| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 17469701000177 | ARCELORMITTAL BRASIL S.A. | 1900-01-01 | R$ 280,0 mil |
Esta proposta tem como objetivo realizar a difusão do espetáculo de repertório da Cia. Do Abração "CLARICE MATOU OS PEIXES" que é direcionado ao público da primeira infância com temas que sensivelmente contemplam a fruição de crianças, pais, tutores e o público em geral.
SINOPSE DO ESPETÁCULO “CLARICE MATOU OS PEIXES” Inspirada na obra de uma das maiores escritoras da literatura nacional, a Cia. do Abração coloca em cena o espetáculo para crianças de todas as idades CLARICE MATOU OS PEIXES. No palco, os personagens Clarão, Clarito e Esclarecida, três divertidos “clowns”, relacionam entre si quem seria o culpado pela morte de dois inocentes peixinhos. Na trajetória da trama, para defenderem-se da acusação, recontam a ligação afetiva que cada personagem teve com os seus animais de estimação. A peça Clarice Matou os Peixes, levanta a questão da relação com os bichos de estimação e o grande tabu entre os espetáculos direcionados a crianças: como lidar com o sentimento da perda e com a morte. O desafio de levar à cena a dramaticidade e sensibilidade aliadas ao universo infantil proporciona ao público um espetáculo poético e único. Realizar este trabalho liberta a vontade de querer falar sobre algumas situações difíceis que fazem parte da arte de viver. Falar da perda de afetos, falar da morte e ao mesmo tempo falar da vida e seus afetos. Mas falar de tudo isto com muito amor. Amor de quem vive e ama a vida. Falar com poesia, em forma de gestos, sons, palavras, música e cores. OBS. Embora este espetáculo tenha sido apenas inspirado na obra de Clarice Lispector, no conto A MULHER QUE MATOU OS PEIXES (pois a sua dramaturgia é própria, portanto de direitos da Cia. do Abração), é impossível divulgar o nome da escritora, pois não temos o discutível direito de “personalidade”, o qual reivindica o escritório da ABRAMUS e nos impede de difundir o nome desta escritora. SINOPSE DEBATE/CONVERSA Momento de conversa com o público após a apresentação teatral. Pois a pesquisa da linguagem cênica da Companhia do Abração se encaminha, ao longo dos anos, na procura de uma relação entre teatro e criança, sedimentada na busca por novas sensibilidades a partir de experiências teatrais que dialoguem com a sensibilidade de cada um, fazendo do teatro, um momento onde crianças e adultos possam partilhar com igual interesse e emoção de um mesmo espetáculo. Propomos pensar a relação teatro-criança, tendo o universo lúdico da criança como paradigma para um teatro que ora denominamos de Teatro para Crianças de Todas as idades. SINOPSE OFICINA TEATRAL Público alvo: pais, educadores e tutores de crianças na primeira infância. A criança aprende pelo exemplo e não pelo discurso. Quer coisa mais bonita do que o encontro humano do artista e arte educador com a delicadeza de uma criança? Quer força maior? É preciso promover a delicadeza do encontro da criança com o educador e deste com sua própria criança. Para promovermos este encontro, precisamos entender a inteligência inata que promove e produz a sensibilidade para ressignificação da realidade. À inspiração que leva as crianças a observar poderia chamar-se de “inteligência de amor”, conforme entende Maria Montessori (1972). É decerto uma forma de amor a capacidade de observar de modo vivo e minucioso aqueles aspectos do ambiente que para nós adultos são completamente insignificantes e sem vida. A criança faz de seu olhar o que chamamos de “olhar estrangeiro”, que vê o mundo com interesse de desvendar e entender o novo. Ou, reinventar e ressignificar infinitamente uma realidade. Assim, a Cia. do Abração aposta na fusão do teatro com as formas animadas, a dança e a mímica, e acima de tudo, no teatro como instrumento transformador. Com esta oficina iremos propor uma vivência que vá para além da intelectualização de como é ser criança, iremos propor uma experiência sensorial com os educadores procurando despertar seus sentidos, fazendo-os redescobrir a brincadeira e os tornando verdadeiros brincantes.
