Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Projeto híbrido de teatro, dança e palhaçaria "Os Sapatinhos de Antonieta"prevendo sua circulação em espaços públicos e educacionais, bem como a realização de debates após as apresentações e oficinas formativas em artes integradas (jogos de criação em dança, teatro e circo).
SINOPSE DO ESPETÁCULO: Os palhaços Birota e Desolê encontram os sapatinhos da avó Antonieta, guardados e esquecidos no baú das recordações, que os levam em uma viagem por memórias que permeiam sonhos, dificuldades e alegrias durante o ciclo da vida. SINOPSE DA EXPOSIÇÃO: Exposição de imagens e vídeos da circulação do espetáculo "Os Sapatinhos de Antonieta" pelos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.
OBJETIVO GERAL: Este projeto tem como objetivo geral a finalização e circulação do espetáculo híbrido de teatro, dança e palhaçaria "Os Sapatinhos de Antonieta" tendo com tema central o idoso e público-alvo crianças e adolecentes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Conclusão da dramaturgia e levantamento do espetáculo "Os Sapatinhos de Antonieta". - Circulação do espetáculo com 19 apresentações gratuitas com 50 minutos de duração nas cidades de São Paulo (SP), São Caetano do Sul (SP) e Rio Grande (RS) - Realização de uma roda de conversa sobre o espetáculo e o tema abordado após cada apresentação. - Realização de uma exposição fotográfica com publico estimado de 200 pessoas. - Oferecimento de contrapartida formativa articulando o caráter híbrido da proposta (dança, teatro, performance e palhaçaria) para estudantes da rede de ensino pública das cidades que receberão o espetáculo.
A Lei de Incentivo à Cultura é uma importante ferramenta para o fomento à cultura nacional, sendo assim, este projeto pleiteia recursos de incentivo fiscal para promoção de obra artistica na área da dança. Trata-se de um projeto com relevância para pleitear recursos da Lei. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. Este projeto se justifica tendo em vista vários aspectos de valores sociais e culturais. A ideia se desenvolveu a partir da pesquisa e o histórico familiar dos criadores-intérpretes em relação à palhaçaria e na intenção de homenagear suas respectivas avós. O Coletivo Híbrido propõe então discutir, sobretudo, a valorização do idoso e seu reconhecimento como patrimônio vivo. Todo o projeto de criação e circulação do espetáculo "Os Sapatinhos de Antonieta" se propõe a investigar características sensíveis do envelhecimento utilizando-se da fusão de linguagens artísticas para falar de temas delicados como a perda de habilidades motoras e intelectuais, sempre valorizando a história pessoal nessa fase da vida, a velhice. A intenção do projeto é amadurecer a investigação sobre o tema do idoso por meio da palhaçaria, uma vez que percebemos as semelhanças entre essas duas formas e entendemos a potência do espetáculo para o público infanto-juvenil, que, em um futuro próximo, além de lidar com o processo de envelhecimento dos seus avós e pais, também viverá seu processo pessoal. O contexto atual é de inversão na pirâmide geracional e em vinte anos haverá um número maior de idosos que de jovens na sociedade brasileira. É uma reflexão que traz a importância para o cuidado, entendimento e atenção do idoso. O Coletivo Híbrido preocupa-se em despertar, principalmente nos jovens, a consciência e valorização da história de vida do idoso, já que percebemos a sua exclusão e marginalização na sociedade. Buscamos ressaltar a importância do resgate da referência familiar, bem como da herança emocional e ancestralidade na perpetuação da sabedoria de uma cultura por meio da transmissão e incorporação dos saberes passados de geração em geração. É necessário manter viva as tradições e histórias que reforçam os laços familiares, na tentativa de ter uma relação mais consciente e consistente entre as gerações.
