| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07358761000169 | GERDAU ACOS LONGOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 528,0 mil |
| 01582075000190 | RIO GRANDE SEGUROS E PREVIDENCIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 144,3 mil |
| 92702067000196 | BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA | 1900-01-01 | R$ 110,0 mil |
| 92934215000106 | BANRISUL SOLUCOES EM PAGAMENTOS S.A. - INSTITUICAO DE PAGAMENTO | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
Projeto Festival Cinemateca Paulo Amorim 2020 apresenta especialmente o custeio das mostras temáticas de difusão de conteúdo cinematográfico nacional e latino americano. Prevê também sessões de acessibilidade, sessões especiais para público infanto-juvenil, estudantes e professores, e três atividades paralelas de formação: Oficina de realização audiovisual para crianças de comunidades carentes, Curso de História e Linguagem do Cinema e o Programa escola de Cinéfilos, bem como melhorias e aquisição d equipamentos por economicidade das Salas Norberto Lubisco e Paulo Amorim, complexo integrante da Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL Realizar o Festival Cinemateca Paulo Amorim, custeando as atividades de difusão da cinematografia nacional desenvolvidas no calendário do segundo semestre de 2020, na Cinemateca da Casa de Cultura Mário Quintana, mostras, sessões com acessibilidade e ações formativas culturais, visando a qualificação da programação regular de exibição das salas Norberto Lubisco e Paulo Amorim, bem como a ampliação e formação de público e a melhoria das instalações e equipamentos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Promover 13 mostras temáticas entre julho e dezembro de 2020 - Memória do Cinema Gaúcho/ Ciclo Cinema em Campo/ Clássicos dos anos 1970/ Mostra de filmes do Festival de Cartagena / Mostra de filmes de festivais do Mercosul/ Mostra de filmes da Lusofonia/ Mostra Heróis Gaúchos/ Mostra de filmes dos Balcãs/ Mostra Semana da Criança _ Cine Caramelo/ Mostra A Música no Cinema/ Mostra Feira do Livro/ Mostra do Mês da Consciência Negra/ Retrospectiva do cinema gaúcho na década de 2010 - e um Seminário em homenagem a Jean-Claude Bernardet; - Promover o Ciclo Quintanhinha com 16 sessões educativas e de formação cultural voltadas para alunos e professores de escolas públicas; - Promover 2 atividades especiais de formação cultural prolongada, uma oficina de de linguagem de cinema e realização audiovisual para crianças de periferia, com atividades na sala de cinema e na comunidade, durante 30 dias; e outro de História e Linguagem do Cinema, semanal, com 60 horas; - Promover 6 sessões com acessibilidade (libras, legendagem e audiodescrição), contemplando filmes da produção gaúcha e brasileira; - Promover o conjunto de atividades do Programa Escola de Cinéfilos, espaço de formação de platéia e experiência cinematográfica, incluindo sessões de cinema com 15 filmes, debates e a distribuição gratuita de material didático impresso, sendo este uma apostila; - Editar e imprimir apostila educativa para distribuição aos estudantes e professores beneficiados pelas ações educativas e de formação cultural.
A Cinemateca Paulo Amorim é formada por três salas públicas de cinema _ Sala Paulo Amorim, Sala Norberto Lubisco e SalaEduardo Hirtz _ tendo a sua programação voltada para filmes não alinhados com o circuito comercial, constituindo-se num localprivilegiado para os apreciadores do cinema-arte. Ao longo do ano, são promovidas cerca de mil sessões, a preços acessíveis. Oobjetivo deste projeto é dar continuidade ao trabalho de qualificação da programação, com um extensoprograma mostras e de sessões gratuitas, acessíveis, formativas e educativas. Em 2018, a Cinemateca Paulo Amorim executou pela primeira vez um Plano Anual com financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura, tendo tido como resultado muito importante a ampliação de seu público e a melhoria de suas instalações e equipamentos. Em 2019, em que pese tenha sido aprovado um novo projeto de Plano Anual, o mesmo teve captação insuficiente para a sua execução. Retomado o interesse dos patrocinadores neste início de 2020, a direção da Associação de Amigos da Cinemateca decidiu propor este projeto, a fim de se qualificar para receber aporte de patrocinador e executar a parte da programação