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O projeto "Quim & Tal - montagem e circulação pelo Nordeste" prevê a finalizaçãoda montagem do mais novo espetáculo infantil do premiado grupo Maracujá Laboratório de Artese sua circulação pela região Nordeste do Brasil, com 100% de suas sessões oferecidas gratuitamente. Também serão oferecidas como contrapartida social a oficina formativa "Brincando de Teatro de Sombras", onde serão explorados aspectos lúdicos do teatro de sombras no desenvolvimento de atividades com crianças. As ações do projeto serão transmitidas ao vivo nas redes sociais, potencializando o acesso a elas.
Espetáculo de artes cênnicas: Quim & Tal Sinopse Um quintal, um varal, um lençol e velhos amigos palhaços que se reencontram para viajar ao passado e relembrar seus tempos de criança... Entre baldes, prendedores, séries antigas, cinema mudo, super herois, cachorros, sombras e risadas eles vão transformando quintais em lugares mágicos e poéticos através de brincadeiras e referências a outros tempos, trazendo ao palco o clima de ingenuidade da palhaçaria clássica. O desejo do grupo com esta montagem é levar ao público um espetáculo singelo e poético, onde o fio condutor da história é dado a partir da inocência das velhas brincadeiras e lembranças da infância - trazendo aos adultos aquela sensação boa e nostálgica que nos embala ao embarcar em nossas memórias de criança e apresentar ao público infantil referências que não fazem parte de seu cotidiano, mas que fazem parte do passado de seus pais, avós, tios... Aproximando gerações que, apesar do pouco intervalo de tempo entre elas, possuem experiências de infância muito distintas, graças ao desenvolvimento técnologico que está mudando o modo de brincar das crianças. O espetáculo utiliza a manipulação de bonecos, objetos, técnicas de teatro de sombras e música ao vivo para contar diversas histórias e propôr brincadeiras, com momentos de magia, poesia e aventuras divertidas e emocionantes. O palhaço como condutor dessa história de histórias é uma escolha que permite trazer o tema através de um arquétipo que é símbolo da liberdade e da atemporalidade. O Palhaço, independente de sua idade, pode ter a idade que quiser. Pode ser um velho rabugento e pode ser um menino e sua figura e atitude vai definir isso e ser aceito assim. Ele tem esse poder de propor o impossível e transformar seus erros em deliciosas situações. Com dramaturgia de Sidnei Caria (autor do premiado “O Buraco do Muro”), direção de Cris Lozano (de espetáculos premiados como “A Caixa Mágica”, “Salve, Malala! “ e Existo”), com os veteranos Guto Togniazzolo (”Elagalinha”, “A Caixa Mágica”, “Terremota”, entre outros) e Sidnei Caria (”Nerina - a ovelha negra”, “Rabisco - um cachorro perfeito”, “As Aventuras de Bambolina” - APCA de melhor ator) no elenco, o espetáculo deve estrear em breve! Release A peça está centrada na relação entre dois velhos palhaços, que aparecem "do nada" em um quintal. Quem são eles? De quem é esse quintal? Por que estão ali? Perguntas que não necessariamente são respondidas logicamente pela peça, mas que dão ao público a chance de se permitir esquecer a racionalidade e embarcar, sensorialmente, no modo de agir e pensar da criança e também da própria figura do palhaço. Toda a situação da peça é dada por esses dois palhaços que, no palco, interagem com tecidos e objetos domésticos e também com adereços e bonecos de teatro para assim transformar o ambiente, que, a princípio é só um quintal, mas, que aos poucos, transfigura-se em vários outros espaços onde se dão as histórias e brincadeiras. Através de jogos, dança, música, truques e técnicas de manipulação de bonecos, objetos e teatro de sombras e luz negra, as situações se sucederão para criar um mundo sugerido por objetos domésticos que, ao longo da peça, são magicamente substituídos por adereços lúdicos para mostrar este mundo imaginário das brincadeiras infantis. As brincadeiras dos velhos palhaços no quintal acontecem como se tudo fosse um teatro, inspirando-se no que a criança naturalmente faz quando embarca nesse tipo de brincar, onde se "é" o herói ou o vilão das histórias, filmes e seriados, sempre improvisando figurinos e adereços com o que se tem à mão. Essas brincadeiras resgatam nos adultos a sensação que se tem das lembranças da infância, onde adereços e figurinos improvisados acabavam transformando-se em verdadeiros e belos apenas pela imaginação e despertam, nas crianças contemporâneas o interesse por este tipo de ação, que vem se perdendo ultimamente. O ato de brincar de representar, de ser algo ou alguém, estimula a imaginação da criança e age em vários aspectos do desenvolvimento emocional, físico, intelectual e moral da formação do ser humano, dado o imenso numero de combinações e regras que vão sendo criadas nessa relação causada pelas simples brincadeiras. É incrível o grau de compromisso que as crianças vão adquirindo para que a brincadeira se cumpra. Intuitivamente, vão vivendo experiências e a cada novidade criam regras para que algo seja permitido ou não, sempre com uma liberdade infinita para poder se utilizar de algum poder ou tecnologia que tiram de um seriado de TV e deslocam para uma história clássica que algum avô, tio ou professor lhe contou e que está sendo "brincada" naquele momento. Por já serem meio velhos, os dois palhaços trazem, para a brincadeira, lembranças de várias histórias que vão acontecendo de forma fragmentada, os dias e as noites se misturam e eles mudam de uma para outra mesmo sem terminá-las, mas o que fica é a essência de cada história, de cada lembrança e a legitimidade da entrega a essas brincadeiras, como um espaço da vida que é só deles. Tudo depende da vontade de fazer algo acontecer do seu jeito, e assim um