Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Cine Açude Grande _ Festival de Cinema de Cajazeiras é uma iniciativa que oferece uma ampla diversidade de produções cinematográficas, com a proposta de democratizar o acesso a filmes de produções regionais e nacionais, por meio de sessões públicas na cidade de Cajazeiras, Paraíba. A população terá a oportunidade de assistir, durante 3 dias, GRATUITAMENTE aos mais recentes filmes brasileiros e paraibanos que não circulam nas grandes mídias nacionais, bem como de participar de oficinas e fóruns sobre o audiovisual e sua difusão em nosso estado. Além de incentivar a produção e difundir o cinema nacional, propiciando encontro do público com estes filmes, estimulando novas ideias, intercâmbios e gerando reflexões sobre cinema e arte, a programação prevê a realização de oficinas, workshops, exibição de curtas e longas, além de debates, shows e apresentações culturais.
Geral: Realizar um Festival de cinema com a exibição de filmes paraibanos e nacionais que não circulam nas mídias de grande circulação nacional e fomentar a formação cultural, através da realização de oficinas sobre cinema. Específicos: Ampliar as ações de interiorização do audiovisual no estado da Paraíba; Estimular um olhar crítico na população sobre as questões sociais que os cercam; Estimular a produção audiovisual de forma independente e de baixo custo; Prestigiar cineastas e realizadores paraibanos; Promover a circulação turístico-cultural no município sede do festival; Ofertar opções de lazer e diversão às famílias cajazeirenses; Fomentar a demanda de realizadores na área de audiovisual na região; Apresentar uma abordagem introdutória do cinema como arte, a partir da análise das suas características básicas e importância didática; Familiarizar os jovens participantes aos conceitos cinematográficos de roteiro, imagem, fotografia e leitura de imagem em movimento; Destacar o cinema como instrumento de representação de fatos sociais no decorrer da história; Estimular o uso do audiovisual no desenvolvimento cultural das atividades comunitárias; Promover através do estudo do cinema a integração dos setores econômicos, educacionais, turísticos e culturais.Formar artistas do setor audiovisual - técnicos, atores, produtores - no sertão paraibano.
O Cine Açude Grande _ Festival de Cinema de Cajazeiras - tem como proposta inicial viabilizar a exibição de obras audiovisuais que, dadas as características do mercado audiovisual, é de difícil acesso ao grande público. Com a popularização das mídias digitais e o barateamento de custos de produção audiovisual, o mercado de curtas metragens cresceu de forma notável. Tais obras são produzidas em profusão por escolas de cinema e jovens cineastas, além de ser o formato específico de realizadores veteranos, cuja carreira se consagrou através dos filmes de curta duração. No entanto, tais obras não encontram outros meios de atingir o público, senão através de festivais ou eventos específicos, vindo então a ser exibidas em veículos de mídia digital apenas muito tempo após a sua produção. O valor cultural do curta metragem é inegável e torna-se cada vez mais evidente no momento em que invade os lares sob o suporte das novas mídias digitais. Sua linguagem específica desafia os padrões pré-estabelecidos pela cultura de massas, promovendo estéticas inusitadas que acabam se tornando tendência no mercado audiovisual a curto e médio prazo. O investimento em um Festival cujo objetivo é trazer ao público uma vasta seleção deste material é uma aposta na inovação e no pioneirismo. Um estímulo à capacidade crítica e cultural de uma audiência que vem demonstrando grande receptividade às novas linguagens e propostas. Pelas suas próprias características, o curta metragem não só é uma forma econômica de produção, como tem um enorme potencial de comunicação, favorecido por sua linguagem simples e