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PRONAC 202256Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CINEMACOLOR

CULTURA GLOBAL
Solicitado
R$ 460,9 mil
Aprovado
R$ 460,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-08-01
Término
2021-07-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Este projeto consiste na produção do CD Instrumental Cinemacolor, shows de lançamento, registro videográfico em full HD de um show para finalização em DVD. O projeto prevê ainda palestras em escolas públicas como contrapartida social.

Sinopse

Shows: classificação etária livre: CD e DVD: Terão 13 faixas instrumentais, todas de Robertinho Brant, a saber: 1- Dupla Nacionalidade2- Cartas Secretas3- Rota Para o Oriente4- Último Adeus5- O Amor Nunca Acaba6- Os Sonhadores7- Manhã em Ouro Preto8- Mapa do Deserto9- Sete Luas10- Infinita Estrada11- Mediterrâneo12- Depois da Chuva13- Una Mujer

Objetivos

São objetivos deste projeto: ESPECÍFICOS: - Gravar e prensar 2.000 cópias do CD Instrumental Cinemacolor, de Robertinho Brant, com 13 faixas; - Realizar 02 shows de lançamento do CD, na cidade de Belo Horizonte, com entrada franca; - Fazer registro videográfico em Full HD da apresentação , editar e prensar 1.000 cópias do DVD; - Realizar contrapartida social, através de 04 palestras para alunos e professores de escolas públicas da Grande BH, sobre: "Música instrumental em MG - História e Grandes Nomes". GERAIS: - Valorizar e manter viva a tradição de produzir música instrumental em MG; - Formar platéia de música instrumental; - Promover o compositor e músico Robertinho Brant (Roberto Lúcio Brant Filho); - Ofertar produtos e serviços culturais, de forma democrática.

Justificativa

Conforme critérios da Lei 8.313, este projeto se justifica, pois: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: produção de CD, DVD e realização de apresentações musicais.

Especificação técnica

CD: Caixa acrílica, capa 4x4 cor, papel couchê 120 grs. Encarte com 18 páginas em papel couchê fosco 120 grs. 13 faixas Prensagem: 2.000 unidades. DVD: Caixa plástica, capa 4x0 cor, papel couchê 120 grs. Encarte com 18 páginas em papel couchê fosco 120 grs. 13 faixas Prensagem: 1.000 unidades.

Acessibilidade

A acessibilidade deste projeto, se dará: No CD: ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. DEFICIENTES VISUAIS: teremos audiodescrição. Nos Shows: ACESSIBILIDADE FÍSICA: os teatros onde acontecerão os shows, terão necessariamente acessibilidade com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. DEFICIENTES VISUAIS: teremos audiodescrição. No DVD: ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. DEFICIENTES VISUAIS: teremos audiodescrição. Na contrapartida social: ACESSIBILIDADE FÍSICA: as escolas onde acontecerão as palestras, terão necessariamente acessibilidade com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: acompanhará o palestrante, um interprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica.

Democratização do acesso

A democratização deste projeto, se dará: No CD: Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados: Doação de 40% das unidades produzidas. Nos shows: Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados: Teremos entrada franca IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. No DVD: Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados: Doação de 40% das unidades produzidas.

