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PRONAC 202038Apresentou prestação de contasMecenato

O Rabino na Catedral

DGT FILMES LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 193,2 mil
Captado
R$ 193,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-06-15
Término
2023-03-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção de filme documentário em média metragem, com cerca de 25 minutos, sobre o Rabino Henry Sobel a partir de depoimentos de pessoas que conviveram com ele, gravado em suporte digital 4K. Distribuição gratuita de 160 DVDs e realização de sessões com debate em dez escolas da rede pública.

Sinopse

Filme com classificação indicativa livre para todos os públicos. A característica mais marcante da trajetória do rabino Henry Sobel no Brasil foi sua firme atuação em favor do diálogo entre diferentes religiões, etnias ou comunidades em favor do entendimento. Vamos mostrar esta trajetória por meio de depoimentos de pessoas que conheceram o rabino Sobel, conviveram com ele ou estiveram envolvidos nos momentos mais relevantes de sua vida. Pessoas que testemunharam a participação do rabino no culto ecumênico na Catedral da Sé, em 1975, evento que o aproximou do cardeal Dom Paulo Evaristo Arns e do reverendo presbiteriano James Wright, e que fez de Sobel uma liderança de expressão nacional. Vamos mostrar como, a partir desta condição de líder em evidência, tornou-se um militante em defesa dos direitos humanos e da aproximação entre diferentes religiões, povos, culturas e mesmo grupos políticos. Essa postura o fez aproximar-se e abrir diálogo com outros líderes católicos, como os papas João Paulo II e Bento XVI, com lideranças protestantes, com religiosos de matriz africana, lideranças étnicas e representantes da sociedade civil. Nada disso foi feito sem polêmica e sem oposições contundentes, principalmente dentro da comunidade judaica. Os depoimentos nos trarão tanto os fatos visíveis, quanto os dramas, dilemas, oposições que o rabino enfrentou e ainda os possíveis erros que cometeu. Não queremos um documentário hagiográfico, ou “chapa branca”, queremos contemplar diferentes pontos de vista, inclusive abordagens que vão além daquelas apresentadas pela imprensa. Vamos ouvir observadores, admiradores e opositores. Contemplar a diversidade de religiões, grupos étnicos ou políticos com quem ele se relacionou. Jovens que conviveram com o rabino ao longo de sua vida e pessoas da comunidade judaica com posições críticas a seu respeito. Serão depoimentos revelam a complexidade desse personagem e a dimensão de seus atos. Aos depoimentos serão agregadas imagens de imprensa e dos arquivos pessoais do rabino e dos entrevistados. Os 10 depoimentos que compõem o filme são: a atriz Tuna Dwek, que esteve presente na missa de 1975; Juca Kfoury, que acompanhou o evento como jornalista e posteriormente publicou uma controversa entrevista de Sobel na revista Playboy; o jovem Samy Waitzberg, que participou de grupos de adolescentes coordenados por Sobel nos anos 2000 e que ouviu pela primeira vez a respeito dos encontros inter-religiosos através do próprio Sobel; Sheik Jihad Hassan, que participou de diversos atos ecumênicos junto a Sobel e que por vezes discordou publicamente do rabino; Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, cuja morte provocou o culto ecumênico na catedral da Sé; Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente que conviveu e acompanhou a atuação de Sobel em prol dos direitos humanos. Boris Casoy, jornalista que conviveu com Sobel ao longo de quatro décadas e que conhece inúmeras histórias e “causos” a respeito dele; Tatiana Couto, sobrinha da funcionária doméstica Maria, que por 40 anos trabalhou com a família; padre Bison, um importante interlocutor de Sobel junto à igreja católica, testemunha de inúmeros encontros que atestam o espírito ecumênico do rabino e, por fim, a secretária particular de Sobel, Bernadete Ferreira, que acompanhou toda a sua vida pública. Esses depoimentos compõem um painel representativo da diversidade religiosa, étnica e de gênero brasileira, oferecendo uma perspectiva múltipla do personagem Henry Sobel. Gestões com todos