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Apresentar montagem, temporada e circulação do espetáculo Menino Movimento, texto de Leila Meirelles e João Sant'Anna, direção de João Sant'Anna. O texto resgata a história e a memória do educador Anísio Teixeira. Montar esta peça é possibilitar à nova geração apreender sobre um educador da importância de Anísio. O foco é Anísio criança e a ideia é propiciar uma identificação do público infantil com essa criança.
Anísio, nove anos, um menino apaixonado por livros, vive em Caetité, interior da Bahia, no início do século XX. Leitor voraz, Anísio enfrenta o medo do desconhecido devorando livros. Seu irmão Jaime é seu grande companheiro. Certo dia, livros começam a desaparecer na cidade, e os dois partem numa aventura fantástica para descobrir o que acontece. Anísio encontra animais que falam e conversa com seres da natureza. Com isso, recebe informações preciosas e até um presente mágico vindo do futuro. A Arara, que tudo escuta, revela que um terrível monstro é o culpado pelo sumiço. Cabe a Anísio, que tem pés de vento e muitas ideias na cabeça, resolver o enigma e impedir que o vilão acabe com o conhecimento no mundo.
OBJETIVO GERAL Realizar montagem, temporada e circulação do espetáculo Menino Movimento. O texto traz para o palco a possibilidade das pessoas, especialmente, as crianças, conhecerem um pouco da infância de Anísio Teixeira. Sua vida profissional tem grande divulgação por conta da importância de seu trabalho pela educação no Brasil. No entanto, não há obra, além do livro que inspirou esta peça, que retrate Anísio nos primeiros anos de vida e que tenha sido pensada para as crianças. Através de uma trama de aventura e mistério, objetiva-se que a criança se identifique com o herói, um menino curioso e feliz, ainda que tenha medos e incertezas. Uma criança que encontra nos livros prazer, coragem e amizade. Um menino que sabe ouvir, dividir e sonhar. OBJETIVO ESPECÌFICO Realizar 12 apresentações no Estado da Bahia sendo, quatro no município de Caetité e oito na cidade de Salvador.
É de extrema importância um texto teatral que resgate a história e a memória de um personagem do vulto de Anísio Teixeira. Conhecido por ter implantado a educação pública e laica no Brasil, preocupado em disseminar e tornar o conhecimento acessível a todos, o educador traçou uma trajetória profissional com desdobramentos preciosos relevantes, inclusive para as gerações mais novas. Há que se falar de Anísio num momento em que a educação brasileira tem estado tão em voga nos debates da sociedade atual. No entanto, aqui não há a pretensão de se fazer uma biografia. Inclusive, o foco é Anísio criança. Desde aquela época é possível notar uma pessoa de extrema curiosidade, que busca a aprendizagem com prazer, reúne estudo e brincadeira, mescla livros e brinquedos, o que irá se refletir mais tarde em sua obra. A ideia é propiciar uma identificação do público infantil com essa criança que traz a possibilidade de aprendizagem junto ao lúdico, reúne ciências e arte, estudo e natureza. Anísio amava as crianças e buscou incentivar questionamentos, escuta, reflexões e opiniões. Em resumo, ele fomentou a troca, a argumentação saudável, qualidades de que o país anda carente. As crianças são a esperança dessa reconstrução, cabe aos adultos estimulá-las. A peça pretende buscar esse caminho através do Anísio-criança. A proposta se enquadra nos seguinte incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A proposta contemplará os seguintes objetivos do Art. 3o: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Duração: 50 minutos Classificação: livre Gênero: infantil
Conforme com o Art. 18 da IN n. 2/2019, a proponente realizará conforme permite Art. 19 da IN n. 2/2019, medida alternativa de acessibilidade conforme segue: PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS – “Menino Movimento” – Realização na Cidade de Salvador – BA. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto será realizado em teatros que tenham medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Com rampas, corrimão, elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Ofereceremos o serviço de intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: Ofereceremos o serviço de áudio descrição Os custos com os serviços de tradução em libras e áudio descrição, estão previstos dentro da planilha orçamentária. PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS – “Menino Movimento” – Realização no Município de Caetité – BA. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto será realizado em teatros que tenham medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Com rampas, corrimão, elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Ofereceremos o serviço de intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: Ofereceremos o serviço de áudio descrição Os custos com os serviços de tradução em libras e áudio descrição, estão previstos dentro da planilha orçamentária. PRODUTO: Workshop - Realização na cidade de Salvador – BA. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto será realizado em teatros que tenham medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Com rampas, corrimão, elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica – Linguagem oral Os custos com os serviços de tradução em libras, estão previstos dentro da planilha orçamentária. PRODUTO: Workshop - Realização no Município de Caetité – BA. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto será realizado em teatros que tenham medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Com rampas, corrimão, elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica – Linguagem oral Os custos com os serviços de tradução em libras, estão previstos dentro da planilha orçamentária.
