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PRONAC 202112Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Kafka e a boneca viajante

VIRAMUNDO LIVRARIA E PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 234,7 mil
Aprovado
R$ 234,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-05-05
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A proposta consiste na montagem teatral de Kafka e a boneca viajante - inédita no Brasil com temporada e circulação. Além da praça Rio de Janeiro, o projeto fará turnê no Mato Grosso do Sul. Contrapartida social com oficina de correspondências e cartas para professores da rede pública.

Sinopse

Uma boneca escreve cartas. Uma criança as recebe. Kafka é o escrevedor e, ao mesmo tempo, o carteiro. Essa história, baseada em fatos reais, conta a relação inusitada do escritor com uma criança no Parque Steglitz, em Berlim. Surgem, dessas cartas inventadas para superar a solidão e a perda, novas correspondências de afeto e amizade.

Objetivos

Objetivo Geral Desenvolver montagem inédita no Brasil da obra literária "Kafka e a boneca vijante" do espanhol Jordi i Fabra, com classificação livre. Além de temporada, circulação do projeto no Rio e deslocamento para Mato Grosso do Sul como forma de descenttralizar as ações culturais no eixo Rio-São Paulo. Objetivos específicos · Tornar conhecida uma história - baseada em fatos reais - sobre a vida de Franz kafka; . Realizar temporada em teatro com aproximadamente 2 meses - 14 apresentações aproximadamente; . Realizar gratuitamente circulação gratuita do projeto em escolas, praças, asilos, associações de moradores e pontos de cultura - 20 apresentações aproximadamente conforme Artigo 3 da Lei 8.313/91; . Deslocar o projeto para Mato Grosso do Sul - apresentação em um fim de semana - para desenvolver ações fora do eixo Rio-São Paulo - 2 apresentações . Propiciar oportunidade de acesso ao teatro a diferentes classes sociais com ingressos a preços populares: 20% do total da capacidade do teatro serão destinados a esse fim; · Atrair o maior número de espectadores por conta da visibilidade do projeto _ fruto de mídia espontânea por meio de assessoria de imprensa e demais ações promocionais. . Realizar oficina como contrapartida social utilizando o recurso em potencial da peça "correspondências". A oficina, para professores da rede, terá duração de 4 horas. Prevê um público aproximado de 50 pessoas, divididas em duas turmas.

Justificativa

Não há apenas dor, sofrimento absurdo e desesperança. Há também os sentimentos da infância, daquelas pequenas sensações "ingênuas" e magníficas que se perdem com a idade. Kafka nos traz de volta a coisa mais preciosa e pura. (Márcio Seligmann-Silva) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1. da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Além do inciso do Artigo 1. o projeto valida ações ao encontro do Artigo 3 da Lei 8.313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Franz Kafka, um ano antes de sua morte, viveu uma experiência singular ao se deparar com uma criança no Parque de Steglitz, em Berlim de 1923. A criança havia perdido a boneca e o autor, para consolá-la cria uma história de que sua boneca não se perdera e sim fora viajar. Para que o fato se tornasse ainda mais convincente, Kafka - que se tornaria um dos mais influentes autores do século 20 - assume o papel de "carteiro de bonecas" e passa a lhe entregar diariamente, durante, três semanas, essas cartas inventadas. Essa experiência bastante inusitada e pouco conhecida do público foi contada por Dora Dymant, companheira do escritor na época, e escrita por Jordi Sierra i Fabra uma vez que as cartas, até hoje, não foram encontradas. Durante anos, Klaus Wagenbach, um estudioso de Kafka, procurou a menina pelos arredores do parque, interrogou vizinhos, colocou anúncios nos jornais, tudo em vão. Essas cartas certamente é um dos documentos mais importantes da literatura do século 20. A obra literária com o título "Kafka e a boneca viajante" vem despertando interesse em diversas partes do mundo para livres adaptações: México, Peru e Espanha fizeram versões teatrais; França realizou uma versão de ballet clássico e Itália negocia os direitos para o cinema. No Brasil, pela primeira vez, a obra ganha adaptação teatral a partir do olhar de Julia Bernat e direção de Isaac Bernat. Em cena os atores João Lucas Romero e Laura Becker multiplicam diversos papeis num laboratório onde as cenas são coletivamente construídas para dar vida à história extraordinária da boneca viajante. Também contam - a partir de um deslocamento da história dentro da história - a história intimista e inusitada entre Kafka e a menina Elsi. À medida que as correspondências são entregues, a boneca envia seu amor à menina tornando a distância menor e a solidão, suportável. Num plano ainda mais profundo, temos um encontro generoso, puro e intuito; um embate sobre coisas importantes e vitais que mantém vivo o sonho no homem. A história dentro da história habita a infância guardada em cada um de nós. O projeto será realizado em teatro na cidade do Rio de Janeiro, no mês de outubro/novembro com 14 apresentações (temporada em teatro a partir da disponibidade de pauuta na cidade); além da temporada o projeto prevê 20 apresentações gratuitas em centros e lonas culturais, escolas, asilos, hospitais, praças na cidade do Rio de Janeiro e duas apresentações em Campo Grande, Mato Grosso do sul, como forma de descentralizar ações culturais no eixo Rio-São Paulo.

