Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.
As ações culturais do projeto são apresentações da peça de teatro para crianças da primeira infância, denominada "TERREMOTA", nos estados do Amapá, Pará, Maranhão e Rio Grande do Norte; além de ações de formação em artes cênicas e atividades lúdicas, com oficinas de brincadeiras e jogos teatrais para as crianças, professores, agentes comunitários, estudantes e interessados em geral, distribuição de livros para as escolas participantes e como contrapartida social e cultural exercícios de reflexão (bate papo) sobre o conteúdo do espetáculo com o público após as apresentações e palestras com o autor do texto.
SINOPSE Maria é uma menina corajosa e esperta que mora com o tio Bigode e o gato Platão. Sua maior diversão é analisar o mundo pela janela. Num feriado, o tio resolve viajar, mas uma forte chuva atrapalha os planos. A menina fica indignada e prepara uma revolução: inventa um outro mundo na sala de casa e funda a República Terremota.
Objetivo geral: Democratizar o acesso à cultura com a gratuidade em todas as apresentações; Utilizar o teatro como forma de incentivar e valorizar o desenvolvimento humano, possibilitando uma melhor qualidade de vida; Fortalecer parceria com as Secretarias de Educação e Cultura promovendo a interação entre o município e a população. Introduzir os estímulos adequados no periodo da primeira infância, auxiliar no desenvolvimento de habilidades cognitivas e de carater fundamentais. Sensibiizar pais e tutores e a sociedade em geral para a relevância desses cuidaddos durante a primeira infância Fomentar a produção cultural fortalecendo a cadeia produtiva do setor com responsabilidade administrativa, social, ambiental e competência. Objetivo específico: Realizar 40 sessões do espetáculo teatral denominado TERREMOTA, sendo 24 sessões para alunos da rede de ensino e 16 para o público em geral; Ministrar 08 oficinas, sendo 01 em cada uma cidade, com o foco em brincadeiras e jogos teatrais; os beneficiários serão os pais, professores, coordenadores, agentes públicos e população em geral. Promover 40 'bate papo' com o público espontâneo e alunos da rede pública de ensino em cada uma das cidades; Promover 08 palestras com a temática "Importância do teatro e suas linguagens na formação de conhecimentos" destinada aos professores, coordenadores, agentes comunitários e público em geral; Doar 50 exemplares do livro denominado "Terremota" para compor o acervo da biblioteca das escolas participantes.
A dramaturgia para crianças no Brasil _ e também o trabalho dos atores de teatro jovem - vem se aprofundando muito nestes últimos anos. Existe um novo conceito no ar, mais sólido, afirmando diretrizes e vontades não só paralelas às necessidades da criança moderna, mas também à própria estrutura narrativa. A criação dramática está cada vez mais sofisticando sua escrita, tratando de temas contemporâneos com o uso de linguagens diversas. Este processo de desenvolvimento de uma nova dramaturgia foi o que moveu a criação e montagem do espetáculo TERREMOTA. Membros de duas premiadas companhias de teatro de São Paulo _ a Bendita Trupe e a Banda Mirim _ Jackie Obrigon e Marcelo Romagnoli uniram as experiências acumuladas ao longo de 20 anos de carreira. Parceiros desde a época em que estudaram na ECA-USP, convidaram para compor o elenco e a equipe de criação artistas que sempre acompanharam ambos os grupos em suas diversas montagens. TERREMOTA é, assim, fruto de longa troca artística e de descoberta de novas possibilidades cênicas desenvolvidas ao longo dos anos, com a prática, o estudo e a observação sobre a cena infantil. Com uma linguagem simples e direta, o texto discute temas importantes na formação da criança: mundo idealizado e mundo real; educação e limite; autoridade e liberdade. Apresenta laços familiares modernos e a indignação da protagonista mirim frente ao mundo. Seus diálogos são curtos e ágeis e a maioria caberia num twitter. Sua ação está centrada no pensamento e considera o espectador como coadjuvante da encenação. Quer propor um olhar mais feliz, curioso e instigante para a criança e para o adulto do mundo contemporâneo, abrindo uma janela para entender questões do nosso tempo. Espetáculo para todas as idades, suas reflexões estendem-se sobre a própria essência da educação, tocando em questões políticas, éticas e pedagógicas. Fala sobre a formação da nova família, através de um texto original, com uma estrutura dramática sucinta e clara, que consegue atingir adultos e crianças com a mesma força. Ganhou