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Neste projeto pretendemos realizar uma circulação do espetáculo de teatro de bonecos para crianças, ROSA PEQUENA, VIDA DE CIRCO criado pelo grupo paulistano Companhia das Rosas. As apresentações acontecerão em teatros de pequeno porte em cidades no Nordeste brasileiro. Além disso, como contrapartida social, serão realizadas oficinas de artes corporais. Todas as atividades são abertas e oferecidas gratuitamente, e com as atividades do projeto, visamos atingir um público direto de aproximadamente 3200 pessoas.
"Pra mim, a vida é uma longa viagem e, como dizem os adultos, isso quer dizer que estamos sempre em movimento, descobrindo muitas coisas nesse mundo que é gigante. Faça chuva, faça sol a caravana avança e só ficam para trás a estrada e a lembrança" O espetáculo narra uma história sem palavras: é a trajetória da Rosa, uma menina que mora no circo e enfrenta a autoridade em busca do seu sonho: o desejo de voar. A itinerância circense, contada com objetos em miniatura, é seguida com olhar ampliado sobre o cotidiano de Rosa, que vive no trailer com a sua galinha. O espetáculo do circo é visto em sombras, do mesmo modo como Rosa o vê: do lado de fora do pano de roda. A presença do risco e seu desejo de pertencimento ao mundo do circo fazem paralelos com temas próprios do universo da criança como o medo, a solidão e transformação do amadurecimento. As linguagens do teatro de bonecos, o teatro de sombras, o circo e a música compõem uma obra que acontece numa poética da visualidade.
OBJETIVO GERAL Este projeto tem como objetivo geral difundir a produção de teatro de bonecos contemporânea por meio da circulação do espetáculo ROSA PEQUENA, VIDA DE CIRCO criado pela Companhia das Rosas. A Companhia das Rosas foi recém criada pelas artistas Erica Stoppel e Luara Bolandini e tem como foco de pesquisa: o teatro de bonecos, o circo e a música. É uma companhia paulistana que a partir da mistura dessas linguagens desenvolveu uma pesquisa que resultou no espetáculo ROSA PEQUENA, VIDA DE CIRCO. Neste projeto a companhia se propõe a levar essa produção para o Nordeste Brasileiro, região essa ainda inédita para a companhia e com isso, pretendemos contribuir para a difusão da linguagem de teatro, principalmente do teatro de bonecos além de colaborar na ampliação e democratização do acesso a produção teatral contemporânea, incentivando a formação de público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 8 oficinas de artes corporais em escolas públicas e/ou instituições e 14 apresentações do espetáculo ROSA PEQUENA, VIDA DE CIRCO em teatros de pequeno porte em 4 cidades no Nordeste brasileiro conforme detalhado abaixo. Todas as atividades do projeto serão abertas e oferecidas gratuitamente e as oficinas são a CONTRAPARTIDA SOCIAL desta proposta. Garanhuns (PE)- 3 apresentações de sexta a domingo e 2 oficinas de artes corporais Recife (PE)- 4 apresentações de sexta a domingo e 2 oficinas de artes corporais João Pessoa (PB)- 3 apresentações de sexta a domingo e 2 oficinas de artes corporais Natal (RN)- 4 apresentações de sexta a domingo e 2 oficinas de artes corporais
Este projeto está alinhado com o artigo 3º da Lei 8313/91 que prevê o fomento à produção cultural e artística mediante a realização de apresentações do espetáculo de artes cênicas ROSA PEQUENA, VIDA DE CIRCO criado pela Companhia das Rosas. A itinerância é uma busca constante para as artistas da Cia das Rosas. Levar o espetáculo para diferentes públicos é o que faz a criação artística valer a pena. Para a companhia, contribuir para a difusão da linguagem teatral contemporânea e para a democratização do acesso à cultura é uma filosofia de trabalho. A companhia das Rosas é um grupo paulistano recém formado que estreou o primeiro espetáculo, ROSA PEQUENA, VIDA DE CIRCO, no ano passado na cidade de São Paulo. Por ser uma companhia nova, ainda não conta com muita visibilidade e não possui capital suficiente para a realização de ações mais custosas, o que dificulta oferecer propostas de