esses entrevistados já foram feitas, mas no caso da impossibilidade de obter algum desses depoimentos, serão providenciados substitutos com características semelhantes. Eles nos trazem relatos a respeito do rabino cabeludo que fazia sucesso com os grupos de jovens da Congregação Israelita Paulista, no início da década de 1970, por conta de seus costumes progressistas. Depoimentos que dão conta do rabino que procurou dialogar com cardeais e papas, que sentou-se para negociar um acordo de paz entre israelenses e palestinos com o líder palestino Yasser Arafat, que ocupou espaços inusitados para um líder religioso, como no caso da polêmica entrevista que deu à revista Playboy. Vamos mostrar como nada disso se deu sem oposição, tanto dentro quanto fora da comunidade judaica. Sua postura independente lhe angariou respeito e admiração, mas também inimizades pessoais e oposições estruturadas que, por diversas vezes, tentaram destituí-lo do rabinato. Por outro lado, sua atitude acabou abrindo a comunidade judaica para a sociedade brasileira de uma maneira inédita. Quando você integra dessa maneira uma comunidade no conjunto da sociedade, você cria uma cultura contra o preconceito, uma vez que o outro passa a estar mais próximo e a ser menos visto como “o outro”. Ao agir assim, Sobel criou uma “vacina” contra possíveis movimentos discriminatórios, como atualmente vemos acontecer em diversas parte do mundo. O filme aborda esta trajetória e este legado do rabino Sobel, por meio de depoimentos de pessoas que o conheceram de perto. Procura também – e este é um diferencial do filme em relação aos demais trabalhos já realizados sobre o rabino Sobel – mostrar as oposições que enfrentou por sua postura independente, às vezes personalista, seu carisma e sua vaidade pessoal, seu ego inflado ou, em outras palavras, seus aspectos humanos mais pronunciados e menos conhecidos do público.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Levar ao conhecimento do público em geral, sobretudo jovens alunos de ensino médio da rede pública, a importância do rabino Henry Sobel, seu papel na defesa dos direitos humanos e na promoção da tolerância inter-religiosa. A atitude do rabino ao buscar o diálogo com outras religiões teve repercussões que impactaram toda a sociedade brasileira. Desde sua presença no culto inter-religioso na Catedral da Sé, em 1975, ao lado do cardeal Dom Paulo Evaristo Arns e do reverendo presbiteriano James Wright, até sua busca obsessiva de diálogo com outras religiões, etnias ou povos, Sobel criou uma cultura de paz entre os diferentes, com base no entendimento. Seu principal legado foi esse comportamento de defesa dos direitos humanos, do diálogo e do combate ao preconceito. Queremos levar esta mensagem do rabino Sobel ao público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produção de filme de aproximadamente 25 minutos para cinema, TV, streaming e DVD, sobre a trajetória do rabino Henry Sobel, marcada pela busca constante de diálogos entre diferentes religiões e etnias sempre com o objetivo de criar entendimentos e uma cultura de paz, desde sua participação no culto ecumênico em homenagem ao jornalista Vladmir Herzog, em 1975, até o encontro com Yasser Arafat, passando por reuniões com os papas João Paulo II e Bento XVI e com líderes de religiões de matriz africana. A vida de Sobel foi uma constante demonstração prática de respeito às diferenças e de combate à intolerância, seja ela religiosa, étnica ou de qualquer outra natureza. Com o objetivo de atingir o público jovem, pouco familiarizado com esse período histórico, serão distribuídas 160 cópias de DVD em escolas da rede pública de São Paulo. Do total de 200 DVDs produzidos, vinte se destinarão aos patrocinadores e 20 à divulgação. Em ao menos dez escolas vamos realizar sessões do filme seguidas de debate com a presença de alunos, professores e equipe de produção. Além disso o filme será veiculado em plataformas da internet relacionadas à promoção dos direitos humanos e em festivais temáticos, com a possibilidade de integrar a programação de canais de TV. Filme em média metragem. Gênero: Documentário. Sub Gênero: Documentário histórico.