direta, qualidades altamente valorizadas nos meios de comunicação e na cultura digital dos dias atuais. Sendo um formato de fácil acesso a novos realizadores, costuma ser o meio através do qual se consolidam jovens talentos. O valor econômico deste tipo de produção se torna evidente na medida em que, através dela, tem-se uma porta de entrada para jovens profissionais no mercado audiovisual. O Cine Açude Grande _ Festival de Cinema de Cajazeiras, assumindo o compromisso de divulgar notáveis obras de cineastas paraibanos e não paraibanos, dará visibilidade e atuará como uma importante vitrine para estes profissionais. O valor social do Cine Açude Grande _ Festival de Cinema de Cajazeiras - se dá, principalmente, a partir de duas esferas: o caráter educativo, promovido por suas atividades paralelas (no qual se busca a formação continuada dos interessados através de oficinas, workshops e debates) e a democratização do acesso à cultura através da gratuidade de todas as ações promovidas pelo evento. Como parte de uma iniciativa voltada para formação do público jovem, o Cine Açude Grande amplia sua audiência através de parcerias formadas com escolas públicas e privadas da rede de ensino da cidade de Cajazeiras; levando alunos do ensino fundamental e médio a participar de sessões exclusivas, de caráter lúdico e educativo, com conteúdo específico para cada faixa etária. Incisos do Art. 1º da Lei n° 8.313/91 que a proposta se enquadra: Quanto a contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Inciso I) - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (Inciso II)- Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores e proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e priorizar o produto cultural originário do País(Inciso III IV e IX) Em relação as finalidades do Art 3 da Lei 8.313/91, será alcançado da seguinte maneira:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
Haverá uma sessão especial com filmes que já contenham Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Durante a curadoria, haverá um cuidado especial para selecionar filmes que já contenham essas medidas de inclusão para essa sessão especial.
Em relação ao art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019, as medidas de democratização de acesso a serem adotadas nesse projeto são as seguintes: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Oficinas oferecidas: Oficina: Corpo Arteiro EMENTA: A oficina tem como objetivo principal o "Brincar de representação". Através de várias atividades e brincadeiras em grupo ou individual. PÚBLICO-ALVO: estudantes do ensino fundamental da zna rural de Cajazeiras – PB. HORA/AULA: 12h/a Oficina: Maquiagem para cinema EMENTA: Breve Análise da Maquiagem através dos tempos. Histórico Antropológico das Personagens Relação Maquiagem Iluminação Maquiagens Naturalistas, Realistas e Caracterizações. Teoria, Prática e Análise de alguns processos de Produções Audiovisuais Finalização com Exposição Prática dos Procedimentos pesquisados. PÚBLICO-ALVO: Artistas, estudantes e interessados em geral. HORA/AULA: 12h/a Oficina: Documentando EMENTA: Possibilitar o processo de realização de um documentário e os elementos fundamentais para a construção de um roteiro, produção, captação e edição de um vídeo digital. Além de ampliar o repertório no campo do audiovisual e o acesso aos principais conceitos e vanguardas da história do cinema, os alunos são provocados a refletir sobre suas vivências e, a partir delas, pensar narrativas que contemplem questões sociais, de gênero, raça, territorialidade, identidade, entre outras. Cada oficina tem duração de 24 horas, distribuídas em uma semana, com encontros presenciais complementadas por atividades virtuais e videoaulas. Ao fim de cada oficina, os estudantes devem apresentar um documentário com duração de 5 a 10 minutos. A temática é livre e escolhida por meio de exercícios coletivos. PÚBLICO – ALVO: Alunos do Ensino Médio da Rede Pública de Cajazeiras – PB e interessados em geral. HORA/AULA: 16 h/a