mundo se cria, e depois outro mundo, e outros vários. O palhaço como condutor dessa "história de histórias" é uma escolha que permite trazer o tema através de um arquétipo que é símbolo da liberdade e da atemporalidade. Ele tem esse poder de propor o impossível e transformar seus erros em deliciosas situações. Vamos evocar um lugar onde se está de verdade num mundo de mentirinha, junto com um ou mais, para poder trocar, criar e ralar o joelho, e assim sentir que a gente tem cura. Serão recorrentes a manipulação de bonecos e o teatro de sombras para criar a sensação das lembranças antigas ou para explorar ambientes como a pré-história, com sua fauna diversificada dos dinossauros, ou para criar transformações como a do Mago Merlin em um Dragão, ou do palhaço que vira lobisomem e se apaixona pela lua e outras passagens fantásticas. Os dois vão estar em situação de viver, narrar e produzir as histórias, revezando-se nas funções de preparar o ambiente (como as crianças preparam suas brincadeiras) ou manipular bonecos e objetos em várias situações e técnicas. A presença dos varais com lençóis e roupas, além de ser a imagem arquetípica do quintal, também serve como suporte para todos os acontecimentos da história. Neles estarão o lençol azul que será céu, mar ou telão para projeções (nas brincadeiras com o teatro de sombras) e também roupas e vários tecidos para brincar de ser outro, fazer nuvens, ventos e tempestades, ou montar uma pequena caixa cênica para, num momento, usar a metalinguagem como metáfora declarada do teatro puro e espontâneo que nasce desde cedo na vida do ser humano, quando ele brinca. Contrapartida Social: Oficina formativa - Brincando de Teatro de Sombras Sinopse Durante o desenvolvimento da oficina os participantes aprenderão com Sidnei Caria e Lucas Luciano (atores pesquisadores do Maracujá Laboratório de Artes) algumas técnicas de teatro de sombras para criar suas próprias performances e desenvolver atividades teatrais com o público infantil. A oficina busca resgatar momentos preciosos, particulares, inusitados, lembranças e narrativas de histórias através do teatro de sombras, desenvolvendo o lado lúdico de cada narrativa e estimulando a criatividade de cada participante na criação das performances e construção de materiais para as cenas, despertando a consciência dos participantes para o processo de composição de uma dramaturgia de imagens. Duração: 3 horas Link para tutoriais e experimentações do Maracujá Laboratório de Artes na linguagem: https://youtu.be/e4B64wgPKyQ (tutorial: como fazer um teatro de sombras "estilo Rabisco') https://youtu.be/nILg7aIDuxM (experimentações com sombras)
OBJETIVO GERAL Realizar a finalização da montagem do espetáculo infantil Quim & Tal, com direção e dramaturgia dos premiados Cris Lozano (diretora) e Sidnei Caria (dramaturgo) e circular pela região Nordeste do Brasil realizando sessões gratuitas da peça e oferecendo como contrapartida social a oficina formativa "Brincando de Teatro de Sombras", concentrando a realização dessas ações em espaços públicos acessíveis e tendo como público alvo principalmente alunos e professores de escolas e creches públicas, ONGs e casas de acolhimento, buscando com isso a descentralização de ações culturais e a democratização do acesso à cultura fora do eixo Rio-São Paulo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Realizar três apresentações do espetáculo Quim & Tal em Maceió/AL, atendendo até 1.050 pessoas gratuitamente; • Realizar duas apresentações do espetáculo Quim & Tal em João Pessoa/PB, atendendo até 700 pessoas gratuitamente; • Realizar três apresentações do espetáculo Quim & Tal em Recife/PE, atendendo até 1.050 pessoas gratuitamente; • Realizar duas apresentação do espetáculo Quim & Tal em Natal/RN, atendendo até 700 pessoas gratuitamente; • Realizar uma apresentação do espetáculo Quim & Tal em Garanhuns/PE, atendendo até 350 pessoas gratuitamente; • Realizar como contrapartida social a oficina Brincando de Teatro de Sombras em Maceió/AL, atendendo gratuitamente até 80 pessoas (30 alunos e 50 alunos ouvintes); • Realizar como contrapartida social a oficina Brincando de Teatro de Sombras em João Pessoa/PB, atendendo gratuitamente até 80 pessoas (30 alunos e 50 alunos ouvintes); • Realizar como contrapartida social a oficina Brincando de Teatro de Sombras em Recife/PE, atendendo gratuitamente até 80 pessoas (30 alunos e 50 alunos ouvintes); • Realizar como contrapartida social a oficina Brincando de Teatro de Sombras em Garanhuns/PE, atendendo gratuitamente até 80 pessoas (30 alunos e 50 alunos ouvintes); • Realizar como contrapartida social a oficina Brincando de Teatro de Sombras em Natal/RN, atendendo gratuitamente até 80 pessoas (30 alunos e 50 alunos ouvintes); • Exibir todas as apresentações e oficinas ao vivo, de forma online, nas redes sociais do grupo Maracujá Laboratório de Artes. Para aferição destes resultados, serão feitos: registros (fotos e vídeos) das apresentações e oficinas; emissão de declarações e borderôs por parte dos teatros; declarações das instituições atendidas; lista de presença dos inscritos nas oficinas (com dados de documentos, assinatura e endereço para mapeamento dos atendidos de cada cidade por região); material de divulgação/clipping fornecido por assessoria de imprensa (incluindo valoração de mídia); questionário distribuído ao público aberto/entidades atingidas com mensuração posterior dos dados; relatórios descritivos do projeto, quantificando todos os resultados obtidos e descrevendo as etapas de realização e retorno do público, levantamento do total de público atingido nas exibições ao vivo e também os acessos aos vídeos das ações (que ficarão disponíveis nas redes sociais do grupo), prestação de contas aferida por contador.
