Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização de programação comemorativa de 40 anos do projetoQuarta Doze e Trinta, realizado pela Diretoria de Ação Cultural (DAC) _ UFMG. O projeto configura-se como divulgação cultural das produções artísticas dos membros da comunidade interna e externa à UFMG, na cidade de Belo Horizonte em Minas Gerais. OQuarta Doze e Trintaobjetiva compartilhar ações culturais relevantes que propiciem o desenvolvimento, a divulgação e a produção cultural, a formação do público e o aprimoramento de sua capacidade crítica, a partir da fruição de uma série de apresentações culturais, em suas diversas linguagens _ teatro, dança, música, performance, artes visuais e cênicas, entre outras. Dessa forma, ofereceremos ao público em geral acesso a programação artístico-cultural de excelência, inteiramente gratuita.
APRESENTAÇÕES ARTÍSTICO-CULTURAIS – a agenda cultural do projeto contemplará 30 apresentações diversos tais como: atividades selecionadas por meio de edital, espetáculos de teatro, performance, intervenção urbana, dança, música e outras manifestações culturais selecionadas por curadoria.
Objetivo Geral:Compartilhar com a comunidade interna e externa à UFMG ações artístico-culturais que propiciem o desenvolvimento, a divulgação e a produção cultural, a formação do público e o aprimoramento de sua capacidade crítica, a partir da fruição de uma série de apresentações culturais, em suas diversas linguagens _ teatro, dança, música, performance, artes visuais e cênicas, entre outras. Objetivos específicos:1_ Promover o trânsito e diálogo inventivo entre os sujeitos da comunidade interna e externa à UFMG por meio da produção e fruição cultural a partir da interação entre a cidade de Belo Horizonte e a UFMG.2_ Fomentar a reflexão crítica e dialógica entre os participantes, por meio do estímulo e suporte às várias atividades culturais e artísticas desenvolvidas no Brasil, fortalecendo o reconhecimento de que a criação e a produção dessas atividades são formas privilegiadas de expressão, construção e compartilhamento de conhecimento.3_ Promover a inserção social através da cultura, ao possibilitar a oportunidade que artistas em início de carreira ou com trajetórias já consolidada possam se apresentar, fato que estimula a produção cultural também como geradora de renda e emprego.4_ Favorecer o reconhecimento da alteridade e compartilhamento de saberes, pela promoção de apresentações culturais com abordagens a partir dos saberes tradicionais, com foco nas manifestações culturais vivas como festas, rituais, saberes e conhecimentos tradicionais.5_ Possibilitar o acesso aos cidadãos de Belo Horizonte e aos demais interessados, à programação artística-cultural, gratuita, com 30 (trinta) apresentações, entre shows musicais, concertos, espetáculos de artes cênicas (dança, teatro, circo, ópera), cortejos de práticas tradicionais, intervenções, contação de histórias, performances, em seus diversos estilos, entre outras manifestações culturais.
Ao longo de seus quarenta anos de existência, o projeto Quarta Doze e Trinta, tem cumprido a missão de difusão e intercâmbio artístico e cultural, promovendo Minas Gerais no âmbito nacional e trazendo para Minas diversos artistas de outras localidades e países. Assim, tem-se estabelecido profícua diálogo cultural entre os sujeitos de diversas linguagens artísticas, inclusive com os saberes da tradição. Por meio da realização do Quarta Doze e Trinta, a UFMG fomenta a liberdade de expressão dos mais diversos atores da sociedade, oportuniza e viabiliza espaço para a apresentação de diversos artistas, com carreira consolidada ou não, possibilitando a inserção social, bem como a geração de empregos e renda. As atividades de produção e fruição cultural fortalecem a autoconsciência e a capacidade inventiva dos sujeitos participantes. O diálogo com outros saberes em proposições experimentais e inventivas é um caminho possível para se abarcar sujeitos, pensamentos, procedimentos e histórias, e também para se investir na consciência da importância da alteridade nas políticas dos processos de criação. Assim, as apresentações artístico-culturais acontecem, durante toda a programação anual, como ações catalisadoras de experiências de criação, fruição e aprendizado, presentificando questões inerentes a esses processos e possibilitando uma renovada compreensão e possibilidade de desenvolvimento para as artes e culturas no Brasil. A programação do projeto Quarta Doze e Trinta tem se pautado, principalmente, por duas características, o ecletismo e a qualidade artística. Na busca por atender às mais variadas