Ficha Técnica Festival Cine Açude Grande EQUIPE Veruza Guedes – Coordenadora Geral (PROPONENTE) Formada em Letras pela UFCG, Veruza Guedes é produtora cultural, cineasta e escritora. Atuou como professora de Língua Portuguesa e Artes, assim como tem experiência na Gestão Cultural em órgão públicos. Tem textos publicados em coletâneas de Literatura, livro didático e em 2019 lançou seu primeiro livro de crônicas pela editora Arribaçã. É membro fundadora de coletivos culturais pelo sertão paraibano, movimentos que trabalham a produção cultural de forma independente. Atualmente, tem intensificado o trabalho em Audiovisual, faz parte do Fórum Audiovisual Paraibano, assim como da UMA - União de Mulheres do Audiovisual Paraibano e do Tapuia Sertão Coletivo Audiovisual, atuando na produção de filmes e séries produzidos na Paraíba. Estreou como diretora em 2017, com o curta-metragem VOCÊ CONHECE DERRÉIS?, onde roteirizou e dirigiu e desde então circula em festivais pelo país, endo recebido 8 premiações. Em 2019 também roteirizou e dirigiu o documentário MULHERES EM CRÍTICA DE GÊNERO, que está disponível na internet e tem intenção de contribuir de forma acadêmica com os estudos de crítica de gênero. Ainda em 2019 roteirizou e dirigiu o documentário EXISTIRMOS, A QUE SERÁ QUE SE DESTINA?, fruto de edital municipal de cultura no município de Cajazeiras - PB e se encontra em fase de pós-produção. É coordenadora do Cine Açude Grande, festival de cinema que acontece em Cajazeiras desde 2017 e tem se destacado nacionalmente pela divulgação de filmes independentes produzidos dentro e fora do estado da Paraíba e é o primeiro festival de cinema produzido apenas por mulheres no estado. Thalyta de Paula Pereira de Lima – Coordenadora Técnica Possui Licenciatura Plena Em História pela Universidade Federal de Campina Grande (2003), mestrado em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba (2006) e doutorado em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba (2010). Atualmente é professora da Universidade Federal de Campina Grande e membro da comissão de avaliação docente (CAD), da Escola Técnica de Saúde/UFCG. É integrante do grupo de pesquisa "Educação, cultura e mídia" do Centro de Educação/UFPB, na qualidade de vice-líder. Tem experiência nas áreas de História e Sociologia, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, gênero, saúde, educação, e mídias. Joyce Montinelly Oliveira – Assistente de Produção Atriz, performista, ativista dos direitos LGBTQ+. Dirigiu e atuou no filme EXISTIRMOS, A QUE SERÁ QUE SE DESTINA? Desenvolve trabalhos informativos em escolas e órgãos públicos e privados, no sentido de informar e conscientizar a respeito da população LGBTQ+, Transfobia e respeito às diversidades. Digital influencer. ELINALDO MENEZES BRAGA – coordenação da programação musical Professor de Língua Inglesa – UFCG. Coordenador do Núcleo de Extensão Cultural da UFCG desde 1995. Músico instrumentista e compositor das bandas: Conspiração Apocalipse, Tocaia da Paraíba, Banda Avuô e Meu Quintal. Produtor do filme “Manoel Inácio e a música do começo do mundo”, direção de Leonardo Alves. Coordenador do projeto de extensão Estação das Artes. Coordenador e pesquisador do projeto Cabaçal: os pifeiros do sertão da Paraiba. Livros publicados: Celebrações da vida: história e memória da Banda cabaçal Os Inacios, - Editora universitária. O mistério no galinheiro - Editora Arribaçã Getulio Salviano - Designer Atua no mercado gráfico e editorial desde 2002, desempenhando as funções de designer, diagramador, ilustrador, diretor de arte, profissional de Marketing e social-media. Membro fundador da Cia. Dell’Arte de Teatro (Marizópolis PB) e do Coletivo Estação (Sousa PB). É produtor cultural, iluminador, cenógrafo, músico e