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Espetáculo teatral que viaja na fantasia para criar histórias e propõe a participação da plateia infantil como co-autora do espetáculo. A partir de quase nada em cena, os atores constroem lugares, objetos e coisas inimagináveis. Anexo ao local da apresentação, será montado um espaço interativo de convivência para as crianças, com atividades recreativas relacionadas ao espetáculo apresentado. Duração do espetáculo: 50 min. Classificação indicativa livre. Público alvo: crianças de 0 a 6 anos (primeira infância). Como contrapartida o projeto prevê duas oficinas (3h cada uma) voltada para professores do ensino básico da rede pública municipal de ensino das cidades contempladas.
ESPETÁCULO TEATRAL FALA OU NÃO FALA Dois garotos sobem num sótão e descobrem vários objetos interessantes. Ao encontrarem um livro de Candomblé, Gu resolve brincar de ser o deus da guerra e o Di, o deus da paz. Criam o rio, o barco, a floresta, os animais, o futebol, a nave espacial, o hiper espaço e se divertem ao explorá-los. Esbarram nas diferenças, vivem conflitos e descobrem a integração. OFICINA DE MÍMICA Ministrante: Eduardo Coutinho Título: O corpo comunicador Descrição: Exercícios que mostram como as ações cotidianas comunicam muitas coisas, independente da vontade da pessoa. Para as crianças pequenas, de até 06 anos, as nossas ações ensinam mais do que as palavras. Os objetivos são: - Estimular a percepção do próprio corpo; - Consciência da comunicação entre corpos sem mediação do racional; - Consciência das possibilidades de comunicação não verbal do corpo; Duração: 3 horas Número de vagas: 30 OFICINA DE ORQUESTRA COM OBJETOS DO COTIDIADO Ministrante: Newton Yamassaki A oficina propõe "acordar o som dos objetos” que se encontram na própria escola. Materiais necessários: -tudo que possa produzir som, ruído, barulho ou até mesmo notas musicais. Nível de dificuldade: fácil, mas com muito foco para não virar baderna. Muitos objetos produzem algum tipo de som quando percutidos, soprados, chacoalhados ou manipulados. Por exemplo, a porta da sala quando percutida, gera um som grave. Uma régua quando apoiada na carteira escolar e com um peteleco, produz um som interessante. Soprar numa garrara emite notas com respectivos harmônicos. Várias canecas de tamanhos diferentes produzem notas diferentes. Uma vassoura, um saco plástico, os passos do sapato, o ranger de uma janela, uma lata de lixo, tudo pode ter algum tipo de som aprisionado pronto para ser descoberto. No primeiro momento, propõe-se para cada um a descoberta desses objetos pela escola e a maneira mais agradável e particular de produzir um som com esse objeto. Depois cada um dos integrantes da turma apresenta para todos o que encontrou, que devem ouvir com muita atenção quando fizer esse “acordar o som do objeto”. Em seguida, de forma ordenada, como uma orquestra deve ser, se faz uma composição conjunta, mas com a mão do maestro-professor para liderar a sinfonia de sons, com a estrutura musical de introdução-coro-tema-coro-tema-e-final. Caso a turma seja mais apurada, pode-se fazer uma gravação multipista num celular, com uso de recursos que o próprio aplicativo permite para enriquecer o material musical e evoluir para o outro nível. Duração: 3 horas Número de vagas: 30
OBJETIVO PRINCIPAL PRODUZIR e APRESENTAR 12 apresentações do espetáculo FALA OU NÃO FALA? em cinco cidades do Mato Grosso do Sul e em São Paulo; MINISTRAR as oficinas de Mímica e Criatividade (3 horas cada) para os professores da rede básica de ensino nas cidades contempladas pelo projeto; POSSIBILITAR a acessibilidade para a comunidade surda com 6 sessões (uma em cada cidade) com intérprete de libras, bem como as oficinas resultantes deste projeto; OBJETIVOS ESPECÍFICOS DIVULGAR o gênero teatral da mímica para crianças da primeira infância;DESENVOLVER um espetáculo de linguagem sensorial e de formas não verbais;PROPORCIONAR a reflexão sobre a realidade lúdica de cada criança na primeira infância;ESTIMULAR a criança para a arte de maneira poética e sensorial;PROPORCIONAR para o público do Mato Grosso do Sul e São Paulo a linguagem do teatro sensorial e teatro para a primeira infância;DEMOCRATIZAR o espetáculo dirigido à uma faixa etária ainda pouco explorada;PROPORCIONAR a inclusão e desenvolvimento cultural e educacional; CONTRIBUIR para o desenvolvimento integral da criança;FORTALECER o vínculo familiar através das atividades lúdicas a serem realizadas após o espetáculo no espaço de convivência e interação a ser montado anexo ao local das apresentações;FORMAR plateia em públicos latentes;DIVULGAR E PROMOVER a arte com um espetáculo de qualidade.
