| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 06980064000182 | Nacional Gás Butano Distribuidora Ltda. | 1900-01-01 | R$ 490,0 mil |
| 30902142000105 | SAFRA VIDA E PREVIDENCIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 175,0 mil |
| 09110880000123 | GERA MARANHÃO - GERADORA DE ENERGIA DO MARANHÃO S/A | 1900-01-01 | R$ 164,4 mil |
| 07199805000155 | GRANDE MOINHO CEARENSE SA | 1900-01-01 | R$ 111,6 mil |
| 94316999000983 | ANIGER - CALCADOS, SUPRIMENTOS E EMPREENDIMENTOS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 105,6 mil |
| 41597303000110 | Newland Veículos Ltda | 1900-01-01 | R$ 105,0 mil |
| 00465813000157 | DAKOTA NORDESTE S/A | 1900-01-01 | R$ 80,0 mil |
| ***827403** | Paula Queiroz Frota | 1900-01-01 | R$ 11,1 mil |
O Museu da Fotografia é o primeiro museu brasileiro voltado à arte fotográfica. O equipamento conta com um acervo de mais de 2 mil imagens, assinadas por renomados fotógrafos como Edward Steichen e Cartier-Bresson, além de brasileiros de diferentes gerações. O projeto consiste na manutenção do Museu, garantindo o funcionamento do aparelho, promovendo a preservação da memória e cultura. A proposta contemplará: 4 exposições, sendo uma delas resultado de ações realizadas no calendário do espaço; 1 programa de formação de público, em parceria com escolas, ONG’s e secretarias; cursos de fotografia para jovens em vulnerabilidade social de Fortaleza; palestras, seminários e cursos, além de abrigar eventos de fotografia, como os Encontros de Agosto. Serão desenvolvidas, também, ações para públicos específicos, como visitas e ações formativas focadas nos idosos. O Museu servirá de espaço para ações formativas vinculadas a universidades ou escolas que possuam disciplinas de fotografia e afins.
O presente projeto consiste na Manutenção do Museu da Fotografia, garantindo o funcionamento do equipamento cultural para que ele cumpra sua função de contribuir com o desenvolvimento cultural da cidade, promovendo a preservação da memória e cultura e estimulando a fruição. A proposta contemplará as seguintes ações: duas exposições, sendo uma delas resultado de ações formativas realizadas no calendário do espaço; um programa de formação de público, em parceria com escolas, ONG’s e secretarias municipal e estadual de educação; cursos de fotografia básica para jovens que residem em áreas de vulnerabilidade social de Fortaleza; palestras, seminário e cursos livres, além de abrigar eventos do campo fotográfico, como os Encontros de Agosto, em parcerias com fotógrafos e instituições da área. Serão desenvolvidas, também, ações para públicos específicos, como visitas e ações formativas focadas nos idosos/terceira idade. O Museu poderá servir de espaço para aulas e ações formativas vinculadas a universidades ou escolas que possuam disciplinas de fotografia ou algum campo do conhecimento que se vincule à atuação do museu. A exibição do acervo, assim como a realização de exposições de artistas cearenses e internacionais, se compõe como a principal missão desse equipamento, que se potencializa por estruturar-se como um espaço de ação cultural, mas também de produção e difusão de conhecimento sobre a fotografia. Um lugar que tem a potência das alianças e dos sujeitos que com ele interagem para construir uma cena mais rica e promissora para artistas e público. O potencial de trabalho pedagógico e artístico da fotografia é tão amplo quanto o seu uso. Por isso, a proposta pedagógica apresentada nesse projeto sinaliza para uma abordagem articulada com espaços e tempo educativos, tais como: escolas municipais, estaduais e instituições de ensino superior para provocar uma maior adesão deste público ao hábito de “consumo cultural”. A primeira ação consiste no fortalecimento de um diálogo mais próximo entre os visitantes que chegam espontaneamente ao Museu e o espaço, uma aproximação entre público e as obras expostas. Também passa por uma articulação permanente com