circulação. Nesse sentido, a utilização de leis de incentivo é um fator fundamental para viabilizar as ações propostas. A ideia de realizar uma circulação pelo Nordeste brasileiro, é um projeto que envolve altos custos de produção e que, portanto, no caso desta companhia, só poderá ser viabilizado com apoio financeiro. A lei de incentivo vem de encontro a essa necessidade. Ao mesmo tempo, a utilização da lei de incentivo permite a companhia oferecer todas as atividades de forma gratuita, o que não apenas se alinha com a filosofia da companhia de democratização do acesso, como dito acima, mas também com a finalidade da Lei Rouanet que é de "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Com a circulação, podemos ainda, contribuir para a difusão da linguagem teatral contemporânea, em especial neste trabalho que alia a linguagem de bonecos com a linguagem circense, uma vez que este projeto nos permite levar para o Nordeste a pesquisa desenvolvida pela companhia na cidade de São Paulo. Para finalizar, entendemos que a Lei Rouanet vem de encontro ao desejo da companhia de levar a criação a diferentes públicos e realizar esse projeto, uma vez que a lei prevê "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"
EQUIPE VIAGEM: 3 artistas elenco 1 operador de som 1 operador de luz 1 contrarregra 1 produtor executivo 1 motorista da van (não necessita passagem aérea) 1 motorista caminhão (não necessita passagem aérea) TOTAL: 9 pessoas nas cidades Para a chegada em Garanhuns, primeira cidade da circulação, estão previstas no orçamento, 7 passagens aéreas para a equipe saindo de São Paulo para Maceió (aeroporto mais próximo) e van de Maceió para Garanhuns. No final da circulação, em Natal, novamente estão previstas 7 passagens áreas para o retorno da equipe para a cidade de São Paulo. Entre as cidades do Nordeste, Garanhuns, Recife, João Pessoa e Natal, a equipe viajará de van. HOSPEDAGEM: 4 quartos duplos + 1 single para total 27 noites Garanhuns: 7 noites Recife: 7 noites João Pessoa: 7 noites Natal: 6 noites ALIMENTAÇÃO: 28 dias X 9 pessoas da equipe + produtor local (não contar o produtor local no cálculo) Garanhuns: 7 dias X 9 pessoas = 63 Recife: 7 dias X 9 pessoas = 63 João Pessoa: 7 dias X 9 pessoas = 63 Natal: 7 dias X 9 pessoas = 63 Para esse cálculo, consideramos a seguinte logística para cada uma das cidades: Terça-feira: chegada na cidade Quarta-feira: Visita técnica no teatro e realização das oficinas Quinta-feira: montagem do espetáculo no teatro Sexta- feira: espetáculo Sábado: espetáculo Domingo: espetáculo e desmontagem no teatro
ESPETÁCULO: O espetáculo ROSA PEQUENA, VIDA DE CIRCO é voltado para crianças por isso prevemos a realização das sessões aos finais de semana nos períodos de manhã e/ou tarde, entretanto, de acordo com a programação do teatro, podemos rever os horários inicialmente propostos. O espetáculo possui 40 minutos de duração e classificação indicativa livre. Será realizado em teatros de pequeno porte das cidades selecionadas (capacidade aproximada de 200 pessoas por sessão) OFICINA DE ARTES CORPORAIS: Público alvo: grupos de até 40 (quarenta) participantes. Não é necessário conhecimento prévio. O objetivo da oficina é propor uma experiência que alia jogos corporais e brincadeiras teatrais com a construção de um boneco que será construído por cada um dos participantes com materiais acessíveis a todos: o próprio corpo e uma grande folha de papel. O universo lúdico e sensível que é trazido no espetáculo Rosa Pequena, vida de circo se aproxima desta experiência e despertam o imaginário de modo muito fluente. METODOLOGIA: A oficina terá três partes: uma introdução com jogos corporais guiados com música e palavra, a construção dos bonecos com ajuda das ministrantes e criação e apresentação de uma história coletiva encenada por todos os participantes. A oficina terá duração de 60 (sessenta) minutos e serão realizados registros da experiência em fotografias e vídeo. Necessidades técnicas: sala ampla em espaço coberto e aparelho de som compatível com o espaço.