Estratégia de execução

PROPOSTA DE ENCENAÇÃO A proposta de encenação pretende criar uma atmosfera intimista num jogo de metalinguagem com os dois atores em cena que se desdobram na soma de papeis: Kafka, carteiro de bonecas, boneca, narradores e etc. Esse faz de conta em cena, será muito bem aproveitado pela herança dos atores no universo da palhaçaria. O desafio cênico consiste em levar os espectadores a uma viagem entre diferentes partes do mundo enquanto um espectador - ciente de tudo - assiste às peripécias da boneca viajante que nos apresenta outros mundos e lugares (além de nós mesmos). É uma peça que apresenta, de modo revelado, a fantasia e o que a sustenta. Uma relação de amizade e pureza que se configura pelos encontros. Um time competente, coeso, repleto de trabalhos e prêmios. Uma história inédita, pura, necessária neste momento do país.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

A acessibilidade será devidamente respeitada, atendendo ao inciso II do Artigo 27 publicado no Decreto no. 5.761/06 com vistas a proporcionar condições ao acesso nos termos do artigo 23 da Lei no. 10.741 de 1o de outubro de 2003, a idosos, obesos e portadores de deficiência física, conforme disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; PRODUTO: ESPETÁCULO EM ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, elevadores. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras em sessão especial. PRODUTO: CONTRAPARTTIDA SOCIAL / OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, elevadores. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica Obs: Não haverá custo com ações de acessibilidade física, pois a produção fará a contratação de espaços para a relização do projeto que sigam as normas de acessibilidade física.

Democratização do acesso

O projeto apresentará formas para a democratização do acesso aos bens e serviços resultantes de acordo com o Artigo 21 da Instrução Normativa n. 2/2019 do Ministério da Cidadania. Assim: PRODUTO: ESPETÁCULO EM ARTES CÊNICAS I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do espetáculo sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

