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O projeto tem como objetivo a criação e produção de nova temporada para websérie homônima, com veiculação gratuita na internet (Youtube), composta de entrevistas com profissionais da Economia Criativa.
PRODUTO PRINCIPAL: websérie com 12 episódios de entrevistas feitas com profissionais da Economia Criativa. Temática: apresentação de profissionais com carreira/projetos não convencionais da cadeia da Economia Criativa. O entrevistado apresentará informações objetivas sobre sua experiência e demais dados relacionados. Curadoria: se atentará em selecionar pelo menos 25% de negros, 50% de mulheres, 10% de LGBTQI+ e 10% de pessoa com deficiência (PcD). PRODUTO SECUNDÁRIO: podcast com íntegra das 12 entrevistas realizadas para a websérie. temática: apresentação de profissionais com carreira/projetos não convencionais da cadeia da Economia Criativa. O entrevistado apresentará informações objetivas sobre sua experiência e demais dados relacionados. curadoria: se atentará em selecionar pelo menos 25% de negros, 50% de mulheres, 10% de LGBTQI+ e 10% de pessoa com deficiência (PcD). acessibilidade: Transcrição técnica dos áudios para pessoas com deficiência visual PRODUTO SECUNDÁRIO: e-book com a íntegra das 12 entrevistas realizadas para a websérie. temática: apresentação de profissionais com carreira/projetos não convencionais da cadeia da Economia Criativa. O entrevistado apresentará informações objetivas sobre sua experiência e demais dados relacionados. democratização: disponibilização do e-book em landing page para download gratuito após cadastro de email e nome. CONTRAPARTIDA SOCIAL: 5 workshops sobre economia criativa e produção cultural. Os responsáveis pela entidade proponente serão responsáveis pela atividade, voltada aos alunos da rede pública de ensino.
GERAL: Criação, produção e publicação de temporada inédita da websérie autoral Profissões da Economia Criativa, contando com 12 episódios de entrevistas com profissionais da Economia Criativa que possuem carreira/projetos não convencionais, e com destaque de atuação regional. ESPECÍFICOS: Difusão de 12 episódios da websérie autoral; Produção de 12 episódios de podcast (cadastrado como programa radiofônico em Plano de Distribuição/Produto) com os áudios da entrevista, com acesso gratuito e irrestrito (medida de democratização); Transcrição dos áudios para publicação com os episódios dos podcasts, com as falas e elementos de áudio (trilhas, efeitos sonoros, sons diversos), visando inclusão de pessoas com deficiência auditiva; Transcrição dos áudios para publicação em e-book, que será distribuído gratuitamente pela internet (medida de democratização); Contrapartida social: Workshop sobre Economia Criativa e produção cultural para jovens a partir 16 anos, contando com pelo menos 50% alunos da rede pública de ensino. Cada workshop terá 1h de duração. Serão 5 workshops, realizados durante a produção do projeto. Cada workshop terá a participação de 25 jovens. 125 atendidos (pouco mais de 10% do total de atendidos).
Economia Criativa é um termo relativamente novo e uma de suas primeiras referências acontece em 1983, quando a então primeira-ministra da Inglaterra, Margaret Thatcher publicou um relatório reconhecendo a importância das áreas ligadas à tecnologia e criatividade para o crescimento econômico do Reino Unido. Mais de 10 anos depois, em 1994, o então primeiro-ministro da Austrália, Paul Keating, foi quem utilizou o termo "Economia Criativa", quando lançou o plano "Creative Nation" de políticas públicas, focado na produção cultural e artística da Austrália. Pouco tempo depois da publicação do Creative Nation, o então primeiro ministro da Inglaterra, Tony Blair, decidiu estudar as nações criativas em seu país e percebeu que os bairros de Londres que estavam tendo um crescimento social e econômico maior eram aqueles ocupados por artistas e equipamentos culturais, comprovando que a área criativa é um motor de desenvolvimento social e financeiro. Em 2001, o pesquisador britânico John Howkins reuniu todos esses estudos e lançou o livro "Economia Criativa: como ganhar dinheiro com ideias criativas", espalhando esse conceito para o mundo todo. Aqui no Brasil, de acordo com o estudo de 2018 da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o antigo Ministério da Cultura, foi comprovada a importância da Economia Criativa para o desenvolvimento econômico do país: para cada R$ 1,00 captado e executado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, são movimentados R$ 1,59, mostrando a importância da valorização dos profissionais da Economia Criativa. Apesar de todo esse histórico e essas comprovações, poucas pessoas têm conhecimento sobre a Economia Criativa e, desta forma, faz-se necessário apresentar todas essas possibilidades para o público brasileiro. A websérie Profissões da Economia Criativa escolheu o público jovem como target porque a partir dele será possível desenvolver tanto profissionais que possam atuar na área, quanto consumidores de seus produtos e serviços. A Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) publicou, em dezembro de 2016, o Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil, apontando que essa área tinha gerado, em 2015, R$155,6 bilhões para a economia brasileira, contribuindo para geração de emprego e renda para diversos tipos de profissionais. A fase de escolha da profissão é uma das mais difíceis dos estudantes, e muitos acabam optando pelo caminho mais comum, como seguir a profissão dos pais, trabalhar perto de sua residência ou então fazer cursos tradicionais sem saber se gostam ou não. A Websérie Profissões da Economia Criativa tem como objetivo apresentar profissionais com carreira/projetos não convencionais, para que os jovens ampliem repertório sobre profissões, focando na ECONOMIA CRIATIVA. A websérie apresenta experiência dos entrevistados, ou seja, material aprofundado e objetivo. Como a Economia Criativa é uma área que possibilita a diversidade no mercado de trabalho, faz-se necessário ampliar o acesso a esse tipo de informação a todas as pessoas. Assim, o Circuito Nacional Profissões da Economia Criativa terá o cuidado contratar profissionais de libras, selecionar pessoas com deficiência, negros, mulheres e LGBTQI+ para os episódios. projeto atende os seguintes incisos do Artigo 1 da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com relação ao Artigo 3 da Lei 8.313/91, serão cumpridos os itens: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura: exposição de carreiras não convencionais na área de cultura/economia criativa para ampliação de repertório profissional dos jovens, fortalecendo a cadeia produtiva.
A proponente é uma empresa especializada em projetos voltados à Economia Criativa. São duas temporadas da websérie Profissões da Economia Criativa lançada, e uma terceira, com foco no empreendedorismo, em finalização. O presente projeto tem como objetivo descentralizar a produção de São Paulo e aumentar o raio de difusão dos produtos resultantes, atendendo diversas localidades do país. O projeto foca em púbico jovem, a partir dos 15 anos (infantojuvenil). A Economia Criativa possui, dentro do campo da cultura e das artes, papel fundamental no desenvolvimento econômico e intelectual. A ideia é apresentar profissões não convencionais ao público, todas elas dentro da cadeia criativa, para ampliação de repertório dos jovens. Websérie: TEMPORADA 1: https://www.cultcultura.com.br/webseries/2019/profissoes-da-economia-criativa-temporada-1/ TEMPORADA 2: https://www.cultcultura.com.br/webseries/2019/profissoes-da-economia-criativa-temporada-2/ Mais sobre Economia Criativa: https://www.cultcultura.com.br/economia-criativa/ Dividindo o valor total do projeto pelo público a ser atendido (12000), o valor por beneficiário fica bem abaixo do limite estabelecido de R$ 250,00 (websérie, podcast e e-book). O cálculo para o item contrapartida social não se aplica, pois é uma quantidade dada por lei, que no caso do projeto está dentro do solicitado (pouco mais de 10% do total - 120 pessoas), sendo 100% voltado para atendimento da rede pública de ensino. Além disso, o valor por episódio não ultrapassa R$ 15.000,00, conforme orientado pela INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019.
PRODUTO PRINCIPAL: Websérie Quantidade de episódios: 12 / acesso gratuito Plataformas de veiculação: Youtube (youtube.com/cultcultura) e blog da proponente (cultcultura.com.br) Duração dos episódios: Aproximadamente 15 minutos Convidados: escolhidos por meio de curadoria, após início do projeto Público estimado por episódio: 1000 views nos 3 meses seguintes a publicação Público total: 12000 pessoas Faixa etária: a partir de 15 anos (predominância entre 15 e 25 anos) Número de inscritos no canal do YouTube: 8130 Links de referência: https://www.youtube.com/playlist?list=PLF63fqZIHJQtRHBwxIaQwsbC2hTkFnewN e https://www.youtube.com/playlist?list=PLF63fqZIHJQu31R_SDdUUz6wlyXHE8DTr PRODUTO SECUNDÁRIO: Podcast Quantidade de episódios: 12 / acesso gratuito Plataformas de veiculação: Blog da Cult Cultura, Spotify, Deezer, Anchor, Google Podcasts, Apple Podcasts, Radio Public e PocketCasts! Duração dos episódios: média de 30 minutos Público estimado por episódio: 300 downloads/plays nos 3 meses seguintes a publicação Público total: 3600 pessoas Faixa etária: a partir de 15 anos (predominância entre 15 e 25 anos) Acessibilidade: Todos os episódios terão texto transcrito para pessoas com deficiência auditiva Links de referência: https://www.cultcultura.com.br/podcasts/ PRODUTO SECUNDÁRIO: E-book Estimativa de páginas: entre 70 e 90 / download gratuito Plataforma para acesso: landing page (site para download mediante cadastro) Estrutura: Projeto gráfico e diagramação contemplando capa, ficha catalográfica, ISBN, índice, transcrição das entrevistas Downloads estimados por episódio: 1000 nos 3 meses seguintes a publicação Público total: 1000 pessoas Faixa etária: a partir de 15 anos (predominância entre 15 e 25 anos) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Workshops com duração aproximada de 1 hora. 40 minutos de conteúdo expositivo + 20 para resolução de dúvidas. Não há material pedagógico. Apresentação com suporte visual sobre o tema. Apresentação do projeto geral, experiência do proponente na área de economia criativa e produção cultural. Público: 25 pessoas por workshop. Total: 125 pessoas (pouco mais de 10% do público total). Perfil: alunos da rede pública de ensino. Faixa etária: a partir de 15 anos.
Produto Principal Acessibilidade de conteúdo: 1) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: será publicada com episódio, em página de sítio eletrônico. Em todo o material de divulgação do projeto será comunicado e reforçado que há o produto acessível ao público citado. 2) Inclusão de ao menos uma pessoa com deficiência (PCD) como entrevistada. A curadoria selecionará um profissional que se identifique como PcD para apresentar sua experiência na área da Economia Criativa. 3) Audiodescrição: será feita no vídeo de apresentação do projeto (teaser), conforme descritivo: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. Em todo o material de divulgação do projeto será comunicado e reforçado que há o produto acessível ao público citado. 4) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: será feita no vídeo de apresentação do projeto (teaser), conforme descritivo: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Em todo o material de divulgação do projeto será comunicado e reforçado que há o produto acessível ao público citado. Contrapartida social Acessibilidade física: os workshops propostos como contrapartida social serão realizados em locais acessíveis: rampas e portas de fácil acesso para pessoas com mobilidade reduzida
Produto Principal - WEBSÉRIE: gratuita, com acesso irrestrito para qualquer pessoa com acesso à internet. Itens atendidos do Artigo 21, conforme INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22 – projeto é focado em conteúdo audiovisual gratuito para internet; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil – a idade mínima está na faixa do público infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultura – transcrição das entrevistas para criação de dois produtos, podcast e e-book, para acesso irrestrito e gratuito, e com medida de acessibilidade no caso do podcast. Produto Secundário - Podcast : os áudios das entrevistas serão editados e disponibilizados em formato de podcast (cadastrado como programa radiofônico em Plano de Distribuição/Produto). A ideia é promover democratização e acesso a bens culturais, uma vez que o conteúdo em áudio pode ser acessado por mais pessoas, para além daquelas que assistirão à websérie. Outro motivo para criação do podcast é a acessibilidade: para cada episódio será feita uma transcrição técnica para pessoas com algum tipo de deficiência auditiva. Itens atendidos do Artigo 21, conforme INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22 – projeto é focado em conteúdo audiovisual gratuito para internet; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil – a idade mínima está na faixa do público infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural – transcrição das entrevistas para criação de dois produtos, podcast e e-book, para acesso irrestrito e gratuito, e comedida de acessibilidade no caso do podcast. Produto Secundário – E-book: A transcrição do episódio será utilizada para produção de um e-book, visando à democratização e maior acesso a bens culturais. Divulgação focada em alunos da rede pública de ensino. Itens atendidos do Artigo 21, conforme INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil – a idade mínima está na faixa do público infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural – transcrição das entrevistas para criação de dois produtos, podcast e e-book, para acesso irrestrito e gratuito, e com medida de acessibilidade no caso do podcast. Contrapartida Social: 5 workshops sobre Economia Criativa e produção cultural. Ação obrigatória, que atenderá 10% do público total, com 50% de público advindo da rede pública de ensino (alunos). Não é um produto secundário, portanto não se aplica a equação para custo médio por beneficiário. Itens atendidos do Artigo 21, conforme INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil (neste caso para público que tenha idade a partir da faixa infantojuvenil); VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público.
FICHA TÉCNICA Cult Cultura – proponente, administração e comunicação. Empresa com ampla experiência em projetos culturais, desde a concepção até a produção e elaboração de conteúdo para projetos próprios e de terceiros. Desde 2016, tem se dedicado à criação de conteúdo digital com foco em cultura, arte e educação, destacando-se os projetos próprios “Websérie Profissões da Economia Criativa”, com a terceira temporada em fase de produção por meio do Edital 15/2019 do ProAC, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo; e a série “Dramaturgia Alemã”, sobre dramaturgos contemporâneos alemães e suas obras, com patrocínio do Goethe-Institut (https://www.youtube.com/playlist?list=PLF63fqZIHJQuZpw80b2M4V6KiTMvf3SHE), além de duas temporada da websérie “Profissões da Economia Criativa” realizadas de forma independente e disponíveis no canal do Youtube da proponente (youtube.com/cultcultura). Entre as produções de conteúdo realizadas para projetos de esporte, destacam-se “Skatescola”, sobre o ensino do skate para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade (https://www.youtube.com/watch?v=O47ZW9l-dzY&list=PLF63fqZIHJQuap6t8TBerShmc_FLDtwhz) e “Kung Fu Formando Cidadãos”, sobre o ensino da arte marcial chinesa para crianças e jovens (https://www.youtube.com/watch?v=6tvT7S9Frdw&list=PLF63fqZIHJQuk6VExi8ujv0IjzyrCXGC4). Thais Polimeni – entrevistadora e curadora Graduada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em Gestão da Comunicação pela USP, é co-fundadora da Cult Cultura, sendo produtora de conteúdo desde 2009. Em 2018, participou do curso “Técnicas de Entrevistas para Documentário”, ministrado pela documentarista Cristina Grumbach. Em 2013, foi uma das selecionadas para o programa 10 mil mulheres, que selecionou empreendedoras de todo o mundo para formação em empreendedorismo. Participou do curso “Indústrias Culturais e Economia Criativa” em Amsterdam em 2012. Foi responsável pela curadoria, entrevista e produção da segunda temporada da websérie “Profissões da Economia Criativa”. Leonardo Cassio – coordenador de produção Escritor, produtor cultural e de conteúdo. Sonho de Herói é a dramaturgia de estreia. Escreve contos e artigos para produtora de conteúdo cultural Cult Cultura, além de roteiros para o canal do YoutTube da mesma produtora. Tem textos publicados no portal Jornalirismo e no livro “O Mundo é Mais Bonito Pelo Olho da Poesia”, está com o livro de contos inédito “Latíbulos” próximo do lançamento e trabalho de quadrinho inédito relacionado ao folclore brasileiro (ainda sem título). Produziu e atuou nos projetos Nascendo Para a Música, Orquestra Primeiros Acordes, ABC do Grafite, a peça Mambo Italiano, A Árvore de Berenice, Capitu, e os projetos da trupe Sinha Zózima. Estagiário – Será contratada estagiária para auxílio nas gravações, edições e transcrições. ENTREVISTADAS (OS): Serão escolhidas mediante curadoria. Será levado em conta a experiência dentro da cadeia da economia criativa e importância regional/nacional do trabalho da (o) mesma (o).
PROJETO ARQUIVADO.