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PRONAC 202226Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Caixa Preta

RICARDO LUIZ DE OLIVEIRA FERREIRA 05644733670
Solicitado
R$ 195,2 mil
Aprovado
R$ 195,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de conteúdo audiovisual de curta metragem
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Uberaba
Início
2020-10-01
Término
2022-09-30
Locais de realização (1)
Uberaba Minas Gerais

Resumo

Produção de filme de animação, curta-metragem, com duração de 15 minutos e finalizado em 4K, que abordará a atual hiperconectividade tecnológica como um problema que afeta pessoas em todo o mundo, incluindo crianças e adolescentes, público alvo do projeto. Formação audivisual, através de realização de palestras sobre o processo de produção do filme.

Sinopse

No vazio do espaço, um pequeno planeta chamado Planeta Azul, abriga um também pequeno grupo de nativos, que parecem conviver de forma bem pacata e tranquila. O planetinha é formado por uma planície central cercada por árvores formando uma mata fechada, e ao fundo um pequeno lago e colinas na paisagem. Por seu tamanho reduzido, a paisagem não se alonga muito e é possível perceber a sua curvatura se formando no horizonte. Acima um céu limpo cheio de pontos brilhantes e uma lua bem iluminada. No centro da planície há uma fogueira acesa e em volta dela um punhado de nativos dançam e tocam instrumentos musicais. Os nativos parecem bem felizes e animados. Sem que eles notem, surge no céu um ponto brilhante, como uma estrela cadente. Já bem mais próxima, um dos nativos vê e aponta assustado para o estranho objeto. O meteoro cai no chão próximo da fogueira fazendo enorme barulho e levantando uma nuvem de poeira. Assustados, todos correm para ver o que aconteceu e veem uma caixa preta, enterrada numa pequena cratera causada pelo impacto da queda. Um dos nativos pega o objeto, que passa a emitir imagens coloridas. Os demais habitantes ficam curiosos olhando por cima do ombro dele, até que um deles puxa a caixa da mão do outro, que imediatamente puxa de volta e os dois disputam pelo objeto até que ele escorrega das mãos dos dois e cai no chão, partindo em vários pedacinhos, sob o olhar incrédulo de todos. Os estilhaços começam a brilhar, e de cada um deles surge uma nova caixinha. Todos se olham e imediatamente pulam no monte de caixinhas e levantam uma nuvem de poeira. Quando a poeira se dissipa todos os nativos tinham sua própria caixinha, e cada um tenta fazê-la funcionar novamente. Um bate ela no chão, outro tenta morder, outro sacode ela acima da cabeça, e outro encosta a língua e leva um pequeno choque. Neste momento todas as caixas ligam ao mesmo tempo e os nativos ficam vidrados nas imagens coloridas e brilhantes que saem delas. O dia amanhece e a comunidade toda permanece imóvel assistindo à pequena tela enquanto no fim do grupo um dos mais jovens da comunidade, de nome Iraê, dorme com o celular caído ao seu lado. Ele é acordado por Nina, de mesma idade que, com duas varas de pescar nas mãos entrega uma ao amigo. Os dois caminham até em frente aos demais e tentam chamar a atenção de seus amigos para se unirem a eles na aventura, mas todos estão vidrados nas imagens e sons que saem da caixa. Eles então desistem, dão de ombros e saem sozinhos para pescar, sumindo floresta adentro. Os nativos estão imóveis em frente à caixa preta, olhos arregalados sem reação, pele esbranquiçada e seca como se estivesse petrificada. De cada caixa sai um pequeno tentáculo que gruda no meio da testa de quem a segura. Ele aparenta sugar algo da cabeça de cada nativo. A imagem na tela das caixinhas, antes toda pixelada, ganha mais resolução. Ondas partem das caixas e convergem todas em um ponto central. Deste ponto ela sobe bem alto e vai de encontro a uma nave sobrevoando no espaço. Sua carcaça é cheia de logomarcas. Enquanto o raio atinge a nave, um monitor localizado acima dela mostra um gráfico de barras se enchendo e uma imagem digital meio pixelada de um cérebro crescendo. A nave vai embora. Nina e Iraê retornam da pescaria e se assustam com o que encontram: seus amigos parados como estátuas em frente à caixa preta, que ainda permanece ligada. Eles tentam em vão fazê-los sair desse estado "petrificado". Iraê percebe que há um pequeno orifício na testa de um dos nativos. Olha na testa de outro ao seu lado e também encontra o furo também. Ele mostra para a Nina que olha através do orifício e também percebe que está vazio lá dentro. Eles olham um para o outro com expressão de não saberem o que fazer. Os dois se sentam no chão, com tristeza e dão as mãos. Nina pega uma flauta que pertencia a um dos nativos petrificados e está caída ao seu lado e começa a tocar uma música melancólica. Da flauta saem ondas sonoras que voam pelo ar. Algumas destas ondas entram no furo na testa de um dos nativos petrificados. Em um quarto grande com decoração atual, um homem desenha em uma prancheta o esboço do que parece um desajeitado celular flip, com uma tela grande de um lado e um teclado cheio de botões no outro. Uma pausa de contemplação, e ele arranca a folha de papel, amassa e joga na lixeira ao lado, que está cheia de bolinhas semelhantes. A nave em forma de satélite sobrevoa o espaço. Mais ao longe é possível ver a Terra. A nave solta um raio em direção ao planeta. Um clarão vem da janela como um flash. O Homem se levanta assustado e corre para abrir a porta dos fundos. Ele olha para os lados e não vê nada, e então olha para baixo. A luz que vem de dentro ilumina um pequeno objeto retangular no tapete ao chão. O homem se abaixa para pegá-lo. O objeto liga e se revela uma caixa preta.

