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O projeto O TEATRO DO BOI DO MARANHÃO pretende editar um livro de autoria do proponente TÁCITO FREIRE BORRALHO. No presente trabalho, com a utilização de uma abordagem qualitativa e aplicação de etnometodologia como suporte de investigação teórica, o autor confirmará a existência de duas formas de teatralização no espetáculo que é o Bumba-meu-boi: teatro de animação e teatro ritualístico, contemplando em suas encenações, um diálogo com outras linguagens artísticas. O livro trará os textos de TÁCITO FREIRE BORRALHO e fotografias a serem adquiridas do Teatro do Boi no Maranhão,ilustrando brincadeiras, ritual, enredos, gestos e movimentos.
O BUMBA MEU BOI , como se brinca no Maranhão, distingue-se da forma de como é brincado em outras regiões do Brasil, especialmente pela variedade de sotaques. Embora mantenha um núcleo dramático (ou de animação) fundado na comédia, chamada geralmente de Matança por quase todos os conjuntos que praticam esse folguedo e de Palhaçada, pontualmente, e que implica numa apropriação do conto universal “O Vaqueiro que não mentia”,cujo enredo geral é sobre um vaqueiro que mata o boi do patrão para satisfazer os desejos de sua amada e quando indagado, sem temer o castigo, confessa o seu feito. No Bumba, especificamente no Maranhão essas personagens histriônicas são interpretadas pelo Nêgo Chico, e sua mulher Catirina, que estando grávida, deseja comer a língua do boi mais bonito, justamente o que está brincando no terreiro. Chico rouba o boi, mata e tira língua e depois o casal é obrigado a ressuscitar o boi com auxilio de um pajé ou Dr. Veterinário. Alguns conjuntos do interior às vezes suprimem o casal e inventam outra comédia ou palhaçada onde o boi é roubado e depois substituído por um mais bonito. Outra coisa comum a todos os sotaques (e só acontece no Norte do Brasil) é que esse folguedo é realizado no solstício de verão, em homenagem a São João e o ciclo da brincadeira implica nos rituais de Batismo, Brincadas e Morte do Boi (finalização da brincadeira, a cada ano). Os ensaios dos conjuntos costumam iniciar tradicionalmente no Sábado de Aleluia, o Batismo, dia de Santo Antônio, as Brincadas vão da véspera de São João até dia de Santana de a partir daí, o Boi pode morrer em qualquer período até o fim do ano. O Boi do Maranhão considera “sotaque” o ritmo, o estilo de toadas, indumentárias e adereços, conjunto de instrumentos, personagens da comédia e coreografia. Esses sotaques são: Boi da ilha (ou sotaque de matraca) Boi da Baixada, Boi de Orquestra, Boi de Zabumba Boi Pandeiro de Costa de Mão O Bumba meu boi de todo Brasil é um folguedo híbrido, formado a partir das brincadeiras de bois de canastra, vindos na naus portuguesas nos tempos da colonização e com agregação de fragmentos de outros folguedos, por isso mesmo alguns folcloristas o considerem um folguedo criado no Brasil. É interessante ressaltar que brincadeiras com o Boi existem em muitos países de todos os continentes. E a trajetória do envolvimento do homem com o Boi, vai desde os tempos primitivos com o boi obreiro das lidas agrárias, do boi endeusado pelos egípcios e romanos e depois por cristãos (como o Boi de São Marcos), sem esquecer-se do Bezerro de Ouro, da Bíblia. Esses bois animais divinizados se tornavam geralmente vítimas sacrificais e por isso foi necessário criar uma forma de (a exemplo do bezerro de ouro) fossem confeccionadas estátuas ou bonecos que se pudessem tocar, ou até brincar, sem perder o aspecto votivo, sem incorrer em profanação. Não por acaso o Bumba meu Boi do Maranhão apresenta todas essa nuanças que resumem essa trajetória do boi.