Justificativa

Entendemos que a memória do rabino Sobel, ainda que ele tenha morrido tão recentemente, é suficientemente valiosa de modo a justificar este esforço de registro e de organização do seu legado, e do sentido histórico de sua obra. Sobel foi protagonista de momentos relevantes na história brasileira e foi um ativista de uma linha de ação que visa a construção de uma cultura de paz. O filme representa um empreendimento no sentido de organizar e disponibilizar ao público a memória deste personagem e de seu legado. O filme ora proposto tem como elemento central a mensagem de tolerância e de aceitação da diversidade religiosa e étnica, valores associados ao personagem que abordamos, o rabino Henry Sobel. O propósito do filme é levar esses conceitos às novas gerações, por meio das falas (depoimentos) de quem de alguma maneira esteve próximo do rabino ou dos episódios nos quais se envolveu. A voz dos participantes da História é o caminho pelo qual o filme pretende atingir este público, revelando os conflitos, os dramas e as oposições enfrentados por Sobel em sua trajetória de rabino e sua liderança política. E o propósito do projeto é difundir o filme através da veiculação em festivais, internet e TV e da distribuição de DVDs que possam provocar debates e reflexões sobre essa mensagem de integração e de tolerância. Recentemente morto em novembro de 2019, o rabino Henry Sobel foi um importante defensor dos direitos humanos e da convivência inter-religiosa, e se notabilizou como um dos mais reconhecidos personagens da comunidade judaica brasileira. Chegou ao Brasil em 1970 e, em 1975, como rabino da Congregação Israelita Paulista, recusou-se a enterrar o jornalista Vladmir Herzog no espaço destinado aos suicidas do cemitério israelita. Embora a versão oficial tratasse o caso como suicídio, Sobel refutou a hipótese e enterrou Herzog na ala dos mortos comuns. Seu posicionamento provocou reações conflitantes de apoio e repúdio e serviu de estopim para a realização de um ato ecumênico na Catedral da Sé, ao lado do Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, do reverendo presbiteriano James Wright e de lideranças de outras religiões. Um rabino na catedral! Ao lado de um cardeal e de um pastor presbiteriano. Essa atitude leva Sobel ao epicentro da cena religiosa e política do país e faz com que ele se torne uma referência de envergadura nacional. O comportamento do rabino fez dele uma figura controversa, desde suas posturas liberais ou contestadoras, algumas vezes irreverente, sua proximidade com o Cardeal de São Paulo D. Paulo Evaristo Arns, seus encontros com os papas João Paulo II e Bento XVI, com líderes protestantes e, sobretudo sua reunião com o líder palestino Yasser Arafat numa tentativa de estruturar um acordo de convivência pacífica entre judeus e palestinos, tudo isso gerou reações, muitas vezes virulentas. Jamais foi unanimidade mesmo dentro da comunidade judaica. Jamais trilhou seu caminho sem encontrar oposição. E foi justamente esse espírito desbravador, essa persistência no diálogo que o levou a "derrubar os muros" da comunidade judaica e integrá-la de uma maneira inédita na sociedade brasileira. Ao proceder assim, Sobel criou um clima de convivência e de compreensão que previne o preconceito e evita a ocorrência de possíveis movimentos discriminatórios. Esse é o principal legado do rabino Sobel e o principal foco deste projeto. Vale ressaltar que o filme não é proposto por integrantes da comunidade judaica e visa justamente oferecer uma perspectiva inter-religiosa e ecumênica, alinhado com as convicções do próprio rabino Sobel. Este filme contribui para resgatar e consolidar a figura do rabino e seu legado neste momento de sua morte tão recente, ocorrida em novembro de 2019. Apesar de sua memória permanecer viva entre aqueles que conviveram com ele, Sobel é ainda desconhecido pela grande maioria dos brasileiros. Apresentar essa figura que prega o diálogo, a defesa dos direitos humanos e a busca pela paz entre comunidades é um objetivo de grande atualidade nesse momento de oposições marcadas por irracionalidades e pelo ódio. A relevância e motivação maior do filme está justamente nessa trajetória que rompeu barreiras religiosas, ideológicas e culturais e construiu diálogos e uma cultura de convivência pacífica. A opção pelo uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais para financiamento deste projeto se dá em função da relevância e da atualidade do tema, da importância de se começar a estabelecer registros do legado do rabino Sobel, da mensagem de tolerância e de busca do diálogo visando o entendimento que eram para ele uma diretriz de vida. Ao mesmo tempo, trata-se de um tipo de projeto _ documentário biográfico sobre personagem da história recente do Brasil _ que depende deste tipo de incentivo para sua realização. Em relação à Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos incisos IV, VII, VIII e IX, do ART. 1º, conforme podemos ver a seguir: "IV. Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis por grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;" No caso, nosso projeto traz ao público o registro da história de um personagem da comunidade Judaica, uma das muitas que compõem nossa diversidade étnica, religiosa e cultural e, sobretudo, um filme e um persongem cujo aspecto mais importante é justamente a valorização desse pluralismo nacional. "VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;" O projeto se enquadra na diretriz do inciso, uma vez que toda a carreira do rabino Sobel foi norteada pelo respeito à diversidade de valores culturais, religiosos ou sociais, bem como foi pautada por uma consciência internacional da necessidade do entendimento através do diálogo e da construção de uma cultura de paz. "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;" Também se enquadra, pois um projeto como este busca levar conhecimento a respeito do momento histórico em que vivemos nos últimos 70 anos e também sobre um ambiente cultural em que o país e o mundo estão inseridos e visa, sobretudo, construir um registro referente à memória deste personagem histórico e ao legado que ele construiu. "IX - priorizar o produto cultural originário do País." Mais uma vez há sintonia com o texto do inciso, uma vez que o projeto tem por objetivo a realização de um documentário brasileiro sobre a trajetória de um rabino radicado no Brasil, que interferiu decisivamente na história do país onde cumpriu a maior e mais importante parte de sua carreira. Em relação aos objetivos estabelecidos no Art. III, temos: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;" Nosso projeto prevê a produção de uma obra cinematográfica de média metragem de fundo histórico e cultural. "b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;" Estaremos contando uma parte importante da História do Brasil, por meio da trajetória de uma figura pública que vivenciou o país, interferiu em sua história ao longo de mais de 40 anos e que deixou um legado social e cultural de grande monta.

