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Realização do projeto 'Vamos ao Cinema!', que prevê levar ao cinema cerca de 1760 estudantes da Rede Pública de São Paulo para assistirem a lançamentos nacionais e mundiais do cinema; realização de palestras para os cerca de 1760 estudantes, com profissionais da área de cinema e audiovisual, demonstrando aos estudantes ainda na sala de cinema, os detalhes de uma produção cinematográfica; realização de oficinas de roteiro e criação de filmes em curtíssima metragem com smartfones, para cerca de 80 estudantes.
Não se aplica ao presente projeto
Objetivo geral: Demonstrar a jovens estudantes do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino do Município de São Paulo, que o audiovisual pode ser vislumbrado sob a perspectiva da carreira profissional. Objetivos específicos: Levar cerca de 1.760 jovens de 14 a 18 anos, predominantemente, (ensino médio) para uma sala de cinema, onde irão assistir a um lançamento mundial ou nacional de filme escolhido por eles, de acordo com a classificação indicativa; Realizar palestras para os 1760 estudantes, após as sessões, tendo como convidados, profissionais da área de cinema e audiovisual para debater com os estudantes sobre o audiovisual como profissão; Realizar 04 oficinas de roteiro e criação de filmes em curtíssima metragem para um total de 80 estudantes; Oferecer palestras cujo tema serão os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que poderão resultar em na produção de documentários sobre os ODSs em curtíssima metragem (até 3 minutos), como produto das oficinas; Mobilizar as redes sociais Facebook, YouTube e Instagram em comunicação contínua com as escolas participantes do projeto, para que se comuniquem transmitindo experiências com a ida ao cinema e a realização das oficinas. Na rede Facebook será divulgada a votação e escolha dos melhores filmes produzidos pelos estudantes que participarão das oficinas; Fornecer informações, por meio da rede social, sobre programação gratuita de cinema, Festivais e Mostras, oficinas e cursos voltados para o audiovisual, que possam incentivar o jovem a ampliar seus conhecimentos e produção no segmento do audiovisual. Realizar concurso cultural com os curtas-metragens produzidos pelos alunos nas oficinas realizadas pelo Projeto, premiando as equipes dos filmes vencedores e a escola que sediar a oficina do filme vencedor.
Um projeto deste porte só é possível viabilizar por meio da Lei de Incentivo à Cultura, haja vista que promove a democratização do acesso à arte e à cultura, e é oferecido gratuitamente a estudantes das Redes Públicas de Ensino. O projeto se enquadra nos incisos I, III, V e VIII Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto alcançará os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. No ano de 2011 o relatório global do Unicef "Situação Mundial da Infância 2011- Adolescência: uma fase de oportunidades", mudou definitivamente o paradigma que vinha classificando a adolescência com o um período de riscos e vulnerabilidades e apontou que investir na proteção e no desenvolvimento da população adolescente pode romper ciclos de pobreza e desigualdade. Diferentemente de outras edições, o documento abordou daquela vez a adolescência como um período de oportunidades, invertendo a lógica que costumava reduzi-la a uma fase de alta vulnerabilidade. Os jovens precisam ser motivados por perspectivas concretas de progresso pessoal, de renda e de condições de vida mais dignas, caso contrário, parte deles poderá ser cooptada pelo crime organizado _ tendência crescente nas estatísticas policiais _ ou recair em ocupações informais, duas opções que aumentarão a vulnerabilidade dos milhões de brasileiros condenados à exclusão no estratégico momento em que chegam à fase produtiva da vida. O círculo vicioso somente será quebrado com a oferta de um projeto de vida a esses jovens, que passa não só pela inclusão escolar e assistência à família, mas também pela formação para o trabalho e a cidadania, dotando-os da autonomia indispensável para o resgate da autoestima e para a realização pessoal. Aí está posto o grande desafio de reduzir a desigualdade na educação e na formação profissional, talvez as maiores e mais perniciosas disparidades sociais. Para vencê-la, ações sérias e responsáveis destinadas a oferecer um futuro melhor aos jovens, devem ser estimuladas e multiplicadas. Principalmente aquelas que comprovaram seu potencial inclusivo. O cinema como linguagem artística pode contribuir muito para a formação curricular e também subjetiva dos jovens. A cultura tem, com o cinema, um agente de construção e