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O projeto Cartas para Gonzaguinha e´ um espeta´culo de teatro musical, de texto autoral com canço~es do Gonzaguinha, incluindo uma ine´dita e seus grandes sucessos como: O que e´, o que e´, Grito de Alerta, Explode Coraça~o e Sangrando. E´ tambe´m uma homenagem a um dos maiores cantores e compositores do Brasil, que deixou uma indiscuti´vel contribuiça~o para a mu´sica brasileira. O projeto realizou mais de um temporada do espetáculo no Rio de Janeiro e agora pretende realizar temporada em São Paulo.
A trama “Cartas para Gonzaguinha” é ambientada em 1981, quando o Brasil flertava com a reabertura política após quase duas décadas de ditadura militar. Meio a incertezas na fábrica onde trabalham, operários respondem à filosófica questão colocada por Gonzaguinha na época.O que é a vida? As respostas mais criativas se tornarão versos de uma nova música. "Cartas para Gonzaguinha" é uma obra de ficção. No elenco, 22 atores e 6 músicos contam essa obra que retrata um Brasil caminhando para o fim da ditadura militar. Classificação indicativa: 12 anos.
Gerais: Manter viva a obra de Gonzaguinha, enaltecendo a cultura nacional por meio de um espeta´culo de teatro musical, com texto original brasileiro atrave´s de personagens que contam a histo´ria do nosso povo. Atingindo o pu´blico jovem que desconhece essas canço~es que se fazem ta~o atuais e o adulto e idoso que vivenciaram a emoça~o com as composiço~es do consagrado Gonzaguinha. Específico: Realização da temporada de dois meses na cidade de São Paulo do espetáculo de teatro musical Cartas Para Gonzaguinha. As apresentações acontecerão sempre de sexta a domingo em teatro com media de 450 lugares a ser escolhido posteriormente. A previsão é realizar um total de 24 apresentações. Para efeito de formação de platéia, realizaremos uma sessão gratuita para estudantes de escolas públicas onde o transporte desses alunos será custeado pela produção do espetáculo. Além disso, realizaremos, durante a temporada, uma oficina gratuita de teatro musical com o diretor musical e idealizador do projeto, a diretora do espetáculo e uma professora de dança para alunos de escolas de teatro de São Paulo. Realizaremos também sessões de áudio-descrição e tradução em libras como medidas de acessibilidade (mais detalhados no campo de democratização do acesso e acessibilidade).
O teatro musical assumiu um posto do maior interesse dentro do entretenimento contemporâneo no Brasil. O projeto visa à realizaça~o de um espeta´culo com excelência arti´stica contribuindo para o desenvolvimento da cultura e da atividade arti´stica, criando empregos tanto na a´rea te´cnica como arti´stica, incentivando a descoberta de novos talentos, e fomentando a formaça~o de novas plateias na cultura brasileira. Em suas temporadas no Rio de Janeiro, o projeto gerou´ mais de 100 empregos diretos e indiretos entre artistas, te´cnicos e equipe de produça~o / administraça~o, foi assistido por mais de 15 mil pessoas e foi indicado a diversos prêmios de teatro. Com a realização da temporada em São Paulo, pretendemos continuar a trilha de sucesso do espetáculo e atingir mais público para conhecer a história desse artista brasileiro tão importante. Ale´m disso, o projeto atende aos princi´pios da poli´tica pu´blica de cultura ao contribuir com a poli´tica de acesso à criaça~o e produça~o arti´stica e provocar a identificaça~o junto ao pu´blico; amplia o acesso e forma plateia; gera emprego e contribui com a cadeia produtiva da cultura. Para efeito da Lei 8.313, ressaltamos que o espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no artigo 3 da referida norma, serão alcançado os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
- O espetáculo será encenado em teatro da rede privada. - Conforme descrito na planilha orçamentária, apenas utilizaremos equipamentos locados, não havendo compra de material permanente. - Item orçamentário remuneração do proponente: Direção de Produção, Gerente adminitrativo-financeiro e Coordenação do Projeto
Espetáculo de Artes Cênicas – Teatro Musical
Produto - Espetáculo de Artes Cênicas: - O espetáculo será encenado em teatro da rede privada que dispõe de recursos de acessibilidade tais como rampas de acesso, banheiros apropriados, tanto para atendimento aos portadores de necessidades especiais como idosos. - Portadores de necessidades especiais e idosos contarão com atendimento prioritário na bilheteria e entrada na sala de espetáculos. - Realizaremos também 01 sessão por mês na temporada com tradução em Libras para deficientes auditivos e áudio-descrição para deficiente visuais. Produto - Contrapartidas Sociais Deficientes visuais - disponibilização de locução gravada com descrição do ambiente, sinopse da apresentação, etc. Deficientes auditivos - disponibilização de intérprete de Libras Ação formativa – o idealizador e diretor musical do espetáculo, João Bittencourt, vai realizar uma oficina junto com a diretora do espetáculo e uma professora de dança para alunos de escolas de teatro da cidade de São Paulo. Os custos para realização das medidas de acessibilidade para deficiente visuais e auditivos e da ação formativa se encontram na planilha de contrapartida.
