| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 16933590000145 | Companhia Ferroligas Minas Gerais - Minasligas | 1900-01-01 | R$ 139,0 mil |
| 03005698000126 | DENSO MAQUINAS ROTANTES DO BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
| 03856216000141 | Nativa Agronegócios e Representações Ltda | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 18798777000109 | DELTA ADMINISTRACAO E PARTICIPACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 26,1 mil |
| 44207249000148 | Usina Santa Lúcia S/A | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 14281870000190 | TRANS COMMERCE TRANSPORTES DE CARGAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 10,8 mil |
| 00823769000100 | METAL NOBRE FERRAGENS FINAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 7,9 mil |
O projeto tem o objetivo de realizar o 9º Festival de Cenas Curtas de Uberlândia com 01 semana de atividades, dentre elas: - realizar 14 apresentações de cenas curtas, sendo 12 cenas escolhidas por meio de inscrição em Edital e 02 cenas de grupos/artistas convidados; - realizar 04 oficinas de capacitação, escolhidas por meio de inscrição em Edital; - realizar 01 atividade de intercâmbio com troca entre os grupos/artistas selecionados via Edital público, além da contrapartida social que prevê atividades voltadas para alunos da rede pública de ensino e ONGs.
O Festival de Cenas Curtas realizado pela Escola Livre do Grupontapé é uma atividade tradicional na cidade que acontece desde 2001, em anos não seqüenciais. Conhecido especialmente no meio teatral, o projeto já foi apenas local, porém em duas de suas edições, quando realizou parceria com a Universidade Federal de Uberlândia, o Festival foi regional, estendido para as cidades nas quais a UFU mantém outros Campi. Até sua 7ª edição o Projeto foi competitivo, porém, repensando a prática da competição, o Grupo optou na última edição por um evento não competitivo, fortalecendo a união da classe, vez que o próprio fato de participar de uma seleção por meio de um edital já traz uma certa competição entre os agentes culturais. Em virtude da pandemia a 9a edição ocorreu de forma virtual e para esta 10a Edição prevê-se que o evento voltará a ser de forma presencial. Ainda sob o aspecto da sua efetividade o Festival já mostrou que “mexe” com os artistas locais que aguardam pelo momento de compartilhar suas pesquisas, embriões de possíveis espetáculos, o que de fato ocorre.
OBJETIVO GERAL O principal objetivo deste projeto é realizar a 10ª Edição do Festival de Cenas Curtas de Uberlândia a fim de manter vivo um projeto fomento, estímulo à criação artística local e difusão das artes cênicas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 14 apresentações de cenas curtas, sendo 12 selecionadas via edital e 02 convidadas, 04 oficinas de capacitação selecionadas via edital e 01 atividade de intercâmbio com troca entre os grupos/artistas selecionados por meio de edital público.
Com a realização deste Festival de teatro o Grupontapé pretende-se contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e apoiar, valorizar e difundir o teatro localmente, por meio do fomento à produção cultural conforme estabelecido na Lei 8.313/91, art. 1º, incisos I a III e art. 3o., inciso II). Com 27 anos de trabalho artístico e atividade continuada, o Grupontapé acompanhou e ajudou o na revitalização do movimento teatral da cidade de Uberlândia-MG, onde se multiplicam grupos de teatro, dança e circo, cuja necessidade hoje é de espaço para suas práticas e intercâmbio para o seu aprimoramento e fomento à criação. Tal desejo de desenvolvimento é o que motiva este projeto, que visa dar continuidade a um projeto importante para a classe artística, especialmente teatral, com uma proposta desafiadora e resultados gratificantes, em busca de favorecer a ampliação de horizontes, seja pelo efeito da qualificação profissional ou em virtude da promoção e valorização dos artistas, especialmente os locais. Historicamente a Escola Livre iniciou suas atividades em 1998, quando ofereceu os primeiros cursos de teatro na garagem de sua primeira sede e posteriormente em 2001, com a conquista da sede própria do Grupo, a Escola passou a funcionar em um galpão no bairro Aparecida, preparado para abrigar a Escola e um teatro alternativo, onde passou a difundir ainda mais o teatro na cidade de Uberlândia. A Escola Livre do Grupontapé busca cumprir sua função cultural, possibilitando a circulação de bens culturais, a otimização do espaço e assim a melhor distribuição dos recursos, bem como oferecendo à comunidade do entorno, estudantes e artistas cênicos, e também ao público interessado da cidade e região, uma programação cultural rica, de qualidade e de fácil acesso. Por esse espaço já passaram e contribuíram para que se tornasse uma referência na região, artistas, professores, mestres e doutores, que ainda hoje possuem ligação afetiva e dialógica