reconstrução do ser humano, sendo espaço privilegiado para o cultivo da arte e do senso crítico, indispensáveis na formação do cidadão capaz não só de cumprir seus deveres, mas de reivindicar seus direitos. Numa perspectiva de formação e democratização da sétima arte é proposto o projeto Vamos ao Cinema!, prevendo a utilização de sessões de cinema como instrumento de socialização, promoção de cultura, conhecimento, lazer, aprendizagem fora da sala de aula e perspectiva de carreira profissional. Entendendo que inclusão social para jovens seja também contribuir para a inserção em sua própria época, atualizados com o que há de ponta em produção artística e novas tecnologias, o Vamos ao Cinema! Começa por propor aos jovens uma ida ao cinema, a escolha do filme que assistirão e estará em cartaz, sendo um lançamento mundial ou nacional, com direito a pipoca e refrigerante. Cerca de 1.760 estudantes serão levados ao cinema em ônibus fretados e receberão as palestras com profissionais do audiovisual, após as sessões. Até 80 jovens terão acesso às oficinas. Redes sociais integrando escolas, parentes e amigos dos estudantes irá votar nos melhores filmes produzidos, para a qual estima-se uma mobilização muito intensa, abarcando a população de um modo geral. PALESTRAS Como complemento ao ato de ir ao cinema, após cada sessão serão realizadas palestras com profissionais da área de cinema e audiovisual para dialogar com os estudantes sobre o audiovisual como perspectiva profissional, com todos os estudantes que participarem do projeto. OFICINAS O projeto realizará também oficinas de roteiro e criação de filmes e/ou documentários em curtíssima metragem para até 80 estudantes. Uma iniciação do jovem na sétima arte, que poderá estimulá-lo a vislumbrar o audiovisual em diversas vertentes, como perspectiva de carreira profissional. Os participantes das oficinas produzirão filmes em curtíssima metragem com smartfones (de 1 a 3 minutos) e concorrerão a prêmios entre si, por votação. A popularização de vídeos pela internet, feitos e enviados por meio de smartfones, se deu graças à revolução tecnológica ocorrida nos últimos anos. Com ela, aparelhos tiveram seu custo reduzido e grande parte da população conseguiu ter acesso à internet. Assim, filmes caseiros de todos os gêneros e formatos pipocam nos sites todos os dias. Com essa mudança, o número de festivais e mostras voltados para a chamada arte eletrônica cresce no Brasil. Grande parte dos vídeos editados em celulares acaba indo parar no Youtube como forma de diversão. Mas, há quem realmente leve a sério e se aprofunde na produção audiovisual, alcançando meios de ampliação da visualização. São produtores independentes que realizam filmes de curta ou até longa duração dentro de estúdios caseiros. Mas o audiovisual se aplica profissionalmente num espectro muito amplo, com oportunidades abertas por um mercado em expansão. Há demanda para produção de audiovisuais artísticos, documentais, publicitários, institucionais ou jornalísticos para a veiculação em diversas mídias, como cinema, internet, tv aberta e a cabo e circuitos fechados de programação. Isso já movimenta escolas com cursos técnicos e especializações para o público que se interessa pela sétima arte. As oficinas do projeto Vamos ao Cinema!, servirão de "porta de entrada" para que os jovens possam vislumbrar o audiovisual sob a ótica profissional. O projeto Vamos ao Cinema! promoverá a inclusão de uma significativa quantidade de jovens na cultura do audiovisual, através da ida a salas de cinema. Sendo assim, contribuirá para formar plateia, pois não é o filme que vai ao ambiente escolar, são os estudantes que irão à sala de cinema, tomando contato com toda a ambientação que precede e sucede uma projeção de filmes. Além disso, e fundamentalmente, o Vamos ao Cinema! propiciará orientação e formação para os jovens, levando a eles informações sobre as possibilidades de uso do cinema e do audiovisual como perspectiva de carreira profissional, através das palestras e das oficinas que integram o projeto.
A presente proposta havia sido inscrita sob o Título de "Vamos ao Cinema 2020". No entanto, em face à pandemia do coronavírus e as dificuldades que poderão surgir para captarmos recursos para o projeto após a volta à normalidade, e como o projeto está vinculado ao semestre letivo, desde já o vislumbramos com um cronograma a ser executado parcialmente no segundo semestre de 2020 e no primeiro semestre de 2021. Por este motivo, simplifiquei o título do projeto para apenas: VAMOS AO CINEMA!, sem especificar o ano de realização. espero contar com a comprensão da SAV quanto a esta alteração.
