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"O Tempo Encantado" é um projeto de circulação do espetáculo infantil "TIC TAC Era uma vez", da Cia Vovó Cachola, com seis apresentações do espetáculo a serem realizadas nas cidades de Franca, Ribeirão Preto e Sertãozinho, interior de São Paulo. O projeto também irá realizar vinte e quatro oficinas de artes cênicas para alunos de escolas públicas da cidade de Ribeirão Preto. Além disso, como contrapartida social, o projeto irá realizar um bate papo sobre produção teatral com alunos e educadores. O projeto tem como principal objetivo promover o acesso, a educação para a cultura e a formação da identidade cultural das crianças por meio das atividades realizadas.
Espetáculo de Teatro: TIC TAC Era uma vez Em algum lugar das nossas lembranças o tempo parou para brincar de contar histórias. No tempo mágico das histórias o universo imaginário da encantaria brasileira pula as janelas para o mundo real transformando o tempo do relógio. No faz de conta do tempo, surge primeiro a noite e com ela os sonhos, a imaginação, os seres encantados e as brincadeiras. A noite de dentro e a noite de fora passam a alimentar a vida com novas possibilidades de amizade entre nós, o mundo e o tempo. O espetáculo convida o público para entrar no tempo mágico das histórias. Inspirado nas histórias “Como Surgiu a Noite”, “O Saci” e o "Espelho Mágico”, da coleção Estórias e Lendas do Brasil, o espetáculo traz o sonho de embelezar o imaginário com a vivência dessas histórias que fazem parte da encantaria popular brasileira. A lenda indígena “Como Surgiu a Noite” fala de um tempo sem tempo, onde só o sol ficava brilhando no céu o tempo todo e a noite era um segredo guardado por uma cobra grande e egoísta. Com a noite, surgem os seres encantados e lá vem o Saci, com uma perna só, trazendo a história de uma das suas travessuras. Entre uma história e outra, o espetáculo vai sendo acompanhado de músicas tocadas ao vivo e muita interação com o público. A última história leva um rei entediado e o público para uma viagem inesperada por um espelho mágico! Duração: 40 minutos. Classificação: Livre para todos os públicos.
Objetivo GeralO projeto "O Tempo Encantado", o qual propõe a circulação do espetáculo de teatro infantil "TIC TAC Era uma vez" da Cia. Vovó Cachola nas cidades de Franca, Ribeirão Preto e Sertãozinho e 24 oficinas de artes cênicas na cidade de Ribeirão Preto, têm como principais objetivos contribuir para a formação da identidade cultural e a disseminação da cultura popular brasileira, por meio dos contos e lendas do Brasil abordados no espetáculo, assim como a promoção do acesso e a educação à cultura ao público do ensino fundamental e médio das escolas públicas de Ribeirão Preto através das oficinas de artes cênicas que serão oferecidas. Caso não seja possível a realização das atividades de forma presencial, devido às condições de saúde pública ocasionadas pela pandemia da COVID-19, as atividades do projeto poderão ser realizadas integralmente de forma online, conforme o disposto na Instrução Normativa nº 5 de 20 de Abril de 2020. Objetivo EspecíficoCom o objetivo de promover o acesso à cultura e contribuir para a formação da identidade cultural do público infanto-juvenil do interior paulista, o projeto "O Tempo Encantado" irá realizar a circulação do espetáculo "TIC TAC Era uma vez", o qual aborda contos da cultura popular brasileira, em três cidades, Franca, Ribeirão Preto e Sertãozinho. Serão realizadas duas apresentações gratuitas do espetáculo por cidade, somando seis apresentações, com as quais estima-se contemplar um público de 150 pessoas por sessão, 300 pessoas por cidade e 900 pessoas no total. Além disso, o projeto irá oferecer vinte e quatro oficinas, gratuitas, de artes cênicas para alunos do ensino fundamental e médio matriculados em escolas públicas da cidade de Ribeirão Preto. As oficinas irão abordar seis segmentos das artes cênicas, jogos teatrais, brincadeiras cantadas, palhaço, dança-teatro, máscaras teatrais e expressão vocal, sendo que, serão realizadas quatro oficinas de cada segmento. Dessa forma, o projeto irá abordar um segmento com quatro oficinas por mês, durante os seis meses de produção do projeto, com as quais pretende-se contemplar um público de 40 alunos por oficina e 960 alunos no total. O projeto também irá realizar, como contrapartida social, um bate papo sobre produção teatral com alunos e professores da rede pública municipal. O projeto será executado em um período de oito meses, dentre os quais serão utilizados um mês para a pré-produção, seis meses para a produção, com a circulação do espetáculo em uma cidade por mês e a realização das oficinas na cidade de Ribeirão Preto e mais um mês para a pós-produção.