- Disponibilizaremos ingressos gratuitos, 20% da capacidade dos teatros, para os estudantes da rede pública de ensino com idades entre 14 e 18 anos, estendendo o benefício aos educadores. Segundo dita o artigo 20 da Instrução Normativa n˚2 de abril de 2019. - Em coformidade ao artigo 21 da Instrução Normativa n˚2 de abril de 2019, item II, ofereceremos uma sessão inteiramente gratuitas para estudantes e professores da rede pública de ensino também em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e ONG’s, durante a temporada. O transporte desses alunos será custeado pela produção do espetáculo (custo previsto na planilha de contrapartidas sociais)
FICHA TÉCNICA Direção: Rafaela Amado Direção Musical e Idealização: João Bittencourt 22 atores no elenco e 6 músicos na banda Pesquisa: Nanan Gonzaga Texto: Tiago Rocha Cenografia: Nello Marrese Iluminação: Luiz Paulo Neném Figurino: Valéria Stefani Direção de Produção: Joana D’Aguiar Realização: Sopro Escritório de Cultura e JB Producoes Artisticas CURRICULOS Rafaela Amado - diretora Iniciou os estudos em teatro em 1986 na CAL/RJ. Com formação de atriz e bailarina, paralelamente ao trabalho de atriz, Rafaela Amado atua como diretora, diretora assistente e diretora de movimento em inúmeros espetáculos. Em 1990 conheceu Antonio Abujamra, como quem criou a Cia. Os F… Privilegiados, no Teatro Dulcina. De 1990 a 1996 atuou como atriz, produtora e diretora assistente dentro da companhia. Neste período fez parte da Cia de Atores Bailarinos do RJ, sob a direção de Regina Miranda, onde participou de inúmeros espetáculos como atriz e bailarina. Na década de 90, estreou na TV em Amazônia (1992), Novela da TV Manchete; trabalhou também pela primeira vez ao lado da mãe, Camilla Amado. Em 2005 foi idealizadora, atriz e produtora no espetáculo O Jogo, com direção de João Fonseca e atuou em América, (TV Globo) novela de Gloria Perez. Em 2006 atuou em Cora Coralina, Coração Encarnado, direção de Orã Figueiredo, eleito pela crítica especializada um dos dez melhores espetáculos do ano e indicado ao prêmio Shell 2007; neste mesmo ano recebeu indicação de melhor atriz no festival de gramado por Castelar No País Dos Generais, de Carlos Alberto Prates. Em 2007 voltou a trabalhar com Antônio Abujamra como atriz em Sra. Macbeth, espetáculo com Marília Gabriela apresentado também em Lisboa, Portugal. Em 2008 idealizou e atuou nos espetáculos A Falecida de Nelson Rodrigues, direção de João Fonseca, indicado ao prêmio Shell na categoria melhor direção e Leopoldina, Cartas de Uma Imperatriz, com direção de Hugo Rodas. Em 2010 estreou África, direção de Michel Bercovitch, espetáculo no qual foi idealizadora, produtora e atriz. Em 2012 atuou em Cheias de Charme (TV Globo), direção Denise Sarraceni. Entre 2010 e 2015 dedicou-se quase que exclusivamente à direção. Em 2015 estreou Electra, de Sofocles, projeto de Camilla Amado dirigido por João Fonseca. João Bittencourt – idealizador e diretor musical Como instrumentista, participou de espetáculos como “Ópera do malandro”, com direção de Charles Müller e Cláudio Botelho; “O casamento dos pequenos burgueses”, do grupo Os Privilegiados; “Gonzaguinha - começaria tudo outra vez”; “Bibi in concert 3 - Pop”, com Bibi Ferreira; “Gota