PROPOSTA PEDAGÓGICA EMENTA O Projeto Vamos ao Cinema! Pretende realizar 04 Oficinas Básicas de Produção Audiovisual para estudantes do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino de São Paulo. Cada Oficina terá um total de 12 encontros com 48 horas/aula. O alcance por oficina será de um total de até 20 estudantes, podendo chegar até um total de até 80 estudantes para todas as oficinas. Os estudantes participantes das oficinas produzirão filmes em curtíssima metragem, com uso de smartfones. Os filmes participarão de um concurso cultural, e os vencedores do concurso receberão prêmios sendo cursos em audiovisual e smartphones, conforme detalhado no projeto OBJETIVOS Objetivo geral: Realizar 04 oficinas de roteiro e criação de filmes em curtíssima metragem, com smartfones. Objetivos específicos: Demonstrar a jovens estudantes do Ensino Médio da Rede Pública de Ensino do Município de São Paulo, que o audiovisual pode ser vislumbrado sob a perspectiva da carreira profissional; PÚBLICO ALVO - FAIXA ETÁRIA Estudantes da Rede Pública de Ensino de São Paulo e estudantes portadores de surdez com faixa etária predominante entre 14 e 18 anos. PRÉ-REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO Gostar de audiovisual e ter interesse em ampliar conhecimentos, e ser aluno da Rede Pública de Ensino do Município de São Paulo. Nº DE TURMAS 04 Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA até 20 METODOLOGIA A metodologia das Oficinas do Projeto Vamos ao Cinema!, está alicerçada em duas vertentes conceituais que, em nosso entender, dialogam e se complementam: Experiência estética (John Dewey, 1938) e Proposta triangular (Ana Mae Barbosa, 1987). A metodologia das Oficinas do Projeto Vamos ao Cinema!, está alicerçada em duas vertentes conceituais que, em nosso entender, dialogam e se complementam: Experiência estética (John Dewey, 1938) e Proposta triangular (Ana Mae Barbosa, 1987. Experiência estética Quando falamos em arte, não estamos nos referindo ao modelo artístico produzido no século XVI e ainda identificado como a única forma de reconhecimento artístico. Entendemos como arte a criação de formas perceptíveis expressivas do sentimento humano. O artista é aquele que consegue transformar sentimentos e expressões em formas que podem ser apreendidas pela percepção e pela sensibilidade. É nesse sentido que tomamos a arte como fundamento para a educação, ou seja, como espaço para o desenvolvimento da capacidade de expressão e de percepção. A capacidade expressiva e perceptiva é a sensibilidade, que está presente em todo ser humano. Sensibilidade é uma palavra que conota sentimentos e sensações. Apropriamo-nos dela tendo por referência “tudo aquilo que nos toca” antes mesmo de ser nomeado, podendo provir dos sentidos (tato, olfato, paladar, visão, audição) como também dos sentimentos (tristeza, alegria, saudades). Partimos do pressuposto de que todo ser humano é sensível e tem sensibilidade para apreender o mundo. Porém a sensibilidade pode ser alargada, expandida ou mesmo aprendida. Tomaremos, então, no presente texto, o termo no seu sentido estético, ou seja, aquele que se refere a apreender pelos sentidos, pelas sensações. Proposta triangular A proposta triangular para a construção do conhecimento se configura não só na valorização da produção, mas também nas informações culturais e históricas, bem como na análise das obras de arte. Nessa perspectiva, o ensino da arte pode ser desenvolvido por meio de diferentes abordagens metodológicas, que partem da leitura de obras de arte e do meio ambiente, como também, de métodos que se baseiam na livre expressão. No Brasil, a proposta triangular teve como marco central de seu desenvolvimento o MAC – Museu de Arte Contemporânea da USP, em 1987. Em 1989, ela recebeu o apoio fundamental da Secretaria da Educação do Município de São Paulo, da Fundação Iochpe (RS), da Fundação Roberto Marinho, do Itaú Cultural e outras entidades. Assim, essa proposta pode ser expandida e contribuir para o desenvolvimento de outros projetos educacionais no processo de ensino aprendizagem de artes. A proposta triangular de Ana Mae é representada pelo “Fazer, Ler e Contextualizar”. Consiste, basicamente, em: ver/fruir; fazer/produzir; e refletir. Esse modo de ensinar arte baseia-se em senti-la, compreendê-la na sua dimensão histórica, apreciá-la esteticamente, analisá-la e refletir sobre ela com espírito