O espetáculo "TIC TAC Era uma vez", produzido pela Cia Vovó Cachola, foi criado com a intenção de promover a cultura popular brasileira e a formação da identidade cultural do público infantil por meio de contos e ritmos presentes nas manifestações populares do Brasil, os quais são abordados no espetáculo, conforme dispõem as alíneas "c" do inciso II e "d" do inciso III presentes no art. 3 da Lei 8.313/91. Segundo Lydia Hortélio, pesquisadora da cultura tradicional da infância, esta etapa da formação é um momento de descobertas essenciais para a construção do ser humano, pois é na infância que o ser criança inicia a sua relação com o mundo. O hábito de ouvir histórias desenvolve a capacidade da criança em formar imagens, aumenta a concentração, desperta o interesse pela leitura e participação, contribui para a formação do raciocínio lógico e para a resolução de conflitos. Dessa forma, por meio da apresentação do espetáculo de teatro, além de despertar o interesse pela cultura e desenvolver a capacidade de imaginação, o projeto também irá promover o contato das crianças com manifestações artísticas da cultura nacional, visando a integração dos saberes populares entre as gerações passadas e atuais, colaborando para a construção das diversas formas de pensar as relações humanas. Buscando contribuir ainda para a promoção, descentralização e democratização do acesso à cultura popular em locais de vulnerabilidade social, o projeto fará duas apresentações gratuitas em cada cidade. Sendo que, uma das apresentações será voltada mais especificamente à população de baixa renda, localizada nas periferias ou distritos e principalmente às pessoas atendidas pelos programas sociais do Governo ou entidades filantrópicas. Embora as cidades possam produzir e receber produtos culturais, muitas vezes os mesmos não chegam a atingir os bairros, dificultando o acesso da maior parte da população que, além de não possuir formação cultural e consequentemente o interesse nos produtos culturais oferecidos, enfrenta dificuldade de locomoção. Dessa forma, a apresentação do espetáculo possibilitará às crianças o acesso ao teatro, música, além do conhecimento de elementos da cultura popular, contribuindo para a sua formação cultural, de acordo com a alínea "a" do inciso IV do art. 3 da Lei 8.313/91. A cultura popular de um povo como base de formação é de suma importância para a criação e valorização da identidade cultural. A realização do projeto irá contribuir para a preservação e divulgação da cultura popular, através do conhecimento dos contos e da vivência das manifestações do folclore brasileiro, conforme o inciso I do art. 1 da Lei 8.313/ 91. Por meio de um trabalho de pesquisa acerca de histórias do folclore brasileiro e suas manifestações culturais, como as cantigas e brincadeiras de roda, a cultura popular e os costumes de cada região do país, suas brincadeiras e brinquedos artesanais, o espetáculo foi inspirado na trajetória dos autores e folcloristas como Câmara Cascudo, Ariano Suassuna, Antônio Nóbrega e Lydia Hortélio. Mas, foi nos textos de Gonçalves Ribeiro para a nostálgica coleção Estórias e Lendas do Brasil contadas pelo Palhaço Arrelia de 1975 que o espetáculo realmente encontrou o seu caminho. A narrativa conta a viagem divertida do Palhaço Arrelia com um grupo de crianças pelas cinco regiões do Brasil, as quais compreendem os volumes da coleção, na qual o personagem principal vai contando os contos, lendas e costumes dos lugares por onde passam. No espetáculo dois personagens convidam o público para entrar no tempo mágico dos contos da encantaria popular brasileira e viajam junto com as crianças pelos contos "Como Surgiu a Noite", "O Saci" e "O Espelho Mágico". Durante todo o espetáculo, as crianças são convidadas a interagir e