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PRONAC 202211Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Brasil mais igual - Artes Cênicas para Crianças

LEIA BRASIL ORGANIZACAO NAO GOVERNAMENTAL DE PROMOCAO DA LEITURA
Solicitado
R$ 853,2 mil
Aprovado
R$ 853,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de bonecos e congêneres
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-05-14
Término

Resumo

Este é um projeto de encantamento e envolvimento de crianças, pais e educadores utilizando o Teatro de Bonecos, como forma de apropriação da linguagem e do jogo de cena na primeira infância, oferecendo espetáculos gratuitos em praças e espaços públicos nos finais de semana. O projeto vai trabalhar com textos literários conjugados com seis dos 17 ODSs da ONU. Também realizará ações de contrapartida social para estudantes e educadores da rede pública de ensino em encontros após os espetáculos. Serão realizadas Oficinas de Criação e Produção de Teatro de Bonecos (adaptação de textos, produção de Bonecos, Figurinos e Cenários) e orientação para produção e montagem de cinco peças, com pelo menos uma apresentação pública.

Sinopse

O projeto se inicia com a escolha de seis textos literários clássicos na situação de domínio público. Serão priorizados os grandes clássicos da literatura infanto-juvenil, seja entre autores consagrados, como Hans Christian Andersen e Carlo Collodi, seja entre as lendas e contos medievais, como Chapeuzinho Vermelho e A Bela Adormecida, ou ainda as fábulas gregas, como O Lobo e as Uvas, ou o folclore brasileiro, extraídos de Câmara Cascudo, por exemplo. A partir da escolha, em que serão considerados principalmente a adaptabilidade da narrativa às especifidades do Teatro de Bonecos - personagens de fácil caracterização, situações de movimentos simples etc. - e a capacidade de subordinação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável indicados, faremos os seis roteiros para que tenham, no máximo quatro personagens cada peça, com duração média de 12 minutos. As seis peças, dessa forma, comporão um espetáculo de aproximadamente 90 minutos, permitindo que os temas conversem entre si, enriquecendo as apresentações com improviso e interações inusitadas de personagens conhecidos - como por exemplo, uma interação do Patinho Feio com Chapeuzinho Vermelho. Ao lado dos 20 espetáculos, o projeto vai oferecer cinco Oficinas de Produção de Teatro de Bonecos, em cinco comunidades vulneráveis das cidades atendidas, reunindo 250 professores, arte-educadores e familiares de crianças na primeira infância interessados - 50 por comunidade. Com 10 horas/aula cada, as Oficinas darão uma visão geral da montagem do argumento e produção do roteiro; uma introdução sobre Narrativa Dramática, aula prática sobre construção e manipulação de Bonecos, e orientações para produção e itinerância de Teatro de Bonecos. Também ofereceremos apoio (supervisão técnica), para que ao menos uma peça seja montada em cada uma dessas comunidades, antes do encerramento do Projeto. Por fim, realizaremos Palestras com o Diretor, o roteirista, manipuladores e mais um integrante da produção, dependendo de disponibilidades de agendas. Essas Paletras serão realizadas em locais selecionados após algumas apresentações de espetáculos. Todo o conteúdo, histórico, making off e depoimentos colhidos serão divulgados no site e nas redes sociais do Projeto, com acesso aberto e gratuito.