Com relação a acessibilidade física, os espetáculos propostos acontecerão nos teatros e, na escolha dos teatros, optaremos por espaços que tenham acesso para pessoas com limitações físicas, como rampas, banheiros acessíveis, etc Com relação à acessibilidade de conteúdo, está previsto no projeto a realização de áudio descrição em uma sessão do espetáculo em cada cidade. Além disso, será confeccionado um mini cenário para que os deficientes visuais possam fazer uma sensibilização tátil antes da sessão. A divulgação do projeto conterá a indicação dessa sessão. Não é necessário legenda descritiva ou libras pois o espetáculo não possui falas. Para as oficinas de artes corporais, contaremos com 2 arte educadores específicos para lidar com os participantes com necessidades especiais e que, portanto, terão habilidades necessárias para tal, como por exemplo, conhecimento de linguagem de sinais. Mais uma vez, a escolha dos locais de realização das oficinas, obedecerão a obrigatoriedade de acessibilidade física.
Os espetáculos acontecerão em teatros sendo a distribuição totalmente gratuita. Considerando-se a temática do espetáculo e a formação e atuação das artistas da companhia das Rosas como arte educadoras, optamos por fazer como contrapartida social, oficinas de artes corporais abertas ao público que acontecerão de forma gratuita em escolas públicas e/ou instituições que trabalhem com crianças devidamente matriculadas em escolas públicas das cidades listadas. Além disso, conforme disposto no artigo 21 da IN 02/2019, disponibilizaremos na internet registros audiovisuais da circulação e permitiremos a captação de imagens dos espetáculos para veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Nossa previsão é de atingir aproximadamente 3200 pessoas entre participantes das oficinas e público do espetáculo.
A proponente do projeto é LUCIANA ROSA GUALDA PRODUÇÃO CULTURAL E ARTÍSTICA, de nome fantasia Palco De Papel Produções e que integra o projeto como COORDENADOR DE PRODUÇÃO e cujo currículo apresentado abaixo é de Lu Gualda. CURRÍCULO DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES: LUARA BOLANDINI Formada em Teatro Físico pela Lispa (London International School of Performing Arts). Estuda circo desde 2010. Iniciou seu trabalho em dança em 2006, quando estudou o Sistema Laban e participou da criação do espetáculo Coreológicas IV. Cursou danças brasileiras no Instituto Brincante e danças africanas na Sala Crisantempo. Estudou linguagem de palhaço com Mick Barnfather (Inglaterra 2010) e Bete Dorgam (2012). Desde 2015 é atriz, dançarina e manipuladora de bonecos na Pia Fraus Trabalhou como artista convidada de importantes Coletivos Circenses, como o Circo Zanni, Piccolo Circo e Núcleo Desastre ERICA STOPPEL Trapezista, formada em Artes Cênicas na Universidade das Artes, Argentina, com Mestrado em Artes da Cena (Instituto de Artes da Unicamp). É artista co-fundadora da Cia Piccolo Circo Teatro de Variedades desde 2013 e do Circo Zanni desde 2004. Criou junto com Ziza Brisola a Cia Linhas Aéreas em 1999. Junto com La Mínima e Circo Mínimo criou a Central do Circo (1999 a 2003). Foi cofundadora da Companhia Nau de Ícaros em 1993, onde atuou até 1997. Trabalhou como convidada junto aos grupos Acrobático Fratelli, Parlapatões Patifes e Paspalhões, Circo Mínimo, Pia Fraus Teatro e Companhia La Mala. Foi aluna do Circo Escola Picadeiro, da Escola de Circo Yuri Mandich de Havana. Treinou com os mestres André Simard e Vitor Fomim no Canadá. Desde 1992 reside em São Paulo onde criou mais de 20 espetáculos e integrou diversos coletivos. MARIANA BRUM Mariana Brum é atriz (DRT 9965) formada pela SP Escola de Teatro e licenciada em Artes Cênicas pela ECA-USP.Concluiu a formação "A arte do Brincante para Educadores" em 2015. Estudou Pedagogia das Máscaras com Cida Almeida e Sofia Papo. Em corpo e movimento, teve como principais mestres Lu de Carvalho, Ricardo Neves e Fabrício Licursi. Estudou canto com Fernanda Maia (2010), Lúcia Gayotto (2015) e a maestrina Paula Christina Monteiro (2017).Como atriz, atuou nos espetáculos "A Ópera do Desaparecimento"(2015); "Labirinto Kafka" (2009-2010); "Você Devia TerFechado a Porta (2013), entre outros. Atua, desde 