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O Cine Sítio, é uma mostra de cinema itinerante não competitiva que acontece há seis anos no município de Nazarezinho, Sertão da Paraíba, distante 463 km da capital João Pessoa. O evento teve início em 2014, no sítio Águas Belas, já tendo passado por seis Sítios ao longo de sua trajetória. Nessa edição, se estenderá a três sítios do município: Caiçara, Boa Vista e Retiro. A programação é composta por uma seleção de filmes de curta metragem, realizados em diferentes lugares do país, sempre a convite da coordenação do evento e sua curadoria. A mostra acontece no terreiro, ao ar livre, projetando para uma plateia ávida por conhecer outras realidades, assim como se reconhecer na tela gigante que projeta sonhos. O evento amplia sua audiência através de parcerias formadas com escolas públicas e privadas da rede de ensino da cidade de Nazarezinho, levando alunos do ensino fundamental e médio a participar de sessões exclusivas, de caráter lúdico e educativo, com conteúdo específico para cada faixa etária.
O 6º Cine Sítio, terá classificação indicativa máxima de 12 anos, sendo a maioria dos filmes de classificação livre por serem exibidos em locais abertos a todos os públicos e as exibições acontecerão comunidades: Retiro, Caiçara e Boa Vista. Serão oferecidas quatro oficinas de formação: Fazendo filmes curtíssimos; ; Entendendo o Cinema 3D e fabricando óculos 3D; O uso do filme como recursos didáticos e Ator e Câmera: Ação, ambas com 12 hora/aula, totalizando 48 hora/aulas de oficinas.
Realizar o 6º Cine Sítio, visando a exibição de filmes brasileiros com destaque pra produção paraibana, dando continuidade a realização de um festival de Cinema não competitivo na zona rural do município de Nazarezinho, Sertão paraibano. • Objetivos específicos: - Proporcionar aos moradores dos sítios Caiçara, Boa Vista e Retiro e demais sítios adjacentes, o contato direto com vários filmes brasileiros e paraibanos e seus realizadores, através da realização da 6ª edição do Cine Sítio; - Oferecer ao público uma programação rica e variada de filmes paraibanos; - Estimular o contato da sociedade do interior do Estado com a cinematografia brasileira, formando platéias e valorizando a cultura nacional; - Atuar na democratização do acesso da população à cultura ao realizar a mostra de forma inteiramente gratuita e na zona rural do Sertão da Paraíba; - Contribuir com a formação cultural de jovens e adolescentes do município de Nazarezinho através da realização de várias oficinas artísticas.
O Cine Sítio nasceu da necessidade de se levar a sétima arte para os confins do sertão rural, lugares improváveis e geralmente esquecidos das rotas culturais de forma geral. Na ânsia de compartilhar com a população as produções realizadas dentro e fora da Paraíba, inclusive do próprio sertão, como forma de fazer entender que é possível sonhar e realizar produções audiovisuais, mesmo morando entre serras e silêncios prolongados. Situado no município de Nazarezinho, distante 463 km da capital João Pessoa, o primeiro Cine Sítio teve início em 2014, no sítio Águas Belas. Com uma seleção de filmes de curta metragem, realizados em diferentes lugares do país, sempre a convite da coordenação do evento. A mostra aconteceu no terreiro, ao ar livre, projetando para uma plateia ávida por conhecer outras realidades, assim como se reconhecer na tela gigante que projeta sonhos. Além desta edição, nos anos seguintes a mostra continuou, visitando outros sítios, como forma de democratizar o acesso na zona rural de Nazarezinho, como os sítios Cedro dos Luíz, Caiçara, Serrote dos Bois, Retiro e Cantinho. O cinema não é algo tão alheio a população de Nazarezinho, pois filmes já foram rodados na região, inclusive, sob autoria de artistas locais. Aliás, filmes que extrapolaram as fronteiras da pequena cidade e ganharam o mundo, com notáveis premiações em festivais Brasil afora. A exemplo dos filmes Seiva, Capela e Aroeira do cineasta da zona rural de Nazarezinho Ramon Batista que circulou nos principais festivais do país, sendo premiados em festivais de São Paulo, Brasília, Pernambuco, Minas Gerais, entre outras. Realizar um evento como este possibilita uma janela a mais para exibir estes trabalhos, provando para a população local a importância do trabalho destes profissionais