e imagem sa~o os elementos centrais do espeta´culo cênico e imprimem formas, movimentos, ritmos e ressonâncias, dando origem a personagens, lugares, eventos drama´ticos, sugesto~es estéticas e sensaço~es sonoro-visuais. No Brasil, na França ou alhures, esta epopeia visual e sonora nos possibilita resgatar a linguagem orgânica universal presente em cada um de no´s. Desta forma, o espetáculo que prioritariamente aborda um público infantil é destinado ao público geral, de 0 a 99 anos. Por ser realizado os espetáculos com entrada franca, é imprescindível o financiamento deste projeto através da lei de incentivo à cultura. Além da democratização do acesso a arte tanto geograficamente, quanto economicamente, a realização do projeto com recursos advindos de renúncia fiscal, também se justifica sob outro aspecto: através do impacto social gerado pela a oficina oferecida pelos artistas internacionaios o projeto proporciona a oportunidade de novos conhecimentos, vivências, experimentações e contato com os mais diversos tipos de linguagens artísticas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Acrescentamos aqui o link para visualização do teaser do espetáculo "Victor, o menino selvagem": https://compagniezai.jimdo.com/victor-l-enfant-sauvage/ Acrescentamos aqui o link para visualização do espetáculo "Victor, o menino selvagem" na sua íntegra: https://compagniezai.jimdo.com/victor-l-enfant-sauvage/captation-victor/ Experiências da equipe com o público jovem Cada membro da companhia Zaï possui vasta experiência de trabalho com o público infantil: Há vários anos, Arnaud Préchac é professor de teatro mímico e palhaçaria para crianças. Em 2014, ele foi selecionado pelo edital CLEA (Contrato Local de Educação Artística, da aglomeração de Cambrai, lançada pelo DRAC Nord/Pas de Calais e do Ministério da Educação Nacional) para uma residência artística de quatro meses, onde trabalhou com 750 crianças e adolescentes na sensibilização e desenvolvimento de linguagens corporais. Fotos, vídeos, artigos de imprensa dos eventos e mais informações sobre o projeto podem ser visualizados no link abaixo: https://compagniezai.jimdo.com/transmission/ Gildas Préchac, por sua vez, trabalhou por anos como professor de violão e composição para jovens e ministrou diversos ateliês de animação. Juliette Morel, além da sua formação no BAFA, participa com o coletivo de arquitetos, urbanistas e designers Cabanon Vertical, o qual desenvolveu projetos visando a melhoria do espaço público urbano em Marselha. Ela também participou de um CLEA (Contrato Local de Educação Artística) em Valenciennes. A Companhia Zaï foi convidada inúmeras vezes para oferecer workshops de linguagens cênicas (mímica, composição sonora e palhaçaria), em eventos e centros culturais para os jovens, tais como o centro de educação de Garches (voltado para adolescentes) e o festival Mimos (crianças e pais).

Especificação técnica

O espetáculo pode ser adaptado de acordo com o local de representação (uma sala de aula, um centro cultural, um teatro de grande ou pequeno porte, uma praça etc.). Configuração da tela de projeção: tamanho da tela: Largura 6m50 x altura 4m85 * Recuo necessário entre a tela e a parte de trás do palco: 8 m Distância mínima entre o público e a tela: 3 m A tela é amarrada no topo por laços em ilhós e abaixo, presa ao forro por meio de argolas pequenas (50 mm de diâmetro) presas por hastes nas de metal (diâmetro de 15 mm) Duração do espetáculo: 60 minutos Suportes à escrita: as sombras se confrontam com as ilustrações projetadas na tela, através do uso de um retroprojetor. A atmosfera sonora, por sua vez, é criada ao vivo, o que adiciona uma terceira dimensão “imaginária” fundamental à peça. Suportes imagéticos: as ilustrações são criadas a partir de múltiplos materiais, tais como feltro, papel vegetal, pigmentos chineses, tinta colorida, água, papel, tecido, lápis pastel, papelão, plástico, vidro, farinha e outros materiais industriais ou vegetais postos a serviço da escrita imagética. Somam-se a isso, transparências, a manipulação de objetos cênicos e o uso de técnicas tradicionais oriundas do teatro de sombras. Suportes sonoros: ressonâncias nas mais diversas matérias primas, tais como ferro, madeira, plástico, arame, cordas, cabos e líquidos. Essa atmosfera sonora complexa e artesanal foi reformulada por Gildas Prechac através de um processo de digitalização. Uma vez numerizados, esses sons são retransmitidos ao vivo graças a um sistema eletrônico de difusão e o processamento de som sincronizado à imagem e à atuação cênico.