O Maracujá Laboratório de Artes, que em 2020 completa seus 15 anos, tem como pesquisa a plasticidade visual da cena, criando espetáculos onde o teatro, artes visuais e audiovisuais fundem-se para criar narrativas lineares, com ou sem palavras, onde o ator é o agente principal na fusão destes elementos. O grupo possui 6 espetáculos: As Aventuras de Bambolina, coprodução com a Pia Fraus (FUNARTE Myriam Muniz 2007 e Alfa Criança para montagem; APCA 2008 de melhor ator em teatro infantil para Sidnei Caria e FEMSA 2008 de melhor direção); Rabisco - um cachorro Perfeito (FUNARTE Myriam Muniz 2009 e Alfa Criança para montagem; FEMSA 2010 de melhor adaptação); O Buraco do Muro (FEMSA 2013 de melhor cenografia, indicado como melhor espetáculo infantil nacional pelo Prêmio Arte Qualidade Brasil 2013 e indicado como melhor espetáculo pelos prêmios FEMSA e CPT); E.Terra (ProAC de montagem infantil 2013); SPon SPoff SPend (1º adulto do grupo, contemplado com 1º Prêmio Zé Renato, convidado a estrear na Mostra Oficial de Teatro do FIT Curitiba 2015) e Nerina - a ovelha negra (ProAC de montagem infantil 2016, Prêmio Aplauso Brasil de melhor espetáculo infantil, APCA 2017 de melhor iluminação para Marisa Bentivegna e melhor direção musical para Fernanda Maia - conjunto da obra). E agora, para comemorar seus 15 anos, prepara seu 7º espetáculo, intitulado "Quim & Tal", infantil com dramaturgia de Sidnei Caria, direção da premiada Cris Lozano e estreia prevista em 2020/2021. O foco do grupo sempre esteve no público infantil. O grupo acredita que fazer/apreciar qualquer forma de arte proporciona à criança o contato com diferentes pontos de vista, opiniões e formas de expressão, enriquecendo habilidades afetivas, intelectuais, cognitivas, éticas e sociais de forma poética, contribuindo para uma formação mais humana. Ao proporcionar à ela e também a seus responsáveis (sejam eles seus familiares, professores, tutores ou quem quer que a acompanhe) a possibilidade de apreciar espetáculos com linguagens artísticas e temas diferentes é possível que ela aprenda, desde cedo, a relacionar-se melhor consigo mesma e com a sociedade, e que os adultos ao seu redor também possam vivenciar a experiência do espetáculo com ela e estimular seu desenvolvimento a partir do debate e da conversa sobre os temas trazidos pelas peças desde a mais tenra idade. Essa acaba sendo a premissa nos processos de criação dos espetáculos do grupo, que costumamos convencionar como espetáculos para todas as idades por esse potencial de envolver a todos. Quim & Tal será o retorno do grupo às obras autorais depois de quase 5 anos sem pesquisas nesse sentido. Nesta linha de trabalho o grupo desenvolve a criação de obras próprias com dramaturgia desenvolvida por Sidnei Caria (diretor artístico do Maracujá Laboratório de Artes) a partir de pesquisas e improvisos do coletivo sobre temas escolhidos em conjunto, muito ligados a situações-problema da sociedade contemporânea. Dessa pesquisa nasceram o premiado O Buraco do Muro, que traz ao público uma reflexão sobre a criança de hoje, habituada ao mundo da tecnologia e esquecida do mundo da imaginação; e E.terra, que recria diversas situações do ato de educar os filhos e suas consequências na formação da criança, ambos voltados para o público infantil. Dentro desse viés também foi criado o espetáculo adulto SPon SPoff SPend, que mostra o universo dos mendigos e sua própria maneira de se estruturar socialmente. A nova montagem traz elementos já pesquisados pela companhia, como o teatro físico, teatro de sombras, teatro de luz negra e a manipulação de bonecos. Porém, trará novos desafios, como a pesquisa em palhaço e a manipulação de objetos, que foram pouco explorados em outros trabalhos. A temática aproxima-se de O Buraco do Muro, espetáculo que tem como elemento principal, além da importância da leitura, o resgate das brincadeiras físicas para mostrar o equilíbrio que deve haver entre o ato de brincar fisicamente, de maneira coletiva, e a utilização da tecnologia pelas crianças (que vem sendo cada vez mais exagerada). Porém, a diferença neste novo espetáculo é que o mote é o próprio ato de brincar, pura e simplesmente, a partir de reminiscências das memórias de dois palhaços protagonistas, interpretados por Sidnei Caria e Guto Togniazzolo, veteranos do teatro e atores premiados. A escolha pelo palhaço como condutor possibilita que o jogo se instaure com mais liberdade: o palhaço é lírico e está aberto ao que acontece ao seu redor. Pode ser velho, pode ser um menino... pode brincar com o que surgir em suas mãos, o que dialoga totalmente com a proposta do espetáculo, de jogar com objetos do próprio quintal para levar ao público um espetáculo singelo, poético e que revela a inocência das brincadeiras de antigamente, trazendo aos adultos (que estão sempre acompanhando as crianças aos espetáculos infantis e, portanto, devem também ser considerados como público dos espetáculos para crianças) aquela sensação boa e nostálgica que nos embala ao embarcar em nossas memórias de criança e apresentando às crianças de agora várias referências que não fazem mais parte de seu brincar cotidiano, mostrando as brincadeiras físicas e criativas de um tempo em que se vivia sem a tecnologia das brincadeiras virtuais e solitárias e aproximando estas gerações (crianças contemporâneas, pais, tios e avós) que, apesar do pouco intervalo de tempo entre elas, possuem experiências de infância muito distintas. Além de proporcionar a finalização da montagem (que já vem sendo desenvolvida a partir de recursos do próprio grupo), o