crítico, o que requer as quatro instâncias do conhecimento: a produção, a crítica, a estética e a história da arte. A construção conceitual ganha o nome de triangular para dar a perspectiva dinâmica, mas não existe uma hierarquia, uma ação que seja mais importante que a outra. A produção audiovisual era, até bem pouco tempo, privilégio de poucos. Hoje, no entanto, criar, produzir, editar e difundir conteúdos audiovisuais estão ao alcance de quase toda a população. Com um simples celular, uma câmera fotográfica digital ou com as webcams, é possível captar imagens e sons. Basta ter acesso a um computador e à internet, recursos disponíveis em qualquer lanhouse, entre os milhares delas espalhadas por todo o Brasil, para editar, finalizar e compartilhar vídeos digitais. Sites de compartilhamento de vídeos viraram febre entre a população jovem brasileira, mas isso nem sempre representa uma produção audiovisual qualificada e consistente. Promover aprendizado, experimentação, descondicionamento do olhar, reflexões críticas sobre os conteúdos produzidos e ampliação do repertório técnico e teórico desses novos criadores é uma das maneiras de valorizar essas novas fronteiras de expressão e participação social. Para tanto, torna-se fundamental oferecer oportunidade para que esses novos criadores audiovisuais possam aprimorar os conceitos teóricos e a prática, intensificar a produção local e a difusão dessas expressões, unindo os saberes do universo cinematográfico tradicional às novas dinâmicas do universo digital. OBS: O plano de aulas das oficinas está anexado em "ANEXAR DOCUMENTOS" - "DOCUMENTOS DA PROPOSTA" - "INFORMAÇÕES ADICIONAIS".
As sessões de cinema serão realizadas em cinemas de rede nacional, em sua maioria localizados em shoppings, que possuam rampas de acessibilidade para cadeirantes, permitindo o traslado da entrada do shopping até a entrada do cinema. As salas de cinema possuirão áreas específicas destinadas a cadeirantes e banheiros para portadores de necessidades especiais. Em uma das sessões a serem exibidas, o filme exibido terá: Audiodescrição, Legendagem descritiva e Tradução em LIBRAS. Dentre as 4 oficinas oferecidas pelo projeto Vamos ao Cinema em São Paulo, uma oficina completa com 48 horas de duração, será oferecida a até 20 estudantes portadores de surdez em espaço público a ser definido. Haverá um tradutor em LIBRAS participando da oficina.
O Vamos ao Cinema! É um projeto é dirigido ao público do Ensino Médio e promoverá o acesso gratuito ao cinema, a cerca de 1.760 jovens estudantes da Rede Pública de Ensino do Município de São Paulo durante o período letivo, para assistir a um lançamento nacional ou mundial de filmes. Promoverá palestras de cineastas e outros profissionais do audiovisual para os cerca de 1.760 estudantes que forem levados ao cinema, demonstrando a eles que o audiovisual é uma profissão em ascensão e pode ser vislumbrado como carreira profissional. Promoverá 04 oficinas gratuitas de roteiro e criação de filmes em curtíssima metragem para até 80 alunos, que produzirão vídeos de até 3 minutos de duração, com smartphones. Conectará jovens de diferentes Escolas Públicas de São Paulo em redes sociais nas quais se promoverá a troca de experiências entre grupos, escolas e entidades participantes do projeto. Promoverá um Concurso Cultural que premiará as equipes de produção dos filmes produzidos nas oficinas. Difundirá a votação de melhor filme pelas redes sociais do projeto e em ampla escala, para toda a população conectada, promovendo uma intensa mobilização em torno da votação. Produzirá uma cerimônia de premiação, na qual todos os filmes produzidos pelas oficinas serão exibidos. Incentivará os estudantes a inscreverem seus filmes em festivais de curtíssima metragem. Contribuirá com o processo de formação de plateia. Todas as ações do projeto são oferecidas grauitamente, assegurando o acesso democrático dos participantes. CONTRAPARTIDA SOCIAL Como contrapartida social à realização do projeto Vamos ao Cinema! Será realizada em uma escola da Rede Pública a ser definida, uma sessão com todos os filmes em curtíssima metragem produzidos pelos alunos, seguida de uma palestra com parte dos alunos que produziram filmes nas oficinas, transmitindo as suas experiências. Entendemos com isso, estarmos colaborando e estimulando outros alunos a vislumbrarem o audiovisual como perspectiva de carreira profissional.