OBJETIVO GERAL: O objetivo principal é estimular e motivar a sensibilidade e o desenvolvimento intelecto-cognitivo das crianças através da arte e a cultura e assim fomentar e difundir o teatro para crianças da primeira infância no Brasil, através da difusão de um espetáculo consagrado do repertório da companhia curitibana Cia. Do Abração. Promover a formação de plateias, através de debates que visam uma reflexão abrangente a partir da obra assistida. OBJETIVOS ESPECIFICOS: • Realizar 24 apresentações com ingressos gratuitos. Atingindo um público de 4.150 pessoas, desta forma, democratizar e difundir a arte e a cultura produzida pela Cia. Do Abração, alicerçadas sobre princípios da arte-educação; · Sensibilizar o público com valores que possibilitem a reflexão sobre temas que propiciem a formação de novas sensibilidades e discernimentos. · Promover 11 debates a serem realizados após as apresentações, propondo um espaço onde crianças e educadores possam discutir sobre os conteúdos da obra assistida. Atingindo um público de 1663 pessoas; · Documentar em audiovisual o Projeto e disponibilizar na internet. · Registrar fotograficamente o projeto para fins de divulgação e registro histórico. · Ofertar 03 oficinas de Teatro para pais, educadores e tutores da primeira infância "A Arte de Brincar", (minuta da oficina, em informações adicionais) fundamentada no exercício lúdico da animação de objetos e da contação de histórias, oportunizada em 25 vagas cada, atingindo, diretamente, 75 pessoas, em três oficinas. · O projeto irá adotar protocolo de medidas de segurança para prevenir a COVID-19, tais como aferição de temperatura, exames de testagem e uso de materiais de higiene, como ALCOOL EM GEL e MÁSCARAS, cujo custeio está previsto em material de consumo.
Somente após a infância ser descoberta é que se passou a associar a criança ao brincar. Desde então a brincadeira passou a assumir um papel fundamental na cultura da infância. O historiador Huizinga ressalta que a dimensão lúdica (Homo Ludens), presente nos jogos e brincadeiras, é tão importante quanto à dimensão da razão (Homo Sapiens) para a história da civilização humana, pois "o brincar e o jogo são as bases fundamentais para a construção da experiência humana e desempenham funções expressivas no processo de socialização e produção de cultura. " (DANTAS, 2017, p.15). O projeto busca difundir um espetáculo que, em seu processo de criação, foi construído a partir de brincadeiras muito comuns às crianças, partindo da premissa de que o ato de brincar faz parte do comportamento do ser humano e não deve ser visto como algo banal, sem importância, mas sim com algo sério que é capaz de promover experiências enriquecedoras para o desenvolvimento humano. Outra fonte de inspiração foi a literatura nacional. Por isso, vemos neste projeto de difusão de dramaturgia própria, inspirada na literatura brasileira, que irá percorrer vários Estados e cidades do Brasil, fundamentos propostos nos artigos 1 e 3 da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991. Temos visto que o teatro para crianças acabou sendo incorporado por um mercado de entretenimento, de consumo voraz, levando às crianças o que há de pior em questões estéticas, em formação de valores e sensibilidades. Neste caso, o teatro dirigido à infância ficou sob a influência de uma circulação e difusão, em maioria, exercido por produtores itinerantes que veem no teatro apenas uma possibilidade rentável, de um teatro que equivocadamente traz conteúdo com uma suposta função pedagógica, entendendo-se aqui a acepção mais pobre deste significado. O teatro perde, assim, uma de suas maiores funções: a de provocar reflexões para formação de novas sensibilidades. O teatro, quando proporciona espetáculos motivadores e desafiadores, se torna ferramenta poderosa para o intelecto-cognitivo, para construção da autonomia, para compreender e coordenar diferentes pontos de vista, auxiliar na postura crítica, curiosa, questionadora