Os espetáculos terão duração de 50 minutos. PROPOSTA DE ENCENAÇÃO A encenação proposta pelos netos-intérpretes-criadores agrega os jogos de improviso da dança contemporânea, teatro e palhaço, tendo na comicidade o fio condutor do espetáculo. As cenas resultantes desse processo contam histórias por meio da linguagem verbal e não verbal - podendo valer-se de recursos cênicos como adereços, perucas, luz e sombra entre outros que surgirem durante o processo de criação - como inserções em um plano de memórias apresentados na qualidade de números circenses e sapateado (metáfora com os sapatinhos), e que de maneira não linear, compõem a ideia de ciclo da vida. O trabalho de corpo e voz pesquisado durante o desenvolvimento, está diretamente ligado à reflexão sobre o material e imaterial, ou seja, forma e conteúdo simbolicamente representados pelo ambiente ora nostálgico, ora onírico que a concepção de cenário traz. Nesse universo minimalista em que a relação com objetos de cena dialoga com os sentimentos de ausência e presença, a medida que as cenas acontecem, ganha cor e camadas de profundidade dados pela interação com o novelo de lã no desenrolar das cenas, na construção da instalação do espaço que acontece na medida que o espetáculo progride. A elaboração das cenas encontra-se em processo de experimentação e por esse motivo não estão aqui apresentadas. CONCEPÇÃO DE CENÁRIO A concepção para o cenário é criar um espaço minimalista, onírico, lúdico e nostálgico por meio de uma instalação de ferro, arame e novelos de lã vermelha. A ideia é dialogar com presença/ausência, materialidade/imaterialidade, tempo e espaço de maneira poética e simbólica, tendo em vista o olhar fantasioso do palhaço. O projeto é inspirado em artistas como o designer Andrea Mancuso, a arquiteta Emília Serra, e os artistas Martin Senn, Clea Lala e Fritz Panzer. O ferro e o arame esculpem no espaço os contornos tridimensionais dos objetos de cena, lâmpadas, máquina de costura, telefone, roupas, cadeiras, e tudo o que for necessário para contar uma história ou lembrança criando a atmosfera do ambiente. As esculturas dispostas no espaço fazem alusão aos desenhos animados e livros de histórias em quadrinhos, entre o real e o sonho, e dialogam com a ludicidade e o universo do palhaço. São armações que representam a estrutura base de um objeto, e por serem vazadas trazem a sensação de vazio. Uma metáfora para a contribuição que os avós podem ter na formação da estrutura física e emocional de uma pessoa, assim como a sensação de ausência e saudade que deixam ao partirem. Os novelos de lã, que no imaginário pertencem as mãos hábeis das avós no tricô e crochê, como de fato era para Antonieta e Maria Eliza, na cor vermelha transmitem significados pertinentes na dramaturgia do espetáculo. Representam o fio condutor que costura as histórias, dialogando com o espaço e objetos de arame e ferro, preenchendo os, trazendo cor e volume para espaços vazios e ressignificando a ausência. Também compõem o cenário fios de neon que passam entre os outros elementos para localizar a conexão “internet”. Usaremos celular para abordar mídias sociais, a fim de cenograficamente estabelecer redes de comunicação com o público jovem. Alguns materiais são facilmente adquiridos, como o arame, o neon e o novelo de lã. Para as estruturas de ferro pretendemos reaproveitar móveis usados, suportes e carcaças encontradas em ferro velho, e se necessário, produzi-los. CONCEPÇÃO DE FIGURINO Tendo como inspiração o ciclo de vida e as narrativas das avós Antonieta e Maria Eliza, o figurino apresenta na mistura de padrões, texturas, estampas e cores a representação da essência de suas personalidades, das histórias contadas, gravadas e transformadas nas lembranças dos criadores-intérpretes Mariana Gabriel e Diego Mejía. A busca de tecidos, modelos e desenvolvimento do figurino dá-se pela relação do estudo de referências das avós como vídeos, fotos, objetos pessoais, com as da criação dos palhaços Desolê (Diego Mejía) e Birota (Mariana Gabriel), procurando um produto de fusão entre elas, refletindo o quanto de informações e alusões cada ligação familiar tem. É uma homenagem delicada e sensível a esses laços, e uma metáfora para manifestar quão profundas e enraizadas no corpo essas relações podem ser. Dentro de uma perspectiva contemporânea, pensada na relação entre as linguagens da dança, teatro e palhaço, procuramos um resultado híbrido, que tenha em vista as necessidades práticas da cena e do movimento, assim como revele as influências que tangenciam esses corpos. Para isso, propomos que, de maneira figurativa, cada tecido, dê forma as pequenas representações de lembranças e histórias. Os materiais utilizados serão roupas ou acessórios pessoais das avós e dos criadores-intérpretes, outras obtidas em brechós, ressignificadas e incorporadas ao figurino, e uma parte confeccionada. Contudo, buscando manter a característica de Desolê e Birota, palhaços jovens que corporalmente se transformam em idosos durante as cenas, serão incorporados aos figurinos acessórios como tênis colorido com meias soquetes para Birota, além de coletinho que lembra corselete por cima do figurino, e Desolê usará boné e coturno. Estas escolhas se justificam pela intenção de provocar identificação das personagens com o público jovem.