OBJETIVO GERAL O principal objetivo do projeto é o de produzir um livro de arte primoroso sobre a história do Teatro do Boi do Maranhão. Serão 1.000 exemplares de um livro bilíngue (português e inglês). Além de registrar e perenizar a história do Boi maranhense, já tombada como Patrimonio Cultural Imaterial pelo IPHAN, e também como Patrimônio Mundial pela UNESCO, o livro deverá contribuir para as relações institucionais todos os públicos desejados, nacional e internacionalmente. O BUMBA MEU BOI , como se brinca no Maranhão, distingue-se da forma de como é brincado em outras regiões do Brasil, especialmente pela variedade de sotaques. Embora mantenha um núcleo dramático (ou de animação) fundado na comédia, chamada geralmente de Matança por quase todos os conjuntos que praticam esse folguedo e de Palhaçada, pontualmente, e que implica numa apropriação do conto universal "O Vaqueiro que não mentia",cujo enredo geral é sobre um vaqueiro que mata o boi do patrão para satisfazer os desejos de sua amada e quando indagado, sem temer o castigo, confessa o seu feito. No Bumba, especificamente no Maranhão essas personagens histriônicas são interpretadas pelo Nêgo Chico, e sua mulher Catirina, que estando grávida, deseja comer a língua do boi mais bonito, justamente o que está brincando no terreiro. Chico rouba o boi, mata e tira língua e depois o casal é obrigado a ressuscitar o boi com auxilio de um pajé ou Dr. Veterinário. Alguns conjuntos do interior às vezes suprimem o casal e inventam outra comédia ou palhaçada onde o boi é roubado e depois substituído por um mais bonito. O Boi do Maranhão considera "sotaque" o ritmo, o estilo de toadas, indumentárias e adereços, conjunto de instrumentos, personagens da comédia e coreografia. Esses sotaques são: Boi da ilha (ou sotaque de matraca) Boi da Baixada, Boi de Orquestra, Boi de Zabumba Boi Pandeiro de Costa de Mão É interessante ressaltar que brincadeiras com o Boi existem em muitos países de todos os continentes. E a trajetória do envolvimento do homem com o Boi, vai desde os tempos primitivos com o boi obreiro das lidas agrárias, do boi endeusado pelos egípcios e romanos e depois por cristãos (como o Boi de São Marcos), sem esquecer-se do Bezerro de Ouro, da Bíblia. Esses bois animais divinizados se tornavam geralmente vítimas sacrificais e por isso foi necessário criar uma forma de (a exemplo do bezerro de ouro) fossem confeccionadas estátuas ou bonecos que se pudessem tocar, ou até brincar, sem perder o aspecto votivo, sem incorrer em profanação. Não por acaso o Bumba meu Boi do Maranhão apresenta todas essa nuanças que resumem essa trajetória do boi. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos específicos do trabalho são os seguintes: Através da edição de um livro, edição bilingue português/inglês, contar e ilustrar as especifidades do BUMBA MEU BOI DO MARANHÃO: 1 _ Pesquisar imagens e documentos históricos sobre as origens e trajetória do teatro do Boi do Maranhão 2 _ Produzir e pesquisar fotos de arquivo sobre o Boi do Maranhão envolvendo os bastidores das apresentações, detalhes de cenários e fantasias, além de imagens curiosas que cercam o mundo mágico dessas manifestações. 3 _ Redigir textos de grande profundidade sobre as origens e sobre o trabalho , que abordem o rico universo de sua atuação e suas relações com outras manifestações populares nordestinas. 4 _ Utilizar meios e processos editoriais e gráficos que resultem num livro de arte de grande impacto e alta qualidade, compatível com as melhores publicações nacionais e internacionais sobre teatro e dança.
A presente proposta se enquadra no Art. 1º da lei Nº 8.313/91 nos incisos: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - Priorizar o produto cultural originário do país. Os objetivos que serão alcançados enquadram-se no Art. 3º da lei Nº 8.313/91, no inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante, alínea b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Muita coisa já se publicou sobre o Bumba meu boi, inclusive de como esse folguedo acontece no Maranhão, mas nenhuma obra se dedicou, até agora, a debruçar-se sobre essa brincadeira, para um estudo específico de sua teatralidade. Não é demais frisar que o folguedo Bumba meu boi, como é brincado no Maranhão, extrapola todas as formas de brincar que existem no território nacional e detém um acervo de modos e formas de acontecer que só nesse estado se presencia e por isso é considerado Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo IPHAN e Patrimônio Mundial pela UNESCO. Nesta obra em particular, a investigação e registro minucioso das formas de brincar dos diferentes "sotaques", a riqueza singular de ritmos, trajes e adereços, elementos animados e comédias, além dos rituais de batismo e morte do boi, o que