d'água”, “Divina Elizeth”, “Meu caro amigo” e “Oui oui a França é aqui”. Integrou a Itiberê Orquestra Família, com a qual gravou o disco “Pedra do Espia”, lançado em 2001. Ao lado de Mig Martins, compôs e dirigiu a trilha do espetáculo “Farinha do mesmo saco”, do grupo Cabaré Volante; com Plínio Profeta e Edu Kriger, produziu parte da trilha do filme “Feliz Natal”, dirigido por Selton Mello. Foi integrante da Rio Jazz Orquestra e do sexteto Pé do Ouvido. A partir de 2006 integrou o grupo Água Viva, com o qual gravou o CD Mundo ao Revés, lançado em 2010. Com o grupo, participou do “Festival de La Musica” em La Plata, na Argentina, e do festival latino-americano “Movimiento Cultural Jazz a La Calle” em Mercedes, no Uruguai. Em 2007 recebeu o “Prêmio Tápias de Música” de “Melhor Instrumentista”. Já acompanhou artistas como Amelinha, Victor Biglione, Moyseis Marques, Thaís Gulim, Letícia Tuí, Ronnie Marruda, Ras Bernardo, entre outros. Em 2008 lançou seu primeiro CD “Edu Lobo por João Bittencourt”, pelo selo da Universidade Estácio de Sá. Como instrumentista ou diretor musical, participou de mais de 30 espetáculos como “Ópera do malandro”, com direção de Charles Müller e Cláudio Botelho e "Gota D'Água, com direção de João Fonseca. Acompanhou a cantora Bibi Ferreira em quatro shows “Bibi in Concert 3 - Pop”, “Histórias e Canções”, “Bibi canta e conta Piaf” e “Natal em Família”, este com a participação de um coral de 1000 vozes. Em 2011 foi indicado ao “Prêmio Shell” de teatro na categoria “Melhor Música” pelas composições do espetáculo “R&J”, de Shakespeare. Em 2012 conquistou, com o grupo Água Viva, os prêmios de “Melhor Intérprete Instrumental” e “Melhor Arranjo” no Festival das Rádios Mec e Nacional. Em 2013 lançou o CD solo “João Bittencourt apresenta Julio Reis”, contemplado pelo FAM (Fundo de Apoio à Cultura) 2012, da prefeitura do Rio de Janeiro. Esse foi o primeiro CD com a obra de Julio Reis (1863-1933), que segundo Nelson Freire, o projeto foi “um trabalho que valoriza, e muito, a cultura brasileira”. Em 2014 atuou como diretor musical do espetáculo “Mar aberto”, encenado pelos atores Goos Meeuwsen e Helena Bittencourt, sua irmã, dentro de um “piano barco”, de sete metros de comprimento, montado ao ar livre no Campo de Santana, no Rio de Janeiro. Luiz Paulo Neném - iluminador Luiz Paulo Peixoto (Santa Cecília, São Paulo, 1957). Iluminador. Criador de iluminações para inúmeros espetáculos nos anos 80, é, juntamente com Aurélio de Simoni (1948) e Maneco Quinderé (1963), um dos responsáveis pela sedimentação e especialização do iluminador de teatro no Rio de Janeiro. Faz sua formação como operador de luz e assistente de iluminação de Jorginho de Carvalho (1946). Nessa fase, trabalha, entre outros, no espetáculo Lenços e Ventos, de Ilo Krugli (1930). Inicia carreira em 1975 fazendo a iluminação de Pic-Nic no Front, de Fernando Arrabal (1932), com direção de Paulo Reis (1952). Em 1977, trabalha em Ralé, de Máximo Gorki (1868-1936), com direção de Marcos Fayad. A partir de 1978, assina a luz dos espetáculos dos grupos Companhia Tragicômica Jaz-o-Coração, Pessoal do Despertar e Pessoal do Cabaré. Em 1980, estabelece uma parceria com Aurélio de Simoni, com quem cria e realiza a