o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA de 2012 como Melhor Texto. Além dos Prêmios Coca-Cola Femsa 2012 de Melhor Texto e Melhor Atriz. TERREMOTA estreou em Agosto de 2012 e desde então continua uma peça ativa. Fez longas temporadas em teatros de SP e participou com sucesso de diversas Mostras e Festivais. Realizou em 2012 um projeto piloto de difusão em parceria com o SESC-SP por 8 cidades do interior do estado, apresentando a peça e oficinas de criação literária nas cidades de Sorocaba, São José do Rio Preto, São Carlos, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Santos, Piracicaba e Bauru. Em 2014, com o edital PROAC Circulação/SP, viajamos com espetáculo e mesas de debate por mais 6 cidades do interior de SP, com 2 convidados em cada, para grupos difusores e interessados em teatro para crianças. A proposta de circulação de TERREMOTA, com todas as ações propostas aqui, visa expandir esta experiência acumulada e realizar um raro intercâmbio artístico com plateias e educadores das regiões do norte e nordeste do Brasil, promovendo a possibilidade transformadora de mudança para as crianças de forma adequada e responsável aliando à arte como estímulo para descobrir e preparar as novas competências e habilidades. O projeto está de acordo e se enquadra nos incisos I _ III _ IV _ V e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, são eles: - I contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - III apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - IV proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; - V salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - VIII estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E cumpre os objetivos do artigo 3º nos incisos II e IV - II fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; - IV estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Sobre o espetáculo: TERREMOTA é a história de Maria, uma menina corajosa e esperta, que vive com o Tio Bigode e tem um gato chamado Platão. Passa grande parte do dia sozinha em casa e sua maior diversão é analisar o mundo pela janela. Um dia, indignada com o que vê, cheia de idéias e transbordando liberdade, Maria decreta autonomia e funda, na própria sala, uma nova ordem, a República Terremota. A peça, com direção e texto inédito de Marcelo Romagnoli, busca inspiração em duas grandes personagens do universo infantil: Mafalda, a menina sagaz, política e profundamente humanista criada pelo cartunista argentino Quino, e Pippi Meialonga, a adorável garota inventada pela escritora sueca Astrid Lindgren, símbolo de independência e coragem. Jackie Obrigon vive Maria, abusando de uma composição corporal espevitada e elétrica, imprimindo à protagonista uma alma cheia de sagacidade e humor infantil. Tio Bigode, o metódico solteirão de meia idade, é interpretado por Guto Tognazzolo. Ele cuida da sobrinha e do gato Platão, que é um boneco manipulado pelos atores. Com trilha e músicas compostas por Tata Fernandes e Morris Picciotto, TERREMOTA apropria-se, em sua essência, dos estudos do educador Jean Piaget, principalmente no que se refere ao embate entre os desejos da criança e as regras do mundo adulto. Ao transformar a sala de casa num território livre, Maria assume o poder e passa a governar segundo suas leis. Assim, o que antes não podia, como por exemplo, usar cinco chapéus de uma vez, agora, neste novo “reinado”, pode. O cenário, criado por Marisa Bentivegna, permite representar estes dois “reinos”, transformando-se de um ambiente organizado e monocromático num espaço de brincadeira e diversão. O jogo criado por Maria e seu Tio Bigode pretende revelar a psicologia da relação de poder entre adultos e crianças e está presente também nos figurinos criados por Cláudia Schapira. Enquanto a menina usa roupas coloridas, misturadas e sobrepostas, o tímido e envergonhado tio veste-se com rigor e equilíbrio. As reflexões do espetáculo estendem-se sobre a própria essência da educação, tocando em questões políticas, éticas e pedagógicas. Com uma linguagem simples e direta, TERREMOTA pretende criar um universo de fantasia para o público, ao mesmo tempo em que discute temas importantes na formação da criança: mundo idealizado & mundo real; educação & limite; autoridade & liberdade. TERREMOTA quer propor um olhar mais feliz, curioso e instigante para a criança e para o adulto do mundo contemporâneo, abrindo uma janela para entender as diferentes formas de educar.