promove uma mobilização ímpar de grandes comunidades num ciclo junino bastante expandido, o autor pesquisa profundamente as nuances principais das teatralidades e poéticas contidas na brincadeira, tanto com referência às partituras coreográficas de cada sotaque como às encenações de teatro de ator e de teatro de animação. Na forma como será construída a obra em questão, o nível de pesquisas empíricas e teóricas realizadas garantirão de maneira bastante eficaz, uma grande contribuição para os estudos desse objeto, praticado pelos interessados nacional e internacionalmente pelo Teatro de Animação e sua realização nos folguedos populares. Garante prestar importante contribuição para os artistas da área das Artes Cênicas (Teatro e Dança) e também será de grande contribuição para historiadores, antropólogos e sociólogos, principalmente com a utilização do texto contido no apêndice do livro. O Bumba meu Boi do Maranhão tem sido objeto de estudo de disciplinas voltadas para o Folclore e também das Ciências Sociais, como a Antropologia e a Sociologia que, além de um registro etnográfico, investigam os aspectos da organização social ou diferentes estruturas organizacionais do Boi ( como brincadeira, ritual e espetáculo). Embora alguns componentes teatrais sejam levantados nesses estudos (como a teatralidade cômica, a musicalidade, a estrutura das comédias e o desenvolvimento da linguagem literária),estes não caracterizam uma pesquisa voltada para o Boi como fato teatral. Na presente obra, com a utilização de uma abordagem qualitativa e a aplicação da etnometodologia como suporte de investigação teórica, será possível confirmar a existência de duas formas de teatralização no espetáculo que é o Bumba-meu-boi. Os dados empíricos indicam características que distinguem esse Teatro do Boi como teatro de Animação (apresentando-se com técnicas mistas) e como Teatro Ritualístico, contemplando, assim mesmo, em suas encenações, um diálogo com outras linguagens artísticas. Alem disso, os resultados dessa investigação reforçam a relevância do conjunto de saberes que se evidencia com a existência de conhecimentos construídos a partir da reflexão e prática dessa expressão artística. As análises dessas práticas permitiram que fossem elaboradas partituras de gesto e movimentos a partir da identificação de estruturas sob as quais as encenações desse Teatro do Boi e suas personagens são construídas.
De acordo com o artigo 2º § 7º da IN nº 2 de 23/04/2020: § 7º O proponente que apresentar o seu primeiro projeto junto ao Pronac estará dispensado da comprovação de atuação na área cultural, sendo este limitado ao valor de R$ 200.000,00 (duzentos milreais).
Especificações técnicas do livro Edição de um livro de arte sobre o BUMBA MEU BOI DO MARANHÃO. Tiragem: 1000 exemplares Edição bilingue Português/Inglês 204 páginas Fotos inéditas e de arquivo a serem adquiridas Formato aberto: 520 x 250mm Formato Fechado: 260 x 250mm CAPA formato 534 x 250 em Cartão Supremo LD 250 g/m2, 4 x 0 cores, Laminação Fosca Total Frente (CAPA) Miolo 204 páginas em couche Fosco 150g/m2 4 x 4 cores Dobra (Miolo), colado em PUR Miolo Costurado
Declaramos para os devidos fins que o local onde será realizada a palestra e o lançamento do livro atenderá a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 5 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. O livro terá tradução em braille, impressa para doação à duas bibliotecas públicas de São Luís e estará disponível para mais impressões sob demanda. Em atendimento ao artigo 22: Como ação formativa faremos uma visita com 100 alunos da rede pública ao projeto CAZUMBÁ para ilustrar o Teatro do Boi no Maranhão. Resultado Esperado Criar a oportunidade de discussão sobre o tema do livro visando a conscientização para a importância da arte e da cultura originária do país, por intermédio do produto cultural do projeto. Estas ações formativas culturais corresponderão a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente, sendo destes, 50% (cinquenta por cento) constituido de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Na AÇÃO FORMATIVA pelo Art. 22, o autor dará uma aula sobre as duas formas de teatralização no Bumba-meu-boi do Maranhão: teatro de animação e teatro ritualístico, contemplando em suas encenações e abrindo um diálogo com outras linguagens artísticas. Nessa ação formativa direcionada ao público juvenil maranhense, o autor mostrará as brincadeiras, os rituais, os enredos, os gestos e movimentos, usando como ilustração o GRUPO CAZUMBÁ. Portanto essa “visita” ao CAZUMBÁ será uma ação formativa muito eloquente e tão necessária aos jovens maranhenses para que conheçam as suas tradições. Será uma aula divertida onde os jovens e professores aprenderão e tomarão posse de sua identidade maranhense.