projeto permitirá a realização de uma circulação gratuita a população, passando por 05 cidades da região Nordeste (Maceió/AL, Recife/PE João Pessoa/PB, Garanhuns/PE e Natal/RN), realizando 11 sessões da peça para escolas/ONGs/creches e público aberto, onde também serão realizadas oficinas formtivas (Brincando de Teatro deSombras), como contrapartida social do projeto. Tanto as apresentações quanto as oficinas serão transmitidas ao vivo nas redes sociais, potencializando o acesso do público a elas. A escolha por essas localidades e formato da circulação parte de dois eixos de interesse da companhia: a formação de público, com apresentações gratuita ou a preços populares; e o aprofundamento das pesquisas e interrelação entre seus integrantes através do maior número de apresentações possíveis, o que cria uma maior integração entre os atores, traz novas referências e consolida experiências técnicas e estéticas a partir da circulação entre diferentes perfis de público e ações desenvolvidas. A partir destes princípios, o Maracujá realizou diversas circulações de editais como ProAC, SESI, CAIXA Cultural, Prêmio Zé Renato, Circuito Cultural Paulista, FUNARTE Myriam Muniz, entre outros, por diversos estados brasileiros. A opção pela região Nordeste se dá principalmente pela maior vulnerabilidade da região (que tem o menor IDH do Brasil segundo dados de 2017 e é a mais populosa depois do Sudeste), pela busca por descentralizar ações culturais e pelo fato deste espetáculo ser uma montagem nova, e portanto, ainda não ter circulado fora do estado de São Paulo. Por todas estas ações, o projeto se enquadra nos incisos I, III, VIII e IX do artigo 1º e 2 a) e c) e 4 a) do artigo 3º da Lei 8313/91.
Laboratório de Artes Produções (Proponente - Representante Jurídico)A empresa foi fundada em 2015 para representar juridicamente o grupo Maracujá Laboratório de Artes (representado durante mais de 10 anos pela Cooperativa Paulista de Teatro). É uma sociedade entre o fundador do grupo, Sidnei Caria e a atriz e Coordenadora de Produção Camila Ivo. Por isso seu histórico e produções se confundem à do próprio grupo. Durante 2016 e 2017 também administrou os projetos da Cia Tricromática (espetáculos Ciranda Cirandá, o boi que queria voar, Tucantaconto e Canções, Poemas e Pessoas), na realização de eventos com SESCs e escolas. Elaborou projetos para a Cia Tricromática, Pia Fraus, grupo Salto Fino e Coletivo dos Anjos (contemplados: CAIXA Cultural, ProAC, Edital de Contação de Histórias da Prefeitura de São Bernardo do Campo, Lei Rouanet, Edital de Fomento ao Teatro para a Cidade de Jandira, entre outros). Em 2018 e 2019 representou a banda Teko Porã no 17º Festival de Inverno de Paranapiacaba, Grace Gianoukas na temporada do espetáculo “A bruxa do Chocolate” na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, a Cia do Núcleo no evento “Nossa História é um tesouro” e a Orkestra Meraki no Natal de Caxias do Sul/RS. Maracujá Laboratório de Artes Proponente - Núcleo ArtísticoEm 2020 o Maracujá Laboratório de Artes completa 15 anos. Seu nome foi escolhido pelo grupo porque resume sua proposta artística: a “fruta da paixão” representa a paixão do grupo em pesquisar coisas novas, mesclando sempre diversas linguagens para criar espetáculos tão singulares quanto sua flor, de beleza única. Estas duas referências foram observadas em um pé de maracujá que existia na sede da companhia na época de sua fundação, e acabaram servindo de inspiração para o início dos trabalhos do grupo. As palavras “Laboratório de Artes” reforçam a vontade de seus integrantes de estar em constante pesquisa, experimentando linguagens artísticas que dialoguem com o teatro contemporâneo.Desde sua fundação, em 2005, o Maracujá Laboratório de Artes vem realizando trabalhos artísticos, desempenhando diversas funções relacionadas à criação (como direção de arte e cenografia) para espetáculos de várias companhias teatrais paulistanas, como Pia Fraus, Parlapatões, Cia da Tribo, Le Plat Du Jour, Meninas do Conto, Teatro Natio, Barracão Cultural, Bendita Trupe, Cia. Balagan, Circo Roda Brasil, entre outros, realizando também durante este tempo um contínuo trabalho de pesquisa e treinamento de seus atores em busca de uma obra autoral. O Maracujá Laboratório de Artes foi fundado pelo ator e diretor Sidnei Caria. O grupo foi formado pelos atores e bonequeiros Lucas Luciano, Silas Caria e Tetê Ribeiro. Em 2010, somou-se aos trabalhos do grupo a atriz e produtora Camila Ivo. As experimentações da companhia incluem pesquisas com vídeos, teatro de sombras, música, teatro físico, manipulação e criação de diferentes tipos de bonecos, projeção, entre outras propostas artísticas. Em 2009, além dos trabalhos de cenografia, direção de arte e figurinos, também realizou performances de manipulação de bonecos e live animation em shows musicais da banda Dr Morris e os Vivos e iniciou os trabalhos para a criação de sua primeira produção teatral, que estreou em 2010: Rabisco – um cachorro perfeito. Baseado no livro homônimo do premiado autor e cartunista Michele Iacocca, o espetáculo foi indicado em 03 categorias do Prêmio Coca Cola FEMSA 2010 de teatro infantil e jovem (recebeu o prêmio de melhor adaptação). Em 2013 o grupo estreou sua segunda produção: O Buraco do Muro, um espetáculo Infanto-juvenil que mistura música, teatro de bonecos, teatro de sombras e teatro físico para contar a história de 3 crianças que descobrem o prazer da leitura, indicado em 03 categorias do Prêmio FEMSA 2013 (recebeu o prêmio de melhor cenário), Prêmio Arte Qualidade Brasil (melhor espetáculo