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS: O teatro na Infância OFICINA DE BRINCADEIRAS E JOGOS TEATRAIS A oficina pretende proporcionar a crianças a partir de 04 anos diversas brincadeiras cênicas, através da experiência dos jogos teatrais, desenvolvendo importantes formas de educação emocional, como a criatividade, o espírito colaborativo, a ludicidade e a desinibição . Os jogos tradicionais, que abrem a prática, possibilitam a interação das crianças, e, para que a brincadeira aconteça de forma satisfatória, são necessários acordos e respeito aos combinados. A partir dos jogos tradicionais, é que se introduzem gradativamente os jogos teatrais, cujas soluções são propostas pelo próprio grupo. Duração da atividade 90 minutos AÇÕES 1º Parte - Vivência de um jogo tradicional, como pular corda, pato pato ganso, coelho na toca etc, que trazem em sua essência a necessidade de se representar personagens (coelho, pato, ganso) em um determinado cenário (toca, rua, etc). 2º Parte - Introdução do jogo teatral. Nessa atividade a turma é dividida em três ou quatro grupos. Depois da divisão o orientador sugere em cada grupo a apresentação de um lugar (uma praia, um cinema, uma escola), nesse momento será explorado o onde. Cada grupo saberá que deverá representar para os outros grupos o lugar que foi apresentado pelo professor. Nesse momento os grupos que não estão representando são a “plateia”. A apresentação se dará através de gestos, eles não podem falar, apenas representar. Os grupos têm um tempo para poder ensaiar (por volta de 20 minutos), depois cada grupo apresenta. 3º Parte - Ao final de cada apresentação a platéia tem a oportunidade de avaliar o grupo, informando se conseguiram mostrar onde estavam. A avaliação não tem a função de apontar os erros e sim soluções, para a comunicação palco/platéia, nesse momento o orientador deverá estimular a platéia a sugerir outras possibilidades. ELEMENTOS TRABALHADOS O jogo teatral é uma possibilidade da prática teatral no ambiente da infância. Para a realização desse sistema dos jogos teatrais, utilizaremos alguns procedimentos fundamentais: A) Foco, ou ponto de concentração – todos os jogadores/alunos devem buscar as soluções para resolverem os problemas cênicos lançados pelo orientador e/ou pelo próprio grupo, mostrando através da fisicalização, (termo que a autora utiliza para designar a expressão física do ator) objetos, ações e papéis representados numa realidade teatral, utilizando uma estrutura dramática: o Onde? (lugar), Quem? (personagem); O Quê? (ações para solucionarem o problema) B) Instrução Externa – o orientador, durante as ações dos alunos/jogadores na área do jogo, deve reativar a atenção destes para o foco da atividade proposta, respeitando a limitação de cada um; C) A platéia - constituída pelos componentes internos do próprio grupo e desempenhando papel importante no processo de avaliação, a platéia não só assiste à apresentação, como também apresenta sugestões para a solução das questões postas em cena. D) Avaliação – discussão coletiva realizada ao final do trabalho, tendo como fator principal o foco da atividade proposta, explicitando se o que foi proposto foi realizado e entendido pelos participantes que assistem/platéia. Em seguida, é feita a auto-avaliação.
ACESSIBILIDADE Acessibilidade Física O local de apresentação deverá cumprir as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999”, garantindo a movimentação de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. No teatro de cada cidade, a produção fará a verificação e ficará responsável para que o acesso se dê através de rampas de acesso ou elevadores específicos, os banheiros sejam adaptados para pessoas com necessidades especiais e haja locais específicos para os cadeirantes. Nas escolas, o acesso será amplo para todas aos alunos, uma vez que o espetáculo se adaptará a disponibilidade das instalações físicas de cada escola. O endereço e telefone do teatro deverá estar impresso no material de divulgação, facilitando as informações de acesso geral. Acessibilidade de Conteúdo Espetáculo de artes cênicas: Realização de uma sessão por cidade, do espetáculo com intérprete de LIBRAS, para os alunos e público em geral, a gratuidade favorece a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e seus acompanhantes, total de 08 sessões. Dentro do planejamento de divulgação, a produção ficará responsável na divulgação das sessões com linguagem de sinais em instituições que lidem com o público de deficiência visual e/ou auditiva, em escolas públicas, ONGs, Secretarias de Cultura, CRAS e outras entidades, a fim de atingir amplo acesso ao as informações às pessoas com deficiência.