prevista para o segundo semestre do ano, a partir de julho. O presente projeto tem como OBJETO PRINCIPAL A DIFUSÃO DO ACERVO AUDIOVISUAL BRASILEIRO, se enquadrando no artigo 1º, Incisos VIII e XIX, da Lei 8.313/91, quais sejam: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal,formadores e informadores de conhecimentos, cultura e memória" e "priorizar o produto cultural originário do país" e, no artigo18, parágrafo III, alínea f, na forma legal a seguir descrita: "as doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere oparágrafo 1º do artigo 18, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: ...f) produção de obras cinematográficas de curtae média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual (incluída pela medida provisória nº 2228-1, de 2001)". A exemplo do Plano Anual de 2018, o projeto para o financiamento do Festival Cinemateca Paulo Amorim contendo mostras temáticas a serem realizadas ao longo do segundo semestre de 2020 valoriza as sessões de formatvas e de acessibilidade, cria oportunidades formativas para o audiovisual, amplia o número de mostras organizadas pelos programadores da sala e ainda propõe a execução de melhorias e aquisição de equipamentos para as instalações das Salas Norberto Lubisco e Paulo Amorim, o que se realiza neste formato (melhorias e aquisição de projetor, por exemplo), por uma questão de economicidade, uma vez que a locação dos mesmos para o total de mostras a se realizarem custaria mais caro que a sua aquisição. Em 2020, a Associação de Amigos da Cinemateca no intuito de continuidade às ações desenvolvidas e por isso propõe à SEFIC o financiamento deste projeto através da Lei 8.313/1991. Os principais itens colocados na planilha de custos se referem à programação de mostras temáticas planejadas para enriquecer a programação regular das salas de exibição, às necessidades para o acolhimento de diretores artistas e realizadores de todo o país em Porto Alegre e para a realização regular de sessões acessíveis e de um programa educativo com 16 sessões para estudantes e professores no segundo semestre do ano letivo, entre agosto e novembro. Essa proposta de Plano Anual também inclui itens relacionados à qualificação de duas das três salas do complexo, como reforma dasinstalações elétricas, climatização, substituição de poltronas, sinalização, carpetes e pinturas, itens necessários para a boa qualidade da execução dos objetivos do projeto. Salientamos que os valores relacionados a estes itens de obras e equipamentos são minoritários no compto geral da planilha, sendo a ênfase principal a difusão do acervo cinematográfico brasileiro. No que se refere à aquisição de equipamentos, inseridos nos custos de Festival/Mostra, todos se justificam por uma questão de economicidade, uma vez que sua locação implicaria num gasto maior do que o da aquisição, contribuindo-se ainda, desta forma, para a qualificação das salas como um legado do projeto que beneficiará outros públicos futuros, não previstos neste projeto. As condições atuais da sala, para a realização do FESTIVAL com a qualidade e excelência necessária, impõe a qualificação dos equipamentos como uma medida indispensável. O complexo de salas da Cinemateca é parte da consagrada Casa de Cultura Mário Quintana, equipamento público dotado de umasérie de outros serviços culturais e que realiza intensa programação artística ao longo do ano. O edifício funcionou, antes de setransformar em centro cultural, como sede do nobre Hotel Majestic, onde o poeta Mário Quintana morou até o fim de sua vida.Contando com recursos do orçamento da Secretaria de Estado da Cultura, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, aCinemateca conta com os meios básicos para manter sua programação regular e inclusive com uma equipe de servidores públicosque ali desempenham algumas das funções essenciais. Contudo, estes recursos públicos estaduais não são suficientes para a qualificação da sua programação. Por esta razão, a Associação de Amigos da Cinemateca, responsável pela gestão das salas de projeção, decidiu empreender mais este projeto a fim de buscar os benefícios da Lei Rouanet, e desse modo o apoio de patrocínio cultural, para que possa assegurar à população um serviço de excelência e de pleno acesso à produção audiovisual brasileira e à fruição e frequência às salas de cinema.
Não se aplica.