passam a fazer parte da história. As apresentações são acompanhadas de músicas que foram compostas especificamente para o espetáculo e são tocadas ao vivo por seus compositores durante a apresentação, contribuindo, desta forma, para a produção local conforme o disposto no inciso II do art. 1 da Lei 8.313/91. A fim de proporcionar uma ação formativa para alunos e educadores da rede pública municipal de cada cidade em que o espetáculo será apresentado, buscando ampliar o conhecimento sobre o setor cultural, o projeto irá realizar, logo após a primeira apresentação, um bate papo sobre produção teatral, abordando todas as áreas e profissionais que envolveram a criação da peça e seus elementos cênicos. Contemplado pelo Programa de Apoio à Arte e a Cultura da Prefeitura de Franca em 2015, o espetáculo circulou em 50 creches conveniadas com o município, alcançando um público de cinco mil crianças. Em 2017 com o apoio do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC ICMS) e empresas parceiras uma nova montagem do espetáculo foi realizada para uma temporada de seis apresentações no Teatro Municipal de Franca e circulação nas 26 escolas de educação infantil da cidade alcançando a mesma quantidade de público. Para dar continuidade ao trabalho já iniciado, o projeto pretende agora contemplar o público de outras cidades do interior de São Paulo, contemplando mais 1.860 pessoas diretamente. A importância das artes cênicas no desenvolvimento do público infanto-juvenil é fundamental, pois através do teatro, da dança, do circo, a criança passa a exprimir seus próprios pensamentos e criar suas próprias histórias. Segundo Piaget, a criança a partir de dois anos de idade ultrapassa a barreira da simples percepção, ou seja, a criança começa a usar sua criatividade para imaginar, usando o "faz de conta" para expressar seu pensamento e assim buscar o significado da vida e o que acontece ao seu redor. O jogo teatral é essencial para favorecer o desenvolvimento global da criança, trabalhando a autoconfiança, autoestima e o pensamento crítico. Ao exprimir-se livremente, a criança interage com os outros respeitando a expressão de cada um. Com isso estabelece interação com o grupo, proporcionando um desenvolvimento emocional saudável. Segundo Japiassu, reconhecido filósofo brasileiro, a finalidade do jogo teatral na educação escolar é o crescimento pessoal e o desenvolvimento cultural dos jogadores por meio do domínio, da comunicação e do uso interativo da linguagem teatral, numa perspectiva improvisacional ou lúdica. O princípio do jogo teatral é o mesmo da improvisação teatral, ou seja, a comunicação que emerge da espontaneidade das interações entre sujeitos engajados na solução cênica de um problema de atuação. Japiassu também fala que a introdução do teatro e de outras formas de expressão artística na educação escolar contemporânea ocidental trouxe consigo a discussão do sentido do ensino das artes para a formação das novas gerações. Neste sentido, o projeto também irá oferecer, na cidade de Ribeirão Preto, vinte e quatro oficinas de artes cênicas, abordando os segmentos de jogos teatrais, brincadeiras cantadas, palhaço, dança-teatro, máscaras teatrais e expressão vocal, para 960 alunos do ensino fundamental e médio matriculados em escolas públicas. Dessa forma, as artes cênicas e as suas linguagens irão colaborar para o desenvolvimento da expressão, comunicação e favorecer o conhecimento cultural nas esferas cultural, social e educacional. Caso não seja possível a realização das atividades de forma presencial, devido às condições de saúde pública ocasionadas pela pandemia da COVID-19, as atividades do projeto poderão ser realizadas integralmente de forma online, conforme o disposto na Instrução Normativa nº 5 de 20 de Abril de 2020.