Atendendo o Art. 21. e Art.22, respectivamente, o proponente adotará em sua proposta medidas de ampliação do acesso e ação formativa conforme o inciso abaixo: Para realização dos eventos mencionados, a produção fará contato com as entidades públicas, tais como secretarias de educação e cultura, para que essa população possa ter acesso às informações de contrapartida e democratização de acesso. Todas as atividades serão gratuitas. I – doar, além do previsto na alínea “a”, no mínimo 20% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II- oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamento, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 11; VII – realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil;
FICHA TÉCNICA – A proponente exercerá as funções de Coordenação geral do projeto, atriz e oficineira, com remuneração lançada na planilha orçamentária. Texto e Direção: Marcelo Romagnoli Atores: Jackie Obrigon e Guto Togniazzolo Cenário e Luz: Marisa Bentivegna Figurinos: Claudia Schapira Trilha Sonora: Morris Picciotto Adereços: Ivaldo de Mello Técnico de Iluminação: Bruno Garcia Técnico de som: Milena Gasparetti Contra- regra : Theo Sposito Fotos: Maria Clara Diniz Direção de Produção: Cenne Gots Assistente de produção e produtor executivo: a definir Realização: Cia Bendita Marcelo Romagnoli – Dramaturgia e Direção Marcelo Romagnoli é dramaturgo e diretor, atuando nos teatros adulto e infanto-juvenil na cidade de São Paulo desde 1994. Formado em Direção Teatral pela ECA/USP e História da Arte pelo Instituto Lorenzo de Médice em Florença-Itália. Desde 1998 escreve regularmente para crianças e jovens, assinando textos como “Tempo de Nada Tempo de Tudo." em parceria com Juliana Jardim; “Esperando o Lima” com o Trio Pirathiny ; "O Retrato de Janete" com Magali Biff (direção de Dedé Pacheco); “Luna Clara e Apolo 11" adaptação do romance de Adriana Falcão (direção de Cris Lozano); “Um destino para Julieta e Romeu”, com a Cia Barracão Cultural (direção Cris Lozano); "A criança mais velha do mundo" (direção de Claudia Missura), "A história do Soldado" de Igor Stravinsky, “O Menino que mordeu Picasso”, “Terremota”, “O segredo dos dois Pinóquios”(direção de Johana Albuquerque). Desde 2004 escreve e dirige os espetáculos da Banda Mirim. Trabalhou em muitos espetáculos como diretor. Entre os prêmios recebidos, destacam-se o da Associação Paulista dos Críticos de Arte APCA 2012 e Coca-Cola FEMSA 2012 de Melhor Texto “Terremota”; APCA 2010 de Melhor Diretor com o espetáculo "Espoleta", APCA 2008 Melhor Texto e APCA Melhor Espetáculo com "Sapecado". Prêmio Coca-Cola Femsa 2008 Melhor Texto com "Sapecado". Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2008 Melhor Espetáculo “Sapecado”. APCA 2004 Melhor Espetáculo Musical “Felizardo” e Prêmio FEMSA 2004 Melhor Espetáculo “Felizardo”. APCA 2002 Melhor Espetáculo Infantil “O Retrato de Janete”. Jackie Obrigon – Atriz e produtora Formada pela EAD /ECA USP. Prêmios Teatro: Coca Cola / Femsa de Melhor Atriz 2012 TERREMOTA; APCA melhor atriz 2005 Assembléia dos Bichos, Assembléia dos Bichos 2006, Pananco/Coca - Cola de Melhor Atriz por Corda Bamba, 2001, Melhor Atriz por Os Collegas no Festivale 2004. Entre outros atuou nos espetáculos: A Alma Boa de Setsuan de Bertolt Brecht, direção de Marco Antonio Braz; com a direção de Cristina Lozano realizou As Roupas do Rei, de Claudia Vasconcelos e Luna Clara e Apolo Onze de Adriana Falcão. Com o grupo Parlapatões participou das peças: Parlapatões, Patifes e Paspalhões; Não Escrevi Isto e Festival do Um Minuto - 60 peças curtas; Tributo a Bertold Brecht, direção de Antônio Abujamra; O Pequeno Mago, direção de Oswaldo Gabrieli; Passadas, de Samuel Becket, direção de Rodrigo Santiago; O Retábulo da Peste, de Ingmar Bergmam, direção de Luís Damasceno; O Marido e Máscaras Expressivas, direção de Tiche Vianna; Festas do Amigo Secreto, direção de Naum Alves de Souza. Atuou ainda em Caiu o Ministério, de França Jr., direção de Ariela Goldman. Fundou com Johana Albuquerque a Bendita Trupe onde atua como produtora e