1- Ao conteúdo: O Festival Cinemateca Paulo Amorim 2020 pretende promover 6 sessões especiais de acessibilidade ao conteúdo audiovisual, 1 a cada mês, de julho a dezembro de 2020, contemplando a produção gaúcha e brasileira. A partir da instituição da Lei Federal nº 13146/2015, Lei Brasileira de Inclusão, e da Instrução Normativa da Ancine nº 128/2016, tanto as produtoras quanto os exibidores vêm se preparando para tornar a programação das salas de cinema acessível a todos os públicos, através dos recursos de audiodescrição, legendas descritivas e Libras. Entendemos que atender às exigências legais representa apenas o primeiro passo para que o público se configure de forma diversificada e se sinta contemplado em suas necessidades e vontades. Pensando nisso, desenvolveremos uma proposta de programação que atenda a todos os públicos de forma inclusiva, com exibição de filmes longas-metragens brasileiros com os recursos comunicacionais de audiodescrição, legendas descritivas ( ou Legendagem para Surdos e Ensurdecidos) e Libras. Esta programação específica tem o objetivo de tornar mais conhecidos esses recursos e contribuir para a formação de uma nova platéia do cinema nacional, ao divulgar e apresentar obras audiovisuais que permitem a participação de todos. Importante destacar que é uma programação para todos os públicos, pois os recursos de acessibilidade devem ser disponibilizados a todas as pessoas que desejarem fazer uso deles, não se limitando apenas a pessoas com deficiência. O projeto completo prevê a exibição gratuita de um longa-metragem com recursos de acessibilidade por mês, durante 6 meses, sempre no 3º sábado do mês, sendo os recursos em modalidade aberta, ou seja, para todos os espectadores presentes na sala de cinema. 2 – Ao espaço físico: Além da programação, as salas de cinema ficam no andar térreo da Casa de Cultura Mário Quintana, no centro Histórico de Porto Alegre. Todas as três salas que compõem a Cinemateca têm acesso por rampa e espaço especial para cadeirantes.
1- O conjunto de atividades que constitui a programação do Festival Cinemateca Paulo Amorim 2020 prevê 13 mostras, 6 sessões acessíveis, 16 sessões de formação de platéia para alunos de escolas públicas, e ainda 2 atividades especiais de formação cultural prolongada e um conjunto de atividades do Programa Escola de Cinéfilos que trabalhará 15 títulos. Toda a programação deve acontecer nas salas da Cinemateca Paulo Amorim - Sala Paulo Amorim, Sala Norberto Lubisco e Sala Eduardo Hirtz. A programação total proposta, para além daquela oferecida continuadamente nas salas que compõem a Cinemateca, somam 169 sessões de cinema gratuitas, somente nas mostras. 2- Descrevemos no tópico “Acessibilidade”, a programação mensal, uma sessão por mês, 6 sessões no total, com audiodescrição, legendas descritivas e Libras, focada no público de pessoas com deficiências. 3- Como “Contrapartida Social” , conforme art.22 da IN 02/2019, estão previstas ações formativas culturais, no caso o Ciclo Quintaninha e a Escola de Cinéfilos. O Ciclo Quintaninha terá 4 sessões mensais, de agosto à novembro, num total de 16 sessões. A platéia será formada por estudantes oriundos das escolas públicas da região metropolitana de Porto Alegre, em uma média de 40 alunos por sessão. O programa vai oferecer, conforme agendamento das escolas, títulos com temáticas para serem trabalhadas previamente em sala de aula. Para isso a equipe da Cinemateca e um produtor fará o contato com as escolas, organizando uma agenda diversificada e abrangente, em termos das escolas das redes estadual e municipal de Porto Alegre. Serão oferecidos além da entrada gratuita, transporte em ônibus fretado. Nestas sessões se estimam plateias de 40 pessoas cada um, perfazendo um público total de 640 pessoas. Já a Escola de Cinéfilos pretende ser um espaço de formação de platéia e experiência cinematográfica para quem aprecia o cinema ou pretende se aprofundar no assunto. A programação gratuita, contempla sessões de filmes relevantes na história do cinema e debates posteriores, com material de apoio. Serão exibidos 15 filmes, para turmas de 25 pessoas previamente inscritas. 4 - Como medida complementar no âmbito da “Ampliação de Acesso”, nos termos do inciso V, artigo 21 da IN 02/2019 e para além do Ciclo Quintaninha, estão previstas 2 atividades especiais e gratuitas que acontecerão paralelas à realização do Festival: Oficina de realização audiovisual para crianças de comunidades carentes O ator e roteirista Zê Leão, do Amazonas, desenvolve um curso de linguagem do cinema e realização audiovisual para crianças da periferia, com atividades na sala de cinema e na própria comunidade. * Duração de um mês. Curso de História e Linguagem do Cinema A professora e crítica de cinema Fatimarlei Lunardelli apresenta um curso de 30 aulas (cada uma com duas horas de duração) sobre cinema internacional, desde sua origem aos dias atuais, nos aspectos estéticos, técnicos e industriais. Com certificado. * Sessões semanais, em dia a definir 5 - A Cinemateca é o espaço mais antigo e tradicional no circuito de salas culturais de Porto Alegre – são três décadas de atividades. O público da Cinemateca Paulo Amorim tem um perfil específico, que é o do frequentador fiel e que busca alternativas ao circuito comercial e de blockbusters. Muitos frequentadores moram no Centro Histórico mesmo, onde está localizada a Casa de Cultura Mário Quintana, sede da Cinemateca Paulo Amorim, mas há também aqueles que vêm de outros bairros em busca dos títulos diferenciados. Atualmente, o público é de cerca de 60 mil espectadores por ano.