outras instituições para que os estudantes possam acessar os bens e serviços culturais disponibilizados no Museu de maneira gratuita. Assim, além da disponibilização do espaço para exposições, festivais, mostras e outras atividades vinculadas ao segmento da Fotografia, integram esse processo educativo e o direcionamento pedagógico do Museu ações de formação como: CURSOS LIVRES: Serão realizados 30 cursos livres ao longo do ano, com carga horária de 8h/a cada. Os cursos visam trabalhar uma pluralidade de abordagens e temáticas no campo da Fotografia, com foco em três públicos prioritários: 1) idosos/terceira idade, com o objetivo de apresentar e desenvolver elementos simbólicos – a foto como memória, história – além de suas possibilidades técnicas e tecnológicas, na relação com os recursos da câmera e do aparelho celular e com os novos modos de registrar imagens. A ideia é ampliar o olhar criativo dos participantes, preparando-os para uma nova forma de expressar-se e de refletir em torno de sua realidade social; 2) estudantes de cursos de fotografia ou alunos integrantes de instituições educacionais como Universidades, cursos técnicos, institutos tecnológicos, etc. Para esse público, entendendo que os participantes já possuem conhecimentos na área, os conteúdos serão voltados à prática fotográfica, à edição da imagem, às novas tecnologias na área da Fotografia, à fotografia como memória e registro histórico e à dimensão estética da fotografia enquanto linguagem artística; 3) jovens, moradores de áreas em situação de vulnerabilidade social, aos quais serão disponibilizados cursos introdutórios na área da Fotografia, buscando fortalecer a relação desses jovens com a linguagem e ampliar perspectivas de inserção profissional, por meio da apresentação de conteúdos como: anatomia de uma câmera fotográfica e sua utilização; novos dispositivos de registro: smartphones e outros dispositivos móveis; modos de fotografia e ajustes básicos; elementos e tipos de câmeras fotográficas; formatos e qualidades de arquivos; ajuste de sensibilidade do sensor (ISO); tipos de iluminação; lentes; enquadramento; edição fotográfica. Total de vagas disponibilizadas: 900 (30 por curso) Carga horária: 8 horas/aula PALESTRAS: Serão realizadas 10 palestras voltadas às artes visuais, que contarão com a presença de fotógrafos, curadores, pesquisadores, jornalistas e outros convidados locais e nacionais, para refletir em torno de temas que colocam em pauta as relações entre fotografia, arte, tecnologia, história e memória, abordando as principais tendências da fotografia digital, dando um panorama do mercado das artes visuais e dos desafios enfrentados pelo segmento. As datas e temáticas das palestras serão definidos após a inauguração do Museu, realizada em Março de 2017, de forma a reconhecer com mais clareza as principais demandas e pautas do público-alvo do Museu. Público estimado: 700 pessoas PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PLATEIA Já o programa de formação de plateia é pensado para atender a um público de crianças e jovens da Rede Municipal de Ensino, abrangendo alunos do ensino fundamental e médio. A ideia é estimular a fruição das artes visuais, disponibilizando para os alunos das escolas contempladas toda a logística necessária para a visitação. A proposta do programa é uma visita com caráter de imersão no MFF, nas obras expostas, mas também contar com uma ação educativa mais elaborada para buscar uma aproximação maior entre museu e escola. Público estimado: 7.500 atendimentos EXPOSIÇÕES Na programação do Museu, além das parcerias estabelecidas para a realização de encontros, mostras e outras ações nos espaços, o Museu realizará, dentro desta proposta, 4 exposições ao longo do ano, sendo a primeira uma exposição das peças do acervo do Museu e a outra resultante do Programa de Formação de Plateia. Público estimado: 6.000 pessoas PUBLICAÇÃO DE CATÁLOGOS/REVISTAS Também como parte da ação educativa, serão gerados produtos fotográficos que abordam as diversas vertentes da fotografia. Ao longo do ano, serão produzidas duas publicações em formato de Catálogo/Revista, contemplando conteúdos desenvolvidos a partir do acervo do Museu e de parcerias estabelecidas com fotógrafos cearenses. Tiragem: 1.000 exemplares por edição (total de 2.000 exemplares)
