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O presente projeto prevê a realização de oficinas de co-criação de roteiro audiovisual e captação de imagens, desenvolvendo storyboard, roteiro e plano de direção em aldeias de 3 etnias distintas para até 90 jovens, que resultará em um média-metragem combinando cenas animadas com cenas de live action contendo 16 minutos; prevê a realização de uma exibição do filme seguida de palestra com a diretora do filme e ainda prevê a criação e a atualização de um portal digital para a difusão do projeto.
MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 2 é um média-metragem com duração de 16 minutos e Classificação Indicativa Livre. O filme será co-criado com grupos de jovens de três aldeias indígenas tradicionais brasileiras de etnias distintas e localizadas em três estados: Amazonas, Rondônia e Acre. A metodologia do projeto é baseada na cocriação e se dá a partir da formação de um grupo da comunidade que tenha interesse em participar, de acordo com a cultura da etnia, que costuma envolver não somente os jovens, mas todos os membros da comunidade nas atividades. Será realizada uma convivência imersiva visando a troca de informações e conhecimento, para uma construção audiovisual a partir da mitologia local. Junto a esses jovens, haverá uma vivência de entrosamento da equipe de trabalho – equipe técnica e jovens da aldeia – e imersão no universo de construção de narrativas para audiovisual baseado no tema em questão. Juntos, esse grupo de equipe/participantes iniciarão a fase de pesquisa e seleção dos mitos, elegendo os transmissores locais de cada aldeia que serão escolhidos pelo grupo para contação e transmissão de mitos locais. Estes personagens serão entrevistados conjuntamente e convidados a serem filmados durante suas respectivas transmissões dos mitos. Dos mitos transmitidos, o grupo elegerá 2 que se tornarão a base para a construção do pré-roteiro que alimentará o média-metragem a ser produzido. A partir da discussão sobre o pré-roteiro, o grupo será convidado a pesquisar as locações internas e externas das aldeias onde os personagens (ou seres) citados nos mitos coletados durante a entrevista poderiam ocupar, e estes serão filmados em conjunto com os jovens, já imaginando a incorporação das cenas no média-metragem finalizado. Este material colhido nas aldeias retornará a base em São Paulo para ser editado, sonorizado, e inseridas as animações, resultando assim no seu formato final a ser dirigido pela cineasta Julia Vellutini. É importante ressaltar que a natureza deste projeto são as oficinas nas quais se desenvolverá o trabalho de cocriação para realização de 01 média-metragem e que está essencialmente baseado na troca entre a equipe técnica que o compõe – transmissora das tecnologias necessárias para a construção de um projeto audiovisual – e os jovens nativos (e comunidades) das aldeias participantes – transmissores da cultura e mitos locais. Portanto, não seria possível a apresentação de um pré-roteiro em formato padrão, já que ele será construído como parte central do projeto. Igualmente, não é possível a apresentação do plano de direção, nem mesmo do storyboard, uma vez que o trabalho inicial com a Aldeia é que dará o direcionamento para as outras etapas. A equipe técnica que participará do trabalho nas aldeias é composta por uma diretor geral/roteirista, um diretor de fotografia/operador de câmera, um técnico de som, uma produtora e um animador/ilustrador (podendo ser ampliada para incluir um assistente de câmera e um educador de acordo com o valor a ser captado) . As animações que entrarão posteriormente no filme, serão orientadas pelos desenhos feitos com os jovens durante a vivência que contará com oficinas de desenho e pintura – onde os jovens desenharão os personagens que aparecem nos mitos. A Música aparecerá como elemento imprescindível e presente em toda a narrativa, trabalhando junto às imagens para contar a história. Os sons da natureza ora serão captados diretamente dos ambientes filmados e ora recriados através dos sons de instrumentos. O projeto seguirá o espinho dorsal do projeto incial Mitos Indigenas em Travessia, que pode ser visto no site: www.mitosindigenasemtravessia.com , que será lançado ao publico geral no dia 16 de Dezembro, 2019. Caso este analista deseje acessá-lo antes da data do lançamento oficial, poderá fazê-lo pelo acesso a seguir: Login- Secretarias Senha- Secretarias2019 Link - https://mitosindigenasemtravessia.com/wp-admin