EQUIPE PRINCIPAL DO FESTIVAL: MONICA KANITZ - Coordenadora de curadorias e das mostrasJornalista, com formação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Sempre trabalhou na área cultural, com atuações naeditoria de cultura do JOrnal do Comércio e Metro Jornal Porto Alegre. Há sete anos, é programadora da Cinemateca PauloAmorim, um dos principais cinemas de arte de Porto Alegre e ligada a Secretária da Cultura do RS. Presidente da Associação deCríticos de Cinema do RS (Accirs) por duas gestões, no período 2011-2015. Membro da Abraccine (Associação Brasileira de Críticosde Cinema). ADRIANE DE ARAÚJO ROSA - Coordenação e gestão financeira da Associação Amigos da Cinemateca Paulo Amorim e responsável por esta área no FestivalContadora da Associação de Amigos da Cinemateca Paulo Amorim - Bacharel em Ciências Contábeis, graduada pela UFSM(Universidade Federal de Santa Maria/RS), Especialista Tributária, Pós-graduação em Gerência da Produção, atuação comoAuditora Externa em empresa de auditoria com registro no PCAOB (EUA) e na CVM (Brasil) nas áreas Tributária, RH e Contábil, emclientes de grande e médio porte, com atividades de indústria, comércio, serviço, inclusive terceiro setor. VITOR ORTIZ - Gestão Cultural do Festival Vítor é gestor cultural com larga experiência na área pública e privada. Foi secretário de cultura em Viamão e Porto Alegre entre 1997 e 2003. Neste período, integrou o grupo redator da Agenda 21 da Cultura, documento de referência internacional para as políticas locais do setor, hoje traduzido para mais de 20 idiomas. Criou o Fundo Municipal de Cultura de Viamão e foi conselheiro do FUMPROARTE, em Porto Alegre. Entre 2004 e 2007 foi diretor da FUNARTE, no Rio de Janeiro, onde coordenou o processo de implantação das Câmaras Setoriais de Teatro, Dança, Música e Artes Visuais. Entre 2008 e 2009 foi secretário de cultura de São Leopoldo, onde criou o Programa REVITA junto com professores e técnicos da Unisinos. Por dois anos, entre 2011 e 2012, foi Secretário-Executivo do Ministério da Cultura e Ministro Interino em diversas ocasiões. No MinC, coordenou a elaboração e execução do projeto orçamentário anual do Ministério para os anos de 2012 e 2013. Desde 2017, é um dos coordenadores da Virada Sustentável POA, sendo o responsável também pela elaboração dos projetos da Virada em São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e Salvador. É formado em História pela UFRGS com extensão em gestão cultural pelo OPC (Observatoire de Politiques Culturelles de Grenoble/França). DENISE VIANA PEREIRA - Gestão Cultural do Festival Com experiência de 20 anos de atuação na gestão cultural, no setor público e privado, Denise foi Diretora de Economia da Cultura, da Secretaria de Cultura do RS, de 2011 a 2014, tendo dado início à estruturação desse setor, e à implantação do Fundo de Apoio àCultura no Estado. Foi ainda em 2013 que o FAC teve seu maior investimento até hoje – mais de R$ 10 milhões anuais em editais - e o Programa RS Criativo foi lançado para estimular o setor criativo. De 2006 a 2010 atuou na Representação Regional Sul do extintoMinistério da Cultura, tendo sido membro integrante da Coordenação da II Conferência Nacional de Cultura, realizada em Brasília em março de 2010 que reuniu em torno de 2 mil pessoas e elencou entre quase 800 propostas, 32 prioridades para a área. Denise é formada em Publicidade e Propaganda (UFRGS/1991) e atuou nos anos 90 na área de produção de comerciais de rádio e TV. Em seu currículo dois cursos de especialização: Economia da Cultura (Faculdade de Economia/ UFRGS, 2010) e Teoria de Jornalismo eComunicação de Massas (Famecos/PUC-RS, 1998). Desde 2015, através da De Cultura, é uma das organizadoras da Virada Sustentável Porto Alegre, gerente de projetos da Liga Produção Cultural e presta serviços de assessoria e consultoria para outros projetos e instituições.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.