e reflexiva da criança. A arte teatral é muito além de um entretenimento, é fundamental para a articulação do raciocínio lógico e do pensamento abstrato. Atuar na formação de crianças é promover a cidadania com responsabilidade social, dando a elas possibilidades de formação intelectual e emocional, para que estas tenham condições de construir discernimentos para uma positiva transformação social. Portanto, o teatro para crianças deve ser pensado com muita responsabilidade, tanto pelo poder público como pelos seus agentes artísticos, para que seus reflexos cheguem à população: crianças, pais e educadores. Assim, sentimos a necessidade de promover este espaço, onde se pode mostrar, refletir e repensar esta linguagem, mantendo uma pesquisa contínua sobre o teatro para crianças no Brasil. Desta forma, a Céu Vermelho Produções Artísticas - avoca, para si, o empreendimento de viabilizar a difusão da produção artística de sua parceira Cia. do Abração. Assim, com esta proposta, queremos abrir espaço e meios para compartilhar experiências e conhecimentos com arte educadores, produtores, criadores artísticos e plateias, e também difundir e circular o pensamento artístico-cultural gerado, buscando articular um fluxo contínuo de produções por estas cidades. • De acordo com o inciso II, grande parte das apresentações teatrais gratuitas, procurarão atingir, prioritariamente, através de agendamento prévio: entidades assistenciais e escolas, asilos, pessoas de extração sócio econômica menos privilegiada ou em situação de risco, e ofereceremos transporte gratuito. • As demais apresentações, também de acesso gratuito, serão destinadas à público espontâneo sem exclusão de qualquer pessoa, por sua condição social, etnia, deficiência, gênero, domicílio e ocupação. • De acordo com o inciso V, serão realizadas Palestras/debates acerca da obra assistida com a finalidade de promover a pedagogia do espectador para formação de plateia, de acesso inteiramente gratuito, pretendendo atingir crianças, artistas, educadores e interessados. De acordo com o inciso V, oficinas teatrais serão ofertadas gratuitamente para pais, educadores e tutores da primeira infância. • De acordo com o inciso IV, terá registro fotográfico, disponibilizado gratuitamente através de página específica do projeto, no site da companhia teatral e autorizado a ser veiculado por outras mídias · De acordo com o inciso VII, as ações culturais, em sua maioria, serão voltadas ao público infantil;
O projeto irá adotar protocolo de medidas de segurança para prevenir a COVID-19, tais como aferição de temperatura, exames de testagem e uso de materiais de higiene, como ALCOOL EM GEL e MÁSCARAS, cujo custeio está previsto em material de consumo. CONCEPÇÃO CÊNICA DO ESPETÁCULO: CLARICE MATOU OS PEIXES A ideia central da Cia. do Abração é proporcionar aos pequenos e grandes uma reflexão sobre a vida, a importância das relações afetivas e o aprendizado que as perdas destes afetos, durante nossa existência nos trazem. A inspiração para tratar este tema veio da obra “A Mulher que Matou os Peixes”, conto escrito para crianças pela grande escritora Clarice Lispector. Os personagens Clarão, Clarito e Esclarecida, três divertidos “clowns”, relacionam entre si quem seria o culpado pela morte dos peixinhos. Na trajetória da trama, para defenderem-se da acusação, recontam a ligação afetiva que cada personagem teve com os seus animais de estimação. A peça Clarice Matou os Peixes, levanta a questão da relação com os bichos de estimação e o grande tabu entre os espetáculos direcionados a crianças: como lidar com o sentimento da perda e com a morte. O cenário e objetos de cena são manipulados durante o espetáculo pelos atores, que os modificam, ressignificando os mesmos e desta forma, multiplicando a possibilidade de interpretação, através dos mesmos elementos de cena. A Cia do Abração, sempre fundamentada nos princípios sócio-construtivistas que norteiam seu trabalho, propõe