atriz. Realizaram: Banheiro, de Pedro Pinto; É o Fim do Mundo!, de Renato Modesto; Os Collegas, criação coletiva; Miserê Bandalha, de Cláudia Vasconcellos, Estrada adaptação da obra de Fellini por Claudia Vasconcellos; e Piedade texto de Antonio Rogerio Toscano. Guto Togniazzolo – Ator Formado em Comunicação Social pelo Instituto Metodista de Ensino e criação publicitária pela ESPM. Cursos de especialização teatral e das artes cênicas com mestres como: François Kahn, Tica Lemos, Denise Namura e Michael Bugdahn - Cie. A Fleur de Peau , Madalena Bernardes, Cristiane Paoli Quito, Bete Dorgam, Angela Nolf, Ângelo Madureira, Deborah Serretiello, Studio Fátima Toledo, Renata Melo e Jurij Alschitz ; Laboratório de vivência literária com o escritor Luiz Ruffato; Participou como ator de inúmeros espetáculos adultos e infantis dos quais se destacam: GAGÁ e TERREMOTA de Marcelo Romagnoli; Chica Boa – dir. Fernando Neves; Armadilhas Brasileiras - dir. Pedro Pires; Guerra,Lume e Paz – dir. Romero de Andrade Lima; EnXurro – dir. Pedro Pires; A História do Soldado – dir .Marcelo Romagnoli; Veleidades Tropicaes/ O ó da Viagem / Pálido Colosso / Nonada / Reis de Fumaça direções Pedro Pires; / A Caixa Mágica – Cris Lozano; O Pequeno Mago / Buster – o Enigma do Minotauro / Além do Abismo / Coquetel Clown –direções Osvaldo Gabrieli; O Caso da Casa –Eber Mingardi e Cris Lozano; Lira dos 500 Anos / Presépio da Paz- direções de Romero de Andrade Lima; O Coronel dos Coronéis – dir. Paulo Ribeiro/ As Roupas do rei – dir Cris Lozano; Falstaff –dir José Possi Neto; Chico Mendes e o Encantado – dir. Ivini Ferraz;Figurinista em espetáculos da Cia do Feijão: O Ó da Viagem, Veleidades Tropicaes e Enxurro. Assistente de Romero de Andrade Lima no Grupo Circo Branco. Marisa Bentivegna - Iluminação e Cenário Iluminadora e cenógrafa paulistana, estreou no Teatro profissional em 1990. Também formou-se na Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP - em Publicidade e Propaganda e na Escola de Belas Artes de São Paulo no curso de Desenho Industrial. Atualmente é integrante da Companhia Hiato, como cenógrafa e iluminadora, e no ano de 2015 teve um cenário criado para esta companhia selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga na República Tcheca. Também é integrante da Banda Mirim como diretora técnica, cenógrafa e iluminadora desde 2004, coletivo premiado em 2015 com o Prêmio Governador do Estado na categoria Arte para Crianças. Tem ainda como parceiros de criação os diretores Cristiane Paoli Quito e Rafael Gomes. Atua em teatro, dança, exposições e shows musicais, tendo trabalhado em mais de 20 países na última década. Recebeu os seguintes prêmios individuais: SHELL 1992 e APCA 1992 pela iluminação de O PARAÍSO PERDIDO do Teatro da Vertigem; APCA 2007 e COCA-COLA FEMSA 2008 pelo cenário de O MENINO TERESA da Banda Mirim; COCA-COLA FEMSA 2007 pela iluminação de O TESOURO DE BALACOBACO da Bendita Trupe; SHELL 2010 pelo cenário de ESCURO da companhia Hiato; FITA 2011 – FESTA INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANGRA – pela iluminação de MÚSICA PARA CORTAR OS PULSOS; SHELL 2011 pelo cenário de O JARDIM da Companhia Hiato. Dr. Morris - Composição de Trilha e Direção Musical Violonista, compositor e produtor, atuou como músico em diversos espetáculos teatrais. É o diretor musical do Barracão Cultural, onde realizou os trabalhos, “A Condessa e o Bandoleiro”, “O Tribunal de Salomão e o Julgamento das Meias-Verdades Inteiras”, “A Mulher que Ri”, “Cacoete” entre outros. Ainda no teatro, trabalhou com importantes grupos e diretores brasileiros, dentre eles o Grupo Galpão, Aderbal Freire Filho, Yara de Novaes, Carla Candiotto, Cia Delas, Odeon Cia Teatral, Maracujá Artes e Cibele Forjaz. Como produtor musical já realizou vários projetos, dentre eles:” Festanza”, “Um Sopro de Brasil” e “O Brasil da Sanfona”. Prêmio - Recebeu o prêmio Melhor Trilha no Festival de Florianópolis pelo curta A História Real, direção de Andrea Pasquini; prêmio Femsa de teatro infantil pelo espetáculo POP, montagem de 2011 da Cia Noz.
PROJETO ARQUIVADO.