O projeto atenderá ás normas de acessibilidade, para tanto todas as apresentações e atividades acontecerão em espaços que atendam as normas e leis vigentes no país no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, nos termos da Lei n° 13.146, de 6 de julho 2015 segundo a qual é instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando a sua inclusão social e cidadania e ainda conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. APRESENTAÇÕES: ACESSIBILIDADE FÍSICA: banheiros, rampas ACESSIBILIDADE VISUAL: não se aplica ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras EXPOSIÇÃO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: banheiros, rampas ACESSIBILIDADE VISUAL: audiodescrição ACESSIBILIDADE AUDITIVA: não se aplica OFICINAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: banheiros, rampas, guias tãteis ACESSIBILIDADE VISUAL: linguagem oral ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras
Atendendo ao Art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto prevê em relação aos produtos cadastrados: Apresentação cênica e exposição de imagens: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
FICHA TÉCNICA Administração do Projeto: Performarte Direção artística: Kathya Godoy Intérpretes-criadores: Diego Mejía e Mariana Gabriel Iluminador/operador de som: João Delle Piagge Cenotécnico /contraregra: Márcio Santiago Cenógrafo: Thiago Zanotta Figurinista: Diego Mejía Produtor: Brunner Assistente de produção: Pedro Falco Registro de imagem: Ricardo Kobayaski PerformArte – Artes Cênicas e Ensino de Dança LTDA, empresa representada pela Profª Drª Kathya Maria Ayres de Godoy. Atualmente se compõe de três núcleos a saber: cursos de formação (parceria com Associação Pró-Dança e SESC São Paulo); Assessorias e consultorias (para instituições e empresas) e produção de espetáculos, por meio do Coletivo Híbrido. O Coletivo Híbrido foi criado em 2019, com a proposta de integração de diversas linguagens artísticas, uma vez que seus componentes possuem formação em dança, teatro, cinema, artes visuais, circo e performance. Trabalham juntos a dez anos no grupo de dança – IAdança e são membros do Grupo de Pesquisa Dança, Estética e Educação (GPDEE) que se vincula ao Instituto de Artes da UNESP. Esses anos de pesquisa e produção artística garantiu prêmios e fomento da CAPES, FAPESP e MINC. O primeiro projeto do grupo “Ensaio sobre a Velhice” já foi encenado no Piccolo Theatro para o público infanto-juvenil e para o público adulto, entre outros lugares. Kathya Godoy é bailarina e coreógrafa formada pela Escola Municipal de Bailados e Royal Academy of London, atuou no Corpo de Baile do Teatro Municipal de São Paulo; Graduada em Educação Física; Mestre em Psicologia da Educação e Doutora em Educação pela PUC/SP. Diretora artística do Grupo de Dança do TUCA (1990-2003); Integrante criadora do CAC – Centro de Artes Cênicas do TUCA; Diretora geral do Encontro Internacional Tuca de Dança, Mostra infanto-Juvenil entre outras Mostras nacionais e internacionais (1990-2006). Professora aposentada do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista – UNESP (2019). Coordenou os Cursos de Graduação em Artes Cênicas. Membro fundadora e coordenadora geral da Universidade Aberta à Terceira Idade – UNATI (2001-2019), composta de 20 Núcleos Locais nos campi da Unesp do interior paulista com mais de 5000 idosos, Diretora artística do IAdança - Grupo de Dança da Unesp (2005 a 2018). Diretora de corpo e movimento da Ópera Dido & Aeneas de Henri Pucell (2012) e do musical Celebration Service junto a Fundação Fulbrigth (2011); Direção Cênica da opereta A Hand of Bridge (2015); Direção artística de várias peças teatrais como Inspetor geral, Mahagonny, Isso não é um cachimbo, Merlin ou a terra deserta (2010-2017); Lidera o Grupo de Pesquisa Dança: Estética e Educação certificado pelo CNPq (2006- 2019). Coordenou o Núcleo São Paulo - do Projeto Mapeamento Nacional da Dança patrocinado pelo MINC (2015). Homenageada em cerimônia pública como bailarina solista por sua contribuição para a Dança na cidade de São Paulo, no Teatro Sergio Cardoso em 2019. Autora de livros sobre ensino e pesquisa em dança. Mariana dos Reis Gabriel é cineasta, jornalista, atriz e palhaça. Diretora do curta-metragem “Iara do Paraitinga”, dos documentários “Circo Paraki” (co-direção com Priscila Jácomo e Eduardo Rascov), contemplado no Prêmio Funarte Petrobrás e Carequinha de Fomento ao Circo e ProAC de 2011, ambos na categoria pesquisa, “Mar