Objetivo geral Contribuir para o fortalecimento do campo das artes visuais no Estado do Ceará, através da manutenção de um Museu dedicado à arte fotográfica e da realização de ações de difusão, formação e fruição cultural que tenham como resultados a promoção do desenvolvimento sociocultural no Estado.Contribuir para o fortalecimento do campo das artes visuais no Estado do Ceará, através da manutenção de um Museu dedicado à arte fotográfica e da realização de ações de difusão, formação e fruição cultural que tenham como resultados a promoção do desenvolvimento sociocultural no Estado. Objetivos específicos - Contribuir para a preservação de conhecimentos e da memória cultural por meio da manutenção e exposição de acervos fotográficos no Museu; - Disponibilizar a estrutura do Museu da Fotografia para uma multiplicidade de públicos, através da realização de atividades gratuitas, promovendo a democratização do acesso à cultura; - Realizar 4 exposições fotográficas de artistas nacionais e internacionais no Museu da Fotografia de Fortaleza, ao longo do período de 1 ano; - Promover ações formativas voltadas a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, disponibilizando conteúdos e conhecimentos básicos em Fotografia através de oficinas e cursos livres; - Realizar formação voltada para os educadores do Museu da Fotografia de Fortaleza, com foco na temática da Acessibilidade; - Ofertar mensalmente formações desenvolvidas especialmente para pessoas com deficiência, prevendo o atendimento a deficientes físicos e visuais; - Realizar uma exposição dos produtos resultantes da formação realizada com crianças e adolescentes, estimulando o desenvolvimento estético e cognitivo desse público; - Lançar 2 publicações ao ano (catálogo/revista), visando registrar e documentar as obras, público e processos das exposições; - Estimular a pluralidade, a difusão das artes visuais, o intercâmbio de experiências e o aprendizado cultural, por meio da promoção de cursos e vivências entre crianças e jovens de escolas da rede pública de ensino, palestrantes, idosos, pesquisadores e estudiosos da área.
Desde a primeira fotografia, tirada em 1826, até a atualidade, houve um crescimento significativo do lugar ocupado pela fotografia na dinâmica social. Fruto do desenvolvimento técnico-científico da modernidade, a fotografia passa a ser considerada um dos principais meios de expressão da contemporaneidade, assumindo-se como elemento de transfiguração e ressignificação da realidade. Com uma grande repercussão no âmbito econômico, o nascimento da fotografia gerou novas interpretações em torno da arte moderna. Inicialmente, foi alvo de críticas quanto à sua qualificação enquanto arte, sob o argumento de que o meio mecânico não exigia esforços de criação e talento. Contrapondo-se a essa visão, o filósofo alemão Walter Benjamin trouxe fundamentos essenciais à valorização da fotografia como arte, destacando que "pela primeira vez no processo de reprodução da imagem a mão foi liberada das responsabilidades artísticas mais importantes, que agora cabiam unicamente ao olho", reforçando a relevância do fotógrafo e de seu olhar no ensaio "A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica", publicado em 1955. A fotografia passava a ser encarada, assim, como um elemento artístico emancipatório, que fugia às normas das belas artes e lhes dava novos contornos, ampliando o acesso e fazendo da imagem um fragmento social, político e ideológico da realidade. Foi por essa força que a fotografia passou a ocupar espaço significativo em museus, exposições