Estratégia de execução

As Ações Formativas Culturais propostas em ao menos dez escolas de ensino médio da rede pública consistem na exibição do filme, seguida de debates que abordem as temáticas propostas, a saber: tolerância religiosa e a prática do diálogo como mediação de conflitos. Além disso, vamos estimular o público jovem a considerar o filme documentário como fonte de interesse, de informação e de formação educacional e cultural. Esses encontros contarão sempre com a presença de ao menos um integrante da equipe de produção (produtor, diretor ou roteirista). Para análise do orçamento, informamos que parte dos acessórios de câmera (tripés e slider) são próprios da produtora, motivo pelo qual essa linha do orçamento apresenta valor reduzido. O valor de 2% do total do orçamento para o grupo Divulgação se justifica porque os custos de autoração de DVD, criação de arte e cópias, estão inclusos em outra parte da planilha, assim como o pacote de acessibilidade audiovisual (legendagem descritiva, audiodescrição e LIBRAS), e a tradução e legendagem para os idiomas inglês e espanhol.

Especificação técnica

Filme de média metragem, entre 20 e 25 minutos, gravado em suporte digital 4k, gênero: documentário. Sub gênero: documentário biográfico. A estrutura narrativa principal se articula a partir do modo documental participativo/expositivo. Filme realizado com duas câmeras Canon C-300 Mark II ou similar, som direto registrado a partir de microfones lapela e direcional, gravações feitas na cidade de São Paulo com equipe de 7 pessoas. Entrega em formato digital nas extensões .mov e .mp4, com codecs Apple ProRes 422 e H264, próprios para circulação em cinema, TV e internet. Versão finalizada em suporte Master DVD, para reprodução e distribuição.