um espetáculo sob as técnicas da contação de histórias, abstração e manipulação de objetos e teatro de sombras, trazendo uma linguagem poética simples e inventiva.. Através da pedagogia do amor, que encontra suas bases no processo Montessoriano, a poesia está acompanhada da abstração e manipulação de objetos do cotidiano, método que o grupo encontrou para traduzir o amor e conduzir o espectador ao universo lúdico da criança. A ideia de trabalhar com manipulação de objetos surge da observação da criança que naturalmente se utiliza destes para criar o seu próprio imaginário, o seu lúdico “Faz-de-Conta”. A busca pela simplicidade e poesia, próprias do universo da criança, é proposta no cenário que traz três biombos de 1,50m x 2,0m cada, que ficam dispostos ao fundo do palco, e ambientam o espetáculo, formando três peixes, desenhados em “patchwork”. Ainda compõem a cena estética, três tubos azuis de tecido, que são manipulados em diferentes posições e situações, durante a narrativa. Para completar o conceito dramático, uma estante de vidro e alumínio sustenta pequenos potes de vidros com água e uma simbólica máquina de escrever, em referência ao ofício da escritora Clarice Lispector. A cor predominante é o azul, em seus variados tons, aludindo ao elemento água, símbolo eleito para metaforizar a vida. A concepção dos figurinos baseia-se na estética dos clowns. Em cores vivas, ganham realce sobre o fundo de biombos azuis. A trilha sonora é original, com canções compostas especialmente para o espetáculo. Os atores tocam, cantam e dançam. Um dos focos da montagem é valorizar o micro elemento cênico, evidenciando também o macro. Cada um, em seu momento particular, acaba assumindo um significado especial no conjunto. O processo de criação das várias dramaturgias se deu através da criação coletiva do grupo, fazendo do período de ensaio um verdadeiro laboratório de experimentação de objetos e intenções. Este processo traz como resultado final um texto inovador e original, onde coreografia, música e cenários se mesclam e se fundem em uma única obra. Este espetáculo de linguagem estética simples, criativa e poética, pode ser apresentado em qualquer espaço físico disponível. É a nossa forma de irmos contando estórias para que elas nunca se acabem, cumprindo com o nosso papel, enquanto cidadãos, para a democratização da arte e da cultura, promovendo a sua acessibilidade. SOBRE A EXPERIÊNCIA DE TEATRO PARA CRIANÇAS DE TODAS AS IDADES NA CIA. DO ABRAÇÃO A noção “teatro para todas as idades” vem sendo investigada pela Cia. do Abração com o intuito de se promover um teatro sem fronteiras de idades. Onde se possa dialogar com o estado mais sensível de cada um. A reflexão da importância do afeto e do amor, por meio de brincadeiras comuns à criança, tão escassas no universo “adulto”, é o objetivo da busca estética e pedagógica da Cia. do Abração, por um “teatro para todas as idades”. Um teatro que dialogue com o mais humano e sensível de cada um. Um teatro que se comunique com a criança que há de sobreviver, apesar da inexorabilidade do tempo. A produção de novas dramaturgias, desenvolvida pela Cia do Abração, está alicerçada sobre princípios da arte-educação e da criação coletiva, onde todos os profissionais envolvidos pesquisam sobre o assunto e estão cientes do papel que ocupam como formadores de opinião. Os temas abordados nos seus espetáculos versam, preferencialmente, sobre alguma obra ou patrimônio cultural relevante. Os assuntos são estudados, discutidos e contextualizados no universo da criança. Equalização de ideias e ideais, construção coletiva e solidária da obra-de-arte. Acessibilidade e democratização da arte e cultura. A obra artística como essência de um processo de culturalização evolutivo e não mero produto de consumo de mercado. A ressignificação da realidade filtrada pelo olhar amoroso e brincante da criança. Estas são as bases filosóficas do teatro para crianças de todas as idades da Cia. do Abração.