Objetivos

Objetivo Geral Despertar em crianças de 3 a 6 anos de idade - especialmente naquelas que estão fora da pré-escola e não possuem referências nem dispõem parentes que possam prover a formação de Capital Cultural na periferia dos grandes centros urbanos - através do encantamento dos Bonecos de Marionete e do Jogo de Cena, em 20 espetáculos ao longo de seis meses, para a magia e o potencial de desenvolvimento da cognição e da subjetividade proporcinadas pelas Narrativas Dramáticas. Objetivos específicos Adaptar para o Teatro de Bonecos (Marionetes), seis textos literários selecionados entre os Grandes Clássicos da Literatura Mundial para essa faixa etária específica, incluindo nos textos - e entre os seus conflitos - seis Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (dois deles agregados em um): a) Igualdade de Gênero; b) Redução das Desigualdades; c) Cidades e Comunidades Sustentáveis; d) Consumo e Produção Responsáveis; e) Vida na Água e Vida Terrestre; e f) Paz, Justiça e Instituições Fortes. Produzir e itinerar esse conjunto de peças de Teatro de Bonecos - integrados em um espetáculo de aproximadamente 150 minutos - por 20 espaços públicos da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (capital e 04 outras cidades), Brasília/DF e Cristalina/GO, atendendo a crianças desassistidas pela Pré-Escola ou Educação Infantil. Promover a Formação Gratuita com Oficinas de Criação e Produção em Teatro de Bonecos para 250 pais e educadores de cinco comunidades selecionadas na área de abrangência do projeto, para que possam adaptar textos, construir Bonecos e Cenários e produzir seus próprios espetáculos com essa arte; Receber um público total de 20.000 pessoas nos espetáculos; Realizar seis encontros de contrapartidas sociais para 1.000 estudantes e professores da rede pública de ensino; Divulgar, através dos espetáculos e das redes sociais, as técnicas de Criação e Produção de Teatro de Bonecos; Colaborar para a formação de platéia de teato infantil.

Justificativa

Tomamos por base que quanto mais a Cultura se distancia do Entretenimento e do Entretenimento Eletrônico, mais ela precisa de incentivos para sua produção e, sobretudo, para a formação de plateia. O Teatro - e mais especificamente o Teatro de Bonecos, de quem Pinócchio, do mestre italiano Collodi seria o exemplo mais contundente - perde cada dia mais o interesse do público e do público jovem. Não se pode comparar a energia instantânia dos personagens dos Jogos Eletrônicos - Sonic, Mario e até os Pokémon - quando se trata de capturar e cativar a atenção de crianças nativas digitais. Mas não se pode abrir mão da Narrativa Dramática - ou da Dramaturgia -, quando se espera promover a educação artística e humanística das futuras gerações. Primeiro porque todas essas narrativas - quadrinhos, novelas, jogos eletrônicos e cinema - derivam do jogo proposto pela dramaturgia para o enfrentamento e resolução de conflitos, jogo esse que substitui a vivência prática dos conflitos da vida real, permitindo o aprendizado e o desenvolvimento humanos pelo conhecimento da experiência alheia. Não obstante, o Teatro oferece a possibilidade concreta de interação do espectador com a arte e todos os seus integrantes - atores, personagens, drama, antagonistas, protagonistas, cenários, músicas, público etc. - enriquecendo ao máximo a experência de cada um, e dando diferentes horizontes para o desenvolvimento ético, para a alteridade e a construção dos valores subjetivos. Mas a produção teatral não se faz com cópias. Suas apresentações envolvem pessoas, ensaios, figurinos, transportes, técnicas, e não podem depender de um público desacostumado e em constante crise econômica para remunerar - ainda que a nível de subsistência - suas atividades. Sem os recursos da renúncia fiscal e sem políticas públicas de preservação e incentivo à arte, notadamente de formação de plateia, todas as formas de expressão teatral vão cessar, restringindo-se aos festivais e eventos acadêmicos. Finalmente, mas não menos importante, as Políticas de Incentivo Fiscal tornaram as produções que não se encontrram abrigadas nesse contexto mais caras, porque os recursos que as financiam são taxados com pesada carga tributária. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1 da lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto tem por objetivos, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O presente projeto está inscrito no Edital petrobras Cultural para Crianças - Artes Cênicas

Especificação técnica

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS As seis peças serão selecionadas dentro do repertório clássico de histórias infantis de formação (fábulas medievais, contos de Andersen, romances clássicos como Pinócchio etc.), a exemplo do que fez Daniel Pennac. As adaptações farão uma releitura conceitual desses textos, ajustando-os em termos de linguagens, conceitos e conflitos, incorporando ainda os ODSs indicados, de forma que funcionem como formadores e geradores de consciência crítica. PRODUTO: OFICINAS As Oficinas de Formação, com 5 dias de duração cada uma, pretendem criar grupos de Teatro de Bonecos em pelo menos cinco comunidades assistidas, oferecendo teoria e práticas de construção de peças, bonecos e espetáculos, e também oferecendo suporte teórico para uma montagem em cada comunidade. As palestras abordarão as principais características da Produção Cultural mambembe e itinerante, focando problemas comuns, adversidades, monetização, patrocínios e caminhos para a realização de espetáculos em praças e espaços públicos. O site e as fanpages nas redes sociais democratizarão o acesso às técnicas utilizadas, difundindo essa arte específica (Bonecos de Marionete). PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS 05 encontros, com cerca de 1 hora de duração, voltadas para professores e estudantes nas áreas de Pedagogia, educação infantil, artes, teatro.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: praças e espaços públicos, com acesso para cadeirantes. Sem custos para o Projeto DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, fornecidos pela administração municipal. Sem custo para o Projeto DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral e apostilas em Braile PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: praças e espaços públicos, com acesso para cadeirantes. Sem custos para o Projeto DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição.