Objetivo geral: Promover a troca de experiências e conhecimento em aldeias de etnias diversas, por meio da convivência diária, que resultará na co-criação de roteiro audiovisual e captação de imagens nas Aldeias Indígenas. O produto final resultará em um média metragem combinando cenas animadas com cenas de live action contendo 16 minutos, com Classificação Indicativa Livre. Objetivos específicos: . Dar continuidade ao projeto iniciado em 2019, quando foram visitadas aldeias de 3 etnias distintas no Mato Grosso (MT), Tocantins (TO) e Mato Grosso do Sul (MS), resultando no média-metragem Mitos Indígenas em Travessia, contendo 06 mitos das etnias Javaé, Kuikuru e Kadiwéw; . Realizar oficinas de co-criação de roteiro audiovisual e captação de imagens, desenvolvendo storyboard, roteiro e plano de direção a partir da narração de mitos indígenas em aldeias de 3 etnias distintas a serem definidas, localizadas nos estados do Amazonas, Acre e Rondônia, para até 30 jovens em cada Aldeia, totalizando o alcance das oficinas em até 90 jovens. . Distribuir 500 DVDs no total, sendo 240 DVDs para etnias indígenas, 200 DVDs para o Sistema de Bibliotecas de São Paulo e 60 DVDs para divulgação e patrocinador; . Realizar como Contrapartida Social, uma exibição do filme MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 2, seguida de palestra com a Diretora do filme Julia Vellutini e a Coordenadora das oficinas, Debora Ribeiro em escola da Rede Pública de Ensino de São Paulo a definir, para uma quantidade de cerca de 80 estudantes do ensino fundamental e professores; . Coletar tradições mitológicas indígenas convertendo-as em linguagem audiovisual; . Preservar o patrimônio imaterial da cultura indígena para as gerações futuras; . Disseminar as tradições indígenas por meio do portal específico do projeto; . Propiciar aos jovens das comunidades indígenas em questão, uma aproximação com a cultura do audiovisual, elemento com o qual eles poderão trabalhar posteriormente; . Propiciar aos jovens das comunidades a percepção de que tradição e modernidade podem conviver harmonicamente, podendo abrir universos de percepção e valorização das suas culturas.
Um projeto deste porte só é possível viabilizar por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Todos os produtos resultantes do mesmo, de valioso conteúdo cultural e educativo, serão disponibilizados gratuitamente à população por meio de um portal interativo no qual se poderá acessar o filme, bem como conteúdos didáticos. O projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V, VIII e IX do Art. 1o da Lei 8313/91, bem como alcançará o objetivo do do Art. 3º da Lei 8313/91, Inciso II, conforme demonstrado em DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, devido às limitações de caracteres na JUSTIFICATIVA. "Todas as sociedades possuem conjuntos de ideias e reflexões próprias sobre a origem do mundo, como foram criados os seres e elementos, entre outros. Portanto é comum que essas ideias e reflexões sejam narradas na forma de histórias denominadas mitos (...) Nas comunidades indígenas a recorrência à mitologia é uma prática cultural comum para a preservação da identidade, para que sua própria existência seja provida de sentido. "² Com o iminente risco da identidade cultural pela qual etnias indígenas vem convivendo, surge a ideia de fazer um registro audiovisual de mitos de algumas delas, como preservação do patrimônio cultural imaterial. Mas um registro que parta de dentro da própria Aldeia, narrando mitos escolhidos pelos indígenas que serão orientados, durante um período de permanência de uma equipe de cineastas na Aldeia, a co-criarem um média-metragem. Segundo o interesse dos jovens da etnia, serão entrevistados Caciques, Xamãs ou outros transmissores das tradições verbais mitológicas da Aldeia para narrarem seus mitos, material que ficará para a posteridade, para a difusão desse Patrimônio Cultural Imaterial que é