Anuência dos espaços públicos onde o espetáculo será realizado: O projeto prevê que a locação dos espaços para a apresentação do espetáculo seja realizada no período de pré-produção do projeto. Por este motivo, as cartas de anuência dos espaços nos quais serão realizadas as apresentações serão anexadas na prestação de contas do projeto. O espetáculo TIC TAC Era uma vez: Integrante do projeto “O Universo Mágico da Cultura Popular” da Cia Vovó Cachola e inspirado nas histórias “Como Surgiu a Noite”, “O Saci” e a “Gruta Fantástica” da coleção Estórias e Lendas do Brasil contadas pelo Arrelia, o espetáculo traz o sonho de embelezar o imaginário com a vivência das histórias e brinquedos da encantaria popular brasileira. Contemplado pelo Programa de Apoio à Arte e a Cultura da Prefeitura de Franca em 2015, o espetáculo circulou em 50 creches conveniadas com o município, alcançando um público de 5 mil crianças. Em 2017 com o apoio do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC ICMS) e empresas parceiras uma nova montagem do espetáculo foi realizada para uma temporada de seis apresentações no Teatro Municipal e circulação nas 26 escolas de educação infantil de Franca atingindo novamente um público de 5 mil crianças. Cia Vovó Cachola: Criada em 2013, a companhia realiza um trabalho de estudo e pesquisa voltado para a democratização do acesso e educação à cultura, buscando contribuir para a formação da identidade cultural. A Cia Vovó Cachola atua principalmente em projetos e espaços culturais da região de Franca/SP. Desde a sua formação, os projetos e espetáculos realizados pela companhia já alcançaram um público de mais de 22 mil pessoas.
Não se aplica.
A fim de promover o amplo acesso da população, incluindo as pessoas idosas, de acordo com o art. 3 e 20 da Lei 10.741/03 e portadoras de deficiência, de acordo com o art. 8 da Lei 13.146/15, as apresentações serão realizadas em locais que possuem as condições adequadas para o livre acesso e circulação das pessoas idosas e portadoras de deficiência, como rampas de acesso e/ ou elevadores, conforme dispõe o art. 44 da Lei 13.146/15. O espetáculo apresentado será traduzido para a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual - motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. O intérprete contratado ficará disponível no palco, em local visível, tornando o espetáculo em formato acessível às pessoas surdas e portadoras de deficiência auditiva, em conformidade com o art. 42 da Lei 13.146/15. Estas mesmas medidas de acessibilidade, também serão aplicadas para a contrapartida social, a qual será realizada logo após a primeira sessão do espetáculo. No que diz respeito à acessibilidade para a realização das oficinas, as mesmas serão realizadas em locais que possuem as condições adequadas para o livre acesso e circulação das portadoras de deficiência, como rampas de acesso e/ ou elevadores. Devido às condições de saúde pública ocasionadas pela pandemia da COVID-19, as atividades do projeto poderão ser realizadas integralmente de forma online, conforme o disposto na Instrução Normativa nº 5 de 20 de Abril de 2020.