Conforme Art. 21 da IN n. 2/2019 o projeto terá como plano de distribuição para a democratização de acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Realizaremos a exibição do espetáculo via web para a população que não tem acesso às salas de teatro tenha essa experiência. Sandra Santos e Denise Calasans, educadoras e autoras do livro que inspirou a peça, farão um bate-papo com professores sobre Anísio Teixeira e sua relação com as crianças. Sandra é diretora do Instituto Superior de Educação (Iserj) no Rio de Janeiro e Denise é assessora cultural da mesma instituição.
A proponente realizará as seguintes funções dentro do projeto: realização, direção artística, texto e gestão administrativa e técnica financeira do projeto. TEXTO - Leila Meirelles e João Sant’AnnaDIREÇÃO - João Sant’AnnaElenco - Nedira Campos, Luana Xavier, Rafale Saraiva (serão realizados testes para completar o elenco)SUPERVISÃO ARTÍSTICA – Cacá MouthéLUZ - Felipe LourençoCENÁRIO - Lídia KosovskiFIGURINO - Patricia Nunes e Leonardo BrazaMÚSICAS - George SaumaDIRETOR MUSICAL – Pedro NegoDIREÇÃO DE MOVIMENTO – Johayne HildefonsoPRODUÇÃO - Maria Inês Vale LEILA MEIRELLES - autoraGraduada em Comunicação Social-jornalismo pela UFRJ (1990), trabalhou, no início da carreira, como colaboradora do Tribuna Bis, caderno de cultura do jornal Tribuna da Imprensa. De 2007 a 2009 foi redatora de documento para registrar histórico de pesquisas do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), onde também atuou na assessoria de imprensa. De 2012 a 2018 trabalhou em produção e/ou assessoria de imprensa de diversas peças de teatro. Em 2012/2013, foi Coordenadora da ocupação de Domingos Oliveira no Teatro Gláucio Gil. Em 2013, foi cronista convidada da página “Mulher 7 x 7: Convite de domingo” da Revista Época online. Tem experiência também como produtora de elenco e de locações. De 2013 para cá, tem se aprofundado na prática da escrita, concluindo, em 2017, o curso de Formação de Roteiristas da Escola Roteiraria- RJ. Esta é sua primeira incursão na dramaturgia. JOÃO SANT’ANNA - autor e diretorFormado em engenharia de produção pela UFF, cursou por 10 anos o Teatro O Tablado, onde atualmente trabalha como professor e professor assistente do autor e diretor João Brandão. Em Barcelona, estudou com o palhaço Jango Edwards e na Escuela Internacional de Mimo Corporal. Em 2013, fez o Curso de Roteiro para TV e Cinema ministrado por José de Carvalho. No cinema participou como roteirista do filme “Um Cúpido Estupido” de Rodrigo Bittencourt, produzido por Clélia Bessa da Raccord Produções, com co-produção da Paramount Pictures e da Riofilme e distribuição da H2O. No teatro escreveu a peça “Eu e os Meninos” com André Pellegrino e Daniel Zubrinsky com a supervisão de João Brandão e direção geral de Bernardo Jablonski e Cico Caseira. Foi assistente de direção das peças “A Menina e o Vento”, “A Bruxinha que era Boa” e produtor executivo da peça “A Viagem de Clarinha”, todas produções do Teatro O Tablado e com direção da Cacá Mourthé. Como ator fez as peças “Tãotão” de Pedro Kosovski, “O Cavalinho Azul”, “A Bruxinha que era Boa” (Indicado a categoria ator coadjuvante pelo prémio CEPETIN), “Pluft, o Fantasminha” pelo teatro O Tablado. Atuou nas peças independentes “O Vagão 2049”, “Eu e os Meninos” (recebendo menção