2010, como arte-educadora em diferentes espaços de educação não formal voltados ao público infantil, e como educadora de teatro e movimento em projetos sociais. Atualmente é arte-educadora e contadora de histórias em Gravidéia! de causo cantado e teatro e é interprete convidada da Cia das Rosas. LU GUALDA Bacharel e licenciada em dança (UNICAMP), com pós-graduação em gestão de projetos culturais e organização de eventos (USP). Atualmente dirige a empresa Palco de Papel Produções que presta serviços de produção para artistas e grupos. Com mais de 15 anos de experiência na área, trabalhou durante 7 anos com o Circo Zanni e diversos grupos de dança e circo contemporâneo como Circo Amarillo, Cia Soma, Trupe Koskowisck, Cia da Pegada, entre outros. Entre 2007 e 2019, atuou em 23 projetos apoiados em editais públicos nas áreas de circo e dança nas esferas municipal, estadual e federal e foi gestora de projetos na área de circo realizados através de leis de incentivo Rouanet e PROAC Icms e patrocinados por empresas como Petrobrás, Belgo Bekaert Arames, Eucatex, etc. Atua na produção local de grupos de circo internacional, como Duo Looky (Israel), Circo Puntino (Italia), Psirc (espanha), Sisters (frança), Leris Colombaioni (Italia). Realizou projetos como Mostra de Circo de Rua, e a curadoria do projeto Admirável Mundo Circo (SESC/SP). De 2010 a 2013 foi parecerista credenciada pelo Ministério da Cultura para emissão de pareceres técnicos de aprovação e prestação de contas de projetos da Lei Rouanet nas áreas de circo, dança e teatro. Desde 2010 ministra cursos na área de produção cultural em locais como: Biblioteca Mario de Andrade, SP Escola de Teatro, Oficina Cultural Oswald de Andrade e na empresa Projecta Cultura. BRUNO RUDOLF É diretor e ator francês, formado pelo Conservatório de dança de Mulhouse (FRANÇA), residente no Brasil desde 2001. Na França, estudou teatro, teatro físico e mímica clássica, manipulação de bonecos, técnicas circenses (acrobacia e malabarismo). No Brasil, estudou Técnicas Aéreas, Butô com Tadashi Endo, Palhaço com Cristiane Paoli Quito, participou de oficinas de teatro com o grupo LUME e de oficinas e cursos regulares de dança com Renata Melo, Adriana Grecchi e Miriam Druwe. Em 2011, ganhou o prêmio APCA de melhor ator na categoria infantil e o prêmio FEMSA de melhor ator, ambos pela sua atuação no espetáculo: “A Volta ao Mundo em 80 dias”. Em 2007, criou com Ricardo Rodrigues a Cia. Solas de Vento, que possui em seu repertório 5 espetáculos (entre eles o premiado A Volta ao Mundo em 80 Dias) e 11 números circenses. A cia. já percorreu os palcos do Brasil e do mundo (China, Japão, Coreia, Alemanha) e participou de Festivais e Mostras de relevância no cenário circense e teatral. De seus trabalhos como diretor, destacam-se: Wendy e Peter (2018 – Criação e realização Cia. Linhas Aéreas), Íntimo (2016 projeto contemplado pelo ProAC de Circo 2015, criação e realização Cia. La Mala), Cabine (2015 –projeto contemplado pelo ProAC de Artes Integradas 2014, criação e realização Núcleo Desastre), Avesso (2012-projeto contemplado pelo Prêmio Pró-cultura de Dança, Teatro e Circo; criação Núcleo Desastre). FICHA TÉCNICA DO PROJETO: Elenco principal: Erica Stoppel, Luara Bolandini Elenco coadjuvante: Mariana Brum Direção artística: Bruno Rudolf Operador de som: Martim Gueller Operador de luz: Afonso Costa Contrarregra: a contratar Produtor executivo: a contratar Oficineiras: Erica Stoppel, Luara Bolandini, Mariana Brum Arte educadores: a contratar Coordenador de produção: Lu Gualda/ Palco de Papel Assistente administrativo: a contratar Assessoria Jurídica: Martha Macruz FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO Concepção geral: Erica Stoppel Direção geral: Bruno Rudolf Co criação de dramaturgia e assessoria em linguagem de animação e teatro de sombras: Luiz André Cherubini Direção de arte: Dani Garcia Desenho de luz: Domingos Quintiliano Colaboração na criação de dramaturgia: Vera Abbud e Nereu Afonso Criação de Trilha Sonora: Rodrigo Zanettini, Vinicius Politano e Felipe Chacon. Criação e Interpretação: Erica Stoppel e Luara Bolandini Intérprete convidada: Mariana Brum Produção Geral: Lu Gualda/ Palco de Papel
PROJETO ARQUIVADO.