com espaço e, com isso ajudaram e ajudam a formar atores, diretores que por vezes continuam seus estudos em Universidades e/ou formaram Grupos teatrais atuantes na cidade. Muitos ex-alunos por vezes retornam ao "ninho" como professores ou com os seus espetáculos e projetos artísticos. Já aqueles que não seguiram na carreira, se tornaram público assíduo do teatro, não apenas nesse espaço, mas inserindo a arte como prioridade na vida. Assim, a continuidade das atividades oferecidas neste espaço é de suma importância, sendo o Festival de Cenas Curtas um verdadeiro marco que para muitos grupos e artistas tendo possibilitado a criação de espetáculos relevantes já montados na cidade. Além de ser um momento rico de troca entre artistas e grupos que podem acompanhar o que está sendo pensado, criado e produzido artisticamente na cidade. A relação entre cultura e desenvolvimento vem assumindo, crescente e aceleradamente, um lugar de destaque na agenda contemporânea. Está claro que, nessa perspectiva, falamos de cultura no seu conceito mais pleno. Todavia, dar conta dessa dimensão conceitual da cultura e das potencialidades de desenvolvimento social aí inscritas não é tarefa fácil, sendo de grande relevância um projeto que estimula o fazer artístico no interior do Estado. Uberlândia é um pólo de desenvolvimento situado em região extremamente importante na economia do país, acreditamos que projetos dessa natureza, além de favorecer a constituição de um mercado efetivo para artistas, técnicos e produtores, em âmbito regional, contribuem para a ampliação do acesso à fruição de bens e valores culturais, sem distinção de classe econômica, haja vista a gratuidade de grande parte dos eventos. A formação cultural de estudantes e da sociedade em geral, assim como as qualificações profissionais dos trabalhadores na cultura, também são contemplados no fundamento conceitual do Espaço e na estrutura de funcionalidade acima descrita. É importante lembrar que a aprovação deste projeto é de suma importância para a continuidade do trabalho que vem sendo desenvolvido, uma vez que pode-se dizer que, nos últimos anos, a Escola Livre fez uma significativa diferença em Uberlândia, pelo trabalho sério que vem desenvolvendo ao longo desses anos, com todas as dificuldades que existem de se manter um espaço em atividade, no qual, por enquanto, as despesas são maiores que as receitas.
O projeto trata de uma atividade tradicional realizada pela Escola Livre do Grupontapé desde 2001, em anos não seqüenciais. Conhecido especialmente no meio teatral, o projeto já foi apenas local, porém em duas de suas edições, quando realizou parceria com a Universidade Federal de Uberlândia, o Festival foi regional, estendido para as cidades nas quais a UFU mantém outros Campi. Até sua 7ª edição o Projeto foi competitivo, porém, repensando a prática da competição, o Grupo optou na última edição por um evento não competitivo, fortalecendo a união da classe, vez que o próprio fato de participar de uma seleção por meio de um edital já traz uma certa competição entre os agentes culturais. A 9a edição ocorreu de forma virtual com recursos advindos de outras fontes e por isso foi alterada a edição deste projeto para a 10a edição, uma vez que a proposta é a mesma, não alterando o escopo do projeto, apenas o número da edição. Ainda sob o aspecto da sua efetividade o Festival já mostrou que “mexe” com os artistas locais que aguardam pelo momento de compartilhar suas pesquisas, embriões de possíveis espetáculos, o que de fato ocorre.
GERAL O 10o. Festival de Cenas Curtas será lançado via edital e constará da seleção de 12 cenas curtas e 04 oficinas. O evento se realizará ao longo de 01 semana, na qual acontecerão as apresentações abertas a toda população, gratuitamente, com retirada de senhas 1 hora antes das apresentações e oficinas, igualmente gratuitas com inscrições via internet. PRODUTO: ARTES CÊNCIAS Os interessados em participar do Edital deverão inscrever as cenas por canal próprio e seguir os critérios estabelecidos no Edital; Haverá a seleção de 12 cenas curtas por uma Comissão de Seleção formada após a captação dos recursos; Como anfitrião, o Grupontapé irá criar e produzir uma cena curta que não concorrerá no edital e convidará mais um grupo ou artista para encerrar o evento. (02 cenas convidadas) PRODUTO: OFICINAS Os interessados em participar do Edital deverão inscrever as cenas por canal próprio e seguir os critérios estabelecidos no Edital; Haverá a seleção de 04 Oficinas selecionadas por uma Comissão de Seleção formada após a captação dos recursos; O proponente terá liberdade de propor qual a sua oficina, público alvo e duração, que será analisada pela Comissão. Obs.: Os projetos pedagógicos das oficinas só serão divulgados após a seleção, uma vez que os artistas/grupos terão total liberdade para propor as oficinas, o que impede de incluir no projeto o planejamento pedagógico.