Objetivos

Objetivo Geral Criar de um curta metragem de animação utilizando a tecnologia de stop motion e com elementos de computação gráfica em 3D em formato digital e em temática infanto-juvenil. Objetivos Específicos Incentivar a produção cinematográfica no município de Uberaba e toda a região do Triângulo Mineiro. Promover a divulgação de obras literárias produzidas na região, incentivando o debate entre os novos autores e suas produções. Incentivar a produção tecnológica na região; Divulgar novas formas educacionais através do uso de tecnologia. Disponibilizar um curta metragem educativo e de qualidade nas plataformas online gratuitas para toda a população através de canal próprio e disponibilizar para download gratuito. Promover uma palestra, com duração de 2 horas, onde o Diretor do Curta Metragem e equipe irão demonstrar à estudantes e professores a forma como foi criado o produto final, os métodos utilizados, as plataformas disponíveis para exibição do curta metragem e a apresentação do produto final, inspirando e incentivando para a partcipação em possíveis próximas produções audivisuais na cidade de Uberaba.

Justificativa

A região do Triângulo Mineiro é carente de produções artísticas, como em grande parte do país. Sendo geograficamente benficiada, se encontrando em ponto estratégico entre as grandes cidades produtoras de cinema e televisão do Brasil, nasceu a ideia de criar um polo cinematográfico em Uberaba, chamado de Polo Audiovisula do Triângulo, que se objetiva a montar uma rede engajada de produções e sempre ativo, por meio da união e da articulação de diversos produtores locais que já são referência no âmbito da realização audiovisual independente nacional e mundial. Neste sentido, o curta metragem A Caixa Preta será o ponto d epartida para que diversas outras produções possam ser apresentadas ao público e deixar grande legado para a sociedade. Ter a Lei de Incentivo à Cultura nesta causa é fundamental visto a dificuldade em angariar recursos via patrocínios neste momento, mesmo com a economia dando sinais de crescimento e com um futuro promissor, ainda nos falta empresas que desembolsem este tipo de incentivo, sendo o apoio cultural através de destinações uma via mais fácil, mesmo porque Uberaba começa a despertar para a renúncia fiscal. A narrativa do curta seguirá um estilo de animação mais cartunesco, alternando momentos mais suaves e cômicos no início, até gradualmente passar a um clima mais dramático e reflexivo a partir da metade da trama. Por ser feito utilizando-se na maior parte da técnica de stop motion, a animação dos personagens deve ser muito bem elaborada na pré-produção, utilizando-se como modelo animações de estúdios consagrados como Disney, Pixar e Laika, em especial este último, por ser uma referência mundial em animações stop motion. Esse refinamento na animação se faz necessário para dar ao curta a emoção e empatia necessárias para cativar o público. No âmbito técnico-artístico, a estética do curta também seguirá um estilo cartoon. Tal estética, presente na grande maioria das produções animadas infantis e infanto-juvenis, permite uma gama estilos que vão desde os mais estilizados até os bastante realistas. A escolha no projeto se dá por formas que vão mais ao encontro da primeira, remetendo às formas artísticas tradicionais, como a pintura. A paleta do filme por sua vez terá cores vivas e de matizes variados. Esse direcionamento artístico tem por intuito cativar públicos de todas as idades, porém com um apelo maior às crianças e adolescentes. Outro ponto importante é que o filme não terá diálogos, apenas trilha sonora, efeitos sonoros e vocais (interjeições, sussurros, etc.), o que é muito utilizado em animações autorais, especialmente em curta metragens, e tal recurso dará à linguagem da obra um caráter mais universal. A obra também contribuirá com o futuro das produções audivisuais na região, já que esta conta com grande interesse e se tornar um pólo de produções, promovendo uma palestra para estudantes e professores da rede pública e privada, contribuindo para a formação de novos diretoes e produtores, sendo ministrada por toda a equipe de produção na data de lançamento do curta metragem. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Nº8.313/1991: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (pois o filme será amplamente distribuído nas escolas locais); II- promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (pois trata-se de roteiro ligado à cultura local e dá iníco a criação de um futuro polo cinematográfico) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (pois o resultado poderá ser conferido a qualquer espaço e tempo). IX - priorizar o produto cultural originário do País (sendo que o produto é específico da cultura brasileira). As finalidades alcançadas, de acordo com o Art. 3º da Lei 8.813/91 são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Descrição da Planilha Orçamentária; Serão 8 desenvolvedores de roteiro para todo o curta metragem. O cachê pago pelos direitos autorais está de acordo com o mercado regional. O storyboard fará a sequência de desenhos quadro a quadro com o esboço das cenas pensadas para o conteúdo. O animatic fará a animação do storyboard. Será necessário o aluguel de sede para desenvolvimenbto do produto, já que o proponente não possui sede própria. O arte finalista irá finalizar tecnicamente a peça, como paginação, desenvolvimento de desenhos e pós-produção de imagem, a fim de fechar o arquivo. O cenógrafo cria, conceitua, projeta e coordena a construção do cenário do filme. Ele supervisionará a realização e montagem de todos os espaços necessários à cena, incluindo a programação. O Diretor cinematográfico irá, basicamente, criar formas, objetos, personagens, cenários. através de ferramentas computacionais avançadas e direcionadas para este tipo de tarefa. O Produtor Executivo irá gerenciar a atividade de design e concepção artística do produto audiovisual. O diretor de produção irá planejar e gerenciar toda a produção da obra audivisual, desde o seu princípio até a sua conclusão. A edição de som irá criar todos os sons durante a produção do filme (diálogos, sons ambientes, sons dos movimentos de objetos e personagens) com seus equipamentos (microfones direcionais, microfones convencionais, lapelas, mesa de mixagem, etc). O Editor irá montar diferentes cenas em sequências coerentes de imagens. O técnico de efeitos especiais irá realizar serviço de criar efeitos espciais às animações. A licença de software será necessária para o acesso completoao programa de compotação 3D. Será necessária a locação de câmera especiífica para a produção 3D. A locação de equipamento de iluminação se faz necessária visto que deixa a produção com custo menor que sua aquisição. O valores pagos ao advogado e ao auxiliar de contabilidade/ contador correspondem aos valores de mercado na região. O percentual de custos vinculados foi calculado de forma que atenda às necessidades administrativas e de divulgação, bem como de incentico à captação de recursos. A legendagem será realizada com valor de serviço praticado na região. A legendagem descritiva irá descrever os diálogos, com inclusão do personagem que fala e outros elementos sonoros que complementam o entendimento, como "música", "risos", "gritos" e outros, fazendo com que a pessoa com deficiência auditiva ou surda possa compreender todo o conteúdo da obra O narrador de audiodescrição fará a narração das imagens com palavras por meio de uma descrição objetiva. O Interprete de libras irá realizar seu trabalho durante a palestra.