O Projeto engloba 24 apresentações teatrais, 11 debates e 3 oficinas, em 8 cidades, de 4 Estados Brasileiros: MINAS GERAES, SÃO PAULO, Paraná e Santa Catarina. 1- Espetáculo teatral CLARICE MATOU OS PEIXES DURAÇÃO: 50 MIN QUANTIDADE DE APRESENTAÇÕES PARA ESCOLAS: 11 QUANTIDADE DE APRESENTAÇÕES ABERTAS AO PÚBLICO: 13 TOTAL DE APRESENTAÇÕES: 24 2- Debates sobre Espetáculo teatral CLARICE MATOU OS PEIXES DURAÇÃO: 30 MIN QUANTIDADE DE debates PARA ESCOLAS: 11 TOTAL : 11 3- Oficinas teatrais DURAÇÃO: 3 horas QUANTIDADE DE oficinas: 3 Carga horária TOTAL: 09 horas EMENTA OFICINA: A ARTE DE BRINCAR – VIVÊNCIA SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELA CIA DO ABRAÇÃO CARGA HORÁRIA TOTAL: 03 HORAS LOCAL: EM ESPAÇO A SER DEFNIDO MINISTRANTE: JULIANA CORDEIRO NÚMERO MÍNIMO DE PARTICIPANTES: 6 pessoas NÚMERO MÁXIMO DE PARTICIPANES: 25 pessoas. Objetivos O objetivo da oficina é compartilhar com o público a vivência do trabalho realizado com o Grupo de Pesquisas Cênicas da Cia. do Abração, com técnicas corporais lúdicas da Contação de Histórias e Animação de Objetos, presentes na prática do Teatro para Crianças da Companhia, como também exercícios de primigênia teatral. Ementa Desenvolver a sensibilidade dos participantes, aflorando o espírito coletivo e lúdico da brincadeira usado como ferramenta para a construção da arte. Programa O trabalho coletivo se dará a partir de jogos dramáticos, desenvolvendo-se as seguintes atividades: Dinâmicas de grupo, exercícios e atividades para entrosamento e qualidade de trabalhos em grupo; Exercícios de Percepção espacial, sonora e corporal, levando em conta técnicas do teatro físico, para a vivência da Animação de Objetos e da Contação de Histórias;Jogos de improvisação em grupo utilizando objetos do cotidiano;Construção de pequenas cenas envolvendo as questões espaciais, sonoras e corporais aplicados a prática da Contação de Histórias. Procedimentos Metodológicos Aulas práticas – Uso de materiais em sala de aula para exercícios e dinâmicas. Recursos É necessária uma sala de aula prática ampla, com piso preferencialmente de madeira, ventilada e arejada, bem iluminada. Poderá ser feita no palco.Aparelho de som com CD player. Objetos do cotidiano. Resultados Almejados A oficina almeja o aumento do potencial criativo individual, melhorando as relações de grupo, além do desenvolvimento do potencial na arte teatral estimulando o entendimento e disseminação da arte teatral na comunidade. Indicadores de Mensuração Atividade de finalização, através de elaboração de cenas. Referências Bibliográficas SPOLIN, Viola. Jogos teatrais: o fichário de Viola Spolin. São Paulo: Perspectiva, 2001. SPOLIN, Viola. O jogo teatral no livro do diretor. São Paulo: Perspectiva, 1999. SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1992. JAPIASSU, Ricardo. Metodologia no ensino do teatro. Papirus, 2003. BOAL, Augusto. Jogos para atores e não atores. Civilização Brasileira, 1998. BARBA, Eugênio. A Canoa de Papel. São Paulo: Hucitec, 1994. 243 p. BALARDIM, Paulo. Relações de vida e morte no teatro de animação. Porto Alegre: Edição do autor, 2004.
Os espaços a serem escolhidos para a realização do evento irão oferecer fácil locomoção para a acessibilidade física. Haverá tradução simultânea de LIBRAS, nas apresentações do fim de semana, destinadas ao público espontâneo, no total serão 13 sessões com tradução simultânea.