fator integrante da identidade cultural brasileira. O média-metragem estrutura-se a partir de seis histórias dos tempos antigos ou mitos selecionados e trabalhados pelo grupo de jovens e integrantes da comunidade indígena que participará, espontaneamente, das oficinas de trocas de experiências e conhecimento entre a equipe de produção e as Aldeias Indígenas e resultará na co-criação do roteiro e nas gravações das cenas que se referem ao mito em questão. O Projeto MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 2 pretende estimular a participação de jovens de Aldeias indígenas a criarem e participarem do registro de histórias dos tempos antigos ou mitos selecionados por eles, a partir de uma transmissão dos mitos por um contador de estórias elegido por eles. Pensamos que a utilização do audiovisual como estímulo aos jovens introduzirá nas Aldeias alcançadas pelo projeto, possibilidades futuras para que os próprios participantes da troca de experiências, possam dar continuidade à preservação de memória e tradição, uma vez que os jovens estarão de posse de conhecimentos básicos de formação em roteiro e criação, e da utilização de recursos tecnológicos para registro perene. Demonstra-se assim, o audiovisual como ferramenta apropriada, uma vez que promova a integração dos jovens com suas tradições, fazendo uso de meios modernos. Podemos já citar, como exemplo da apropriação que mencionamos, o filme em animação com teatro de sombras intitulado "Histórias do Ahasa", produzido pela Aldeia Afukuri após o convívio com a equipe do projeto, em sua primeira etapa. O filme está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=e8b6_Mm-7LM. O projeto MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 2 engloba cinco dias de intenso convívio com cada uma das comunidades de três Aldeias da Região Norte do Brasil ainda a serem definidas, envolvendo oficinas de pesquisa e elaboração de roteiro audiovisual por meio da co-criação. A pesquisa partirá de uma coleta de contos nativos feita em conjunto com os jovens das aldeias participantes do projeto, que irão filmar os adultos transmissores dos mitos locais. Deste material coletado serão escolhidas as histórias que servirão como ponto de partida para o exercício de "técnicas de roteiro para audiovisual e elaboração de conceitos estéticos" para criação do média-metragem. Serão gravados vídeos documentais, a título de pesquisa, pelos jovens, durante o convívio com a equipe de produção do projeto, e serão exercitadas técnicas de fotografia e gravação. Seis mitos serão escolhidos pelo grupo/comunidade, sendo dois de cada Aldeia, para integrarem o média-metragem. Eleitas as histórias a serem desenvolvidas, será discutido com a comunidade o melhor modo de traduzir a transmissão oral à linguagem do audiovisual que será representada no média-metragem. A partir de então serão captadas novas imagens para compor o produto final. Ao retornar para São Paulo o material será editado, e as animações serão inseridas. O média será finalizado com Classificação Indicativa Livre e acessibilidade comunicacional e será distribuído e exibido nas aldeias que lhes deram origem, bem como, nas aldeias que fizeram parte da primeira etapa do projeto. Serão também disponibilizados à população em geral por meio de um portal digital, de seu canal no Vimeo e de Comunicados às Secretarias Estaduais de Educação dos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins Amazônia, Acre e Rondônia, para que professores possam utilizá-los como material educativo em sala de aula. As três regiões mapeadas para realização da convivência co-criativa do projeto nos estados indicados são _ Amazonas, Acre e Rondônia. A pesquisa para escolha das aldeias será guiada pelo interesse em etnias detentoras de mitologia abrangente, mas também, de intensa produção artística. A primeira etapa do projeto MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA foi desenvolvida a partir de um projeto executado sob o título de Contos dos Curumins junto aos jovens da Aldeia Krukutu na região de Parelheiros, situada na cidade de São Paulo. O produto resultante do projeto Contos dos Curumins foi o curta metragem de animação AWA POANPÉ, que teve sua estreia realizada