honrosa pela sua atuação no festival universitário do CCBB) “Sonho de Saulo”, “A Carta Perdida e “Edward Bond para Tempos Conturbados”. Na TV, participou da novela “Duas Caras”, Rede Globo e do seriado “Cilada” pelo Multishow. MARIA INÊS VALE - produtoraAtua no mercado cultural há mais de 12 anos. É produtora Cultural, bacharel em Ciências Sociais, com ênfase em Política e Produção Cultural, pela Universidade Candido Mendes. Como diretora de produção, pode-se destacar o espetáculo musical “Amargo Fruto A Vida de Billie Holiday” - (2015 a 2018), com direção de Ticiana Studart. Pela empresa CultConsult, ao lado de Elaine Moreira, produziu os espetáculos “Clementina cadê, Você?” (2013) e “Uma Peça Como eu Gosto” - (2012). Ambos dirigidos por Duda Maia. Como produtora executiva realizou, dentre outros projetos, os seguintes espetáculos teatrais: “O Patinho Feio”, dirigido por Bernardo Jablonski e Fabiana Valor, “A Garota do Biquíni Vermelho” - Turnê por 10 cidades pelo Brasil, direção de Marília Pêra, e “A Vingança do Espelho - A História de Zezé Macedo”, direção de Amir Haddad. Suas produções mais recentes são os espetáculos: “Relâmpago Cifrado”, com as atrizes Ana Beatriz Nogueira e Alinne Moraes e “Um dia a menos”, monólogo com Ana Beatriz Nogueira, ambos dirigidos por Leonardo Netto. Cacá Mourthé - supervisora artísticaDiretora artística d’O Tablado e diretora do curso de improvisação d’O Tablado, ganhadora de vários prêmios, entre eles Mambembe e Coca-Cola, Cacá Mourthé tem, dentre outros, os seguintes trabalhos em direção: “A Menina e o Vento” e “A Viagem de Clarinha” (2012), “A Bruxinha que era Boa”, “Os Saltimbancos” e “Pluft, o Fantasminha” (2014). Em 2015, escreveu o roteiro do filme “Pluft” com José Lavigne e Rosane Svartman). Em 2016, dirigiu a peça “TãoTão”, que teve 12 indicações ao 3º Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças, sendo uma delas de melhor direção. Em 2018, Cacá dirigiu “Camaleão e as Batatas Mágicas” e, em 2019, “O Boi e o Burro no Caminho de Belém”. Sua mais recente direção, em 2020, foi da peça “O Cálice Sagrado”. Johayne Hildefonso - diretor de movimento Johayne Hildefonso entrou como aluno do Tablado em 1988 e hoje é ator, diretor e coreógrafo. Inclusive, tornou-se professor do Tablado.Sua aproximação com o Grupo Nós do Morro –– começou nos anos 90. Trabalha, entre outras atividades, como diretor de movimento. Esteve na equipe de espetáculos como “Abalou – Um musical Funk”- que recebeu indicação ao Prêmio Coca Cola de Teatro Jovem, em 1997; “Machado a 3X4”, pelo qual foi indicado na categoria especial, como diretor de movimento, no Prêmio Shell de 2009, e foi um dos diretores da apresentação que o Nós fez na edição 2019 do Rock in Rio. Outro parceiro fundamental nessa história é o Afroreggae. Com o grupo cultural de Vigário Geral, começou a produzir cultura no fim dos anos 90. Atuou como diretor artístico e coreógrafo de vários projetos. Seu trabalho já ultrapassou as fronteiras brasileiras e foi parar em lugares como Inglaterra e Escócia. No teatro, são mais de 30 espetáculos com vários diretores e companhias. Atualmente está em cartaz como diretor de movimento do musical “Novos Baianos”, dirigido por Otávio Muller. Em “Lololendi”, peça de Heloisa Pérrisé, Johayne é ator, assistente de direção e coreógrafo. Pela