Acessibilidade

A preocupação de acessibilidade ao filme se manifesta em duas linhas de atuação: Por um lado vamos incorporar à versão final do filme o pacote de acessibilidade com legendagem descritiva, audiodescrição e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, conforme recomendação da ANCINE. Por outro lado vamos buscar garantir o acesso a um público amplo e muitas vezes não atingido por obras audiovisuais com características de impacto social. Nesse sentido propomos a distribuição gratuita de cento e sessenta cópias do filme em DVD, em escolas de ensino médio da rede pública, assim como de instituições ligadas à promoção dos direitos humanos. O objetivo é articular a partir do filme a possibilidade de desdobramentos como debates, trabalhos escolares e outras atividades que gerem a reflexão sobre o tema da tolerância e do convívio harmonioso entre diferenças. Nesse sentido, em ao menos dez escolas vamos realizar sessões seguidas de debates entre alunos, professores e equipe, para promover o aprofundamento na temática proposta.

Democratização do acesso

O filme tem como objetivo circular através dos meios tradicionais de distribuição de curtas e médias metragens, bem como através de ações de impacto social, a saber: 1. Meios tradicionais de distribuição de curtas e médias metragens: Circuito de festivais de cinema, com prioridade para festivais brasileiros e internacionais de documentários e festivais ligados aos direitos humanos, dentre os quais destacamos: - TENEMOS QUE VER - FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA E DIREITOS HUMANOS DO URUGUAI (Uruguai) - Junho - ENTRETODOS - FESTIVAL DE CURTAS-METRAGENS DE DIREITOS HUMANOS (Brasil) - Setembro - MOSTRA DE CINEMA E DIREITOS HUMANOS (Brasil) - Dezembro - FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINE POLÍTICO FICIP (Brasil) - Maio - HUMAN RIGHTS FILM FESTIVAL OF DONOSTIA (Espanha) - Abril - HUMAN RIGHTS FILM FESTIVAL Barcelona / Paris / NYC (Espanha/França/EUA) - Novembro Gestões para veiculação em redes de televisão educativas e públicas, que tem como missão promover conteúdos relacionados aos temas que abordamos. Gestões para veiculação em canais de televisão a cabo com espaço destinado a documentários. O alcance dessas ações é amplamente difundido pela sociedade e reverbera por longo período de tempo. Para efeitos de avaliação numérica do impacto do projeto, vamos adotar os números obtidos através da distribuição de DVDs, conscientes que eles serão multiplicados significativamente pelas exibição em festivais, canais de TV e Web. 2. Ações de impacto social: Distribuição gratuita de cento e sessenta cópias de DVDs em escolas públicas de ensino médio, assim como em instituições voltadas à promoção dos direitos humanos. Nosso objetivo é que cada DVD possa impactar diretamente ao menos cinquenta pessoas, em especial alunos na faixa etária entre 15 e 17 anos, totalizando cerca de oito mil pessoas. Em ao menos dez escolas vamos realizar sessões seguidas de debates entre alunos, professores e equipe, para promover o aprofundamento na temática proposta, conforme estabelece o art. 22 da IN 02 de 23 de abril de 2019. Essas ações formativas culturais vão impactar diretamente cerca de seicentos alunos e professores e serão registradas com fotos e comprovadas através de atestados emitidos pelas escolas. Gestões para a veiculação através de plataformas virtuais, vinculadas à organizações educacionais, assim como à organizações que buscam promover os direitos humanos e a tolerância.