Especificação técnica

Proposta de direção A narrativa do curta seguirá um estilo de animação mais cartunesco, alternando momentos mais suaves e cômicos no início, até gradualmente passar a um clima mais dramático e reflexivo a partir da metade da trama. Por ser feito utilizando-se na maior parte da técnica de stop motion, a animação dos personagens deve ser muito bem elaborada na pré-produção, utilizando-se como modelo animações de estúdios consagrados como Disney, Pixar e Laika, em especial este último, por ser uma referência mundial em animações stop motion. Esse refinamento na animação se faz necessário para dar ao curta a emoção e empatia necessárias para cativar o público. No âmbito técnico-artístico, a estética do curta também seguirá um estilo cartoon. Tal estética, presente na grande maioria das produções animadas infantis e infanto-juvenis, permite uma gama estilos que vão desde os mais estilizados até os bastante realistas. A escolha no projeto se dá por formas que vão mais ao encontro da primeira, remetendo às formas artísticas tradicionais, como a pintura. A paleta do filme por sua vez terá cores vivas e de matizes variados. Esse direcionamento artístico tem por intuito cativar públicos de todas as idades, porém com um apelo maior às crianças e adolescentes. Outro ponto importante é que o filme não terá diálogos, apenas trilha sonora, efeitos sonoros e vocais (interjeições, sussurros, etc.), o que é muito utilizado em animações autorais, especialmente em curta metragens, e tal recurso dará à linguagem da obra um caráter mais universal. O Curta metragem terá duração de até 15 minutos e classificação livre.

Acessibilidade

Para o produto principal serão adotadas as medidas de audiodescrição no curta metragem, bem como de legenda descritiva e legenda para surdos e ensudercidos e lingua brasileira de sinais, e estará disponível em canal prório para acesso de toda a população nas redes sociais Facebook, Youtube e Instagram. A palestra será realizada em cinema a ser escolhido através de edital de chamamento, que contemple todas as medidas de acessibilidade previstas em lei. Os participantes serão selecionados por ordem de chegada, a partir de convite enviado às instituições de ensino e divulgação em redes sociais. Durante a palestra de formação cultural, um intérprete de libras será o canal comunicativo entre os estudantes e professores e a equipe palestrante.

Democratização do acesso

Como medida de ampliação ao acesso, serão adotados os seguintes incisos do artigo 21 da IN no 05/2017 do MinC, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do produto, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo dodisposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; A ação formativa será uma palestra de 2 horas e meia onde o tema será Criação de Curta Metragens: do Roteiro à Finalização, ministrada pela equipe do projeto. Ricardo Tulim falará sobre como criar um roteiro e a criação d eefeitos visuais. 30 minutos. Thiago Calçado falará sobre a animação para o cinema. 30minutos. Alexandre Ferreira falará sobre a edição de som e escolha de trilhas sonoras. 30 minutos. Aldo Pedrosa falará sobre direção de arte para o cinema. 30 minutos. Todos os palestrantes seguem com currículo anexado na equipe técnica. O curta metragem estará disponível nas plataformas digitais gratuitas online e poderá ter seu download também gratuito através de canal próprio a ser criado no Facebook, Youtube e Instagram, sendo uma cópia para cada rede. O público terá faixa etária acima de 16 anos, sendo alunos do ensino regular, ensino técnico, universitários e professores, além de profissionais da área, para um público total de 600 pessoas, reservados os 50% para estudantes e professores de escolas e instituições públicas. Não haverá cópias físicas.