que se dedicam de forma tão especial a ponto de chamar atenção e receber o reconhecimento lá fora, nada mais justo do que devolver seu trabalho ao local de origem. O Cine Sítio, assumindo o compromisso de divulgar notáveis obras de cineastas paraibanos e não paraibanos, traz visibilidade e atua como uma importante vitrine para estes profissionais. Além disso, a democratização do acesso à cultura através da gratuidade de todas as ações promovidas pelo evento, como parte de uma iniciativa voltada para formação do público, o Cine Sítio amplia sua audiência através de parcerias formadas com escolas públicas e privadas da rede de ensino da cidade de Nazarezinho; levando alunos do ensino fundamental e médio a participar de sessões exclusivas, de caráter lúdico e educativo, com conteúdo específico para cada faixa etária. Incisos do Art. 1º da Lei n° 8.313/91 que a proposta se enquadra: Quanto a contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Inciso I) - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (Inciso II)- Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores e proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e priorizar o produto cultural originário do País(Inciso III IV e IX) Em relação as finalidades do Art 3 da Lei 8.313/91, será alcançado da seguinte maneira:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
Nesta edição do Cine Sítio, serão oferecidas quatro oficinas de formação, ambas com 12 hora/aulas, totalizando 48 hora/aulas de oficinas. Fazendo Filmes Curtíssimos: Ementa: História do cinema – Estrutura da história – Roteiro - Manuseio de equipamentos - Noções de linguagem - Aplicabilidade do cinema de grupo - Produção para cinema - questões sobre cultura digital - Orientação sobre softwares de edição – Som direto - Introdução aos movimentos de câmera - Software - Festivais de cinema - Reflexão sobre o Vimeo e Youtube – Cinema independente em Pernambuco. O curso traz o universo do cinema independente aos aspirantes a cineastas e filmmakers. Expondo a estética, linguagem, roteiro, workflow, equipamentos, equipe, demandas de produção. Estudos de elementos e recursos dos roteiros. Entendendo o cinema 3D e produzindo óculos para exibições. Ementa: O curso apresenta os conceitos básicos sobre as tecnologias que envolvem o Cinema 3D e ensina a produzir os próprios óculos para assistir nesse formato, afim de incentivar a criatividade e o interesse pelo que há de mais recente no mundo cinematográfico, principalmente das animações, como forma de entretenimento e educação. Público Alvo: Crianças à partir dos 7 anos de idade, e demais jovens e adultos interessados pelo tema. Número máximo de 25 alunos por turma. Proposta da atividade para cada encontro: 1º encontro - Apresentar a evolução dos conceitos de Cinema 3D, proporcionando a experiência de assistir filmes nesse formato Mostrar, em PowerPoint, a origem e o funcionamento do Cinema 3D, e produzir um óculos para, no final, assistir a exibição de um filme curta-metragem em formato 3D. Será produzido um óculos do tipo Anáglifo (com lentes ciano/red), utilizando materiais de fácil acesso e baixo custo de aquisição. O uso do filme como recurso didático Ementa: A oficina abordará o processo de criação de um filme, desde a concepção do roteiro até a realização de uma pequena obra cinematográfica pelos alunos participantes. Equilíbrio entre explanação teórica e exercícios práticos será a tônica da oficina. Conteúdo programático - Gêneros cinematográficos – o real e a imaginação em cinema - O som e o sentido de um filme - Princípios básicos do roteiro: - Direção cinematográfica . análise do roteiro na perspectiva da direção A oficina Ator e Câmera: AÇÃO! oferece técnicas exclusivas sobre o gestual do Ator e elaboração/construção psicológica da personagem voltada para a sétima arte, propõe vivenciar a experiência da interpretação para a câmera. O crescimento e a inovação no setor de entretenimento têm reflexo direto nas oportunidades de trabalho da área do audiovisual, especialmente representadas pelas emissoras de TV e produtoras de cinema. A lei do audiovisual, editais de incentivo à produção de curta e média metragens e a expansão dos núcleos de teledramaturgia, com a produção atual do cinema nacional, tornam este mercado cada vez mais amplo e com melhores oportunidades para o ator/atriz.