Ficha técnica

PRODUÇÃO: DGT Filmes. Desde 1999 a DGT realizou mais de 30 filmes com prêmios de melhor filme, direção de fotografia e roteiro. Produziu também a série CIRCULAR PERIFÉRICO (TV Cultura SP - 2008 a 2010) e a série CULTURA DE PERIFERIA para o SPTV (Rede Globo - 2011 e 2014). Em 2019 coproduziu SELVAGEM (Melhor Filme no 42º Festival Guarnicê e no 13º Festival Latino-americano de SP) e em 2018 os longas INAUDITO (Melhor Filme Mostra Olhos Livres 21ª Mostra de Tiradentes e 41ª Mostra de SP), FIOS DE ALTA TENSÃO (Melhor direção e Melhor fotografia de documentário no 2º Offcine, 5º Amazônia.Doc, 42º Festival Guarnicê), BERENICE (Melhor Filme Experimental Around International Film Festival – Amsterdam, IV Cinemística – Espanha). DIREÇÃO E ROTEIRO: Fernando Navarro Historiador e Mestre em Teatro pela UNICAMP, com formação em cinema (graduação e pós) pela USP. Pós graduado em Mídias Digitais pela Metrocamp, Campinas SP. Em 1991 e 1992 foi diretor do Grupo de Teatro da Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa de Campinas, SP. Em 1994 foi roteirista, e responsável pela seleção de imagens, da Série de documentários “Anos de Chumbo”, sobre a Segunda Guerra Mundial, produzida pela TV Cultura de São Paulo e exibida em rede nacional. Em 1995 foi roteirista da série de documentários “Cenas do Século - Brasil”, sobre a história do Brasil no século XX (TV Cultura SP), exibida em rede nacional. Em 1996 foi roteirista do vídeo "Vírgula, ponto e vírgula", sobre o escritor Monteiro Lobato, produzido pelo Itaú Cultural (TVE RJ). Prêmio de “Melhor Vídeo” no Festival de Vídeo de Teresina, 1996. Em 1997 foi roteirista do vídeo Oswaldo Cruz, produzido pelo Itaú Cultural. Prêmio de “Melhor Vídeo Experimental” na XVI Jornada Internacional de Cinema da Bahia, 1997. É autor e diretor da peça "Que nem dente" (2001), adaptada da obra de Nelson Rodrigues, e encenada na Mostra de Teatro da Oficina Cultural Sérgio Buarque de Hollanda. De 2004 a 2018 foi diretor e roteirista de diversos filmes institucionais ou publicitários na função de Diretor de Planejamento da agência de publicidade PG Comunicação, de Campinas. Em 2018 traduziu a peça “Anatol”, do dramaturgo austríaco Arthur Schnitzler, para o Grupo TAPA, grupo de teatro profissional de São Paulo. A peça fez temporada nos teatros João Caetano e Paulo Eiró, em São Paulo. EDIÇÃO, COR e ROTEIRO: Sergio Gagliardi DIRETOR e MONTADOR dos longas FIOS DE ALTA TENSÃO (2018 – Melhor Direção e Fotografia de Documentário no OFFCINE 2019, 5º MIRA Filmfest Bonn - Alemanha, 5º Festival Pan Amazônico, 2º Feed Dog Brasil), CONVICTO (2016 – 8º IN-Edit Brasil, Mostra de Direitos Humanos de São Paulo), FAIR PLAY? (2016 – Exibido no History Channel) e QUALÉ O TEU NEGÓCIO? (2013 – 9º CINEMAISSI - Finlândia). MONTADOR dos longas SELVAGEM (Diego da Costa 2019, Melhor Filme nos Festivais Latinoamericano de São Paulo, 42º Guarnicê e 9º Panorama, Mostra Cachoeira); FAKIR (Helena Ignez 2019 - Melhor Filme Júri Popular no 9º Cinefantasy, 23º Festival de Tiradentes), A MOÇA DO CALENDÁRIO (Helena Ignez - 2017 – Melhor Edição no 41º Festival Guarnicê, Mostras de São Paulo e Tiradentes), BERENICE (Well Darwin – 2017 – Melhor Filme Experimental AIFF/Amsterdã), RALÉ (Helena Ignez, 2015 - Festivais do Rio, SP, Munique, Mix Brasil). ROTEIRISTA da web série O Cara do Jaguar (2019) e dos médias metragens vencedores de editais da Prefeitura de São Paulo SALA DE VISITAS DE SÃO PAULO (2008) e IMIGRANTES OPERÁRIOS (2009). Entre 2008 e 2010 dirige e roteiriza 40 episódios do quadro CIRCULAR PERIFÉRICO na TV Cultura SP. Diretor