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O projeto "Pedro e o Lobo", uma parceria entre a marionetista e artista multidisciplinar Nina Vogel e a Orquestra Sinfônica da Bahia, visa realizar a montagem teatral inédita de Pedro e o Lobo - obra sinfônica de Sergei Prokofiev - numa fusão da música sinfônica ao teatro de marionetes contemporâneo e ao vídeomapping. As seis apresentações teatrais encantarão crianças de Salvador e de Cachoeira, cidades que receberão o projeto. Como contrapartida social, ofereceremos a pais e filhos uma oficina de marionetes a partir de recicláveis e para professores, arte-educadores e estudantes de artes e pedagogia, ofereceremos duas oficinas integradas de (marionete e máscaras), (multimídia e luz) do Programa Creativos, além de um bate-papo sobre a arte da marionete.
A obra sinfônica Pedro e o Lobo, de Sergei Prokofiev, originalmente foi criada com o objetivo pedagógico de mostrar às crianças as sonoridades dos diversos instrumentos de uma orquestra, onde cada personagem da história é representada por um instrumento diferente. Nesta montagem, concebida especialmente para o público de 0 a 6 anos de idade, pretendemos, no entanto, estimular as crianças a serem co-partícipes criadoras da história, no intuito que elas desenvolvam a imaginação, para além do objetivo didático. O espetáculo se desenvolve, com humor e interatividade, a partir de dois conceitos principais: a criatividade e a imaginação! No argumento, a marionetista e também narradora da história, é uma floresta mágica onde se passa a ação e, os músicos da orquestra, bem como todo o espaço do teatro, sua extensão. A tradição milenar da arte da marionete e também da contação de histórias, são aqui integradas à tecnologia do videomapping e à música sinfônica. Vestida com um enorme figurino, formado de fragmentos de instrumentos musicais e objetos inusitados, a atriz marionetista anima a história, à vista do público, revelando os mecanismos - o que não torna as ações menos surpreendentes -, ao contrário, subverte a lógica dos adultos e estimula a curiosidade, com a criação de personagens inimagináveis! Nenhuma personagem nos é apresentada pronta, mas torna-se personagem, à medida em que a história narrada ganha vida por meio da animação de pedaços de instrumentos musicais e outros objetos, montados de maneira criativa, pela marionetista, que conclama a imaginação do público a completar essas personagens, em associação aos sons da orquestra, às luzes e imagens do videomapping, projetados em movimento pelo espaço.
OBJETIVOS GERAIS - Estimular o desenvolvimento cognitivo das crianças na primeira infância por meio da arte e da música; - Estimular a criatividade, subvertendo imagens prontas e pré-concebidas; - Estimular o gosto pelo teatro ainda na primeira infância; - Promover a experiência de ouvir uma obra sinfônica desde a primeira infância; - Promover a interdisciplinaridade, a fusão de linguagens entre a música sinfônica erudita e o teatro de animação contemporâneo; - Expandir o imaginário coletivo, fazendo uma ponte entre as diversas linguagens artísticas: música orquestral, teatro de marionetes, videomapping e iluminação; - Estimular professores, arte-educadores a usarem ferramentas do fazer artístico como iluminação, marionetes, contação de histórias na educação infantil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 4 apresentações do projeto "Pedro e o Lobo" em Salvador; - Realizar 2 apresentações do projeto "Pedro e o Lobo" em Cachoeira, na Bahia; - Realizar 2 oficinas integradas de marionetes e máscaras, multimídia e luz do Programa Creativos para estudantes de artes e pedagogia, arte-educadores e professores da rede pública de ensino infantil; - Realizar 1 oficina de criação de marionetes a partir de material reciclado para pais e filhos; - Realizar 1 bate-papo/palestra sobre a arte da marionete; - Realizar 1 ensaio aberto; - Realizar 1 tour guiado para crianças com deficiência visual para que possam conhecer os instrumentos e as marionetes da peça; - Oferecer transporte fretado para escolas e instituições educacionais localizados na periferia de Salvador e/ou na região metropolitana de Salvador;