iluminação de uma série de espetáculos por ano até 1984, entre eles: Dzi Croquettes - TV Croquette Canal Dzi, 1980, criação coletiva do grupo; Poleiro dos Anjos, 1981, de Buza Ferraz (1950-2010); Serafim Ponte Grande, de Oswald de Andrade (1890-1954), Bar Doce Bar, roteiro de Álvaro Ramos, Pedro Cardoso (1961), e Felipe Pinheiro (1960-1993), e As Lágrimas Amargas de Petra von Kant, 1982, de Fassbinder (1945-1982); A Família Titanic - A Família que Afunda Rindo, de Mauro Rasi (1949-2003), Folias do Coração, adaptação de Geraldo Carneiro (1952), Quem Tem Medo de Itália Fausta, de Ricardo de Almeida e Miguel Magno (1951-2009), Viúva, porém Honesta, de Nelson Rodrigues (1912-1980), e A Terra dos Meninos Pelados, 1983, adaptação de Bia Lessa (1958) para a obra de Graciliano Ramos (1892-1953); Ensaio nº 1 - A Tragédia Brasileira, 1984, de Sérgio Sant'Anna (1941), também de Bia Lessa. Aurélio de Simone faz questão de frisar que é ao lado de Luiz Paulo Nenen que aprende seu ofício de iluminador. "Ele foi o responsável por muito do que sou. As luzes mais lógicas do espetáculo tinham sua influência e as lúdicas tinham mais a minha cara".1 Em 1982, a dupla de iluminadores recebe o Troféu Mambembe pelo conjunto de trabalhos. Nenen acompanha a dupla Felipe Pinheiro e Pedro Cardoso em sua série de espetáculos nos anos 1980, que inaugura o teatro besteirol. Em 1986, faz a luz de Noturno e Quinteto, coreografia e direção de Regina Miranda, na Companhia de Atores Bailarinos do Rio de Janeiro, com a qual continua a trabalhar nos espetáculos seguintes, até 2002. Em 1989, assina a iluminação de A Estrela do Lar, de Mauro Rasi e, no ano seguinte, de A Bao A Qu (Um Lance de Dados), de Enrique Diaz (1967), com a Cia dos Atores. Cria e executa também a luz dos espetáculos do diretor Cláudio Torres Gonzaga. Nello Marrese – cenógrafo Trabalhou, e ainda trabalha, com os mais renomados diretores, como ULYSSES CRUZ, JOSÉ CELSO MARTINEZ CORRÊA, RENATO BORGHI, ANTÔNIO ABUJAMRA, AMIR HADDAD, DOMINGOS DE OLVEIRA, dentre outros, mas é com JOÃO FONSECA, amigo de longa data, que fixou uma parceria constante, desde a fundação do grupo OS FODIDOS PRIVILEGIADOS, responsável por grandes e inesquecíveis encenações. Desde 1999, vem-se dedicando ao trabalho de cenógrafo. Apenas alguns dos espetáculos que formam seu extenso currículo: Um Qorpo Santo Dois (Revisitando); O Casamento; Tudo No Timing; A Pena E A Lei; O Casamento Do Pequeno Burguês; Pano De Boca; Édipo Unplugged; Hamlet; Um Beijo, Um Abraço, Um Aperto De Mão; A Geração Trianon; João Ternura; Esses Anos Estúpidos E Perigosos; O Jogo; Valsa Nº 6; Vereda Da Salvação; A Ratoeira; Rita Formiga; Escravas Do Amor; Minha Mãe É Uma Peça; Auto Dos Angicos; Gota D'água; A Falecida; O Santo E Porca; Opereta Carioca; Um Certo Van Gogh; Fica Comigo Esta Noite; Virgulino E Maria - Auto De Angicos; Comédia Russa; O Gato Branco; Não Sobre Rouxinóis; R&J De Shakespeare - Juventude Interrompida; Doroteia; Tim Maia - Vale Tudo, O Musical; Rock In Rio - O Musical; Edukators; Aos Domingos; Pai; Randevu Do Avesso; A Importância De Ser Perfeito; Os Sapos; Mulheres Do Brasil; Intimidades; Despertar Da Primavera (Não A Montagem De Möller & Botelho); Cazuza - O Tempo Não Para, O Musical; O Médico