Em atendimento ao artigo 20, segue a forma de distribuição do produto gerado no projeto. Os 1000 exemplares terão a distribuição abaixo, de acordo com a normatização vigente: 20% - 200 exemplares para doação a ONGs, bibliotecas públicas e pessoas de baixa renda ou que comprovem exercer trabalho voluntário; 10% - 100 exemplares para doação a patrocinadores 10% - 100 exemplares para divulgação 10% - 100 exemplares para venda a R$ 50,00 50% - 500 exemplares para venda a R$ 100,00 Em atendimento ao artigo 21 da Normativa o proponente se compromete a realizar uma palestra no lançamento do livro, aberta a todo público, gratuita e disponibilizada pela internet. Como um grande conhecedor e pesquisador da tradição maranhense, esta palestra será muito importante como difusão da tradição e do folclore brasileiros. III - Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22 V- realizar gratuitamente atividades paralelas ao projeto, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do Art. 22 Em atendimento ao artigo 22: Como ação formativa faremos uma visita presencial ao Projeto Cazumbá com 100 alunos e professores da rede pública para ilustrar o Teatro do Boi no Maranhão. Resultado Esperado Criar a oportunidade de discussão sobre o tema do livro visando a conscientização para a importância da arte e da cultura originária do país, por intermédio do produto cultural do projeto. Estas ações formativas culturais corresponderão a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente, sendo destes, 50% (cinquenta por cento) constituido de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Na AÇÃO FORMATIVA pelo Art. 22, o autor dará uma aula presencial sobre as duas formas de teatralização no Bumba-meu-boi do Maranhão: teatro de animação e teatro ritualístico, contemplando em suas encenações e abrindo um diálogo com outras linguagens artísticas. Nessa ação formativa presencial direcionada ao público juvenil maranhense, o autor mostrará as brincadeiras, os rituais, os enredos, os gestos e movimentos, usando como ilustração o GRUPO CAZUMBÁ. Portanto essa “visita” ao CAZUMBÁ será uma ação formativa muito eloquente e tão necessária aos jovens maranhenses para que conheçam as suas tradições. Será uma aula divertida onde os jovens aprenderão e tomarão posse de sua identidade maranhense. Esta ação formativa terá ligação direta com a linguagem do projeto principal do projeto, visando a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto.
RESUMO CURRÍCULO// TÁCITO BORRALHO : Proponente e autor Tácito Freire Borralho nasceu em Primeira Cruz (MA), fundou o Laboratório de Expressões Artísticas – LABORATE, a Companhia Oficina de Teatro - COTEATRO e foi idealizador e fundador do Centro de Artes Cênicas do Maranhão - CACEM, hoje órgão da Secretaria de Estado da Cultura. Detentor do Prêmio MEC-Troféu Mambembe, categoria especial São Paulo (1978), pela sua atuação em O Cavaleiro do Destino. Como dramaturgo, recebeu os prêmios Artur Azevedo - Concurso Cidade de São Luís (1990), com Gibi, o menino que não sabia voar; e, Plano Sioge (1993), com O Palco do Imaginário Popular Maranhense, em parceria com Josias Sobrinho. Graduado em Filosofia pela UFMA, Mestre em Artes pela ECA-USP, obteve o grau de Doutor em Artes Cênicas pela mesma universidade com a tese O Teatro no Bumba-Meu-Boi do Maranhão - brincadeira, ritual, gestos e movimentos. Atualmente é professor Adjunto, nível 4, do Departamento de Artes Cênicas da UFMA, lecionando no Curso de Licenciatura em Teatro e nos Programas de Pós-graduação, Mestrado do PROFARTES e PPGAC. É atualmente Diretor Artístico da COTEATRO. Publicou as Obras: O BONECO – DO IMAGINÁRIO POPULAR MARANHENSE AO TEATRO, Pano editorial SESC -2005 OS ELEMENTOS ANIMADOS DO BUMBA MEU BOI DO MARANHÃO, 2015, pela.EDUEMA TEATRO DE ANIMAÇÃO, 2015, pela EDUFMA TEATRO DO NORTE BRASILEIRO – COLETÂNEA DE TEATRO DO MARANÃHO (com Bene Martins): e-book; 2019, pela EDUFMA Escreveu e dirigiu as Peças Teatrais: As principais: João Paneiro; O Cavaleiro do Destino, Conversa pra Boi Dormir- ou -Quem Pariu Mateus que Embale (com Josias Sobrinho); A Festa da Clareira Maior; Uma Incelênça por Nosso Senhor; Gibi, o menino que não sabia Voar; Era uma vez uma Ilha ou, o Chocalho da cascavel; Paixão, segundo Nós, Viva El rei, Dom Sebastião; Contos que o Tempo Conta... http://lattes.cnpq.br/6354056336043839
PROJETO ARQUIVADO.