A imaginação é, dentre as ferramentas da inteligência, a que mais nos aproxima dos cinco sentidos e a que nos torna capazes de visualizar e criar soluções para problemas e conflitos. Daí a sua importância. Num país, onde frequentemente ouvimos dizer que não temos sequer memória, a lógica já nos é cara e a imaginação, artigo de luxo. Urgente então, torna-se a necessidade do fazer artístico, teatral e cultural para a primeira infância no país - fase de maior desenvolvimento cognitivo -, por meio de espetáculos e criações que estimulem a curiosidade, a criatividade e desenvolvam a imaginação. Ademais do estímulo da imaginação, vivenciar um espetáculo junto à uma orquestra sinfônica é um acontecimento marcante para o desenvolvimento sensorial de qualquer pessoa. A história de Pedro e o Lobo é uma obra clássica e é sempre importante que as novas gerações tenham contato com obras clássicas, como referência, para formação de repertório. Neste sentido, nada mais apropriado do que integrar a tradição milenar da arte da marionete à narrativa desta história clássica, numa montagem inédita - que não nega o uso de tecnologias, mas o integra às imagens que serão criadas em videomapping -, visando o desenvolvimento cognitivo de nossas crianças, por meio da arte e da criatividade. O projeto conta com o talento da artista multidisciplinar Nina Vogel, uma das expoentes do teatro de marionetes contemporâneo; não só no Brasil, mas pelo mundo. O projeto ainda tem a participação da Orquestra Sinfônica da Bahia que soube nos últimos anos, renovar e atrair de maneira criativa o público da música clássica da cidade de Salvador. Tornou-se inegavelmente patrimônio do estado da Bahia. O projeto está sendo desenhado de forma acessível (com distribuição gratuita de ingressos, acesso ao teatro facilitado através de transporte fretado e possuindo apresentações totalmente gratuitas em Cachoeira, uma cidade com pouco mais de 30.000 habitantes) com o objetivo de que: mais pais e mães possam levar seus filhos para assistirem a este espetáculo e que estes últimos possam ter nessa ida ao teatro, sua primeira experiência com o teatro de marionetes, videomapping e música sinfônica. Para que a realização deste projeto cultural ocorra é imprescindível a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para financiamento do mesmo, visto que o projeto se enquadra nos seguintes incisos e objetivos da Lei 8313/91: Art. 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Art. 3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de MÚSICA e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
As apresentações do espetáculo e demais ações da contrapartida social não acontecerão em São Paulo. Em São Paulo, acontecerá somente a pré-produção como criação, confecção, ensaios, etc. Roteiro da obra “Pedro e o Lobo” que será utilizado na montagem: Pedro e o Lobo S. Prokofiev NARRAÇÃO - Esta é a história de Pedro e o Lobo. Um conto musical para crianças. - Pedro... (cordas) - O avô... (fagote) - O passarinho... (flauta) - O pato... (oboé) - O gato... (clarinete) - Os caçadores... (cordas e oboé) - Os tiros de fuzil... (tímpano) - O lobo... (trompa) - A agora escutem bem: certa manhã de sol. Pedro abriu o portão do jardim e foi dar um passeio pela campina toda em flor... (cordas) - No alto de um galho muito alto, pousava o passarinho alegremente... (flauta e orquestra) - Logo surgiu um pato, rebolando todo, fugia pelo portão, que Pedro esqueceu aberto, e ao perceber uma poça d'água no meio do campo, decidiu, já e já dar um mergulho... (oboé e cordas) - Avistando o pato lá embaixo, o passarinho desceu de seu galho, pousou na relva perto dele e perguntou muito desdenhoso: "que espécie de pássaro é você que não sabe voar?" No que respondeu de pronto o pato: "e que espécie de pássaro é que não sabe nem sequer nadar?" E sem dizer água vai, atirou-se na água da poça...(flauta, oboé e cordas) - Ai que discussão interminável travaram os dois, o pato nadando na poça, o passarinho saltitando pra cá e pra lá. De repente, um ruído chamou a atenção de Pedro, era um gato, arrastando-se pela relva... (clarinete) - Pensava o gato: "lá está o passarinho, distraído, discutindo, dou um salto e como ele!" ... e furtivamente deslizava sobre suas patas de veludo... (clarinete) - "Cuidado", grita o Pedro. E já o passarinho voava de volta para o galho... enquanto o pato de dentro d'água grasnava desaforos na direção do gato: "quá, quá, quá"... (clarinete) - O gato rondava a árvore e meditava: "subo ou não subo até aquele galho tão alto? Quando chegar lá em cima, na certa o passarinho já voou". Nisto surge o avô e não pouco zangado: "então sr. Pedro, sai assim para o campo afora sem pedir licença, não vê que é perigoso, se aparecer um lobo para comer você, Hum? O que é que você faz?" (fagote e cordas) - Mas Pedro nem ligou. Então um menino como Pedro vai ter medo de lobo? (cordas) - Mas o avô pegou Pedro pela mão, levou-o para dentro e trancou bem trancado o portão do jardim... (fagote e cordas) - Bastou que entrassem, para surgir da floresta um grande lobo, cinzento e mau... (trompa) - Num abrir e fechar de olhos, o gato subiu na árvore... (clarinete) - O pato de tão nervoso, pulou da água pro meio da relva e começou a correr... (oboé e cordas) - Mas não adiantava, porque o lobo corria