na Aldeia Krukutu e também dentro da programação da Virada Sustentável São Paulo em agosto de 2016. O AWA-POANPÉ, até o presente momento, foi exibido nos Festivais North Carolina Family Film Festival (Estados Unidos), Animation Marathon (Grécia), Marcellus Movie Madness Family Festival (Estados Unidos), Moving Pictures Festival (Bélgica) e a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis (Brasil). O curta-metragem narra um mito referente ao rito de passagem da etnia e conta a história de Werá, um curumim da Aldeia Krukutu, que ao roubar a pena de uma coruja no dia de seu rito de passagem, é transformado no monstro-das-garras-grandes. Para se tornar menino novamente, ele precisará devolver a pena à coruja. Através desta primeira experiência foi possível entender a importância da expansão da experiência em território nacional no intuito de fornecer aos povos indígenas ferramentas que potencializassem a transmissão de um patrimônio cultural imaterial tão importante para a consolidação da identidade étnica das Aldeias e também como resgate da identidade brasileira. Assim surgiu o Projeto MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA, no qual foi desenvolvida uma convivência com as etnias Javaé, Kuikuru e Kadiwéw, resultando na coleta e desenvolvimento de um média metragem que combinou as linguagens animação e live action, no qual são narrados 2 mitos de cada etnia. Filme disponível em: http://www.mitosindigenasemtravessia.com/ O MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 2 dará seguimento a este tão importante resgate do patrimônio cultural imaterial de povos indígenas, instrumentalizando e influenciando seus jovens a continuarem a valorizar as culturas de seus povos. Neste sentido, e através da união dos universos educativo e cultural e da troca de saberes entre nativos das etnias indígenas e as equipes artística e técnica, o produto resultante do projeto transmitirá este patrimônio de forma bastante alinhada com a cultura local e sua identidade, a exemplo de inspiração na arte e na música de cada etnia para construção de personagens, cenários e trilha sonora.
O projeto seguirá a espinha dorsal do projeto inicial MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 9PRONAC 17-199), que pode ser visto no site: https://mitosindigenasemtravessia.com/ Referências da Justificativa: ¹ Mitos e Lendas da Cultura Indígena. Disponível em: http://prodoc.museudoindio.gov.br/noticias/retorno-de-midia/68-mitos-e-lendas-da-cultura-indigena ² A IMPORTÂNCIA DOS MITOS PARA AS SOCIEDADES INDÍGENAS. RIBEIRO, Rosa Cristina (UFMS), LUNA, Julia Falgeti (UEPG), ALMEIDA, Bárbara Cristina Krüngel de Barros (UNIESP). Disponível em: http://www.cih.uem.br/anais/2015/trabalhos/1152.pdf ³ CULTURAS EM TRANSFORMAÇÃO - os índios e a civilização. COHN, Clarice. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-88392001000200006 Plano de Divulgação: Canal no Vimeo: canal criado especificamente para a veiculação do média-metragem produzido pelo projeto MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 2 - com acesso democrático para toda a população brasileira. Portal digital: a ser atualizado para veicular o filme, o histórico de todo o processo de construção dos mitos desde as oficinas nas Aldeias, disponibilizando também materiais didáticos - com acesso democrático para toda a população brasileira. Serão enviados 07 (sete) comunicados oficiais do projeto para envio às Secretarias Estaduais de Educação dos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins Amazônia, Acre e Rondônia, informando sobre a veiculação do média-metragem no portal, possibilitando o acesso democrático de educadores e do público estudantil ao filme. OBS: Em resposta às diligência 01 e 02 em fase de análise técnica, em "ANEXAR DOCUMENTOS" - "INFORMAÇÕES ADICIONAIS" anexamos: 1. o termo de compromisso de entrega do máster do filme para o CTAv; 2. a Proposta de Produção, o Argumento Cinematográfico e Metodologia e o Plano de Direção; 3. as cartas de anuência da Ficha Técnica do projeto; 4. as cotações de seguro para o projeto (tomando como referência as contratações de seguradoras no projeto MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA, realizado em 2019).
