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Montar o espetáculo de artes cênicas As Primeiras Fábulas do Menino Lobato, voltado para público infantil. Durante essa temporada, realizar o seminário "A fábula na construção do imaginário da Primeira Infância". Além do espetáculo, realizara contrapartidaem creches em locais de vulnerabilidade social nas cidades do DF. Essa contrapartida consiste em realizar uma oficina de confecção de marionetes para contação de história e apresentar a contação de histórias"A gralha enfeitada com penas de pavão". Todas essas atividades são gratuitas. Na temporada do espetáculo de artes cênicas, haverá o estímulo de doação de um quilo de alimento não perecível a ser doado paraessas creches.
1) As primeiras fábulas do menino Lobato (a peça) - Trata-se de uma adaptação de quatro fábulas do clássico Fábulas, de Monteiro Lobato, escrito em 1922. Em cena, oito atores e músicos contracenam com personagens animados de Lobato, o Porquinho Rabicó, Emília, a Boneca Falante de Pano, o Visconde Sabugosa e Tia Anastácia, que narram as histórias A rã e o boi; O leão, o lobo e a raposa; A gralha enfeitada com penas de pavão e O sabiá na gaiola. Toda a estética e conteúdo da montagem serão criadadas pensando num público de o a 6 anos. 2) Contação de história - A gralha enfeitada com penas de pavão. Como os pavões andassem em época de muda, uma gralha teve a ideia de aproveitar as penas caídas. Pensou: Enfeito-me com estas penas e viro pavão! Disse e fez. Ornamentou-se com as lindas penas de olhos azuis e saiu pavoneando por ali a fora, rumo ao terreiro das gralhas, na certeza de produzir um maravilhoso efeito. Mas o trunfo lhe saiu às avessas. 3) Oficina de marionetes - A partir das personagens da fábula A gralha enfeitada com penas de pavão, oficineira ensinar como se cria marionetes para que voluntárias e funcionárias das creches possam dar continuidade às atividades de contação. Público-alvo: voluntárias e funcionárias da creche. Duração: 3 horas Metodologia: Mostrar passo a passo a confecção artesanal de marionetes a partir de desenhos previamente definidos. Material da oficina será fornecido pela produção 4) Encontro A importância da Fábula na construção do imaginário da primeira infância Os criadores da montagem e pedagogos convidados falam discorrem sobre o tema e defendem o uso da fábula como pedagogia de construção do imaginário infantil Público-alvo: professores, arte-educadores, pedagogos e público em geral Duração: 2 horas local: auditório ou teatro em Brasília
Objetivo geral Montar espetáculo infantil As Primeiras Fábulas do menino Lobato com 22 apresentações nas cidades de Brasília, Taguatinga, Ceilândia e Gama Objetivos específicos Realizar 16 sessões gratuitas na cidade de Brasília, atingindo público de 4500 espectadores Realizar duas sessões gratuitas na cidade de Taguatinga, atingindo público de 400 espectadores Realizar duas sessões gratuitas na cidade de Ceilândia, , atingindo público de 400 espectadores Realizar duas sessões gratuitas na cidade do Gama, atingindo público de 400 espectadores Estimular, em toda a temporada, a arrecadação de alimentos não perecíveis para doação em creches nas cidades de Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Sobradinho, Estrutural e Sol Nascente. Realizar uma contação da fábula A gralha enfeitada com penas de pavão em uma creche nas cidades de Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Sobradinho, Estrutural e Sol Nascente, num total de seis apresentações Realizar uma oficina de confecção de marionetes de três horas de duração em uma creche nas cidades de Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Sobradinho, Estrutural e Sol Nascente Realizar um encontro de duas horas sobre "A fábula na construção do imaginário da Primeira Infância", durante a temporada de Brasília Estimular a doação de lixo eletrônico durante toda a temporada de 22 sessões e doar à ONG que cuida desse tipo de reciclagem no DF