mais. Foi se aproximando cada vez mais perto, cada vez mais, até que nhaqte... Lá se foi o pato, engolido de um gole... (trompa e oboé) - E portanto as coisas ficaram no seguinte pé: de um lado o gato, encarapinhado num galho... (clarinete) - Do outro, o passarinho... (flauta) - E a uma boa distância do gato, naturalmente... (clarinete e flauta) - Enquanto o lobo rosnava e dava voltas espreitando os dois, com olhos esfaimados... (trompa) - Enquanto isso, expiando por uma fresta do muro, Pedro observava, sem sentir o menor medo... (cordas) - Correu para dentro de casa, apanhou uma corda bem forte, voltou e trepou no muro. Um galho da árvore que o lobo rondava, estendia-se até ao muro. Pedro segurou no galho e pulou para a árvore sem dificuldades. Pedro disse então para o passarinho: "agora você desce e fica volteando ao redor da cabeça do lobo, mas tenha cuidado para que ele não te pegue"... (flauta e cordas) - O passarinho, só faltava mesmo pousar no nariz do lobo, que girava furioso sobre si mesmo e dava dentadas no vazio... (trompa e flauta) - Ai que o passarinho aperriava o lobo, e que o lobo não daria para por-lhes os dentes em cima, mas o passarinho era mais esperto e o lobo se atirava sem proveito. Enquanto isso, Pedro, aprontou um laço e baixou-o com todo o cuidado... (cordas) - Em seguida, envolveu o rabo do lobo e zaz, puxou com toda a força... (metais) - O lobo sentindo-se agarrado, começou a pinotear desesperadamente para ver se, se soltava... (metais) - Mas Pedro, amarrou no galho a outra ponta da corda. Quanto mais saltava o lobo, mais a corda lhe apertava o rabo. Foi então... que um grupo de caçadores começou a sair da floresta, vindo na pista do lobo, e davam alguns tiros de vez em quando... (marcha dos caçadores) - Mas Pedro lá do alto do galho começou a gritar: "por favor não atirem, não atirem! O passarinho e eu já prendemos o lobo. Ajudem-nos a levar para o jardim zoológico... (cordas e flauta) - E agora... procurem imaginar uma formidável marcha triunfal. Pedro na frente, encabeçando o cortejo... (marcha) - Atrás dele, os caçadores, arrastando o lobo. E por fim, o avô, seguido do gato. Vovô meneava a cabeça, dizendo descontente: "hum, se esse Pedro não agarrasse o lobo, já pensaram?"... (marcha) - Por cima deles voava o passarinho contando satisfeito: "como somos valentes, Pedro e eu; vejam só quem a gente agarrou, vejam só... (flauta e orquestra) - Se prestarem bem atenção, ouvirão um grasnar: "quá, quá, quá" que vem de dentro da barriga do lobo. É que o lobo de tão esganado engoliu o danado do pato vivo... fim
Apresentação teatral: - 6 apresentações da peça teatral “Pedro e o Lobo”, sendo 4 apresentações no Teatro Castro Alves em Salvador e 2 apresentações no Cine-Theatro Cachoeirano em Cachoeira, na Bahia. - A apresentação possui duração de 45 minutos. Oficinas para professores e estudantes: - 2 oficinas integradas: de (marionetes e máscaras), (luz e multimídia), totalizando 9 horas de oficina. - Serão abertas duas turmas com 40 vagas cada. Turma da manhã: das 10h às 13h e a turma da tarde: das 14h às 17h. - As oficinas têm duração de 3 dias. - As oficinas serão em Salvador. Oficina para pais e filhos: - 1 oficina: de criação de marionetes com material reciclado. - Serão abertas duas turmas com 25 vagas cada. Turma da manhã: das 10h às 13h e a turma da tarde: das 14h às 17h. - A oficina tem duração de 3 horas e acontecerá em único dia. - A oficina será em Salvador. Palestra: - 1 palestra sobre a Arte de Marionetes que acontecerá no TCA, Salvador. - Duração de 40 minutos. - 510 vagas
Apresentação Musical Deficiente físico: os teatros selecionados possuem acessibilidade para deficientes Deficiente auditivo: as sessões contarão com um intérprete de libras e uma área mais próxima ao palco será reservado a este público. Deficiente visual: uma das apresentações terá um tour destinado exclusivamente para este público. 1 hora antes da apresentação as crianças serão convidadas para tocarem nas marionetes e os instrumentos de cada personagem. Desta forma, elas terão na memória o formato de cada personagem durante a execução/encenação da peça. Contrapartida Social Deficiente físico: buscaremos por espaços que possuam acessibilidade para deficientes, tais como rampas, corrimão, etc. Deficiente auditivo: se identificado no período de inscrições, aluno(s) portador(es) de deficiência auditiva, um intérprete de libras será disponibilizado para as oficinas, como também para a palestra/bate-papo. Deficiente visual: se identificado no período de inscrições, aluno(s) portador(es) de deficiência visual, o conteúdo referente as oficinas de (marionetes e máscaras) e (marionetes com recicláveis para pais e filhos) poderão ser adaptados para atender este público.