O espetáculo é resultado de uma pesquisa sobre procedimentos que aprimoram a técnica de ator. A partir de quase nada em cena (três baús, alguns panos, dois pequenos instrumentos musicais e um jogo de stick jump), os atores constroem lugares, objetos e personagens imaginários. Mostram que, dentro da fantasia, existem infindáveis maneiras de se criar brincadeiras. Eles mesclam a fala e a mímica, buscando utilizar no essencial cada uma dessas linguagens. O espetáculo surgiu da pesquisa realizada em 2000 pelo Prof. Eduardo Tessari Coutinho, em docente do programa de Artes Cênicas da USP em sua tese de Doutorado e teve como justificativa construir um único texto cênico claro e preciso, usando a linguagem corporal e a palavra como instrumentos. Os atores contam a história tanto pela palavra quanto pelo gesto e ação, buscando a síntese e a qualidade na comunicação com a plateia. Estes conceitos são muito presentes da técnica da mímica, que é a base deste trabalho de pesquisa. A mostra de resultado pode ser conferida no link: http://iptv.usp.br/portal/VMSResources/videos/images/video.action;jsessionid=3F8C2B1AF2183BD1974F7F629729B7FD?idItem=32671. A linguagem usada é a mesma do teatro popular onde os atores jogam entre si e abertamente com a plateia, sem Quarta Parede, buscando a cumplicidade e a integração de todos e de todas. A ideia da peça é mostrar uma interação entre personalidades aparentemente sem nenhuma afinidade, evidenciando as divergências entre elas e o modo como conseguem construir um mundo comum. Isto é, os personagens esbarram nas diferenças, vivem o conflito e descobrem a integração. Pensando em um público da primeira infência (de 0 a 6 anos) utiliza-se a linguagem corporal. Ela é fundamental nesse universo, tornando este público a resposta mais precisa e verdadeira para comprovar a qualidade da pesquisa realizada por Coutinho. Por isso foram feitas, dentro do processo do doutorado, algumas poucas apresentações para este público. Além da boa receptividade das crianças, descobrimos que o espetáculo estimula o adulto a redescobrir o seu próprio corpo para brincar. Isto permite que se divirta e que também se aproxime da criança. A peça Fala Ou Não Fala? é um espetáculo delicado, divertido, que propõe a participação da plateia como co-autora deste. A "representação da representação" é a maior graça do espetáculo. Essa metalinguagem, feita com uma mistura de mímica e diálogos, torna o espetáculo uma espécie de jogo de advinhação. Pretende-se alcançar os seguintes objetivos do Art. 3 da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Locais pretendidos para as 12 apresentações: Campo Grande/MS - Concha Acústica Helena Meirelles Corumbá/MS - Moinho Cultural Aquidauana/MS - Biblioteca Municipal Bonito/MS - Centro de Múltiplo Uso (CMU) Três Lagoas/MS - Salão Multiuso da Diretoria de Cultura ou Galpão da Antiga N.O.B; São Paulo/SP - Paço Cultural Júlio Guerra As duas oficinas de 3h/cada serão realizadas preferencialmente nos mesmos locais das apresentações do espetáculo.
OFICINA DE CRIATIVIDADE: Número total de vagas 30 em cada cidade Total nas 6 cidades: 180 Vaga para surdos: 3 por oficina Total nas 6 cidades: 18 Público alvo: professores do ensino básico da rede municipal de ensino OFICINA DE MÍMICA Número total de vagas 30 em cada cidade Total nas 6 cidades: 180 Vaga para surdos: 3 por oficina Total nas 6 cidades: 18 Público alvo: professores do ensino básico da rede municipal de ensino ESPETÁCULO FALA OU NÃO FALA? Quantidade de apresentações: 12 Duração aproximada: 50 min Classificação indicativa: Livre Estimativa de público 2000 pessoas. Público alvo: crianças da primeira infância (0 a 6 anos)
ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Oficina de Mímica - Ministrado por Eduardo CoutinhoIntérprete de libras que acompanhará toda a oficina nas 6 cidades escolhidas (5 em Mato Grosso do Sul e 1 em São Paulo). Espetáculo FALA OU NÃO FALA?Intérprete de libras em 1 sessão em cada cidade apresentada. ACESSIBILIDADE FÍSICAApresentações gratuitas em locais de fácil acesso de carro, onibus, bicicleta e a pé. Pretendemos apresentar em espaços não convencionais onde a rua no entorno destes locais esteja integralmente adaptada para receber público alvo.Apresentações gratuitas em todas as sessões nas 6 cidades contempladas no projeto.