Democratização do acesso

PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS Os espetáculos são gratuitos III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, palestras e oficinas, além da previsão do art. 22; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público. PRODUTO: OFICINAS Todas as oficinas serão gratuitas III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22 PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Todos os encontros serão gratuitos III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22

Ficha técnica

Leia Brasil, Organização Não Governamental de Promoção da Leitura foi criada no ano 2000 para excutar ações de combate ao analfabetismo funcional.Seu Estatuto e a Ata da Última Assembleia estão anexados ao Projeto. Trata-se de uma instituição sem fins lucrativos cujos dirigentes são eleitos por períodos de seis anos. Dois Diretores da Leia Brasil atuarão diretamente no Projeto, conforme seus Estatutos: JULIANA HELUY DO PRADO (26), é a Diretora Executiva da entidade e como tal atua como Proponente junto à Lei de Incentivo.É Designer e Estudante de Sistemas de Informação da PUR-Rio e Trainee da Apple Academy, e sua atuação no projeto será como Coordenadora e Administradora Financeira. JAIME LEIBOVITCH (72), é Diretor Secretário da entidade, onde atua desde meados dos anos 1990. Será o Coordenador do Projeto. Currículo resumido: Iniciou sua carreira teatral na década de 60, no Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional de Estudantes (UNE), em Salvador (BA). Já radicado na cidade do Rio de Janeiro e tendo frequentado o Conservatório Nacional de Teatro da antiga FEFIERJ, lecionou vários anos como professor de Teatro e Artes nos colégios Pueri Domus, Liessin e Scholem Aleichem. Em Teatro, atuou em diversos espetáculos, tais como: A vida impressa em dólar, As criadas, A raposa e as uvas, O pássaro, Peer Gynt, As feiticeiras de Salém, As três moças do sabonete, Os três mosqueteiros, Boca de ouro, A mulher sem pecado, Zoo story, Escola de mulheres, Cidadezinha qualquer, Diálogo dos pênis, Else, Sub-Werther, Corações Encaixotados, Gota d’água, Festa de família, O diário de Anne Frank, Diários do Paraíso, A Volta ao Lar, Rain Man, Um só Vinicius, O Funeral e Os sete gatinhos. Para o público infantil, também atuou em Maria Minhoca, O rapto das cebolinhas, O casaco encantado e As aventuras de Pinóquio. Em Televisão, participou das minisséries Os Bandidos da Falange, Agosto, Decadência, Aquarela do Brasil, Quinto dos Infernos e Amazônia, além das novelas Marquesa de Santos, Santa Marta Fabril S/A, Vale tudo, Bebê a bordo, Araponga, Lua cheia de amor, Rainha da sucata, Felicidade, A idade da loba, O rei do gado, Torre de Babel, O beijo do vampiro, Da cor do pecado, Começar de novo, América, Alma gêmea, Caras & Bocas, Escrito nas estrelas, Fina Estampa, Amor á vida, Joia Rara e Cúmplices de um resgate. Foi apresentador dos programas Globo Ciência e Aventuras no Arquivo C (TV Globo, Rede Brasil e TV Futura). Atuou nos filmes Zuzu Angel, Orquestra dos meninos, Guerra dos Rocha, Só 10% é mentira, Jusqu’au bout du monde, De pernas pro ar 2, Vidas partidas, O roubo da taça e Presidente Prudente 100 anos Dirigiu o grupo teatral Tartufaria de Atores, no espetáculo O que restou do sagrado, de Mário Bortolotto. Foi diretor artístico e ator da Caravana Petrobras da Cultura e Coordenador Geral do Leia Brasil/Programa de Leitura da Petrobras. Dirigiu leituras dramatizadas das obras Microscopia, de Jacques-Alain Miller (X Encontro Brasileiro do Campo Freudiano/Escola Brasileira de Psicanálise); A mulher