EQUIPE Aurélio de Simoni Função: Iluminação Assina a luz de espetáculos dirigidos por Miguel Falabella, Celso Nunes, Alcione Araújo, direção de Luiz Arthur Nunes, Moacir Chaves, Luís Alberto de Abreu, Aderbal Freire Filho, Amir Haddad, André Paes Leme. Entre 1989 e 1999, recebe 6 prêmios em teatro infantil. Nos anos de 1992, 1995, 1996 e 1997, recebe o Prêmio Shell por espetáculos adultos, entre eles Don Juan, de Molière, com direção de Moacir Chaves, com quem estabelece parcerias constantes. Seus próximos trabalhos com esse diretor são: Inutilezas, textos do poeta Manoel de Barros (1916), e Por Mares Nunca Dantes, de Geraldo Carneiro, ambas em 2002 e, no ano seguinte, Fausto, de Goethe, eViolência da Cidade, autoria do próprio diretor. Em 2003, faz a luz para o grupo Intrépida Trupe, em Sonhos de Einstein. Desirré Bastos Função: Figurinista Possui graduação em Artes Cênicas hab. Cenografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003), graduação em Artes Cênicas hab. Indumentária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002) e mestrado em Programa de Pós Graduação em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2010). Especialização em design pelo Instituto Politécnico de Milão. Desde 2010 é professor efetivo da Universidade Federal do Rio de Janeiro no curso de Artes Cênicas. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em cenografia, figurino e direção de arte. Atua nas diversas linguagens artísticas teatro, performance, carnaval, ópera, dança. possui trabalhos expostos em mostras competitivas na Quadrienal de Praga (2011) e World Stage Design(2013), assim como indicações aos prêmios Zilka Sallaberry (2013) e FITA (2014). Dóris Rollemberg Função: Cenógrafa Doutora em Teatro pela UNIRIO, onde também defendeu dissertação de Mestrado, é graduada em arquitetura pela UFRJ (1986). Professora no departamento de Cenografia da Escola de Teatro CLA - UNIRIO. Participou como artista convidada da Mostra Nacional Brasileira na Quadrienal de Praga 2011: Espaço e Design Cênico com a cenografia de Fábulas Dançadas de Leonardo da Vinci. A Mostra nacional ganhou o Triga de Ouro, prêmio máximo da Quadrienal de Praga. A mostra foi apresentada em São Paulo na FUNARTE em dezembro de 2011, seguiu, em 2012, para Festival Internacional de Salisbury no Reino Unido e fez parte do evento do Ano do Brasil em Portugal no MUDE - Museu do Design e da Moda de Lisboa em 2012. Participou, ainda, como expositora da WORLD STAGE DESIGN em setembro de 2013 em Cardiff com a maquete-objeto a partir da sua cenografia para Grafismos. Foi Co-Curadora da Representação Brasileira na 13º Quadrienal de Praga: Espaço e Design da Performance (PQ’15) de 2015, além de autora do projeto Expográfico da Seção dos Países e Regiões da Representação Brasileira. Recebeu o Prêmio Shell de Teatro 2018 pela cenografia de A última aventura é a Morte. Sendo também indicada para os Prêmios Cesgranrio, APTR e Botequim Cultural no mesmo ano pelo mesmo trabalho. Elissandro Souza de Aquino Função: Diretor de Produção É professor de Literaturas com especialização em Psicodrama. Coautor do livro “Escrevendo a Paz” pela UNESCO com tradução para o inglês e francês. Produziu a peça “Por Dentro da Música”, patrocinado pelos Correios/Lei Rouanet. Fez supervisão de mediação na CAIXA Cultural, unidade Rio de Janeiro para as exposições Carybé: as cores do Sagrado, Veias, fotos de Anders Petersen e Jacob Aue, Darcílio Lima, World Press Photo, Artéria 40 anos Revista de Poesia, curadoria de Paulo Miranda e Omar Khouri entre outras. (2015) Autor do argumento “Classificados”, finalista no 7.Doc Canal Futura. Fez a Direção de Produção do Longa Doc “Virando a Página”, PRODAV – FSA 2016. Direção de Produção dos projetos híbridos “Passaporte Poético”, “Memórias de Fogo” e “Rio de Versos” - com a participação de franceses, cubanos, italianos, americanos e argentinos no CCBB Rio de Janeiro. Fez assistência de Produção