e coleções de arte promovendo a "democratização de todas as experiências através de sua tradução por imagens", conforme destacou a crítica e cineasta americana Susan Sontag (1981). Nesse contexto, o produto fotográfico passou a ter grande destaque e valorização econômica. A fotografia mais cara da história - "Rhein II", do alemão Andreas Gursky _ produzida em 2009 e vendida em 2011 por mais de 4,3 milhões de dólares. No âmbito da Fotografia Fine Art, que concilia prazer estético com o investimento, fotógrafos brasileiros como Vik Muniz e Alberto Morell são bastante representativos, no que diz respeito à valorização econômica, já que ambos alcançaram reconhecimento no mercado internacional em um curto espaço de tempo. Embora a produção fotográfica ainda seja muito recente em relação a outras expressões artísticas, como a pintura, por exemplo, a fotografia traz consigo, além de seu potencial estético _ na sua relação com o olhar, o corpo, o instante, o movimento, a forma, a cor _ e de uma função histórica de registro da memória e do tempo, uma relação social e cognitiva com o outro, já que a significação de uma foto não é unânime, abrindo-se a uma infinidade de interpretações. O apreciador, assim como o fotógrafo que registrou a imagem, formula seu pensamento acerca da obra de acordo com referências, códigos e ideologias próprias. Reinventa, assim, o momento fixado. Essa reinvenção passa, ainda, pelo advento da fotografia digital, que impôs um outro ritmo aos registros e novos modos de armazenamento e divulgação, seja através de redes sociais, blogs, sites, seja por meio de dispositivos móveis. A velocidade de criação e circulação da imagem tem interferências diretas no modo de produzir e pensar a fotografia. É pelo encantamento que produz, pela inserção junto a diversos públicos, pela necessidade de valorizar a expressão fotográfica e de reforçar seu uso no desenvolvimento sociocultural, econômico e humano que a consolidação de um equipamento cultural voltado especificamente para a Fotografia se reverte da maior importância. Assim, a estruturação do Museu da Fotografia vem suprir a carência de espaços focados nesse segmento, sendo o primeiro a ser implementado no Estado do Ceará. Além de atender a uma demanda do público, o Museu foi estruturado a partir de uma relação estreita com a produção e difusão do conhecimento e dos produtos fotográficos, tendo a dimensão educativa como um de seus principais vetores: desde as visitas espontâneas até o programa de visitas guiadas, há um fio condutor que norteia a ação pedagógica que ambiciona o engajamento do público numa relação de pertencimento e apropriação social em relação ao MFF, às suas obras e à própria fotografia enquanto linguagem artística e social. Diante disso, o projeto propõe algumas questões fundamentais, a fim de que o Museu da Fotografia de Fortaleza possa ser um equipamento vivo _ que se descobre e é descoberto nas possibilidades de encontro dos amantes da fotografia com um mundo de significados e interpretações que estão por trás das câmeras, nas fotos reveladas e nos lugares e momentos onde se originam as imagens, são elas: a consolidação de um espaço de valorização da produção fotográfica e visual do Estado; a produção de sentidos junto a crianças e jovens, a partir do impacto causado pelo fazer fotográfico nesse público; o fortalecimento da cena e cadeia produtiva da fotografia; a difusão de conhecimentos, gerando encontros, reflexões e saberes a partir do intercâmbio de experiências entre os diferentes públicos do Museu. Apoiar a manutenção do Museu da Fotografia significa não só estimular a preservação e memória das imagens e de seus contextos, mas contribuir para a efetiva continuidade da missão assumida pelo equipamento. E é assim, por esse propósito, que a composição do Museu gera resultados e impactos consistentes para o desenvolvimento sociocultural e a democratização do acesso à cultura no Estado do Ceará.
