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PRONAC 201982Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Mãe Terra

CRISTIANA GIMENES P.DOS SANTOS PRODUCOES ARTISTICAS
Solicitado
R$ 329,9 mil
Aprovado
R$ 329,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 15/10/2020
    Início previsto
  3. 15/04/2021
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-10-15
Término
2021-04-15
Locais de realização (1)

Resumo

Circulação de espetáculo teatral infantil acompanhado de instalação interativa. Como contrapartida, oficinas de contação de histórias.

Sinopse

O trabalho, com indicação livre, é baseado na mitologia de diversas culturas, nas divindades femininas. A pesquisa temática está em andamento. Pretendemos trabalhar com culturas antigas e contemporâneas, trazendo referências como Gaia e Pacha Mama, e outras ainda vivas na cultura brasileira. Como o princípio da vida, em diferentes cosmologias, vem da Mãe-Terra, o elemento principal para composição da visualidade do espetáculo é a argila. Ela simboliza a essência, o princípio da vida; compõe a cena, como elemento cênico; e também é a base para criação de formas. Ou seja, a argila é elemento de interação com as atrizes, é representação das Deusas, como imagem, escultura, e é também matéria para criação de personagens, com uma modelagem ao vivo. Com relação à forma, a inspiração é também a cultura popular, que une diferentes linguagens. Assim, a peça, além do jogo de personagens, é permeada por contação de história, teatro de animação, música, dança e recursos visuais. E sempre mantendo uma relação direta com os espectadores, com momentos de interação.

Objetivos

Objetivo geral Proporcionar uma programação cultural gratuita para a população, em locais públicos, preferencialmente praias. Além da sensibilização artística, temos o objetivo de disseminar ideias de respeito a diferentes culturas e etnias, de valorizar do feminino, e aumentar o interesse sobre questões ambientais. Objetivos específicos Realizar 14 apresentações do espetáculo Mãe Terra (nome provisório) criado pela Cia Em Cena Ser. Disponibilizar a interação do público com a instalação Mãe Terra (nome provisório) após as 14 apresentações do espetáculo. Realizar 10 oficinas de criação de personagens na contação de histórias, como contrapartida.

Justificativa

A circulação do espetáculo se justifica, em primeiro lugar, pela relevância temática, pois resgatando e difundindo a mitologia de diferentes povos, traz um legado simbólico de base dessas culturas, contribuindo para o desenvolvimento intelectual e emocional dos espectadores. Estimula o respeito à pluralidade cultural na medida em que promove reflexões acerca da diversidade étnica e religiosa, questões, infelizmente, fundamentais de serem tocadas na nossa sociedade ainda tão intolerante. O trabalho busca também a valorização das figuras femininas no imaginário das crianças, pois a partir das deusas enaltece a força e o poder das mulheres. Outro ponto importante da temática é relativo ao cuidado com o meio ambiente, pois essas divindades femininas são muito ligadas à natureza e seus ciclos. Do ponto de vista da forma, uma das questões que norteiam o projeto é a formação de público e as possibilidades de mediação cultural. Essas questões ganham espaço nesse projeto, em primeiro lugar, pelo fato de ser pensado especialmente para espaços abertos, no caso praia, indo onde o público potencial está, chegando a pessoas que não teriam iniciativa de ir a um espaço cultural. Outra qualidade também importante para o alcance de espectadores pouco habituados a atividades artísticas é o caráter interativo. O projeto adere à Lei Nº 8.313/91, no Art. 1°, nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; E no art. 3º, inciso II, alínea c, através do fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Na aba "Local de realização" informamos apenas a cidade sede da produção, sendo que as cidades onde se realizará a circulação do projeto serão definidas durante a execução do projeto. A proposta é realizar duas apresentações acompanhadas da instalação em cada cidade atendida, assim, são 14 apresentações em 7 cidades. Os cálculos para o orçamento consideram a previsão de 5 cidades no estado da proponente e duas cidades em outros estados.

Especificação técnica

O espetáculo terá duração de 40 a 50 minutos. A proposta é que seja apresentado em praias, no período de verão. A instalação, que será montada no mesmo espaço do espetáculo, ficará à disposição para interação do público por, pelo menos, uma hora depois da peça. A base da instalação é a mesma da peça e será composta por figuras de deusas de diferentes mitologias. Além das esculturas, teremos argila à disposição do público para que possa criar e recriar essas imagens. A ideia é que as pessoas possam chafurdar nesse ambiente, pois, como será montada na praia, o público deve estar em roupa de banho e ter à disposição o mar, além de duchas públicas. Como contrapartida, desenvolveremos uma oficina a ser realizada em escolas públicas (detalhada abaixo).

Acessibilidade

O projeto será realizado em praias. Haverá um assistente de produção responsável pelo atendimento do público com necessidades especiais. E ainda, nos produtos específicos: Espetáculo de artes cênicas - tradução para libras. Possibilidade de reconhecimento tátil de cenário e adereços para público com deficiência visual. Instalação – completamente acessível para público com deficiência auditiva. Todas as esculturas poderão ser tocadas, sendo possível o reconhecimento tátil por pessoas com deficiência visual. Contrapartida social - Oficinas de criação de personagens na contação de histórias a serem realizadas em ecolas públicas ou espaços culturais públicos, com acessibilidade física. Como haverá prévia inscrição iremos averiguar se há, entre os inscritos em cada oficina, pessoas com deficiência. As seguintes medidas de acessibilidade, realizadas de forma voluntária, sem custo adicional para o projeto, serão tomadas caso haja público com deficiência: para pessoas com dificência auditiva: tradução para libras. para pessoas com deficiência visual: a oficineira dará uma atenção especial para descrição detalhada dos exercícios corporais e haverá a presença de uma segunda oficineira que dará um atendimento personalizado para o público cego para a realização dos exercícios corporais.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto são gratuitas, com indicação livre, realizadas em espaços públicos, com prévia divulgação. O projeto atende à IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, com as seguintes medidas: Art. 20 – inciso I – alínea a: todas as atividades serão gratuitas, abertas e realizadas em espaço público com prévia divulgação. Art. 21 – II - transporte gratuito ao público; inciso VII: as atividades são voltadas prioritariamente ao público infanto-juvenil.