infantil nacional) e Prêmio CPT (melhor espetáculo em sala convencional). No final de 2013 grupo foi contemplado com o ProAC para a montagem de um novo espetáculo infantil, E.Terra, que trouxe a pesquisa de música ao vivo, transformando o elenco em uma banda. Em 2014, foi contemplado com a estreia de seu primeiro espetáculo adulto, SPon SPoff SPend. O espetáculo foi convidado a estrear na Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba em março de 2015 e fez temporadas no Teatro dos Parlapatões e Teatro Cacilda Becker em São Paulo. E em 2016 recebeu o ProAC e Alfa Criança para montagem de Nerina - a ovelha negra, que além de ter excelentes críticas da mídia, foi indicada em 6 categorias do prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (antigo prêmio Coca Cola FEMSA) 1º semeste de 2017 – melhor espetáculo, melhor adaptação, melhor direção, melhor atriz, melhor trilha sonora e prêmio sustentabilidade pela forma como o espetáculo lida com o tema do racismo e respeito às diferenças. Também recebeu o Prêmio Aplauso Brasil de melhor espetáculo infantil (júri técnico) e APCA pela iluminação e direção musical. A coprodução As Aventuras de Bambolina foi feita em parceria com a Pia Fraus em 2008. Neste trabalho o Maracujá Laboratório de Artes ficou responsável pelo cenário e direção de arte, além de ter dois de seus integrantes no elenco (Camila Ivo e Sidnei Caria, que também foi o diretor). O espetáculo recebeu 04 indicações ao Prêmio FEMSA 2008 (recebeu o prêmio de melhor direção), e Sidnei Caria recebeu o APCA de melhor ator em teatro infantil. Atualmente, o grupo está em processo de criação do espetáculo Quim & Tal, com direção de Cris Lozano, dramaturgia de Sidnei Caria e previsão de estreia para 2020/2021.Além destes trabalhos, o Maracujá Laboratório de Artes também participa de eventos corporativos, criando cenários, adereços e bonecos para projetos como a caravana itinerante Água para Vida Água para Todos, da WWF Brasil; Multishow (programa O Circo do Edgar); Manhas e Manias (para as empresas Mabel e Mizuno), Natura, entre outros. Em 2011, o grupo fez a criação de bonecos e adereços para o espetáculo Peixonauta – o caso da grande chuva, da Aventura Entretenimento. Também fez a criação e confecção de bonecos e mini-cenários para o vídeo de entreato do espetáculo Cocoricó – o show, da Chaim Produções, além de desenvolver o roteiro da cena e manipular os materiais. Criou o cenário, bonecos e adereços para o espetáculo Palavra Cantada, sem pé nem cabeça da Chaim Produções baseado nas músicas do grupo Palavra Cantada com direção de Marilia de Toledo. O grupo já foi contemplado com diversos editais, como FUNARTE Myriam Muniz, CAIXA Cultural, SESI Arte Educação e Viagem Teatral, Prêmio Zé Renato, ProAC, entre outros. Participou de eventos como Virada Cultural, Mostra Melhores de 2013, Circuito São Paulo de Cultura, Circuito Paulista de Artes, Mostra SESC de Teatro de Animação e Festivais como FIT Rio Preto, Festival Internacional de Teatro de Curitiba, FitaFloripa, FILO (Festival de Teatro de Londrina), Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Belo Horizonte, FENTEPP (Festival de Teatro de Presidente Prudente), Festival de Arte para Crianças. Participou da fundação do Galpão dos Lobos, um espaço cultural criado por cinco companhias paulistanas de teatro para todas as idades (atualmente composto pelo Maracujá, Cia Noz de Teatro Dança e Animação e Cia Circo de Bonecos) que busca proporcionar a troca de experiências entre profissionais do teatro para crianças e jovens e de outros segmentos para infância: narração de histórias, leituras dramáticas, conversas sobre pedagogia e arte-educação, através de uma série de atividades culturais, artísticas, reflexivas e lúdicas, inaugurado em setembro de 2017. LINKS PARA OUTROS CONTEÚDOS: Website (fotos, clipping, vídeos, repertório da companhia, etc): http://www.maracujaartes.comFacebook: https://www.facebook.com/pages/maracuja.laboratoriodeartes e https://www.facebook.com/maracujaartesYoutube: https://www.youtube.com/c/maracujalaboratoriodeartesInstagram: https://www.instagram.com/maracujaartes/
Espetáculo de artes cênicas: Quim & Tal Classificação Indicativa: Livre Duração prevista: 50 minutos Link para teaser dos ensaios:https://youtu.be/lnnEbAgs8Hc Contrapartida Social: Oficina formativa- Brincando de Teatro de Sombras Duração: 3 horas Área/Linguagem: Teatro de Animação/ Sombras Número de participantes por oficina: 30 alunos e 50 alunos ouvintes.* * a oficina também será transmitida ao vivo pela internet. Link para tutoriais e experimentações do Maracujá Laboratório de Artes na linguagem: https://youtu.be/e4B64wgPKyQ (tutorial: como fazer um teatro de sombras "estilo Rabisco') https://youtu.be/nILg7aIDuxM (experimentações com sombras) Objetivo Através do universo do teatro de sombras o participante desfrutará de técnicas para produção de materiais para a realização da performance de sombras (com materiais caseiros) e exercícios e princípios básicos para a composição de uma dramaturgia de imagens. O objetivo é proporcionar aos participantes conceitos básicos do teatro de sombras para que eles possam desenvolver suas próprias experimentações, de forma lúdica, e replicá-las em atividades com o público infantil. Metodologia O tema da oficina será a "Narrativa do Instante". Através deste tema norteador o projeto resgatará entre os participantes momentos e lembranças preciosas, particulares e inusitadas (através do teatro de sombras) para chegar a perspectiva de narrar um instante através desta técnica. O lado lúdico de cada