Ficha técnica

CurrículoS | BIO-FILMOGRAFIAS RICARDO TILIM: DIRETOR, ROTEIRISTA & PRODUTOR EXECUTIVO Atua como artista de efeitos visuais, teve a oportunidade de trabalhar em diversas produções tais como O Grande Circo Místico, do cineasta Cacá Diegues, e Os Parças, de Halder Gomes, que obteve mais de 1 milhão e meio de espectadores. Atualmente, está envolvido na pós-produção de diversos filmes e séries como Boca de Ouro, do diretor Daniel Filho, A Divisão, de José Júnior, e O Amor Dá Voltas de Marcos Bernstein. REALIZAÇÕES Produção e Direção de Fotografia do longa-metragem #ninfabebe (50 louros em festivais nacionais e internacionais) Assistente de Direção (equipe Uberaba) no longa metragem Chico Xavier de Daniel Filho Artista de efeitos visuais no longa metragem O Grande Circo Místico (lançado no Festival de Cannes e escolhido candidato brasileiro à vaga no Oscar 2019) Artista de efeitos visuais no longa-metragem Os Parças (mais de 1,5 milhão de espectadores nos cinemas) Artista de efeitos visuais na macrossérie bíblica da Record Jezabel Artista de efeitos visuais no longa-metragem Boca de Ouro (refilmagem de Daniel Filho do clássico dos anos 70) Artista de efeitos visuais na série A Divisão (original Globoplay) Artista de efeitos visuais no longa-metragem Pacarrete do diretor Allan Deberton (8 Kikitos no Festival de Cinema de Gramado 2019) - - - Thiago Calçado: Diretor de Animação Graduado em Cinema na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em São Paulo/SP em 2005, e estudou roteiro na New York Film Academy, em Los Angeles, em 2011. Especialista em animação stop-motion, Thiago dirigiu e participou da equipe de diversos curtas-metragens e séries de TV, como “Fishtronaut” (Brasil, 2006), “Clay Kids” (Espanha, 2014) e “Darth Vader meets John Williams” (Estados Unidos, 2010), entre outros. Mas destaca-se sua participação na equipe principal de animadores no recente “Isle of Dogs” do aclamado diretor Wes Anderson, indicado ao Oscar de melhor Longa em Animação em 2019 e em “Kubo and the Two Strings”, que concorreu a dois Oscars em 2017, e recebeu um Oscar especial de Desenvolvimento Técnico para o gênero do stop-motion. Atualmente trabalha em um novo projeto na renomada Laika Estudios. REALIZAÇÕES Animador de stop-motion no longa-metragem Sem Título dos Estúdios Laika (Estados Unidos, 2019) Diretor do curta-metragem de animação “An Animated Advice” (Brasil, 2018) Animador de stop-motion no longa-metragem “Isle of Dogs”, do diretor Wes Anderson (Inglaterra, 2017) - nomeado ao Oscar de Melhor Animação. Animador de stop-motion no longa-metragem “Kubo and the Two Strings”, dos Estúdios Laika (Estados Unidos, 2015) - nomeado ao Oscar de Melhor Animação e Melhor Efeitos Visuais, ganhador de um Oscar de Desenvolvimento Tecnológico Diretor do curta-metragem de animação “Darth Vader meets John Williams” (Estados Unidos, 2010) - - - ALDO PEDROSA: PRODUTOR & PRODUTOR EXECUTIVO Doutor em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas/SP (UNICAMP), Mestre em Artes pela Universidade Federal de Uberlândia/MG (UFU), Especialista em Psicopedagia Institucional pela Universidade Castelo Branco do Rio de Janeiro/RJ (UCB) e Graduado em Artes Visuais pelo Centro de Ensino Superior de Uberaba/MG (CESUBE). Professor de artes e cinema com experiência em diversas instituições. Realiza obras poéticas nas áreas de cinema, videoarte e arte-mídia. Produziu premiados curtas-metragens e trabalhos artísticos, com destaque à trilogia “EFEMERIDADE”, “LÁGRIMAS DA PIETÁ” e “SAUDADE, FINITUDE”; premiada em festivais nacionais e internacionais. Destaca-se também a videoarte “OLHO MÁGICO”, exibida em diversas exposições de Artes Visuais pelo mundo, com atenção especial à exposição “En quête du lieu - Espaces Traversés”, ocorrida na galeria de arte da Universidade Sorbonne em Paris. Atuou como Assistente de Direção e Coordenador da Equipe de Suporte à Produção na cidade de Uberaba para o filme “CHICO