expectativas, são programados eventos de diversos matizes, muitos deles produzidos e protagonizados por artistas da própria comunidade universitária _ como exemplo, os shows Como Um Mutante, com o professor e cantor Vagner Santo, da Faculdade de Odontologia, do Grupo Amaranto, integrado por alunas e ex-alunas da UFMG e Cada Lugar na Sua Coisa, com a cantora e professora substituta da FAFICH Selmma Carvalho; os espetáculos Os Cupins e Eternamente Caim, produzidos no curso de artes cênicas, Aquarela Brasileira, com os alunos do projeto Cariúnas, projeto de extensão da Escola de Música, Cubo Imagético- Corpo Audiovisual, de Gustavo Schettino, aluno de artes cênicas e Carmina Burana, produção da Escola de Música, além de apresentações dos mais diversos grupos institucionais, como o Ars Nova _ Coral da UFMG, Sarandeiros, Grupo de Percusssão, Orquestra Sinfônica, Grupo de Choros, Trupe a Torto e a Direito. Outras atrações, como os espetáculos teatrais Malassombro, Jogos na Hora da Sesta, os shows de Ana Cristina, Patrícia Ahmaral, Banda Cálix, Cobra Coral, têm entre seus protagonistas, pessoas que passaram pela UFMG como alunos. Tudo isso é um atestado relevante da qualidade da produção artística da Universidade e da sua contribuição na formação de artistas que hoje gozam de uma posição privilegiada na cena cultural mineira e brasileira. Do ponto de vista da repercussão junto ao público, foram destaques os seguintes eventos e artistas: O Violeiro e a Cantora, com a cantora Déa Trancoso e o cantor e compositor Chico Lobo; Carmina Burana, cantata de Carl Orff, com o Coro de Extensão da Escola de Música da UFMG, sob regência da professora Maria do Carmo Câmpara; Banda Cálix, grupo formado por André Queiroz, Renato Savassi, Sanzio Brandão, Rufino Silvério e Marcelo Cioglia; o show Maurício Tizumba e Tambores Pela Paz, com o cantor e compositor Maurício Tizumba e as cantoras Raquel Coutinho, Bete Leivas e Danuza Menezes, as apresentações de Célio Balona, Giullari del Diavolo, Toninho Horta, Túlio Mourão e Dona Jandira, Paulinho Pedra Azul, Vander Lee, Yamandhu Costa, Francis Hime e João Donato, dentre outras. De setembro de 2002 a setembro de 2019 foram realizadas 482 apresentações, para um público estimado de 100 mil pessoas. Em abril de 2020, o Quarta Doze e Trinta completa 40 anos de sua criação. Em agosto do mesmo ano, chegaremos à apresentação de número 500. Para a concretização do Quarta Doze e Trinta, torna-se imprescindível a utilização do mecanismo de Incentivo Federal a Projetos Culturais para que tenhamos acesso a apoiadores, de modo que esses, ofereçam os recursos financeiros necessários a efetivação da proposta. Além disso, associar-se a eventos culturais que promovem o ensino, a pesquisa e a publicização de produtos de cultura coloca a empresa patrocinadora na agenda da economia criativa por meio da viabilização de diversos empregos no setor da cultura e da vinculação de sua marca a ações culturais e artísticas de excelência. A UFMG é reconhecida pela realização exitosa de ações culturais e pesquisas nas áreas da ciência, filosofia e artes há mais de noventa anos, o que lhe confere status de universidade de excelência no âmbito nacional e internacional, como pode-se conferir pelo último ranking da Times Higher Education (THE), periódico britânico, que colocou a UFMG como a melhor instituição de educação federal do Brasil. A realização do Quarta Doze e Trinta atende aos nove incisos do Art. 1° da Lei 8313/91, uma vez que contribui para facilitar, a todas as pessoas, os meios para o livre acesso à cultura e o pleno exercício dos seus direitos culturais; promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e prioriza o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas acima, o Quarta Doze e Trinta, atende aos objetivos dispostos a seguir, presentes no Art. 3 da Lei 8313/91: I - incentiva à formação artística e cultural com a concessão de bolsas de estudo e trabalho no Brasil a artistas que residem no país; II - fomenta a produção cultural e artística, por meio da realização, no âmbito da programação do projeto, de apresentações de artes cênicas, de música, dança e congêneres; III - preserva e difunde o patrimônio artístico, cultural e histórico, através da proteção das tradições populares nacionais, mediante a possibilidade de compartilhamento desses saberes em apresentações; IV - estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, ao proporcionar acesso gratuito e público aos espetáculos culturais e artísticos e V - apoia a outras atividades culturais e artísticas, fornecendo passagens para artistas de outras localidades que comporão a programação.
Histórico: O “Quarta Doze e Trinta”, anteriormente denominado “Quarta Doze e Meia”, nasceu em 1980, com o apoio da Associação dos Servidores da UFMG (Assufemg) e da Reitoria UFMG, com a proposta de oferecer à comunidade universitária uma programação que incorporasse lazer e cultura no horário de almoço. Neste horário o projeto seria mais abrangente em virtude do encerramento das aulas do turno da manhã e do intervalo nas tarefas dos trabalhadores do campus. A repercussão do “Quarta Doze e Trinta” foi tão grande que estimulou outras universidades, entidades e empresas a promoverem programação similar. Atualmente o projeto é de realização da Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG e sua programação abrange apresentações de teatro, performance, dança, música, contação de histórias e similares, e possibilita que diversos grupos e artistas emergentes divulgassem seus trabalhos. O projeto inicialmente objetivava promover e propiciar momentos de cultura e entretenimento à comunidade universitária, no entanto, esse objetivo após ser plenamente alcançado, ampliou-se e passou a buscar alcançar a comunidade externa à UFMG. É um momento que a Universidade abre as suas portas a toda cidade, apresentando ações relevantes que propiciem o desenvolvimento cultural, formação de público, aprimoramento da capacidade crítica e também, a possibilidade de fruição artística e lazer.
Apresentações culturais semanais, sempre às quartas-feiras, de 12h30 às 13h30, ou seja, com duração de 60 minutos, nas diversas linguagens artísticas, teatro, música, dança, e em seus diversos modos de manifestação, shows, performances, espetáculos, intervenções, etc.
O Quarta Doze e Trinta possibilita a ampla acessibilidade de pessoas, tanto no que diz respeito a inclusão física das pessoas com deficiência, quanto na inclusão ao conteúdo de sua programação. A UFMG possui um Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) que tem em sua estrutura uma equipe de intérpretes que trabalham diretamente com os serviços de interpretação/tradução, bem como oferecem suporte quanto à acessibilidade em eventos, ofertando, quando necessário, o empréstimo de tecnologias assistivas, entre outros. A programação do Quarta Doze e Trinta, contará com todo o suporte do NAI. Cumpre informar que as apresentações artístico-culturais do projeto serão desenvolvidas na Praça de Serviços da UFMG e no Auditório da Reitoria UFMG, os dois locais contam com acesso adequado às pessoas com dificuldade de mobilidade, bem como, possuem banheiros adaptados e estacionamento com reserva de vagas. A realização das Mesas-Redondas (Contrapartida social) ocorrerá no Centro da Referência a Juventude, localizado no centro de Belo Horizonte. O local também possui adaptação para pessoas como dificuldade de mobilidade. Contaremos também com intérprete de Libras nas duas ocasiões.
A realização do projeto Quarta Doze e Trinta atende aos itens VI, VII e X do art. 21 da IN Nº02/2019 do Ministério da Cidadania como medidas que objetivam a democratização do acesso, quais sejam: (...) VI - Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; (...) X- outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. Para atendimento do item VI do art. 21 da IN Nº02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto prevê a inclusão de jovens, como bolsistas, que serão capacitados como produtores e divulgadores de Cultura. Nesse âmbito educativo, o projeto contribui para a formação de profissionais da cultura ao oferecer condições de aprimoramento e profissionalização de todas, ou da maior parte, das etapas da produção cultural. Os nossos aprendizes acompanharão de perto todo o processo da produção de um evento, desde a pré-produção até a pós-produção, sendo acompanhando por profissionais técnicos de referência na UFMG. Por se tratar de um projeto com a duração estimada de 12 meses, consideramos tempo suficiente para transmitir aos aprendizes as noções técnicas básicas de produção, bem como, a oportunidade de, sempre junto a um supervisor, experimentar os bastidores de um evento. A inclusão dos aprendizes no processo, com toda certeza, pode significar um importante fator de enriquecimento da formação profissional desses estudantes, que, com a supervisão diária e a orientação acadêmica necessárias, vivenciarão os conceitos éticos e estéticos estudados em sala de aula, no espaço vivo de produção e divulgação da arte e da cultura que acontece no projeto Quarta Doze e Trinta. Por outro lado, pela via da seleção e do acompanhamento do trabalho dos bolsistas/estagiários por profissionais (técnicos e docentes), um trabalho de boa qualidade será viabilizado, ampliando a capacidade produtiva de toda a equipe do projeto. A seleção dos aprendizes se dará por meio do atendimento a critérios previsto em edital, consideraremos prioritariamente aspectos socioeconômicos, interesse e perfil do candidato. As bolsas serão pagas pela UFMG e estarão sujeitas a disponibilidade orçamentária e financeira da Universidade. Quanto ao atendimento ao item VII do art. 21 da IN Nº02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto prevê no escopo de sua programação artística-cultural, inteiramente gratuita, a realização de, no mínimo, duas ações culturais voltadas ao público infantil e infanto-juvenil. Além disso, consideramos que atendemos ao item X do art. 21 da IN Nº02/2019 do Ministério da Cidadania, no que se refere à oportunidade de submissão de propostas artístico-culturais aos artistas, por meio de nossos editais de seleção, como no acesso do público que pode desfrutar a totalidade de apresentações artístico-culturais (apresentações musicais, de dança, de teatro e outros congêneres) de forma gratuita e em local público. Serão convidados a tomar parte e assistir às atividades culturais, grupos artísticos locais, regionais e nacionais, estudantes de escolas públicas, coletivos artístico-culturais, jovens, estudantes universitários e a população em geral. Também serão convidados a participar da programação, propostas culturais resultantes de projetos sociais e ações da juventude. Interessa-nos, em especial, fomentar a presença de propostas culturais oriundas de regiões periféricas e de mestres e comunidades dos saberes da tradição em Minas e demais regiões do Brasil. A grande diversidade cultural presente na programação do Quarta Doze e Trinta, tanto em relação às linguagens artísticas quanto à procedência e gênero dos grupos artísticos que a integrarão, é um dos pontos fortes desta proposta. Com esse intercâmbio, serão beneficiados tanto os artistas, mestres e agentes culturais, quanto o público em geral, envolvidos nos processos de diálogo e compartilhamento de saberes.