compositor nas bandas Coiteiros, Anarquia Organizada e AriDuo. Escreve uns poemas e atua no audiovisual como profissional de som direto, foley, ator e designer. Rosicléia Fernandes de Souza Sarmento – COBERTURA FOTOGRÁFICA Cobertura de eventos como aniversários, batizados, nascimentos, ensaios externos, formaturas (ensino fundamental e superior), peças teatrais, bem como cobertura de diversas manifestações públicas, eventos a nível local e nordeste da Marcha Mundial de Mulheres, cerimônias na câmara municipal, etc. Ana Célia Gomes – Asssitente de Produção Ana Célia Gomes é graduada em Comunicação Social (habilitação em Jornalismo), pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e pós-graduanda em Cinema e Produção Audiovisual pela UNICORP Faculdades. Participou do Curso de Extensão Produção em Documentário e Ficção (UEPB) - 2011/2012 e do Curso de Extensão Formação de Gestores Culturais (MINC, UFCG, IFPB e SECULT-PB) – 2014, e também do Laboratório Paraibano para Jovens Roteiristas – JABRE, edição 2018. É comunicóloga, produtora audiovisual/cultural, cineasta, poetisa e mestre de cerimônias. Foi Produtora no Comunicurtas - Festival Audiovisual de Campina Grande de 2006 a 2013. É Produtora no Curta Taquary – Festival Internacional de Curta-Metragem, desde 2013. E atualmente também é Produtora e Mestre de Cerimônias no Festival de Cinema Curta Caicó e produtora no Espetáculo “Paixão de Cristo – Cuité PB”. É realizadora audiovisual, sendo inclusive diretora, produtora e roteirista dos curtas-metragens: Menino Artífice - 2010 (premiado pela Academia Paraibana de Cinema como melhor documentário paraibano no ano de 2010); Arrumando as Malas (2012) e Sala de Reboco - A História de Zé Marcolino (2014). É idealizadora e coordenadora da Mostra Sumé de Cinema, que teve sua primeira edição em março de 2019. Também atuou em projetos de longas-metragens dos filmes "Tudo que Deus Criou" e "O Tempo Feliz que Passou", do diretor André da Costa Pinto, cineasta paraibano de renome nacional, e também: “Joana” - Produtora de Set (Curta-metragem, ano 2020 - Direção Pattrícia de Aquino (ainda em pós-produção); “O Pato” – Produtora (Curta-metragem, ano 2019 - Direção Antônio Filho); Episódio 01 da 1ª Temporada da Série “Mulheres Nordestinas” – Produtora (Curta-metragem, ano 2018 - Direção Marcelo Paes de Carvalho e Joana Marques); “Rasga Mortalha” - Produtora. (Curta-metragem, ano 2017 - Direção Pattrícia de Aquino); “Sobre Cabelos” – Assistência de Produção (Curta-Metragem, ano 2013 - Direção Lincoln Ferdinand); “A Quitinete” - Assistência de Direção (Curta-Metragem, ano 2012 - Direção David Sobel); Também tem participação em banca de comissões julgadoras: 2018 - Jurada no III Festival de Cinema “Cine Paraíso”, em Juripiranga (PB); 2020 - Jurada no I Festival de Cinema de Soledade, em Soledade (PB). Marcelo Paes de Carvalho – Produção Executiva Com ações em todo o território brasileiro, Marcelo Paes de Carvalho atua na área de produção audiovisual, gestão cultural, além de projetos de tecnologia da informação. Atualmente desenvolve diversas ações no terceiro setor, em projetos de capacitação em audiovisual e novas mídias. Diretor Executivo da Incartaz Filmes e Eventos (desde 1995) e Presidente do Instituto InCartaz de Cultura, Educação e Inclusão Social (desde 2008). Presidente do Instituto Viver Mais e Melhor, e vice-presidente do Instituto Harmonya do Brasil. Trabalhou no Teatro Cacilda Becker (Ocupação Conexão Cacilda - FUNARTE), na função de Coordenador de Comunicação. Diretor do Projeto FilmInBrasil, que circula com oficinas, workshops e cursos de capacitação em produção audiovisual em todo o território brasileiro, e que foi contemplado em 2013 pela Prefeitura do Rio de Janeiro no edital de Pontos de Cultura. Diretor do projeto MeVênaTV 2.0, contemplado em 2014 no edital de pontos de cultura do Estado do Rio de Janeiro. Coordenador de Tecnologia