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PRONAC 201951Prestação de Contas AprovadaMecenato

RESIDENCIA BASE - 3ª EDIÇÃO

SALIVA PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 125,8 mil
Aprovado
R$ 72,3 mil
Captado
R$ 34,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

47.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Formação Audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-05-01
Término
2021-09-01
Locais de realização (2)
São Paulo São PauloTremembé São Paulo

Resumo

Os cineastas Esmir Filho, Mariana Bastos, Thereza Menezes e Fernando Sapelli se inspiraram em residências de roteiro internacionais para desenvolver a 3ª Edição da Residência BASE FILMES. Residência BASE FILMES é uma residência para desenvolvimento de roteiros de longas-metragens para todos os formatos (ficção, documentário ou animação). O programa é gratuito e quer estimular o desenvolvimento criativo através do diálogo entre roteiristas em inicio de carreira e pessoas já estabelecidas no mercado.O espaço da residência é um ponto importante na busca de inspiração para imersão criativa.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral Queremos dar continuidade ao trabalho bem sucedido que iniciamos com a primeira e segunda edições (2013 e 2019) da residência de desenvolvimento de roteiros audiovisuais BASE FILMES. Objetivo Especifico O intuito da BASE é proporcionar um ambiente favorável à imersão, inspiração e troca de ideias para o desenvolvimento de projetos cinematográficos, sem custos aos participantes. Os ideais que guiam nosso projeto são: · Potencializar a produtividade de cada roteirista em um espaço criativo. · Compartilhar ideias, aprimorar o desenvolvimento e otimizar resultados. · Proporcionar networking e potencializar as oportunidades entre profissionais do ramo. · Descobrir e incentivar novos talentos do cinema brasileiro. Focos principais: - Escolha de 7 projetos de roteiristas de qualquer região do país, independentemente de raça, cor, gênero e orientação sexual.- Retiro de 7 dias com os roteiristas em um espaço isolado e longe da agitação das cidades.- Atividades de consultoria e orientação com 1 profissional convidado e experiente.- Conversas com 3 ou 4 profissionais do ramo sobre o processo, do desenvolvimento até o lançamento de uma obra audiovisual.- 7 roteiros de longa-metragem resultam da Residência Base.