Ficha técnica

Cristiana Gimenes, responsável pela empresa proponente, fará 1- coordenação geral do projeto 2- dramaturgia e atuação na peça; 3- oficina de criação de personagens na contação de histórias –contrapartida; Cristiana Gimenes – Coordenadora geral, oficineira, dramaturga e atriz Mestra em Estudos Culturais pela USP, em 2019; bacharel em Artes Cênicas pela UNICAMP, em 1993, licenciada em Artes, com especialização na área de educação. Trabalho com teatro, contação de histórias, literatura e arte-educação - formação de atores e projetos sociais. Desde 2008 estou com a Cia Em Cena Ser, atuando, escrevendo, dirigindo e produzindo. Também sou parecerista de projetos culturais, atuando em comissões de editais e prêmios em vários estados e de 2015 a 2017, no Ministério da Cultura, na área de Artes Cênicas. Em 2019, coordenei o projeto A Praça é Sua, realizado através da Lei de Incentivo à Cultura. Como investimento na minha formação, fiz, em 2016, o curso Curadoria em teatro, com Kil Abreu, no Centro de Pesquisa e Formação do SESC; em 2013, participei de um workshop com o diretor libanês Lucien Bourjeily, que trabalha com a proximidade do público e de workshops de dramaturgia com o argentino Santiago Serrado, e as inglesas Lisa Goldman e Gurpreet Bhatti, todos promovidos pela Bienal Internacional de Teatro da USP. Em 2011 fiz o treinamento A Arte Secreta do Ator, com Eugênio Barba e Julia Varley, do Odin Teatret. Em 2010 fiz um workshop de Dança-teatro com Sandro Borelli. Em 2008 fiz um treinamento de Commedia dell´arte, com Déborah Serretiello. Participei de um Workshop de Direção com o inglês Matt Wild, promovido pelo British Council e Cultura Inglesa em 2006. Além dos trabalhos com a Cia Em Cena Ser, citados no histórico da proponente, entre 2008 e 2010 participei dos espetáculos de animação para adultos do núcleo N3, contemplados pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro: A Criatura e Sonho de Uma Noite de Verão, também contemplado pelo SESI - produções inéditas - Vila Leopoldina. Com este último, circulamos pelos CEUs e recebemos prêmio de melhor espetáculo, pelo júri popular, do Festival de Limeira. Na área de literatura organizei os livros Moedas para o Barqueiro – Contos sobre a Morte I, II e III, Elas Escrevem II, Bola de Pelo, Histórias Envenenadas II e Névoa, antologias da Editora Andross. Moedas para o Barqueiro I foi indicado para o Prêmio Codex de Ouro como melhor antologia coletiva de 2010. Recebi Menção Honrosa no Concurso Feminina Dramaturgia – 2007, do Núcleo 187, com o apoio do Programa Municipal de Fomento ao Teatro, com o texto infantil inédito O Enigma da Família Astolfo. Como arte-educadora, destaco oficina em centros de atendimento e referência para mulheres vítimas de violência da Coordenadoria da Mulher - Prefeitura de São Paulo, em 2007. Fui artista orientadora do Teatro Vocacional em 2006 e no curso profissionalizante Técnico – Ator do SENAC SP, ministrei a disciplina Interpretação em 2001 e 2002. Márcia Nunes – atriz e oficineira Atriz, contadora de histórias e bonequeira, concluí minha formação em Artes Cênicas na UNICAMP no ano de 1993, depois disso dediquei-me à formação como bonequeira em diversas oficinas no Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação, sob orientação de Henrique Sitchin da Cia Truks e com as Cia Philippe Genty e Jordi Bertran. Formada em Educação Artística pela Faculdade São Judas, já ministrei diversas oficinas de Teatro em Casas de Cultura e SESCs de São Paulo e interior. Com a Cia Em Cena Ser participei do espetáculo Visões, além de diversas intervenções e contações, sendo nosso último trabalho o projeto A Praça é Sua. Fundei a Cia Teatro Por Um Triz em 1996 e com a companhia realizei diversos trabalhos como atriz, produtora e diretora. A Cia já foi contemplada em editais PROAC, Prêmio Zé Renato e se apresentou na Espanha e França. Na parceria da Cia Teatro Por Um Triz com outras companhias (Núcleo N3), participei dos seguintes espetáculos patrocinados pela Lei de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo, com direção de Hector Lopez Girondo: Águas de L’avar (2013); A Criatura (2010) e Sonho de uma noite de verão (2008) de William Shakespeare. Como atriz convidada, na Cia Ludens, participei das seguintes montagens, com direção de Domingos Nunez: Balangangueri – o lugar onde ninguém mais ri (2011); Idiota no país dos absurdos, de Bernard Shaw e Dançando em Lúnassa (2004), texto de Brian Friel. Participei ainda da ópera montada na Argentina As variedades de Proteu (2006), com direção de Tito Lorefice.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo