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PRONAC 202023Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Turnê Qual é meu nome, mamãe?

LORENA DE OLIVEIRA CHAGAS
Solicitado
R$ 198,1 mil
Aprovado
R$ 198,1 mil
Captado
R$ 15,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

7.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de bonecos e congêneres
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-04-24
Término
2023-12-31
Locais de realização (4)
Salvador BahiaFortaleza CearáSobral CearáSão Paulo São Paulo

Resumo

"Qual é meu nome, mamãe?" é um espetáculo para toda família de texto inspirado pelo premiado livro "My name is not Refugee" de Kate Milner, lançado em 2016. O espetáculo mistura diversas linguagens artísticas, marca do trabalho do grupo Cegonha - Bando de Criação. Nessa peça, a encenação faz uso de bonecos, elementos de circo e animação digital em mapping para contar, com muita poesia e ludicidade, a difícil trajetória de uma mãe e seu filho, desde quando tem de deixar seu país de origem até achar um novo lugar para sobreviver. O projeto prevê a circulação por três cidades do país, com apresentações a preço popular. Como ação formativa cultural / contrapartida social será realizada uma oficina de animação gratuita em cada cidade, com o propósito de passar o conhecimento do grupo na área para outros artistas locais.

Sinopse

Mãe e filho são obrigados a deixar o país de origem em busca de sobrevivência. A história dessa viagem – desde a despedida de casa, passando pela travessia, até a chegada em um novo lugar para morar - é contada pelo olhar genuíno de uma criança. "Qual é meu nome, mamãe?" é um espetáculo infantil de texto inspirado pelo premiado livro "My name is not Refugee", de Kate Milner. O espetáculo, indicado ao Prêmio CBTIJ 2019 nas categorias Melhor Projeção Cênica e Trabalho de Formas Animadas, usa elementos de circo, poesia, teatro de animação e projeção em vídeo mapping, marca do trabalho do grupo Cegonha - Bando de Criação.

Objetivos

Objetivo Geral: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Promover e estimular a descentralização do consumo da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos, proliferando as mais diversas produções artísticas pelo território nacional; Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Discutir artisticamente o tema da migração a partir da perspectiva da criança, buscando a poesia e ludicidade mesmo em processos dolorosos. Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Fomentar a representatividade das crianças refugiadas, convidando-as para apreciar o espetáculo, sempre que possível, nos mais variados dias de apresentação. Trazer à luz o tema para as crianças brasileiras, para que a empatia possa ser trabalhada desde a infância. Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos Específicos: - Realizar 10 apresentações do espetáculo "Qual é meu nome, mamãe?", nas cidades de São Paulo (SP), Salvador (BA), Fortaleza e Sobral (CE) sendo 3 (três) apresentações em São Paulo(SP), 3 (três) em Salvador (BA) e 3 (três) em Fortaleza (CE) e 1 (uma) em Sobral(CE). - Atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto realizará, gratuitamente, 3 palestras sobre "Sensibilizar o Invisível" (uma em cada cidade), como ação de democratização de acesso. - Atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto em tela pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social) a seguinte atividade para 10% do total de público do projeto, considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - 3 oficinas de curta duração sobre teatro de animação (uma em cada cidade). As oficinas contarão com acessibilidade, através da tradução em libras. - Realização de 1 apresentação do espetáculo com tradução em libras (em cada cidade), possibilitando o acesso ao conteúdo da peça às pessoas com deficiências auditiva.

Justificativa

O Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais se mostra um facilitador para o projeto de circulação do espetáculo "Qual é meu nome, mamãe?" pois permite que façamos a captação de recursos financeiros através de pessoas físicas e jurídicas. Além de incentivar a produção cultural e artística nacional através do fomento da realização de espetáculos teatrais, a Lei de Incentivo à Cultura nos permite expandir a discussão sobre a temática das migrações e, com isso, estimular a empatia perante aos refugiados em mais lugares do Brasil. Dessa mesma forma, a referida lei permite democratizar o acesso à cultura e a produtos culturais através de ingressos a preços populares, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o pleno exercício dos direitos culturais. Ao longo da última década, o número de migrantes pelo mundo aumentou vertiginosamente. O Brasil especificamente, por ser potência econômica e territorial da América Latina, recebeu (e continua recebendo), nos últimos anos, muitos refugiados de diversas etnias e nações. Em seu livro, Kate Milner aborda com muita poesia e simplicidade essa questão, sempre através da perspectiva infantil, integrando muito bem uma narrativa direta, porém poética, e suas ilustrações, extremamente delicadas e potentes. Por essa razão, é de máxima importância trazer a poesia de Milner para olharmos com cuidado e afeto esta situação tão difícil e complexa e que já faz parte da realidade do nosso país. Colocar a história do livro nos palcos expande ainda mais a expressividade da narrativa de Milner e potencializa seu poder de envolvimento e afeto para com o público. Justamente por isso, é necessário e urgente nos dias de hoje. A visão do grupo Cegonha para a história de Milner possui, segundo o crítico Péricles Vanzella do site Rio Encena, "rara beleza da simplicidade" e traz à cena uma "narrativa sensível, de fácil acompanhamento e assimilação, a partir de uma estética muito bonita, baseada na manipulação de bonecos e na ausência de falas". A encenação contém ainda um "caráter artesanal e nostálgico", temperada com "uma pincelada bucólica que tem um lugar cativo no imaginário coletivo." Levar essa encenação para outros palcos, outras praças além do Rio de Janeiro é uma forma de expandir a voz de Milner, do Cegonha, dos migrantes e assim ser capaz de sensibilizar, através da arte e da poesia, os corações de quem recebe quem tem de fugir para sobreviver. É também uma forma essencial de trazer a reflexão e emoção do tema para quem chega num novo lugar e precisa, em alguma instância, reencontrar sua identidade perdida. Neste caso, a arte é sempre um excelente caminho. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 837/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O projeto não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial. O projeto pretende realizar apresentações em espaços fechados. O espetáculo não prevê exposição temporária ou acervo. Declaramos que o espetáculo não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes. Declaramos que o proponente do projeto se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.

Especificação técnica

O projeto em tela apresenta como produto principal a circulação do espetáculo “Qual é meu nome, mamãe?”. Seguem abaixo as especificações técnicas do material gráfico e de divulgação do espetáculo para cada cidade: - Convite virtual - Banner - Filipeta - Flyer virtual - Mídia impressa - Mídia radiofônica - Mídia virtual Atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social) a seguinte atividade para 10% do total de público, considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - 1 oficina sobre teatro de animação (em cada cidade) com tradução em libras, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva. As oficinas serão registradas através de fotos e vídeos.

Acessibilidade

O projeto em tela compromete-se a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência, em cada produto cadastrado no plano de distribuição, de acordo com as seguintes ações: - Facilitação do livre acesso, por meio da realização do espetáculo e da oficina sobre teatro de animação em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. - Realização de 1 apresentação do espetáculo com tradução em libras em cada cidade, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva. - Realização de 1 oficina sobre teatro de animação com tradução em libras em cada cidade, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva.

Democratização do acesso

O projeto em tela pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo (em cada cidade) da seguinte forma: - 50% dos ingressos serão colocados à venda com valores normais (entrada inteira e meia entrada) - 10% dos ingressos serão colocados à venda com valores promocionais (entrada inteira e meia entrada) - até 10% dos ingressos serão oferecidos ao patrocinador do espetáculo - até 10% dos ingressos serão destinados à divulgação do espetáculo - 20% dos ingressos serão destinados à ação de democratização de acesso Através deste último item, o projeto pretende contribuir com o processo de formação de plateia, por meio de ações sociais em parceria com a Secretaria de Educação de cada cidade. A intenção é disponibilizar a cota de 20% dos ingressos para alunos e professores da Rede Pública de Ensino nas apresentações da peça. Além disso, atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto realizará, gratuitamente, 1 palestra sobre “Sensibilizar o Invisível”, como ação de democratização de acesso. A disponibilização dos ingressos para a Secretaria de Educação será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação. A palestra gratuita será comprovada através de material de divulgação.