Justificativa

Art. 1º da Lei 8313/91 VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3º da Lei 8313/91 I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; O projeto foi idealizado com base na experiência do cineasta Esmir Filho (um dos organizadores), que já passou por residências internacionais reconhecidas no mercado cinematográfico, em especial a residência francesa Moulin D’Andé _ parceira do Cinefoundation do Festival de Cannes. Após a experiência produtiva no meio dos bosques da Normandia, que lhe rendeu o tratamento final de seu roteiro VERLUST (o próximo lançamento do cineasta), Esmir pensou: por que não criar uma residência brasileira de roteiros para cinema nesses moldes (que se diferencia de workshops e oficinas)? Uma residência que proporciona o compartilhamento de experiências entre colegas roteiristas, que permita que cada um siga seu método com liberdade e ao mesmo tempo proporcione a orientação de profissionais. Levando em consideração que se faz necessário investir na fase de desenvolvimento de roteiros, ele se uniu à diretora e roteirista Mariana Bastos e aos produtores Thereza Menezes e Fernando Sapelli. Juntos criaram a residência BASE FILMES, um exemplo do que pode e deve ser feito para aprimorar a qualidade narrativa do cinema nacional. Sabemos que a fase de desenvolvimento de roteiro para cinema tende a ser solitária. Alguns roteiristas evitam compartilhar suas ideias - ou por receio de sofrer influências externas ou por não encontrarem um interlocutor sensível ao seu projeto. A residência BASE FILMES vem justamente questionar esse cerco, proporcionando um ambiente de diálogo e troca entre os participantes. Acreditamos que a conexão entre as pessoas é o melhor combustível para gerar bons projetos. Os dias de convivência fazem os roteiristas ficarem à vontade para expor suas ideias e, assim, receberem feedback dos colegas criadores, podendo levar em consideração as observações que acharem pertinentes para amadurecer os seus roteiros. Além disso, reunindo na mesma casa roteiristas em fase de desenvolvimento, a energia criativa se potencializa e todos passam a trabalhar mais e melhor. A segunda edição aconteceu na Pousada Fazenda Maristela, em Tremembé, SP. Erguida em uma área de Mata Atlântica aos pés da Serra da Mantiqueira, a fazenda foi aberta no século XIX para o cultivo do café. Anos depois, uma família proprietária transformou-a na Cinematográfica Maristela, companhia de cinema que cresceu no início dos anos 1950, trazendo artistas e celebridades em torno de sua piscina. Em 1966, a fazenda passou para seus herdeiros que fundaram a pousada. Por estar isolada de centros urbanos e interferências contemporâneas, a residência BASE FILMES proporciona um ambiente inspirador para imersão aprofundada do roteirista participante. Cria-se assim um selo que descobre talentos para o mercado cinematográfico e aponta novos rumos para o cinema, com uma eclética seleção de projetos e de mentes criativas, dando liberdade para que cada um crie seu espaço, tanto individual quanto coletivo e estimulando um cinema cada vez mais maduro e relevante, que privilegia o autor e suas obras. A edição piloto realizada em agosto de 2013 constatou o potencial dessa iniciativa inédita no Brasil, com destaque para os projetos "Pela Janela, de Caroline Leone - vencedor do prêmio da crítica internacional do Festival de Roterdã 2017 - e o "Para Minha Amada Morta", de Aly Muritiba - vencedor do prêmio principal do festival de Brasília 2016. Em 2019, a segunda edição se destacou pela seleção eclética de roteiros e roteiristas, tendo entre eles a animação "Como é que é? E tem saci com mais de um pé?, de Belise Mofeoli (vencedora do edital SPCine de Desenvolvimento) ; a longa de ficção "Caudal" do português Gil Chagas e a brasileira Chris Agnese; e o projeto "O Crime do Iguaçú", de Nina Rosa Sá, que se tornará a aposta para minissérie do selo Fetiche Features, braço das produtoras dos idealizadores da Residência BASE FILMES, responsável pela série Boca a Boca, produção original Netflix de 2020. Esse resultado levou os organizadores a criar um formato para as primeiras edições oficiais, que pretende ter uma frequência anual.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

As inscrições para participar do projeto BASE estão abertas para roteiristas de todo Brasil, incluindo pessoas idosas e portadores de necessidades especiais. A pousada possui rampas de acesso, aposentos (quartos) especiais equipados com o necessário para estadia desse público. Isso inclui apoios para locomoção, banheiros com espaços regulados e apoios, cadeira de rodas etc. e um staff está preparado para recebe-los. Caso seja necessário, adaptaremos nosso formato de trabalho para quaisquer eventualidades do participante.Há um intérprete de libras previsto caso algum participante escolhido seja deficiente auditivo.

Democratização do acesso

A inscrição para a Residência BASE FILMES é gratuita e feita através de seu site oficial. É aberta a todos, independentemente de classe social, grupo étnico, orientação sexual ou portador de necessidades especiais. A seleção dos projetos é feita em caráter anônimo até a última fase de entrevistas.A residência arca com custos de transporte da cidade de origem até o local da Fazenda em Tremembé, além de arcar com custos de acomodação e alimentação.Após a edição da Residência, os participantes participarão de uma conversa com alunos da rede pública de ensino de São Paulo para comentar sobre suas experiência como parte da CONTRAPARTIDA SOCIAL.