Média-metragem contendo 16 minutos de gravação, finalizado em Full-HD, com Classificação Indicativa Livre e Acessibilidade comunicacional. Em diligência em fase de análise da proposta está sendo solicitada a readequação da planilha orçamentária do projeto para o valor final de R$650.000,00 (seiscentos e cinquenta mil reais). No entanto, após exaustivas tentativas de redução do orçamento total do projeto, não conseguimos alcançar o valor. Justificamos que o projeto Mitos Indígenas em Travessia, o qual a equipe de análise usou como referência para que os valores sejam mantidos, foi orçado em no ano de 2017 e está com o orçamento extremamente defasado. Fizemos um enorme esforço e conseguimos manter valores bem abaixo do mercado aida assim, mas o valor total do projeto ficou em: R$752.306,81 (setecentos e cinquenta e dois mil trezentos e seis reais e oitenta e um centavos). O valor total do média-metragem ficou em R$505.923,71 (quinhentos e cinco mil novecentos e vinte e tres reais e setenta e um centavos). Esperamos muito contar com o entendimento da equipe de análise técnica enfatizando que ainda assim, diante do orçamento ora apresentado, os valores praticados para no presente orçamento são valores que se encontram abaixo das referências do mercado, quase em sua totalidade. Guardamos a mais sincera expectativa de que a equipe técnica possa deferir a planilha de custos do projeto no valor final alcançado.
O média-metragem será finalizado com Audiodescrição e Legendagem Descritiva (com descrição de diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações que sejam relevantes para possibilitar uma melhor compreensão da obra). É previsto que o filme seja sem a presença de diálogos, narrando apenas a mitologia em um ensaio poético-lúdico-musical. No entanto, por tratar-se de uma co-criação realizada entre a equipe de produção do projeto e as etnias em questão, caso se opte por haver diálogos no filme, estes serão traduzidos em LIBRAS.
. O média-metragem será disponibilizado em formato DVD para as comunidades envolvidas nesta segunda edição do projeto e para as comunidades indígenas envolvidas na primeira etapa do MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA. Mas também contribuirá com a difusão da cultura indígena em nível nacional por meio de divulgação e disseminação de todo seu conteúdo em seu Portal Digital e canal específico no Vimeo. . O média-metragem possui Classificação Indicativa Livre. . Será criado um comunicado oficial do projeto para envio Às Secretarias Estaduais de Educação dos estados de São Paulo, Amazônia, Acre e Rondônia (os estados que receberão o projeto) além dos estados Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins (que receberam a primeira edição do projeto e serão avisados de sua atualização com novos conteúdos) indicando o site e canal criado para o projeto como ferramenta importante e muito útil para o trabalho de professores em sala de aula em consonância com a Lei n 11.645. No Portal do projeto, além da disponibilização do filme, serão disponibilizados tutoriais, jogos e outras formas de interação e ampliação do conhecimento, aberta ao público em geral, com Classificação Indicativa Livre e gratuitamente. É prevista também a inscrição em diversos festivais nacionais e internacionais de cinema. PRODUTOS: DVDS Dos 500 DVDs que serão produzidos: . 240 DVDs serão distribuídos para as Aldeias envolvidas com o projeto, sendo 40 DVDs para cada Aldeia participante nesta etapa e 40 DVDs para cada aldeia participante da primeira etapa do projeto. . 200 DVDs serão distribuídos para o Sistema de Bibliotecas Públicas do Estado de São Paulo. . 60 DVDs serão distribuídos para para veículos de divulgação e patrocinador. CONTRAPARTIDA SOCIAL Será realizada, em escola da Rede Pública de Ensino de São Paulo, para uma quantidade de cerca de 80 estudantes do ensino fundamental e professores, uma exibição do filme MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 2, seguida de palestra com a Diretora do filme Julia Vellutini e a Coordenadora das oficinas, Debora Ribeiro. A exibição e a palestra durarão em torno de 1 hora e 30 minutos no total. O tema abordado na palestra será o filme produzido e todos os seus aspectos socioculturais. Vale ressaltar que o projeto MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 2 é um projeto inclusivo, de natureza sociocultural, gratuito, disponibilizado livremente ao alcance do grande público, cujo propósito é a preservação do patrimônio cultural imaterial dos povos indígenas a partir de uma imersão em aldeias indígenas, oferecendo oficinas de roteiro e cocriação de filmes para jovens e outros integrantes das comunidades indígenas interessados, gratuitamente. OFICINAS PARA ATÉ 90 PESSOAS Sobre as oficinas que serão realizadas mediante uma imersão da equipe do projeto em 03 aldeias indígenas distintas, nos estados do Amazonas, Acre e Rondônia (etnias a definir), a metodologia do projeto é baseada na cocriação e se dá a partir da formação de um grupo de até 30 jovens locais em cada aldeia visitada pelo projeto, a ser definida e estando localizada nos estados do Amazonas, Acre e Rondônia, com o intuito de realização de uma convivência imersiva visando a troca de informações e conhecimento da mitologia local. Como serão percorridas 03 aldeias distintas, estima-se a participação de até 90 jovens das etnias indígenas nas oficinas. Juntos, esse grupo de equipe/participantes iniciará a fase de pesquisa e seleção dos mitos, elegendo os transmissores locais de cada aldeia. Estes personagens, geralmente são os anciões, serão entrevistados conjuntamente e convidados a serem filmados durante suas respectivas transmissões dos mitos. A partir da discussão sobre o pré-roteiro, o grupo pesquisará locações internas e externas das aldeias onde os personagens (ou seres) citados nos mitos coletados durante a entrevista poderiam ocupar, e estes serão filmados em conjunto com os jovens, já imaginando a incorporação das cenas no média-metragem finalizado. Este material colhido nas aldeias retornará a base em São Paulo para ser editado, sonorizado, e inseridas as animações resultando assim no seu formato final. O projeto promoverá o acesso democrático ao filme produzido, bem como aos conteúdos didáticos de reforço pedagógico para o desenvolvimento de atividades em sala de aula, contendo temas referentes aos mitos, cultura, hábitos, alimentação e outros, por meio do Portal Digital do projeto, disponível gratuitamente a toda a população. OBS: No plano de distribuição, os DVDs que serão doados para as Aldeias participantes da primeira etapa do projeto foram incluídos no Plano de Distribuição de São Paulo, haja vista que as respectivas Aldeias não integram-se às atividades previstas no projeto MITOS INDÍGENAS EM TRAVESSIA 2. Sendo assim, na comprovação de execução do projeto, apresentaremos as declarações de recebimento por parte das Aldeias participantes do projeto Mitos Indígenas em Travessia em sua primeira etapa, a saber Aldeia São João - Javaé (TO), Aldeia Afukuri (MT) e Aldeia São João - etnia Kadiwew (MS). Um projeto deste porte só é possível viabilizar por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Todos os produtos resultantes do mesmo, de valioso conteúdo cultural e educativo, serão disponibilizados gratuitamente à população por meio de um portal interativo no qual se poderá acessar o filme, bem como conteúdos didáticos. O projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V, VIII e IX do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto alcançará o objetivo do do Art. 3º da Lei 8313/91, Inciso II: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.