Público estimado: 6.360 pessoas; Faixa etária: público infantil, de 0 a 6 anos (primeira infância); Perfil do público: bebês de colo e crianças em seus primeiros anos de vida acompanhados por seus pais ou responsável legal. Localização geográfica: Moradores das cidades de Salvador e Cachoeira na Bahia. Valor do Ingresso: Ingresso com valor acessível de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). 2400 Ingressos serão distribuídos gratuitamente para população/patrocinador/divulgação em Salvador. Em Cachoeira as apresentações são totalmente gratuitas. Apresentação Musical II – oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Para as pessoas que moram distantes do Teatro Castro Alves, forneceremos em parceria com escolas públicas e instituições educacionais localizadas na periferia ou região metropolitana de Salvador, transporte fretado (ida e volta). - 1200 ingressos serão distribuídos gratuitamente para crianças, pais e professores de escolas públicas de Salvador e 360 ingressos também gratuitos serão distribuídos para o público que for assistir as apresentações na cidade de Cachoeira. Contrapartida Social III – disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no parágrafo 2º do art. 22. - As 130 vagas das oficinas e as 510 vagas da palestra da contrapartida social serão gratuitas. - Buscaremos por equipamentos públicos como centros culturais que estejam localizados na periferia de Salvador, numa tentativa de trazer as oficinas para próximo dos professores que trabalham em escolas públicas da região, diminuindo assim o tempo gasto pelo professor em sua locomoção até a oficina.
Diretor Geral: Giane Martins (dirigente da Artematriz- proponente) Direção de cena: Nina Vogel e Bete Dorgam Diretor musical: Maestro Carlos Prazeres Concepção cênica: Nina Vogel Cenografia: Jaime Pinheiro Atriz marionetista: Nina Vogel Criação de figurino castelet, com marionetes e adereços: Nina Vogel Desenho de luz (concepção e montagem): Marcelo Augusto Santana Operador de luz: Dayane Ros Criação e consultoria remota em videomapping: Coletivo 56 Operador de videomapping: Marcelo Augusto Santana Produtor: Dayane Cabral Giane Martins – diretora geral Atualmente ocupa a função de diretora executiva da ArteMatriz Soluções Culturais, a maior empresa da américa latina em agenciamento de artistas de ópera e música erudita, gerenciando cerca de 700 performances por ano. Atua igualmente na criação e gerenciamento de projetos focados em arte, cultura e esporte, com o objetivo de identificar oportunidades de investimento cultural e esportivo e soluções diferenciadas para a valorização institucional de nossos parceiros em resposta às atuais exigências de mercado, distinção da marca, geração de emprego e renda, diversificação do mix de comunicação, sustentabilidade e inclusão sócio-cultural. Idealizou e é a Diretora Geral do projeto cultural “Ciclovia Musical” que se encontra na 7ª edição. Bacharel em Música/Oboé pela USP. Especializou-se em oboé em Houston, EUA com a Prof. Dr. Anne Leek e foi bolsista da CAPES durante seus estudos de pós-graduação artística na “Escola Superior de Música e Artes Dramáticas de Stuttgart”, Alemanha, sob supervisão do Prof. Ingo Goritzki. Foi oboísta e corne-inglês da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo de 2001 a 2013. Nina Vogel – marionetista/ confecção de marionetes e figurino Nina Vogel é uma artista multidisciplinar das artes da cena, nascida no Brasil. Iniciou seu treinamento no universo da música erudita através do estudo do piano clássico. Com uma bela voz de soprano, seguiu seus estudos musicais estudando canto lírico. Mais tarde realizou seu bacharelado em teatro na Escola Superior de Artes Célia Helena (ESACH), em São Paulo. Entre 2011 e 2012, esteve no palco sob a direção de Bete Dorgam Eduardo Okamoto, Guilherme Sant'Anna e Dagoberto Feliz. Em 2012, o renomado diretor Daniele Finzi Pasca a escolhe na plateia para participar do espetáculo Ícaro. De 2013 a 2014, Nina aperfeiçoou sua arte em cursos e oficinas ministrados por atores de teatro de renome internacional, como a Compagnia Finzi Pasca, a atriz Eve Doe-Bruce e o músico Jean-Jacques Lemêtre do Théâtre do Théâtre du Soleil de Ariane Mnouchkine, o diretor Sarkis Tcheumlekedjian a empresa Premier Act, a atriz Katharine Stalder, da Cia. Barayre e também o diretor Anirudh Nair para People's Palace Projects e a Cia. Dos à Deux de Arthur Luanda et André Curti. De 2012 a 2016, ela realizou uma pesquisa de criação sobre a