da Ação Animatógrapho (RJ), do Pontão de Cultura Rapsódia Ausente(RJ/MG/CE/PE), e Campus Avançado (RJ). Implantou o núcleo de audiovisual do Teatro das Marias (Fortaleza – CE), projeto de memória da dança que culminou com o longa-metragem “Doc.Vatá”. Trabalha como consultor de projetos audiovisuais da CUFA (Central Única das Favelas). Palestrou e ministrou cursos e oficinas em diversas instituições, como SESC, SENAI, SEBRAE, Banco do Nordeste, Universidade Estácio de Sá, Universidade Cândido Mendes, Universidade Federal Fluminense, entre outras instituições em todo o país. Produzindo atualmente o longa documentário “Incêndio no Circo – Das Trevas à Luz” e as séries de TV “Vida Bandida”, “Ariel” e “Mulheres Nordestinas”. Em 2013 co-produziu a série de TV européia Football Made in Brazil, exibida em mais de 50 países. Trabalha ainda no desenvolvimento e implantação de diversas platafornas de conteúdo digital, fazendo uma conexão entre tecnologia e arte. Por seus cursos e oficinas de audiovisual, já passaram mais de 3000 alunos, em todo o território brasileiro. Estão entre seus clientes e parceiros a UNICEF, ONU, American Airlines, Universidade de Michigan, NIKE, entre outros. Convidado constantemente para curadoria e júri de festivais de cinema em diversos estados do país. Apenas no últimmo ano, já esteve em 35 países, com o projeto BackPack4Liffe. Além disso, está no momento montando 3 exposições fotográficas: Uma sobre solitude, uma sobre intoleância religiosa e uma sobre suas viagens ao redor do planeta. WENDELL OLIVEIRA DA SILVA – Monitor das Oficinas Graduação em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo – UEPB. Assessor de Comunicação na Central das Associações dos Assentamentos do Alto Sertão Paraibano – CAAASP. Produção e Edição do Informativo Mensal “Voz da Terra”; Produção, Edição e Apresentação do Programa de Rádio “Voz da Terra”; Criação de pagina virtual (Blog) “Voz da Terra”. Produtor no Festival Cine Açude Grande, nas edições de 2017, 2018 e 2019. Assistente de produção nos curtas paraibanos: A Fome de Lázaro, dir. Diego Benevides. Corpo da Paz, dir. Torquato Joel. Coordenou o projeto Jovens multiplicando práticas e saberes da convivência com o semiárido em assentamentos rurais de Cajazeiras/PB, através da Fotografia e do Jornalismo Dinâmico, que resultou num documentário feito pelos próprios alunos: SEMENTES DO AMANHÃ. ALHANDRA CAMPOS - OFICINEIRA Assistente Social, atriz , cursando Teatro na Universidade Regional do Cariri, contadora de histórias infantis, integrante proprietária da Trupe da Andinha Animação de Festas. Atuou nos filmes "Um poema com café " de Maycon Carvalho; "Nino" ( Marcelo Paes de Carvalho) "Desvio" ( Artur Lins); "Quando decidi ficar " ( Maycon Carvalho) e "Príapos" ( Laércio Filho). WILLIAMS MUNIZ - OFICINEIRO Arte Educador. Ator e Maquiador. Graduado em Artes Cênicas UFPB. Pós Graduado em Artes Cênicas UFPB. Atua na Área de Teatro, Publicidade e Audiovisual. MARLOM MEIRELES - OFICINEIRO Fundador da Eixo Audiovisual, produtora independente de cinema, vídeo e TV, Marlom Meireles tem trabalhos em diversos segmentos da cadeia audiovisual. Com formação em cinema na segunda turma do Norte/Nordeste, atua no mercado desde o ano de 2009. É idealizador do Curta na Serra – Mostra de Cinema ao Ar Livre, realizado na cidade de Bezerros. Diretor dos curtas de ficção “Devaneio” (vencedor do Festival de Curtas de Pernambuco), “A Emparedada da Rua Nova” (vencedor do Cel.U.Cine), “Olhos de Botão” (exibido na Universidade de Harvard e em mais de 60 festivais ao redor do mundo) e do documentário “Entre Mulheres”. Produtor executivo do curta-metragem “Iluminadas”, dirigido por Gabi Saegesser, e editor do longa-metragem “One Day We Arrived to Japan”, dirigido pelo diretor norte-americano Aaron Litvin (exibido no museu de etnografia de Genebra).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.