OFICINAS E PALESTRAS QUE SERÃO ORFERTADAS NO 6º CINE SÍTIO Fazendo Filmes Curtíssimos: Ementa: A Oficina Fazendo filmes curtíssimos busca apresentar a produção audiovisual de curtíssima duração no contexto do cinema independente, sobretudo quanto aos aspectos que caracterizam o formato do micro-metragem. Trazendo sua apropriação como expressão artística e sua aplicabilidade no contexto cinematográfico. E realizar ainda durante o curso, um filme com duração de três minutos, pondo em prática o conteúdo da oficina. Como encerramento realizar uma exibição pública do filme finalizado. Entendendo o cinema 3D e produzindo óculos para exibições. Ementa: O curso apresenta os conceitos básicos sobre as tecnologias que envolvem o Cinema 3D e ensina a produzir os próprios óculos para assistir nesse formato, afim de incentivar a criatividade e o interesse pelo que há de mais recente no mundo cinematográfico, principalmente das animações, como forma de entretenimento e educação. Público Alvo: Crianças à partir dos 7 anos de idade, e demais jovens e adultos interessados pelo tema. Número máximo de 25 alunos por turma. Proposta da atividade para cada encontro: 1º encontro - Apresentar a evolução dos conceitos de Cinema 3D, proporcionando a experiência de assistir filmes nesse formato Mostrar, em PowerPoint, a origem e o funcionamento do Cinema 3D, e produzir um óculos para, no final, assistir a exibição de um filme curta-metragem em formato 3D. Será produzido um óculos do tipo Anáglifo (com lentes ciano/red), utilizando materiais de fácil acesso e baixo custo de aquisição. O uso do filme em sala de aula Ementa: Considerado um dos elementos culturais de grande importância, o cinema vem, desde o seu surgimento, transformando sonhos, apresentando realidades, contando histórias e transportando o imaginário e o não imaginário para a tela, permitindo que o expectador descubra emoções e viaje pelo passado, presente e futuro, agregando a sua vida diversão, escapismo, informação e conhecimento. A proposta da oficina é apresentar o cinema as escolas como ferramenta pedagógica que permita ao corpo docente usá-lo como função na interação entre alunos e disciplinas. É uma oportunidade para explorar a capacidade e criatividade do educando, extraindo das produções conteúdos que acresçam resultados positivos ao desempenho escolar. Palestra: as muitas possibilidades da narrativa de um filmeSinopse: as possibilidades para narrar um filme são amplas. Uma obra cinematográfica pode ser contada dentro dos padrões clássicos ou, por outro extremo, sensorial.
Durante a realização do 6º Cine Sítio, será realizado uma sessão acessível utilizando todos os recursos de acessibilidade em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, através de um filme escolhido pela curadoria e convidado pela comissão organizador, que obrigatoriamente contenha: a) Audiodescrição b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
O 6º Cine Sítio garante a presença do público em todas as suas atividades por se tratar de um evento gratuito e realizado direto nas comunidades rurais, indo até as comunidades mais habitadas e enviando transportes para trazer as pessoas da comunidades vizinhas, proporcionando assim que essas comunidades carentes de atividades públicas de cultura, possam ter acesso a esses serviços e ações. As oficinas serão oferecidas de forma gratuita à alunos das redes públicas de ensino, totalizando 48 hora/aulas.