vida e obra do pintor Henri de Toulouse-Lautrec, concentrando-se em suas litografias de cenas de circo e nas amizades femininas que marcaram sua vida. Em 2015, durante uma residência artística em Santiago do Chile, é iniciada na arte das marionetes pela renomada marionetista Natacha Belova, onde cria uma marionete em escala humana do pintor Toulouse-Lautrec. Em 2016 leva aos palcos a performance curta Redescobrindo Lautrec e a peça intitulada Uma Noite com Lautrec, tem sua estreia em 2017. A qualidade de seu trabalho a leva a ser contemplada com duas bolsas de excelência da Université du Québec à Montreal (UQÀM), que a recebeu para aprofundar suas habilidades no teatro de marionetes contemporâneo. Em 2019 realizou uma turnê internacional entre França (Charleville-Mezières, Paris, Angers) e o Canadá (Montréal), onde estreou sua mais recente criação em teatro lambe-lambe - ConCordis, na Maison Internationale des Arts de la Marionnette (MIAM). Foi selecionada em 2020 para ser conferencista na bienal WP Puppet Power e representará o teatro de animação brasileiro. Em 2021 levará a sua criação lambe-lambe, representando o Brasil no Festival Mundial de Marionetes em Bali, na Indonésia, no Chipre e no Quarto Encontro da Comissão de Formação da UNIMA Internationale, que será realizado em Pequim, China. Nos links abaixo é possível acessar os vídeos dos trabalhos de Nina: https://pt.ninavogelart.com/ https://www.youtube.com/watch?v=_7YOzDikhQ4 Bete Dorgan – diretora de cena Formação Profissional .Doutorado em Artes Cênicas (2004) - ECA/USP (A utilização da máscara do clown no processo de treinamento do ator) .Escola de Arte Dramática -EAD – ECA/USP (1989)–Curso de formação técnica de ator .Bacharelado em Comunicação Social (1978) Mestrado em Comunicação Social (1983) Escola de Comunicações e Artes -Universidade de São Paulo . Bacharelado em Jornalismo Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero : .Bolsista do Programa PGLA –Especialização em Comunicação Social para graduados latino-americanos (1984) Universidad de Navarra – Espanha Cursos Complementares .A máscara do Clown (Palhaço) Cristiane Paoli-Quito 1991-2000 .Máscara neutra,máscaras expressivas,máscaras da Commedia dell’arte Tiche Vianna -1993 (acompanhamento do treinamento dos alunos da EAD, como assistente de direção) .A máscara do Clown (Palhaço) Phillipe Gaulier – 1997 .A máscara do Bufão Profa.Dra.Beth Lopes -2003 (como disciplina da pós-graduação) .O Palhaço Leris Colombaioni – 2006 Principais trabalhos em direção: Teatro .Em Cômodos, Cia.Mamífera ,2013-09-06 .O amor das tres laranjas ou KD VOCE ,inspirado na obra de Carlo Gozzi .A dromática comédia circense, texto de Jhaíra .KD-Eu –textos de Pirandello, Italo Calvino e outros autores (contemplado pelo Edital Myriam Muniz de Circulação nacional) .Orgasmatron – um cabaré – textos de B.Brecht, canções de Kurt Weill .Uma besteira qualquer- espetáculo de formatura profissional de jovens participantes do Projeto Transformando com Arte dos Doutores da Alegria .Aviso às borboletas ,texto de Jorge Miguel Marinho 4 .O despertar da primavera, de F.Wedekind .O Burguês Fidalgo ,de Molière – apresentado em uma Kombi em diversas praças de São Paulo em 2004 .A doce flor da solidão – texto de Solange Dias .O diário de Anne Frank –F.Goodrich O incrível exército de Brancaleone ,inspirado no filme de mesmo nome. .Co-fundadora e diretora teatral do Núcleo Ópera de Risco, para a pesquisa da integração da linguagem teatral e musical,sob a direção musical do maestro Emiliano Patarra,no período de 1997 a 2004. As produções do Núcleo foram apresentadas no Teatro das Faculdades Santa Marcelina, no Theatro São Pedro, Centro Cultural São Paulo ,em diversas cidades e no Festival de Música Eleazar de Carvalho, em Fortaleza. Carlos Prazeres – maestro e diretor musical Carlos Prazeres é um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração. Regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia, foi regente assistente da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) no Rio de Janeiro até 2012. Tem dividido o palco com artistas como Ramón Vargas, Antonio Meneses, Heléne Grimaud, Rosana Lamosa, Ilya Kaler, Jean-Louis Steuerman, Fábio Zanon, Augustin Dumay, Wagner Tiso, Gilberto Gil, João Bosco, Ivan Lins, Stanley Jordan, Milton Nascimento, entre outros. Como maestro convidado, Prazeres tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos, tais como a Orchestre National des Pays de la Loire na França, Sinfônica de