do média POVO LINDO, POVO INTELIGENTE! (2007 – Melhor média metragem júri popular no 8º Festival Cine Esquema Novo). Diretor de curtas e vídeo clipes selecionados no VMB-MTV, CineCeará e em outros festivais no Brasil e exterior. DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Toni Nogueira Diretor de fotografia e produtor executivo de mais de 20 filmes gravados no Brasil, Índia, Europa e Ásia Central. Diretor de fotografia dos longas "FAKIR" (Helena Ignez, 2019 - 23º Festival de Tiradentes, 9º Festival Latinoamericano de SP), “Inaudito” (Gregório Gananiam, 2018 – 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; Melhor Filme Mostra Olhos Livres 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes; 40º Havana Film Festival; 10ª Semana de Cinema RJ), “Fios de Alta Tensão” (Sergio GAG, 2018 – Melhor Direção e Fotografia de Documentário no OFFCINE 2019, 5º MIRA Filmfest Bonn, 5º Festival Pan Amazônico, 2º Feed Dog Brasil) e “Fui!” (2018), “Convicto” (Sergio GAG, 2016 – 8º IN-Edit Brasil, Mostra de Direitos Humanos de São Paulo), Ralé (Helena Ignez, 2015 - Festival do Rio, Mostra de São Paulo, Munchen FilmFest, Mix Brasil). Em 2013 faz direção de fotografia e câmera da série Parques SP (NatGeo), entre 2011 e 2013 dirige a fotografia da série “Cultura de Periferia” (TV Globo, SPTV) e entre 2008 e 2010 dirige a fotografia da série “Circular Periférico” (TV Cultura, Programa Manos & Minas). A partir da década de 1970 trabalha com importantes nomes do cinema brasileiro, como Rogério Sganzerla, Sérgio Bernardes, José Sette de Barros e Neville D’Almeida, tendo recebido diversos prêmios ao longo da carreira. PRODUÇÃO: Well Darwin Bacharel em História pela PUC-SP e pós-graduado em Educação Ambiental pelo SENAC, é formado em Cinema pela ELCV (Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André). Realizou curso de roteiro com o cineasta Orlando Senna. Trabalhou com Suzana Amaral em curso de documentário. Participou em filmes de curta metragem na Grande São Paulo, como Diretor, Produtor e Produtor Executivo. Sócio na DGT filmes, produtora independente com 20 anos de existência, onde integrou, dentre outros, “Ralé” (Helena Ignez, 2017), “Inaudito” (Gregório Gananiam, 2018; 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; Melhor Filme Mostra Olhos Livres 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes; 40º Havana Film Festival; 10ª Semana de Cinema RJ.), “Convicto” (Sergio Gagliardi, 2016; 8º In-Edit Brasil 2016; Cine Direitos Humanos) e “Selvagem” (Diego da Costa, 2019; 21º Stockholm Film Festival Junior. 42º Festival Guarnice de Cinema – melhor filme. 14º Festival de Cinema Latino-americano de São Paulo – melhor filme júri popular; 15º Panorama Coisa de Cinema – melhor filme Mostra Cachoeira). Diretor e roteirista do longa "Berenice" (Around Internacional Film Festival Berlin 2017; Around Internacional Film Festival Amsterdã 2017 – melhor filme julho/2017; IV Festival CineMistica 2017 - Granada, Málaga, Córdoba, Madrid e Iquitos; 2º Indian Word Film Festival – Março/2018; Mexico International Film Festival – Golden Palm Award – Maio/2018), e criador da Picaretus Corporium, produtora voltada para o cinema experimental, onde acumula mais de 50 filmes. EQUIPE TÉCNICA Produção: DGT Filmes Direção: Fernando Navarro Produção Executiva: Well Darwin Assistência de Produção: Nana DellaGatta Roteiro: Sérgio Gag e Fernando Navarro Direção de Fotografia: Toni Nogueira Som Direto: Diego da Costa Montagem e Cor: Sérgio Gag Trilha Sonora e Mixagem: Magí Batalla

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.