Ficha técnica

CULTURA GLOBAL: (PROPONENTE) - Exercerá e receberá pela Coordenação Geral do projeto (Será também responsável pela gestão financeira, sem remuneração). Produtora Cultural a 16 anos, possui experiência em produção de teatro, exposições e feiras mas especializou-se principalmente em exibição de cinema em praças públicas e realização de shows. Produziu entre 2002 e 2018:- Peça teatral: "Coisa de Doido", "Defunto Bom é Defunto Morto", "O Marido de Minha Mulher" e "Tá nervoso? Vai Pescar!"- Exposições: Américo Vespúccio, Iara Tupinambá e Chichico Alkimin- Cinema na Praça: 2006 a 2019- Shows: Centenas de shows em todo o Brasil, destacando Vander Lee, Orquestra Ouro Preto, Coração Palpite e Trio Amaranto. Festival da Cançao de Nova Serrana, etc. ROBERTO LÚCIO BRANT FILHO (Robertinho Brant) - Compositor, arranjador, músico e direção artística (Receberá pela rubrica coordenação Artistica) Robertinho Brant nasceu em Belo Horizonte em 13 de agosto de 1967. Começou sua trajetória na música por volta de 1983, estudando durante dois anos na “Escola Livre Música de Minas”, de Wagner Tiso e Milton Nascimento. Depois disso Robertinho fez vários cusrsos. Estudou violão com Paulo Bellianati e harmonia funcional com Ian Guest. Em 1984, com 16 anos, teve sua primeira música gravada. “Coisa Simples” era uma homenagem dele ao tio Fernando Brant e foi interpretada pela sua primeira banda, o Grupo Candeia, num disco que tinha no repertório músicas que ganharam festivais da canção em Minas Gerais no ano anterior. Em 1986 participou do Primeiro Seminário Brasileiro de Música Instrumental de Ouro Preto. Lá ele aperfeiçoou vários de seus aprendizados musicais e conviveu com grandes músicos como Dori Caymmi. Em 1987, fez seu primeiro show solo, numa renomada casa de shows de Belo Horizonte, o Cabaré Mineiro. Em 1990 compôs, com letras de Jota D’ângel, trilha sonora original para o clássico do Teatro infantil “Pluft, o fantasminha”. No ano seguinte, em 1991, compôs com Fernando Brant e Tavinho Moura a trilha sonora original da peça “Conjuração” de Jota Dângelo. A partir daí resolveu que estava na hora de começar a pensar em sua carreira e na gravação de seu primeiro disco, o que veio a acontecer 2 anos depois. Em 1994, Robertinho Brant lançou seu primeiro CD solo, “Lugares”, onde cantou suas próprias músicas. Nesse disco, produzido por Juarez Moreira e Fernando Brant. Robertinho teve a honra de contar com participações ilustres; Milton Nascimento, Beto Guedes, Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Jaques Morelembaum e Boca Livre foram alguns dos convidados que gravaram com Robertinho no CD. “Lugares” foi distribuído pela Warner, no Brasil e no mundo.Em 1997 montou o projeto UZ22 e lançou em 1998, pelo selo americano Malandro records o CD “Renascimento”, com músicas de Milton Nascimento em versão instrumental. Nesse projeto, Robertinho Brant se lançou como produtor e arranjador. No CD de estréia do UZ22, Robertinho convidou o baterista André ”Limão”Queiroz pra ser co-produtor.Seu segundo trabalho autoral, Filme Imaginário, lançado em 2008, contou contou com novas parcerias de Robertinho com Seu Jorge, Márcio Borges, Chico Amaral e Leo Minax, além da participação especial de Seu Jorge. Esse trabalho foi muito elogiado por artistas e músicos como Toninho Horta, Chico Amaral, Leo Minax e Eduardo Bid, entre outros.Em 2011, Robertinho lançou o disco, Far from the Sea, também autoral, arranjado e produzido por ele, do seu projeto, intitulado Midnight Mountain. Esse trabalho mostra parcerias suas, em inglês e espanhol, com Marcelo