narrativa será desenvolvido, estimulando a criatividade na resolução dos problemas e dificuldades dos participantes na composição das performances. Para isto, os oficineiros apresentarão o teatro de sombras, sua história e transformações com o passar do tempo, mostrarão referências (de grupos como Pillobolus, Cia Lumbra, Pia Fraus e do próprio Maracujá Laboratório de Artes). Serão feitos exercícios de aquecimento, exercícios de sombra despertando o olhar para o claro e o escuro, exposição de materiais técnicos e alternativos, lanternas, possibilidades de utilização de cenários e silhuetas bidimensionais, tridimensionais e translúcidos, uso de objetos na sombra, sombras com as mãos, exercícios de estátuas de sombra e observação dos materiais para confecção como madeiras, papéis cartões, gelatinas de iluminação coloridas. Público alvo Aberta ao público a partir de 18 anos que trabalhe ou conviva com crianças (professores, educadores, pedagogos, instrutores de arte, dança, teatro, pais e responsáveis). Os participantes devem ter alguma disponibilidade física, pois é uma atividade que requer o uso do corpo e agilidade. Devem estar munidos de roupas leves. Critérios de seleção Inscrição online (via email) e Carta de interesse Recursos materiais Para o bom andamento da oficina é necessária uma sala que ofereça conforto e segurança para os participantes. Importante que a sala disponha de blackout (escuridão total) para que o teatro de sombras aconteça. Uma tomada, para que sejam ligadas as lanternas. Também são necessários dois pontos de fixação para que a tela branca seja estendida. Esta tela será nosso painel para as experimentações. Preferencialmente, deve ser desenvolvida no próprio espaço de apresentação do espetáculo. Serão utilizados, além de materiais recicláveis (garrafas pet, papelão, madeira), materiais como gelatinas coloridas de iluminação, papéis Paraná para confecção de cenários e silhuetas, tesouras e grampeador. Equipamento de som e projeção, lanternas, tela branca translúcida, notebook. Finalização Cada participante receberá um certificado de conclusão. Referências: https://www.spescoladeteatro.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Cadernos-de-Luz_Cartilha-Brasileira-de-Teatro-de-Sombras.pdf
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Os espaços de realização da peça devem permitir a circulação de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, idosos, gestantes, crianças e obesos às salas e banheiros, contando com rampas, banheiros e cadeiras acessíveis. Acessibilidade para deficientes visuais: Os deficientes visuais poderão contar com visita sensorial ao palco antes do início da peça, para compreenderem a espacialidade, figurinos, adereços e instrumentos que a compõem. Os programas impressos da peça contarão com QR Code para acesso à audiodescrição do programa do espetáculo por deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as sessões do espetáculo contarão com intérpretes de libras, já que é um espetáculo centrado principalmente nas letras das músicas. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Os espaços de realização da oficina devem permitir a circulação de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, idosos, gestantes, crianças e obesos às salas e banheiros, contando com rampas, banheiros e cadeiras acessíveis. Acessibilidade para deficientes visuais: A oficina utiliza da técnica teatro de sombras, que é uma técnica teatral extremamente visual. No entanto, deficientes visuais poderão participar, realizando visita sensorial ao espaço, para compreenderem a espacialidade e materiais que compõem a oficina. Nas inscrições para a oficina serão levantados os participantes com necessidades especiais para que haja um planejamento específico para a inclusão destes alunos, bem como a preparação do material impresso para os participantes com QR Code para acesso à sua audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas inscrições para a oficina serão levantados os participantes com necessidades especiais para que haja a extensão da diária dos intérpretes de libra do espetáculo também para esta ação, caso seja necessário.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Todos os ingressos do espetáculo são inteiramente gratuitos, com doação de no mínimo 50% a escolas públicas (atende ao item I do artigo 21º da IN nº 02/2019); - Serão oferecidos ônibus gratuitos para o transporte de instituições que necessitem (com capacidade para atender até 35% do total de ingressos do espetáculo) (atende ao item II do artigo 21º da IN nº 02/2019); - Todas as sessões do espetáculo serão transmitidas ao vivo nas redes sociais e ficarão arquivadas lá (para serem assistidas posteriormente) (atende ao item III do artigo 21º da IN 02/2019); - o espetáculo tem como público alvo crianças na faixa de 01 a 06 anos e seus ingressos serão oferecidos principalmente a instituições que atendam crianças nesta faixa etária (atende ao item VII do artigo 21º da IN 02/2019). CONTRAPARTIDA SOCIAL - Todos os ingressos das oficinas formativas oferecidas como contrapartida social são inteiramente gratuitos, com doação de no mínimo 30% dos ingressos a escolas públicas (atende ao item I do artigo 21º da IN nº 02/2019) além dos 50% já previstos a professores e alunos de escolas públicas (atende ao item 2º do artigo 22º da da IN 02/2019, referente às contrapartidas sociais); - Todas as oficinas formativas serão transmitidas ao vivo nas redes sociais e ficarão arquivadas lá (para serem assistidas posteriormente) (atende ao item III do artigo 21º da IN 02/2019).