Direção cinematográfica - JULIA CRISTALDI VELLUTINI Direção Artística - JULIA CRISTALDI VELLUTINI e WESLEY RODRIGUES Coordenação das Oficinas - DÉBORA RENATA R. DE L. PINTO Produção Executiva - CAROLINA MORAES E S. MAIA e JULIA CRISTALDI VELLUTINI Designer Gráfico - MARIA DA GRAÇA CRISTALDI Ilustrador/Animador - WESLEY RODRIGUES Diretor de Fotografia - EDUARDO MAKINO Coordenação Administrativa – VALÉRIA MARCONDES PRODUÇÃO CULTURAL ME JULIA CRISTALDI VELLUTINI - Julia iniciou sua carreira no Departamento Internacional de longas-metragens da o2 Filmes, onde participou da equipe do filme “The Expendables” (Dirigido por Silvester Stallone; Atores: Silvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Jason Statham, Jet Li, entre outros), ambos os filmes coproduções americanas com Millenium-NuImage Films. Em seu portfólio de criadora, roteirista e diretora estão as séries infantis em animação “Mapí” (vencedor do edital PRODAV 05 FSA/BRDE 2015), “Os Firmezas” (vencedor do edital PRODAV 05 FSA/BRDE 2015), “As Aventuras de Benny & Roo” (vencedor do edital PRODAV 05 FSA/BRDE 2014). Todos estão em fase de desenvolvimento e captação. No âmbito dos projetos socioculturais, Julia tem em seu portfólio o projeto “Contos dos Curumins” (Vencedor no Edital ProAc 24/2014) e “As Bordadeiras do Jardim” (Vencedor no Edital ProAc 40/2015 ), ambos incluem elementos socioculturais e audiovisuais em animação. O curta metragem gerado a partir do projeto “Contos dos Curumins”, intitulado “O Awa Poanpé” foi selecionado e exibido em festivais internacionais nos Estados Unidos, Bélgica, Grécia e Brasil . WESLEY RODRIGUES - Ilustrador/Animador Nascido em 1984, é animador, ilustrador e quadrinista. Publicou a HQ Luiz Gonzaga - Asa Branca - O Menino Cantador (Retina78/Funarte, 2012), em parceria com Maurício Barros de Castro. Ilustrou diversos livros, entre eles O fantasma de Canterville (LeYa, 2011), de Oscar Wilde, e O Circo Mecânico Tresaulti (DarkSide®? Books, 2016. 2. ed.), de Genevieve Valentine. Wesley foi o homenageado nacional do Anima Mundi 2018. Atualmente, desenvolve seu primeiro longa-metragem, O Reino dos Pássaros, e produz dois curtas, O Astronauta de Papel e O Sonho de Alice. Mora parte do tempo em Tilcara, povoado no meio das montanhas no norte da Argentina, e parte em Aparecida de Goiânia, em Goiás. Saiba mais em wesleyilustra.blogspot.com. EDUARDO MAKINO - Diretor de Fotografia Eduardo Makino começou a trabalhar no cinema há 25 anos, atuando há quase 10 anos como diretor de fotografia com cinema publicitário, curtas-metragens, longas-metragens, documentários(diversos trabalhos realizados com NHK(Japão) desde 1999 com índios no Brasil) e Séries para TV. Dentre os projetos que podemos destacar como diretor de fotografia estão: Como se Tornar o Pior Aluno da Escola - 2017 A felicidade de Margo (TV Movie) - 2017 Politicamente Incorreto (TV Series) -2014 A Despedida - 2014 Ganhador do prêmio de Melhor Direção de Fotografia no Festival de Gramado de 2014 e no Newport Beach Film Festival – EUA.2014 A Produtora (TV Series) -2014 The Owner -2012 180º (Short) - 2011 Lucas (Short) (director of photography) Alice diz adeus (Short)(director of photography) Camera and Electrical Department Como se Tornar o Pior Aluno da Escola - 2017 A felicidade de Margo (TV Movie) - 2017 Politicamente Incorreto (TV Series) - 2014 A Despedida (camera operator) - 2014 Colegas (cameraman) - 2012 Rinha: O Filme (camera operator) - 2008 BELLINE EO DEMÔNIO (camera operator) CAROLINA MORAES E SILVA MAIA – Atua no braço executivo/legal da Zureta, com especialidade em formatar