coreografia desse espetáculo, foi indicado ao prêmio CBTIJ, em 2018. Lidia Kosovski - cenógrafaGraduada arquiteta pela FAU-UFRJ, começou a trabalhar como cenógrafa teatral em 1980. Recebeu 32 indicações para prêmio e 8 prêmios regionais e nacionais na área de cenografia, entre Shell, Mambembe, Coca-Cola, CNTIJ e Questão de Crítica. A sua última indicação para o Prêmio Shell de cenografia, (com Marcelo Lipiani), ocorreu em 2012 pelos espetáculos Um dia como os outros e Cozinha e Dependências de Agnes Jaoui e Jean Pierre Bacri, dirigida e encenada por Bianca Bynghton. Foi indicada ao Prêmio Zilka Salaberry, na categoria figurinos, em 2015 e, em 2017, recebeu o Prêmio CBTIJ na categoria Cenografia pelo espetáculo Tão Tão de Pedro Kosovski.Em 2018, foi indicada para o Prêmio Cesgranrio de teatro pelo cenário de Tripas de Pedro Kosovski e ganhou o Premio Questão de Crítica pelo mesmo cenário.Em teatro foi cenógrafa de diretores como Amir Haddad, Augusto Boal, Daniel Hertz, Arnaldo Jabor, Luiz Arthur Nunes, Ricardo Kosovski, Cacá Mourthé, entre outros.Em cinema, foi diretora de arte de Hugo Carvana, Ruy Guerra e Ricardo Pinto e Silva.Atualmente se dedica também à concepção de Exposições de Artes Visuais e Temáticas, como diretora de arte, no desenvolvimento de expografia e arquitetura expositiva. Patrícia Nunes - figurinistaÉ professora de Teatro e Figurinista. Sua formação escolar se confunde com a sua história de vida. Seus pais, no início da década de 50, fundaram junto com um grupo de amigos, o Teatro Amador “O Tablado” e ali permaneceram durante mais de 51 anos. Então, desde que nasceu, faz parte desse grupo que através das artes buscava uma educação que incluía criatividade, independência, trabalho em equipe, solidariedade e muito prazer. Além de pertencer a esse grupo amador, dirigido por Maria Clara Machado, Tita abriu, junto com outros figurinistas, o atelier “Maison Lavoisier – onde tudo se transforma”. Realizou diversos trabalhos ligados a esse ofício em cinema, shows, publicidade, moda, e, na área teatral onde foi indicada a diversos prêmios Em 2014 e 2015, participou como Jurada do quesito “Fantasia” do Carnaval do grupo especial. Atualmente, é professora de Teatro do Tablado, do Tabladinho, e da Escola Parque. Paralelamente à carreira de professora, Tita continua atuando como figurinista de vários grupos teatrais como, por exemplo: “Nós do Morro”, “Tá na Rua” e no Teatro O Tablado entre outros. Leonardo Braza - FigurinistaLeonardo Braza tem vasta experiência como figurinista. Em 2005, atuou como Assistente de Figurino e Adereços para o longa metragem “Irma Vap” dirigido por Carla Carmurati. Em 2006, atuou como figurinista do Musical “Dá um jeitinho ai”, com direção de Ernesto Piccolo. Em 2007, esteve na Equipe de Figurino e Adereço do XV Jogos Pan-americanos (Rio 2007) e foi Assistente de Figurino de Pedro Sayad no espetáculo: “Cauby Cauby”, com direção de Diogo Vilela. Em 2008; foi Assistente de Figurino de Pedro Sayad no Espetáculo “Otelo”, dirigido por Diogo Vilela. Neste mesmo ano, também foi Assistente de Produção de Moda de Alexandre Nunes para a Revista Previlège. De 2010 para cá, dentre as peças de teatro que trabalhou como figurinista, estão: A menina e o vento, O menino maluquinho (ópera), O camaleão e as batatas mágicas, Othelo, Ary Barroso o