O espaço que receberá as atividades do projeto e contrapartida social possui acessibilidade física e quanto à acessibilidade de conteúdo há previsão no projeto da contratação de um profissional tradutor de libras. PRODUTO: APRESENTAÇÕES DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e cadeira de rodas, etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem e/ou intérprete de libras, conforme proposta das cenas. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral.
PRODUTO: TODOS X - Gratuidade em todas as atividades oferecidas pelo projeto, tanto das apresentações das cenas quanto das oficinas. PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realização de 04 bate-papos "Por dentro das Artes Cênicas" para alunos de escolas da rede pública de ensino/ONG a serem realizadas na Escola Livre do Grupontapé. Público esperado: 80 estudantes e professores da rede pública de ensino. Haverá transporte para os alunos custeado pelo projeto.
GRUPONTAPÉ DE TEATRO - Rubrica: Grupo Teatral convidado - O Grupo será remunerado pelas atividades artísticas contempladas no projeto durante este período: treinamento, ensaios , apresentações e oficinas. Ao Grupo e à esta instituição cabe também a Administração Geral e Financeira do Projeto que será coordenada pelos profissionais elencados abaixo conforme a especificidade de cada atividade e de cada setor. Celebrando em 2019, 25 anos de trabalho continuado, o Grupontapé foi criado em 1994, durante a montagem do espetáculo “A Mulher Sem Pecado”, de Nelson Rodrigues. Tendo como princípio à pesquisa e difusão das Artes Cênicas comprometidas com o desenvolvimento sócio-cultural, o grupo faz um trabalho contínuo de criação em diferentes linguagens, particularmente ligada às manifestações populares. Durante esse período manteve-se em um constante processo de aperfeiçoamento artístico e estrutural. Profissionalizou-se, montou peças de vários autores e de própria autoria, promoveu cursos, workshops e oficinas, lutou pela organização e representação política da atividade teatral na cidade, tornando-se uma significativa referência nas artes cênicas, com atuação em âmbito nacional. Criou e mantêm a Escola Livre do Grupontapé que oferece uma programação cultural permanente na cidade, em sua maioria gratuita ou a preços populares. Importante destacar algumas atividades: Entre 2004 e 2007 realizou o projeto "Oficina em Ação", com 60 crianças da periferia da cidade, atendidas pela ONG Ação Moradia; realizou atividades artístico-culturais em 27 cidades do país e foi contemplado com o Prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro 2006 para uma de suas pesquisas que resultou na montagem do espetáculo “Balaio Popular: Cordel e Mamulengo” e em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia, realizou o I Encontro de Artes Cênicas do Cerrado (2007), evento que reuniu representantes de mais de 20 grupos com programação gratuita e levou um público estimado de duas mil pessoas às suas diversas atrações, com a participação de importantes nomes da cena teatral brasileira, como Antônio Araújo, Celso Frateschi, Luis Alberto de Abreu, Wellington Nogueira, Chico Pelúcio, Centro do Teatro do Oprimido (RJ), Grupo Giramundo (MG) e foi contemplado com o Prêmio Cena Minas. No ano de 2008, o Grupo realizou a Turnê Pé na Estrada, por 11 cidades de diversos estados do país, realizou a gravação do filme “Asas” e a Turnê mineira do Espetáculo "O Santo e a Porca". Em 2009 o Grupo realizou apresentações em 20 cidades do país, lançou o filme "Asas ao Redor de Mim" e estreou os espetáculos "A Rainha do Rádio" e "Estranhas Galinhas", promoveu o "Seminário Economia da Cultura e Diversidade Cultural" e o II Encontro de Artes Cênicas do Cerrado (2009). De 2010 a 2012 o Grupo circulou com o espetáculo "Estranhas Galinhas" e “Balaio Popular” e pela primeira vez alcançou âmbito internacional, levando até o XII Festival Internacional de Teatro de Grupo de Lima Peru, realizado pelo Grupo Cuatrotablas espetáculos, palestras e oficina e promoveu em Uberlândia o “Provisões” (2012) que contou com profissionais do Brasil, Peru e Argentina. Em 2013 foi realizador do média metragem "BRAVO" e apoiador do II Seminário de Economia da Cultura. De 2014-2017 realizou a I e II Jornada de Produção e Gestão Cultural levando a 8 cidades mineiras um compartilhamento de seus processos de produção e gestão cultural; - produziu e circulou por diversas cidades com o Espetáculo "Por de Dentro" - Direção: Eduardo Moreira e Katia Lou (2015) e Espetáculo “Tempo de Águas” – Direção: Inês Peixoto (2017), dando continuidade do trabalho de fortalecimento de redes, por meio dos Intercâmbios com outros Grupos, com estruturas diferenciadas, desde ícones do teatro latino-americano como Grupo Galpão (BH-Brasil) e Cuatrotablas (Lima-Peru); Teatro da Pedra (São João Del-Rei-MG), In Bust Teatro com Bonecos (Belém-PA), MECA (Ituiutaba-MG), Trupe de Truões (Uberlândia-MG), a Grupos iniciantes como Cia Máxima de Teatro (Patrocínio-MG); Manteve a Escola Livre do Grupontapé com suas atividades pedagógicas e formativa e eventos como: Festival de Cenas Curtas, Um Banquete para Todos e a Ocupação do Teatro por diversos grupos e artistas locais e de fora, inclusive internacionais. Em parceria com o Grupo de Pesquisa Pétala foi co-realizador de Festival Latino Americano Ruínas Circulares (2015). De janeiro a setembro de 2018 circulou os espetáculos em repertório por diversas cidades mineiras (Araxá, SJD-Rei, Divinópolis, Tiradentes; Barbacena, Sete Lagoas e Araxá); Lançou o workshop “Cultura como mediadora de conflitos” em Uberlândia e prepara o lançamento do Livro que conta a história do Grupo por Eduardo Moreira “Grupontapé – a construção de uma maioridade” além de estar em processo de criação do seu novo espetáculo “#Preciosas – Uma comédia livremente inspelhada na obra de Molière” previsto para lançamento em 2019. Rubem Silveira dos Reis - Rubrica: Direção de Produção (Prestador Serviço) Empreendedor por natureza e com uma sensibilidade artística herdada da família materna, já se arriscou por diversos caminhos, desde uma empresa de pão integral (1984 a 1992) a uma empresa de treinamento para á área corporativa (1992 a 1996), mas foi na Produção Cultural que encontrou a sua verdadeira vocação. Materializar idéias o impulsiona e foi em 1996, que ao conhecer o Grupontapé de Teatro, viu a possibilidade de desenvolver um belo trabalho, unindo os sonhos e desejos do Grupo ao seu. Então mudou-se para Uberlândia-MG, criou junto ao Grupo um projeto de sustentabilidade, passando a produzir todos os espetáculos e projetos do Grupo.É idealizador e produtor do "EACC-Encontro de Artes Cênicas do Cerrado" I e II, realizado em parceria com a UFU - Universidade Federal de Uberlândia e que reúne grandes nomes do das artes cênicas no Brasil, entre artistas, diretores, pesquisadores, professores, produtores e interessados. Idealizador e produtor do Seminário de Economia da Cultura em parceria com a UFU e da "Semana de Cultura Popular" (em parceria com o SESC-MG - Unid. Uberlândia) realizadas em 10 edições. Produziu o CD "Cantigas do Cerrado", com Pena Branca e músicos de Uberlândia. Foi o criador da APCULT-Associação de Produtores Culturais do Triângulo Mineiro e com a entidade propôs várias discussões envolvendo o tema da cultura. Ministra cursos e seminários sobre Economia da Cultura e Gestão de Grupos.Foi membro suplente do CONSEC-MG de 2012 a 2014 e reeleito como titular para a gestão 2014 a 2016. No CONSEC foi coordenador da Câmara de Financiamento e Fomento, fez parte da Comissão Executiva para criação do 1º Plano Estadual de Cultura de Minas Gerais (2013) e foi eleito Vice Presidente do Conselho em maio de 2015. Em 2016 fez palestras representando o CONSEC em 10 cidades que receberam o Fórum Técnico do PEC idealizado pela ALMG. Foi nomeado Coordenador do Comitê de Acompanhamento que assessora os deputados da ALMG no processo de implantação do PEC. Marisa da Cunha Barbosa - Rubrica: Produção Executiva (CLT) - Produção projetos; Semana da Cultura Popular; I e II Seminário de Economia da Cultura; I