Português” (gravado em Lisboa, uma realização da ESPN Brasil) e “Minha avó era palhaço” (direção com Ana Minehira), contemplado no Prêmio Funarte Carequinha de 2014. Hoje retoma a história de sua família materna, a família Alves, do Grande Circo Guarany, com a pesquisa “Os Caminhos do negro João Alves por esse país de Meu Deus - entre lonas, serragens, picadeiros e palhaçadas”, contemplado pelo Itaú Rumos 2018. O projeto prevê a finalização do filme e publicação de livros. O documentário “Minha avó era palhaço” há 3 anos do lançamento, esteve em 11 estados brasileiros e também em Brasília, foram 130 exibições até o momento, em festivais de circo, festivais de teatro, centros culturais, escolas, Fábricas de Cultura de SP, Universidades, unidades do SESC, integrou por 2 anos a programação do SESC TV, participou de cinco eventos em Guadalajara no México, entre eles o Festival Internacional de Circo y Chou – FICHO e na FIL – Feria Internacional Del Libro de Guadalajara e mais recentemente em abril de 2019, em Buenos Aires, no FITLÂ – Festival Itinerante de Teatro Latino-Americano Âmbar. É pesquisadora do GPDEE - Grupo de Pesquisa – Dança: Estética e Educação, sob a coordenação da Prof ª Dr ª Kathya Maria Ayres de Godoy no IA UNESP (Instituto de Artes da Unesp). Nesse momento realiza pesquisa e produção de propostas cênicas de teatro físico e palhaço junto ao coletivo Híbrido. Diego Mejía é Licenciado em Artes com Habilitação em Dança, pela Faculdade Paulista de Artes (FPA/SP), ator, bailarino, palhaço e figurinista com formação multidisciplinar que inclui também o bacharelado em Artes Visuais na Fundação Universidade do Rio Grande (FURG/RS). Integrou grupos como São Paulo Companhia de Dança (SPCD/SP), Balé do Teatro Guaíra (PR), e DeAnima Ballet Contemporâneo (RJ). Se apresentou como convidado representante do Brasil no Festival Internacional de Dança de Miami, com coreografias de William Forsythe e Roberto de Oliveira. Atuou como ator em peças de teatro infantil e adulto e musicais da Broadway em São Paulo. Participou de curtas e longa metragens, óperas e operetas, nas funções de bailarino, ator, assistente de coreografia e coreógrafo. Atuou como coreógrafo residente do núcleo INcena - vinculado a PROEX – Pró-Reitoria de Extensão Universitária da UNESP e é pesquisador do GPDEE - Grupo de Pesquisa – Dança: Estética e Educação, sob a coordenação da Prof ª Dr ª Kathya Maria Ayres de Godoy no IA UNESP (Instituto de Artes da Unesp). Nesse momento realiza pesquisa e produção de propostas cênicas de teatro físico, dança contemporânea e comicidade na dança junto ao coletivo Híbrido. Thiago Capella Zanotta possui formação em Artes Visuais pela Faculdade Paulista de Artes - FPA e em Comunicação das Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP (2018). Atua como cenógrafo e iluminador cênico no teatro e na dança. Trabalhou ao lado de renomados diretores como Rodolfo García Vázquez, Carla Candiotto, Antônio Januzelli (Janô) e a espanhola Angélica Liddell. Realizou instalações e performances com destaque para as participações no 18º Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília, em 2017, e no 46º Salão de Arte Contemporânea - Luiz Sacilotto, de Santo André/SP, em 2018. No teatro, premiado nos Festivais de Mogi Guaçu/SP e Brasília/DF (2018), além do Prêmio Aplauso Brasil 2019, em São Paulo. Brunner é produtor cultural e artista visual. Graduou-se em Comunicação Social na Universidade Federal de Uberlândia/Universidade do Porto em 2014. Também em 2014 aprofundou-se no campo da fotografia, com pesquisa no Instituto Multimedia do Porto. Entre 2014 e 2015 atuou artisticamente no Rio de Janeiro em espaços como a casa de livre criação Catete92. Em 2016 iniciou estudos em arte contemporânea em nível de mestrado na Universidade de São Paulo (USP) e entrou para a cia de teatro Pessoal do Faroeste em São Paulo, na qual assumiu a direção de produção. Em 2017 foi artista residente no Ministério da Cultura Regional São Paulo. Em 2018 circulou o estado de SC pelo edital Elisabete Anderle com oficinas de financiamento para arte contemporânea e iniciou o projeto Laboratórios de Iniciação Performática nos espaços Funarte São Paulo e teatro Pessoal do Faroeste. Em 2019, em Buenos Aires (Argentina) apresentou o projeto performático "As Éguas" e em São Paulo retomou temporada do projeto “Deriva da Luz Vermelha” com trabalho de pesquisa e curadoria de dados junto ao Memorial da Resistência. Atua na produção de artistas independentes.
PROJETO ARQUIVADO.