O espetáculo “TIC TAC Era uma vez” busca promover o acesso e a educação à cultura para o público infantil, familiares e educadores. As entidades locais responsáveis pelo atendimento às crianças em estados de vulnerabilidade social também serão convidadas a participar do projeto. As ações, assim como a quantidade de lugares reservados para este público, serão comprovados mediante documento emitido pelas escolas ou entidades, de acordo com o disposto na alínea “a”, inciso I, do art. 20 da Instrução Normativa nº 2/2019/MinC. O projeto “O Tempo Encantado” irá realizar, em cada cidade contemplada, duas sessões gratuitas do espetáculo infantil “TIC TAC Era uma vez”, sendo que, uma das sessões serão oferecidas majoritariamente às escolas e entidades que atendem crianças oriundas de camadas menos assistidas da sociedade, que residem em locais de vulnerabilidade social, assim como as crianças portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, como dispõe a alínea “a”, inciso I, do art. 20 da Instrução Normativa nº 2/2019/MinC. A outra sessão será aberta ao público em geral. Na sua execução, o projeto também irá realizar ação de contrapartida social voltada aos educadores e estudantes do ensino fundamental I, conforme o Art. 22 da Instrução Normativa nº 2/2019/MinC. O conhecimento de todas as áreas que podem envolver a produção de um espetáculo de teatro, como a atuação, a sonorização e a iluminação é de fundamental importância para a compreensão do público em relação à importância do fazer artístico e da cultura para a sociedade. Para tanto, o projeto irá convidar professores e estudantes do 1º ao 5º ano de escolas da rede pública para participar de um bate papo sobre a produção do espetáculo logo após a apresentação para o esclarecimento de dúvidas e curiosidades do público. Todas as ações de contrapartida social serão fotografadas e comprovadas mediante documento emitido pelas instituições. Para atender o disposto no inciso III do art. 21 da Instrução Normativa nº 2/2019/MinC será produzido um vídeo institucional do projeto, contendo todas as ações realizadas, incluindo as de contrapartida social, com Legenda Descritiva: a legenda que descreve os diálogos, com inclusão do personagem que fala e outros elementos sonoros que complementam o entendimento, como “música”, “risos”, “gritos” e outros, fazendo com que a pessoa com deficiência auditiva ou surda possa compreender todo o conteúdo da obra, de acordo com o art. 67 da Lei 13.146/15. O material videográfico será disponibilizado gratuitamente no canal do YouTube e no Site da companhia. Além das parcerias locais, como medida de promover um alcance maior do público, o projeto ainda prevê ações de marketing digital com estratégias para o desenvolvimento de marketing de conteúdo, para ampliar a presença do projeto. Para tanto, será contratada uma empresa especializada em mídias digitais. Dessa forma, acredita-se que a divulgação irá alcançar o público o qual o projeto pretende contemplar. Essa será, de maneira geral, a estratégia de ação utilizada para a divulgação do projeto, promovendo assim a descentralização, a democratização e o amplo acesso à cultura, além da promoção da vivência da cultura popular, contribuindo para a formação da identidade cultural das crianças contempladas pelo projeto. Caso não seja possível a realização das atividades de forma presencial, devido às condições de saúde pública ocasionadas pela pandemia da COVID-19, as atividades do projeto poderão ser realizadas integralmente de forma online, conforme o disposto na Instrução Normativa nº 5 de 20 de Abril de 2020.