Acessibilidade

Produto - Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade FÍSICA O proponente irá proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas nos lugares de apresentações que têm uma rampa para as pessoas de terceira idade e portadores de necessidades especiais e/ou banheiro para as pessoas de necessidades especiais. Os espaços fechados possuem lugares reservados a cadeirantes e portadores de necessidades especiais. Acessibilidade de CONTEÚDO O proponente disponibilizará aos portadores de necessidades especiais os seguintes acessos de comunicação:1) Para pessoas com deficiência visual, alguns posts na midia social, terão o #paracegover, dando a oportunidade de seguir as notícias em tempo real. Produto - Oficina Acessibilidade FÍSICA Os espaços fechados possuem lugares reservados a cadeirantes e portadores de necessidades especiais. Acessibilidade de CONTEÚDO O proponente disponibilizará aos portadores de necessidades especiais os seguintes acessos de comunicação: 1) Um(a) intérprete de libras acompanhará os debates depois do espetáculo e as oficinas. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: alguns posts na midia social, terão o #paracegover, dando a oportunidade de seguir as notícias em tempo real.

Democratização do acesso

O projeto é destinado ao público em geral, pessoas com necessidades especiais (PNE), provenientes de diferentes classes econômicas e várias camadas sociais, sem nenhuma restrição de faixa etária, incluindo desde crianças até estudantes, professores, artistas, produtores culturais e todas as pessoas que possuem interesse pela arte em suas diversas manifestações e expressões. Produto - Espetáculo de artes cênicas - Entrada franca Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ocinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Gisele Mara Função - coordenadora Geral Licenciada (dez/2017) e bacharela (jun/2016) em Teatro pela Universidade Federal de São João Del-Rei. Atua como primeira secretária da Associação de Produtores de Artes Cênicas de Juiz de Fora (APAC/JF). Professora de Teatro contratada pela rede municipal de ensino de Juiz de Fora. Atuou como Coordenadora Geral do 8º e 7º Festival Internacional Artes Vertentes em Tiradentes (MG). Pela produtora Universo Produção exerceu as atividades como assintente de produção e planejamento de logistica nas 14º CINEOP, 22º e 21º Mostra de Cinema de Tiradentes. Trabalhou como produtora cênica, assistente de direção e bailarina no espetáculo Ballet Clássico Alice no País das Maravilhas da Cia das Danças, apresentado no Teatro Municipal de São João Del Rei/MG em dezembro de 2018. No espectáculo E a Cor a Gente Imagina, financiado pelo Itaú Cultural, trabalhou como produtora local no ano de 2018, em Tiradentes. Participou da equipe de produção da 17ª Campanha de Popularização do Teatro&Dança de Juiz de Fora. No período de abril/2013 à dez/2018 atuou como atriz no grupo Lendas São-joanense/SJDR. Nas edições da 25º, 26º, 27º, 28º e 29° Inverno Cultural/UFSJ intregou à equipo de monitoria das Artes Cênicas. Participou como atriz, dançarina e colaboradora do Grupo Transdisciplinar de pesquisa em Arte e Sustentabilidade pelos subgrupos de pesquisa: MURUNDUM - Grupo de Dança Contemporânea da UFSJ (2013 a 2016) e Movère (2012 a 2015). Em 2012, atuou como atriz-performance na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), conhecida também como Rio+20. Trabalhou como Atriz entre os anos 2007 a 2012 na Cia Teatral Fazendo Arte em Juiz de Fora (MG). Arnaud Prechac Função - co-autor, diretor de movimento e intérprete Finda sua formação na Escola Nacional de Artes e Técnicas de Teatro no departamento de administração, Prechac funda com outros estudantes a companhia Grands Mâtins, com a qual se inicia na arte do jogo e da escrita cênica. Paralelamente, faz três anos de curso de mímica no teatro MimOdrame, e faz diversas formações complementares nesse âmbito, incluindo estágios de mímica com importantes nomes na área, tais como Philippe Adrien, Dominique Boissel, Guillaume Cantillon, Stephane Bault, e, mais recentemente, Guillaume Séverac. Apaixonado pela dança contemporânea, pela palhaçaria e pelas acrobacias chinêsas, resolve se aventurar no universo da