Ficha Técnica Resumida Promoção: Universidade Federal de Minas Gerais Realização: Diretoria de Ação Cultural da UFMG Diretor de Ação Cultural da UFMG e Coordenação Geral do Projeto: Fernando Mencarelli Diretora-Adjunta de Ação Cultural e Co-coordenação Geral do Projeto: Mônica Medeiros Ribeiro Programação Cultural: Sérgio Diniz, Rosângela Santos, Mônica Ribeiro e Fernando Mencarelli. Coordenação administrativa: Vera Lúcia Magalhães Silva Gestão Administrativa Financeira e Captação de Recursos: Fundação Rodrigo Mello Franco Currículos a) Coordenação Geral do Projeto: Prof. Fernando Antonio Mencarelli – (http://lattes.cnpq.br/5745792827414580) Professor Titular da UFMG, pesquisador CNPq e diretor teatral. Doutor e mestre pela Unicamp, na área de História Social da Cultura. Visiting Research Scholar no Graduate Center da City University of New York/CUNY (2017/2018, Bolsa CAPES de Estágio Senior no Exterior). Pós-Doutoramento em Teatro, no Laboratório ARIAS/CNRS-Universidade Sorbonne Nouvelle/Paris III, França. Professor na graduação em Teatro (Licenciatura e Bacharelado) e na pósgraduação em Artes (mestrado e Doutorado) da Escola de Belas-Artes da UFMG. Diretor de Ação Cultural da UFMG (2019). Coordenação do Campus Cultural UFMG em Tiradentes (2018). Membro do Comitê de Assessoramento do CNPq na área de Artes (2013-2016). Foi membro do Conselho Estadual de Política Cultural de Minas Gerais (20142016). Foi membro do Conselho Curador da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte de 2004 a 2008 e da Comissão de Especialistas do Fundo Estadual de Cultura. É membro da equipe de pesquisadores da Maison des Sciences de L´Homme Paris Nord (Paris/França), pesquisador associado do Groupe de Recherche Théâtralité, da Université du Québec. Diretor artístico associado do Centro Internacional de Teatro Ecum (SP). Foi membro da equipe de organização da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (2013-2016). b) Co-coordenação do Projeto: Profª Mônica Medeiros (http://lattes.cnpq.br/6739544971574698) Professora do departamento de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes da UFMG, com atuação no curso de Graduação em Teatro. Professora da Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da UFMG. Atriz e dançarina, preparadora corporal, diretora. Doutora em Artes- Ensino/aprendizagem de Arte, EBA/UFMG. Possui Graduação e Mestrado em Letras/UFMG. Especialista em Neurociências e Comportamento pelo /ICB-UFMG e Neuropsicologia pela FUMEC. Coordenadora da Pós-Graduação em Artes da EBA/UFMG. Membro pesquisador do grupo de pesquisa IMPROLAB e do CRIA: Artes e Transdisciplinaridade, do qual é vice-líder. Coordenadora do LECAC - Laboratório de Estudos do Corpo nas Artes Cênicas. Membro Pesquisador da ABRACE-Associação Brasileira de Pesquisa e PósGraduação em Artes Cênicas. É diretora adjunta de Ação Cultural da UFMG (2019-2022). Caberá à Diretoria de Ação Cultural da UFMG a realização de todas as etapas (pré-produção, produção e pós-produção) do Projeto. A Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade e seus dirigentes ficarão responsáveis pela gestão financeira do Projeto.
PROJETO ARQUIVADO.