Que Tinha Letra Bonita... Joana D’Aguiar – Direção de Produção No Rio de Janeiro desde 2010, realizou produção executiva de espetáculos teatrais,tendo no currículo peças como Também Queria te Dizer - Cartas Masculinas, texto de Martha Medeiros, com Emílio Orciollo Netto, Sexo, Drogas & Rockn’&’Roll, com Bruno Mazzeo, Pulsões, com Fernanda de Freitas e Cadu Fávero, Lá Dentro Tem Coisa, musical infantil baseado na obra Partimpim, de Adriana Calcanhoto, Doce Pássaro da Juventude, espetáculo de Tennessee Williams, com direção de Gilberto Gawronski e Através da Iris, com Nathalia Timberg. Através da sua produtora, Sopro Escritório de Cultura assina direção de produção dos espetáculos Catástrofe da Borboleta, Anatomia Comparada e Por Que Os Prédios Caem?, da Companhia Teatro de Demolição, Benedita, da Cia Sino, Love, com Cyria Coentro, Máscaras, com Cadu Fávero e Aqui Jaz Henry, com Renato Wiemer e texto de Daniel MacIvor. Fez produção local de Myrna Sou Eu, texto de Nelson Rodrigues, com Nilton Bicudo e direção de Elias Andreato e Carmen, com Natalia Gonsales e Flavio Tolezani, direção de Nelson Baskerville; e produção executiva do musical A Cuíca do Laurindo, dirigido por Sidnei Cruz. Em 2019 a Sopro realizou o musical infantil Ombela – A Origem das Chuvas, que ficou 3 meses em cartaz no Centro Cultural Oi Futuro e está indicado a 15 categorias do prêmio CBTIJ para Criança e Juventude. Sopro Escritório de Cultura – realização A SOPRO – ESCRITÓRIO DE CULTURA é uma produtora cultural que nasceu do desejo de transformar em realidade projetos pessoais de dois profissionais da área. Criada em 2012, a empresa é formada por Iuri Carvalho e Joana D’Aguiar, produtores atuantes no mercado carioca com vasta experiência e entendimento da dinâmica cultural da cidade. A empresa fez a produção executiva da banda Panamericana, formada por Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Dé Palmeira (ex-Barão Vermelho), Charles Gavin (ex-Titãs) e Toni Platão em seu primeiro disco, produziu o show no Projeto Inusitado, com Ney Matogrosso e a participação no Prêmio Multishow de 2014. Em novembro de 2016 foi proponente e realizadora do projeto “Panamericana convida Franny Glass e Juan Casanova”, na Caixa Cultural Rio de Janeiro. Entre 2015 e 2017 foi responsável pela carreira solo de Marcelo Bonfá. Em 2015 gerenciou o Financiamento Coletivo para a gravação e lançamento do novo disco do artista, “Música de Alambique”, lançado em novembro de 2016. Em 2017, a Sopro foi proponente e realizadora do projeto “Lyra Ao Vivo” na Caixa Cultural São Paulo, em janeiro, que uniu o ícone da Bossa Nova Carlos Lyra e seu sobrinho Claudio Lyra. Foi responsável pela carreira da banda Fino Coletivo e do trabalho solo do músico Alvinho Lancellotti. Assinou também a produção dos shows de Adriano Siri (Espaço Cultural Sérgio Porto, fev/2015), Guidi Vieira (Centro de Referência da Música Carioca, mar/2015), da realização do show de lançamento do disco “Tudo Que eu Quis”, de Ivor Lancellotti (Sesc Tijuca, abr/2016) e show do Jonas Hocherman Septeto no Espaço Cultural BNDES (jul/2016). Com o Fino Coletivo a empresa assina a realização do terceiro CD da banda “Massagueira”, realizado via Crowdfunding, sendo produtora fonográfica