O projeto "As primeiras fábulas do menino Lobato" é uma proposta cênico-musical voltada para o público infantil, que mergulha no universo lúdico do maior autor de literatura infantil do país. Nessa criação, que mistura diversas linguagens das artes cênicas (teatro de bonecos, técnicas circenses e dança) com a técnica de desenho animado e canções de infância, vamos abrir o baú mágico da boneca Emília para que as histórias escritas por Lobato ganhem uma narrativa lúdica no palco. Na tela de projeção, personagens criados pelo menino Lobato interagem com atores, músicos, bonecos e toda a magia do teatro para introduzir a força das fábulas na primeira infância. Assim, o que se cria no palco não é a narrativa falada e cerebral, mas a lúdica e apropriada para essa faixa etária. As fábulas serão contadas por essas atmosferas estabelecidas entre as sonoridades, as imagens e os sons. O trabalho cênico terá orientação pedagógica de especialista em infância, que vai orientar a construção cênica voltada ao público infantil, que se comunica em parte por estímulos, sem excessos sonoros (falas e sons). Nesse sentido, toda a criação seguirá as orientações desse profissional, no sentido de produzir uma atmosfera aconchegante e a criativa para pais e filhos. Desde as orientações para quantidade de luz na sala escura até o nível e tipo de sons que devem chegar ao palco. O cuidado com o excesso de visualidades e a forma narrativa que não deve ser apegar excessivamente a massa textual. Nessa atmosfera, serão contadas quatro histórias escritas por Lobato no clássico Fábulas, escrito em 1922. São elas: a) A rã e o boi; b) O leão, o lobo e a raposa; c) A gralha enfeitada com penas de pavão e d) O sabiá na gaiola. As histórias serão narradas por personagens de Lobato: o Porquinho Rabicó, Emília, a Boneca Falante de Pano, O Visconde Sabugosa e Tia Anastácia. É crucial estabelecer o contato das crianças brasileiros com a maior autor da literatura infantil do país. O mundo onírico de Monteiro Lobato é permeado de fantasias e imaginação que estimulam o fortalecimento cognitivo das crianças. O clássico As Fábulas é perfeito para a primeira infância porque trabalha como valores chaves para a formação do caráter como a noção de bem, amor ao próximo, solidariedade, amizade e respeito. Nesse livro, Lobato coletou as fábulas mundiais e deu o seu toque de criador brasileiro. A importância de as personagens serem todas formadas por animais estimula nas crianças o amor e o respeito às espécies, despertando o desejo de protegê-las. Em sua pedagogia infantil, Lobato se opôs ao conceito de que crianças eram adultos reduzidos em idade e estatura, embora com a mesma psicologia. "A criança é um ser onde a imaginação predomina em absoluto", defendia. "O meio de interessá-la é falar-lhe à imaginação". "Escrever para crianças!" - exclamou em resposta a um repórter _ "é admirável... Elas não têm malícia, aceitam tudo, tudo compreendem ".
Contrapartida social Oficina de marionetes - A partir das personagens da fábula A gralha enfeitada com penas de pavão, oficineira ensinar como se cria marionetes para que voluntárias e funcionárias das creches possam dar continuidade às atividades de contação. Público-alvo: voluntárias da comunidade e funcionárias da creche. Duração: 3 horas Vagas: 45 (por creche). Total: 160 Contação de histórias - Grupo conta a fábula A gralha enfeitada com penas de pavão, usando as marionetes criadas na oficina Público-alvo: voluntárias da comunidade e funcionárias da creche. Duração: 1 hora Vagas: 45 (por creche). Total: 160 Metodologia: Mostrar passo a passo a confecção artesanal de marionetes a partir de desenhos previamente definidos. Material da oficina será fornecido pela produção Total de público Contrapartida: 360 Assim atendemos ao SEÇÃO III da IN 02/2019 § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
O material gráfico a ser distribuído no teatro terá o modelo inspirado no livro-brinquedo, no qual as crianças de 0 a 6 anos possam interagir O livro-brinquedo é um livro que reúne uma materialidade adaptada a atividades práticas lúdicas e um suporte de leitura afim à proposta de ler brincando. A partir de sua visualidade e às vezes de seu formato, o gênero convida a criança à atividade, à ação direta. Pode se dirigir ao leitor alfabetizado ou ao leitor ainda não-alfabetizado. Além disto, editorialmente o livro-brinquedo lembra o livro-objeto, com uma irrevogável vocação experimental. Sua plasticidade gráfica e artística, performance e tecnologias estão adaptadas a usos de interagir e brincar. O termo é, portanto, aplicado a livros infantojuvenis que chamam ao manuseio direto, a jogos imaginativos, à coordenação motora e a passeios sensoriais-visuais, sem que necessariamente sejam estritamente livros de imagem. O livro-brinquedo ultrapassa a expectativa de condição objetiva linear (e única) da leitura, permite o alcance aos temas desde a abertura convencional à abertura súbita de páginas (em 3D, por exemplo), giros, trilhos e animações. Em sua estrutura gráfica, este gênero apresenta aos leitores temas variados, formatos quase sempre lúdicos e representações narrativas brincantes, destacando lances notáveis, ação visual (interatividade) e a apreciação tanto da forma quanto do seu conteúdo. Especificações: papel reciclável ou cefificado, 180 gramatura, colorido, oito páginas, A4 com dobraduras
A proposta prevê a realização da temporada do espetáculo nas 22 sessões propostas (Brasília, Ceilândia, Taguatinga e Gama) em teatros com acessibilidade física e estrutural existentes. Essa condição será crucial para que a produção feche as pautas para realização da temporada de 22 sessões nas cidades listadas. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: escolha de teatros com acessibilidade estrutural (estacionamento com vagas reservadas, rampas, banheiros) Acessibilidade para deficientes visuais: 10% das sessões (duas) com acessiblidade de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: 10% das sessões (duas) com acessilidade por intérprete de libras SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA (contação da fábula) Acessibilidade física: espaço de realização com acessibilidade estrutural (estacionamento com vagas, rampas, banheiros) Acessibilidade para deficientes visuais: não aplicável Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras na sessão CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: são creches que existem. O público é dessa comunidade. Vamos buscar ao menos acesso a cadeirantes Acessibilidade para deficientes visuais: não aplicável Acessibilidade para deficientes auditivos: não aplicável
Todas as atividades previstas nessa proposta são gratuitas, portanto, a democratização de acesso é um pilar central do projeto. Agentes culturais, no entanto, vão divulgar o projeto localmente em creches e escolas, com a proposta de disponibilidade de ônibus gratuito para o traslado ao instituição-teatro-instituição Além disso, no Circuito Creche, vamos nos deslocar com equipe até as creches que trabalhem com famílias em vulnerabilidade social realizando uma apresentação cultural de contação de história e uma oficina lúdica de criação de marionetes para contação de histórias. Conforme o Art. 21. o proponente adotará a seguinte medida de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;
A Criaturas Alaranjadas vai executar as seguintes funções: Direção de Produção - Vai desenhar todas as ações do projeto para que o núcleo de produção execute as ações de criação artística, técnica e de comunicação. Dramaturgia - Adaptação das fábulas oriiginais de Monteiro Lobato Direção artística - Vai cuidar dos aspectos de criação de arte. Cenário e figurinos - Vai conceber tanto a concepção arquitetônica do palco quanto o guarda-roupa das personagens FICHA TÈCNICA √ Sérgio Maggio (diretor geral e dramaturgia) - Mestre em crítica teatral pela Universidade de Brasília, pós-graduado em direção pela Faculdade Dulcina de Moraes, é autor do livro Conversas de Cafetinas (Prêmio Jabuti 2010) e de peças que são destaques na cena contemporânea do Distrito Federal, como Eros impuro, Cabaré das Donzelas Inocentes, Desbunde. Autor e diretor da série de biografia cênicas Mitos do Teatro Brasileiro, é curador de festivais, crítico