para a exposição “Cartas a Lumière”, Fabiano Mixo - Oi Futuro pela Coletiva. Produziu o espetáculo "De Piaf a Elis: música e dança flamenca" com artistas brasileiros e franceses. Foi finalista da Incubadora Cultural Petrobras com o projeto de fotografias "Orisa: quando o mito veste o corpo" com a participação especial de Zezé Motta e Gilberto Gil. Federal. A exposição, vencedora do Edital do CCJF 2017, ocupou cinco galerias do museu, em seguida circulou para a Bienal Internacional de Arte Tridimensional, na Cidade das Artes e na UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Produziu e adaptou a peça de teatro "Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus" com direção de Isaac Bernat para o Sesc. Pesquisador pela Imagem Filmes de cinco longas documentários sobre teatros no Brasil (2018). Produziu o "Santander Delícias do Brasil" com patrocínio do Santander, no Jockey Club. Os espetáculos "Aboio" e "Flamenco & Lorca: quando a poesia encontra a dança", pela Enclave Cia de Dança. Realizou a Gestão Cultural da Residência Artística Toda Essa Bossa da Sala Municipal Baden Powell e projetos com Ed Mota, Leoni, Francis e Olivia Hime, Leny Andrade, Aurea Martins, João Donato, Elisa Lucinda, Angela Ro Ro Tulipa Ruiz, Fernanda Abreu, Roberto Menescal, BNegão, Angela Maria, Ney Matogrosso, Francisco Gregório, Fernanda Canaud, Marcos Sacramento entre outros. É sócio do Instituto João Donato e da Viramundo Produções. Isaac Bernat Função: Diretor Artístico É ator, diretor e professor de teatro na Faculdade CAL. Doutor em Teatro pela UNIRIO, fez tese de doutorado sobre o griot africano e ator do grupo de Peter Brook, Sotigui Kouyaté. A tese deu origem ao livro, "Encontros com o griot Sotigui Kouyaté. Durante dois anos esteve em cartaz pelo Brasil com a Peça Incêndios, do autor libanês Wajdi Mouawad, pela qual ganhou o prêmio Botequim Cultural de Melhor Ator. Como diretor destaca-se a peça “Querida Elena Sergueivna”, da autora russa Ludmila Razumovskaia. Neste momento está dirigindo “Por amor ao Mundo - um encontro com Hanna Arendt”, com estreia prevista para 26 de agosto de 2016 no Cento Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro. Entre a peças que dirigiu destacam-se: "Por Amor ao Mundo, um Encontro com Hanna Arendt" de Marcia Zanelatto, “Desalinho", de Marcia Zanelatto", "Lili - uma história de circo" de Licia Manzo, "Deixa Clarear", de Marcia Zanelatto, “Calango Deu – Os Causos de Dona Zaninha” de Suzana Nascimento; “Querida Helena Sergueievna”, de Ludmila Razoumovskaia; ”O Diário de Anne Frank”, de Michael Cohen Enid Futterman e “Sherazade”, de Suzana Abranches. Como ator seus últimos trabalhos são: " Incêndios" de Wajdi Mouawad, direção de Aderbal Freire Filho. “Jantando com Isabel” de Furio Lonza, direção de Henrique Tavares; “Mulheres Sonharam Cavalos” de Daniel Veronesi, direção de Ivan Sugahara; “Mão na Luva” de Vianinha, direção de Rubens Camelo;“Língua Solta” monólogo de Miriam Halfim, direção de Xando Graça; “A Arte de Ter Razão” de Manoel Prazeres, direção de Vitor Lemos; “Cine-Teatro Limite” de Pedro Bricio; “A Falecida” de Nelson Rodrigues, direção de João Fonseca. Em Cinema atuou nos filmes: “Romance de Geração”, direção de David França Mendes (2008); “Achados e Perdidos”, direção de José Joffily (2005); “Lost Zweig”, direção de Silvio Back (2002); “Forall” de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz (1996) e "Sonho de Valsa", direção de Ana Carolina. Na TV Globo fez inúmeros trabalhos entre os quais “Malhação” (2010/2009), direção de Mario Marcio Bandarra; os seriados “A Grande Família”, “Força Tarefa”, “Carga Pesada” e “A Diarista” e os programas “Faça sua História” e Linha Direta Justiça “O Caso Rio Centro”. Publicou em 2013 o livro "Encontros com o griot Sotigui Kouyaté" pela editora Pallas. INDICADO ao prêmio Mambembe Infantil de ator em 1986,1994 e 1997. INDICADO ao PREMIO APTR de 2014 como ator Coadjuvante por