| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 06160233000138 | BBM ADM. RECURSOS DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S/A | 1900-01-01 | R$ 186,0 mil |
| 14308514000113 | BBM PARTICIPAÇÕES S/A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
Publicar um livro bilíngue que desvende a história das águas cariocas que estão hoje sob o asfalto da cidade, um recurso que se fez vital no Rio de Janeiro e que exerceu papel fundamental na expansão urbana, nos modos de vida e na cultura desde os primórdios da cidade, tornado-se protagonista da nossa históriaurbana ao longo dos séculos.
Propomos a publicação de um livro bilingue (português/inglês) com 240 páginas, cerca de 130 fotos, no formato 21x25 cm, que revele a história de nossos rios e o seu estado atual. Há numerosos relatos históricos sobre eles, como o das Laranjeiras (que cheirava a flor de laranjeira, segundo uma viajante do século XIX), bem como vasta iconografia que permite ilustrar muitos rios ao longo de sua história. São exemplos o quadro de Leandro Joaquim (Museu Histórico Nacional) que retrata a Lagoa do Boqueirão, as gravuras de chafarizes como o das Marrecas e o do Menino e as aquarelas que eternizaram a cascata Taunay na Floresta da Tijuca, entre centenas de possíveis obras que permitirão aos leitores descobrir a teia de água sobre a qual caminhamos todos os dias. História, geografia e arte trabalharão juntas para traçar essa história que nos permitirá entender melhor e valorizar o patrimônio natural e edificado relativo aos rios fluminenses. Ao final do projeto será realizada uma palestra para 200 pessoas em instituição a definir, serão distribuídos 400 livros sob a forma de doação para ONGs, escolas ou universidades e será produzido um MP3 com o conteúdo do livro em áudio, a ser distribuído pela União dos Cegos do Brasil.
Objetivo geral Publicar um livro bilíngue que desvende a história das águas cariocas, um recurso que se fez vital no Rio de Janeiro e que exerceu papel fundamental na expansão urbana, nos modos de vida e na cultura desde os primórdios da cidade, tornado-se protagonista da nossa história urbana ao longo dos séculos. Visamos a revelar a história dos rios cariocas e o seu estado atual, recolhendo relatos de época e vasta iconografia para ilustrar o aspecto e a função de muitos corpos d'água que já saciaram a sede, alimentaram, limparam e refrescaram as populações que aqui habitaram. Queremos entender como a cidade domou seus rios e como os rios, por sua vez, moldaram a cidade para propiciar o conforto e a segurança aos moradores desde sempre. Objetivo específico Realizar um livro fartamente ilustrado que desvende a história das águas cariocas, um recurso que se fez vital no Rio de Janeiro e que exerceu papel fundamental na expansão urbana, nos modos de vida e na cultura desde os primórdios da cidade, tornado-se protagonista da nossa história urbana ao longo dos séculos. Pretendemos registrar essa história por meio de textos de especialistas em história e geografia, explorando a forma os rios foram domados para permitir o estabelecimento das populações na cidade ao longo de mais de 450 anos. A estrutura do livro seguirá um percurso histórico dividido em três partes: 1) do início da colonização até o final do século XIX, 2) primeira metade do século XX e 3) segunda metade do século XX até os dias atuais. A obra bilíngue (port./ing.), com 2000 exemplares, no formato 21 x 25cm, 240 páginas, cerca de 100 imagens, será organizada pelo geógrafo Marcelo Motta e contará com textos históricos, históricos ambientais e geográficos, além de um ensaio fotográfico inédito assinado por Paulo Velozo. A edição visa a atingir estudantes dos ensino médio, universitários e profissionais das áreas de história, fotografia, ciências, meio ambiente, geografia e geologia em todo o Brasil. Buscando atender as ações de contrapartida social prevemos realizar uma palestra voltada para estudantes do ensino médio em uma escola pública do Rio de Janeiro visando à conscientização da importância do conhecimento e da preservação do meio onde vivemos por intermédio do produto cultural do projeto.