e pesquisador teatral, participando de diversas mostras e festivais de teatro, como a Mostra Latinoamericana de Teatro de Grupo de SP. O trabalho mais atual é o roteiro do clipe A Moça e o Velho, do novo disco de Odair José. Dirigiu os musicais “Eu Vou Tirar Você Deste Lugar – As Canções de Odair José”, indicado ao Prêmio BiBi Ferreira, e “O Fole Roncou – Uma História do Forró”. √ Luís Felipe Lima (diretor musical) - Iniciou sua carreira musical frequentando rodas de samba e choro no Rio de Janeiro. Apresentou-se em bares e casas noturnas cariocas como o Sobrenatural de Santa Teresa, Encontros Cariocas (ao lado de Noca da Portela) e Casa da Mãe Joana, entre outros. Acompanhou sambistas como Ivone Lara, Beth Carvalho, Martinho da Vila, Elton Medeiros, Wilson Moreira, Nei Lopes, Elza Soares, (...) É diretor musical de montagens de repercussão de público e crítica como Sassaricando e Olavo vê estrelas. Assume a direção musical de As canções de Odair José nesta nova fase de circulação. √ Jones Abreu Schneider (direção artística, cenário e figurino) - Formado em artes visuais na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e ator com 30 anos dedicados ao teatro. No currículo, tem mais de 40 montagens, trabalhando com diretores do porte de Hugo Rodas e Antonio Abujamra. Integrante do coletivo Criaturas Alaranjadas Cia. de Teatro, concebeu projetos de repercussão nacional como Mitos do Teatro Brasileiro, Eros Impuro e o musical Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José. √ Aurélio de Simoni (iluminador) - Da geração que firma o crédito de iluminador nas fichas técnicas dos espetáculos profissionais, realiza uma centena de iluminações para diretores brasileiros representativos. A partir de 1980, estabelece uma parceria com Luiz Paulo Nenen, com quem cria e realiza a iluminação de uma média de oito espetáculos por ano até 1984, entre eles: Dzi Croquetes - TV Croquete Canal Dzi, criação coletiva do grupo, 1980; Poleiro dos Anjos, de Buza Ferraz, 1981; Serafim Ponte Grande, de Oswald de Andrade (1890 - 1954), Bar Doce Bar, roteiro de Álvaro Ramos, Pedro Cardoso e Felipe Pinheiro, e As Lágrimas Amargas de Petra von Kant, de Fassbinder, em 1982; A Família Titanic - a Família que Afunda Rindo, de Mauro Rasi, Folias do Coração, adaptação de Geraldo Carneiro, Quem Tem Medo de Itália Fausta, de Ricardo de Almeida e Miguel Magno, Viúva, porém Honesta, de Nelson Rodrigues, e A Terra dos Meninos Pelados, adaptação da obra de Graciliano Ramos, em 1983; Ensaio nº 1 - A Tragédia Brasileira, de Sérgio Sant'Anna, 1984, ambas direções de Bia Lessa. Em 1982, a dupla de iluminadores recebe o Troféu Mambembe pelo conjunto de trabalhos. A partir de 1984, passa a trabalhar sozinho, realizando a iluminação para diversos diretores nos espetáculos: Emily, de William Luce, direção de Miguel Falabella, 1984; Galileu Galilei, de Bertolt Brecht, direção de Celso Nunes, 1987; A Caravana da Ilusão, de Alcione Araújo, direção de Luiz Arthur Nunes, 1993; Sermão da Quarta-Feira de Cinzas, de Padre Antônio Vieira, direção de Moacir Chaves, 1994; Lima Barreto ao Terceiro Dia, de Luís Alberto de Abreu, direção de Aderbal Freire Filho, 1995; Noite de Reis, de William Shakespeare, direção de Amir Haddad, 1997; A Capital Federal, de Artur Azevedo, direção de André Paes Leme, 1997; Bugiaria - O Processo de João Cointa, novamente Moacir Chaves, 1999. Em 2001, retoma a parceria com Luiz Paulo Nenen em Cócegas, de Ingrid Guimarães e Heloisa Périssé, 2001. Entre 1989 e 1999, recebe 6 prêmios em teatro infantil. √ João Angelini (animações) - Graduou-se em artes plásticas na Universidade de Brasília e realiza pesquisas que o levam a produzir fotografias, vídeos, animações, gravuras, performances e brinquedos. É ainda membro do Grupo EmpreZa (Goiânia). Seus trabalhos foram premiados pela Funarte, Itaú Cultural e Banco do Brasil. √ Elenco e músicos - Escolhidos por audição. A audição é um mecanismo democrático de seleção de intérpretes a partir do perfil dramatúrgico do projeto. Serão selecionados oito profissionais.
PROJETO ARQUIVADO.