INCÊNDIOS. INDICADO AO PRÊMIO APLAUSO COMO ATOR COADJUVANTE EM INCÊNDIOS. INDICADO AO PRÊMIO FITA DE 2014 DE MELHOR DIREÇÃO POR "CALANGO DEU". PRÊMIO COCA-COLA DE MELHOR ATOR DE 1995 por "As Aventuras de Pedro Malazartes". PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL de 2014 DE MELHOR ATOR POR INCÊNDIOS. PRÊMIO ZILKA SALABERRY DE 2014 DE MELHOR DIREÇÃO POR LILI, UMA HISTORIA DE CIRCO. PRÊMIO APLAUSO DE MELHOR ELENCO DE 2014 com Incêndios . João Lucas Romero Função: Ator É formado pelo Curso de Teatro pela UniverCidade no Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira de ator em 2005. Dentre seus trabalhos destacam-se as peças "Por elas", "Isaac no mundo das partículas" com indicação de melhor ator nos Prêmios Botequim Cultural, CBTIJ e Zilka Salaberry, "A rosa e a semente" indicada Prêmio CBTIJ na categoria de melhor coletivo de elenco; "Guanabara Canibal" e "Caranguejo Overdrive" da Aquela Cia.; "Apocalipse naquela esquina ou A corrosão do caráter" com A Outra Cia; "Filhote de Cruz Credo - a triste história alegre de meus apelidos", dirigida por Isaac Bernat. Vencedor na categoria de melhor ator coadjuvante pelo Prêmio CBTIJ; "O Bigode" com o Grupo Lupa; "A lenda do vale da lua" escrita e dirigida por João das Neves. "Como a gente gosta", com Pedro Paulo Rangel e direção de Vinicius Coimbra; "Bisa Bia, Bisa Bel" espetáculo premiado pelo CBTIJ e Zilka Sallaberry nas categorias de melhor espetáculo, direção, coletivo de elenco, texto adaptado e músical "Festa de Família e o Funeral" com a Cia Teatro Esplendor. "Febril", pela Cia em Obra; "201" com o Grupo Lupa. "Mundo grampeado: uma ópera tecno-tosca" com a Cia Monte de Gente - Coletivo Teatral, "Instantâneos" da Cia Bondrés, apresentado no FIAC, Bahia. "Two Roses for Richard III" encenada no Word Shakespeare Festival 2012, em Londres; "Penso ver o que escuto" dirigida por Fábio Ferreira e Cláudio Baltar, "O idiota - primeiro dia" com direção de Fábio Ferreira. "Deus é química" de Fernanda Torres, com direção de Hamilton Vaz Pereira. Jordi Sierra i Fabra Função: Escritor Premiado escritor com mais de 500 obras publicadas e 40 prêmios literários. Foi selecionado para o catálogo White Ravens. Também foi finalista do Prêmio Hans Christian Andersen. É o autor infantil e juvenil mais vendido e o mais lido nas escolas da Espanha e de grande parte da América Latina. Traduzido em 30 línguas, com mais de 13 milhões de exemplares vendidos Criou a Fundação Jordi Sierra i Fabra em Barcelona, e a Fundação Taller de Letras na Colômbia para desenvolver trabalho com crianças e jovens de estímulo à leitura. Julia Bernat Dramaturgia É atriz, diretora, dramaturga e tradutora. Tem 29 anos e é formada em Teoria do Teatro na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UniRio). Desde 2008 trabalha com cinema, teatro e televisão. No teatro participou de musicais como A noviça Rebelde, o Despertar da Primavera e "Um violinista no telhado" de Charles Moeller e Claudio Botelho. Fez a peça "Senhora dos Afogados", dirigida por Ana Kfouuri; "Contra o Vento" dirigido por Felipe Vidal e "Cara de Fogo" dirigida por Georgette Fadel, projeto que idealizou e esteve em cena com seus pais, Isaac Bernat e Soraya Ravenle. Em 2011 começou a trabalhar com Cristiane Jatahy e Cia Vértice no Espetáculo "Julia", adaptação de Senhorita Julia, de Strindberg. Julia foi indicada ao Prêmio Qualidade Brasil 2011 na categoria melhor atriz. Dando continuidade a parceria, Julia atua na peça "E se elas fossem para Moscou?" pela qual foi indicada ao Prêmio Shell 2014 de Melhor Atriz, e participa da instalação performática "A floresta que anda". A trilogia segue uma turnê internacional, participando de diversos festivais europeus, entre eles, a Biennale de Veneza e o Kunsten festival de arts em Bruxelas. , 2018 integrou o elenco de "Ithaque", espetáculo franco brasileiro dirigido por Jatahy e produzido por Odeon Theatre de L´Europe. Integrante