Este projeto é fundamentalmente de democratização de acesso aos produtos culturais oferecidos, seguindo os incisos do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, pois: • A ideia central do projeto já é de persi, calcada na diretriz da democratização do acesso, pressupondo atenção a camadas da população menos assistidas do exercício de seus direitos culturais, como crianças em situação de risco. • Para conseguir tal objetivo, também foram pensadas estratégias de divulgação e marketing direcionadas a esta camada da sociedade, além de agendamento prévio com escolas públicas e entidades assistenciais locais. • De acordo com o inciso II, grande parte das apresentações teatrais gratuitas, procurarão atingir, prioritariamente, através de agendamento prévio: entidades assistenciais e escolas, asilos, pessoas de extração sócio econômica menos privilegiada ou em situação de risco, e ofereceremos transporte gratuito. • As demais apresentações, também de acesso gratuito, serão destinadas à público espontâneo sem exclusão de qualquer pessoa, por sua condição social, etnia, deficiência, gênero, domicílio e ocupação. • De acordo com o inciso V, serão realizadas Palestras/debates acerca da obra assistida com a finalidade de promover a pedagogia do espectador para formação de plateia, de acesso inteiramente gratuito, pretendendo atingir crianças, artistas, educadores e interessados. • De acordo com o inciso V, oficinas teatrais serão ofertadas gratuitamente para pais, educadores e tutores da primeira infância. • De acordo com o inciso IV, terá registro fotográfico, disponibilizado gratuitamente através de página específica do projeto e autorizado a ser veiculado por outras mídias · De acordo com o inciso VII, as ações culturais, em sua maioria, serão voltadas ao público infantil;
LETÍCIA GUIMARÃES – COORDENADORA DE PRODUÇÃO – DIRETORA ARTÍSTICA – DEBATEDORA. Graduada em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba no ano de 1986. Cursou Mímica Contemporânea com Denise Stoklos, entre o período de l982 a l984. Cursou Extensão Universitária em Arte Educação na USP/SP, entre 1989 e 1990. Em 2001 fez o curso de Direção de Produção Cultural no SATED – PR, para a sua capacitação profissional. Iniciou sua carreira no teatro amador em 1982, tendo fundado três importantes grupos teatrais, nos quais atuava como atriz, produtora e diretora. Trabalhou como assistente de produção no espetáculo protagonizado por Denise Stoklos, ”Um Orgasmo Adulto Escapa do Jardim Zoológico”, em São Paulo. Desde 1987, atua como atriz profissional, na direção e produção cultural, tendo produzido espetáculos teatrais amadores e profissionais, oficinas das diversas áreas artísticas e eventos culturais. Ministrou diversas oficinas de mímica e interpretação. É proprietária da Cia. do Abração, coordena e participa como arte-educadora, diretora e produtora, dentro do Grupo de Pesquisas da Cia. do Abração, de forma sistematizada, diariamente, de Oficinas de Pesquisa e Capacitação Técnica para sua equipe de intérpretes/criadores profissionais, buscando melhorar as suas qualidades corporais, musicais e intelectuais. Produz todas as ações culturais do espaço, com destaque para seus 20 espetáculos de repertório, os quais receberam diversas premiações. BLAS TORRES – DIRIGENTE DA EMPRESA PROPONENTE– TÉCNICO DE ILUMINAÇÃO – CENOTÉCNICO - PRODUTOR EXECUTIVO É formado em Antropologia Aplicada pela Universidade Salesciana de Quito Equador. Fez curso de Cinema e Vídeo, no CETC (Centro de Educación Teatral y Cinematográfica) Asunción – Paraguay. Cursou artes cênicas no Instituto Municipal de Artes Escenicas – Asunción. No Paraguai, país