Ficha técnica

ESMIR FILHO é formado em cinema e fundou a produtora Saliva Shots em 2011. Seu longa “Os Famosos e os Duendes da Morte”, distribuído pela Waner Bros. no Brasil, foi selecionado para os festivais de Berlim e Locarno e vendido para mais de 5 países, além de ter ganhado o prêmio de melhor filme no Festival do Rio. Seu curta “Alguma Coisa Assim” foi premiado no Festival de Cannes em 2006, enquanto Saliva, também exibido em Cannes, esteve na cor- rida pela vaga do Oscar de 2008. Em 2018, lançou seu segundo longa ao lado de Mariana Bastos, uma co-produção Brasil-Alemanha, também premiado no Festival do Rio. Atualmente, prepara-se para lançar “Verlust”, uma co-produção Brasil - Uruguai em conjunto com a Globo Filmes, e “Boca a Boca”, série original da Netflix, o qual ele é diretor e showrunner. MARIANA BASTOS roteirizou e dirigiu diversos programas de TV, em diferentes formatos, como Expedição Xingu (GLOBO), Marias (SONY), Admirável Móvel Novo (GNT) e Tudo o Que É Sólido Pode Derreter (TV CULTURA). Seu primeiro longa metragem (em parceria com Esmir Filho), “Alguma Coisa Assim”, estreou no primeiro semestre de 2018 e foi vencedor do prêmio de melhor montagem no Festival do Rio 2017. O filme nasceu do curta metragem homônimo premiado na “Semana da Crítica” do Festival de Cannes de 2006. No momento está produzindo o seu segundo longa metragem, “Raquel 1,1”, com a produtora Claraluz Filmes. THEREZA MENEZES dirigiu o curta metragem documental SABA, juntamente à Gregório Graziosi, que entrou na seleção do Cinefondation da 60a edição do Festival de Cannes. Trabalhou como editora e produtora durante alguns anos até entrar como sócia na produtora Saliva Shots e trabalhar como produtora executiva de diversos projetos, entre eles, os programas de TV, vídeos clipes e longas metragens; Como produtora executiva, lançous dois longa-metragens - Eu Nunca, dirigido por Kauê Telloli e Alguma Coisa Assim, dirigido por Esmir Filho e Mariana Bastos - além de diversos programas de televisão para GNT e SESCTV. Atualmente, está em produção da série Boca a Boca para NETFLIX e, em 2020, a Saliva lança mais um longa – VERLUST- dirigido por Esmir Filho, com Andréa Beltrão e Marina Lima.FERNANDO SAPELLI Fernando Sapelli é formado em Cinema e Novas Mídias, assim como Artes Dramáticas pela Universidade da Califórnia, Santa Barbara. Em Los Angeles, trabalhou na produtora Appian Way, do ator Leonardo Di Caprio, e na Sony Pictures Television. Em 2014 fundou a produtora Claraluz Filmes. Já produziu longas metragens, como “Exodus – De Onde Eu Vim Não Existe Mais” (2016), com estreia na Mostra Internacional de São Paulo, e “Alguma Coisa Assim” (2017), com estreia no Festival do Rio onde recebeu o prêmio de melhor edição. Também já produziu séries de televisão, como “Filosofia Pop (Segunda Temporada)” (2019) e conteúdo seriado para empresas como TAP Airlines e Google.POSSIVEIS CONVIDADOS:ANNA MUYLAERT - cineasta, diretora de televisão e roteirista brasileira. Estudou cinema na Escola de Comunicação e Artes da USP. Como roteirista participou das equipes de criação dos programas Mundo da Lua (1991) e Castelo Rá-tim-bum (1995) da TV Cultura, Disney Club (1997), do SBT, e Um menino muito maluquinho (2006), da TVE Brasil. Em 2005, foi corroteirista da série Filhos do Carnaval, da HBO, e fez o último tratamento do roteiro do filme O ano em que meus pais saíram de férias, ambos dirigidos por Cao Hamburger. Em 2007, colaborou nos roteiros da série "Alice", direção de Karim Ainouz, produção de Gullane Filmes/ HBO. Escreveu o roteiro do filme Quanto Dura o Amor? em parceria com Roberto Moreira. Como diretora, dirigiu s longa-metragem Durval Discos (2002), prêmio de melhor filme e melhor diretor no 30º Festival de Cinema de Gramado e , este em 2009, É Proibido Fumar com Glória Pires e Paulo Miklos. Em 2015, dirigiu Que Horas Ela Volta?, longa premiado no Festival de Sundance, nos Estados Unidos e no Festival de Berlim, na Alemanha. Em 2016, dirigiu Mãe Só Há Uma exibido em fevereiro de 2016 no Festival de Berlim e venceu o prêmio de melhor filme pelo júri de leitores da revista alemã “Männer”.KARIM AÏNOUZ - Diretor de cinema e roteirista e artista visual cearence. Iniciou sua carreira no cinema como co-roteirista de filmes nacionais, como Abril Despedaçado (2001) de Walter Salles, Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), de Marcelo Gomes, e Cidade Baixa (2005), de Sérgio Machado. Seu primeiro longa foi Madame Satã (2002), seguido por O Céu de Suely (2006) e Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo (2009), co-dirigido com Marcelo Gomes. Na televisão, em 2008, Aïnouz escreveu e dirigiu a série de televisão Alice, em parceria com Sergio Machado, para a HBO América Latina.Em 2012, Aïnouz foi convidado a integrar o júri da Cinéfondation e da Competição de Curtas-metragens do 65° Festival de Cannes. Desde 2017 Aïnouz é membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Em 2019, lançou o longa-metragem A Vida Invisível, uma adaptação do romance ''A Vida Invisível de Eurídice Gusmão" escrito por Martha Batalha. O filme ganhou o prêmio Un Certain Regard no Festival de Cannes de 2019, e foi o escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no "Oscar 2020''.RODRIGO TEIXEIRA - Premiado produtor de cinema e empresário brasileiro. Começou sua carreira de empreendedor com a compra de direitos autorais de obras literarias que poderiam se tornar adaptações cinematográficas. Em 2006, lança com sua produtora RT Features o seu primeiro longa: O Cheiro do Ralo, adaptação dirigida por Heitor Dhalia do romance de Lourenço Mutarelli. Frances Ha (2012), dirigido por Noah Baumbach, foi o primeiro sucesso internacional da carreira do produtor, que nos anos seguintes se consolidaria com filmes como A Bruxa (sucesso indie de crítica e bilheteria), Mistress America e Me Chame Pelo seu Nome, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor filme. No Brasil, também viria a produzir Alemão, Tim Maia e Abismo Prateado.Rodrigo é membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, além de ser sócio em uma Joint Venture com Martin Scorsese para o investimento em novos diretores. Em 2019, produziu o longa brasileiro de Karim Ainouz A Vida Invisível, escolhido para representar o Brasil no Oscar e vencedor do prêmio Un Certain Regard no festival de Cannes. Também em Cannes exibiu pela primeira vez o segundo longa metragem de Robert Eggers, The Lighthouse, vencedor do prêmio da crítica internacional FIPRESCI. Estreou no festival de Veneza os longas The Wasp Network, dirigido por Olivier Assayas e estrelado por Wagner Moura, e Ad Astra, ficção científica dirigida por James Gray e protagonizada por Brad Pitt. LAIS BODANSKY - é uma diretora, produtora e roteirista. O reconhecimento no cinema se deu com a realização do longa Bicho de Sete Cabeças (2001), com Rodrigo Santoro. Em seguida vieram os aclamados "Chega de Saudade" (2007), uma coprodução com a França - Canal Arte, e "As Melhores Coisas do Mundo" (2010) que estreou no Festival de Roma. "Como Nossos Pais"(2017), seu quarto longa, teve a première no 67º Festival de Berlim (Panorama Special) de 2017 embalado por inflamados debates feministas e indicado ao prêmio Teddy, recebeu excelentes criticas na mídia internacional especializada. Durante 15 anos coordenou os projetos sociais Tela Brasil de ensino e exibição de filmes nas periferias do Brasil, fomentando a indústria de cinema em seu país e levando mais de um milhão de pessoas às salas de cinema, a maioria indo pela primeira vez. Em fevereiro de 2019 Laís foi anunciada como a nova presidente do Spcine, empresa municipal de fomento ao audiovisual da cidade de São Paulo.

Providência

prestação de contas aprovada conforme a portaria de nº 35 de 24 de junho de 2022