XAVIER” de Daniel Filho, em 2008 e 2009, e coordenou o casting em Uberaba para o filme “À BEIRA DO CAMINHO” de Breno Silveira, em 2009. Recentemente lançou seu primeiro filme em longa-metragem, “#NINFABEBÊ”, que conquistou 50 louros em festivais no mundo todo, totalizando: 23 seleções oficiais, 9 prêmios principais, 1 menção honrosa, 7 indicações e prêmios secundários, 3 finais, 6 semifinais e 1 alta recomendação. “#NINFABEBÊ” foi exibido no circuito comercial de salas de cinema brasileiras e está a caminho de distribuição mundial através de contrato recentemente firmado com uma distribuidora norte-americana. REALIZAÇÕES Direção do longa-metragem #NINFABEBÊ (50 louros, com 17 prêmios - exibições nacionais e internacionais) Codireção do projeto de videoarte MAGIC MIRROR ON THE WEB (exibições nacionais e internacionais) Direção do curta-metragem experimental SAUDADE, FINITUDE (2 prêmios - exibições nacionais e internacionais) Direção do projeto de videoarte LE VOYEUR | PARIS HÔTEL (exibições nacionais) Direção do curta-metragem LÁGRIMAS DA PIETÁ (2 prêmios - exibições nacionais) Direção do curta-metragem experimental EFEMERIDADE (1 prêmio - exibições nacionais) Direção do projeto de videoarte OLHO MÁGICO (exibições nacionais e internacionais) Assistente de direção, coordenador da equipe de suporte e dos testes de elenco em Uberaba no longa-metragem CHICO XAVIER de Daniel Filho (exibições nacionais e internacionais) Produtor e coordenador do curta-metragem ENTIDADES, projeto dos alunos do Curso de Cinema Digital/SESI e direção de Fábio Ramalho (exibições nacionais) Produtor e coordenador do curta-metragem SUBEMPREGO, projeto dos alunos do Curso de Cinema Digital/SESI e direção de Adriano Elias (exibições nacionais) - - - ARI MORAIS: PRODUTOR Trabalhando com pessoas, seja como professor, fotógrafo ou como guia de turismo, desenvolveu seu interesse pela complexidade do comportamento e das relações humanas, o que o levou a se tornar um especialista em documentários. Sua atuação profissional passa pela formação em Propaganda e Marketing, Turismo e Línguas, culminando na produção cinematográfica. Participou de diversos eventos voltados para o cinema, como seminários, oficinas e festivais. REALIZAÇÕES Produção do longa-metragem #NINFABEBÊ Realização do documentário IYÁ ATI OMO Realização do documentário A FILHA DO REI Realização do documentário A FLOR DO CANDOMBLÉ Realização do documentário CÂNDIDO Participação no filme CHICO XAVIER/MAKING OF de Daniel Filho Participação no projeto MAIS CULTURA NAS ESCOLAS Realização do documentário NA COMPANHIA DE REIS - - - ALEXANDRE FERREIRA: PRODUTOR Graduado em Administração de Empresas com Ênfase em Marketing pela Faculdade de Ciências Econômicas do Triângulo Mineiro (Uberaba/MG). Trabalha há quase 3 décadas com produções musicais e, mais recentemente, se dedica ao cinema. Atua desde 2014 na Fundação Cultural de Uberaba como chefe do Departamento de Equipamentos Culturais onde diariamente convive com espetáculos de teatro, música e audiovisual que acontecem nos Teatros e outros espaços culturais da instituição. Trabalhou na produção do filme em longa-metragem, “#NINFABEBÊ”, que conquistou 50 louros em festivais no mundo todo, totalizando: 23 seleções oficiais, 9 prêmios principais, 1 menção honrosa, 7 indicações e prêmios secundários, 3 finais, 6 semifinais e 1 alta recomendação. REALIZAÇÕES ✦ Produção do longa-metragem A CIDADE E AS FLORES (exibições nacionais) | 2017 ✦ Produção, Edição de Som e Trilha Sonora do longa-metragem #NINFABEBÊ (50 louros, com 17 prêmios - exibições nacionais e internacionais) | 2016 ✦ Trilha Sonora do curta-metragem ENTIDADES, projeto dos alunos do Curso de Cinema Digital/SESI e direção de Fábio Ramalho (exibições nacionais) | 2009 ✦ Trilha Sonora do curta-metragem VENDE-SE, projeto dos alunos do Curso de Cinema Digital/SESI e direção de Aldo Pedrosa e Ricardo Tilim (exibições nacionais) | 2008

Providência

PROJETO ARQUIVADO.