Ficha técnica

O proponente do projeto será remunerado pelos seguintes itens da planilha orçamentária: direitos autorais (texto), direção e coordenação do projeto. Currículo resumido do dirigente da instituição: É diretora teatral e dramaturga desde 2008, Mestre em Estudos Contemporâneos das Artes (UFF), doutoranda em literatura, cultura e contemporaneidade Na PUC/ RJ e bacharel em Artes Cênicas – Dir. teatral (UFBA). Pesquisando acadêmica e artisticamente o trabalho do artista na interação com a tecnologia. Já realizou 4 peças-game; “Makupuni” (2017), indicado na categoria “Melhor Projeção Cênica” do prêmio CBTIJ 2017; “Perfil”(2011,2012), “Ex.troll.gênio” (2015- 2016) e “In.com.patíveis” (2013-2014), com esta última foi finalista do prêmio de Dramaturgia “Seleção Brasil em Cena 2013”(2013) promovido pelo CCBB. Idealizou o “Festival ilusório de peças curtas - um absurdo de teatro” (2009; 2010), o primeiro festival de esquetes de Salvador(BA). Dirigiu o espetáculo “O Casaco”, ganhador dos prêmios de “Melhor texto”, “Melhor espetáculo” e “Melhor atriz” no Festival Curta-Cena da Bahia (2010). Indicada ao prêmio de “Melhor Direção” pelo espetáculo “Fragmento de um Nada”, no Festival de Teatro Cidade do Rio de Janeiro (2011). Principais participantes: Miguel de Albuquerque Araujo (Miguel Araujo)|Função: Ator, cenografo e criador de bonecos e objetos de cena Currículo: Bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO e Mestre em Estudos Contemporâneos das Artes pela UFF (PPGCA), atua profissionalmente como ator desde 2005. Co-fundador do Cegonha - Bando de Criação, onde pesquisa a relação do teatro com as mais diversas artes e mídias contemporâneas. Trabalha com a Cia PeQuod - Teatro de Animação desde 2010 como ator e manipulador de bonecos, atuando nos espetáculos: Marina (2010), Marina, a sereiazinha (2010), A Tempestade (2012), PEH QUO DEUX (2014), A feira de maravilhas do fantástico Barão de Münchausen (2015), Ovelha Negra (2017), e A Última Aventura é a Morte (2018),O Braile- Dança às Cegas (2015). Muitos dos espetáculos com a Cia PeQuod foram premiados e elogiados pela crítica. Com o grupo Cegonha – Bando de Criação trabalha como ator, manipulador de bonecos e idealizador de projetos, incluindo os espetáculos “Makupuni” (2017), indicado ao prêmio CBTIJ 2017 na categoria “Melhor Projeção Cênica” e “Qual é meu nome, mamãe?” (Outubro /2019) indicado nas categorias "Melhor Projeção cênica" e "Melhor trabalho de formas animadas"), além das contações de histórias “Amanajé – contação de lendas indígenas” e “CronoContos - Histórias do Futuro” (2018). Luiza Sussekind Cataldi de Almeida (Luiza Sussekind)|Função: Atriz, figurinista e criadora de bonecos e objetos de cena Currículo: Luiza é formada em educação artística pela UFRJ e tem trabalhado com teatro para crianças desde 2013. Trabalha na Cia Papa Vento com espetáculos de teatro de bonecos desde 2014. Além disso participou dos espetáculos MANGUARI(2016) no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas (RJ), O RIO DE JOÃO – Roteiro, idealização e manipulação da caixa de lambe- lambe “Cordões”, apresentações de 14 a 21 de Novembro de 2015, trabalha com o Grupo Cegonha- Bando de Criação desde 2017, quando estrearam o Espetáculo Makupuni. Brisa Mireli Barbosa Rodrigues (Brisa Rodrigues)|Função: Atriz Currículo: Atriz e pesquisadora. Doutoranda em Artes Cênicas (UNIRIO), Mestra em Artes (IA/UERJ), Especialista no ensino contemporâneo de arte na educação básica (CESPEB/UFRJ) e Bacharel em Artes Cênicas (UFBA). Integrante do Coletivo Ponto Zero (RJ), Integrante do grupo de pesquisa MOTIM - Mito, rito e cartografias femininas nas artes (CNPq/UERJ). E fundadora da Trup Errante (PE/BA): grupo de teatro atuante no Vale do São Francisco. Entre os principais trabalhos destacam-se: o filme longa-metragem pernambucano “Foi no Carnaval que Passou” (LABRIFF/2019) de Leo Leite, as peças “Qual é meu nome mamãe” (2019) com dramaturgia e dir. de Vida Oliveira, “Ltda.” (2018) com dramaturgia de Diogo Liberano