do grupo Teatro Voador Não Identificado, assinou a direção de Shuffle, e escreveu a dramaturgia de Tempo Reak. Atuou no Infantil "Lili, uma história de circo", dirigido por Isaac Bernat e co-dirigiu "Instabilidade Perpétua", solo de Soraya Ravenle. Na televisão protagonizou um dos episódios da série "Canalhas" do GNT com direção de Anna Muylaert. Atuou na Série "Malhação ID e fez participação na série "Felizes para semprem da Rede Globo. No cinema trabalhou nos longas "Ressaca", de Bruno Viana, "Ponto Final", de Marcelo Taranto, "Aspirantes", de Ives Rosenfeld; "Campo Grande" de Sandra Kogut, "Aquarius" de Kleber Mendonça Filho. Também participou dos curtas "O coração às vezes para de bater" de Mariana Camargo e "Guimba" de Johnny Massaro. Com "aspirantes" ganhou o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival do Rio de 2015 e uma menção honrosa no Festival Janelas de Recife. Laura Becker Função: Atriz É atriz, palhaça, professora e musicista, formada pelos cursos de Licenciatura em Teatro e Bacharelado em Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio) e pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. Iniciou sua carreira em 2005 atuando no espetáculo "Raul Fora da Lei", com Roberto Bomtempo. Durante três anos integrou o Programa Enfermaria do Riso, projeto de extensão da Unirio coordenado por Ana Achcar, que forma palhaços com foco em atuação no hospital. Desde 2016 integra o grupo Roda de Palhaço, onde realiza visitas artísticas em dois hospitais federais no Rio de Janeiro. É diretora do grupo Corre Cutia, onde desenvolve um trabalho artístico e pedagógico, através de espetáculos, shows e produções culturais diversas. É integrante do Bloco do Sargento Pimenta, onde atua como percussionista desde sua fundação (2010). Junto com o grupo, já se apresentou em diversas casas de show pelo Brasil e participou de turnê internacional nas Olimpíadas de Londres em 2012. Sua formação musical é baseada do método O Passo, criado por Lucas Ciavatta. Dentre alguns de seus trabalhos, destacam-se "Ķalú e a Lua", da Corre Cutia, com direção de Matheus Lima e Helena Marques (espetáculo premiado pelo CBTIJ nas categorias melhor direção, direção musical e design de som, além de mais outras quatro indicações, incluindo melhor coletivo de atores/atrizes; também indicado a melhor música no Prêmio Zilka Salaberry); “Ovelha Negra”, da Cia PeQuod, com direção de Miguel Vellinho; "Bisa Bia, Bisa Bel", direção de Joana Lebreiro (espetáculo premiado noa prêmios CBTIJ e Zilka Salaberry); "Contra o vento - um musicaos", direção de Felipe Vidal; "Lili - uma história de circo", direção de Isaac Bernat (ganhador do prêmio de melhor direção no Zilka Salaberry e indicada ao prêmio CBTIJ de melhor atriz coadjuvante); "Filhote de Cruz Credo - a triste historia alegre de meus apelidos", direção de Isaac Bernat; "Histórias que o eco canta", direção de Ilo Krugli; "Barba azul - a esperança das mulheres", direção de Fabio Ferreira; "Fala que é amor", direção de Ricardo Blat. Pedro Luís Função: Diretor Musical É um raro artista auto-suficiente, multifacetado e agregador: canta, compõe, escreve, toca, arranja, produz e dirige. Foi roqueiro no Urge nos anos 80 e deu forma musical ao funk poético do Boato nos 90. Na década seguinte, tornou-se, e é até hoje, argamassa da usina musical chamada A Parede, com quem formou o Monobloco, que desde o ano 2000 arrasta multidões no carnaval. Compõe lindas canções para a MPB com parceiros variados e produz discos de diversos talentos da música nacional. Faz ainda trilhas para cinema, TV e teatro, e dirige espetáculos de música e teatro. Ao longo de sua carreira, veio ganhando reconhecimento também como compositor e foi gravado por artistas como Elza Soares, Ney Matogrosso, Elba Ramalho, Lenine, Cidade Negra, Adriana Calcanhotto e Roberta Sá, entre outros. Foi em 2011 que Pedro Luís lançou seu primeiro CD solo, batizado "Tempo de Menino", indicado ao Prêmio da Música Brasileira. Em mais duas parcerias com a Sarau, Pedro Luís assinou, em 2018, a curadoria do Festival Toca (Toda Canção) e, ao lado de Antonia Adnet e Larissa Luz, a direção musical de "Elza", premiado espetáculo sobre Elza Soares, com 11 prêmios em diversas categorias: Reverência, APCA, Cesgranrio, Shell (Música) e Botequim Cultural. Foi neste mesmo ano que Elza Soares lançou o álbum "Deus é Mulher", cujo título tem origem na música de Pedro Luís "Deus Há de Ser", gravada pela artista carioca. O ano de 2019 começou com a turnê de "Vale Quanto Pesa – Pérolas de Luiz Melodia" pelo Brasil e segue com o projeto "Macro", que ocupou o Lab Oi Futuro (RJ) de maio a junho e chega aos palcos em novembro, com direito a vinil. Junto com Plinio Profeta, lançou em agosto o remix de "Cara a Cara", versão da faixa gravada no álbum "Vale Quanto Pesa – Pérolas de Luiz Melodia". Proponente: Viramundo Produções/ Dirigente:Elissandro Souza de Aquino Função: Produção, Gerência e Coordenação (Rubricas de serviço destinadas a linha de produção e coordenação) Viramundo foi coresponsável pela gestão cultural da Sala Municipal Baden Powell, Residência Artística Toda Essa Bossa, curadoria de João Donato com eixos de formação de plateia, conteúdo cultural, cessão de salas para ensaios e contrapartidas. Na ocasião desenvolveu projetos com Ed Mota, Tulipa Ruiz, Ney Matogrosso, Angela Maria, Ithamara Koorax e Márcio Bahia, Nelson Sargento, Fátima Guedes, Marcos Sacramento, Elisa Lucinda, Fernanda Abreu, Angela Ro Ro, Leny Andrade, Francis e Olivia Hime, Ivan Lins, Maurício Einhorn, Diogo Vilela, Maitê Proença, Louise Cardoso entre outros. Desenvolve o Projeto Social de moda e empreendedorismo para Comunidades de Quilombo pelo Ministério dos Direitos Humanos, Plano das Nações Unidas, Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do Edital 03/2019 Projeto BRA/15/010. Fez a produção da exposição "Alfaiate de Asas", de Claudio Partes no CCC - Centro Cultural dos Correios (2019). Produziu a peça de teatro "Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus" (2017-2020) com direção de Isaac Bernat com temporada no Sesc Tijuca e Engenho de Dentro e na Sala Municipal Baden Powel, Sesc Ipiranga São Paulo, Mar e circulação em periferias de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura do Estado, Prefeitura de São Paulo. Produziu o espetáculo híbrido e com interface Brasil - Paris em “De Piaf a Elis: música e dança flamenca” na Sala Municipal Baden Powell e no Maison de France com nova edição do Projeto em 2020 aprovada pela Lei de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Hitachi Consulting; também desenvolveu os espetáculos "Aboio" e "Flamenco & Lorca: quando a poesia encontra a dança", pela Enclave Cia de Dança (2017/2018/2019). Editou o Livro "Rio de Gentileza", com o selo da Produtora, 2. Edição. Foi a produtora selecionada pela Incubadora Cultural Petrobras com o projeto de exposição: "Orisá: quando o mito veste o corpo" de Margo Margot com a participação especial de Gilberto Gil e Zezé Motta. A exposição - com a maior pontuação do Edital de ocupação do CCJF (Centro Cultural da Justiça Federal) de 2016/2017 - ocupou cinco galerias do museu, em seguida foi convidada para a Bienal Internacional de Arte Tridimensional, na Cidade das Artes e na UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2018). Produziu a exposição internacional com poesia concreta de artistas cubanos, americanos, franceses, uruguaios, argentinos, italianos no CCBB Rio de Janeiro, curadoria de Tchello d- Barros. A performance “Passaporte Poético” e a peça “Memórias de Fogo” com lotação esgotada em toda a temporada, direção de Sady Bianchin, no CCBB Rio de Janeiro (2017). Atualmente está trabalhando nos projetos "Preto no Palco", "Kafka e a Boneca Viajante" finalista do Edital de Montagem da FUNARJ e "Estação das Águas".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.