performance e da música, aprendendo piano como autodidata (jazz). Prechac participa da fundação da companhia Zai com a criação do espetáculo “Victor, o menino selvagem”, do qual é co-autor, diretor de movimento e intérprete. Mais recentemente, atuou em “Choisir l’écume”, obra teatral escrita e dirigida por Alan Payon. Interpretou Toby na Opéra The Medium, de G.C Menotti, participou do espetáculo “Ce doit être” num papel que associava expressão corporal e jogo teatral. Como diretor, realizou dois espetáculos que combinavam texto, corpo, marionetes, teatro de sombras e criação musical com detentos prisão de Nanterre (Festival vis à vis de la Villette, Festival Hors les murs Sacem/Philharmonie). Gildas Prechac Função - criador da trilha sonora e músico Gildas Préchac é engenheiro de som e multi-instrumentista. Ele integra grupos musicais como cantor e guitarrista. Neste âmbito, destacam atuações nas bandas “Offbeat” (Hip-Hop Swing) e “Les Loups Passagers” e “Jazz’in chair” (dueto de guitarra cigana). Como engenheiro de som, codirige o estúdio Nuage https://www.facebook.com/Nuage.Postproduction/ e trabalha em projetos de mixagem e composição musical e digital, captação, direção e edição de som para projetos audiovisuais (destaque para o lme Zulma Rouge, produção do Canal+). Ingressa na carreira de radialista como assistente de direção da Rádio Nova. Compõe trilhas sonoras de curtas-metragens (destaque para o lme “Consent” que ganhou prêmio de melhor lme estrangeiro no festival RØDE). No teatro, toca e executa intervenções sonoras de Emilie Chevrillon no Teatro 13 em Paris, e acompanha a companhia Zai em todas as suas criações musicais e sonoras. Juliette Morel Função - co-criadora e projeto de iluminação Formada pela Ensatt em cenogra a para teatro, interessa-se pela escrita criativa e coletiva e por todas as formas de espetáculo (ao) vivo (teatro, dança, concertos etc.). Trabalha com a companhia KMK num projeto de recuperação das histórias por trás dos espaços urbanos, que deu origem a um projeto de escritas coletivas pluridisciplinares (que resultou, além de atividades in situ, em uma docu cção, uma residência artística e exposições em diversas cidades francesas). Paralelamente, interessa-se pelo desenvolvimento do espaço público e pela concentração urbana, atuando com o coletivo de designers, arquitetos e urbanistas Cabanon Vertical (Bairros Criativos na Capital Européia da Culture de 2013 / Carta branca conferida pelo Centro de Artes La Maladrerie Saint Lazare, em Beauvais). Torna-se assistente de Michael Levine, Tom Cairns e Simon Holdsworth na realização dos cenários da Opéra de Paris. No teatro, busca projetos de escrita coletiva onde o jogo de cena é de nido ao vivo no palco. Para expandir a sua compreensão da relação entre corpo e espaço, inicia-se no trabalho corporal com Daniel Larrieu e Lenah Strohmaier. Ars et Vita Função - direção de produção. A Ars et Vita será o responsável pela gestão de todo o processo de pré-produção como captação dos recursos, organização de logística (hospedagem, passagens, ensaios), contrataçãos (gráfica, designer, assessoria de impensa, etc), produção (contratações, contatos com parceiros, coordenação dos ensaiois, organização dos ensaios, coordenação da oficina, etc) até pós-produção como coordenação de relatório com valoração e mídia, prestação de contas, etc. A rubrica está contemplada na planilha orçamentária Curriculo de Ars et Vita (principais projetos dos últimos dois anos) 2019 -Itinerância pelas unidades do SESI/SP da exposição "Verger e Carybé: entre as duas margens do Atlântico" - Mostra de Animação Russa. Caixa Cultural, Curitiba e Fortaleza -8º Festival Internacional de Artes de Tiradentes: Artes Vertentes. Tiradentes -Espetácilo de dança “BWV 988: trinta possibilidades de trangressão”. Teatro Plínio Marcos, Brasília - Exposição "Mens Rea: a cartografia do mistério". Caixa Cultural, Rio de Janeiro -Dezembro - Mostra de Animação Russa. Caixa Cultural, Fortaleza 2018 - Mostra de animação russa. SESC Palladium, Belo Horizonte e CINESESC, SP - 7º Festival Internacional de Artes de Tiradentes: Artes Vertentes - Exposição "Serguei Maksimsihin "O último império". Museu Oscar Niemeyer, Curitiba

Providência

PROJETO ARQUIVADO.