musical, A vida de Noel, Abracadabra e Alice no país das maravilhas. Nedira Campos - atrizNedira Campos tem no currículo 39 peças adultas e 12 dirigidas ao público infantil / juvenil. Trabalhou com diretores renomados como Luiz Mendonça, José Renato Pécora, Sergio Britto, Bernardo Jablonski, Luiz Arthur Nunes, Jorge Takla, Jacqueline Laurence, Antonio De Bonnis, João Fonseca, André Paes Leme, Suzana Garcia, Charles Möeller e Claudio Botelho, entre outros. É uma atriz que canta, tendo participado de diversos musicais ao longo da carreira. Em televisão, atuou durante quatro anos na TV Globo no programa " Vivo o Gordo", com Jô Soares, e participou de novelas, “Caso Verdade” e outras atrações. Em cinema, atuou no filme "Fêmeas em Fuga" do diretor Italiano Massimo Tarantino e " Coisas de Mulher", direção de Eliane Fonseca. Em 2011, foi indicada como melhor atriz no Prêmio Zilka Salaberry, com o espetáculo infantil " Tem Bola Na Cola", e, em 2019, no Prêmio CBTIJ (Centro Brasileiro Teatro para a Infância e Juventude), como melhor atriz coadjuvante, pelo espetáculo "O Príncipe Poeira e a Flor da Cor do Coração” Luana Xavier - atrizAinda criança, Luana fez comerciais publicitários e aos 13 anos, participou da peça “Chiquititas”. Aos 16 anos entrou para o Tablado onde fez aulas com Fernando Becky, João Brandão e Lionel Fischer.No teatro integrou, dentre outros, o elenco do espetáculo “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, com direção de Pedro Vasconcellos. Também participou do infantil “Chapeuzinho Vermelho em O Valor de Um Sorriso”, dirigido por Fabio Espírito Santo, e esteve na comédia “Inimigas de Infância”, com texto de Regiana Antoninni e direção de Fernando Gomes.Na TV, em 2010, fez uma participação num episódio da série “A Vida Alheia”, da Rede Globo. Em setembro de 2014, foi convidada por Miguel Falabella para participar de “Sexo e As Negas”. No início de 2017, a convite de Suzana Pires, Luana esteve no elenco da novela “Sol Nascente”. Em 2014 estreou no cinema em “Jogo de Xadrez”. No ano de 2018, atuou em dois filmes: “A Vida Invisível”, de Karim Ainouz, e “De Perto Ela Não é Normal”, com direção de Cininha de Paula. Em 2019, integrou o elenco do filme “Medida Provisória”, primeiro longa-metragem dirigido por Lázaro Ramos. Iniciou também a carreira de apresentadora fazendo transmissões ao vivo de importantes eventos pelo canal GNT. Em janeiro de 2020, estreou seu primeiro programa: “Viagem A qualquer Custo” no mesmo canal. Rafael Saraiva - atorCursa o Teatro Tablado, desde os 12 anos, onde foi aluno de Cacá Mourthé, Andreia Fernandes, Patrícia Nunes e Cico Caseira. Esteve presente na peça Paz Sem Rosto, vencedora do Festival Kids on Stage, na Alemanha. Além disso, foi um dos protagonistas da peça O Cálice Sagrado e integrou o elenco de espetáculos infantis como Camaleão e as Batatas Mágicas e O Boi e o Burro no Caminho de Belém. Todos ficaram em cartaz no Tablado. Foi participante de oficinas ministradas pelo diretor Daniel Belmonte e pelo Bando de Palhaços.No audiovisual, atuou nos filmes Desculpe o Transtorno, Doidas e Santas e no curta Souvenirs de Verão. Na internet, fez participação em um vídeo do Porta dos Fundos e, por conta disso, foi convidado a integrar o elenco do canal o Nerd Diário, produzido pelo youtuber Imaginago.
PROJETO ARQUIVADO.