O presente projeto tem como resultados esperados: Composição de um equipamento cultural sólido e pulsante, abrigandoimportantes ações no segmento das artes visuais/fotografia; Preservação da memória e dos registros fotográficos do Estado do Ceará,difundindo um acervo rico e consistente; Formação de um público amplo, de jovens e crianças residentes em zonas devulnerabilidade, por meio dos cursos e palestras, promovendo inclusãosociocultural e transformação da realidade social por meio da cultura; Fortalecimento do segmento da Fotografia, com a valorização dos trabalhosfotográficos desenvolvidos pelos profissionais do Estado e nacionais e o estímuloa novas produções e expressões artísticas. Quanto à sua proposta pedagógica, alguns aspectos serão trabalhados na ação formativa: 1) aproximação entre disciplinas escolares e a fotografia, por meio de uma abordagem interdisciplinar; 2) aspectos antropológicos e sociológicos. Assim, os processos de formação/educação partem de uma base comum na qual todos possuem aspectos e temas norteadores do conteúdo trabalhado, podendo ser condensadas as seguintes diretrizes: Estruturar uma programação pedagógica que transite pela história da fotografia, bem como pelos principais usos e fatos, ou seja, promover uma abordagem da dimensão histórica e social da fotografia. Apresentar a fotografia como uma expressão da arte moderna, que emergiu a partir do desenvolvimento técnico-científico, levando em conta desde seus aspectos físicos e químicos, até suas relações com a memória e o registro histórico, a função estético-cognitiva da fotografia e o seu papel enquanto linguagem artística. Aspectos históricos, geográficos, técnicos e sociológicos do campo fotográfico, com base no material do acervo e das exposições e a partir de relatos e intercâmbios com fotógrafos de diferentes países. A proposta visa ampliar a reflexão sobre a representação social através das imagens, promovendo auto representação e auto expressão.
- Folders – 3.000 unidades, policromia, 2 dobras, papel couchet 40 kg. Tamanho: 45x15cm; - Camisa – 50 unidades, malha, fio 30, policromia. Tamanhos P, M e G; - Banners – 4 unidades, Formato lona, policromia. Tamanhos: 1 unidades: 5,00 x 2,00m; 2 unidades: 1,20 x 2,00m; 1 unidades: 0,80 x 1,50m; - Ecobag – 300 unidades; tecido em algodão cru, policromia. Tamanho: 40 x 40 cm; - Catálogo – 1.000 unidades; policromia, papel couchet; miolo 60kg, capa 40kg. Tamanho: 20x15cm.
O Museu da Fotografia de Fortaleza cumpre com todas as exigências dispostas nas normas técnicas de acessibilidade – medidas dispostas art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, sendo elas: rampas de acesso, vagas reservadas e banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais; equipe disponível para suporte e auxílio de pessoas que apresentem quaisquer necessidades especiais; envolvimento de ações socioeducativas em parceria com instituições de atendimento a crianças e adolescentes portadores de deficiência, como APAE e Instituto dos Cegos. O projeto contará com ações que envolvem planejamento e preparação para atender demandas de pessoas com deficiência. As ações do projeto buscarão promover a acessibilidade sensorial em todos os seus produtos, buscando desenvolver através de suas ações recursos que possibilitem a inclusão e diversidade do maior número de pessoas portadoras de deficiência possível. Para tanto, o projeto de manutenção do Museu da Fotografia contará, além do suporte da equipe técnica especializada, com mecanismos que sejam plenamente acessíveis, uma vez que faz-se necessário, a fim de promover a acessibilidade sensorial na prática, oferecer serviços que possam ser acessados, utilizados e compreendidos por qualquer pessoa, independente de sua condição física, comunicacional e intelectual. Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, algumas medidas serão inferidas aos objetivos da proposta: Acessibilidade de conteúdo: - Identificar a equipe da Bienal com uniforme e crachás (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Capacitação pedagógica da equipe que compõe o Museu da Fotografia de Fortaleza voltadas especificamente para atender a grupos de autistas, entre outras pessoas com necessidades especiais (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Deficientes auditivos: - Disponibilização de intérprete de Libras. Deficientes visuais: - Disponibilização de audiodescrição, de acordo com a proposta formativa (o Museu da Fotografia de Fortaleza oferta gratuitamente uma programação voltada especialmente para deficientes visuais); - Cuidar para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação sejam suficientes para uma boa acuidade visual (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Deficientes físicos: - Manter rampas de acesso e vagas reservadas; (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Capacitar a equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida (a execuição da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta). Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos em consideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas de inclusão. Todas as ações de acessibilidade previstas para promover o acesso ao conteúdo do produto a pessoas com deficiência não geram nenhum custo para o projeto, não havendo, portanto, a necessidade de uma outra fonte de recursos.