deste e do álbum “Copacabana”. Foi responsável também pela direção de produção dos shows da banda em diversas cidades do Brasil, entre 2012 e 2015. Sob os cuidados da Sopro, Alvinho Lancellotti viajou diversas cidades para apresentar seu primeiro CD solo “O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos” e foi contemplado, através do edital de intercâmbio e difusão cultural do Ministério da Cultura, para participar do Fest Contrapedal, no Uruguai, em 2013. Em teatro, assina a produção executiva do espetáculo musical “A Cuíca do Laurindo”, de Rodrigo Alzuguir e dirigido por Sidnei Cruz (temporada CCBB, mar-mai/2016, viagens e temporada no Teatro Carlos Gomes em 2017) e é responsável pela coordenação de produção da Cia Teatro de Demolição, que realizou temporada dos espetáculos “Anatomia Comparada” e “Catástrofe da Borboleta” em julho de 2016 no Teatro Café Pequeno. Em 2017 a Companhia estreou novo espetáculo; “Por Que Os Prédios Caem?”, com temporada de 07 a 29 de março, na sala Rogério Cardoso da Casa de Cultura Laura Alvim. Assinou a produção local do espetáculo “Myrna Sou Eu”, texto de Nelson Rodrigues, com direção de Elias Andreato e Nilton Bicudo no elenco, que ficou em cartaz no Rio, no Teatro Poeira, entre abril e junho de 2016. Em 2017 participou do Festival de Teatro do Midrash com os espetáculos Love, com Cyria Coentro; Máscaras e Por Que Os Prédios Caem?. Em janeiro de 2018 entrou em cartaz no Teatro Café Pequeno com o espetáculo Benedita, vencedor de 19 prêmios, idealizado e protagonizado pelo ator Bruno de Sousa. Em maio desse mesmo ano foi a vez de realizar temporada do espetáculo Máscaras, com Cadu Fávero, na Sala Espelho – Sala Municipal Baden Powell. E em junho estreou o espetáculo Aqui Jaz Henry, texto de Daniel MacIvor, com Renato Wiemer no elenco e direção de Clarissa Freire. O espetáculo ficou em cartaz junho e julho no Teatro Eva Herz (SP) seguindo para temporada que foi suspensa por conta do fechamento do Eva Herz no Rio, em outubro. Com o fechamento do teatro fez apresentações no Solar de Botafogo. Ainda em 2018 realizou temporada do espetáculo Amor Barato – O Romeu e Julieta dos Esgotos, projeto de Ana Paula Bouzas e Fábio Espírito Santo, no Sesc Copacabana. Em setembro fez produção local de Carmen, Luiz Farina, direção de Nelson Baskerville, com Natália Gonsales, Flavio Tolezani e Vitor Vieira no elenco, que ficou em cartaz no Teatro Poeira. Em 2019, realizou duas temporadas do espetáculo Aqui Jaz Henry (no Teatro Candido Mendes e na Sala Rogério Cardoso da Casa de Cultura Laura Alvim). Ainda da Sala Rogério Cardoso, realizou temporada de Benedita e, com esse mesmo espetáculo rodou no circuito Sesc do interior do Rio. O espetáculo Love, com Cyria Coentro fez temporada no Teatro Petra Gold entre outubro e novembro. É proponente e idealizadora do infantil Ombela – A Origem das Chuvas, contemplado no edital Oi Futuro, que teria temporada de 31 de agosto a 20 de outubro no Centro Cultural Oi Futuro, mas devido ao grande sucesso, teve a temporada prorrogada até 17 de novembro, com sessões duplas para atender a demanda de público. Ainda com Ombela, realizou circuito SESI Rio nas unidades Campos, Macaé, Itaperuna, Jacarepaguá e Duque de Caxias.
PROJETO ARQUIVADO.