Roma, Orquestra da Arena de Verona, Filarmônica de Buenos Aires do Teatro Colón, OSESP, Orquestra Cherubini, Youth Orchestra of the Americas, Junge Philharmonie Salzburg, Filarmônica de Mendoza, Filarmônica de Montevideo, Filarmônica de Bogotá, Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda (Itália), Sinfônica Siciliana, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Sinfônica do Sergipe, OSUSP, Sinfônica de Campinas, Jazz Sinfônica de São Paulo e a Orquestra do Teatro São Pedro (RS). Prazeres estudou regência com I. Karabtchevsky, graduou-se em oboé na UNI-Rio e foi bolsista da Fundação VITAE durante seus estudos de pós-graduação na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim/Fundação Karajan. Desempenhou as funções de oboista solista junto à Barock Orchester Berlim, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Jaime Pinheiro – cenografista Obteve seu diploma em Educação Artística, com habilitação em Artes Plásticas pela Instituição ASSETA, em Tatuí, em 2001. Também realizou especialização em Design, na Faculdade de Desenho de Tatuí, em 2005. É o cenógrafo do Conservatório de Tatuí desde 1990, projetando e executandocenários para concertos, shows, festivais, óperas e peças de teatro. Também nesta escola mantém um curso (oficina) de Cenografia e Adereços. É responsável na cidade de Tatuí pelas instalações cenográficas do Museu Histórico de Tatuí e coordenador do Festival Estadual de Cururu, do Conservatório de Tatuí. Foi professor de Cenografia e Teatro de Animação na Universidade de Sorocaba- 2008 a 2012. Professor de Desenho,Técnicas de Materiais Expressivos, Fundamentos da Expressão Artística, Desenho de Observação e Cenografia na Associação de Ensino Tatuiense 1996 a 2010. Desenvolveu diversos projetos de cenografia para teatro, shows musicais, espetáculos de dança e vários outros eventos (Festival de Inverno de Campos do Jordão - Livro de Rua - TV Cultura: Prelúdio, Prêmio Carlos Gomes, espetáculo Esparrama pela Janela , Ser Tão Brasileiro, Um Príncipe chamado Éxupery. Dentre os espetáculos de cenografia para óperas ou concertos, destacam-se: Direção, cenografia e bonecos dos espetáculos: “Pedro e o lobo”. Teatro São Pedro, e “Cruzada de Crianças” 2009. Bonecos, Cenografia, figurinos e adereços para Ingrid Koudela – Espetáculos 2008, 2009, 2010 e 2012 Óperas: Dido e Enéias, com direção de Marcelo C Gama – Orfeu no Inferno, com direção de Mauro Vrona, A peste e o Intrigante, dirigida por Mário Ficarelli. Trabalhos e pesquisas na área de Teatro de Animação com trabalhos apresentados em S. Paulo, Santa Catarina e Portugal. Marcelo Augusto Santana – desenho de luz / operador de videomapping O brasiliense Marcelo Augusto Santana iniciou sua vida acadêmica na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes em 1992. Mas acabou por se graduar em Licenciatura de Artes Cênicas na Universidade de Brasília, em 2003. Antes mesmo de receber o diploma já trabalhava na área de iluminação teatral. Inicialmente, ao lado do iluminador Dalton Camargos, pesquisava o universo da luz cênica em espetáculos de vários diretores/as e coreógrafos/as da cidade. Tais como Hugo Rodas e Giselle Rodrigues, do Basirah Núcleo de Dança Contemporânea. Depois, à medida que suas habilidades na área foram aumentando, passou a assinar a iluminação de alguns outros grupos e diretores da cidade: ASQ Companhia de Dança; Circo Teatro Udi Grudi; Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília; peça do diretor James Fensterseifer e dos coreógrafos russos Serguei e Nadejda Alexandrova, da companhia Ballet Brasil. Além de grupos musicais como Móveis Coloniais de Acaju, o Projeto Jogo de Cena (programa de grande sucesso há mais de 35 anos em Brasília) e o show da posse do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Esplanada dos Ministérios de Brasília, em 2007. Em 1999 fez sua primeira turnê a Europa, com a peça Koica, Um Buraco no Céu. Em 2000 participou do projeto Circo do Brasil e passou mais de quatro meses em uma turnê pela Alemanha. Nos anos seguintes, circulou com a trupe Circo Teatro Udi Grudi, pela América Latina, Ásia, Europa e EUA - com destaque para as vinte e duas apresentações realizadas na Dinamarca, a convite do grupo Odin Theatre que comemorava seu 40º aniversário. Em 2015 lançou na XVII Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro, o livro “Haja Luz! Manual de Iluminação Cênica” pela editora SENAC. Ganhador do prêmio SESC do Teatro Candango em 2015 com Achadouros, melhor