O projeto tem como objetivo atender a crianças e adolescentes de comunidades carentes e classes menos favorecidas da cidade de Fortaleza e interiores do estado do Ceará. A participação dos beneficiários nas formações e ações oferecidas será inteiramente gratuita, assim como todas as demais atividades a serem realizadas pelo projeto, cumprindo um importante papel na democratização do acesso a bens e serviços culturais. Os produtos resultantes de suas atividades, como os catálogos, serão destinados integralmente a bibliotecas, escolas, museus e outras instituições públicas, atendendo, assim, as seguintes iniciativas de democratização do acesso (artigo 21, da IN 02/2019): III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público. Ainda com base na referida instrução normativa, o museu realizará ações educativas como produto acessório da atividade principal, 100% destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. O programa de formação de plateia é pensado para atender a um público de crianças e jovens da Rede pública de Ensino, abrangendo alunos do ensino fundamental e médio. A ideia é estimular a fruição das artes visuais, disponibilizando para os alunos das escolas contempladas toda a logística necessária para a visitação. A proposta do programa é uma visita com caráter de imersão no MFF, nas obras expostas, mas também contar com uma ação educativa mais elaborada para buscar uma aproximação maior entre museu e escola. Estima-se cerca de 17.000 atendimentos.
SILVIO FROTA – Direção (voluntário) Silvio Frota, 63 anos, natural de Fortaleza (CE) é empresário da construção civil, diretor presidente da SIMPEX Incorporações, atuando também na administração de shoppings centers e no mercado financeiro. Colecionador de obras de arte e fotografia, Silvio é Conselheiro do Instituto Volpi, Presidente do Instituto Paula e Silvio Frota, fundador e mantenedor do Museu da Fotografia de Fortaleza. Com um acervo que vem sendo construído desde 1980, Silvio possui uma das maiores coleções de fotografia do Brasil. O acervo fotográfico, com mais de duas mil obras, tem passado pelos principais museus de arte com destaque para as artes visuais. Da fotografia documental à artística contemporânea, explorando várias vertentes e gêneros fotográficos, Silvio Frota agora investe sua coleção na criação do primeiro Museu da Fotografia de Fortaleza, compartilhando com a sociedade sua coleção e estimulando o conhecimento das belas artes. Com uma vertente educacional, o Museu integra artistas e estudantes de uma maneira em geral. Como gestor, Silvio se destaca no mercado imobiliário e agora investe no ramo das artes em busca de dividir sua coleção particular com os cidadãos brasileiros e estrangeiros que passarem pelo Museu da Fotografia de Fortaleza. MARDONIO BARROS – Coordenação executiva Produtor e mobilizador de recursos para projetos culturais, com experiência em gestão de políticas públicas para a cultura. Reúne experiência em mais de doze anos de atuação na direção, coordenação, produção e elaboração de projetos de intercâmbio, circulação, pesquisa, formação e difusão cultural, nos planos regional, nacional e internacional, com ênfase para a articulação entre poder público, iniciativa privada e 3º setor, dentre eles: Conferência Internacional Dilemas da Humanidade: Diálogos Entre Civilizações (2004), Bienal Internacional de Dança do Ceará (2010 – 2015), Outras Danças – Brasil | Chile | Colômbia (2011), Escola de Dança do Paracuru – Associação Dança, Arte e Ação (2011 – 2014), Caravana da Juventude e Cultura (2012), Cine Ecologia: Formação, Circulação e Fruição 2012 – 2015), Respeitável Público: Programa de Formação de Plateia (2012 – 2014), do I Festival Internacional de Danças Urbanas do Ceará (2014), Coordenador geral do Sistema Nacional de Cultura (2015 – 2016), Laboratório de Produção – Curso Técnico em Produção de Eventos Culturais (2016), Plataforma Sinfonia do Amanhã (2016) e V Bienal de Par em Par (2016). IVO MESQUITA – Consultoria pedagógica Ivo Mesquita é graduado em Jornalismo e em Artes pela Universidade de São Paulo. Frequentou o mestrado no Departamento de Artes Plásticas, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde qualificou a pesquisa intitulada "A Bienal de São Paulo na Imprensa Brasileira 1951-1977". Desde 1977 vem atuando como curador. Alguns destaques para: foi membro da diretoria do Comitê Internacional de Museus de Arte Moderna (2007-2013) e curador chefe da Pinacoteca do Estado, São Paulo (2006-2012). Como professor visitante, esteve de 1996 a 2007 no Center for Curatorial Studies, Bard College, Annandale-on-Hudson, NY. Como ultimas atividades realizadas, em 2016 foi curador da exposição Fora de ordem: obras da coleção Helga de Alvear, Pinacoteca do Estado, São Paulo (juntamente com José Augusto Ribeiro) e foi jurado no Concurso de Projetos para o Pavilhão Chile em Veneza 2017, Ministério de Cultura, Santiago, Chile. PEDRO ORTALE – Coordenação Geral Possui graduação em Geografia pela Universidade Católica Dom Bosco (1987). Possui Especialização em Gestão de Políticas Públicas de Cultura - Produção Cultural, UNB (2008). Mestrado em Comunicação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2019). Tem experiência nas áreas artísticas, de modo geral, com ênfase em Música, gravação e arranjo musical e artesanato Indígena. Tem experiência na área da gestão de políticas públicas culturais Dirigiu a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul no período compreendido entre os anos de 2003 – 2006 , foi Coordenador Geral, Diretor e Secretário de Articulação Institucional Substituto do Ministério da Cultura, no período compreendido entre os anos de 2012 a junho de 2016. Foi membro do Conselho Estadual de Cultura de MS. Atua principalmente no desenvolvimento e gestão de projetos culturais. Dirigiu a Empresa Mercado Cultural, no período compreendido entre os anos de 2010 a 2011. INGRID FERREIRA – Coordenação de produção Formada pelos cursos: Superior de Captação de Recursos e Gestão de Projetos públicos no ano de 2010 e pelo Curso Superior de Belas Artes com habilitação em Teatro, em 2014, ambos na Universidade de Fortaleza, com MBA em Elaboração de Projetos e Mobilização de Recursos Públicos pela Faculdade Ratio-Faculdade Teológica e Filosófica no ano de 2012. Atualmente cursa o segundo ano do Mestrado em Ciências da Cultura e Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal). Produtora cultural desde 2007 onde vem desenvolvendo nos últimos 8 anos extensa atividade como coordenadora e captadora de recursos para festivais e mostras de Teatro, Dança, Música, Cinema e outros segmentos, em âmbito nacional e internacional. Nos últimos anos têm realizado e pesquisados projetos de intercâmbio, circulação, pesquisa, formação e montagem de trabalhos artísticos. YASMIN FERREIRA – Produção Yasmin Ferreira é graduada em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Nordeste (FANOR), possui formação técnica em organização e gestão de eventos (Estácio do Ceará), formação em Produção de eventos culturais pelo Laboratório de Produção – Curso Técnico em Produção de Eventos Culturais e especialização na área pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Conta com cursos nas áreas de Web Designer (Microlins) e ferramentas digitais (internet, pacote Office). Atua a quatro anos no setor cultural, exercendo funções de organizadora, pesquisadora, monitora, agente cultural, entre outras, em projetos como: Dragão Fashion Brasil (2013), Festival Internacional de Biografias (2013), Plugcitários no Ar (2015), Festival do Teatro Brasileiro (2015), Edital