COORDENAÇÃO GERAL FRANCISCO RAMON BATISTA NEVES é natural de Nazarezinho - PB, Fotógrafo, Cineasta, Roteirista, filmmaker. Foi estagiário do Projeto Viação Paraíba, atuando nas cidades de Condado e Montadas, circulando com oficinas de linguagem Audiovisual ministradas pelo cineasta Torquato Joel, da Universidade Federal da Paraíba. Em 2012 lançou seu primeiro filme “Fogo Pagou”, que teve seu roteiro trabalhado durante o I JABRE – Laboratório Paraibano Para Jovens Roteiristas, tendo sido premiado com a sua produção pela Pigmento Cinematográfico, participando de vários festivais de cinema pelo país conquistando prêmios. São obras suas os filmes Capela (2017), Aroeira (2018) e Seiva (2019). No JABRE, desempenhou algumas funções, tais como monitor nas edições que aconteceram em Serra da Raiz e Matureia, como aluno na cidade de Congo e na coordenação local da edição que aconteceu em Nazarezinho, em 2019. Idealizou e coordenou a Mostra de Cinema Cine Sítio (2014 - 2019), evento que se consolidou promovendo o cinema sertanejo da Paraíba em sua Zona Rural. Também é colecionador de objetos antigos, em fase de construção do Museu do Sertão. Ramon Batista também fez parte da produção do III Cine Açude Grande, em 2019. PRODUÇÃO TÉCNICA: VERUZA GUEDES é produtora cultural independente e arte educadora no sertão da Paraíba. Tem atuação como roteirista, diretora e produtora em flmes paraibanos. Tem sua base em coletivos culturais, onde atuou em festivais de música e de cinema, além de articular ações voltadas à formação cultural de forma permanente e gratuita. Acredita que a arte pode transformar vidas e luta diariamente para que isso se torne realidade. Cobertura Audiovisual e Fotográfica: Kennel Rógis é natural de Coremas-PB, Administrador por formação (UEPB), Cineasta, Roteirista, filmmaker. Gestor da produtora Gravura Filmes. Foi monitor do Projeto ViAção Paraíba (2008 - 2015), circulando pelo interior paraibano com oficinas de linguagem Audiovisual ministradas pelo cineasta Torquato Joel, da Universidade Federal da Paraíba. Em 2011 lançou "Travessia" documentário aprovado no Edital Microprojetos Mais Cultura para o Semiárido Brasileiro - Governo Federal, participando de vários festivais de cinema pelo país. idealizou e coordenou o Festival Curta Coremas (2011 - 2016), evento que se consolidou como um dos maiores festivais de cinema do Nordeste. Em 2013 lançou o curta metragem "Sophia", sendo exibido em importantes festivais nacionais e internacionais e tendo conquistado mais de 30 prêmios, entre eles o Troféu Cine França Brasil de Melhor Curta Nacional 2014, no Curta Brasília, o qual lhe rendeu o convite para uma sessão especial na Cinemateca Francesa, em Paris (2015) e na Universidade Bielefeld, na Alemanha. Trabalha também na cobertura audiovisual de eventos e festivais de cinema pelo Brasil. Instrutor da oficina CINEMANDO -Teoria e Prática, com aulas de realização cinematográfica para leigos e profissionais, levando a possibilidade do cinema quanto expressão das culturas, desejos e identidades dos participantes. Oficineiros e Palestrantes: Adilson Barros Soares - Licenciado em Computação e Bacharelado em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). MBA em Gestão de Empreendimentos Inovadores pela Universidade Federal de Campina Grande. Fundador e Administrador da empresa WINGS Soluções Tecnológicas. Acumula cinco anos de experiência docente, tendo atuado até julho de 2009 como professor de Informática Educativa do Colégio Imaculada Conceição (Damas), em Campina Grande-PB e, instrutor de informática do curso TECINFO, na Escola Virgem de Lourdes (Lourdinas), em Campina Grande-PB. Realizou, na função de Coordenador Geral, o XXVI Congresso Nacional dos Estudantes de Computação e a IV TEIA Paraibana dos Pontos de Cultura. Possui amplos conhecimentos em Software