espetáculo infantil, em 2016 com Silêncio do Mundo, melhor iluminação, em 2017 com Voa, melhor espetáculo infantil e 2018 com Cria, melhor iluminação. Essas e outras experiências proporcionaram a ele a segurança necessária para trabalhar no Departamento de Artes Cênicas/UnB como professor substituto entre os anos de 2012 e 2013 e professor voluntário no ano de 2014, como coordenador do Laboratório de Iluminação e Pesquisa nos anos de 2013 e 2014 e como coordenador de produção do projeto de extensão Cometa Cenas em 2104. E também desenvolver trabalhos como Diretor Técnico no Festival Internacional de Teatro Cena Contemporânea, Festival de Música Todos os Sons, festivais de dança Movimento D, Nova Dança, Dança em Pauta e XYZ, nos festivais de teatro Mulher em Cena e Sólos Férteis e no Festival de Música Sons do Planalto. Hoje ele continua trabalhando e buscando “Mais Luz!”, como diria Goethe, em suas últimas palavras antes de morrer. Dayane Ros - operador de luz Artista multimídia, focada em registrar e produzir obras para as artes da cena. Dispondo de seu conhecimento técnico e experiência no teatro, na dança e no audiovisual,cria projetos utilizando-se da intertextualidade e hibridização das mídias. Com seu olhar sempre voltado para arte, iniciou seus trabalhos de foto e vídeo em 2012, buscando registrar as companhias da cidade e manter contato com os espaços formativos. Em 2015, formou-se em Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis. Teve experiência como repórter, fotógrafa, cinegrafista, roteirista e editora de vídeo no formato de ficção, documentário, programa jornalístico, canal do youtube, videoarte, clipe, videoaula, e divulgação de eventos sociais e culturais. Em 2016 e 2017, circulou como fotógrafa, cinegrafista e iluminadora com os bailarinos da Grão Cia de Dança pelo Estado de Santa Catarina, através do edital Elisabete Anderle, com o espetáculo Karma. Em 2017, também fez turnê pela região Norte do Brasil, duas vezes consecutivas, através do edital Klauss Vianna, com o espetáculo Moebius. Em 2017 e 2019 cobriu o Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA), produzindo material audiovisual e de divulgação. Além de fotos e vídeos curtos, produziu dois documentários sobre o evento, com entrevistas de pessoas influentes da área. Tem vasta experiência com tvs educativas, como a TV UFSC e IFSC TV, e também com material acessível para o público surdo. No cinema, esteve no set como diretora de foto, assistente de direção e preparadora de elenco, e já participou de mais de 20 filmes independentes. Em 2019, teve duas videoperformances selecionadas pela Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, do Polo SC, são elas: Mud (Fotografia e Montagem) e Brasa (Fotografia). Os vídeos integraram a Exposição “Intersecções com a Paisagem”, e foram expostos na Galeria O Sítio, em Florianópolis. Além de trabalhar na produção de conteúdo, é graduanda de Artes Cênicas da mesma universidade, e dedica-se como iluminadora. Em 2016, integrou grupos de pesquisa e extensão, desenvolvendo trabalhos e oficinas em conjunto com o Laboratório de Estudos em Iluminação Cênica (Labluz/UFSC). Criou dois projetos anuais, são eles: “Práticas Experimentais em Iluminação Cênica”, onde ministrava oficinas teóricas e práticas abertas ao público sobre iluminação cênica; e “Grupo de Iluminadores Aprendizes”, um grupo de estudos responsável pela concepção e execução de projetos de iluminação para as disciplinas e grupos que solicitavam o serviço. Em 2017, estava na organização do “A Luz em Cena”, encontro catarinense em parceria com o Luz Laboratório da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). Em 2019, circulou por Santa Catarina e Rio Grande do Sul com o espetáculo Cinderela, do diretor carioca Cassiano Junckes. Já iluminou projetos de teatro, música, dança e, atualmente, é responsável pelo desenho de luz das companhias Lótus Cia Cênica (teatro de animação), Cia República da Arte (microteatro) e Machina Teatral (teatro contemporâneo) Coletivo 56 - criação e consultoria remota em videomapping O Coletivo 56 trabalha com videoarte, videomapping, cenografia, motion design, 3D e também design offline. Há 5 anos desenvolvendo trabalhos para clientes como Adidas, Melissa, Puma, C&A, Azealia Banks, Letrux, Clube da Colagem de Curitiba, Cervejaria Xamã, Wakeup Colab, Nike, Universidade Positivo, entre outros Dayane da Silva Cabral – produtora executiva Bacharel em Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda e em vias de se formar como Tecnóloga em Eventos. Atuou como assistente de projetos na área de telecomunicações. Morou em Dublin de 2013 a 2015 e durante seu intercâmbio, estagiou em uma startup irlandesa como tradutora e formadora de conteúdo, além de trabalhar na divulgação de pequenos shows e eventos para a comunidade brasileira. Ao retornar para o Brasil passou a se especializar na área cultural, cursando assim os seguintes cursos: “Assistente de Produção Cultural” pelo Senac, “Avaliação de Projetos Culturais” e “Economia da Cultura” pelo Centro de Pesquisa e Formação do SESC. Coordenou a quarta edição do evento acadêmico “Luzes Dessa Idade” e foi a programadora artística do também evento acadêmico “MAFI”. Atuou como assistente de produção no “Revelando São Paulo 2018” e no “29º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo” e atuou como produtora executiva na 7ª edição do “Ciclovia Musical”. Estagiou na Lei de Incentivo do PROAC, na área de Prestação de Contas. Atualmente presta serviços como produtora executiva e na elaboração e prestação de contas de projetos culturais incentivados. ArteMatriz – Soluções Culturais Ltda – proponente A ArteMatriz é a maior empresa do Brasil em agenciamento de artistas de ópera e música erudita, gerenciando cerca de 700 performances por ano. Atua igualmente na criação e gerenciamento de projetos focados em artes e cultura, com o objetivo de identificar oportunidades de investimento cultural e soluções diferenciadas para a valorização institucional de nossos parceiros em resposta às atuais exigências de mercado, distinção da marca, geração de emprego e renda, diversificação do mix de comunicação, sustentabilidade e inclusão sócio-cultural. Fundada em 2005, empresaria as carreiras dos mais importantes artistas brasileiros provendo-lhes colocações no Brasil e exterior. Agencia também artistas estrangeiros ad hoc para apresentações no Brasil, através de parceira com grandes agencias europeias, desde a prospecção, proposição de nomes, obtenção de vistos de trabalho etc, e tem firmado contratos de representação com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), Filarmônica de Minas Gerais, Teatros Municipais de São Paulo e Rio de Janeiro, Orquestra Petrobras Sinfônica, Sinfônica da Bahia, OS do Teatro Nacional Claudio Santoro, Theatro da Paz de Belém, Theatro São Pedro (SP), OS Municipal de Campinas, OS de Porto Alegre, OS do Sergipe, OS do Espírito Santo, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sociedade Pró-Música de Florianópolis, Sala Cecília Meireles RJ, Palácio das Artes de Belo Horizonte, SESC, Festival de Inverno de Campos do Jordão, Festival de Música de Santa Catarina, Festival Amazonas de Ópera etc. No exterior, tem levado seus artistas ao Teatro Colón e Teatro Argentino La Plata (Argentina), Teatro Municipal de Santiago (Chile), Orquestra do SODRE e Filarmônica de Montevideo (Uruguai), Filarmônica de Bogotá, Sinfônica de Miami, Sinfonia Toronto (Canadá), Sinfônica de Roma e Teatro Olímpico de Vicenza (Itália), Palau de Les Arts Reina Sofia (Valencia/Espanha), Sinfônica da Arena de Verona, Sinfônica Siciliana, Sinfônica de Belgrado, Sinfônica da Radio de Jerusalém, Sinfônica do Estado do México e Teatro de Belas Artes (México), Orquestra do Porto/Casa da Música e Orquestra do Algarve (Portugal), Sinfônica Opole (Polônia), Filarmônica de Klagenfurt (Áustria), e ainda a festivais e concertos na Hungria, Montenegro, Rússia etc. Possui vasta experiência em leis de incentivo fiscal, presta assessoria especializada, desenvolve políticas e programas de patrocínio direcionados às necessidades das organizações e empresas. Elabora, administra e produz projetos focados em arte e cultura tendo como patrocinadores e apoiadores: Alstom , Ambev, Ananda, BBM Holdings, BNDES, Bradesco, Braskem, Shopping Center Norte, Comgás, Coqueiro, CPFL, Decathlon, Eaton, Fíbria, Foxconn, Funarte, Medley, Neoenergia, Nestlé, Netshoes, Odebrecht, Powermatic, Petrobras, Supermercados Nagumo, Vale, Vedacit, Votorantim e Secretaria Estadual da Cultura de São Paulo. A empresa é dirigida por Giane Martins (diretora executiva), formada em música pela USP, com pós-graduação na Escola Superior de Música e Artes Dramáticas de Stuttgart, MBA em Gestão Cultural e Intensivo em Administração pela FGV São Paulo e Éser Menezes (diretor artístico), licenciado em música pela Escola de Belas Artes do Paraná e pós-graduado pela Escola de Música e Artes Dramáticas de Stuttgart.
PROJETO ARQUIVADO.