O projeto "Rios do Rio" se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto "Rios do Rio" atende os seguintes objetivos dos incisos do Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; O livro que estamos propondo pretende revelar a história dos rios cariocas e abordar o seu estado atual. Há numerosos relatos históricos sobre eles, como sobre o Rio das Laranjeiras (que cheirava a flor de laranjeira, segundo uma viajante do século XIX), bem como vasta iconografia que permite ilustrar muitos rios ao longo de sua história. São exemplos o quadro de Leandro Joaquim (Museu Histórico Nacional) que retrata a Lagoa do Boqueirão, as gravuras de chafarizes como o das Marrecas e o do Menino e as aquarelas que eternizaram a cascata Taunay na Floresta da Tijuca, entre centenas de possíveis obras que permitirão aos leitores descobrir a teia de água sobre a qual caminhamos todos os dias. História, geografia e arte trabalharão juntas para traçar essa história que nos permitirá entender melhor e valorizar o patrimônio natural e cultural da cidade. O Rio de Janeiro está em pleno crescimento desde sua fundação: seu porto apoiou as atividades econômicas que se tornaram a força motriz do processo de ocupação. Atravessada por numerosos corpos d’água, a cidade cresceu domando seus cursos para propiciar à população o conforto e a segurança da água para uso diário. Incontáveis obras tornaram esses rios subterrâneos e os esconderam para sempre do olhar do cidadão. Contudo, além de sua função primordial na manutenção da vida, esses rios têm muitas histórias e se emaranham ao percurso do próprio núcleo urbano ao longo dos séculos. Em 1503, por exemplo, Gonçalo Coelho mandou construir na foz do Rio Carioca uma casa que ficaria para sempre marcada na nossa história, pois foi chamada pelos tamoios que habitavam a região de akari oka, ou casa de cascudo, sendo cascudo o apelido dos portugueses em alusão às armaduras que portavam. As águas do Rio Carioca foram canalizadas e desviadas já nos séculos XVII e XVIII, quando Dom Luís de Vasconcelos e Sousa, vice-rei do Brasil e governador do Rio de Janeiro erigiu o Aqueduto da Carioca, que alimentava várias fontes e deu origem à denominação do atual Largo da Carioca. Nascendo nas encostas do Maciço da Tijuca, o Rio Maracanã tem sua foz no canal do Mangue. Suas águas antes cristalinas atraíam bandos de pequenas aves, as marakan’nãs (termo tupi), que batizaram o rio. O Maracanã foi canalizado a partir de 1870, quando o governo imperial delegou as freguesias de São Cristóvão, Inhaúma e Engenho Velho, possibilitando a construção de imóveis para uma população de classe média. Sob o ponto de vista geográfico, os maciços rochosos e florestados são armazenadores e distribuidores dos fluxos de água que alimentam nossos sistemas hídricos. O município se instala sobre diversas bacias de drenagem que as águas, vindas dos maciços rochosos, desenham. Dos três maciços montanhosos existentes no município e entre eles, as águas jorram para os principais rios em direção às baías circundantes da cidade ou para os sistemas de brejo, gamboas ou lagunas, antes de chegar ao mar. O processo de ocupação "brigou" historicamente com as águas nesta cidade, seja aterrando brejos, gamboas, lagunas e foz de rios ou canalizando o curso dos canais. A urbanização buscou fazê-los funcionais, apenas como sistema de escoamento da cidade. Buscava-se, sobretudo no século XIX, solucionar a combinação entre montanhas e áreas alagadiças que supostamente gerava os "miasmas", que submetiam a população aos malefícios de ares considerados nocivos à saúde. As enchentes foram outro motivo de preocupação que suscitou estudos minuciosos da disposição das ruas no núcleo urbano, de forma a mitigar as consequências do acúmulo de água e da proliferação de mosquitos portadores de doenças. O abastecimento de água propiciou obras marcantes no panorama urbano, com destaque para o próprio Aqueduto da Lapa, uma portentosa obra de engenharia do século XVIII que hoje configura-se como um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Assim, em consequência do esforço de "civilizar" o Rio de Janeiro, engenheiros e urbanistas delinearam novos percursos para muitos dos seus rios, a maior parte dos quais encontra-se hoje sob o asfalto das grandes avenidas ou espremida em estreitos canais entre ruas pavimentadas. Para as áreas em expansão urbana, o padrão se repete em pleno século XXI, reproduzindo o modelo de retificação dos canais e aterramento de suas planícies. Uma receita que prova a necessidade de aprendermos com o passado não muito distante da capital fluminense.