das Artes de Fortaleza (2016), Festival Acordes do Amanhã (2017). ANA FILGUEIRA – Coordenação editorial Pesquisadora de Literatura Comparada com enfoque em Franz Kafka e clássicos literários para o cinema, é autora dos projetos ‘Adaptação de Clássicos Literários: Um olhar crítico da obra Ensaio Sobre a Cegueira’ e ‘Mostra Mulheres da Literatura’, vinculados ao Departamento de Literatura da Universidade Federal do Ceará. Graduanda em Letras-Alemão pela Universidade Federal do Ceará, atuou como Professora na Casa de Cultura Portuguesa da UFC, onde lecionou entre os anos de 2013 a 2016, além de diversas escolas da rede pública e privada de ensino de Fortaleza. Participou como convidada dos projetos ‘Mais Leitura’ e ‘Dragão das Letras’, além de diversos eventos ligados à literatura e cinema. Editora, revisora, cineclubista e produtora, atua desde 2010 na elaboração e execução de projetos na área da cultura, como ‘Edição de O Almirante – Romance inédito de Domingos Olímpio’ e ‘Literatura e Visualidade’. Atualmente é coordenadora editorial na Quitanda das Artes - Agencia e produtora Cultural, onde atua na elaboração e inscrição de projetos culturais, como: Rede de Dança do Ceará; Sertão das Artes; Manutenção das Atividades Culturais da Fundação Carlos Pinheiro; Festival Acordes do Amanhã, entre outros. ANDREIA COSTA – Coordenação de Comunicação Formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará em 2009, Andreia Costa trabalha com assessoria de comunicação, tendo passado por associações de professores, assessoria de imprensa e partido político. Integrou a equipe de apoio e auxiliou a coordenação pedagógica do curso de graduação em Jornalismo da Terra, da Universidade Federal do Ceará (2011-2013). No começo de 2013, iniciou um trabalho de olhar a cidade, suas artes e culturas para escrever na Revista Pã Arte & Cultura, onde também foi responsável pelo relacionamento com leitores e parceiros nas redes sociais e apresentou o videocast Café com Pã. Em assessoria de impressa, atuou em eventos como Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, Encontros de Agosto, Festival de Teatro Infantil do Ceará, Projeto Quarta Cultural CDL, Fundação Raimundo Fagner como integrante da equipe da Dégagé - Assessoria de Comunicação (2011-2012). Atuou como assessora de comunicação do Festival Internacional de Biografias (2013). Em 2015, foi responsável pela comunicação do projeto MapaDoc Ceará, que realizou o mapeamento cultural de Fortaleza e dos municípios da região metropolitana. Em julho de 2016, ingressou na Quitanda das Artes - Agencia e produtora Cultural, onde atua como assessora de comunicação de projetos como Plataforma Sinfonia do Amanhã, Cine Ecologia, Laboratório de Produção - Curso Técnico de Produção Cultural, Programa Jacques Klein, Instituto Beatriz e Laura Fiuza etc. RODRIGO FROTA – Coordenação financeira (voluntário) Tem bacharelado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Fortaleza, onde trabalhou como fotógrafo do setor de marketing durante dois anos primeiro como assistente e no segundo assumiu o posto de fotógrafo publicitário. Fez vários cursos de fotografia, e cursou cinema pela Casa Amarela. Trabalha hoje com artes visuais fazendo uso da fotografia e do cinema como expressão contemporânea, utilizando diferentes suportes, desde esculturas cinéticas a grandes instalações. Realizou exposições individuais como Germinais (2013), Pulsações (2012), Pictoriais (2012), Pictoriais (2011) e Fragmentos de Viagem (2009) e participou de exposições coletivas como Ciranda – Imagem Brasil (2016), ArteQuattro – Espaço Ouvidor (2015); Casacor (2015); Exposure – See.Me Gallery – New York City, USA (2013); Looking East – Magnificent 7 – Open Shutter Gallery – Durango, CO (2012).
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.