de origem, participou também de grupos de teatro como ator, diretor e produtor. Desde 1998, trabalha com cinema em Curitiba/PR tendo desempenhando as funções de diretor, roteirista, produtor, maquinista, e eletricista. Esteve na coordenação do Festival Nacional de Teatro Juvenil, Festival de Teatro Juvenil/Asunción, Acampamento Cultural Juvenil e na coordenação geral do Núcleo Juvenil de Acción Cultural - Asunción. Foi operador de câmera e editor de vídeo na área de Comunicação do Banco Nacional de Fomento, em Assunção, Paraguai. Desde 2004 trabalha como designer gráfico, videomaker, diretor e editor cinematográfico, ator, cenógrafo e cenotécnico na Cia. do Abração espaço de arte e cultura. Em 2010 participa do espetáculo “Sobrevoar” como Cenógrafo recebendo o Troféu Gralha Azul 2010 – Prêmio Governador do Estado – Melhor Cenógrafo. Em 2015 foi indicado nas categorias Melhor Ator e Melhor Cenário ao Prêmio Troféu Gralha Azul com o espetáculo “Kartas de Uma Boneka Viajante”. JULIANA CORDEIRO – ASSISTENTE DE PRODUÇÃO - OFICINEIRA Pós-graduada em Educação Infantil pelo SENAC. Iniciou sua formação em teatro no GRUTA – Grupo de Teatro Amador do Colégio Estadual do Paraná, colégio em que cursou o ensino médio e técnico de comunicação em artes, sob direção de Raquel Mastey. Também é formada no Curso de Licenciatura em Teatro, na Faculdade de Artes do Paraná, atual UNESPAR. Em 2013, cria a Cia Uma da Outra e realiza a peça “TSURU”. No ano de 2014 ingressa na Cia. do Abração, participando dos treinamentos diários de aprimoramento, executa o projeto Difusão em Teatro, pela Fundação Cultural de Curitiba, realizando 23 apresentações da peça “Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos” em escolas da rede pública. Atualmente é coordenadora pedagógica do Curso Livre de Teatro da Cia. do Abração. Além disso, integra o elenco de 15 peças de repertório “Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos”, “A Bela e a Fera”, “O Mágico de Oss”, “O Trenzinho do Caipira”, “Sobrevoar”, “Histórias Brincantes de muitos amigos”, “Kartas de uma boneka viajante”, “Peter Pan”, “Pinóquio”, “Patraca, um palhaço astronauta”, “Alice no País das Maravilhas”, “O Banho”, “Pelas Mãos de Maria ou As Vozes de Simone”, “Sonho de Uma Noite de Verão” e “Alice Não Perde o Trem”. Indicada ao prêmio Governador do Estado do Paraná – Troféu Gralha Azul em 2016, na categoria Atriz Revelação nos espetáculos “Kartas de Uma Boneka Viajante” e “Histórias Brincantes de Muitos Amigos”. E como melhor atriz para crianças pelo espetáculo O MENINO QUE AMARRAVA TUDO em 2019. GRUPO TEATRAL RESPONSÁVEL PELAS APRESENTAÇÕES TEATRAIS - CIA. DO ABRAÇÃO “A CIA. DO ABRAÇÃO iniciou suas atividades em 2001 e desde então, vem produzindo seus próprios espetáculos tendo como proposta principal a pesquisa e produção teatral para todas as idades, esteados em dramaturgia própria e difundidos como espetáculos de repertório. Sua proposta estética está alicerçada na fusão de linguagens artísticas de diversas áreas, elaborada em investigações advindas de processos colaborativos. O resultado pode ser visto em forma de EVENTOS CULTURAIS GRATUITOS e PEÇAS TEATRAIS. Através de seu GRUPO DE PESQUISAS CÊNICAS E DRAMATÚRGICAS mantém um repertório com 20 espetáculos que se utilizam da arte-educação e do teatro para crianças de todas as idades, para tratar de temas que versem, preferencialmente, sobre alguma obra literária ou assunto relevante de arte e cultura. Promove desde 2009, de forma continuada, O PEQUENO GRANDE ENCONTRO DE TEATRO PARA CRIANÇAS – Festival de teatro destinado a crianças e jovens. ”
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.