Livre, incluindo também o desenvolvimento de aplicativos nestas plataformas. Possui mais de 500 horas de participação ativa em congressos, seminários, feiras e eventos relacionados à área de tecnologias da informação ocorridos em diversos estados do Brasil. Entusiasta da área de audiovisual, atuando como realizador e produtor de filmes para cinema profissional. Instrutor de Oficinas de Fotografia e de Oficinas de Edição de Filmes para Cinema, realizadas na Rota Cultural Caminhos do Frio, entre os anos de 2013 e 2017. Atualmente compõe o colegiado da Rede Paraibana dos Pontos de Cultura e é membro permanente da Subcomissão de Legislação da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC). Marcelo Quixaba é diretor de fotografia, roteirista e oficineiro freelancer. Há quatro anos trabalha com a oficina “Fazendo filmes curtíssimos”, que tem como objetivo a realização de filmes de 3min. Ainda no campo da formação coordenou duas edições do projeto “Janela do mundo”, curso de 150 horas/aula, que resultou nos curtas-metragens “O som do aboio – 2012” e “Amargo da cana – 2016”. Roteirizou “O Lendário...”, colaborou no roteiro do longa “Desvio de conduta” de Arthur Lins. No curta “Irmã Lira” coroteirizou com Carine Fiúza e Paulo Phelippe. Como fotografo fez os curtas “Lula Barreto” (2012), “Lex Taliones” (2013), “O Lendário escritor de frases de biscoito da sorte” (2014) e “Capela” (2014), “Cena” (2015) e “Aroeira” (2016). Ainda em 2016 dirigiu a fotografia de dois documentários para o Cine Brasil TV sob direção de Rodrigo Campos e Hilton Lacerda. No ano de 2017 dirigiu a fotografia do videoclipe “Autopistas” de Chico Cesar sob direção de Carlos Dowling e dos curtas “Coletivo de multidão”, “Moagem” e “Vento frio” este ultimo dirigido por Taciano Valério. No Canal Futura fez o documentário “Odu Pupa” dirigido por Carine Fiúza. Orlando Junior - Jornalista, Radialista, Relações Públicas e Produtor Cultural. Idealizador do projeto Paraíba Cine Senhor, que percorre cidades com oficinas de realização audiovisual e no final os alunos realizam filmes que enfoquem histórias desses municipios! Produtor na Região Nordeste do projeto Cinema em Movimento, que leva filmes nacionais para comunidades sem acesso a salas de exibição. Produziu durante tres edições na Paraiba a Mostra de Cinema e Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos. Fez a assessoria de imprensa de diversos filmes paraibanos como O Olhar de Zezita, A Canga, O Meio do Mundo e Passadouro, entre outros. Atualmente esta a frente do projeto Cine Transformar, desenvolvido pelo Governo do Estado da Paraíba, através da Secretaria de Desenvolvimento Humano e da FUNDAC (Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente) cujo objetivo o cinema como ferramenta educativa para jovens que estão cumprindo medidas socioeducativas. Torquato Joel – roteirista e diretor de cinema, formado em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), estudo cinema na Association Varan de Paris (França) e no Atelier de Cinema Direto da UFPB. Tem alguns de seus filmes premiados em festivais nacionais, em destaque: Passadouro (19 prêmios em festivais, incluindo melhor filme, fotografia e direção no Festival de Gramado), Transubstancial (15 prêmios, incluindo o premio da crítica no Festival de Brasília) e À Margem da Luz (14 prêmios), entre outros. Alguns de seus filmes foram selecionados para festivais internacionais como Roterdã (Holanda) e Huesca (Espanha) e Santa Maria da Feira (Portugal). Realizou seu primeiro longa, Ambiente Familiar, que entrou em circuito comercial em 20 capitais e grandes cidades brasileiras. Em fase de finalização, o segundo longa, Corpo da Paz. Foi editor do fanzine de cinema A Tela Demoníaca. É coordenador dos projetos Viação Paraíba e Laboratórios Jabre.
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