e dir. de Debora Lamm, “A Bárbara” (2018) com dramaturgia e dir. de Luciana Lyra, “Curral Grade” (2014) com dramaturgia de Marcos Barbosa e dir. de Eduardo Machado, “Fabulosas Histórias do Rio São Francisco” (2009) com dramaturgia da Trup Errante e dir. de Thom Galiano. Pedro Ivo Rego Maia (Pedro Ivo Maia) | Função: Ator Currículo: Professor de teatro, ator, diretor e músico, estudou Artes Cênicas na Unirio. Começou seus estudos de atuação com a Companhia Atores de Laura (2004), sendo dirigido por Paulo Hamilton no espetáculo “A Greve do Sexo” (2006). É formado como ator pelo Curso de Formação de Atores Universidade Federal Fluminense (2008). Trabalhou com João das Neves em “A Lenda do Vale da Lua” e com Daniel Herz no espetáculo “O Barbeiro de Ervilha”, participando como ator e músico além de “A Lenda do Sabiá” (direção de André Arteche e Priscila Vidca), “O Rico avarento e outra histórias de Ariano Suassuna” (direção de Dudu Gama) “Te Conto em Cena” e “Rapunzel” (direção de Leonardo Simões), entre outros. Desenvolveu a trilha sonora da peça “Curral Grande” (dir. de Eduardo Machado), que ganhou "melhor trilha sonora" no Festival de Teatro do Rio. Ricardo Correa da Rocha Abi-rihan Rego (Ricardo Rocha) | Função: Desenho de luz Currículo: É ator, diretor e iluminador. Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) na Unirio, bacharel em Direção Teatral pela mesma universidade. É diretor artístico e iluminador da Multifoco Companhia de Teatro desde 2010, onde dirigiu: “Artigo 5°” (2010); “Cidade Solidão” (2012); “Saudades-Branca” (2013). Como iluminador e técnico de luz, já trabalhou e estudou com Renato Machado, Aurélio de Simoni e Jorginho de Carvalho. Realizou desenho de luz de todos os espetáculos que dirigiu, além dos espetáculos: “Nunca jamais imaginado” (2019) de Bárbara Abi-Rihan; “Qual o meu nome mamãe?” (2019) de Vida Oliveira; “Tagarelando” (2018/2019) de Wanderson Rosceno. Recebeu os Prêmios Américo Alvarez (Manaus-AM), Prêmio Paschoalino FETAERJ (Paty do Alferes-RJ) e Prêmio Fernando Torres (Guaçui-ES). Nicole Schlegel Costa (Nicole Schlegel) | Função: Criação das projeção cênica Currículo: Ilustradora e animadora, formada em Design de Mídia Digital pela PUC-Rio. Seu trabalho é voltado para a infância e natureza. Foi membro do N.A.D.A. (Núcleo de Arte Digital e Animação da PUC-Rio) coordenado por Claudia Bolshaw e Marcos Magalhães onde animou o primeiro curta brasileiro em Full Dome para o Planetário do Rio de Janeiro “Buga Buga, em uma Noite de Lua Nova” e dirigiu “Max e Sam”. Foi contemplada com o prêmio de 3º Lugar na Maratona Animada Senai do Animamundi com o curta “Alguns Estilos Cariocas”. Desenhou o storyboard da série “Mitopédia”, do Canal Futura. Desenvolveu vinhetas de animação e motion para os programas: “Meu Momento Futura”; “Conexão Trello”; e “Agora é Que São Elas”. Criou projeções cências para as peças “O Espaço entre Nós” de Hélio Rodrigues, “Ana Memória Maria Fumaça” de Marcela Andrade, e “Qual é Meu Nome Mamãe” de Vida Oliveira, as duas ultimas indicadas a "Melhor Projeção cênica" no Premio CBTIJ 2019. Ricardo Viana Falcão (Ricco Viana ) | Função: Trilha sonora original Currículo: músico e diretor musical há 12 anos. Fez a trilha de mais de 30 espetáculos, entre eles Clandestinos, O Pequeno Príncipe e Mamãe Não Pode Saber, dirigidos por João Falcão; trabalha há 6 anos também como diretor musical da Armazém Companhia de Teatro. Ganhou os Prêmio APTR de melhor música por Jim (tendo sido indicado também aos prêmios Shell e Cesgranrio), e CBTIJ por A Menina Edith, de Lázaro Ramos. No cinema fez diversas trilhas como os documentários Clandestinos.doc, de João Falcão; Tudo ou Nada em Soterópolis, de Lázaro Ramos; Mentiras Sinceras, de Pedro Asbeg. Na TV fez a trilha sonora das séries 7 Pecados; Dó Ré Mi Fábrica e Clandestinos, de João Falcão. No meio musical Ricco fez a produção musical do disco Monomania de Clarice Falcão; trabalha com Simone Mazzer e Laila Garin.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.