Sarkis, Leo Minax e Emerson Penha e ainda conta com a participação especial da cantora Paula Santoro cantando suas músicas.Robertinho Brant tem tido ao longo dos anos, várias de suas músicas gravadas por artistas de renome como Bebel Gilberto, “Far From The Sea”; Seu Jorge, “Fiore Della Cittá”, “Una Mujer”, “Pobre Planeta”, “Ela” e “Far From The Sea”; Paula Santoro, “Rainha do Meu Samba”; Marina Machado e Lô Borges, “Song for Vanessa”; Tadeu Franco, “Alma Animal” .Elogiado mundo afora pelas duas músicas gravadas por Seu Jorge no seu prestigiado CD “Cru”, e pela recente gravação de Far From The sEa pela cantora Bebel Gilberto no CD “All in One”, Robertinho Brant teve seu nome citado por um dos principais críticos musicais do jornal The New York Times, Ben Ratliff: “Em algumas lindas baladas do jovem compositor Robertinho Brant, Seu Jorge transmite uma profunda emoção, como se não se importasse como soa – o que te faz, certamente, querer ouvir de novo”Nos últimos 15 anos, no entanto, Robertinho Brant tem se dedicado bastante ao trabalho de produzir e arranjar discos. Produziu os CDs: “Singular” de Chico Amaral (2008), “Pedra da Lua” de Carla Villar (2007), “Tempo Quente” de Marina Machado (2008),“Amor Certinho” (2002) e “Saudade de Mim”(2010) de Roberto Guimarães, “Um Gosto de Sol” de Eugénia Melo e Castro (2011), “Far From The Sea” do Midnight Mountain (2012), “Choro de Mar” de Gabriel Rocha (2010), “Loa”, de Vander Lee (2014), “Em Um Segundo” de Rodrigo Moreira e “Vendedor de Sonhos” de Fernando Brant. FRANCISCO CARAM: Produção ExecutivaProdutor e consultor cultural há 20 anosGraduado em Administração de Empresa s - UNAGraduado em Ciências Econômicas - UFMGInglês - MAIEspecialização em Marketing - UNACurso Intermediário sobre Leis de Incentivo - Escola Superior de Marketing (SP) Curso Avançado sobre Lei Rouanet (Miniostério da Cultura)Especialização em Direito Trabalhista - M. RoscoeEspecialização Matemática Financeira - UFMGPRODUÇÕES:LIVROS: Diretas Já:Tancredo Neves, Pasta Mia, O olhar Eterno de Chichico Alkimin, A Voz de Sophia, A História de Minas Contada através da Gastronomia, Os Grandes Chefs Mineiros.CATÁLOGOS: Mapeamento das Cachaças do Brasil, Imagens de Minas - Ouro Preto, Imagens de Minas- Estrada RealSHOWS NACIONAIS: Jô Soares, Tom Cavalcante, Chico Anysio, Casseta e Planeta, Nerso da Capetinga, Filomena, Chico César, Tom Zé, Marlui Miranda, UAKTI, Renato Teixeira, Feijão de Corda, João Carlos Assis Brasil, Edson Elias, Tambolelê, Eduardo Dusek, Índios Krenacs, Virgínia Rodrigues , Neguinho da Beija Flor, Chico Lobo, Beth Caligaris, Grupo Wahari e Mestre Ro mão.SHOWS INTERNACIONAIS:Solistas da Scalla de Milão, Nino Rota, Stravinskij Chamber Orquestra, Nuovo Quartetto Italiano, Gli Archi di Firenze, Orquestra de Veneza, Duo Fani, Trio Aedon, Orq uestra de Florença, Nova Scolla Gregoriana, Serafin Quartet, Quarteto de Gênova (Itália), Vadim Brodisk e Terem Quartet (Rússia), Lucille Chung (Coréia), Dounia (Palestina), Jogi Hirota (Japão), Eva Maria Alexandre (Alemanha), Gabin Gabiré (Burquina Faso). Produção do Maestro Andersen Viana em gravação de CD na Rússica, com Orquestra Estatal de Cinema de Moscou (Filarmônica Russa) TEATRO: Coisa de Doido, Três Mulheres para Fernandinho, O Marido de Minha Mulher, Defunto Bom é Defunto Morto, Totonho 100 Concerto.EXPOSIÇÕES: Sebastião Salgado, Tesouros do Renascimento, Américo Vespuccio, Guido Mudado, Regina Mello, Kitty Amaral.Prêmio: Indicação do Estadão -SP, destaque do ano 2005 pelo livro "O Olhar Eterno de Chichico Alkimin".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.