Ederson José de SouzaDiretor geral da produtora proponente E.J. de Souza Produção Cultural MEFunçõesCoordenador de Produção, ator e diretor operacional e administrativo do projeto como um todo.CurrículoProdutor cultural, ator e cofundador da Cia Vovó Cachola, a qual iniciou seus trabalhos em 2013. Em 2019, por meio do ProAC ICMS a Cia realizou o projeto ?Abayomi - Um encontro com a nossa afro-brasilidade?, por meio do qual produziu o espetáculo ?As Sementes do Baobá? e circulou com mais sete atividades gratuitas em três cidades do interior paulista. Em 2017 produziu o projeto ?O Universo Mágico da Cultura Popular nas EMEIs de Franca?, com o apoio do Programa de Ação Cultural ProAC ICMS do Governo do Estado de São Paulo e empresas patrocinadoras, o qual realizou a produção e circulação do espetáculo ?TIC TAC Era uma vez?. Por meio do Programa de Incentivo a Arte e a Cultura - Bolsa Cultura, da Fundação Esporte Arte e Cultura, da Prefeitura Municipal de Franca, em 2016, realizou o projeto ?Ñamandu, a sabedoria das lendas indígenas nas EMEBs de Franca?, o qual circulou com o espetáculo ?Nãmandu?. Contemplado com o mesmo programa, realizou a produção do projeto ?O Universo Mágico da Cultura Popular nas Creches Conveniadas com o Município de Franca?, com o qual circulou o espetáculo ?O Universo Mágico da Cultura Popular? em 2015. Em parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE de Franca e com apoio do Fundo do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA realizou o projeto ?Contos Populares Brasileiros? em 2016 e com o mesmo apoio em 2015, o projeto ?Histórias para Falar de Meio Ambiente? em parceria com a Instituição Família Caetano Petráglia - INFACAPE. Em 2015 recebeu o Prêmio de Melhor Performance no Festival Águas de Março. Atuou no Grupo Ato Teatro Educação, com o qual já realizou os projetos e apresentou os espetáculos ?Sankofa? em 2014, "Graças à Santo Antônio? em 2012 a 2013 e ?Eu, Gauche - Diálogos com a poesia de Carlos Drummond de Andrade? em 2010 a 2011. Formado em 2009 no curso Técnico em Artes Dramáticas pelo SENAC Franca, pelo o qual apresentou "O Berço do Herói" em 2009 e "Boca de Ouro" em 2008. Anabrisa Tamaso MagalhãesFunçõesProdutora Executiva/ AtrizCurrículoJornalista, produtora cultural, atriz e cofundadora da Cia Vovó Cachola, a qual iniciou seus trabalhos em 2013. Em 2019, por meio do ProAC ICMS a Cia produziu o projeto ?Abayomi - Um encontro com a nossa afro-brasilidade? por meio do qual realizou a montagem e a circulação do espetáculo ?As Sementes do Baobá? com mais sete atividades gratuitas em três cidades do interior paulista. Em 2017 produziu o projeto ?O Universo Mágico da Cultura Popular nas EMEIs de Franca?, com o apoio do Programa de Ação Cultural ProAC ICMS do Governo do Estado de São Paulo e empresas patrocinadoras, o qual realizou a produção e circulação do espetáculo ?TIC TAC Era uma vez?. Por meio do Programa de Incentivo a Arte e a Cultura - Bolsa Cultura, da Fundação Esporte Arte e Cultura, da Prefeitura Municipal de Franca, em 2016, realizou o projeto ?Ñamandu, a sabedoria das lendas indígenas nas EMEBs de Franca?, o qual circulou com o espetáculo ?Nãmandu?. Contemplado com o mesmo programa, realizou a produção do projeto ?O Universo Mágico da Cultura Popular nas Creches Conveniadas com o Município de Franca?, com o qual circulou o espetáculo ?O Universo Mágico da Cultura Popular? em 2015. Em parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE de Franca e com apoio do Fundo do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA realizou o projeto ?Contos Populares Brasileiros? em 2016 e com o mesmo apoio em 2015, o projeto ?Histórias para Falar de Meio Ambiente? em parceria com a Instituição Família Caetano Petráglia - INFACAPE. Participou do Curso Livre de Teatro e montagens ?O Protesto? e ?Nas Asas da Percepção? em 2014, ?Uma Vela para Dario? em 2013 pelo Grupo Ato Teatro e Educação, da Oficina do Ator Antropofágico em 2007 pela Cia Antropofágica, do Curso Livre de Formação de Atores e montagem ?A Casa de Bernarda Alba? em 1997 pelo Instituto de Arte e Ciência - INDAC e de diversos cursos, oficinas e produções teatrais desde 1991 entre os quais destacam-se o Curso Livre de Interpretação Teatral e montagem ?Romeu e Julieta? pelo SESC Pompéia/ SP. Allê TrajanFunçãoMúsico InstrumentistaCurrículoAllê Trajan, representante legal da empresa Trajan Produções Artísticas, é violonista, cantor, compositor e produtor musical. Natural de Espírito Santo do Pinhal/SP, começou a estudar violão aos 6 anos de idade. Estudou regência no Conservatório