PRODUTO PRINCIPALEspetáculo FALA OU NÃO FALA 12 apresentações sendo 2 em Campo Grande/MS, 2 em Três Lagoas/MS, 2 em Aquidauana/MS, 2 em Corumbá/MS, 2 em Bonito/MS e 2 em São Paulo/Sp - entrada gratuita EM TODAS AS SESSÕES.Art. 21 IN n 02/2019III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Proponente irá disponibilizar o conteúdo do espetáculo de forma gratuita e na íntegra no site e nas midias sociais da proponente. Oficina de Mímica e Criatividade Art. 21 IN n 02/2019V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;A oficina será totalmente gratuita - 30 vagas em cada cidade contemplada totalizando 180 vagas, sendo 10 vagas para surdos em cada cidadeIII - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;Disponibilização do conteúdo na íntegra e de forma totalmente gratuita da oficina na internet através do site da proponente:www.duploproducoes.com.br
A equipe é constituída por 3 pessoas: EDUARDO COUTINHO - diretor e ator NEWTON YAMASSAKI - ator e oficineiro LAURA HADDAD - produtora executiva DUPLO PRODUÇÕES CULTURAIS - coordenadora de projeto Eduardo Coutinho – Ator-Mímico, com formação no Brasil e em Paris, França. É Professor Doutor no Departamento de Artes Cênicas da ECA-USP nas disciplinas Mímica, Práticas de Rua e Atuação. Primeiro Doutor em Mímica no Brasil. Coordenador do grupo de pesquisa CEPECA. Produtor, diretor e ator de vários espetáculos, dentre eles, o solo “Um Mimomento” (1989), o infantil “Fala Ou Não Fala?” (1999) e o adulto “Caminhos do Coração” (2005). Atuou em “Lua de Chocolate” (2016) como ator. Diretor Teatral desde 1990, com peças como "Esperando Godot" (1996) e “Cartas ao Futuro” (2005), além das peças do Grupo, como “Caminhos do Coração” e “Em Tempos de Paz” (2010), que foi premiado pela dramaturgia corporal no Festival de Mar Del Plata, Argentina. Diretor Corporal desde 1986, trabalhou com diretores como Carlos Alberto Soffredini, Gabriel Villela e Denise Stoklos, e atores como Rosi Campos e Carolina Ferraz. Criou e atuou no quadro Mãos Pintadas do Castelo Ratimbum e no quadro Mímica do X-Tudo, ambos. Newton Yamassaki: Mímico, circense e artista plástico. É formado Bacharel em Artes Plásticas com Habilitação em Gravura na Escola de Comunicações e Artes na USP (1991-1996). Trabalhou em vários espetáculos de teatro e circo, como ator, manipulador de bonecos, acrobata e bailarino. Dentre nas superproduções de “Natal Mágico” (2019), “Peter Pan” (2019), “Mágico de Oz” (2018), “Branca de Neve” (2018), “Cinderella” (2018), “Bela Adormecida” (2018), “A Bela e a Fera” (2017); “Mímica com o San, o Japa Sem Noção” (2013 e 2014); “Utopia Terra de Dragões”, do grupo XPTO, (2005 a 2008); Pinocchio (2007); “Mágico de Oz” (2003 e 2004); “Estação Cubo” do Grupo XPTO (2002); “A Infeção Sentimental Contra Ataca” (2001); “Fala ou Não Fala?” de Eduardo Coutinho e Newton Yamassaki (1999), dentro do evento Mímica em Movimento e no Sesc Vila Mariana. Criou e apresentou várias performances em SESCs, como o Pompéia e o Belenzinho.Criou e atuou no quadro Mímica do X-Tudo, da TV Cultura-SP. Laura Haddad – Atriz, diretora e produtora cultural, proprietária da Duplo Produções Culturais, importante produtora cultural paranaense com filial em São Paulo que atua naconcepção, elaboração e execução de projetos em teatro, dança, música, cinema, fotografia, livros e também projetos em plataforma digital.Professora e Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Produção da Arte e Gestão da Cultura da PUCPR. Professora de Gestão Cultural e Princípios da Ação Cênica do curso de Graduação em Teatro da PUCPR. Formada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 1997. Em Artes Cênicas pela Cena Hum – Academia de Arte Cênicas em 1996 com Especialização Faculdades de Artes do Paraná em Direção Cênica em 2000 Especialista em Dramaturgia e Cultura Espanhola pela Universidade de Salamanca - Espanha/2013. Mestre em Artes Cênicas pela USP SP em 2018. Doutoranda em Artes Cênicas na mesma instituição. Duplo Produções Culturais - A Duplo Produções Culturais, formada em 2010 pela atriz e produtora Laura Haddad, vem se consolidando como uma produtora interessada em trabalhar com diversas linguagens, parceiros importantes na área cultural e propostas cênicas contemporâneas. Trabalhando nas áreas de teatro, música, dança, cinema, produção literária e conteúdos culturais para plataformas digitais, desenvolve projetos com objetivo de que seu produto cultural chegue ao seu destino com a qualidade que seu público consumidor merece. Em 2019, a Duplo produziu "O Casamento da Filha do Palhaço. Uma Ópera Rock", "Alquimia Flamenca", "Fome", "Fronteira" e circulou pelo Estado do Paraná com o espetáculo de dança "Guernica" pelo edital PROFICE. E com muito orgulho produziu seu primeiro longa metragem em parceria com a Beija Flor Filmes e a Moro Filmes, "Casa Izabel". Em 2020 realizou em março o projeto "MULHERE-SE: Arte e Cidade" e prepara o próximo espetáculo adulto "Bull" Queremos estar cada vez mais próximo de você: seja em uma de nossas produções, numa plateia de teatro, cinema, seja num lançamento de livro, não importa. O importante é estarmos juntos!
PROJETO ARQUIVADO.