projetos de forma a atender os requerimentos dos programas de fomento audiovisual e literário, além de negociar e redigir os contratos correspondentes. Bacharel em Direito pela PUC/SP em 2002, Carolina atua na indústria do entretenimento desde 2005, quando trabalhou no departamento de produção executiva internacional da o2 Filmes. Pela o2, atuou em projetos de longa-metragem como “Lixo Extraordinário” (coprodução Brasil-Inglaterra, dir. Lucy Walker e João Jardim, indicado ao Oscar na categoria “Melhor Documentário”), “Rosa Morena” (coprodução Brasil-Dinamarca, dir. Carlos Augusto de Oliveira), “Ensaio sobre a Cegueira” (coprodução Brasil-Japão-Canadá, dir. Fernando Meirelles), “12 Horas Até o Amanhecer” (dir. Eric Eason), e na etapa de desenvolvimento do longametragem “A Flower in Brazil” (dir. Jef Kramer). MARIA DA GRAÇA CRISTALDI - Maria é designer gráfica e artista visual. Graduou-se com “Honors Degree” em artes pela Corcoran College of Art and Design em Washington DC, EUA. Recebeu os prêmios: Unique Personal Vision, Betty Foster Award, EUA, 2000; Corcoran College of Art and Design Scholarship, EUA, 1999/00; Merit Scholarship, Corcoran School of Art, EUA, 1997; Merit Scholarship, Rockville Art League, EUA 1997; Distinguished Art Student Award, MO College, EUA, 1997; Art Department Scholarship Award, MO County Art Association, EUA, 1996/97; Merit Award, Categoria Documentário, Young People’s Film and Video Festival, National Film Theather, South Bank, Londres, Grã Bretanha, 1990. Trabalhou com a Editora de Cultura, Folha da Terra, Editora Rio, Zazie Edições, Arte e Atitude, Editora Escrituras e outras. Através da Zureta Cultural publica livros de arte e poesia. É autora de livros infantis pela Editora Peirópolis/SP. DEBORA RIBEIRO DE LIMA - Graduada em Artes Cênicas e pós graduada em Arte da Interpretação pela Universidade São Judas, vem desde então criando, implantando e produzindo projetos que transitam pelo universo cultural. No teatro realizou espetáculos, atuando e produzindo, com os diretores Edu Silva, Elton Takii e Antônio Januzelli. É co-fundadora do Movimento Vivá, coletivo que trabalha em prol da cultura inclusiva e que realizou em 2015 a primeira edição do Festival de Cultura Inclusiva. Junto a cineasta Julia Vellutini, Debora vem desenvolvendo projetos com foco na transmissão de contos e mitos dos povos formadores da cultura brasileira. VALÉRIA MARCONDES PRODUÇÃO CULTURAL ME - Empresa especializada na elaboração e na execução de projetos culturais, com um extenso currículo no segmento de projetos incentivados pela Lei Rouanet, atuando no mercado de marketing cultural desde 1993. Presta consultoria para a elaboração e execução de projetos culturais de espetáculos musicais, teatro, dança, edição de livros, cinema e exposições de artes visuais, entre outros. Principais projetos aprovados e geridos, em 2018/2019 Luz, Câmera, Ação! – elaboração, produção e gestão administrativa do projeto (FAC-DF - 00150-00007571/2018-80). Projeto próprio; . Mitos Indígenas em Travessia – gestão administrativa do projeto (PRONAC 17-1699). Cliente - Zureta Cultural; Festival Aloha Spirit de Cinema 2019 – gestão cultural (PRONAC 18-5366). Cliente – Associação Magna de Desportes; . Vamos ao Cinema! – elaboração e inscrição – projeto selecionado no Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados – Seleção Nacional 2019. Projeto próprio; . Cliente - Centro Brasileiro de Análise e Planejamento – Cebrap; . Hélio Oiticica: Delirium Ambulatorium – Elaboração, inscrição e acompanhamento técnico (PRONAC 19-0600).
PROJETO ARQUIVADO.