e II EACC - Encontro de Artes Cênicas do Cerrado; Jornada de Produção e Gestão Cultural; II Jornada de Produção e Gestão Cultural; 7º Festival Latino Americano Katia Bizinotto Macedo Soares - Rubrica: Coordenação Geral - Faz a coordenação geral do projeto em relação ao acompanhamento e cumprimento das atividades artisticas, de produção até a prestação de contas; Nascida em 1975 na cidade de Uberlândia e em 1994 se lançou junto na ideia de alguns jovens, de montar um espetáculo. A peça era “A Mulher sem Pecado”, de Nelson Rodrigues e o grupo foi chamado de Grupontapé de Teatro. Registrou-se junto ao SATED em 04/10/1996 e à partir desta escolha profissional sua história de formação e atuação na área se confunde com a história do próprio Grupo que já desenvolveu uma série de espetáculos, filmes, encontros, jornadas e seminários de produção e gestão cultural, dentre outros. Em 1998 fundou com o grupo a própria escola de teatro, passando a interagir com professores e outros artistas para a formação própria e de outras pessoas e que em 2001, com a conquista da sede, batizada de Escola Livre do Grupontapé de Teatro, que abrigaria os cursos e um teatro alternativo. As trocas se intensificaram. Além de atriz, tendo trabalhado com diversos diretores: Irley Machado, Fernando Limoeiro, Fransérgio Araújo, Eduardo Moreira e Inês Peixoto, dentre outros, desenvolveu-se também no campo da produção e gestão cultural e da luta pelas políticas culturais e, nesse contexto, esteve à frente da diretoria da ATU - Associação de Teatro de Uberlândia por uma década (1999 a 2009) e 2017-2018. Em 2009 iniciou uma formação acadêmica no curso de Direito (Uniube) e em 2013 graduou-se tendo como foco de pesquisa os direitos culturais. Em 2014 começou a atuar como advogada culturalista, assessorando artistas e grupos e no mesmo ano fundou Comissão de Cultura da OAB-Uberlândia, da qual está como presidente, com a missão de lutar pela efetivação dos direitos culturais. Katia Lourenço Alves - Rubrica: Curadoria - Fará a curadoria do evento. (Prestação de Serviços). Como atriz fez parte de todas as montagens do grupo, destacando: 1994 - "A Mulher Sem Pecado", de Nelson Rodrigues, direção de Umberto Tavares; 1995 - “Questão de Hábito” de Katia Lourenço direção Grupontapé; 1998 - “O Palhaço Nu” de Alcione Araújo – Direção: Rose Batistella; 2002 - “O Beijo na Terra", de Marcus Vinícius de A. Camargo, direção de Rose Batistella; 2003 - "O Santo e Porca", de Ariano Suassuna, direções: Irley Machado e Roberto Mallet; 2003 - "Balaio Popular“ roteiro Katia Lourenço direção Fernando Limoeiro; 2005 - "Balaio Popular Cordel e Mamulengo" (atriz e roteirista) direção Fernando Limoeiro (BH-MG); 2008 - "Estranhas Galinhas", de Fernando Limoeiro- participou da direção coletiva - com assessoria artística de Cris Lozano; 2011 - Iniciou o processo de pesquisa intitulado 2K, em parceria com o diretor peruano Mário Delgado (Cuatrotablas-Perú) e a também atriz do grupo Katia Bizinotto; 2014 - “Por de dentro" de Eduardo Moreira - atriz e co-direção com Eduardo Moreira; 2017 - “Tempo de águas” de Patricia Zangaro - direção Inês Peixoto; Assistente de direção: 2007 – Espetáculo "Asas" Texto: Irley Machado e Direção: Fransérgio Araújo; - Foi presidente e membro da Diretoria da Associação de Teatro de Uberlândia no período de 1998 a 2008, onde empreendeu e produziu inúmeras atividades com o foco no desenvolvimento teatral de Uberlândia. - Participou como pesquisadora do GPECPOP - Grupo de Pesquisa em Educação e Culturas Populares do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia (2012-2013); - Docente da Escola Livre do Grupontapé de Teatro desde 2014; - Coordenadora Geral da Escola Livre do Grupontapé de Teatro. (atualmente); - Pós-Graduação em Psicologia Positiva pelo (em andamento). Eder Florêncio - Rubrica: Produtor executivo (CLT) - Um dos produtores do Grupo registrado pela CLT. Os demais artistas e profissionais serão mantidos e/ou contratados após a aprovação/captação.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.