Coordenação Geral – Vê Cultura - Valéria Marcondes Coordenação pedagógica – Neuseli Martins Assessoria de Imprensa - Baú Comunicação - Clara Camarano Secretária Executiva- Cah Gestão de Projetos - Carolina Hessel Coordenação Pedagógica – Neuseli Martins Sólida experiência na área educacional em docência em vários segmentos, desde Fundamental II à pós-graduação, em escolas de grande porte e internacionais (IB), atuo na área desde 1984. Consultora pedagógica da UNESCO para desenvolvimento de material didático pedagógico multilinguagem na disciplina História para últimos anos do Ensino Fundamental II. Coordenadora pedagógica e executiva do Colégio Objetivo Unidade Mairiporã (Fundamental I ao Pré vestibular) e do Colégio Pueri Domus (Ensino Médio) Formação acadêmica interdisciplinar, graduação em Turismo e em História, Mestrado em Educação, Artes e História da Cultura, pós graduação em Redes Digitais, Terceiro Setor e Sustentabilidade, certificada IB para a disciplina de História. Assessoria de Imprensa - Baú Comunicação Integrada (Clara Camarano) Formada pelos sócios Clara Camarano e Michel Toronaga, ambos com larga experiência em redação e edição na área de cultura, a Baú atende todos os ramos da arte. Peças, óperas, espetáculos de dança, bandas, músicos, blocos de carnaval, exposições, cinema e demais eventos compõem o portifólio dos sócios, que contam com mais de 300 clientes no currículo. A Baú abrange ainda serviços de vídeos, fotos e sustentação de mídias digitais. Confira nosso site e portifólio: http://www.baucomunicacao.com.br/p/quem-somos.html Valéria Marcondes Produção Cultural ME 2019 - Luz, Câmera, Ação – produção e gestão administrativa do projeto (FAC-DF - 00150-00007571/2018-80). Projeto próprio; . Mitos Indígenas em Travessia – gestão administrativa do projeto (PRONAC 17-1699). Cliente - Zureta Cultural. Festival Aloha Spirit de Cinema 2019 –gestão cultural (PRONAC 18-5366). Cliente – Associação Magna de Desportes; . Vamos ao Cinema! – elaboração e inscrição – projeto selecionado no Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados – Seleção Nacional 2019. Projeto próprio. 2018 - I Bienal do Lixo – elaboração, acompanhamento técnico e gestão administrativa com vista aos benefícios fiscais do PRONAC (PRONAC 19-0491). Cliente – La Mela, Publicidade, Promoção e Representação Ltda.; Cineclube Encanto das Águas – elaboração e acompanhamento técnico com vista aos benefícios fiscais do PRONAC (PRONAC 18-5839). Cliente – Espaço e Vida – Viagens Culturais; .Grande Sertão: Veredas – tour 2019 - elaboração e acompanhamento técnico com vista aos benefícios fiscais do PRONAC-MinC (PRONAC 18-5164). Cliente – 4 Cantos Produções e Cenografia; Secretária Executiva- Cah Gestão de Projetos - Carolina Hessel Hoteleira e Educadora Física, trabalhou de 2015 a 2018 como secretária administrativa em uma agência de eventos esportivos tendo como atribuições: atender atletas com dúvidas sobre as inscrições, atualizar e editar as páginas e facebooks dos eventos, organizar o inventário dos produtos, executar serviços de pré –produção como orçamentos, parcerias, pedidos de compras, recebimentos e conferência dos pedidos, alimentar a planilha de contas a pagar, dar baixa de pagamentos efetuados, solicitar notas fiscais, anexar junto com cada pagamento, organizar e enviar à contabilidade. Além de atuar na produção de alguns dos eventos. Realizar e inscrever projetos incentivados da Lei Paulista e Federal do Esporte. Atualmente é secretária administrativa autônoma, inscrevendo projetos culturais, atualizando planilhas financeiras, respondendo e-mails administrativos, organizando comprovantes fiscais e notas fiscais, além de reservas de hotéis e contatos com clientes quando necessário.
PROJETO ARQUIVADO.