livro bilingue (português e inglês)Tiragem: 2000 exemplaresImagens: cerca de 130formato: 21 x 25 cmmiolo: 240 páginas impressas a 4 x 4 cores, em papel couche matte 150gr. capa: capa dura revestida em couche 150gr, com verniz total guardas em colorplus 180 gr BannerFormato 90 x 60 cm4 coresacabamento: com lona e tubete Audiolivro CD mp3
Produto: Livro O livro será distribuído para todas as livrarias do Grande Rio e Niterói, das cidades serranas como Petrópolis, Teresópolis e Friburgo e do litoral fluminense como Búzios e Paraty. A distribuição em nível nacional será efetuada pela Queen Books (distribuidora contratada). Livrarias como Argumento e Travessa realizam vendas pela internet com entrega em domicílio em todo o Brasil. Idosos acima de 60 anos terão desconto de 20% (sobre o preço de capa) na compra do livro feita diretamente na editora. Deficientes visuais: Será produzido um audiolivro da publicação que será doado para a "União dos cegos no Brasil", empresa sem fins lucrativos situada no Rio de Janeiro. Através dessa doação será possível a disponibilização do conteúdo do livro para grande parte dos cegos no Brasil. Deficientes auditivo: Não se aplica, pois o deficiente auditivo poderá ler os livros doados. Contrapartida social (palestra educativa) Palestra educativa para estudantes do ensino médio em escola pública em área vulnerável Deficientes visuais: Não se aplica. Justificativa: o deficiente visual pode ouvir a palestra e daremos acesso gratuito ao audiolivro da publicação.
Realizaremos uma palestra online, através da plataforma Zoom, direcionada para o YouTube, com os autores do livro onde haverá um debate com direito a perguntas dos participantes. Esse evento será feito pela livraria e o vídeo ficará disponível no YouTube por tempo indeterminado para quem quiser assistir. O link também será compartilhado com escolas ou instituições públicas que tiverem interesse para que possa ser usado como material de apoio paradidático. Umas das escolas que já fizemos contato foi a FAETEC - Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro que mostrou grande interesse em receber o link. Esperamos assim levar cada vez mais conhecimento a jovens e adultos os incentivando a refletirem sobre a história e preservação da nossa cultura.
Proponente Andrea Jakobsson Estúdio Editorial Ltda - Andrea Carneiro Jakobsson (coordenação editorial e gráfica) A proponente realizará a função de coordenadora geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação editorial" e "coordenação gráfica”. Currículo: Andrea Jakobsson Estúdio Editorial tem em seu catálogo a publicação de mais de 100 livros, com foco em história do Brasil e do Rio de Janeiro e em meio ambiente. Já recebeu quatro prêmios Jabuti como melhor produção editorial. Em 2010, recebeu o Prêmio Livro do Ano da Academia Brasileira de Letras na área de estudos sociais.O processo decisório é de sua responsabilidade, não sendo delegada a terceiros qualquer etapa de gestão do projeto. Jacqueline Menaei (produtora executiva e captadora)Nasceu no Rio de Janeiro em 1972. Fundadora da MaisArte, é pós graduada em marketing no IAG Master da PUC-Rio e no MBA Executivo do Coppead/UFRJ-Rio. Ministrou , durante 1998 e 1999, o curso de produção e marketing cultural no CCE da PUC-Rio, Departamento de Artes e Design. Marcelo Motta (coordenadação geral e texto)Pesquisador da PUC Rio na área de Geomorfologia, professor dos cursos de Mestrado em Geografia, graduação em Geografia e Arquitetura da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio, ministrando as cadeiras de Geomorfologia, Evolução da Paisagem e Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável 20 anos de formado com titulação de Doutorado em 2003 Coordenador do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão ambiental e Sustentabilidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio Paralelo de formação acadêmica com projetos de aplicação prática na área ambiental. Envolvimento em Projetos de intervenção em manejo de paisagem para conservação, recuperação de áreas degradadas, reflorestamento e controle erosivo de encostas, projetos de pesquisa e diagnósticos ambientais e planejamento territorial e energético Especialidade na relação Geomorfologia x Geologia, Erosão de Encostas e Manejo de Paisagem.
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.