Projeto "Quim & Tal - montagem e circulação pelo Nordeste Equipe de Produção Realização: Laboratório de Artes Produções (Maracujá Laboratório de Artes) Coordenação Geral: Camila Ivo e Sidnei Caria (sócios representantes) Coordenação de Produção e Administração: Camila Ivo Espetáculo de artes cênicas: Quim & Tal Dramaturgia e Direção de Arte: Sidnei Caria Direção Artística: Cris Lozano Elenco: Sidnei Caria e Guto Togniazzolo Músico em cena: Piva Silva Iluminação: Lucas Luciano Figurinos: Tetê Ribeiro Trilha Sonora e melodias incidentais: Piva Silva Letras de música originais: Sidnei Caria Confecção de Cenografia, bonecos e adereços: Maracujá Laboratório de Artes (Sidnei Caria e Silas Caria) Adereços de sombras: Sidnei Caria e Lucas Luciano Preparação técnica e direção de cena de sombras: Lucas Luciano Produção: Camila Ivo Realização: Maracujá Laboratório de Artes (Laboratório de Artes Produções) Contrapartida Social: Oficina formativa - Brincando de Teatro de Sombras Oficineiros: Sidnei Caria e Lucas Luciano Principais Currículos Sidnei Caria (Ator, Dramaturgo, Diretor de Arte e Coordenador Geral): Com mais de 35 anos de carreira, participou do grupo XPTO como assistente técnico e ator de 1986 a 2002. Trabalhou com diretores renomados como Roberto Lage, Celso Frateschi, Maria Alice Vergueiro, Cristiane Paoli Quito, Ariela Goldman, Cris Lozano, Maria Thais, Hugo Possolo. Foi ator, diretor e diretor de arte na companhia Pia Fraus (2005 a 2011). Participou do FITO Festival Internacional de Teatro de Objetos em várias capitais Brasileiras. É um dos protagonistas da série infantil Que Monstro te Mordeu?, de Cao Hamburguer. Coordena o Maracujá Laboratório de Artes, onde desenvolve pesquisas e trabalhos nas áreas de dramaturgia, direção, criação e confecção de adereços, bonecos, figurinos e cenários, nos espetáculos Rabisco - um cachorro perfeito, O Buraco do Muro, E.Terra, SPon SPoff SPend, As Aventuras de Bambolina (coprodução com a Pia Fraus), Nerina – a ovelha negra e Quim & Tal. Recebeu os prêmios APCA, Mambembe, Coca-Cola Panamco, FEMSA por diversos espetáculos em sua carreira, como ator, cenógrafo, dramaturgo e diretor. Atualmente trabalhando como ator e dramaturgo do espetáculo “Quim & Tal”. Cris Lozano (diretora): Atriz, diretora e professora. Realizou parceria como atriz nas companhias de teatro Balagan, Cia Livre, Bendita Trupe, Teatro da Vertigem, Boi Voador; Fundadora da Cia La Leche onde realizou pesquisa e direção do espetáculo Luna Clara & Apolo11 (APCA), Tempo de Voo, De como fiquei bruta flor, Existo! (APCA 2019), Salve, Malala!(Prêmio FEMSA de Sustentabilidade); Diretora parceira da Barracão Cultural onde realizou Caixa Mágica (APCA e COCA-COLA/FEMSA de direção), As Roupas do Rei (APCA e PANAMCO de espetáculo); foi coordenadora e mestre na Escola Livre de Teatro de Santo André e professora de atuação da SP Escola de Teatro; Professora assistente no Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI coordenado por Maria Thaís (2010/2012); coordenadora de equipe no Projeto Ademar Guerra coordenado por Abilio Tavares (2010/2011); coordenadora de equipe e artista orientadora do Projeto Teatro Vocacional (2002/2009). Guto Togniazzolo (ator): Multi-artista, navega nas diferentes linguagem das Artes Cênicas como ator, interprete, criador e direção. Formou-se tecnicamente em Desenho de Comunicação por isso também cria e confecciona Cenários, objetos de cena e figurinos cujo conhecimento se deu sobretudo na prática da vida Teatral que se iniciou em 1993. Arte educador em oficinas de bonecos, cenários e adereços, commedia dell'arte e iniciação ao teatro. Foi Integrante do Grupo XPTO e da Cia. do Feijão. Atualmente integra o Núcleo Revoada e o Grupo Circo Branco. Particou de dezenas de espetáculos nestes e outros grupos, como: Elagalinha (Bendita Trupe), Gagá (Bendita Trupe), DaTchau (Cia do Feijão), Armadilhas Brasileiras (Cia do Feijão), Auto da Redenção, Terremota (Bendita Trupe), Veleidades tropicaes (Cia do Feijão), A lira do Rei Davi, Pálido Colosso (Cia do Feijão), Nonada (Cia do Feijão), Reis de Fumaça (Cia do Feijão), A Caixa Mágica (Barracão Cultural), O Pequeno Mago (XPTO), Buster – o Enigma do Minotauro (XPTO), Além do Abismo (XPTO), Coquetel Clown (XPTO), O Caso da Casa, Lira dos 500 Anos, Presépio da Paz, O Coronel dos Coronéis (Cia da Tribo), As Roupas do rei (Barracão Cultural), Falstaff, Contos de Hoffmann, Chico Mendes e o Encantado, A História de Piriléu e Boriléa, O Pavão Misterioso, Mire Veja (Cia do Feijão), Luna Clara e Apolo 11 (Cia La Leche). Prêmio Coca Cola Femsa de Melhor ator em 2004, espetáculo Caixa Mágica. Camila Ivo (Coordenação de Produção e Administração ): Atriz pela UNICAMP, dançarina pela ETEC de Artes, pós-graduada em Linguagens da Arte pela USP, técnica em administração pela ETEC Prof Camargo Aranha. Desde 2010 atua no Maracujá Laboratório de Artes como atriz e coordenadora de produção/administração nos espetáculos Rabisco - um cachorro perfeito, O Buraco do Muro, E.Terra, SPon SPoff Spend, As Aventuras de Bambolina (coprodução com a Pia Fraus) e Nerina a ovelha negra. Como atriz também participou dos espetáculos Hércules (Parlapatões e Pia Fraus),100 Shakespeare e Bichos do Brasil (Pia Fraus), entre outros. Como produtora, trabalhou também na Pia Fraus (2005-2010) e desenvolveu trabalhos para grupos como Coletivo dos Anjos, Salto Fino, Cia Verdeimproviso, Cia Realce, entre outras. Indicada ao Prêmio FEMSA (iluminação). Em 2011 escreveu Bonecaria- panorama do teatro de animação na cidade de São Paulo. Foi professora de Gestão Cultural da ETEC de Artes (curso de Artes Dramáticas). Lucas Luciano (iluminador e responsável pelas cenas de sombras): Trabalha no grupo Maracujá Laboratório de Artes desde sua fundação. Atuou nos espetáculos Nerina - a ovelha negra (2017); Macbeth (2016) dir: Greg Hicks, SPon SPoff SPend, (2015); E.Terra (2014); O Buraco do Muro (2013) indicado nas categorias melhor iluminação e música original Prêmio Femsa 2013; Rabisco - Um Cachorro Perfeito (2010); Primeiras Rosas, Pia Fraus 2009; Desatino, direção de Guilherme Santana e Inês Aranha em 2008; Sacrifício, direção de Cibele Forjaz, 2008; Um destino para Julieta e Romeu, direção Cris Lozano (2006/2007); O vôo a viagem de teco-teco (2004/2005), entre outros. Integrou o Núcleo Experimental de Artes Cênicas do Teatro Popular do Sesi 2007/2008 sob orientação de Isabel Setti, Lu Favoreto, Cristine Greiner, Inês Aranha, Georgette Fadel, Roberto Audio, Felipe Hirsch e Bete Dorgam. Atuou na assessoria para o dramaturgo inglês Noel Greig no Projeto Novos Dramaturgos, parceria Sesi/Britsh Council. É ator, iluminador, cenógrafo e bonequeiro. Atualmente trabalhando como iluminador do espetáculo “Quim & Tal”. Piva Silva (trilha sonora e músico em cena): Ator, músico e palhaço. Formado em Arte Dramática pela ETEC de Artes e cursando Licenciatura em Música (Faculdade Cantareira). Cursou oficinas de Teatro e Palhaçaria com Mara Helleno (EAD, Grupo XIX), Caco Mattos, Rhena de Faria, Fernando Sampaio (La Mínima), Cida Almeida, César Gouvêa (Cia do Quintal), Cia Vagalum Tum Tum, Dublagem (SENAC). É guitarrista e violonista, instrumentos que estuda há 15 anos. Atualmente trabalhando na criação da trilha sonora do espetáculo “Quim & Tal”. Tetê Ribeiro (figurinos): 30 anos de trabalho com teatro em geral. É administradora de projetos, aderecista e figurinista. Como aderecista de figurinos e objetos para: Maracujá Laboratório de Artes, Barracão Cultural, Marichilene Artsevsks, Lord Lu/Luciano Ferrari, trabalhos para diversas Cias teatrais Nacionais. Desde 2013 é administradora dos projetos da Barracão Cultural.
PROJETO ARQUIVADO.