sem pecado, de Nelson Rodrigues (Leia Brasil /Programa de Leitura da Petrobras/Bacia de Campos), Escola de mulheres, de Molière (Escola Brasileira de Psicanálise/Seção Rio) e Hannah e Martin: um relato sobre a banalidade do amor, de Mario Diament (Centro Cultural Midrash) Recebeu, em agosto de 1999, o Prêmio Ferreira Gullar de melhor intérprete, no I Concurso Nacional Poesia Viva. É graduado em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Curadoria e Direção Geral do projeto serão executadas por JASON PRADO, que fundou e dirigiu a Leia Brasil até sua aposentadoria em dezembro de 2019. Currículo resumido: JASON MURILLO CRAWFORD PRADO (66) - Jornalista, publicitário, dramaturgo e Produtor Cultural. Curador Externo do Projeto Pronac 190919 Comunidade Criativa - Espaço Gamer do Rio de Janeiro perante o Ministério da Cidadania e os seus patrocinadores. Criou e dirigiu a Caravana Petrobras da Cultura (1993 a 2001); o Programa Leia Brasil de Bibliotecas Volantes da Petrobras (1991 a 2011); o projeto Ver & Ler de visitas a espaços culturais (1995 a 2003); o Programa de Minimização de Estresse da Vale do Rio Doce Navegação; e a Reciclasa, exposição itinerante da IBM sobre sustentabilidade.Também criou e realizou eventos internacionais como o Seminário Rio Capital Petróleo (1994); a Feira Rio Negócios; o Festival Internacional de Contadores de Histórias (1999/2000); o Programa Leitura Ampla (2005/2007); a Bienal da Leitura de São Gonçalo (2006) e diversos eventos de leitura e literatura, como o projeto Compartilhando Leituras no Sesc, em diversas unidades do Sesc-Rio.Organizou os seguintes livros: A formação do leitor: Pontos de Vista (1998); Diferentes Heróis, Diferentes Caminhos (2006); Proposta de Leitura de Mundo através da Narrativa Dramática (2006) e Vivências de Leitura (2007). É autor do livro Novos usos para antigos materiais (2005.No Teatro estreou com o do monólogo Pirueta: o último grito de Isaac Ivanovitch (SESC Rio - 2019 e iniciando a temporada 2020), e prepara a produção de Eu pecador me confesso para estreia no segundo semestre de 2020.Publisher dos Cadernos de Leituras Compartilhadas (30 edições temáticas de apoio ao desenvolvimento de repertórios de leitura) e do jornal digital Diário da Província, criado em 2016.Foi Curador Externo do Festival Funarj Artes e Leitura (2018), e é Curador do Torneio Intercolegial de Games de Maricá, recém realizado (2019) naquela cidade fluminense.Criou e dirigiu até 2016 a Oscip Leia Brasil (www.leiabrasil.org.br), da qual se desligou, como conselheiro em 6 de fevereiro corrente (Ata em processo de Registro). Foi membro do Conselho de Desenvolvimento da Cátedra Unesco de Leitura da PUC-Rio. Possui diversos Artigos publicados sobre Leitura e Educação (Qualis 4 e 5), e participa ativamente de Congressos, Debates e eventos Acadêmicos sobre o tema.Possui diversos projetos em desenvolvimento, sempre focados no uso da comunicação e da arte como ferramentas da Educação e instrumentos de transformação social.Recebeu os seguintes prêmios: Petrobras de Qualidade (1998); Marketing Best da Década de 90 (1999); Prêmio ABERJ Nacional, com o projeto Diagnose (Vale - 2001); Cultura Nota 10, do Governo do Estado do Rio (2006); VivaLeitura, dos Ministérios da Educação e da Cultura (2007); Urbanidades, do Instituto dos Arquitetos do Brasil (2007); e a Medalha do Mérito do Livro e da Leitura, da Fundação Biblioteca Nacional / MinC, em (2008).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2023-12-31
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalCristalina GoiásRio de Janeiro Rio de Janeiro