de Tatuí e canto popular com Madalena Bernardes em São Paulo. Em 2016 e 2017, fez a direção musical dos espetáculos ?Amor, mar e fúria? e ?Auto da semeadura do mundo? com a companhia Teatro de Tábuas, com turnês por vários estados do Brasil. Em carreira solo, realizou shows nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, entre outras. Em 2013 foi selecionado em um Festival em Sargans, na Suíça, e desde então realizou 7 turnês pela Europa passando pela Inglaterra, Espanha, Noruega, França, entre outros. Foi idealizador do Projeto ?Intercâmbio e Difusão Cultural Brasil X Portugal?, que levou para Portugal o grupo pinhalense ?Entrupetados?, em 2015, e no mesmo ano participou do Festival Afro Woche, na Suíça, onde, além de shows, realizou uma Oficina de Música para refugiados da Síria e Kosovo através do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural do MinC. Em 2018 criou o duo ?AllêCarol? e a cia ?Renda de Lenda? em parceria com a atriz e cantora Carol Capacle. De lá para cá realizaram diversos shows com os dois projetos, em SESCs, prefeituras e em eventos em geral. Em 2021 foi produtor musical e diretor artístico do 1º FestMAO - Festival de Música e Arte Online de Ribeirão Preto, e realizou, como compositor e diretor musical, o projeto ?100 Belezas Negras de 0 a 100 Anos?, ambos contemplados no ProAC. No mesmo ano participou do festival de Teatro Ribeirão Cena Contemporânea, realizado pelo SESC Ribeirão. Em 2022 participou do projeto ?Educando para o Futuro?, através da Fundação do Livro e Leitura RP, se apresentando em São Joaquim da Barra para mais de 300 crianças, e também esteve na GIMA – Gincana Intermunicipal do Meio Ambiente, na zona rural de Cristais Paulista, se apresentando para cerca de 600 crianças. Também em 2022, idealizou e produziu mais um festival em Ribeirão Preto, o FestMAO Curumim, voltado ao público infantil, também contemplado no ProAC.Carol CapacleFunçãoMúsico InstrumentistaCurrículoCarol Capacle, representante legal da empresa Capacle Produções Artísticas, é atriz, cantora, letrista, escritora e produtora cultural. Natural de Ribeirão Preto/SP, Carol iniciou seus estudos em canto e teatro aos 15 anos. Ingressou em Artes Cênicas na UNICAMP em 2003 e se formou em 2006. Morou por 11 anos em São Paulo e lá pôde atuar em diversos projetos de teatro, música, cinema, TV e rádio. Em 2016 e 2017 atuou no musical ?Amor, mar e fúria?, do Teatro de Tábuas, onde também passou a desenvolver outros projetos nas funções de escritora, coordenadora e produtora de um núcleo de pesquisa de Contação de Histórias, realizando viagens por vários estados e cidades do Brasil.Em 2018 criou com Allê Trajan o duo ?AllêCarol?, projeto de música brasileira autoral, e a cia. ?Renda de Lenda?, voltada ao público infantil. Realizou com Allê uma turnê europeia em 2018, com apresentações do duo e também do projeto infantil, passando por 7 países. De 2019 a 2022 realizaram diversos shows nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto, Espírito Santo do Pinhal e Araraquara e apresentações em escolas, nos SESCs Jundiaí e Ribeirão Preto, e também via editais e prefeituras. Em 2020 fez o Curso de Produção Cultural do Observatório Itaú Cultural, com certificado de 42 horas. Em 2021 foi produtora executiva e diretora artística do 1º FestMAO – Festival de Música e Arte Online de Ribeirão Preto, e foi produtora executiva do projeto ?100 Belezas Negras de 0 a 100 Anos?, ambos contemplados no ProAC. No mesmo ano participou do festival de Teatro Ribeirão Cena Contemporânea, realizado pelo SESC Ribeirão. Em 2022 participou do projeto ?Educando para o Futuro?, através da Fundação do Livro e Leitura RP, se apresentando em São Joaquim da Barra para mais de 300 crianças, e também esteve na GIMA – Gincana Intermunicipal do Meio Ambiente, na zona rural de Cristais Paulista, se apresentando para cerca de 600 crianças. Também em 2022, idealizou e produziu mais um festival em Ribeirão Preto, o FestMAO Curumim, voltado ao público infantil, também contemplado no ProAC.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.